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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM

domingo, agosto 30, 2009

Mimo Recebido 30/08/09

Recebi este mimo da Renata,
Obrigada amiga!
AS REGRAS PARA O SELNHO SÃO:
1- POSTAR O SELO;
2- COLOCAR NO SEU POST O BLOG QUE TE ENVIOU O SELO;
3- AGRADECER O BLOGUEIRO QUE TE OFERECEU O SELO;
4- DESCREVER CARACTERÍSTICAS SUAS;
5- INDICAR O PRÊMIO A 5 OU MAIS AMIGAS MERECEDORAS DO SELO;
♥ Considero importantantíssimo compartilhar !
♥Sou sincera até debaixo dágua!
♥Sou reflexiva por demais!
♥Sou preocupada com a educação!
♥ E sou comprometida com ela!
Convido os blogs abaixo para levarem o selo Master Blog:


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sábado, agosto 29, 2009

Mimo Recebido - 29/08/09


Recebi o prêmio da Sandra:
http://aprenderesonhar.blogspot.com/
O que representa o Prêmio Mouse de Ouro:
O reconhecimento aos blogueiros que transmitem
amizade, gentilezas, respeito, carinho.
Prêmio criado com a intenção de promover a
confraternização entre os blogueiros na Blogosfera.
Quem recebe o Prêmio Mouse de Ouro e o aceita,
deve seguir algumas regras:

1- Exibir o selo
2- Linkar o blog que ofereceu o prêmio:
3- Escolher blogs (quantos quiser)para entregar o prêmio!!!
Repasso para:



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quinta-feira, agosto 27, 2009

Mimo Recebido 27/08/09



Obrigada amiga Aninha, adorei!



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quarta-feira, agosto 26, 2009

Cabra - Cabriola e suas curiosidades - 26/08/09


“O mais assustador do Folclore - Monstros da Mitologia Folclórica Brasileira”
foi o livro que meu filho menor, decidiu comprar em nosso último passeio à Livraria.
Deixei-o comprar. Sempre incentivo seu gosto pela leitura.

Depois, também fui ler o livro; afinal, precisava conhecer o conteúdo do que meu filho havia lido.
Que surpresa boa!!!
O livro conta de uma forma bastante interessante uma história sobre os ‘nossos’ monstros e como eles se organizaram para protestar contra a desvalorização dos ‘monstros nacionais’. Comecei a gostar da leitura.
Na 2ª parte, a autora descreve os monstros.

Passa-nos a ficha completa deles: nome, lugar de origem, tribo, brincadeira, qualidade, defeito e mania.
Comecei minha incursão por esse conhecimento e deparei-me com uma figura que me pareceu extremamente familiar: a Cabra-Cabriola.
Vibrei!!!

Afinal, havia conseguido um nome para umas ‘figurinhas famosas’ que rondam as relações interpessoais e afetam diretamente a comunicação e a produtividade das pessoas dentro e fora das organizações.
Eis a descrição:
“Sua boca é enorme e cheia de dentes afiados.
A voz grossa e irritante.
De seus olhos, nariz e boca saem chispas de fogo.
E, da inocente cabra mesmo, ela nada tem.
Ao contrário de outros monstros da mitologia folclórica brasileira, a Cabra-Cabriola é um monstro inteligente, capaz de preparar grandes estratégias só para conseguir entrar nas casas à noite e devorar criancinhas.
Por exemplo, ela pode aprender a imitar a voz das pessoas a fim de enganá-las. Mas é fácil descobrir a armadilha porque ela não tem a capacidade de se transformar.
Embora more no campo, ouve-se falar dela até mesmo no litoral nordestino.

Mas sua verdadeira origem é portuguesa.”*
‘Que interessante’ - pensei. Lembrei-me de pessoas, várias, que me passam exatamente esta imagem através de sua comunicação e atitudes:
“Sua boca é enorme e cheia de dentes afiados.
A voz grossa e irritante.”
Boca enorme para falar o que não deve, dentes afiados que deveriam morder a própria língua; uma voz que, independente do tom, sempre é irritante pois nunca transmitem otimismo, apoio, compreensão, mas sempre estão prontas a criticar, reclamar, apontar falhas, apontar pessoas culpadas.

É uma voz de individualismo e prepotência, voz de isolamento e presunção.
Voz irritante.
“De seus olhos, nariz e boca saem chispas de fogo.”
É incrível como as Cabras-Cabriolas que nos cercam disparam chispas de fogo para nos abater com um olhar; com uma respiração mais forte demonstrando deboche ou enfado, com uma palavra que nos queima por dentro tentando atingir seu intento maior: nossa pior reação, aquela que ela - a Cabra - quer que tenhamos.
É uma boca que provoca, debocha, escarnece.

É uma boca de onde só saem chispas de fogo.
Ah!!! Estas Cabras-Cabriolas nos cercam…
“… a Cabra-Cabriola é um monstro inteligente, capaz de preparar grandes estratégias só para conseguir entrar nas casas à noite e devorar criancinhas.”
Elas têm uma característica que marca os monstros e os vilões:

São inteligentes para o mal.
Nossa!! Como são altamente estratégicas para prejudicar pessoas.

