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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) blogueira (o),
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto,será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes , experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos .
Se você leu ,experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog ,ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente,assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo,por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog,não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu ,que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem- vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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quinta-feira, junho 14, 2012

Sobre príncipes e sapos> Rubem Alves>Shakespeare> 14/06/12

Sobre príncipes e  sapos
Rubem Alves
Editora Paulus

Sobre príncipes e sapos

Esta é a história de um príncipe vítima da inveja de uma bruxa. Ele era dotado de um maravilhoso dom de cantar e encantar. Por conta da inveja da bruxa, ele é transformado em sapo e obrigado a viver junto deles num lago. Ainda assim, descobre que não pode deixar de cantar, pois a magia de sua música está em sua alma, de modo que, quando abre a boca, o que sai não é um simples coaxar de sapos, mas lindas canções. Repreendido por outros sapos igualmente invejosos, se cala e se entristece cada vez mais, aprendendo a coaxar como os acomodados sapos da lagoa. Mas, talentos não podem ficar por muito tempo adormecidos.

“Era uma vez um príncipe de voz maravilhosa que encantava a todas as criaturas que o ouviam. Seu canto era tão belo que seduziu até a bruxa que morava na floresta negra e que por ele também se apaixonou. Mas, diferente de todos os outros, que se sentiam felizes só de ouvir, ela resolveu cantar também. Que lindo dueto faremos, ela pensou. E logo se pôs a cantar. Acontece, entretanto, que bruxas não conseguem cantar afinado. Bastava que ela abrisse a boca para que dela saíssem os sons mais bizarros, que soavam como o coaxar de sapos e rãs. A vaia foi geral. A bruxa se encheu de uma inveja raivosa e lançou contra ele o mais terrível dos feitiços: Se não posso cantar como você canta, farei com que você cante como eu canto. E o príncipe foi transformado num sapo. Envergonhado de sua nova forma, ele fugiu e se escondeu no fundo da lagoa, onde moravam os sapos e rãs. Ele ficou em tudo parecido aos batráquios. Menos numa coisa. Continuou a cantar tão bonito quanto sempre cantara. Mas desta vez quem não gostou do canto do novo sapo foram os sapos e as rãs que só sabiam coaxar. O canto novo soava aos seus ouvidos como coisa de outro mundo, que perturbava a concordância de sua monotonia sapal. Severos, advertiram: Quem mora com rãs e sapos tem de coaxar como rãs e sapos. O príncipe-sapo fez cessar o seu canto e não teve alternativas: teve de aprender a coaxar como todos os outros faziam. E tanto repetiu que acabou por se esquecer das canções de outrora. Não, não se esqueceu não... porque, quando dormia, ele se lembrava e ouvia a música antiga proibida que continuava a se cantar dentro dele. Mas quando ele acordava, se esquecia. Mas não de tudo. Ficava numa saudade indefinível. Saudade, ele não sabia bem de quê. Saudade que lhe dizia que ele estava longe, muito longe do lar...”


Dramas e Tragédias: Reescrevendo Shakespeare

O que o aluno poderá aprender com esta aula
■Conhecer as obras de Shakespeare;
■Identificar os sentimentos de raiva, inveja, amor, solidariedade, ciúme através dos dramas vividos pelos personagens da história;
■Vivenciar o jogo teatral através de brincadeiras;
■Vivenciar práticas de leitura e escrita.
Duração das atividades
8 aulas de 1 hora
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
1.Leitura das obras de Shakespeare ( O Mercador de Veneza, Otelo );
2.Reescrita e produção de texto narrativo;
3.Jogo teatral.
Estratégias e recursos da aula
Primeira atividade
Breve justificativa
Por que fazer leituras de um autor como Shakespeare com crianças de 5 e 6 anos?
Em que contexto na educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental isso se justifica?
Este trabalho foi desenvolvido no Núcleo de Educação da Infância - NEI-CAp/UFRN com crianças da sala de alfabetização - atualmente 1º ano do ensino fundamental. Leia a justificativa abaixo em que se deu este trabalho.



 
Shakespeare é considerado um dos mais importantes dramaturgos e escritores de todos os tempos. Seus textos literários são verdadeiras obras de arte e permaneceram vivas até os dias de hoje, onde são retratadas freqüentemente pelo teatro, televisão, cinema e literatura.
Os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos, independente do tempo histórico. Amor, relacionamentos afetivos, sentimentos, questões sociais, temas políticos e outros assuntos, relacionados a condição humana, são constantes nas obras deste escritor.
Nasceu em 23 de abril de 1564, na pequena cidade inglesa de Stratford-Avon. Nesta região começa seus estudos e já demonstra grande interesse pela literatura e pela escrita.


