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Olá amiga(o) blogueira (o),
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto,será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes , experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos .
Se você leu ,experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog ,ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente,assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo,por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog,não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu ,que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem- vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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domingo, julho 22, 2012

Literatura>Guilherme...>Idosos>Avós>Memórias>22/07/12


Guilherme Augusto Araújo Fernandes
Livro aqui:

Escrito por Mem Fox
Ilustrado por Julie Vivas

Era uma vez um menino chamado Guilherme Augusto Araújo Fernandes e ele nem era tão velho assim.
Sua casa era ao lado de um asilo de velhos e ele conhecia todo mundo que vivia lá.
Ele gostava da Sra. Silvano que tocava piano.
Ele ouvia as histórias arrepiantes que lhe contava o Sr. Cervantes.
Ele brincava com o Sr. Valdemar que adorava remar.
Ajudava a Sra. Mandala que andava com uma bengala.
E admirava o Sr. Possante que tinha voz de gigante.
Mas a pessoa que ele mais gostava era a Sra. Antônia Maria Diniz Cordeiro, porque ela também tinha quatro nomes, como ele.
Ele a chamava de Dona Antônia e contava-lhe todos os seus segredos.
Um dia, Guilherme Augusto escutou sua mãe e seu pai conversando sobre Dona Antônia.
- Coitada da velhinha - disse sua mãe.
- Por que ela é coitada? - perguntou Guilherme Augusto.
- Porque ela perdeu a memória - respondeu seu pai.
- Também, não é para menos - disse sua mãe. - Afinal, ela já tem noventa e seis anos.
- O que é memória? - perguntou Guilherme Augusto.
Ele vivia fazendo perguntas.
- É algo de que você se lembre - respondeu o pai.
Mas Guilherme Augusto queria saber mais; então, ele procurou a Sra. Silvano que tocava piano.
- O que é memória? - perguntou.
- Algo quente, meu filho, algo quente.
Ele procurou o Sr. Cervantes que lhe contava histórias arrepiantes.
- O que é memória? - perguntou.
- Algo bem antigo, meu caro, algo bem antigo.
Ele procurou o Sr. Valdemar que adorava remar.
- O que é memória? - perguntou.
- Algo que o faz chorar, meu menino, algo que o faz chorar.
Ele procurou a Sra. Mandala que andava com uma bengala.
- O que é memória? - perguntou.
- Algo que o faz rir, meu querido, algo que o faz rir.
Ele procurou o Sr. Possante que tinha voz de gigante.
- O que é memória? - perguntou.
- Algo que vale ouro, meu jovem, algo que vale ouro.
Então Guilherme Augusto voltou para casa, para procurar memórias para Dona Antônia, já que ela havia perdido as suas.
Ele procurou uma antiga caixa de sapatos cheia de conchas, guardadas há muito tempo, e colocou-as com cuidado numa cesta.
Ele achou a marionete, que sempre fizera todo mundo rir, e colocou-a na cesta também.
Ele lembrou-se, com tristeza, da medalha que seu avô lhe tinha dado e colocou-a delicadamente ao lado das conchas.
Depois achou sua bola de futebol, que para ele valia ouro; por fim, entrou no galinheiro e pegou um ovo fresquinho, ainda quente, debaixo da galinha.
Aí, Guilherme Augusto foi visitar Dona Antônia e deu a ela, uma por uma, cada coisa de sua cesta.
"Que criança adorável que me traz essas coisas maravilhosas", pensou Dona Antônia.
E então ela começou a se lembrar.
Ela segurou o ovo ainda quente e contou a Guilherme Augusto sobre um ovinho azul, todo pintado, que havia encontrado uma vez, dentro de um ninho, no jardim da casa de sua tia.
Ela encostou uma das conchas em seu ouvido e lembrou da vez que tinha ido à praia de bonde, há muito tempo, e como sentira calor com suas botas de amarrar.
Ela pegou a medalha e lembrou, com tristeza, de seu irmão mais velho, que havia ido para guerra e que nunca voltou.
Ela sorriu para a marionete e lembrou da vez em que mostrara uma para sua irmãzinha, que rira às gargalhadas, com a boca cheia de mingau.
Ela jogou a bola de futebol para Guilherme Augusto e lembrou do dia em que se conheceram e de todos os segredos que haviam compartilhado.
E os dois sorriram e sorriram, pois toda a memória perdida de Dona Antônia tinha sido encontrada, por um menino que nem era tão velho assim.
Fonte:
FOX, Mem. Guilherme Augusto Araújo Fernandes. São Paulo: Brinque-Book, 1984.