Preparam grandes estratégias para mentir, omitir, deturpar, subornar…. Devorar os que entram em seu caminho, custe o que custar.
“Por exemplo, ela pode aprender a imitar a voz das pessoas a fim de enganá-las.”
São experts nestas manobras. Manobras de engano, falsidade, desonestidade.
“Mas é fácil descobrir a armadilha porque ela não tem a capacidade de se transformar.”
Ôpa!!

Monstros e vilões têm que ser descobertos e nunca vencem o bem.
Que bom!
Temos uma forma para descobrir quem são as Cabras-Cabriolas que nos cercam: Cabras-Cabriolas não têm a capacidade de se transformar.
Não desejam crescer por isso não podem se transformar.
Não desejam aprender, logo, não podem se transformar.
Não sabem se comunicar, por isso não podem se transformar.
Não conseguem conviver com a diversidade e aprender com as diferenças, por isso não podem se transformar.
Não reconhecem virtudes nos outros; não reconhecem ‘outros’, por isso não podem se transformar.
Cabras-Cabriolas só querem assustar.
Cabras-Cabriolas só querem ‘cabriolar’ - fazer movimentos sinuosos, sem apresentar nenhum resultado efetivo para o próprio bem e para o bem do grupo.
Só querem aparecer, mas não produzem nada, não agregam nada; não compartilham nada, porque nada têm para compartilhar.
Cabras-Cabriolas não querem mudar.
Precisamos conviver com elas, infelizmente.

Mas não precisamos satisfazê-las.
Elas estão ao nosso redor e vão permanecer; então:
Mantenha-se firme no controle da sua emoção
Mantenha-se no controle de sua comunicação.
Mantenha o seu comportamento em suas mãos, não o entregue às ‘cabras-cabriolas’.
Lembre-se: elas não têm a capacidade de se transformar.

Nós temos.
Elas não querem se transformar.

Nós queremos.
Que as impacientes Cabras-Cabriolas que nos cercam, se cansem rapidamente de nós e partam para ‘cabriolar’ em outras bandas!
Que a insuportável convivência com seres-humanos, profissionais de alto nível de competência e segurança, que não precisam ‘apagar’ os colegas para conseguir mostrar seu brilho, faça-as correr em disparada para outros lugares. Aliás..

Que não haja lugares para cabras-cabriolas em nossas vidas e empresas!


Vi,Li,Gostei e Recomendo
Nome: Cabra-Cabriola
Lugar: Nordeste
Tribo: Monstros
Brincadeira: Cabra-cega
Qualidade: Esperta
Defeito: Impaciente
Mania: ‘cabriolar’ = dar pulos e fazer movimentos sinuosos
* Livro: O Mais Assustador do Folclore - Editora: Caramelo
Autora: Luciana Gar
cia -
www.edcaramelo.com.br
Esta autora tem mais dois exemplares sobre o folclore,bem ricos em informações,os quais também uso em minhas aulas.



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Duas Mil Visitas 27/08/09



Venha comemorar comigo!

São 2000 visitas conquistadas!

Obrigada a todos que vieram até aqui!
Leve o selinho para seu blog em homenagem ao

Linguagem e Afins!

Obrigada mais uma vez pelo mimo,Sandra:
http://aotoquedoamor.blogspot.com/



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terça-feira, agosto 25, 2009

Mimo Recebido 25/08/09



Este selo homenageia os melhores blogs,
e tem sua simbologia nas cores que utiliza.
O azul, representa a paz, profundidade e imensidão.
O dourado representa a sabedoria, riqueza e claridade de ideias.
O prêmio em si, representa a união dos blogueiros.
Recebi das Sandras:
As regras são:


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segunda-feira, agosto 24, 2009

Folclore - Recomendo 24/08/09

Folclore é mais do que se imagina...

Nova Escola, conhecida por todos os educadores
tem em seu site um especial sobre o folclore muito bom.
Lá eles falam que a nossa cultura é imensa,
o que não é novidade,
mas enfatizam os demais personagens folclóricos,
muito além do nosso glorioso Saci, Iara ou Caipora.
Tem entrevista e planos de aula.

Parece que pensei igual, e divulguei o Mapinguari e Cabra - Cabriola, não?
O Quiz é super informativo,vale a pena fazê-lo!
Vamos lá?
http://revistaescola.abril.com.br/folclore/



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domingo, agosto 23, 2009

Mimo Recebido - 23/08/09

Visitando a Lê e suas borboletas...
Lá,ela deixou esta pergunta:
http://butterfliesle.blogspot.com/

Eu fui uma aluna muito tímida e quietinha. Até hoje sinto sequelas deste "desajeito" em me comunicar. Pela net tudo é bem mais fácil e corajoso...Na escola, eu estudava bastante,pois não era aluna super inteligente. Porém,com esforço cheguei até a Pedagogia, Especializações e Pós Graduação. Tinha muita dificuldade em matemática e odeio até hoje! Gostava mais das leituras,porque certamente era um mundo solitário,afinal, eu não precisava falar,né? Meu trabalho hoje é voltado para os tímidos,justamente porque gostaria imensamente que eles não existissem,por isso sou professora de Linguagem em projetos e criei-os para tentar desinibí-los..

Gostaria que as colegas se sentissem a vontade para responder em seus blogs esta proposta.Levem o selo e me participem,ok?