Principais obras:
Comédias: O Mercador de Veneza, Sonho de uma noite de verão, A Comédia dos Erros, Os dois fidalgos de Verona, Muito barulho por coisa nenhuma, Noite de reis, Medida por medida, Conto do Inverno, Cimbelino, Megera Domada e A Tempestade.
Tragédias: Tito Andrônico, Romeu e Julieta, Julio César, Macbeth, Antônio e Cleópatra, Coriolano, Timon de Atenas, O Rei Lear, Otelo e Hamlet.
Dramas Históricos: Henrique IV, Ricardo III, Henrique V, Henrique VIII.
Considerando o contexto da sala e a importância de promover o contato das crianças com a literatura universal, promova a leituras de algumas obras de Shakespeare. Selecione histórias que possibilite o grupo exercitar através da reflexão - ainda que fugaz - juízos de valores sobre a conduta dos personagens e também experimentar sentimentos próprios da fragilidade humana. Observe o relato da professora sobre a circulação dos textos na sala de aula.



Atividade de leitura
O Mercador de Veneza
Leia o livro durante alguns dias despertando certo suspense e curiosidade sobre o que vai acontecer no dia seguinte.
Após o término da história promova uma conversa na roda possibilitando as crianças se colocarem no lugar dos personagens.
Lance várias perguntas relativas aos acontecimentos da narrativa para as crianças se colocarem no lugar de cada personagem para ampliar cada vez mais a capacidade de reflexão do grupo exercitando vários pontos de vista.
 Depois organize atividades para as crianças escreverem sobre as características dos personagens principais e como Antônio foi salvo do julgamento.
Sinopse do livro
Trata-se de uma das obras mais polêmicas do célebre dramaturgo inglês.
Escrito no findar dos anos 1500, época em que os judeus estiveram ausentes da Inglaterra (foram expulsos em 1290, e só seriam novamente aceitos em 1655), capta as chocantes caricaturas feitas pelos ingleses.
Em O Mercador de Veneza, o personagem que mais chama a atenção não é o mocinho, e sim o vilão, criado para dar um tom cômico à peça. Trata-se do agiota e judeu _ daí a polêmica _ Shylock, retratado como indivíduo desprezível.
A vítima, o cristão Antônio, cidadão bem sucedido de Veneza, faz um contrato atípico com o agiota, penhorando 453 gramas de sua própria carne. Agora, o vilão faz questão de tal medonha extração, o que levaria Antônio a morte.
O que se observa é a velha e infeliz máxima anti-semita. O judeu? Do mal? Quer sangue do bom cristão? Durante anos, tal peça foi encenada, sempre ascendendo discussões, ou mesmo pregando o anti-semitismo. Nos territórios nazistas, por exemplo, essa se tornou a peça mais popular de Shakespeare nos anos 30 e 40. Após a Segunda Guerra Mundial, a história tornou-se constrangedora e passou a ser exibida somente com interpretações mastigadas, tentando expor inclusive as mazelas do preconceito sofrido pelo próprio Shylock.
O autor, em seu original, também busca trabalhar com o emocional do vilão mostrando- o como humano em suas características sentimentais. O fato é que o dramaturgo inglês foi certamente influenciado pela onda deletéria aos judeus, presente em sua época. Todavia, é a índole e as convicções ideológicas do leitor ou do expectador de O mercador de Veneza, que vai relativizar ou aceitar a pilhagem anti-semita integralmente.
Segunda atividade
Assista antecipadamente ao filme o Mercador de Veneza. Selecione as cenas em que mostre os personagens, o julgamento e o final. Oriente que prestem atenção as cenas principais para fazer um resumo do filme.


Para conhecer algumas cenas do filme acesse:



Terceira atividade
Leia a história de Otelo durante alguns dias. Interrompa em partes que suscitem bastantes curiosidades nas crianças em saber o que vai acontecer. Retome no dia seguinte e continue. Ao término da leitura lance questões sobre amizade, traição criando situações em que as crianças se coloquem no lugar de Otelo e Iago. Depois organize atividades de desenho e registro escrito baseadas nas questões lançadas na roda.
Se você fosse Iago como agiria?
Como deveria ter se comportado Otelo frente às informações de Iago sobre sua esposa?
Sugestão de atividade escrita:



Sinopse do livro - Otelo
Otelo, estimado general da República de Veneza, apaixona-se por Desdêmona, jovem da nobreza, e é correspondido. Casam-se e partem para a ilha de Chipre, onde o general é designado para enfrentar os otomanos. Antes da viagem, porém, Otelo promove Cássio, um de seus homens, a tenente. Esse fato deixa seu alferes, Iago, furioso, pois desejava o cargo para si.
Quando Otelo retorna, passa a ser vítima das artimanhas e armações de Iago, que insinua a traição de Desdêmona, supostamente amante de Cássio. Num momento de extrema dor e insanidade, Otelo mata sua amada asfixiada, suicidando-se assim que percebe que fora manipulado e que sua amada era inocente e fiel.


