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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) blogueira (o),
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto,será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes , experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos .
Se você leu ,experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog ,ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente,assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo,por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog,não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu ,que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem- vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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domingo, outubro 14, 2012

Férias de bruxa Onilda>Curiosidades>Poesias>+aulas sugestivas> 14/10/12

Bruxos Famosos
Os bruxos mais famosos do planeta


Harry Potter
- Harry Potter é um garoto inglês que foi criado pelos seus tios rabugentos, sem saber de sua verdadeira identidade. Tia Petúnia e Tio Válter têm um filho, o gordinho Duda, que vive menosprezando o primo. Tudo muda quando Harry recebe a notícia de que é um bruxo e que deve estudar em Hogwarts, uma escola para bruxos.
Harry também descobre que é famoso no mundo todo por ter salvo os trouxas (seres humanos) e todos os bruxos de um poderoso bruxo do mal, conhecido como Você-Sabe-Quem ou Lord Voldemort. Uma cicatriz na testa é a marca deste duelo. Na escola, Harry conhece seus melhores amigos: Rony Weasley e Hermione Granger. Juntos, aprendem a voar de vassoura mágica, jogar quadribol (um jogo só de
bruxos) e enfrentam perigosos feitiços de Voldemort e sua turma.


Cuca
O Sítio do Picapau Amarelo foi escrito por Monteiro Lobato. A TV Globo transformou as histórias em seriado na TV. No sítio, Dona Benta e Tia Anastácia cuidam das crianças. Não existe limite para a imaginação e até uma boneca muito teimosa, a Emília, fala e anda pela casa toda.
Cuca entra nessa história como uma bruxa má. Ela é uma bruxa que mora numa gruta do Capoeirão dos Tucanos. Em seu gigantesco caldeirão prepara muitas poções e transforma sempre a menina Narizinho em pedra.


Maga Patalógica
A feiticeira que se considera a herdeira da "Grande Circe" foi criada pelo desenhista e escritor Carl Barks para a história "The Midas Touch" (O Toque de Midas), publicada em 1961 nos Estados Unidos. Nela, conhecemos a origem de suas "desavenças" com o Tio Patinhas. Maga, que mora nas encostas do vulcão Vesúvio na Itália, quer criar o mais poderoso amuleto de todos os tempos, fundindo na cratera do vulcão moedas de multimilionários - se eles são ricos, o dinheiro que eles tocaram pode carregar seus "poderes".
Como Patinhas, além de ser o pato mais rico do mundo, carrega no bolso a primeira moeda que ganhou na vida, fica claro que a Número Um é o melhor ingrediente para o amuleto de Maga. Mas seus planos não dão certo e conseguir a moeda passa a ser sua obsessão.
A primeira disputa entre a feiticeira (Magica de Spell em inglês) e o avarento (Uncle Scrooge McDuck) foi publicada pela Abril em 1962 na revista Pato Donald 568 com o título "A Primeira Moeda de Tio Patinhas". Quando não está com sua amiga Madame Min, Maga pode ser vista em companhia de um corvo falante.


Madame Min
Sua primeira aparição aconteceu no longa-metragem de animação "A Espada Era a Lei" (The Sword in the Stone, 1963), que conta a lenda do Rei Artur no "estilo Disney". No filme, Min (em inglês Mad Madam Mim) desafia o mago Merlin a um duelo. Os dois se transformam nos animais mais ameaçadores, até que Merlin se muda em bactéria e provoca uma doença no dragão em que Min havia se transformado, vencendo assim o duelo.
Em 1965, Min passou aos quadrinhos, em uma aventura ao lado de Maga Patalógica. Desde então, as duas deixaram de se comportar apenas como vilãs e estrelaram várias histórias juntas. Min também contracenou com os Irmãos Metralha e com o Mancha Negra, por quem é perdidamente apaixonada e com quem já tentou se casar por várias vezes.