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Vi,Li,Gostei e Recomendo 23/08/09

Como usar os gêneros para melhorar a leitura e a escrita
Eles invadiram a escola - e isso é bom.
Mas é preciso parar de ficar só ensinando suas características .
Todo dia, você acorda de manhã e pega o jornal para saber das últimas novidades enquanto toma café.
Em seguida, vai até a caixa de correio e descobre que recebeu folhetos de propaganda e (surpresa!) uma carta de um amigo que está morando em outro país. Depois, vai até a escola e separa livros para planejar uma atividade com seus alunos.
No fim do dia, de volta a casa, pega uma coletânea de poemas na estante e lê alguns antes de dormir.
Não é de hoje que nossa relação com os textos escritos é assim: eles têm formato próprio, suporte específico, possíveis propósitos de leitura - em outras palavras, têm o que os especialistas chamam de "características sociocomunicativas", definidas pelo conteúdo, a função, o estilo e a composição do material a ser lido. E é essa soma de características que define os diferentes gêneros. Ou seja, se é um texto com função comunicativa, tem um gênero.
Na última década, a grande mudança nas aulas de Língua Portuguesa foi a "chegada" dos gêneros à escola.
Essa mudança é uma novidade a ser comemorada.
Porém muitos especialistas e formadores de professores destacam que há uma pequena confusão na forma de trabalhar.
Explorar apenas as características de cada gênero (carta tem cabeçalho, data, saudação inicial, despedida etc.) não faz com que ninguém aprenda a, efetivamente, escrever uma carta.
Falta discutir por que e para quem escrever a mensagem, certo?
Afinal, quem vai se dar ao trabalho de escrever para guardá-la?
Essa é a diferença entre tratar os gêneros como conteúdos em si e ensiná-los no interior das práticas de leitura e escrita.
Essa postura equivocada tem raízes claras: é uma infeliz reedição do jeito de ensinar Língua Portuguesa que predominou durante a maior parte do século passado.
A regra era falar sobre o idioma e memorizar definições: "Adjetivo: palavra que modifica o substantivo, indicando qualidade, caráter, modo de ser ou estado. Sujeito: termo da oração a respeito do qual se enuncia algo". E assim por diante, numa lista quilométrica.
Pode até parecer mais fácil e econômico trabalhar apenas com os aspectos estruturais da língua, mas é garantido: a turma não vai aprender.
"O que importa é fazer a garotada transitar entre as diferentes estruturas e funções dos textos como leitores e escritores", explica a linguista Beth Marcuschi, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
É por isso que não faz sentido pedir para os estudantes escreverem só para você ler (e avaliar).
Quando alguém escreve uma carta, é porque outra pessoa vai recebê-la.
Quando alguém redige uma notícia, é porque muitos vão lê-la.
Quando alguém produz um conto, uma crônica ou um romance, é porque espera emocionar, provocar ou simplesmente entreter diversos leitores.
E isso é perfeitamente possível de fazer na escola: a carta pode ser enviada para amigos, parentes ou colegas de outras turmas; a notícia pode ser divulgada num jornal distribuído internamente ou transformado em mural; o texto literário pode dar origem a um livro, produzido de forma coletiva pela moçada.
Os especialistas dizem que os gêneros são, na verdade, uma "condição didática para trabalhar com os comportamentos leitores e escritores".
A sutileza - importantíssima - é que eles devem estar a serviço dos verdadeiros Conteúdos os chamados "comportamentos leitores e escritores" (ler para estudar, encontrar uma informação específica, tomar notas, organizar entrevistas, elaborar resumos, sublinhar as informações mais relevantes, comparar dados entre textos e, claro, enfrentar o desafio de escrevê-los).
"Cabe ao professor possibilitar que os alunos pratiquem esses comportamentos, utilizando textos de diferentes gêneros", afirma Beatriz Gouveia, coordenadora do Programa Além das Letras, do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.
Vejam estes assuntos no site da Nova Escola:

Como usar os gêneros nas aulas de Língua Portuguesa
As boas opções para abordar os gêneros em sala de aula
A turma deve saber que cada tipo de texto tem um suporte


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sábado, agosto 22, 2009

Dobraduras,Folclore- A Menina do Leite 22/08/09


Pessoal, mês passado eu pesquisei sobre dobraduras e entre tantas opções encontrei esta revista muito especial, que recomendo,principalmente para as professoras do nível infantil.
Chama-se: Diversifique a prática escolar - Dobraduras
Projetos Escolares Especial
Editora On Line - Ano 4 nº 18

A revista traz muitas opções de histórias folclóricas e também as tradicionais como ,Chapeuzinho Vermelho, entre outras. Todas com dobraduras.

Vejam A menina do Leite:
Mais AQUI















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Divulgação - Consumo Consciente



Olimpia me convidou para esta campanha.

Do dia 24 a 30 de agosto

Participe!



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Cordel - 22/08/09

Leitura informativa
Texto:
Artigo de revista “Cordel, a palavra encantada”, de Sheila Kaplan.
Objetivos:
Explorar com o aluno as características do gênero textual artigo de revista.
Levá-lo a compreender as informações contidas no texto.
Comparar as diferenças e semelhanças entre um poema de cordel e um artigo de revista.
Estabelecer relações entre os gêneros cordel e artigo.
Conhecer a arte de xilografia.
Fazer com que percebam que a temática dos cordéis pode ser variada.