Quarta atividade
Proponha uma brincadeira de Júri Popular para defender e acusar Iago. Divida os grupos.
Um grupo representará os jurados, uma outra irá representar Iago.
Duas crianças serão os advogados de defesa e duas atuarão como acusação. Após o resultado do julgamento, sugira um texto coletivo para registrar a brincadeira.
Proponha que os advogados organizem os argumentos para a defesa e os da promotoria para acusar.
Ainda se pode organizar um jogo teatral retratando o julgamento. Para tanto, o professor funciona como narrador.
 Organize as falas dos personagens junto com as crianças e defina quem serão os personagens e a multidão que assiste ao julgamento.
Mostra de teatro encenado por alunos


Recursos Complementares
Filme
O Mercador de Veneza
Titulo original: (The Merchandt of Venice)
Lançamento: 2004 (EUA)
Direção: Michael Radford
Atores: Lynn Collins , Joseph Fiennes , Jeremy Irons , Al Pacino , Zuleikha Robinson
Duração: 138 min gênero:
Drama status: arquivado
SINOPSE:
Na cidade de Veneza, no século XVI, Bassanio (Joseph Fiennes) pede a Antonio (Jeremy Irons) o empréstimo de três mil ducados para que possa cortejar Portia (Lynn Collins), herdeira do rico Belmont. Antonio é rico, mas todo seu dinheiro está comprometido em empreendimentos no exterior. Assim ele recorre ao judeu Shylock (Al Pacino), que vinha esperando uma oportunidade para se vingar de Antonio. O agiota impõe uma condição absurda: se o empréstimo não for pago em três meses, Antonio dará um pedaço de sua própria carne a Shylock. A notícia de que seus navios naufragaram deixa Antonio em uma situação complicada, com o caso sendo levado à corte para que se defina se a condição será mesmo executada.
Avaliação
Observar durante a leitura, a conversa na roda, as produções escritas realizadas:
■O envolvimento e a participação da criança durante a leitura dos livros de Shakespeare;
■As reflexões e os argumentos usados para julgar e resolver os problemas dos personagens;
■A produção de texto - elaboração das idéias, argumentos;
■A Criatividade e a improvisação durante o jogo teatral.


A história do Mercador de Veneza

O que o aluno poderá aprender com esta aula
1.Conhecer a história do mercador de Veneza na obra de Shakespeare;
2.Vivenciar através do jogo simbólico situações de resoluções de conflitos em que seja necessário se colocar no lugar do outro tais como: como reagir diante da raiva do colega, desejar o mesmo brinquedo, respeitar o direito de escolha do colega, etc;
3.Desenvolver noções sobre justiça, amizade, solidariedade através do comportamento dos personagens
4.Produzir texto narrativo.
Duração das atividades
6 aulas de 1 hora
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
1.Leitura de Shakespeare - o mercador de veneza
2.Produção de texto narrativo;
3.Gênero de texto;
4.Práticas de leitura;
5.Falar e escutar.
Estratégias e recursos da aula
Primeira Atividade
Este é um livro bem ilustrado com uma quantidade de páginas que permite a leitura durante mais ou menos quatro dias.
Esse texto de Shakespeare, um dos mais populares do dramaturgo, surpreende pela modernidade e complexidade moral. Na Veneza do século XVI, o jovem Bassânio pede dinheiro emprestado ao amigo Antônio para ir a Belmonte pedir a mão de Pórcia. Por sua vez, o amigo procura o agiota judeu Shylock e garante um pedaço de sua própria carne caso o pagamento do empréstimo não seja feito como combinado. A partir daí, uma série de armações, disfarces e desencontros acontecem, aflorando o que há de melhor e pior na alma humana.
Orientações para a leitura
Comente quem foi Shakespeare. Cite o nome de algumas obras.
Contextualize o tempo em que viveu.
Leia o livro a cada dia. Interrompa de modo provocativo para despertar a curiosidade do grupo para a leitura no dia seguinte.
Escreva coletivamente na forma de um painel cada parte do livro com o objetivo de garantir que as crianças possam lembrar cada momento da leitura.
Durante os acontecimentos que envolvem os personagens principais lance questões para o grupo sobre:
■O comportamento dos personagens,
■Suas características,
■Vestimentas.




