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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sábado, junho 17, 2017

Pimenta no cocuruto>Estímulos literários e confusão>17/06/2017



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Quando uma pimenta cai no cocuruto de uma galinha que ali ciscava, tem início a maior confusão. Alarmada, a ave anuncia que o mundo vai se acabar e que seu cocuruto lhe dizia tal adivinhação. E um bicho foi passando a informação para outro até que todos saíram em disparada, desesperados, por causa do fim do mundo. 
O homem acreditou nessa história também e caiu quebrando a perna. 

E agora, quem é o culpado por esta bagunça toda?


O livro começa com a autora explicando (em letras nas cores brancas) que esse é um conto que ela não sabe quem inventou, mas que foi contado pela avó dela para ela, assim como foi passado pela avó da avó... e que ela (autora) passa agora adiante, para ninguém esquecer, pois isso seria uma pena.
Então em letras na cor preta, começa a história de uma Galinha que não era muito esperta e que estava ciscando pelo chão, catando alguma minhoca ou qualquer coisa para comer debaixo de uma pimenteira quando, de repente, uma pimenta cai bem no alto da cabeça dela, lá no cocuruto.
Ela levou o maior susto, e sai correndo, e ao esbarrar no Galo vai logo gritando que o mundo  ia se acabar! E quando o Galo pergunta quem lhe disse isso, ela responde "_Quem disse, foi o meu cocuruto que tudo adivinha!"
 O Galo corre, também desesperado e avisa para o Pato, e o Pato conta para o Marreco, que conta para o Peru, que conta para o Porco, que conta para a Cabra, que conta para o Cachorro, para o Gato, para o Papagaio, para a Vaca, para o Cavalo, para a Pomba, para a Andorinha...
 A Andorinha vê um homem descansando embaixo de uma árvore, e trata logo de avisar a ele. O homem achou mesmo que o mundo estava acabando e resolve sair correndo junto com a bicharada.
E quando todos tem que atravessar uma ponte de tábuas em cima de um córrego, o homem pisou de mau jeito e quebrou a perna.
 Nesse momento todos os bichos pararam em volta do homem e com pena dele começaram a discutir de quem tinha sido a culpa: um culpava o outro por ter causado aquela corrida desembestada..
Depois se dividiram em dois grupos, uns acusando a Galinha por ter começado a confusão e outros acusando a Andorinha por ter ido falar com o Homem.
 Nesse momento a narrativa volta a ser escrita em letras brancas e a autora conta que a avó sempre perguntava quem era a culpada... se respondessem que era a Andorinha a avó dizia "Cabeça-de-vento é quem assim tão mal adivinha!" e se respondessem que era a Galinha, logo se ouvia de volta: "Titica na cabeça de quem assim tão mal adivinha!"
 E enfim um dia os ouvintes da história da avó tiveram a ideia de dizer que a culpa era de uma outra personagem... mas quem é eu não vou contar aqui, para não perder a graça!
O texto:  AQUI

“Pimenta no Cocuruto” são típicas histórias de acumulação, bem próxima da estrutura dos contos tradicionais.
 Aliás, como a autora mesma revela, em geral são contos que ouviu por aí recontados por ela.
 O conto “Pimenta no Cocuruto” é uma versão do “O cachorro-do-mato e a galinha-carijó”, registrado no livro citado de Ricardo Azevedo, bem como do "O céu está caindo", no livro citado de Rosane Pamplona. Fonte
O cachorro do mato e a galinha carijó
A galinha carijó andava ciscando no terreno, quando veio um pé de vento balançando o coqueiro e derrubou um coquinho no seu cocuruto.
A galinha parou, olhou para o céu r gritou para o galo sair que o mundo ia acabar. Ele perguntou quem tinha falado e a galinha respondeu que caiu um pedaço do céu em seu cocuruto.
O galo assustado foi embora com a galinha e no caminho foram encontrando vários animais até que chegaram na casa do cachorro-do-mato que pediu para eles entrarem, mas os animais tinham medo dele. Então, o cachorro disse que não precisava ter medo, que ele ficaria do lado de fora esperando acabar o mundo.
Então o cachorro avisou -os que já podiam sair, então o cachorro foi comendo um por um dos animais.
O céu está caindo!
Rosane Pamplona
           