Cordel a palavra encantada
O cordel veio da Europa no fim do século passado.
No Nordeste do Brasil ele foi bem implantado e os poetas conseguiram com ele bom resultado. Como conta a poeta José Francisco Borges nesses versos, o cordel, esse gênero tão brasileiro e popular de poesia,não é uma invenção nossa. Essa literatura, que tem o nome de cordel porque os folhetos ficavam pendurados em cordões nos locais de venda, veio de Portugal. Aqui, chegou junto com o s colonos e encontrou um solo fértil. Tanto que até hoje é uma tradição forte e viva, principalmente no Nordeste do país.
No início, os temas do cordel estavam ligados à divulgação de histórias muito antigas, que vinham encantando os povos há séculos, transmitidas oralmente de uma geração a outra.
Histórias como a da Princesa Magalona, filha do rei de Nápoles e apaixonada pelo conde Pierre,que vive as maiores aventuras e desventuras até se reencontrar como o noivo. Ou de Carlos Magno e os Doze Pares de França, narrativa com muitas batalhas que se espalhou por todo o sertão e inspirou nossos cantadores. Mas,quase ao mesmo tempo em que partia dos antigos romances ou novelas de amor e de cavalaria,das narrativas de guerras e conquistas marítimas, o cordel passou também a retratar os acontecimentos recentes. Quando não havia jornais, rádio ou televisão, a poesia popular ocupou esse espaço por meio de cantorias e,mais tarde,também da forma escrita – os folhetos impressos em tipografias rústicas e vendidos nas feiras. Virou um dos meios mais importantes de divulgação dos fatos que despertavam o interesse do povo. Podiam ser os feitos de Lampião, Maria Bonita e outros cangaceiros famosos, o registro de secas e enchentes, vaqueiros e vaquejadas,santos e milagres,crimes,etc. Ariano Suassuna, autor de O Auto da Compadecida e que é também um dos maiores estudiosos da nossa cultura,classifica em dois tipos a poesia popular do Nordeste: o tradicional,com as narrações sobre heróis,amores,religião,etc, e o improvisado,cujos versos são criados no calor da hora pelos cantadores,muito comum principalmente nos desafios.

Luta com palavras
Os cantadores sertanejos atravessam grandes distâncias, movidos pelo prazer do enfrentamento. Quando tem início a peleja, ou desafio,cada um,violão em punho,improvisa seus versos a fim de derrotar o outro. Um duelo poético que surpreende e encanta o público, que acompanha atentamente a disputa. Nessa “luta”,as armas que valem são a imaginação, a rapidez do pensamento e a habilidade com a palavra.
O desafio começa com cada um dos cantadores puxando a brasa para sua sardinha. Fazem, na apresentação, o auto – elogio, contando seus feitos criticando o adversário. O tom jocoso (de alegre) é muito usado, divertido para quem assiste à disputa. Depois os poetas louvam as pessoas presentes: dona de casa, filhas, etc. È só um aquecimento para a peleja (luta) que prossegue cada vez mais acirrada, até a derrota de um dos participantes.
Um dos truques para atrapalhar o outro é, lá pelo meio da cantoria mudar a forma da poesia, que costuma ir da mais comum, a sextilha (com estrofes de seis versos ou sete sílabas),até gêneros como o “martelo agalopado”
(dez versos de dez sílabas). O improviso corre solto e os desafios podem durar, até noites inteiras.
Alguns desafios ficaram célebres, como o do Cego Aderaldo e Zé Pretinho do Tucum.
Abaixo, alguns momentos dessa brilhante disputa, narrada pelo Cego Aderaldo:
Apreciem meus leitores
Uma forte discussão
Que tive com Zé Pretinho
Um cantador do sertão
O qual no tanger do verso
Vencia qualquer questão.
(...)
P- Sai daí, cego amarelo
Cor de ouro de toucinho
Um cego da tua forma
Chama- se abusa viszinho
Aonde eu botar os pés
Cego não bota o toucinho.
C- Já ví que seu Zé Pretinho
È um homem sem ação
Como se maltrata outro
Sem haver alteração
Eu pensava que o senhor
Possuísse educação.
P- Esse cego bruto hoje
Apanha que fica roxo
Cara de pão de cruzado
Testa de carneiro mocho
Cego, tu és um bichinho
Que quando come vira o cocho.
C- Seu José, o seu cantar
Merece ricos fulgores
Merece ganhar na sala
Rosas e trovas de amores
Mais tarde as moças lhe dão
Bonitas palmas de flores.
(...)
C- Amigo José Pretinho
Eu não sei o que será
De você no fim da luta,
Porque vencido já está
- quem a paca cara compra
Paca cara pagará.

E segue a cantoria,com os dois competidores exibindo seu talento para a alegria do povo...
Sheila Kaplan.In: Revista Ciência Hoje das Crianças,ano 17,n.144.Rio de Janeiro,Instituto Ciência Hoje,março/2004.