Capa do livro
Ao final da leitura, provoque o grupo para refletir sobre os motivos da raiva de Shylock por Antônio. Organize atividades de registros que permitam a criança se colocar sob diferentes pontos de vista. Tais como:





Fonte: O Mundo Mágico da leitura.NEI/UFRN.2001.
Segunda Atividade
Faça um mural com os nomes dos personagens principais, as características dos personagens - Quem era cada um - o que faziam - como forma de destacar o contexto de cada um dos personagens na trama. Proponha uma galeria com desenhos dos personagens em lápis grafite para ser exposto na sala.
Os personagens e suas histórias
Pórcia de Belmonte - Moça rica cujo pai deixa em testamento e o desejo de casá-la com aquele que, escolhendo dentre três escrínios (ouro, prata e chumbo), encontrasse o retrato da moça.
Bassanio - Moço de poucas posses pede ao amigo Antônio, rico mercador, uma quantia em dinheiro para que possa concorrer à mão da bela Pórcia.
Antônio - Rico mercador que empresta dinheiro sem cobrar juros. Amigo de Bassanio.
Shylock - Nutria certo ódio por Antonio que também emprestava dinheiro, porém sem cobrar juro algum.
Baltasar - Jovem advogado que defende Antônio.
Terceira Atividade
Combine com as crianças a escolha das cenas da história que elas querem vivenciar na brincadeira simbólica. Leia alguns trechos com as falas dos personagens relacionados com as cenas escolhidas, em seguida peça as crianças para recriarem os diálogos usando a improvisação.
Utilize lençóis, roupas, capas, chapéu que estiver disponível no canto do faz de conta ou solicite que tragam de casa.
Observem como foram organizadas as cenas, os diálogos do Conto de Inverno de Shakespeare com crianças de 5 e 6 anos.





Fonte: O Mundo Mágico da Leitura.NEI/UFRN.2001.
Quarta Atividade
Para finalizar o trabalho, proponha a criação de uma versão do mercador de Veneza. Digite e traga para a sala para que ilustrem cada parte da história contada. Veja uma versão do Conto do Inverno criado pelas crianças de 5 e 6 anos.




Fonte: O Mundo Mágico da Leitura.NEI/UFRN.2001.
Recursos Complementares
Livro: O Mercador de Veneza
Sinopse
Um dia, para ajudar um amigo, Antônio é obrigado a pedir um empréstimo a Shylock, e assina um contrato autorizando o agiota a apoderar-se de uma libra de sua carne numa parte do corpo à escolha de Shylock. Mas a esperteza de uma mulher livra Antônio da pena.
Dados Técnicos:
TÍTULO: O MERCADOR DE VENEZA. TÍTULO ORIGINAL: THE MERCHANT OF VENICEIDIOMA: Português.ENCADERNAÇÃO: Capa dura
Formato: 22,5 x 31
48 págs. ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 1995ANO EDIÇÃO: 2006. EDIÇÃO: 1ª AUTOR: William Shakespeare ADAPTAÇÃO: Johnny Mafra
Lamby Mafra TRADUTOR: Sergio Godinho de Oliveira ILUSTRADOR: Dusan Kallay
Conheça a coleção com as obras de Shakespeare
A Coleção Shakespeare é uma verdadeira ponte para os mais jovens terem contato com as fabulosas peças do dramaturgo inglês William Shakespeare.
A adaptação fica por conta do casal Charles e Mary Lamb que deixam o texto acessível aos novos leitores.
 As ilustrações são obras primas a parte.
 Cada conto, traz um ilustrador diferente, deixando a história muito mais atrativa para os alunos.


Filme: O Mercador de Veneza titulo original: (The Merchandt of Venice)
lançamento: 2004 (EUA) direção: Michael Radford atores: Lynn Collins , Joseph Fiennes , Jeremy Irons , Al Pacino , Zuleikha Robinson duração: 138 min gênero: Drama status: arquivado


Avaliação
Observe a criança durante o processo do trabalho em relação aos seguintes aspectos:
■O envolvimento e a curiosidade durante a leitura do livro de Shakespeare;
■A participação na roda e as relações estabelecidas entre o comportamento dos personagens e a vivência na sala de aula;
■A produção de texto narrativo;
■Durante a brincadeira simbólica ( imaginação, representação, linguagem oral durante a encenação).


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