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FICO HONRADA COM O SUCESSO DO LINGUAGEM.
E GRAÇAS A VOCÊS!
SERIA MUITO BOM RECEBER PALAVRINHAS...
QUEM SABE SUGESTÕES,DEPOIMENTOS,ETC.
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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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domingo, março 31, 2013

A lenda do quero - quero >Estímulos literários > 31/03/13


Querendo o bem para si e para todos....
A lenda do quero-quero
Era uma vez um pássaro que vivia na floresta.
Ele não sabia por quê mas todas as coisas que ele queria não dava certo.
_ Tudo que eu quero não dá certo!
Ele era muito agitado e só sabia dizer:
_ Quero!
Quando encontrava com os outros pássaros ia só gritando:
_ Quero!
E gritava o tempo todo:
_ Quero!
Um dia achou que ninguém era amigo dele e todos só queriam seu mal...
_ Ninguém gosta de mim!
Ficou muito triste e saiu a andar pela floresta chorando muito.
E mesmo chorando gritava...
_ Quero!
E gritava:
_ Quero!
No alto da árvore estava Dona Coruja que vendo aquele pássaro gritando e chorando não se agüentou e foi até o chão:
_ O que acontece com você? Você quer ajuda?
_ Quero!
_ Você quer um amigo para conversar?
_ Quero!
_ Você quer parar de chorar e ficar alegre?
_ Quero!
O beija-flor que era muito amigo de dona coruja logo disse:
_ Nossa! Será que este pássaro só sabe falar uma palavra? Será que ele não sabe falar outra coisa?
Então dona coruja foi logo dizendo:
_ Meu bom pássaro, você não pode simplesmente querer as coisas. Para ter as coisas na vida é preciso mais. É preciso querer duas vezes.
Então o pássaro pela primeira vez parou de chorar:
_ Como assim?!!
Disse o pássaro com brilho nos olhinhos.
_ Espere vou chamar alguns amiguinhos para te explicar melhor:
_ Para vivermos bem e felizes precisamos sempre querer duas vezes. Querer coisas boas para nós e também para os outros que convivem com a gente.
_ Se eu quero ser respeitado eu preciso querer respeitar os pais, os professores e até mesmo meus amiguinhos.
_ Se eu quero ser amado, tenho também que querer o amor dentro do meu coração e distribuí-lo a todos que estão por perto.
Com um ar feliz o pássaro começou a entender ...
_ Se eu quero que cuidem das minhas coisas eu também tenho que querer cuidas das coisas dos outros para que não estraguem e nem fiquem perdidas.
_ É isso mesmo! Se eu quero proteção tenho também que querer proteger... Se quero carinho tenho também que querer fazer carinho.
_ Se eu quero ter saúde tenho que querer cuidar do meu corpo, querer alimentar e praticar esportes.
_ Ah! Agora eu entendi o que é realmente ser feliz!!!
E foi assim que o pássaro aprendeu que o segredo da felicidade está em querer duas vezes. Querer para si e também para os outros.
E foi assim que o pássaro saiu cantando alegremente:
_ Quero-quero! Quero-quero! Quero-quero!
E até hoje o pássaro vive nas florestas alegrando a todos com seu canto. Dizem que ele serve para lembrar a todos que devemos querer o bem para si e também para os outros.
Livro aqui:



Este pássaro é abençoado pelo povo do sul do Brasil....

Séculos atrás, o rio Grande do Sul era habitado por tribos de índios que se deslocavam de um lugar para o outro.Quando escasseavam os alimentos onde estavam. eles empreendiam longas jornadas.
Levavam tudo o que possuíam: homens, mulheres, crianças, carregando nos braços os pertences. Por isso, andavam devagar.
Eram obrigados, por causa disso, a dormir debaixo apenas das estrelas, que iluminavam o firmamento.
Cansados da jornada que faziam durante o dia, eles entravam em sono profundo, logo ao anoitecer .Ficavam expostos a animais selvagens, como o leão baio.
Esse animal se aproximava furtivamente, surpreendendo os viajantes que dormiam.
A única proteção que eles tinham era uma ave que voa à noite toda em casais.
Essa é uma ave que tem um penacho na cabeça e produz um grito estridente que diz quero-quero. Ao voarem durante à noite, sempre que viam um animal qualquer, produziam o seu grito no trajeto do furtivo caçador.
Esse grito ecoava pela solidão das coxilhas(colinas) e chegavam ao acampamento, dessa forma, os índios acordavam e procuravam proteger-se afugentando todo animal feroz.
Os índios passaram a ser amigos desse pássaro porque ele guardava a noite deles.
Pediram aos pajés que protegessem a essa ave, para que ela nunca fosse perseguida e morta.
Então, os pajés de todas as tribos reuniram-se e rezaram a Tupã.
E até hoje o quero-quero é a sentinela das coxilhas do Rio Grande do Sul.