Minha caixa de memórias

Fotos, documentos e objetos pessoais entram em cena para resgatar lembranças, estimular o envolvimento com a literatura e incentivar o respeito aos idosos. Confira essa ideia
Erika Nakahata

Objetivos: 
Estimular discussões sobre textos
Envolver os alunos com a literatura e despertar neles o prazer pela leitura
 Registrar a memória afetiva
 Favorecer exposições orais e posicionamento diante da apresentação dos colegas
 Demonstrar a importância do respeito aos idosos
 Trabalhar o contato com os outros
 Desenvolver valores e respeito às diferenças
 Ensinar as crianças a classificar fontes históricas
Uma história simples e curta, uma temática cativante e um projeto que alinhava literatura, resgate de memórias e envolvimento escola-família.
O ponto de partida é o livro Guilherme Augusto Araújo Fernandes (de Mem Fox, com ilustrações de Julie Vivas; Brinque-Book), escolhido pelo Colégio Móbile, de São Paulo, para trabalhar com os alunos do 2° ano.
A obra relata a amizade de um garoto, Guilherme, que mora ao lado de um asilo, com uma de suas residentes, Dona Antônia, cujas lembranças Guilherme ajuda a recuperar.

"Quando recebemos esse livro para avaliação, imediatamente nos encantamos. O projeto nasceu e, a cada ano, é ampliado. E o que mais nos surpreende é o envolvimento das famílias: os pais ficam muito emocionados, além das próprias crianças, que se mostram orgulhosas ao falar de suas lembranças", explica Lucelena Souza Lee, coordenadora pedagógica do 2° ano do Ensino Fundamental no Colégio Móbile. Conheça mais sobre o projeto "Minha caixa de memórias" - que dá origem a caixas repletas de fotografias e registros históricos das crianças - e veja como desenvolvê-lo com seus alunos.

Dicas de leitura

A menina, o cofrinho e a vovó
De Cora Coralina, com ilustrações de Cláudia Scatamacchia (Editora Global, 24 páginas)

 Avós
De Chema Heras, com ilustrações de Rosa Osuna (Callis Editora, 36 páginas)

Dona Dolores
De Heinz Janish, com ilustrações de Helga Bansch (Brinque-Book, 28 páginas)

 Gente de muitos anos
De Malô Carvalho, com ilustrações de Suzete Armani (Autêntica Editora, 36 páginas)

 Lembra de mim
De Margaret Wild, com ilustrações de Dee Huxley (Brinque-Book, 32 páginas)

Quando eu era pequena
De Adélia Prado, com ilustrações de Elisabeth Teixeira (Record, 32 páginas)

Vovó Luci - Nos tempos de nossos avós
De Claude Clément, com ilustrações de Gwen Keraval (Scipione, 32 páginas)

Primeiras discussões
Antes da montagem da caixa, é preciso apresentar o assunto aos alunos.
Esta etapa pode ser feita a partir do roteiro a seguir, elaborado pelo Colégio Móbile.
 Entregue o livro aos alunos em uma sexta-feira e faça a exploração da obra sem que haja uma leitura completa. Trabalhe com as imagens e levante as hipóteses sobre o que será tratado na obra.
 Leia o início do texto com os alunos e deixe o restante da leitura como tarefa a ser feita no fim de semana.
 Na segunda-feira, leia o texto integralmente com os alunos. Como no 2° ano há crianças com diferentes graus de autonomia de leitura, essa atividade coletiva garantirá que todos tenham uma compreensão completa do livro.
 Abra a possibilidade de as crianças lerem trechos do livro para os colegas, deixando-os à vontade para realizar ou não essa fase da discussão.
 Peça aos alunos para formar uma roda e, um por um, contar uma lembrança sobre sua vida. Anote os depoimentos. Veja alguns exemplos, relatados pelos alunos do Móbile: "Quando eu tinha 4 anos, meu tio-avô, Mauro, morreu. E também me lembro quando fui com o Guiga e o Alex, do 2° B, para o projeto Tamar"; "Meu aniversário de 4 anos foi muito legal e lembro também quando meu coelho morreu e eu fiquei muito triste".
 Em outro momento, ofereça às crianças círculos coloridos de papel, nos quais elas devem fazer desenhos relacionados à memória que contaram aos colegas durante a roda de discussão.
 Junte os círculos de papel e monte um grande cartaz, formando um mandala, que ficará exposto na sala durante todo o projeto. "Isso traz a atividade do plano individual para o coletivo", conta Lucelena.