Merlin
O primeiro registro escrito sobre este personagem é a "História dos Reis da Bretanha", escrita por Geoffrey of Monmouth e publicada por volta de 1135 onde hoje é a Inglaterra. Geoffrey praticamente criou Merlin a partir de duas lendas: uma sobre um "Homem Selvagem da Floresta", chamado Lailoken ou Myrddin, e outra tirada do livro "História dos Bretões", de Nennius, que falava de um órfão chamado Ambrosius que faz uma profecia sobre a queda do rei Vortigern. Esse personagem composto, batizado Merlin Ambrosius por Geoffrey, é a base do Mago Merlin que chegou até nós.
Na concepção de Geoffrey, Merlin é o filho de uma freira de ascendência real com um demônio; essa paternidade seria a fonte de seus poderes proféticos. Na saga do rei Artur, Merlin acompanha a criação do jovem rei e da Távola Redonda, além de preparar o cavaleiro Percival para a busca do Cálice Sagrado.
Conhecido principalmente como profeta até o século 17, Merlin lentamente se torna um feiticeiro. Ele é apresentado assim em "A Espada Era a Lei" (The Sword in the Stone, 1963), que conta a lenda do Rei Artur no "estilo Disney", em "Excalibur" (1981), de John Boorman - em que trava uma disputa particular com sua meia-irmã Morgana - e mesmo na comédia "Monty Pithon e o Cálice Sagrado" (1975), em que Merlin é satirizado como o Mago Tim, que possui um cajado capaz de lançar chamas e causar explosões à distância.


Circe
- Esta feiticeira, talvez a primeira da literatura mundial, é a filha de Helios (o Sol) e Perséia (a filha do Oceano). Circe é personagem da Odisséia, poema composto pelo poeta grego Homero durante o oitavo século antes de Cristo (entre 701 e 800 a.C.) que conta as aventuras do guerreiro grego Ulisses (ou Odisseu) após a Guerra de Tróia.
Em seu palácio de sua ilha no mar Mediterrâneo, Circe espera por marinheiros perdidos, que transforma em animais e serve no jantar. Quando Ulisses e seus homens chegam à ilha, a feiticeira transforma quase todos em porcos. Com a ajuda do deus Hermes (Mercúrio para os romanos), Ulisses consegue enganar Circe, libertar seus marinheiros e sair da ilha sem maiores problemas.
Circe usa um bastão de madeira - uma "varinha de condão" - e um caldeirão em seus feitiços. Os dois objetos são acessórios fundamentais para feiticeiros até hoje.


Feiticeira
Samantha casou-se com um mortal, o publicitário James Stevens. A mãe da bruxinha, a bruxa Endora, não gosta do genro e faz de tudo para estragar a felicidade do casal. Samantha e James tiveram dois filhos: Tabata e Adam. A garota nasceu bruxinha e começou a fazer seus feitiços e diabruras colocando o dedinho no nariz.
Larry Tate, o chefe de James, ficava louco e sem entender nada quando Samantha e sua família resolviam fazer mágicas. O seriado começou a ser exibido na rede americana ABC no dia 17 de setembro de 1964 e parou de ser produzido em 1º de julho de 1972.


A Bruxa
Maria da Graça Almeida
.Velha má e horrorosa,
alta, magra, enrugada,
ela é tão poderosa,
mesmo feia e desdentada!


Verrugoso e adunco,
seu nariz, no caldeirão,
vai cheirando os ensopados
de lagarto e escorpião.


Há quem jure tê-la visto
na vassoura bem montada,
a voar, o velho mito,
ressoando gargalhadas.


Dita a velha tradição
que depois de seis irmãs,
a seguinte nasce bruxa,
esta é a maldição!


Hoje, em muitos povoados,
vilarejos ou cidades,
sempre há uma mulher
a fazer muitas maldades.


Curiosa a examino
procurando-lhe a verruga,
mas, às vezes, desanimo...
ela só é nariguda



Que sujeira!
Pedro Bandeira
Casa de bruxa tem rato,
sapo, morcego e coruja.
Pra que é que serve a vassoura,
se a casa dela é tão suja?