Cultura gaúcha
Farroupilha
A Lenda do Quero

QueroQuando a Sagrada Família fugia para o Egito, com medo das espadas dos soldados do rei Herodes, muitas vezes precisou se esconder no campo, quando os perseguidores chegavam perto.
Numa dessas vezes, Nossa Senhora, escondendo o Divino Piá, pediu a todos os bichos que fizessem silêncio, que não cantassem, porque os soldados do rei podiam ouvir e dar fé.
Todos obedeceram prontamente, mas o Quero-quero, não: queria porque queria cantar. E dizia: Quero! Quero! Quero!
E tanto disse que foi amaldiçoado por Nossa Senhora: ficou querendo até hoje.

- Conversamos sobre a lenda, sobre o que eles conheciam sobre a família de Jesus etc....
-  Releitura foi feita da seguinte forma: colamos palha na folha e acima dela com a técnica de giz de cera quente, fizemos o desenho do Pássaro Quero-quero.

Vejam mais aqui:


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quarta-feira, março 27, 2013

Ida e volta > Estímulos literários > Leitura de imagens > 27/03/13


IDA E VOLTA
Ida e Volta, de Juarez Machado – Uma estrutura fixa representa o box de um banheiro (no livro, o personagem começa e termina a história no banho) de onde saem pegadas que percorrem todo o espaço Homenagem. Elementos vão sendo agregados para sinalizar o percurso do personagem.







Ida e Volta foi o primeiro livro de imagem brasileiro, publicado pelo joinvillense Juarez Machado. O mesmo foi publicado em 1968, no entanto não conseguiu espaço no mercado editorial. Somente após ter sido lançado e reconhecido no mercado editorial europeu na Itália, Holanda e Alemanha, o mesmo foi relançado e valorizado no Brasil em 1976, pela Editora Primor. O primeiro livro de imagens brasileiro, é catarinense.


