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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sábado, junho 29, 2019

PROJETO FÁBULAS E DOBRADURAS>Atividade literária>29/06/2019



Os benefícios do origami/dobradura
1 – Ajuda a desenvolver a coordenação mãos-olhos e a motricidade fina:estes estímulos exercitam os músculos, nervos e ossos das mãos, que vão ganhando força e se preparando para a escrita. 
2 – Estimula a concentração: a dobradura em papel exige uma atenção e um esforço mental para dobrar o papel numa ordem correta e conseguir assim a figura desejada. Potencializa com que a criança mantenha sua concentração durante um período de tempo numa mesma atividade e assim manter a atenção em uma tarefa. 
3 – Ativa a memória: a primeira vez que a criança faz uma figura de origami terá que seguir umas instruções, no entanto, enquanto não for muito complicada inicialmente, isso ajudará a criança com que se lembre e ela mesma poderá formar a figura de origami. Portanto, coloca sua memória à prova.
4 – Desenvolve a paciência: nem sempre as figuras saem de primeira, portanto a criança terá que ser perseverante e paciente para conseguir o seu objetivo. 
5 – Ajuda na satisfação emocional: a criança se sente satisfeita de ter elaborado algo com suas próprias mãos, o prazer de conseguir algo por si mesma.
6 – Incentiva a imaginação: a criança pode criar suas próprias figuras de papel feitas por ela mesma, um grande estímulo para a criatividade. 
7 – É uma atividade relaxante: muitos encontram no origami uma forma de relaxamento e de se esquecer dos problemas ou momentos de estresse. 
8 – Estimula o esforço e o trabalho: para conseguir a figura desejada a criança terá que realizar um trabalho de precisão e se esforçar para conseguir o objetivo. 
9 – Promove o aprendizado: ajuda com que as crianças compreendam conceitos espaciais como acima, abaixo, para frente, para trás, e desenvolve o pensamento lógico e matemático. 
10 – É muito útil para o tratamento de certos transtornos como o TDAH, hiperatividade ou dislexia.
Alba Caraballo
A magia da literatura e a arte da dobradura
A busca de alternativas para o desenvolvimento da aprendizagem sempre nos reporta a uma metodologia criativa, com o objetivo de despertar na criança o interesse e a motivação para uma aprendizagem significativa que possa vir de encontro com as necessidades de nossos alunos e com a finalidade de inseri-los no mundo do conhecimento através de diferentes linguagens, bem como os tornando capazes de decifrá-las. Faz-se necessário o professor e aluno estabelecer uma relação de compromissos e responsabilidade na questão da aprendizagem, no qual percebe-se o conflito entre o fazer pedagógico e o ensino-aprendizagem que permeia essa relação durante todo o processo de construção do conhecimento.  Nessa relação entre aluno e professor e vice versa, busca-se práticas pedagógicas desenvolvidas dentro e fora da sala de aula, que visam contribuir para a superação da defasagem da aprendizagem de modo a estimular alunos do I ciclo Segundos e terceiros anos do Ensino Fundamental para o desenvolvimento de atividades interativas, seja pela expressão oral, corporal, visual, e principalmente pelos elementos cognitivos da leitura e a escrita, pois a criança ao realizar a leitura passa a buscar um sentido nas palavras, aventura-se no desvendamento do enigma do código escrito e no decorrer com a experiência cotidiana da leitura. Pretendemos, com o uso da dobradura, também influenciar no ensino da matemática, no qual o aluno em contato com a literatura e a arte, poderá ampliar suas habilidades cognitivas, sob vários aspectos, que os torna capazes de refletir, avaliar, criticar e até mesmo reconstruir o mundo no qual fazemos parte.
A prática da dobradura em sala de aula encanta e desperta interesse no aluno, pelo simples fato de contribuir significativamente para o desenvolvimento da atenção, coordenação visual e auditiva e psicomotora, quesitos essenciais para o desenvolvimento cognitivo no processo ensino aprendizagem. 