Fui no Cemitério


Fui no cemitério
tério, tério, tério
Era meia-noite
noite, noite, noite
Tinha uma caveira
veira, veira, veira
Ela era bonita
nita,nita,nita    


Galeria das bruxas

Objetivos
- Avançar no conhecimento da linguagem escrita e na aquisição da leitura e da escrita convencional.
- Aproximar os alunos de autores contemporâneos e clássicos, com textos informativos e obras literárias.
Conteúdos
- Leitura.
- Escrita.
Anos
1º e 2º anos
Tempo estimado
Sete aulas.
Material necessário
Livros de contos sobre bruxas, como A Bruxa Salomé (Audrey Wood, 32 págs., Ed. Ática, tel. 11/3990-2100, 23,90 reais) e As Férias da Bruxa Onilda (Enric Larreula e Roser Capdevila, 32 págs., Ed. Scipione, tel. 0800-16-1700, 22,90).


Flexibilização para deficiência auditiva
Acrescente trechos de filmes ou desenhos que retratem bruxas de tipos variados.


Desenvolvimento
1ª etapa
Selecione contos que tenham bruxas como personagens principais.
Durante duas ou três semanas, incorpore nas atividades permanentes a leitura em voz alta desses textos.
Discuta com a turma que sensações elas despertam e quais relações é possível fazer com contos já conhecidos.
Releia trechos para confirmar as interpretações, retomar parte da história ou notar a maneira como o trecho foi escrito.
Direcione a conversa para a bruxa em questão: como é o comportamento dela?
Quais suas qualidades e seus defeitos?
Peça que citem os recursos usados para gerar suspense e medo, por exemplo.

Flexibilização para deficiência auditiva
Solicite que a família e o AEE conversem com o aluno sobre o assunto, usando a linguagem de libras ou materiais como livros, jogos, brinquedos e outras formas de ampliar seu conhecimento sobre bruxas.


2ª etapa
Organize uma tabela para ficar exposta na sala com três colunas.
Nomeie cada uma delas: título do livro, nome da bruxa e caracaterísticas.
A ideia é que as crianças a completem com as informações pedidas ao fim de cada leitura e que você seja o escriba.
Colabore para que elas encontrem não só as características descritas mas também as implícitas. Esse quadro também deve ser usado para promover desafios de leitura e de escrita: oriente, por exemplo, que localizem o que está escrito em algum trecho e o copiem.

Flexibilização para deficiência auditiva
Fale sempre de frente para o aluno, explique cada item, levando-o próximo à tabela.
Proponha a parceria dos colegas para que, junto a uma dupla, complete a tabela.


3ª etapa
Proponha que, em dupla, os alunos escrevam informações importantes sobre as bruxas, considerando todos os textos lidos.
Esse procedimento é próprio de leitores e escritores experientes, que organizam a informação que consideram conveniente registrar.
Levante algumas perguntas que podem ajudar: onde vivem as bruxas?
Com quem convivem?
Elas se casam? Existem bruxas boas?


Flexibilização para deficiência auditiva


Estimule a parceria dos colegas, revezando-os para que se sentem ao lado do aluno e esclareçam as dúvidas.


4ª etapa
Convide o grupo a criar uma galeria de bruxas para expor à comunidade escolar.
Proponha que ditem coletivamente um texto sobre o que aprenderam a respeito das bruxas até então.
Permita que nesse momento as crianças tenham os contos para consultar e confirmar dados e ver como as informações são escritas.


Flexibilização para deficiência auditiva
Antecipe essa atividade para ser desenvolvida com o AEE, que pode ser o escriba das ideias desse aluno.
E ele poderá levar o registro escrito dessas ideias e participar da produção do texto coletivo.


5ª etapa
Reúna os alunos em duplas e proponha que elaborem um texto, com o foco na descrição de uma bruxa.
É importante que antes sejam eleitas as informações para caracterizá-las, como nome, aspecto físico e personalidade.
No momento da escrita, deve ser discutido como colocar as informações, quais palavras e expressões usar e pensar em problemas da separação das palavras e, no caso dos alunos alfabéticos, na ortografia.
 Cada dupla também deve desenhar a bruxa.