Explorando o livro:
A capa dá início à narrativa, ao mostrar as pegadas e um chuveiro com a cortina aberta. Na capa estão indicadas as palavras que dão nome ao livro e as informações de editora e do prêmio de melhor livro de imagem escolhido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
A capa e a contracapa proporcionam o início, o fim e o reinício da narrativa, já que a contracapa mostra as pegadas verdes indo em direção ao chuveiro com a cortina fechada e água ligada, e a capa traz o chuveiro desligado com a cortina aberta e as pegadas na cor azul se movendo para outro lugar.
A folha de rosto pode-se observar que as pegadas ainda continuam o caminho, movendo-se para a direita, como se alguém estivesse se movimento, se locomovendo de um lugar a outro.
A próxima cena mostra as pegadas azuis, e o personagem escolhe dentre as roupas, sapatos e acessórios que estão dentro do guarda roupa. Pela mudança das pegadas, pode-se saber, que o pé que antes estava descalço, agora vestiu um sapato e continuou sua caminhada. Pela forma das pegadas que seguem, não se pode saber o traje escolhido pelo personagem, mas sabe-se da ação pelo cabide vazio que ficou pendurado no guarda roupa.
Na cena seguinte, as pegadas se dirigem a uma mesa mostrando que o personagem se alimentou, sentando na cadeira perto da mesa, a cadeira foi movimentada, percebe-se isso pela posição das pegadas embaixo da mesa, e as migalhas do pão que ficaram no prato, mostram que o personagem comeu.
Na xícara ficou um resto de café e o guardanapo está bagunçado em cima da mesa. As pegadas continuam a página.
Na sequência, a próxima cena apresenta um gramofone e pelo movimento das pegadas, pode-se perceber que o personagem dançou ao ligar o gramofone, ao som da música que o aparelho produziu. As pegadas estão cerdas de linhas pontilhadas, que indicam o movimento.
Para a próxima cena surge um cabide de chapéus, percebe-se as pegadas que continuam indicando um caminho à direita, sabe-se que o personagem escolheu um dos chapéus do cabide, pelo fato de haver um dos ganchos vazios.
A próxima cena mostra o lado externo da casa, ao sair de casa, o personagem desceu os degraus e pegou uma maçã da árvore perto da porta, isso pode ser percebido pelas folhas que caíram do galho, indicando movimento, as pegadas no chão também mostram que o personagem se colocou perto da macieira antes de continuar caminhando.
As pegadas pretas estão também na próxima cena, existe a confirmação de que o personagem pegou a maçã na árvore, pois há uma fruta mordida dentro da lixeira da rua, no caminho, o personagem encontra um animal, os detalhes das pequenas pegadas indicam isso, o animal segue o mesmo caminho do personagem, já que suas pegadas seguem a mesma direção das pegadas do personagem.
Na cena seguinte existe a comprovação de que as pegadas pequenas eram mesmo de um animal, pois existe a presença da poça amarela perto do poste, o que indica que esse animal é um cachorro.
Depois de contornar o poste, as pegadas ainda seguem juntas.
As pegadas pequenas somem dentro de uma casinha de animal colorida, com desenhos de nuvens, estrelas, arco íris e flores, e um pequeno pote de comida do lado da casinha. As pegadas grandes de cor preta ainda continuam aparecendo nesta cena.
Comprova-se a presença de um cachorro. As pegadas somem na entrada da casinha, indicando que o cachorro ficou por ali.
Agora a cena mostra uma prateleira de vasos de flores, as pegadas do personagem seguem sozinhas e ele encontra um vendedor de flores. Nesta banca de flores, o personagem compra um dos vasos, isto se percebe, porque na prateleira dos vasos, falta um. E as pegadas indicam que o personagem parou na frente das flores.
Na cena que se segue, novamente surge uma figura humana, as pegadas do personagem se colocam na frente de uma senhora, e esta segura um vaso semelhante àqueles da cena anterior, sinal que mostra que o personagem entregou o vaso à ela. As pegadas continuam seguindo à direita.
Na mesma parede de concreto, agora aparece uma porta aberta de madeira com detalhes em ferro e algumas pequenas pegadas de sapato acompanham as pegadas grandes existentes nas outras cenas. Esta cena mostra que um novo personagem de pegadas pequenas saiu da porta que está aberta e acompanhou o personagem do livro na mesma direção.
Na próxima cena, as pegadas, grandes e pequenas se cruzam, as pegadas pequenas mostram o personagem que está com pernas de pau, e a placa pendurada em seu pescoço mostra que é um artista de circo. As pegadas do personagem e do artista se cruzam durante o trajeto, o personagem continua sua caminhada.
Seguindo, a próxima cena mostra um gramado e várias pegadas que se misturam mostrando que o personagem passou pelo mesmo lugar muitas vezes, e chutou a bola contra a janela, que se quebrou, a bola e os cacos de vidro estão próximos.
Na sequência, as pegadas entram em uma porta, as pegadas do personagem indicam que ele entrou em uma loja de bicicletas e saiu de lá com uma bicicleta, pois a sequência do caminho mostra as linhas que indicam um pequeno pneu.
A próxima cena mostra uma rua de descida e a estrada está mostrando que o personagem está descendo uma ladeira com a bicicleta, e que no lugar onde está, existe praia, pois ao fundo da figura pode-se ver o mar e um barco. Na descida percebe-se um pequeno descontrole da bicicleta, pois as linhas que antes estavam retas, agora estão sinuosas.
Na última cena do livro, pode-se ver que o personagem acabou manchando um painel que estava sendo pintado, pois sua bicicleta está estragada e a escada quebrada. As tintas estão viradas e espalhadas pelo chão, especialmente a tinta verde. O personagem pisa na tinta com seu sapato, larga o sapato no chão e sai descalço, deixando no chão pegadas verdes. Esta cena leva á contracapa do livro, na qual as pegadas verdes direcionam o personagem ao chuveiro.
Durante toda a narrativa, o personagem se desloca de um lugar a outro, isso é demonstrado pelas pegadas sempre na mesma direção e pela virada de páginas, com as mudanças de ambientes. Em todas as cenas as pegadas se deslocam para a direita, indicando os lugares de parada do personagem pela mudança na posição das pegadas.
Todas as cenas mostram indícios de passagem e de movimento, como as migalhas no prato, a dança ou as folhas caindo da macieira.
Durante todo o tempo, existe a interação do personagem com outros elementos de narrativa, e com outros personagens: o cachorro, o vendedor de flores, a senhora, o artista do circo, e há indícios de que ainda existem ainda outros personagem que não aparecem nas ilustrações, mas sabe-se da existência deles, como o vendedor da loja de bicicletas, ou o pintor da placa do circo.
O fundo branco, presente em todas as cenas, destaca as cores vivas utilizadas nas ilustrações. E todas as imagens apresentam um mesmo enquadramento, as cenas vistas de frente em diferentes ambientes com paisagens de fundo que mostram lugares diferentes um do outro, em cada cena, o personagem está em outro ambiente, o que evidencia o movimento do personagem e da narrativa.
A narrativa traz muitas possibilidades de construção de ideia de personagem, já que pelas indicações nas cenas, não se pode saber com certeza, que tipo de roupa está vestindo, ou sapato está usando, se é homem ou mulher, sabe-se somente que gosta de esportes, pelos artigos presentes no guarda roupa.
Todas as cenas são seqüenciais, a história se conta pelo virar de páginas. Todas as imagens vão deixando sinais ao leitor, que já imagina o que virá a seguir. A expressão é quase unicamente visual, somente em duas cenas aparecem palavras indicando a presença de um circo.
O enredo da narrativa só acaba quando o começo é retomado. Na última cena, o leitor volta ao início, e novos significados podem ser inseridos a uma nova leitura.
Por ser uma história não linear, só se saberá do final da história no quando se chegar à última imagem do livro, assim a compreensão da narrativa se dará no decorrer da leitura.