O projeto pretende contribuir para o aluno desenvolver a atenção, disciplinando sua capacidade de ouvir, analisar, assimilar e sistematizar as informações, recursos humanos essenciais para a formação humana podendo expressar-se de diferentes maneiras através de atividades orais, brincadeiras, músicas, teatro.
 Por outro lado é na interação com a literatura e a arte da dobradura que buscamos suprir a necessidade de fazer com que o aluno busque diferentes maneiras de aprender a fazer relações com diversas áreas do conhecimento, no caso, a língua portuguesa e a matemática, que se destacam pela característica própria da literatura e a dobradura, que por sua vez explora a geometria, e as diferentes formas que ela proporcionará durante a aplicação do projeto, acreditamos poder de exercitar criatividade e estimular a imaginação, que trazem benefícios significativos para a aprendizagem de nossos alunos.
Abordagem:Projeto origami e  literatura 
Perceber que a literatura está presente em nossa vida, principalmente na infância, quando é o ápice do mundo imaginário, é uma ótima oportunidade para ser estimulada a sensibilização, a consciência, para desenvolver a leitura, a expansão da capacidade criativa e o despertar sentimentos que leve os alunos perceber o mundo, sendo fundamental refletir sobre as relações afetivas e conflituosas vivenciadas nas histórias. 
A literatura neste momento torna-se um recurso indispensável para enriquecer o desenvolvimento humano, estimular, encorajar o aluno a desenvolver sua criatividade, sua imaginação, a oralidade e suas diferentes formas de expressão, fazendo com que os alunos passem a interagir com as histórias lidas e contadas, tanto pelo professor como pelos alunos utilizando a dobradura paralelamente como enriquecimento de ilustração, da representação realizada também por eles, os envolvendo num círculo prazeroso de construção, possibilitando desenvolver e compartilhar diferentes histórias e atividades com representações como: teatro de bonecos, dedoches, painéis e exposições que serão apreciadas por eles mesmos , professores e a comunidade escolar realizados com as dobraduras a partir das histórias a serem trabalhadas. 
Agregando a matemática
Ao utilizarmos o papel para realizarmos a dobradura, executamos verdadeiros atos geométricos a partir do quadrado, retângulo, triângulo, ao construirmos: retas, ângulos, polígonos, poliedros, figuras bidimensionais e tridimensionais. 
1. Explorando uma folha branca de papel A4, perguntando e informando aos alunos que não é possível utilizar lápis, cola, régua ou tesoura, para suas produções. 
Diante disso questionamos: a) O que significa uma folha de papel? 
b) O que eu posso criar com ela?
 c) Dê vida a esta folha e após brinque. 
d) A partir do objeto criado, o que podemos explorar nos diferentes componentes curriculares? 
A literatura, a arte e a matemática faz parte da vida das pessoas como criação humana, ao mostrar que ela tem sido desenvolvida para dar respostas às necessidades e preocupações de diferentes culturas, em diferentes momentos históricos, e aqui levar em conta a importância de se incorporar ao seu ensino os recursos das tecnologias e da comunicação. O trabalho com dobraduras é enriquecedor, no que se refere também, às inúmeras possibilidades que oferecem quanto aos diversos ramos da literatura, arte, assim como no ensino da matemática. A que se salientar que o aluno tem preferências significativas por este tipo de abordagem, uma vez que, envolve o lúdico, a manipulação e o prazer de aprender. A criança traz dentro de si uma história cheia de emoções e sentimentos, que se refletem na sua vida escolar, e interferem no seu processo de aquisição do conhecimento.Desta forma, este projeto pretende contribuir ao aluno a desenvolver a atenção, disciplinando sua capacidade de ouvir, analisar, assimilar e sistematizar as informações, recursos humanos essenciais para a formação humana podendo expressar-se de diferentes maneiras através de atividades orais, brincadeiras, músicas, teatro. Por outro lado é na