Flexibilização para deficiência auditiva
Antecipe a primeira parte dessa atividade para ser realizada junto ao AEE da mesma maneira que na etapa anterior.
Forme uma dupla com um aluno mais competente na escrita e solicite que este fale sempre de frente para o amigo e conte com sua participação na produção do texto.


6ª etapa
Escolha alguns textos com problemas de escrita recorrentes - como o escasso uso de recursos descritivos - para discuti-los com a turma.
Depois, devolva-os e oriente a revisão.
Os alunos das duplas devem se alternar para reescrever o texto definitivo.
Sugira também que finalizem o desenho.
Reúna os trabalhos escritos e as ilustrações e monte a galeria em algum lugar de destaque na escola.


Flexibilização para deficiência auditiva
Se o aluno ainda não estiver alfabético, combine com a dupla que ela não fará alternância na reescrita do texto, mas o aluno que tem surdez terá de trabalhar mais na organização para a atividade.

Produto final
Galeria de bruxas.

Avaliação
Ao longo do projeto, note se os alunos mostram preferências de estilos, autor e temas, relacionam o que estão lendo com outros livros e opinam sobre as obras lidas.
No momento da escrita, veja se planejam o texto e o revisam.
Também analise se confrontam suas concepções sobre o sistema de escrita e se avançaram em relação à escrita convencional.



AS FÉRIAS DA BRUXA ONILDA




Naquele verão, o calor estava insuportável. O jeito era tirar umas férias e ir para um lugar tranqüilo e bem arejado.
Com tanto calor, nada como uma praia. E foi pra lá que eu fui. Nem bem cheguei à praia, vi que tinha mais gente do que areia. “Melhor assim!”, pensei. “No meio dessa multidão ninguém vai me reconhecer e eu vou ficar sossegada.”
Quando saí pela cidade procurando um hotel, percebi que todos me olhavam. Não sei por que tanta curiosidade.
Consegui um quarto, bem de frente para o mar.”Será um ótimo lugar para descansar”, pensei.
E, para não ser reconhecida, comprei um chapéu de palha e óculos de sol.
Mas todo mundo continuava com os olhos em cima de mim.Seria por causa do meu vestido?
Aí resolvi trocar a roupa.Com maiô, talvez não chamasse tanto a atenção.
Mas me enganei.Não sei quem espalhou que só a Bruxa Onilda usaria um maiô tão fora de moda.Adeus sossego! E não parei mais de dar autógrafos.

E. Larreula e R. Capdevila

COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO
a) Quem é a personagem principal do texto? ____________________
b) Que local a bruxa escolheu para passar as férias? ___________________
2- Sublinhe no texto 9 de lápis) as frases que indicam o pensamento da Bruxa Onilda.
3- Numere os fatos de acordo com a ordem do texto:
a) ( ) A Bruxa Onilda comprou um chapéu de palha e óculos de sol.
b) ( ) Na praia havia mais gente do que areia.
c) ( ) A bruxa colocou um maiô fora de moda.
d) ( ) Onilda conseguiu um quarto, bem de frente para o mar.
4- Toda história tem um narrador, ou seja, alguém que conta o que aconteceu.Marque a frase que explica melhor como é o narrador do texto:
a) ( ) É alguém que observa e acompanha a personagem, sem que o leitor fique sabendo algo sobre ele.
b) ( ) É uma personagem que conta sua própria história.
c) ( ) É quem escreveu a história.
5-Escolha uma destas frases e faça desenhos sobre ela no seu caderno:
a)Todos olhavam para a bruxa.Seria por causa do vestido?
b)Não sei quem espalhou que só a Bruxa Onilda usaria um mão tão fora de moda.Adeus sossego!
6-Marque a melhor explicação para AUTÓGRAFO:
a) ( ) Papel escrito por um autor, sem sua assinatura.
b) ( ) Algo escrito e assinado pelo próprio autor.
7- Na frase: “Com tanto calor, nada como uma praia.” Quer dizer:
a) ( ) Com tanto calor, a praia é como nada.
b) ( ) Com tanto calor ela nada em uma praia.
c) ( ) Com tanto calor o melhor é ir a praia.
8- Qual o antônimo de em cima? __________
9- Na primeira frase do primeiro parágrafo, há uma palavra que, de acordo com o acordo ortográfico, está incorreta. Destaque a palavra e escreva a seguir: ___________
10- Na frase:
“ Não sei por que tanta curiosidade.” Qual o motivo da palavra por que estar escrita separada?
11- Retire do texto, todas as palavras acentuadas.
 Escreva em seu caderno soltando 2 linhas para cada uma.
Justifique a acentuação daquela que souber.
A que não souber, faremos em sala de aula
http://profhelena4e5ano.blogspot.com.br/2010/12/as-ferias-da-bruxa-onilda.html
 