Respondendo:
1-Você leu um artigo, um texto jornalístico. Qual a função de um texto como esse?
2- Em que veículo de comunicação esse artigo foi publicado?
3- O que você entendeu do título do texto?
4- Segundo a leitura desse texto, o cordel veio de onde?
5- Que assuntos eram abordados nos cordéis, no início de seu surgimento no Brasil?
6- De que maneira são realizados os desafios entre os cantadores de cordel?
7- Em determinado período, o cordel tornou-se o mais importante meio de divulgação dos acontecimentos de interesse público. Nessa época, ele ocupava o espaço de que meios de comunicação de nossa atualidade?
8- No segundo parágrafo após o subtítulo “Luta com as palavras”, aparece a seguinte expressão de nossa língua: “ puxando a brasa para a sua sardinha.” Explique o significado dela.
9- Geralmente, os poemas de cordel são ilustrados por meio de um processo artesanal em que os desenhos são esculpidos (talhados) em madeira e depois estampados no papel. As ilustrações produzidas desse modo são chamadas XILOGRAVURAS.
Vejam alguns modelos:

“Há que junto com o cordel
sempre tem uma figura,
o que danada é essa imagem
chamada xilogravura?”

Costuma-se associar o folheto à ilustração em xilografia que aparece em sua capa. Mas estas ilustrações são relativamente recentes.
De iní­cio, o folheto apresentava na capa apenas a indicação da autoria, o tí­tulo e um ou outro ornamento tipográfico.
Na contra capa, vinha o endereço do autor, que quase sempre era também o vendedor de seus folhetos.
As capas dos folhetos são tingidas em tons de verde, amarelo, rosa e azul e trazem uma xilogravura resultado da impressão feita com uma espécie de carimbo talhado numa matriz de madeira. A técnica já era conhecida na antiguidade e foi utilizada na Europa no século XV para ilustrar cartas de baralhos e imagens sacras. De lá veio para o Brasil em 1808, com a Imprensa Real Portuguesa.


“E quais são os grandes temas
e os melhores autores
desta arte tão ferina
que não poupa nem doutores?”
Outro papel importante exercido pela literatura de cordel diz respeito à sua função como auxiliar de alfabetização.
Sabe-se que incontáveis nordestinos carentes de alfabetização aprenderam a ler por meio de folhetos.
E, desta forma, cresce, gradativamente, o interesse de estudantes e educadores, em todo o Brasil, pela literatura de cordel para este fim e das muitas maneiras como o folheto pode ser utilizado em sala de aula.
Crie um título para as xilogravuras:




Fonte:Coleção Conhecer e Crescer- Língua Portuguesa, Cristiane Buranello e Eliane V. Reis, 4ª série, Editora Escala Educacional.
Imagens de xilogravuras retiradas da internet
http://blog.teatrodope.com.br/2007/05/09/literatura-de-cordel-xilogravura-temas-e-ensino/ Néia Maciel.
Literatura de cordel
É uma tradição portuguesa de histórias contadas em versos melodiosos e vendidos em varais de cordas. Destas surge o nome “cordel”, muito popular no interior do Nordeste, onde também é conhecido como folhetos e romance, já que é vendido em bancas de jornais.
Essa arte migrou para outras regiões,sendo conhecida como patrimônio imaterial brasileiro.
Sempre impressos, os versos podem ser escritos em mais de 50 formas diferentes,variando, de um para o outro na quantidade de sílabas e na posição das rimas. No entanto a métrica escolhida para um mesmo cordel é seguida do início ao fim. Os temas também são diversificados, retratando a arte cotidiana e as tradições populares, trabalhando por preservar, principalmente, a identidade do nordestino. Os livros de cordéis são geralmente ilustrados por xilogravura, uma gravação feita em relevo a partir de uma matriz de madeira. Dela, a imagem é reproduzida em papel ou outro suporte.
(Revista Folclore- Projetos educativos- Editora Alto Astral)

Técnica Xilogravura – Leitura Instrucional
Material:
Bandejas de isopor utilizadas para embalar alimentos;
Papel sulfite;
Tinta preta, lápis, rolo ou pincel.
1- Desenhe levemente no isopor utilizando o lápis. Para esculpir force a ponta do lápis contornando o desenho.
2- Pinte a placa usando o pincel ou o rolo e a tinta.
3- Coloque a folha em cima da placa. Pressione com cuidado, para que ela não saia do lugar.
4- Retire a folha cuidadosamente, para não borrar.
Lembrete: A tinta pegará na parte saliente, ou seja, que não foi afundada pelo lápis. Quando estiverem prontos, use pregadores para pendurar os cordéis no barbante.
A utilização de bandejas de isopor não é correta em relação a preservação do meio ambiente. È bom explicar aos alunos.
Revista Projetos Escolares- Folclore- Editora On Line

Livro: Minhas rimas de cordel
César Obeid
Editora Uno

O leitor vira ouvinte
O escritor, menestrel
O ouvido vira voz
Nesse eterno carrossel
Pois apresento agora
Com carinho e sem demora
Minhas rimas de cordel.

Para rimar em cordel
No verso dou cafuné
Hoje o tema é muito rico
Falo do que p cordel é
De cultura popular
Deus me mande muita fé.

Mas somente o povo pobre
Que possui essa cultura?
Claro que não, meus amigos
Em qualquer classe perdura
Transmitida oralmente
Para a geração futura.

A cultura popular
Nascida no regional
Com respeito às diferenças
De fluência natural
Ela é sempre espontânea
Tradicionalmente oral.

Feita em todo local
Cidade, vila ou recreio
A cultura popular
Desconhece o bloqueio
Lhes oferto essa viagem
Façam um belo passeio...

Boitatá
Sextilhas
Livro: Mitos Brasileiros em Cordel
César Obeid
Editora Salesiana
Revista Projetos Folclore – Editora On Line

Quero ver adivinharem
Onde a rima faz manobra
È um mito conhecido
Que tem fogo até de sobra
Pode ter forma de touro
Ou então forma de cobra.