No dicionário: mandala
Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Objetiva), o substantivo masculino "mandala" significa, no âmbito da filosofia e da religião, um "diagrama composto de formas geométricas concêntricas, utilizado no hinduísmo, no budismo, nas práticas psicofísicas da ioga e no tantrismo como objeto ritualístico e ponto focal para meditação [Do ponto de vista religioso, o mandala é considerado uma representação do ser humano e do universo; em sua forma menos elaborada, é denominado iantra.]". O dicionário apresenta também a definição segundo a teoria
junguiana (por extensão de sentido, na esfera da psicologia): "círculo mágico que representa simbolicamente a luta pela unidade total do eu".

Montando a caixa
O momento seguinte é quando entra em cena a colaboração dos pais, que pode ser solicitada por meio de uma circular. Nela, é interessante explicar um pouco sobre o projeto e a importância de resgatar a história das crianças. "Também orientamos as famílias sobre o prazo para a confecção da caixa, normalmente incluindo dois fins de semana, e pedimos que, com os filhos, construam uma caixa. Nela, poderão fazer desenhos, colar fotografias, cópias de imagens e documentos importantes, como a certidão de nascimento e o teste do pezinho, e depois preenchê-la com objetos pessoais das crianças", conta a coordenadora pedagógica do 2° ano. "O trabalho é um sucesso. Nas entrevistas que realizamos com os pais ao longo do ano, os familiares comentam como é gostoso parar um pouco, sentar-se com seu filho e retomar esse histórico. Eles se envolvem e fazem caixas caprichadas, muitas vezes com mensagens para as crianças."

De volta à escola
Passado o prazo combinado com os pais, os alunos deverão trazer suas caixas de memórias para a escola. Esta etapa poderá ser explorada da seguinte forma:
 No pátio, peça aos alunos para formar uma roda.
 Um a um, cada aluno deverá contar aos colegas sobre sua caixa, as histórias apresentadas na decoração dela e os objetos contidos nela, como medalhas e bonecos.
 Trabalhe com as crianças tanto as lembranças quanto a oralidade, o comportamento diante da apresentação dos amigos e valores como o respeito aos idosos e a valorização do coletivo.
 Para encerrar, monte uma exposição com todas as caixas, tendo o cuidado de inserir uma faixa de segurança ao redor dos trabalhos. Isso evitará que sofram interferências durante a exposição.
 Convide os familiares dos alunos para conferir a mostra, mantendo os trabalhos expostos por cerca de uma semana a dez dias.

Conclusão
A exposição encerra a parte principal do projeto, que posteriormente (conforme os conteúdos previstos pela escola) será retomado na área de história e geografia.
"Deixamos os pais avisados para guardar as caixas, mas, mesmo que não pedíssemos, a maioria o faz, porque é algo muito significativo", conta Lucelena.
Nesse momento, o professor deve pedir aos alunos para trazer sua caixa e tudo que haviam colocado nela para, então, trabalhar com as crianças a classificação de fontes históricas. "Discutimos sobre documentos escritos, objetos e relatos de pessoas como fonte histórica - ocasião em que a criança entrevista os avós sobre o que eles recordam do período em que ela nasceu. Assim, abordamos a foto como um documento através de imagem, um ursinho ou uma roupa como objeto que conta parte da história da criança, e assim por diante. T
odo esse material é usado sob a ótica da história e da geografia, ajudando a desenvolver a identidade das crianças", ressalta a coordenadora pedagógica.