Trilha sonora do livro

Livro aqui:






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terça-feira, março 26, 2013

A flor do lado de lá entre outros> livros de imagens > 26/03/13


Linguagem trás uma seleção de títulos e atividades para você trabalhar a antecipação de significados em textos de imagens, proporcionando a compreensão das possíveis conexões que relacionam a imagen com o texto.
Para tanto promova durante a leitura a ativação dos conhecimentos prévios necessários à compreensão do texto. Assim, antecipar conteúdos do texto a partir da observação de indicadores, como o título e as ilustrações, e da explicação do que esperam encontrar na sequência em que a narrativa se apresenta devem fazer parte de sua orientação de leitura, já que tais aspectos auxiliam sobremaneira a construção de significados do texto pelo leitor.
O livro de imagem é instrumento de possibilidades de leitura, interpretação e significação, um livro literário que se adequa a todos os leitores, independente de faixa etária, estando muito mais ligado ao repertório de leitura de cada leitor.
 O livro de imagem é objeto inteligente, composto das mais diversas linguagens e deveria sim, estar ligado a todos os processos de leitura, tanto leituras verbais, já que possibilita construção de narrativa, quanto na leitura visual imagética, como instrumento de alfabetização visual, e assim, por consequência, leituras de mundo e conhecimento.
Leitura de livros de imagem
Despertar o interesse dos alunos pela observação dos elementos gráficos das histórias.
Promover a utilização de expressões como: de repente, novamente, antigamente e outras, para dar continuidade à narrativa oral.
Produzir textos a partir da história imaginada.
Duração das atividades
3 aulas de 60 minutos.
Estratégias e recursos da aula
Material:
- Data show
- Livros de imagem
- Gravador ou Mp3
1ª atividade
Professor, faça uma roda com os alunos e coloque, ao centro, diferentes livros de imagem para que possam manusear e trocar livremente.Seria interessante observar as expressões faciais, os comentários, as leituras feitas pelo grupo, pois são elementos preciosos para utilizar no decorrer da aula.
Logo após, converse com a turma sobre o que observaram, estimulando a participação de todos.
- Quais as semelhanças entre os livros expostos?
- Quem são os ilustradores e os autores?
- Se conheciam algum desses livros?
Depois escolha com a turma um dos livros para ser trabalhado coletivamente. Aproveite para organizar um espaço de leitura ou de empréstimo dos livros restantes, para que todos possam ler ou levar para casa por várias vezes.
Nesta aula vamos trabalhar com o livro de imagem “A Bela e a Fera” de Rui de Oliveira, FTD, no data show ou se preferir na sala de informática, basta acessar o site: http://www.dobrasdaleitura.com/contopop/contosempre/index.html
 A cada página apresentada, oriente os alunos a observarem a riqueza de elementos gráficos, como por exemplo:
- Quais as personagens da história? Suas expressões?
- Vamos seguir os passos do pai de Bela?
- Como é o espaço em que se passa a história? Quais são os ambientes e quais são as mudanças observadas?
Pretendemos guiar o olhar inexperiente dos alunos para a narrativa das imagens e não a mera descrição das cenas. Quando utilizamos as três perguntas acima, mudamos todo o foco perceptivo do leitor e consequentemente sua leitura será mais rica.
2ª atividade:
Professor, divida a turma em pequenos grupos para lerem a história e discutirem como vão apresentar para os outros grupos : dramatização da história, leitura das imagens, teatro de varas, etc. A proposta é estimular a narrativa oral, por isso seria interessante gravar (áudio) a contação da história feita por cada grupo.
Reúna todos para ouvirem as histórias narradas e pare quando escutar o uso de expressões repetitivas ou muito usuais dos alunos, como, por exemplo: e aí, né,depois, tava... Estimule o grupo substituí-las por outras com a mesma função, a de dar continuidade a narrativa, tais como: de repente, novamente, antigamente, logo, depois, etc.
Aproveite para anotar as expressões no mural da sala, como se fosse um lembrete a ser usado quando sentirem necessidade. Desta maneira, a turma fixa e se apropria com facilidade do vocabulário novo.
3ª atividade:
Organize os alunos em duplas para escreverem a história imaginada. Mostre, novamente, o livro de imagem e relembre, escrevendo no quadro, alguns aspectos discutidos anteriormente.
- Quais são as personagens? Crie nome para elas, conte suas características ou curiosidades de sua personalidade (ex: era invejosa, falava da vida alheia, era vaidosa,...)
- Em que espaços ocorreu cada acontecimento da narrativa:
Situação inicial – casa de Bela e o trabalho de seu pai.
Desenvolvimento – casa da Fera e a flor pega sem permissão.
Enlace – a resolução do problema – entregar sua filha Bela à Fera.
Final – A paixão de Bela pela Fera desfaz o feitiço.
Durante a escrita das duplas, o professor deve ajudá-las tirando dúvidas e recordando o que foi dito e visto.
Outra sugestão é deixar sempre ao alcance dos alunos dicionários e a lista de palavras descobertas (vocabulário novo) para que usem com frequência.
Ao final, pergunte quais as duplas que querem ler seus textos ou que desejam a leitura feita pelo professor. Aproveite para apreciar a leitura das crianças, elogiar as histórias escritas, esta etapa não pretende corrigir os erros apresentados e sim enaltecer a narrativa de cada escritor.
Recursos Complementares
Outros livros de imagem:
A bruxinha atrapalhada
A bruxinha e o Godofredo
Autora: Eva Furnari
Global editora
A flor do lado de lá
Autor: Roger Mello
Global editora
Caixa de surpresa
Um elefante
Autora: Claudia Ramos
Global editora
Avaliação
Avalie seus alunos durante cada atividade :
- Se participou ativamente de cada atividade proposta?
- Se ao narrar a história, utilizou as expressões descobertas coletivamente ou ainda não faz uso?
- Se consegue trabalhar em grupo e dupla?
- Se escreveu a história imaginada, usando o novo vocabulário e quais são os erros cometidos com frequência?
- Se utiliza o espaço de leitura e faz empréstimo de livros? Com que frequência?