Seja touro ou seja cobra
Sempre cuida da floresta
Quando touro tem um olho
Bem no meio de sua testa
E se alguém queimar os campos
Ele então se manifesta.

O amigo da floresta
Engoliu olhos por lá
Para enxergar perfeitamente
Reluzente hoje está
Quem aqui sabe do mito
Claro que é o Boitatá.

Lembrem que o Boitatá
Pode ter seus dois formatos
Com sua chama ele queima
Quem põe fogo lá nos matos
Protegendo as florestas
Desses homens insensatos.

Pare já os seus sapatos
Se algum dia o encontrar
Não respire, fique imóvel
Feche os olhos sem pensar
Se você tentar fugir
Boitatá vai te pegar.


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sexta-feira, agosto 21, 2009

Sugestões para sala de aula 21/08/09

Olá colegas,
Todas de volta a suas salas de aulas?
Então vejam algumas sugestões de enfeites...
Não sou artista,mas adoro o e.v.a., com ele podemos criar muita coisas interesantes,não acham?
Gostaria muito de trocar figurinhas com professoras de Tempo Integral.
Por favor, gente da área, mandem um sinal de fumaça pra mim....
















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quinta-feira, agosto 20, 2009

O papo da cabra cabriola>Monstros da Mitologia Brasileira 20/08/09



Atividades realizadas pelos alunos do Projeto Tempo Integral.
Escola Estadual Coronel Casimiro Osório
Itajubá- MG

Voltando as aulas,dedicamos as aulas para o FOLCLORE.
Dia do Folclore: 22 de agosto ( bela data..de aniversário da blogueira...)

Como nosso folclore é vasto e rico,preferi deixar um pouco nossa região Sudeste e parti em busca de mitos mais distantes.
Busquei gêneros literários variados como poesia, leitura informativa,conto,história lúdica para abranger diversos recursos de atividades.
Apesar dos alunos estarem no 6º ano do Ensino Básico ( 11 a 13 anos),alguns ainda acreditam em Lobisomem,por exemplo. Achei muito interessante ,um dos alunos me dizer,que seu pai conta com muita propriedade que viu o tal bicho.
Não querendo interferir,( pois o menino disse que o pai falou "tá falado!") apenas amenizei, dizendo que tudo chega a tempo e hora para uma boa lição e nossa reflexão. Ainda disse que são tantos os "causos", e que por isso consideramos uma cultura, que vem de muitas gerações.
E como não temos fotografias destes monstros, sabemos que trata-se da imaginção do povo.
Pesquisei também no livro: O mais assustador do folclore - Luciana Garcia - Editora Caramelo
Vamos as leituras:


O Papo da Cabra Cabriola
Regina Chamlian

Editora Àtica
De repente, uma coruja pia, uma porta se abre.
A imaginação cria asas de morcego e... sacis, lobisomens, mulas-sem-cabeça e outras criaturas espantosas começam a desfilar.
 São esses personagens fabulosos do rico imaginário do povo brasileiro que fazem dos livros da Coleção Contos de Espantar Meninos um mundo repleto de mistério, fantasia e humor.
Abaixo uma versão inspirada da autora,
com belas ilustrações de Helena Alexandrino