interação com a literatura e a arte da dobradura que buscamos suprir a necessidade de fazer com que o aluno busque diferentes maneiras de aprender a fazer relações com diversas áreas do conhecimento, no caso, a Língua Portuguesa e a Matemática, que se destacam pela característica própria da literatura e a dobradura, que por sua vez explora essas áreas do conhecimento, e as formas como iremos proporcionar durante a aplicação do projeto, tais informações, pois acreditamos se possível exercitar criatividade e estimular a imaginação, que trazem benefícios significativos para a aprendizagem de nossos alunos.
PROJETO FÁBULAS E DOBRADURAS
COMEMORANDO O FOLCLORE
Objetivos 
Objetivo Geral 
Oportunizar aos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental, uma aproximação prazerosa e lúdica com a Literatura, a Arte da dobradura e a suas implicações na matemática, através do ato de ouvir, interagir e contar histórias, estimulando assim habilidades cognitivas para enriquecer o processo de alfabetização e letramento da leitura e produção escrita.  
Objetivos específicos 
• Despertar o gosto pela leitura; 
• Ouvir e contar histórias; 
• Estimular o exercício contínuo da atenção que o exercício da dobradura proporciona; 
• Orientar na organização do pensamento, percepção e sensibilidade; 
• Contribuir para o desenvolvimento da linguagem oral e da escrita; 
• Estimular a criatividade e a imaginação ; 
• Proporcionar afetividade entre as crianças na escola a através das histórias. 
• Criar espaços de leitura, discussão e reflexão dos temas propostos; 
• Desenvolver a oralidade e diferentes formas de expressar- se; 
• Despertar o interesse pela arte da dobradura; 
• Estimular a arte e apreciação da criatividade através da prática das dobraduras; 
• Descobrir as formas e as representações espaciais utilizadas pelos alunos; com o intuito de tornar mais significativa e presente a matemática da sala de aula; 
• Valorizar os saberes prévios dos alunos. 
Fundamentação Teórica
 Literatura Infantil /Dobradura
A importância da literatura infantil vem se acentuando cada vez mais no aprendizado da língua materna, escrita e falada. Também é inegável a sua riqueza enquanto arte e magia para estimular na aprendizagem dos códigos da língua escrita, quando utilizada de forma prazerosa. 
Entendemos que a literatura, abre um leque de opções para a prática pedagógica, refletindo-se numa prática aberta, atual, que permite a criança interagir com a linguagem escrita e falada de forma ativa e enriquecedora, liberando-se de sua passividade e ampliando para novas formas de ler o mundo.
A dobradura, enquanto atividade prática e lúdica, exerce uma função importantíssima, proporciona aos alunos interagirem com a literatura infantil de uma forma divertida e mais consciente, contribuindo assim para o desenvolvimento na aprendizagem, da capacidade de agir e pensar, ler e interpretar, favorecendo a concentração, destreza manual, a paciência, além de estimular a auto estima, ao perceber que transformou um pedacinho de papel, num objeto significativo para ele, de poder criar formas apenas com um pedaço de papel. 
Desse modo, pretendemos criar situações na sala de aula que encorajem os alunos a compreender e se familiarizar com as diferentes formas de linguagens estimulando competências e habilidades cognitivas entre a linguagem materna, conceitos da vida real e a linguagem formal,dando oportunidades para eles escreverem e falarem, além de formular e resolver problemas a partir do texto literário que será o precursor, para explorar um campo semântico que vá abrindo caminhos para trabalhar outros pontos, como no caso a dobradura, propiciando outras questões de uma forma natural.  
 Seve-se estimular e propiciar ao alcance das crianças os livros infantis, dos Contos de Fadas, poesias, os mitos, folclore, fábulas, teatro, permitindo-lhe penetrar em seu universo mágico dos sonhos. 
É o caminho não apenas de sua descoberta, mas também um dos mais completos meios de enriquecimento e desenvolvimento de sua personalidade. 