Bruxinha Zuzu e Gato Miú
Autor: Furnari, Eva
Editora: Moderna

Livro - Bruxinha Zuzu e Gato Miu


Este livro conta histórias da Bruxinha Zuzu e de seu amigo, o gato Miú, que é um bichaninho exageradamente dramático, trágico, sentimental e medroso, além de envergonhado.
 Os livros desta coleção são um pouco diferentes dos livros com os quais estamos acostumados. Uma das razões é que suas histórias são contadas com desenhos e não com palavras.
A outra razão é que o assunto dos livros é um pouco atrapalhado...mas a culpa não é da autora, é da própria personagem.
A personagem, por sua vez, diz que a confusão não é dela e sim da bendita varinha mágica.
Atividades

A flor do lado de lá
Roger Mello
Quantas vezes ficamos inquietos e completamente impulsionados a buscar algo que não temos ou desejamos. Seja na carreira, na vida pessoal, no que desejamos para o futuro ou para a vida de quem amamos...Ficamos tão focados e impressionados com a FLOR DO LADO DE LÁ  e não percebemos e nem valorizamos o belo, o único, especial que já temos bem pertinho de nós.
Este livro "de criança" revela através de suas imagens esse conflito "de adulto".

Livro em formato digital disponível em:
 
Tem gente que já conhece o animal que aí está, na capa, mas tem gente que ainda não — por isso, me isento de contar o que é. De fato, o divertimento deste livro é descobrir a Sua identidade, caro leitor!
Pois Roger Mello criou um personagem ambivalente, com traços e cores de cartum, exagerando algumas características, deixando encobertas outras, que, às vezes, torna-se quase impossível descobrir onde estão os olhos ou as orelhas.
Dá para ver que tem pêlos ou patas com grandes unhas?
Pode ser um mamífero, então?
Que seja... Na hora de colocá-lo “em ação”, o autor vai deixando mais evidente como são suas patas ou onde está a boca.
Na seqüência das páginas, a influência do desenho animado é uma marca muito forte; e a imagem consegue congelar as posições mais engraçadas e mais escancaradas do estranho animal. Seu humor também oscila de alto e baixo, entre o estado mais alegre, espantado, esperançoso, derrotado e, novamente, entusiasmado, surpreso, sonhador e verdadeiramente sem forças...
Por duas vezes, o pequeno personagem parece perceber a presença do leitor — no início, com ares de irrevogável tédio, como quem pergunta:
“O que é que ‘tá’ olhando, nunca viu?” e já no fim de sua desventurada história, como que pego no meio do movimento, de repente, virado numa estátua, mas aí já são muitas possibilidades de interpretação: Gulp! Hein? Que foi?
Os enquadramentos da página não estão fixos. A cada nova cena, o olho-câmera de Roger se aproxima e afasta-se do personagem, ao mesmo tempo em que vai cruzando três pontos de vista: (1) um plano que permite ver tanto o animal, quanto a flor de pétalas vermelhas e brancas; (2) um plano em perspectiva, quando o expectador vê somente o cálice verde da planta e a borda da ilha do pequeno mamífero pouco mais distante; e (3) um contra-plano que inverte este último. Como o personagem, não pára quieto, estica para cá, pula, deita e rola no chão, talvez seja mais fácil detectar as três relações espaciais pela presença da água que encobre a base de ambas as ilhotas, apenas de uma ou de outra.
Todas as páginas sempre trazem uma surpresa, mas surpresa maior acontece quando o campo de visão é aberto para o leitor e somente o leitor compreende a situação tragicômica em que o pobre animal se meteu... Mas (como sempre), isso não é tudo.
Qyadrinhos
Vídeo

Sugestão de atividade: Superação infantil

Aqui:
Vejam muito mais aqui:  Livro também
Tema principal Comportamento
Temas abordados Equilíbrio Ecológico , Olhar ao Redor , Valorizar o que Está Perto
Temas transversais Ética
Interdisciplinariedade Artes , Língua Portuguesa
Atividades para o Professor
Levantar hipóteses sobre o título.
Compreender a história.
Encontrar formas de ajudar a anta chegar até a flor.
Criar balõezinhos para a fala das personagens, inclusive a baleia.
Criar outro final para a história.
 