Certa manhã uma mãe ,ao sair de casa para lavra roupas no rio,cortar cana no mato e moer farinha,recomenda ao dois filhos que não abram a porta para ninguém,pois ouviu dizer que a cabra- cabriola andava rondando a região.
Tiro e queda!
Logo a cabra-cabriola chegou aquela porta e disse:
- È a cabra- cabriola.
Abram a porta
Sem mais tardar,
Prometo tocar viola
Assim que eu os almoçar.
Os dois irmãozinhos ficaram calados num canto e obedientes não abriram a porta....
E a cabra insistiu:
- È a cabra-cabriola.
E vou contar um segredo:
Sou a mãe e o pai do medo,
Assim que abrirem a porta,
Faço dos dois uma torta.
A cabra saiu decepcionada e ficou observando, quando a mãe retornou e disse:
- Abram, meus doces filhinhos,
Aqui está sua mãezinha.
A roupa está lavadinha,
A cana está bem docinha.
Com a fina flor da farinha,
Farei gostosos pãezinhos.
Ao reconhecerem a voz da mãe,as crianças abriram a porta contentes.
A cabra escutou e concluiu que deveria imitar a mãe deles e assim o fez no dia seguinte, quando a mãe saiu.
Porém os dois filhos conheciam a voz fininha da mãe e disseram para a cabra que ela tinha voz grossa.
De novo a cabra saiu titirica!
E lá foi ela cabriolando até a cidade.
Procurou um ferreiro e pediu a ele que desse uma martelada em sua língua.
Combinou o preço, o ferreiro esticou a língua dela numa bigorna e com toda força deu uma martelada, afinal o freguês tem sempre razão!
Cabra- cabriola viu estrelas, berrou de dor e deu uma marrada daquelas na barriga do ferreiro. Por fim, botou a língua de fora: uma língua chata feito chapa de metal.
- Não lhe pago porque o serviço foi malfeito – disse a malandra, com voz fininha.
Saiu da oficina, contente.
O ferreiro saiu atrás dela pedindo o seu dinheiro,mas ela já estava longe...
E retornou a casa.... Bateu na porta e disse com voz fininha:
- Abram ,meus doces filhinhos.
Aqui está sua cabrinha.
A roupa está bem sujinha,
A cana está chupadinha.
Co, a fina flor da farinha,
Farei de vocês pasteizinhos.
Ao ouvirem a voz fininha, abriram a porta... A cabra devorou os dois imediatamente!
Nisso, Aninha arregalou os olhos e disse para seu avô, que lhe contava esta história:
- Não perceberam que ela falou que era a cabra?
Crianças bobas...Pensou Aninha...
Neste instante um carro se aproxima da casa de Aninha,ela vê pela janela...
Ninguém no banco da frente,mas atrás sai a cabra...
Bate a porta e diz:
- Ande menina,
Abra essa porta,
Tenho outro compromisso.
Torrada como um chouriço,
Assim é que vou lhe jantar.
Aninha pensou e respondeu:
- Não abro, não abro e pronto!
Não sou uma criança boba!
Sei que você é a cabra-cabriola
Por causa da voz fanhosa e grosa.
Não eram os melhores versos do mundo e cabra-cabriola saiu titirica...
Soltando fogo pelos olhos e queimando véu e chapéu.
Logo o telefone toca...
A ligação estava ruim e Aninha pede pra falarem mais alto...
Então a voz disse:
- Estou ligando do orelhão.
Meu assunto é urgente,
Por isso abra essa porta
Que eu lhe conto pessoalmente.
O telefone desliga e logo batem a porta....
E uma voz fininha diz:
- Abra,minha doce filhinha,
Aqui está sua mãezinha.
A roupa está lavadinha,
A cana está bem docinha.
Com a fina flor da farinha,
Farei da menina broinha.
Aninha pergunta:
- Você disse “Aqui está sua mãezinha? Ou Aqui está sua cabrinha?”
- Eu disse aqui está sua mãezinha.
- Você disse “A roupa está lavada?”
A cabra respondeu já aborrecida:- “A roupa está lavadinha”.
- Você disse “Eu lhe trouxe uma coxinha ou farei da menina uma broinha?”
- Eu disse: “Farei da menina broinha!”
Sem abrir a porta Aninha declamou:
- Conheço a história inteirinha!
Sei que sua voz não é fininha,
Foi trabalho do ferreiro,
A quem você deve dinheiro.
Não adianta ser gulosa
Nem se perfumar com rosa,
Porque eu sei perfeitamente
Que você é mentirosa.
Ao ouvir os versos a cabra-cabriola cabriolou, soltou fogo pro todos os orifícios e, furiosa, escoiceou o vento.
Voltou para o carro e sumiu.
A mãe de Aninha chega, ela pede pra Aninha adivinhar o que ela trouxe do supermercado.
- Eu sei, você trouxe roupa lavadinha, cana cortadinha e a fina flor da farinha para fazer uma empadinha, acertei?
- Eu trouxe uma barrinha de chocolate....
Aninha deu um beijo na mãe, pegou o chocolate e saiu contente, cabriolando pela casa.

Quem é a Cabra...
A Cabra Cabriola, era uma espécie de Cabra, meio bicho, meio monstro.
Sua lenda em Pernambuco,é do fim do século XIX e início do seculo XX.
Era uma Bicho que deixava qualquer menino arrepiado só de ouvir falar. Soltava fogo e fumaça pelos olhos, nariz e boca. Atacava quem andasse pelas ruas desertas às sextas a noite. Mas, o pior era que a Cabriola entrava nas casas, pelo telhado ou porta, à procura de meninos malcriados e travessos, e dizia quando ia chegando:

Eu sou a Cabra Cabriola
Que como meninos aos pares
Também comerei a vós
Uns carochinhos de nada...
As crianças não podiam sair de perto das mães, ao escutarem qualquer ruído estranho perto da casa.
Podia ser qualquer outro bicho, ou então a Cabriola, assim era bom não arriscar. Astuta como uma Raposa e fétida como um bode, assim era ela.
Em casa de menino obediente, bom para a mãe, que não fosse traquino, a Cabra Cabriola, não passava nem perto.
Quando no silêncio da noite, alguma criança chorava, diziam que a Cabriola estava devorando algum malcriado.
O melhor nessa hora,era rezar o Padre Nosso e fazer o Sinal da Cruz.
Após as leituras, preencha abaixo o que se pede:
1- Nome do monstro:
2- Sua origem:
3- Qualidade:
4- Defeito:
5- Mania:
6- Sua fama:
7- Sua descrição:
8- Características da primeira leitura:
9- Características da segunda leitura:
10-Características da terceira leitura:
11- O Papo da Cabra-Cabriola é uma história infantil, de fantasia.
Porém,nela existe uma mensagem.
Segundo seu ponto de vista, qual seria esta mensagem? ( sua opinião)

Mais cabra cabriola
AQUI
Versões feitas pelos alunos



Quem tem medo do mapinguari?
Autora Vássia Silveira
Ilustrações: Ciça Fitipaldi
Editora Letras Brasileiras