Arquivo da escola



História e memória

Disciplina: História
Assunto: Memória
Tipo: Texto
O principal objetivo dessa atividade é relacionar História e Memória, a partir de uma visão que situa o indivíduo como sujeito da História.
Para desenvolver o tema, será necessário disponibilizar quatro ou cinco aulas.
O livro conta a história de um garoto que é vizinho de um asilo de idosos.
Ao saber que uma senhora da instituição, Dona Antônia, está perdendo a memória, preocupa-se em pesquisar o que significa esta palavra e como ela pode ser recuperada.
O protagonista investiga o tema e, a partir de alguns objetos, propõe uma experiência concreta para que os personagens compreendam o significado de memória.
Após uma conversa prévia com os alunos sobre o que é memória, o professor pode fazer a leitura do texto para eles (seguindo o próprio livro ou com auxílio do retroprojetor, em transparências). Por se tratar de um livro infantil, o texto é curto, com linguagem clara, e sua leitura dura em média 20 minutos.
O próximo passo é promover o debate sobre o tema, que pode ser direcionado por alguns questionamentos:
O que é memória?
Vocês concordam com as definições apresentadas pelos personagens?
Dona Antônia e Guilherme Augusto, com idades diferentes, conseguem relacionar memórias e objetos?
Essas são algumas possibilidades que o professor vai ampliar de acordo com o ritmo do grupo e a intencionalidade da atividade. Para registrar o trabalho desenvolvido, é possível elaborar um texto coletivo em que os alunos expressem suas principais impressões sobre o tema.
Dando continuidade, é interessante realizar a experiência descrita no livro: os alunos trazem para a sala de aula objetos significativos para eles (o professor deve limitar a quantidade – um objeto – pois, caso contrário, torna-se cansativo); depois explicam seu significado e os depositam em uma caixa, cesta, ou nas próprias carteiras dispostas para exposição.
Por ser concreta, essa atividade visa a tornar o conceito de memória mais claro para os alunos e evidenciar que nossa história individual é única, mas está inserida em um contexto, pois vivemos em grupos e, portanto, fazemos parte da História que é constituída a cada dia.
Por fim, é possível realizar outra atividade em conjunto com a disciplina de Língua Portuguesa, propondo aos alunos a realização de um trabalho escrito (texto narrativo) com o tema “Minha história”, no qual apliquem o conceito trabalhado.
A partir desse texto, o professor pode conhecer a escrita de cada aluno (trata-se de uma espécie de diagnóstico de como os alunos escrevem e as principais dificuldades que devem ser trabalhadas). O professor elabora o roteiro de acordo com o seu grupo de trabalho.
Observação: O professor não deve perder de vista que História não é unicamente memória, a fim de deixar o conceito claro para a classe.
Referência:
FOX, Mem. Guilherme Augusto Araújo Fernandes. São Paulo: Brinque-Book, 1984.
Texto original: Maria Walburga dos Santos
Edição: Equipe EducaRede


http://www.educared.org/educa/index.cfm?pg=ensinar_e_aprender.turbine_interna&id_dica=159


Outra atividade
O texto fala de memórias:
É através da personagem, Dona Antonia, que Guilherme compreende de maneira simples o que é memória.
1ª sugestão - trabalhar com as memórias dos avós das crianças - quando novinhas, bebês. Como, por exemplo, o primeiro sapatinho, a primeira roupinha, o primeiro pratinho(se mãe tiver guardado); o primeiro presente (se não tiver guardado a mãe ou alguém da família poderá dizer); o primeiro brinquedo e sua relação com ele. Ou a lembrança do brinquedo que a criança mais gostou e por quê.

2ª sugestão - A história se passa num asilo que ficava ao lado da casa de Guilherme Augusto. Guilherme gostava de todos os idosos de asilo mas tinha uma relação especial com Dona Antonia. O professor poderá questionar o porquê dessa preferência, ao ler o livro compreenderá que, além da afinidade, é o fato de Dona Antonia possuir um nome grande como o de Guilherme - Srª Antonia Maria Diniz Cordeiro e Dona Antonia possuía quatro nomes, como ele.
Sugiro que trabalhem sobre nomes - de pessoas e de famílias. O motivo que levou os pais a escolherem os nomes das crianças.

3ª sugestão - Pesquisar entre os alunos se alguém tem um bom relacionamento com uma pessoa mais velha, poderá ser da família ou da vizinhança.

4ª sugestão - Perguntar aos alunos se já visitaram um asilo e com quem. Caso a resposta for negativa, marque uma visita com a classe toda, mas antes prepare-os falando de respeito, dignidade à pessoa humana.

5ª sugestão - Cada personagem, cada idoso do asilo tem uma característica própria. Trabalhe-a isoladamente de maneira interdisciplinar. Seu trabalho será extenso e muito rico em qualidade.