O último broto
Na paisagem acinzentada de uma grande cidade se observa um tímido broto que insiste em desabrochar em um pequeno vaso deixado no parapeito de uma janela de um prédio. Afastando-se do prédio em cuja janela está o pequeno vaso, entre destroços, trabalhadores parecem empenhados em derrubar as últimas árvores que restam.
Um deles segue determinado em direção a uma árvore solitária no alto de uma colina. Derruba-a com golpes enérgicos de machado sob um céu tempestuoso que parece protestar contra a violência do ato. Abandonado ao lado do toco, o machado. Passa o tempo: dias e noites, verões e invernos, até que um último broto surge do cabo do machado abandonado.
Como afirma o próprio Rogério Borges, o livro fala "da vida vindo do lugar menos provável, vindo do que parece morto, do que foi castigado e destruído". Do próprio machado, ferramenta que derrubara a árvore, brota o último broto. Apesar da destruição incessante, a vida insiste: nasce uma planta.
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/195192/o-ultimo-broto-col-girassol
Atividades
http://www.moderna.com.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A7A83CB30D6852A0131A96357B1442E
 
Dislexia e produção textual
A preocupação com a preservação do Meio
Ambiente é constante. Pensando nisso, propus a meus alunos  uma atividade diferenciada de produção textual: histórias de imagens e cores.

A história escolhida foi "O Último Broto" de Rogério Borges.
Os alunos, num primeiro momento, apenas assistiram à apresentação.
Em seguida passaram a produzir a história oralmente para após transcrevê-la para o caderno.
A atividade foi desenvolvida com êxito.
A aluna com dislexia produziu oralmente a história com excelência.
"É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve".
Victor Hugo
O ratinho que morava no livro
Monique Félix


O Ratinho que morava no livro" é um dos livros da série Ratinho da editora Melhoramentos e apresenta uma sequência de ilustrações completas em si mesmas, como linguagem narrativa, que visa a desenvolver na criança de qualquer idade a observação e a capacidade de apreender o sentido da imagem. Pertence ao gênero Infanto-Juvenil e fala de um ratinho que muito curioso decide investigar o que há além das páginas brancas de um livro. E nessa aventura de roer as páginas ele descobre um mundo novo e colorido. Se trata de um texto visual onde a ilustração presente não serve apenas para ilustrar mas ela é quem diz o que se passa nesta historia levando o leitor a se apropriar dessa leitura, rompendo com uma leitura automatizada, onde cada leitor verá essa historia com um olhar diferente, cada detalhe será visto por um determinado ponto de vista, e essa é a verdadeira leitura literária.

O link abaixo apresenta comentários metodológicos sobre leituras de imagens acompanhadas de atividades. Vale a pena ler!
Traz exemplos de obras deste post.


Produção textual de alunos
Aqui tem  e o livro também
Era uma vez um ratinho inventor.
Um belo dia estava pensando no que fazer:
Ele empurrou o livro, pois estava pensando como fazer ia fazer alguma coisa.
Assim ele pensou como fazer e começou a roer uma folha do livro e continuou a roer mais um pedaço da folha. Decidiu espiar embaixo da folha e depois a arrancar a folha.
Então dobrou a folha em forma de um avião.
Começou a chover na fazenda do livro enquanto ele estava terminando o avião.
Parou de chover na fazenda e apareceu um arco-íris, o ratinho subiu no avião de papel, voou até a fazenda, aterrizou nos trigos e resolveu roer um trigo.
 O ratinho e o alfabeto
Monique Felix

O Ratinho e o Alfabeto

É uma sequência de ilustrações, que visa a desenvolver na criança de qualquer idade a observação e a capacidade de aprender o sentido da imagem.
O ratinho quer conhecer melhor o livro onde mora. Roendo, vai formando letras.
Na brincadeira, ele descobre o alfabeto: vogais, consoantes, maiúsculas, minúsculas.
Temas principais: alfabeto e livro de imagens
Temas transversais: ética e pluralidade cultural.
Outra vez
Angela Lago

Outra Vez


As cenas contam a história, causam suspense, revelam segredos.
História de amor, trapaças, competição e humor, para os pequenos leitores criar e recriar história de “Era uma vez...”.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
•Produzir história a partir das Ilustrações do livro;
•Produzir um livro de imagem a partir das imagens do livro.






Link para essa postagem


sábado, março 23, 2013

Páscoa > Vida> Atividades > 23/03/13


Atividades sobre Páscoa
Passeio pelos blog pedagógicos....