Era uma vez uma galinha que andava ciscando embaixo de uma jabuticabeira, quando uma jabuticabinha seca caiu bem em cima da sua cabeça. A galinha assustou-se e pensou: “Meu Deus! O céu está caindo!”. E saiu correndo, espavorida.
No caminho, encontrou-se com o pato e pôs-se a cacarejar:
– Corra, pato, vamos nos proteger que o céu está caindo!
– Quem lhe disse isso?
– Um pedacinho do céu caiu bem no meu cocuruto.
O pato, amedrontado, seguiu a galinha.
Logo à frente, estava o pintinho.
– Venha conosco, pintinho – grasnou o pato –, pois o céu está caindo!
– Quem lhe disse isso?
– Quem me disse foi a galinha, que sentiu um pedacinho do céu cair bem no seu cocuruto.
O pintinho achou melhor ir com eles.
Correram mais um pouco e esbarraram no peru.
– Vamos fugir, peru, que o céu está caindo! – piou o pintinho.
– Quem lhe disse isso?
– Quem me disse foi o pato, que ouviu da galinha, que sentiu um pedacinho do céu cair bem no seu cocuruto.
O peru, alarmado, foi logo se juntando à turma.
Iam naquele alarido, cacarejando, grasnando, piando e grugulejando, quando encontraram a raposa.
– Esperem! Aonde vão com tanta pressa?
– Estamos procurando um abrigo, pois o céu está caindo! – foi a vez de o peru grugulejar.
– Quem lhe disse isso?
– Quem me disse foi o pintinho, que ouviu do pato, que ouviu da galinha, que sentiu um pedacinho do céu cair bem no seu cocuruto.
– Um pedaço do céu? – regougou a esperta raposa. Isso é mesmo perigoso! Mas eu sei de um lugar onde poderemos ficar todos protegidos. Venham comigo, sigam-me!
E as tolas aves seguiram a raposa para a sua toca. O céu não caiu; quem caiu foi a raposa, em cima delas, devorando-as uma por uma.
Atividades: AQUI

Ouvindo a história/Dramatização





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quinta-feira, junho 15, 2017

Porque os mosquitos zunem no ouvido da gente>A fofoca da minhoca> 15/06/2017


Esse conto narra como um mal-entendido, uma brincadeira com intenções singelas, pode ter um desfecho dramático. 
O mosquito aborreceu o iguana, que meteu medo na cobra, que deu um susto no coelho, que espantou o corvo, que assustou o macaco, que matou a corujinha, e, agora, mamãe coruja não vai acordar o Sol para o dia chegar… 
Como será resolvida essa questão? 
O Rei Leão fará alguma intervenção?
 
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A partir de uma lenda africana, o livro e o vídeo trabalham a vontade de fazer justiça e a dificuldade em se encontrar soluções justas. A história trabalha as questões da justiça e da culpa. 
Reflete também a situação de que, frente a um problema, ninguém se sente culpado e tende a transferir a culpa para o outro. 
Vamos refletir sobre a importância de assumirmos de peito aberto o nosso papel na sociedade, de termos uma postura ética, autocrítica e serena. 

Proposta de trabalho
Lenda africana+ reflexão sobre o tema fofoca+mentira do mosquito+confusão geral

Para descontrair...
Música
Ouvindo a fofoca da minhoca





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Lorota e fofoca>Estímulos " fofoqueiros">As três peneiras de Sócrates> 15/06/2017

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Um dia, Dona Maroca encontra Dona Marieta. Lorota daqui, fofoca dali... Até que aparece Dona Sofia, espalhando verdade e alegria. Por meio de uma brincadeira com os nomes dos personagens, a história, em letra bastão, mostra que é possível conviver sem falar da vida alheia, e ressalta alguns valores humanos.