Após a leitura do livro,passamos para a leitura informativa e o poema
Um pouco do monstro:
Dizem que o mapinguari é uma criatura coberta de pelos, com apenas um olho e uma boca enorme na barriga.
Isso mesmo, na barriga!
Esse monstro brasileiro vive escondido na floresta Amazônica e, quando se sente ameaçado, levanta-se e fica mais ou menos com uns dois metros de altura - alto o suficiente para enterrar numa cesta de basquete.
Além dos pelos e da boca na barriga, o mapinguari é conhecido pelo seu mau cheiro. Ele sem dúvida é o monstro mais fedido de toda a floresta: sua catinga se espalha por toda a mata.
Por isso, se você estiver de férias pelo Amazonas e sentir um baita fedor, é melhor não se arriscar e voltar correndo para casa.
http://crianca.ig.com.br/

A Lenda do Mapinguari
O Mapinguari é um ser do mundo das fadas da selva Amazônica.
Uma espécie de “monstro” lendário que muito se aproxima a um grande macaco de longa pelagem castanha escura.
Sua pele assemelha-se ao couro do jacaré, com garras e uma armadura feita do casco da tartaruga.
Seus pés têm formato de pilão e com uma boca tão grande que em vez de terminar no queixo estende-se até a barriga.
É quadrúpede, mas, quando em pé, alcança facilmente dois metros de altura.
O Mapinguari, também é conhecido pelos nomes de pé de garrafa, mão de pilão e juma. A lenda sobre a “besta malcheirosa” é uma das mais difundidas pelos indígenas.
A simples menção ao nome do Mapinguari é suficiente para dar calafrios na espinha da maioria daqueles que habitam a floresta.
Os cientistas que foram à Amazônia em busca do Mapinguari não tiveram sucesso.
Entretanto, o ornitólogo estadunidense David Oren, ex-diretor de pesquisa no Museu Emílio Goeldi, em Belém, acredita que a lenda do Mapinguari é baseada no contato de humanos tiveram com os últimos representantes de preguiças-gigantes que habitavam o solo, que talvez ainda existissem na Amazônia.
Procurou-os por mais de vinte anos, sem resultado.
Seria um mamífero pré-histórico, de mais de 12 mil anos, remanescente dos antigos bichos preguiça gigante.
Talvez seja o último representante da fauna gigante da Amazônia brasileira.
Outros acreditam na origem do monstro num velho pajé amaldiçoado e condenado a viver para sempre vagando pelas selvas e nessa forma aterrorizante.
Outros, ainda, justificam sua origem em índios com idade avançada e que foram desprezados por suas tribos.
Foram coletados relatos de índios em pontos remotos da mata nos estados de Rondônia, Amazônia e Pará, bem como de garimpeiros, nativos que avistaram a fera, com mais freqüência durante o dia.
Há quem diga que o Mapinguari só anda pelas florestas de dia, guardando a noite para dormir.
Relatos outros informam que ele só aparece nos dias santos e feriados.
Sua presença na floresta é marcada por gritos e um rastro de destruição.
Os relatos são semelhantes e afirmam que ao depararem com o tal Mapinguari o mesmo assume postura bípede e ameaçadora, exibindo suas robustas garras. Nos relatos de alguns índios a confirmação da eliminação de um fedor que dizem originar-se na barriga.
Ao andar pelas selvas, emite um grito semelhante ao dado pelos caçadores.
Se um deles se encontra perto, pensando que é outro caçador e vai ao seu encontro, acaba perdendo a vida:O Mapinguari, segundo informações jornalísticas, teria devorado vários indígenas no estado do Acre nos anos 80. Segundo alguns cronistas, o Mapinguari se alimenta apenas da cabeça das pessoas. Segundo outros, devora-as por inteiro, arrancando-lhes grandes pedaços de carne, mastigando-as como se masca fumo.
Contam também histórias de grandes combates entre o Mapinguari e valentes caçadores, porém o Mapinguari sempre leva vantagem e os caçadores felizardos que conseguem sobreviver muitas vezes lamentam a sorte: ficam aleijados ou com terríveis marcas no corpo para o resto de suas vidas.
Se pretenderes ir ao interior para conhecer as belezas da floresta amazônica, vai, mas com muito cuidado.
Pois, além das belezas podes dar de frente com uma de suas assombrações, como o Mapinguar
Fontes do texto:
Painel de Mitos e Lendas da Amazônia - Franz Kreuter Pereira
e vários sites.

Mapinguari
J.Coelho
Os rios e as matas,
acredites ou não,
revelam encantarias
e escondem assombração.
Da Amazônia formosa,
feio igual, nunca vi,
é a “besta malcheirosa”,
batizado de Mapinguari.
Como um grande macaco,
com boca até a barriga,
e de pelo castanho escuro.
Nas costas uma armadura
de casco de tartaruga
e, na testa, só um olho.
Pé de garrafa, mão de pilão,
feio igual, nunca vi
é monstro, é assombração,
batizado de Mapinguari.
Se foste preguiça gigante,
índio ou pajé feito escória,
não importa ao errante,
enfrentá-la por suposta glória,
pois as lendas carecem de gente,
para contar a história.
Publicado no Recanto das Letras
http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/1439080

Após as leituras, preencha abaixo o que se pede:
1- Nome do monstro:
2- Sua origem:
3- Qualidade:
4- Defeito:
5- Mania:
6- Sua fama:
7- Sua descrição:
8- Características da primeira leitura:
9- Características da segunda leitura:
10- Características da tereceira leitura:
11- Comparação final entre os dois mitos:

Algumas versões feitas pelos alunos




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