Trouxe do blog:


Sabemos que a Escola, assim como o Estado deve ser laica, mas como educadora sempre faço uma sondagem se todas as famílias de meus alunos são cristãs, e diante do fato de encontrarmos 100% da turma cristã nada impede de trazermos a eles o sentido real da páscoa que é o amor, a doação... Transmitos para nós na figura de Cristo Jesus, morto na cruz pelos nossos pecados... e ressucitado HOJE CUIDA DE NÓS!
Algumas leitoras pediram atividades do real sentido da páscoa então estou trazendo essas que são do Blog http://pequenogigante.blogspot.com.br
É um blog de evangelização para quem trabalha com catequese ou escola dominical vale a pena conferir.



Vejam aqui:

 










Link para essa postagem


terça-feira, março 19, 2013

Hora da história >Estímulos literários > 19/03/13


Histórias para todos os meses

Acessem estes links abaixo. Tem todos os meses com  histórias curtinhas temáticas....










Link para essa postagem


quinta-feira, março 14, 2013

Feliz aniversário lua > Estímulos literários > 14/03/13


" Feliz Aniversário, Lua" é um livro encantador, cuja poesia emana da história simples e da ilustração envolvente. 
Em Feliz Aniversário Lua o escritor e ilustrador norte-americano Frank Asch também professor explora magnificamente a linguagem não verbal associada a textos curtos, para contar uma história em que a fantasia e o imaginário têm lugar predominante.
O ursinho Bino em uma noite olhou para o céu e pensou:
 "Como seria bom dar um presente de aniversário para a Lua".
Mas Bino não sabia quando era o aniversário da Lua nem o que dar de presente para ela.
Então ele subiu numa árvore bem alta...
A partir daí Bino percorre um caminho de surpresas e descobertas, faz o possível e o impossível para realizar seu desejo.
O afeto, o carinho e a ternura presentes na relação entre o ursinho e a Lua cativam e
sensibilizam...
 

Feliz Aniversário, Lua – de Frank Asch, 1982. Global Editora.

É uma história que fala sobre amizade. Uma noite o ursinho olha para o céu, pensa como seria legal dar um presente de aniversário para a lua e tenta descobrir o que a lua gostaria de ganhar. Mas a lua não responde de imediato. Então o ursinho embarca em uma jornada atravessando rios, andando pela floresta e escalando montanhas para ficar mais próximo dela. Taí um ensinamento simples, mas de grande valia: a amizade precisa de dedicação e, algumas vezes, requer algum esforço.
Lá em cima das montanhas, bem “pertinho” da lua, o ursinho chama e ela responde. Na verdade , o que o ursinho escuta é o eco de sua própria voz. Ele pergunta: “Quando é o seu aniversário?” e a lua lhe faz a mesma pergunta. “Ora, por acaso meu aniversário é amanhã!“, diz o urso. E que divertido quando ele descobre que, por acaso, o aniversário da lua também é amanhã! O urso, então, quer saber que presente a lua deseja e, obviamente, a mesma pergunta lhe é feita, ao que ele responde: “Eu quero um chapéu“, exatamente o mesmo desejo da lua.
A partir daí acontecem altas confusões para que o urso e a lua consigam trocar seus presentes. E não é que conseguem? Na noite do seu aniversário, o ursinho coloca o chapéu no galho de uma árvore para que a lua pudesse encontrá-lo. Mas durante a noite, enquanto ele dorme, o chapéu cai da árvore. Na manhã seguinte, ao encontrar o chapéu no chão, o ursinho pensa que a lua também lhe dera um chapéu. Fofo demais, não?
Só que um vento sopra muito forte e leva o chapéu embora. Então o ursinho retorna ao topo das montanhas prá falar com a lua e confessar que perdera o presente. Lá ele descobre que a lua também perdera o lindo chapéu que o ursinho deu. E é claro que eles perdoam um ao outro, como amigos de verdade que se desentendem, mas voltam a se entender: “Não faz mal. Mesmo assim eu ainda gosto de você“, diz o ursinho e, em seguida, diz a lua.
E é assim uma das histórias preferidas da hora de dormir aqui de casa. Acho que eu não sei fazer resenha, mas espero que gostem do livro. Além da amizade, podemos abordar vários outros assuntos, como aniversário, dar e receber presentes, o eco, a floresta, as montanhas, a lua… etc, sem falar das ilustrações que são simples, mas de encher os olhos.

