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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto,será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes , experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos .
Se você leu ,experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog ,ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente,assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo,por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog,não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu ,que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem- vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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segunda-feira, outubro 01, 2012

Cora,Coração,Coralina> Literatura> Poesia> Culinária>01/10/12


Lindo demais
Coração é terra que ninguém vê
Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Sachei, mondei - nada colhi.
Nasceram espinhos
e nos espinhos me feri.
Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Cavei, plantei.
Na terra ingrata
nada criei.
Semeador da Parábola...
Lancei a boa semente
a gestos largos...
Aves do céu levaram.
Espinhos do chão cobriram.
O resto se perdeu
na terra dura
da ingratidão
Coração é terra que ninguém vê
- diz o ditado.
Plantei, reguei, nada deu, não.
Terra de lagedo, de pedregulho,
- teu coração. Bati na porta de um coração.
Bati. Bati. Nada escutei.
Casa vazia. Porta fechada,
foi que encontrei...

“Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores.” Melhor definição não há para falar de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, conhecida na literatura brasileira como Cora Coralina. Goiana, aos catorze anos começou a escrever seus primeiros textos e publicá-los nos jornais de sua cidade.
Exerceu também a profissão de doceira, polvilhando em seus versos palavras doces, tocantes, que emocionam e fazem pensar. E foi aos 75 anos que ela escreveu seu primeiro livro.
Para ela, o que valia na vida não era o ponto de partida, e sim a caminhada.
Conheça sua história de vida apresentada pela frutífera parceria entre Lúcia Fidalgo e Fabiana Salomão.

Cora, coração Coralina



Cora,Coração,Coralina
 Lúcia Fidalgo





Coralina começou a escrever com 14 anos, publicou nos jornais da cidade de Goías e outras cidades também.Era uma mulher de palavra forte e força.
" Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores."
Escolheu o nome Cora, pedaço de coração. Trocou Ana por Cora Coralina...
"Não me deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida,smepre,sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doeces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha um poema."

Escreveu este poema para Cantídio Tolentino de Figueiredo Brêtas, com quem se casou.
Tiveram 4 filhos.
Meu Destino.
Nas palmas de tuas mãos
leio as linhas da minha vida.
Linhas cruzadas, sinuosas,
interferindo no teu destino.
Não te procurei, não me procurastes –
íamos sozinhos por estradas diferentes.
Indiferentes, cruzamos
Passavas com o fardo da vida...
Corri ao teu encontro.
Sorri. Falamos.
Esse dia foi marcado
com a pedra branca da cabeça de um peixe.
E, desde então, caminhamos
juntos pela vida...

Foram embora para o interior de São Paulo.
Viveu uma vida talentosa,escrevia poemas e dizia palavras par fazer pensar.
Lembrava de liberdae d epensamento de homens e mulheres igausi em direitos e deveres.
Cora Coralina quis ser um dia jardineira de um coração.
Mas como coração é terra que ninguém vê, porta fechada foi o que ela encontrou.
Ficou viúva,fez este poema de despedida:



Coração é terra que ninguém vê
Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Sachei, mondei - nada colhi.
Nasceram espinhos
e nos espinhos me feri.
Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Cavei, plantei.
Na terra ingrata
nada criei.
Semeador da Parábola...
Lancei a boa semente
a gestos largos...
Aves do céu levaram.
Espinhos do chão cobriram.
O resto se perdeu
na terra dura
da ingratidão
Coração é terra que ninguém vê
- diz o ditado.
Plantei, reguei, nada deu, não.
Terra de lagedo, de pedregulho,
- teu coração. Bati na porta de um coração.
Bati. Bati. Nada escutei.
Casa vazia. Porta fechada,
foi que encontrei...



Sozinha com seus filhos para criar,fez outras coisas,como vender livros, montar pensão.
Retornou  para a terra natal, fez doces e mais poemas, costurou palavras.
O velho fogão a lenha, o livro de receitas e de poemas,as palavras não ditas, caladas no coração apertado de Coralina....

Assim eu vejo a vida
A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.

Com 75 anos escreveu seu primeiro livro.
"Caminhando e semeando, no fim terás o que colher".
Cora não era uma,era várias. E dentro dela,muitas Coras viviam...



Poema da Noite



Todas as vidas - Cora Coralina
Vive dentro de mim
uma cabocla velha
de mau-olhado,
acocorada ao pé do borralho,
olhando pra o fogo.
Benze quebranto.
Bota feitiço...
Ogum. Orixá.
Macumba, terreiro.
Ogã, pai-de-santo...
Vive dentro de mim
a lavadeira do Rio Vermelho.
Seu cheiro gostoso
d'água e sabão.
Rodilha de pano.
Trouxa de roupa,
pedra de anil.
Sua coroa verde de são-caetano.
Vive dentro de mim
a mulher cozinheira.
Pimenta e cebola.
Quitute bem-feito.
Panela de barro.
Taipa de lenha.
Cozinha antiga
toda pretinha.
Bem cacheada de picumã.
Pedra pontuda.
Cumbuco de coco.
Pisando alho-sal.
Vive dentro de mim
a mulher do povo.
Bem proletária.
Bem linguaruda,
desabusada, sem preconceitos,
de casca-grossa,
de chinelinha,
e filharada.
Vive dentro de mim
a mulher roceira.
- Enxerto da terra,
meio casmurra.
Trabalhadeira.
Madrugadeira.
Analfabeta.
De pé no chão.
Bem parideira.
Bem chiadeira.
Seus doze filhos,
Seus vinte netos.
Vive dentro de mim
a mulher da vida.
Minha irmãzinha...
tão desprezada,
tão murmurada...
Fingindo alegre seu triste fado.
Todas as vidas dentro de mim:
Na minha vida -
a vida mera das obscuras.



Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas ou Cora Coralina, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985) foi poeta e contista brasileira. Produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás. Começou a escrever poemas aos 14 anos, porém, Publicou seu primeiro livro em 1965, aos 76 anos.

Eu voltarei.
Meu companheiro de vida será um homem corajoso de trabalho, servidor do próximo, honesto e simples, de pensamentos limpos.
Seremos padeiros e teremos padarias. Muitos filhos à nossa volta.
Cada nascer de um filho será marcado com o plantio de uma árvore simbólica.
A árvore de Paulo, a árvore de Manoel, a árvore de Ruth, a árvore de Roseta.
Seremos alegres e estaremos sempre a cantar.
Nossas panificadoras terão feixes de trigo enfeitando suas portas, teremos uma fazenda e um horto florestal.
Plantaremos o mogno, o jacarandá, o pau-ferro, o pau-brasil, a aroeira, o cedro.
Plantarei árvores para as gerações futuras.
Meus filhos plantarão o trigo e o milho, e serão padeiros.
Terão moinhos e serrarias e panificadoras.
Deixarei no mundo uma vasta descendência de homens e mulheres, ligados profundamente ao trabalho e à terra que os ensinarei a amar.
E eu morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.
Eu voltarei...
A pedra do meu túmulo será enfeitada de espigas de trigo e cereais quebrados.
Minha oferta póstuma às formigas que têm suas casinhas subterra, e aos pássaros cantores que têm seus ninhos nas altas e floridas frondes.
Eu voltarei...

CORA CORALINA, A GRANDE POETISA

■Conhecer a vida e a obra de Cora Coralina;
■Localizar nos mapas a cidade natal de Cora Coralina;
■Conhecer alguns aspectos culturais da região;
■Produzir trabalhos artísticos.
Duração das atividades
4 aulas com duração de 40 minutos cada uma.
Estratégias e recursos da aula
ATIVIDADE 01 - CONHECENDO A VIDA E OBRA DE CORA CORALINA.
1º Momento:
Professor, apresente o vídeo para os alunos sobre a vida de Cora Coralina http://www.youtube.com/watch?v=kDfTiHl89Fk&NR=1
Depois, faça algumas perguntas:
■Quem foi Cora Coralina?
■Onde ela morava?
■Qual era a sua profissão?
■Quais doces ela fazia?
■Vocês conhecem alguma poesia de Cora Coralina?
Professor, informe aos pais a respeito do trabalho que irão realizar sobre a poetisa Cora Coralina, solicitando materiais para a pesquisa.
Obs: O professor também deverá contribuir com materiais para a pesquisa.
2º Momento:
De posse do material, organize a turma em círculo e pergunte para as crianças:
O que vocês descobriram sobre a poetisa Cora Coralina?
Quantos anos ela tinha quando começou a escrever?
Quem conhece alguma poesia dela?



    Depois, faça uma discussão com as crianças sobre a vida e a obra de Cora Coralina, utilizando todo o material trazido pelas crianças.
Construam um texto coletivo, ilustrado com desenhos das crianças.
OBS: Professor, evidencie a importância da pesquisa, faça com que os alunos tenham interesse em conhecer, buscar, pesquisar o que desconhecem.
ATIVIDADE 02 - “CAMINHANDO” NA TERRA DE CORA CORALINA.
1º Momento:
Professor, combine com as crianças uma pesquisa sobre a cidade de Cora Coralina, utilizando mapas, globo terrestre e/ou google earth.
Utilize uma dessas tecnologias para localizar o Brasil, depois o estado onde eles se encontram, em seguida, localizem o estado de Goiás.
Aproveite para apresentar aos alunos um vídeo sobre a cidade de Cora Coralina, Goiás:
Obs: É importante que o professor assista ao vídeo antes de exibí-lo às crianças.
2º Momento:
Faça perguntas sobre o vídeo:
Quais são os pratos típicos da região Centro-Oeste?
Qual o material utilizado pela artista plástica "Goiandira de Couto" para colorir seus quadros? Depois, proponha uma representação da cidade, na qual eles poderão retratar os casarões, as igrejas coloniais, as ruas de pedras, como também, os doces de Cora Coralina.
Proponha uma atividade na qual eles poderão utilizar a técnica de pintura com a areia colorida, assim como, a artista Goiandira de Couto, mas para tanto deverão colorir a areia.