Temas: nome próprio, humor, imaginação, poesia


Livro/Imagens
AQUI

Sugestões

- Leitura pausada da história pela professora
-Observar atentamente as ilustrações. Deixar os alunos comentarem
 sobre o que estão vendo. 
- Folhear novamente o livro e responder: 
– Qual a ilustração do livro que você mais gostou.  
-No final do livro, ler a pequena biografia da autora e ilustradora.
- Entrar no site da autora e pesquisar outros livros publicados por ela.
- Visitar a biblioteca da escola para ver se tem outros livros
 da mesma autora. 
Se houver, tirar um deles para fazer a leitura em casa. 
- Na internet, buscar informações sobre a ilustradora: Rita Duque. 
- Listar todos os personagens da história.
- Abrir na página que a ilustrador desenhou vários personagens.
 Verificar os que aparecem na história, mas não aparecem 
na ilustração.
- Desenhar e pintar o personagem do livro que você mais gostou.
- Conversa na Roda sobre o que acharam/observaram da história. 
O professor pode ajudar com perguntas:  
– O que Dona Maroca e Dona Marieta faziam?  
Sobre o que elas conversavam?                                              
   – O que aconteceu quando Dona Sofia apareceu? 
O que ela disse para Dona Maroca e Dona Marieta?  Por quê?

Para alunos maiores....
As três peneiras de Sócrates
Atividades

Vejam aqui : fofoca na floresta uma musiquinha legal....
AQUI



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quarta-feira, junho 14, 2017

Duda bocuda>Estímulos literários e não fofoqueiros!> 14/06/2017

Comportamento, aprendizado, comunicação, amizade, sabedoria, amadurecimento, convivência

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Duda Bocuda era uma fofoqueira de primeira. Não conseguia guardar nenhum segredo!
 Mas, de uma maneira inesperada e divertida, aprendeu uma lição em sua vida.

“Duda Bocuda” é a história de uma menininha que sempre gostou de ouvir conversa dos outros para poder comentar depois. Qualquer coisa ia parar na boca grande da Duda: briga de irmãos, cachorro latindo, cueca rasgada de palhaço, bolo solado da dona Maria, o diz que me diz que ele não gosta de você e tantas outras coisas estapafúrdias. Qualquer coisa era motivo para fazer fofoca. 
Duda usava a mesma tática de todo fofoqueiro: – Eu juro que não vou contar nadinha de nada!
DUDA BOCUDA é daqueles livros imprescindíveis para realçar alguns valores bacanas que as crianças precisam aprender para conviver em grupo e que muitos adultos se esquecem de praticar: cuidar da própria vida e deixar de fazer especulações sobre a vida dos outros, não espalhar comentários, nem fofocar e inventar mentiras.

Ouvindo a história

Aula/O conta e reconto da fofoca

Dinâmica
Dona fofoca

O elefante sem tromba







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domingo, setembro 04, 2016

Dona Fofoca>Difamação>Estímulos literários>05/09/2016


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A fofoca, o disse-que-disse, todas as formas de alterar uma história estão colocadas neste texto. Como modificar esse comportamento? 
Através da percepção de que existe e de que pode ser o gerador de muitos problemas. 
As atividades complementam essas questões.
Proposta de trabalho
AQUI
Aula,história

O macaco fofoqueiro

Projeto Bullying
AQUI

Fofoca na floresta
AQUI

Atividade sugestiva desta obra
AQUI


Fofoca - Através da brincadeira "Telefone sem fio" e da leitura do livro "Dona Fofoca" - Regina Rennó, os alunos perceberam a importância de respeitar as diferenças e saber conviver em grupo.
Dinâmica: Feitiço virou contra o feiticeiro - A brincadeira fez com que as crianças percebessem que não devemos desejar aos outros o que não queremos para nós. E o resultado foi gratificante.