O QUE SABEMOS SOBRE OS CASTELOS?
Construindo castelos de areia


Autor: Maria José Campos Ferreira

■Desenvolver a habilidade de atenção ouvindo histórias sobre castelos;
■registrar através do desenho as observações referentes aos castelos;
■construir castelos de areia se utilizando da modelagem;
■desenvolver o gosto e o respeito pelo processo de produção e criação;
■desenvolver a linguagem oral, relatando o que sabe sobre castelos;
■representar o que já sabe sobre castelos utilizando-se da linguagem do desenho.
Duração das atividades
As atividades estão divididas em diferentes momentos de 20 a 30 minutos cada.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Conhecimentos prévios relacionados aos castelos
Estratégias e recursos da aula
1° Momento: Motivar as crianças para o estudo sobre castelos
Como sugestão, o professor deve iniciar a aula com a leitura do livro “As férias da bruxa Onilda” de Enric Larreula e Roser Candevila.
No livro a personagem decide tirar férias e dentre os vários acontecimentos ela decide participar de um concurso de castelos de areia, ganhando o primeiro lugar.
Após a leitura do texto, o professor deve realizar questionamentos como:
■O que é um castelo?
■Como é um castelo? O que tem nele?
■Só as bruxas moram no castelo?
■Hoje ainda existe castelo?
Ouvir as crianças e depois pedir para que elas representem a história ouvida em forma de desenho.
2° Momento: Investigando conhecimentos sobre os castelos
O professor deve investigar os conhecimentos das crianças sobre os castelos, instigando a discussão no grupo, fazendo retomadas das falas das crianças para que elas percebam que, para além do mundo da imaginação, existem castelos reais.
Nesse momento, o professor vai registrando as idéias e saberes das crianças, assumindo o papel de escriba.
Em seguida, o professor deve solicitar que as crianças registrem através do desenho como elas percebem os castelos.
3º Momento: Construção de castelos de areia.
Caso a escola disponha de tanque de areia, o professor se encaminha com as crianças para esse local.
Chegando ao tanque de areia, o professor divide as crianças em grupos e solicita que elas realizem construções de castelos de areia.
Nesse momento, o professor registra com fotografia as construções das crianças para que, de volta à sala de aula, as crianças possam fazer apreciação de suas construções.
4º Momento: Apreciando as construções.
De volta a sala de aula, a professora projeta as imagens feitas das crianças no tanque de areia. Inicialmente, as crianças vêem as imagens, depois podem falar como foi para elas a experiência de contruírem tais castelos.
Em seguida, a professora pode discutir com o grupo as características dos castelos de areia e comparar com as grandes construções em forma de castelos.
Esta é uma boa estratégia para que as crianças percebam a função de um castelo como forma de moradia, comparando-os aos que foram, por elas, construidos.

Recursos Complementares
O professor poderá utilizar como recurso nessa aula, além do tanque de areia, materiais que contribuam nessa construção de castelos como baldes e pás.

Avaliação
Com esta aula é possível avaliar:
■O conhecimento inicial das crianças sobre os castelos, bem como a capacidade de expressão destas;
■como organizam suas falas para expressar suas impressões;
■o nível de representação das crianças através do desenho e da modelagem.



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