Feliz Aniversário, Lua
Frank Asch
Editora Global
Uma noite, o ursinho Bino olhou para o céu e pensou, “como seria bom dar um presente de aniversário para a lua”.
Mas Bino não sabia quando era o aniversário da lua, nem o que dar de presente para ela.
Então ele subiu numa árvore bem alta para conversar um pouquinho com a lua.
“Oi, lua!”, ele disse:
Mas a lua não respondeu.
“Talvez eu esteja muito longe”, pensou Bino, “e, por isso, a lua não consiga me ouvir”.
Então Bino atravessou o rio... e andou pela floresta...
Até chegar ao topo das montanhas.
“Agora já estou bem próximo da lua”,
Calculou Bino, e mais uma vez chamou:
“Olá!”
Dessa vez, sua própria voz ecoou pelo vale:
“Olá!”
Bino ficou muito feliz.
“Nossa!”, pensou, “estou conversando com a lua”.
“Diga-me”, perguntou Bino,
“quando é o seu aniversário?”
“Diga-me, quando é o seu aniversário?”, respondeu a lua.
“Ora, por acaso o meu aniversário é amanhã!”, disse Bino.
“Ora, por acaso o meu aniversário é amanhã!”, disse a lua.
“Que presente você gostaria de receber?” perguntou Bino.
“Que presente você gostaria de receber?” perguntou a lua.
Bino pensou por um instante, e então respondeu:
“Eu gostaria de um chapéu”.
“Eu gostaria de um chapéu”, disse a lua.
“Que bom, que bom!”, pensou Bino. “Agora eu sei o presente de aniversário que darei à lua”.
“Adeus”, disse Bino.
“Adeus”, disse a lua.
Ao chegar em casa, Bino retirou todo o dinheiro do seu cofrinho.
Depois foi até a cidade... e comprou um belo chapéu para a lua.
Naquela noite, Bino colocou o presente no alto de uma árvore, onde a lua poderia encontrálo.
E ficou esperando enquanto a lua, devagarinho, se aproximou entre os galhos e experimentou o chapéu.
“Viva!”, gritou Bino. “Ficou ótimo!”
Durante a noite, enquanto Bino dormia, o chapéu caiu da árvore.
Pela manhã, Bino o encontrou no chão.
“Então, a lua também me deu um chapéu!”, exclamou Bino. Experimentou o chapéu e viu que lhe ficava muito bem.
Mas, de repente, o vento soprou e o chapéu voou de sua cabeça. Bino correu...
Mas o chapéu fugiu.
Naquela noite, o ursinho atravessou o rio...e andou pela floresta... para conversar com a lua.
Passou um bom tempo e a lua não falou nada.
Bino, então, falou primeiro.
“Olá!”, chamou.
“Olá!”, respondeu a lua.
“Eu perdi o lindo chapéu que você me deu”, disse Bino.
“Eu perdi o lindo chapéu que você me deu” disse a lua.
“Mas não faz mal. Mesmo assim, eu ainda gosto de você!”, disse Bino.
“Mas não faz mal. Mesmo assim, eu ainda gosto de você!”, disse a lua.
“FELIZ ANIVERSÁRIO!”, disse Bino.
“FELIZ ANIVERSÁRIO!”, disse a lua
http://www.drearaguaina.com.br/docs/texto_3_prova_se_liga_e_acelera.pdf

Qual a sua opinião?
Enquete e criação de tabelas.
■Identificar a enquete como uma pergunta surgida de uma notícia ou de algo ocorrido para a qual se quer a opinião de um grupo de pessoas.
■Formular perguntas para saber a opinião de várias pessoas sobre um determinado assunto.
■Registrar as opiniões conseguidas numa enquete, organizando-as numa tabela numérica.
Letrinhas e Leituras
Em nossa escola, a Leitura é prioridade. Através do trabalho de Sala de Leitura - as muitas mídias que fomentam um leitor de mundo fazem ponte com a Sala de Aula e todos saímos mais enriquecidos... Foi assim que aconteceu na primeira semana de Junho, quando toda a U.E. trabalhou o tema “Tempo”, na Atividade Coletiva. A Sala de Leitura, através da regente Silvia Castro, desenvolveu o tema de modo a abrir espaço a muitas leituras...

Primeiro Passo: Contação de Histórias – “Feliz Aniversário, Lua” de Frank Arsh, da coleção “Crianças Criativas”. Nesta história, a descrição do dia a dia do Ursinho Bino, possibilitou falar da rotina, do dia e da noite, do tempo que passa...

Segundo Passo: Brincando com o Tempo – a professora falava aos alunos situações diversas e os mesmos tinham que dizer “Dia” ou “Noite”, analisando os mais variados momentos porque passam as pessoas, num dado espaço de tempo.

Terceiro Passo: Vivenciando a passagem do Tempo – apresentação do vídeo-animação “Aquarela” – Toquinho e Vinícius.

Quarto Passo: Debatendo – como pudemos ver a passagem de tempo, no vídeo-animação?

Quinto Passo: Cantando e Dançando com o Tempo – brincadeiras corporais com as canções “Quando eu era assim” e “A Dança das Caveiras”, interpretadas por Bia Bedran

Sexto Passo: A Síntese de todos os passos – Leitura de imagens de jornais e revistas. Cada aluno recebia uma imagem e deveria analisá-la, colando-a em um dos quadros dados: o Sol (atividades que freqüentemente acontecem de dia) X a Lua (atividades que freqüentemente acontecem de noite).
Dado o ponta pé inicial, a bola rolou para todos os cantos em todas as turminhas...

Músicas para baixar:





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