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Fofoca na floresta>Estímulos literários>05/09/2106



Esta divertida história, que mais se parece com um conto trágico até que a reviravolta aconteça no final, ensina uma lição importante às crianças: nem sempre as coisas são o que aparentam! Quando o esquilo vê o urso deitado no chão, acha que ele foi atacado pelo coelho e espalha a notícia pela floresta, gerando uma enorme confusão! Lembre-se: não acredite em fofocas e não as espalhe.
Helena Kraljic
Ilustrações Zvonko Coh
Traduzido por Cristiane Castro
Ed Bicho Esperto

Esse livro é fantástico! Um ótimo exemplo para os nossos pequenos do quanto a fofoca é "perigosa". Um exemplo divertido daquele ditado "quem conta um conto, aumenta um ponto!".
Muito bem ilustrado, todo escrito em caixa alta, é fácil de ler.

A confusão começa, quando Salete, a esquilo vê um coelho balançando as pates e o urso Bruno, estirado no chão... ela logo pensa que o coelho vai matar seu amigo e com medo sai correndo e vai pedir ajuda para a ratazana Dóris.

Chega dizendo que Bruno está sendo atacado por um coelho gigante, e que o coelho está batendo com muita força no urso. Dóris, apavorada, resolve correr para pedir ajuda a raposa Rúbia.

A ratazana, por sua vez conta para Rúbia que Bruno estava apanhando de um coelho, e que estava caído, com a cabeça machucada. A raposa diz que é preciso ajudar ao urso Bruno, e resolve pedir ajuda ao lobo, pois sua força poderá ser útil.

O lobo Walter descansava em uma sombra  quando a raposa chegou, e foi logo dizendo
que Bruno estava morto (!!!), que tinha sido atacado por um coelho gigante, e que sua cabeça estava machucada e o lugar todo cheio de sangue, e que era preciso espantar o coelho antes que todos os outros fossem atacados.

Walter resolveu também pedir ajuda ao Jango, o Javali.
Quando Walter encontrou o Javali, de tanto que correu, mal conseguia falar e recuperando o folego, foi contando que todos estavam correndo perigo, que um coelho gigante e muito perigoso estava na floresta e já tinha matado o urso Bruno. Que Bruno estava caído em meio o sangue e que estava todo machucado.

Jango achava que já tinha escutado o bastante, e saiu com Walter em direção ao local onde estaria Bruno.
E os animais armados foram enfrentar o coelho - Salete com um galho, Dóris com um machado, Rúbia com uma motoserra e Walter e Jango com grandes troncos que encontraram nas redondezas.
Salete guiou toda a turma cuidadosamente até onde estava o urso.

O coelho ainda estava lá...
E então Dóris descobriu que ele não era gigante, como havia dito Salete.
Rúbia descobriu que a cabeça de Bruno não estava machucada, como tinha dito Dóris.
Walter descobriu que o lugar não estava cheio de sangue, como havia dito Rúbia.
Jango descobriu que o urso não estava com o corpo todo machucado.

Mas mesmo assim, os animais resolveram espantar de uma vez aquele coelho perigoso.
Quando os bichos pularam em direção ao coelho, esse gritou assustado: "Lobo, Lobo! Socorro!"
Os gritos acordaram o urso Bruno.

A surpresa foi geral, descobriram que o urso não estava morto.
E então descobriram que o Bruno estava sujo de mel, e por isso as abelhas 
não o deixavam dormir sossegado, o coelho estava cuidando para que elas 
não chegassem perto dele.

Os animais ficaram com muita vergonha, e depois caíram na gargalhada.
E todos prometeram a Bruno que, numa próxima vez, vão ter certeza 
antes de espalhar uma noticia por ai,
Música fofoca na floresta


A fofoca de dona minhoca






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