ATIVIDADE 03: COLORINDO E PINTANDO COM AREIA
1º Momento:
Professor organize o material para colorir a areia: garrafas pet cortadas ao meio ou copos descartáveis, areia, tinta guache de várias cores, papel A4, lápis e cola.
Depois siga os passos abaixo:
Primeiro passo: coloque a areia no pote, em seguida despeje a tinta guache, misture bem, até que a areia fique toda colorida, e deixe secar.
Segundo passo: Desenho - cada criança deverá fazer a sua representação da cidade de Goiás.
Terceiro passo: Colorir o desenho - com um pincel fino passe a cola sobre o traçado, em seguida, salpique a areia colorida sobre a cola e deixe secar.
Avaliação: É importante que as próprias crianças apresentem seus desenhos, estabelecendo relações com o vídeo, apontando as semelhanças e diferenças entre a cidade de Goiás e seus desenhos.
ATIVIDADE 04 - SARAU DE CORA CORALINA
1º Momento:
Professor, proponha um sarau poético.
Sendo que, todos os dias, vocês deverão eleger uma poesia para ser lida no momento da roda. Depois, as poesias poderão ser ilustradas e fixadas no painel.




2º Momento:
As crianças poderão eleger algumas dessas poesias, que farão parte do sarau.
Professor, organize com as crianças o espaço para a apresentação, arrume uma mesa com doces da região (abóbora, mamão, batata doce, arroz doce) e coloque objetos típicos da região Centro-Oeste para a decoração.
Os pais ou responsáveis também poderão participar do sarau.
Obs: Professor, é importante que os alunos tenham contato com esse gênero textual.
Sugestão: Os doces poderão ser feitos pela turma.
Sugestões dos livros das poesias de Cora Coralina



    

SABER VIVER
Cora Coralina
Não sei… Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura…
Enquanto durar
ATIVIDADE 05 - SABOREANDO OS DOCES DE CORA CORALINA
1º Momento:
Como não poderia deixar de ser, o estudo finalizará com uma deliciosa culinária.
Professor, antes da culinária indague seus alunos:
■ O açúcar é sólido ou líquido?
■ Como podemos medir o açúcar?
■ Será que podemos usar o metro?
■ Quando vamos ao supermercado comprar açúcar, como pedimos?
■ Qual instrumento utilizamos para saber a quantidade certa de açúcar?
■E a abóbora? Como podemos saber a quantidade certa para colocarmos na receita?
Discutam sobre os instrumentos utilizados para medir: metro, balança e litro.
Professor, utilize a balança para pesar o açúcar, abóbora e o coco.
Deixe que as crianças explorem esse instrumento, solicite que leiam o peso dos ingredientes (balança).
2º Momento:
Professor, solicite que as crianças escrevam ou desenhem a receita.










Doce de Abóbora
Ingredientes:
1kg de abóbora
800 g de açúcar
1 colher de canela
1 colher de cravo
Coco a gosto
Modo de Fazer:
Prepare na véspera. Coloque todos os ingredientes na panela de pressão.
Leve ao fogo e desligue após 20 minutos de iniciar a pressão.
Só abra a panela de pressão no dia seguinte.







3º Momento:
Professor, o doce poderá ser colocado em pequenos potes e cada criança poderá fazer a etiqueta identificando seu doce.
Recursos Complementares
site sobre a artista plástica Goiandira do Couto
Avaliação
O aluno será avaliado:
■Pelo conhecimento conquistado sobre Cora Coralina;
■Pela oralidade, na hora de perguntar, responder indagações e discussões nos trabalhos em grupo;
■Por sua capacidade de trabalhar em grupo.



Poesia e Vida de Cora Coralina



Conhecer alguns aspectos da vida de Cora Coralina;
- Conhecer alguns poemas de Cora Coralina;
- Saber utilizar um dicionário digital para decodificar palavras;
- Participar de um sarau de poesia.
- Utilizar corretamente os comandos Ctrl C e Ctrl V para transferência de arquivos no laptop.



O Link abaixo disponibiliza um episódio do programa Escola Brasil que comemora Dia Internacional da Mulher e apresenta relato sobre a vida e as obras de Cora Coralina, escritora e poetiza de Goiás.
Cita o projeto de escolas localizadas nas fronteiras que usam o ensino bilíngue visando a troca cultural entre países vizinhos.
Mostra a obrigação do profissional de educação de denunciar maus-tratos e violência contra a criança.




Na TV Câmara há disponível o curta-metragem "Cora Coralina: o chamado das pedras" (diretor Waldir de Pina).
O documentário narra a vida e a obra da poetisa goiana Cora Coralina, através da colagem de trechos selecionados de seus poemas e inserções de depoimentos assim como a exploração fotogênica da paisagem natural – Serra Dourada - da paisagem urbana – a Goiás do passado -, da visitação aos álbuns fotográficos das famílias goianas, do Museu das Bandeiras, do Museu Conde dos Arcos, do Museu Casa de Cora, e de antigas fazendas do município de Goiás, denso de ancestralidades, o Goiás de Cora. Para acessar o documentário:

Vejam tudo aqui:



Vejam mais sobre sua vida aqui:







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