6ª sugestão - Guilherme Augusto por apresentar um tema importantíssimo ou seja, o amor e o respeito pelo próximo é evidente que o professor poderá estar trabalhando-o com o tema transversal - ética.

7ª sugestão - Recomendo o livro de Guilherme Augusto Araújo Fernandes para ser trabalhado, de acordo com a adequação curricular, da 1 ª série à 8ª série do ensino fundamental.
O tema poderá ser aprofundado de acordo com a série e a idade dos alunos envolvidos.
Ana Teresa Ravelli Baionsi De Domenico.


http://coordpedagogica.sites.uol.com.br/gui.html


De uma história, outras histórias I
Autor: Ana Letícia Lima Guedes
O que o aluno poderá aprender com esta aula
- Conhecer e interpretar história que fala de memórias.
Duração das atividades

1 aula de 60 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Trabalhar o conceito de memória.
O professor poderá perguntar para os alunos o que entendem por memória.
Levantar no grupo as respostas apresentadas.
Explorar jogos ou brincadeiras que reforcem a idéia de memória.
Propor desafios oralmente para memorizar uma ordem.
Cada aluno, na sua vez, acrescenta uma e o seguinte tenta repetir.
Exemplo: “ Ele foi à feira comprar maçã...
Ele foi à feira comprar maçã, banana . . . “

Estratégias e recursos da aula

- livro Guilherme Augusto Araújo Fernandes. Men Fox, tradução de Gilda Aquino, Brinque-book.
Ler a história do Guilherme Augusto Araújo Fernandes para os alunos.
Sinopse:
É a história de um menino que morava perto de um asilo que costumava visitar, onde cria laços de amizade com um grupo de velhinhos.
Lá havia uma senhora, Dona Antônia..., com quem se identificou por ter o nome comprido como o dele. Os pais de Guilherme lhe disseram que ela havia perdido a memória.
Guilherme começa então, a perguntar aos amigos do asilo, o significado de memória.
É quando resolve procurar memórias para a velha senhora, juntando numa cesta objetos que eram significativos para ele.
Guilherme vai visitar D. Antônia, levando suas memórias.
A partir deste momento, ela revive lembranças a cada objeto retirado da caixa, recuperando a memória perdida.

Trabalhar oralmente a interpretação da história.
Apresentar questões como:
- O que fez o menino se identificar com a Dona Antônia?
- Qual foi a razão que levou o menino a colecionar alguns objetos para ela?
- O que disse cada amigo do asilo sobre o que era memória?
- Então no final, o menino traz uma cesta de memórias.
Qual foi a relação que Dona Antônia estabeleceu com cada objeto?
Que passagem da vida ela recordou a partir de cada presente que ganhou do menino?
O professor poderá ainda pedir aos alunos que desenhem uma parte da historia de que mais gostaram, escrevendo qual foi.
Depois poderá promover uma apresentação dos trabalhos realizados pelos alunos.

http://1.bp.blogspot.com/_4qN2oa8p8as/SCBm05t_CvI/AAAAAAAAAP0/hv_60JFVi18/s400/P5060002

Recursos Complementares

Explorar outras histórias que falam de memórias:
- A menina que ia para longe. Texto de Marta Lagarta e imagem de Guto Lins. Porto Alegre:Editora Projeto,2009 .
Este livro foi escrito a partir da História do cajuzinho, contada pela avó materna da autora, Irene Barros Lopes, mineira da Zona Mata. “
- Um mar de gente. Ninfa Parreiras, Ilustrações Suppa. São Paulo:Girafinha, 2008.
O livro foi feito a partir de história contada pela filha mais velha, lá em Salvador, há muito tempo.

Avaliação

Acompanhar a participação dos alunos no desenvolvimento da aula, durante cada etapa: da leitura do livro, às questões orais apresentadas sobre o significado de memória e a interpretação da história .


Conhecendo a mim e o outro através
das nossas histórias:
a construção da caixa de memória

Conhecer alguns aspectos de sua história de vida e de seus colegas.
Estabelecer relações entre a sua história de vida e a dos colegas reconhecendo algumas semelhanças e diferenças.
Construir, com a ajuda dos familiares, a caixa de suas memórias resgatando momentos significativos desde o tempo em que era bebê até os dias atuais.

Vejam tudo aqui

 








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