A obra literária é, então, “um objeto social; para que exista é preciso que alguém escreva e um outro leia” (YUNES; PONDÉ,

A dobradura em aula pode ser utilizada para trabalhar além dos conceitos de geometria, podendo servir para ilustrar histórias contadas, para criação de trabalhos escolares em Artes, para fazer máscaras... 
Mas, principalmente, para vivenciar com o aluno um momento de interiorização, de criação, de expressão de estados emocionais, de contato consigo mesmo, na riqueza de conteúdos internos que são solicitados e elaborados no momento da execução. A criança traz dentro de si uma história cheia de emoções e sentimentos, que se refletem na sua vida escolar, e interferem no seu processo de aquisição do conhecimento. Assim as experiências e trocas vêm se somando, de um lado os alunos de outro o professor, e assim, múltiplas trocas vão tomando forma, cor, graça e prazer. A prática da dobradura em sala de aula, encanta e desperta interesse no aluno, pelo simples fato de contribuir significativamente para o desenvolvimento da atenção, coordenação visual e auditiva e psicomotora, quesitos essenciais para o desenvolvimento cognitivo no processo ensino aprendizagem.
Procedimentos Metodológicos
Poderá ser aplicado no Ensino Infantil,Fundamental l.
Durante as etapas do projeto proporcionaremos um ambiente agradável para desenvolver as diversas atividades como: ouvir histórias, conversar com os alunos e recriar através da releitura, histórias representadas com dobraduras. 
Ao utilizarmos a dobradura, como recurso metodológico para desenvolver o projeto, estaremos integrando a literatura , com as necessidades cognitivas das crianças, na relação com a atividade da dobradura, os alunos estarão se apropriando também dos conceitos matemáticos. Essas relações podem se dar de maneira natural, sem que seja necessário trabalhar a matemática propriamente dita, mas de acordo com os passos da dobradura, não há como não fazer relações com as formas geométricas, as cores, comparações, as modificações de tamanhos, como grande, pequeno, maior, menor, dentro, fora, associações cognitivas que compõem um sistema de linguagem representada por signos e símbolos que passam a serem compreendidos pela criança na medida em que ela de aproxima e se apropria desses conceitos que fazem parte da criação humana.
Após as atividades de leitura, conversações, os alunos terão início com as atividades práticas de dobraduras. Partindo a princípio com papéis em forma quadrada, confeccionaremos a dobradura, os personagens, passo a passo, até que o papel ganhe a forma: seja de uma flor, um bicho, de acordo com a história trabalhada. Esse quadrado, transforma-se num triângulo, ocupando formas e tamanhos diferentes, e aí , acontece a magia da dobradura, fascinante para a criança, importante para seu conhecimento. Então coloca-se, olhos, boca, nariz, orelha, cores, na dobradura ganhando vida pela criança que por sua vez terá uma infinidade de opções, motivando-os a desenvolver a criatividade podendo fluir a auto estima por que percebe suas capacidades. A partir das dobraduras será proposto a confecção de painéis, apresentação de teatro com dedoches, exposição dos trabalhos dentro dos espaços escolares como a própria sala de aula, e outros espaço como pátio e a biblioteca.  Fonte
Devido à riqueza de variedade de opções Linguagem e Afins selecionou  a seguir alguns links:
O leão e o rato:  AQUI
A menina do leite: AQUI,AQUI,AQUI(empreendedorismo)
Ciclo do leite:  AQUI
A cigarra e a formiga: AQUI
 A lebre e a tartaruga: AQUI,AQUI
O corvo e o pavão:  AQUI
A festa no céu:  AQUI,AQUI


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terça-feira, maio 09, 2017

Um trem de janelas acesas>Estímulos e lembranças>09/05/2017


Com muita ternura, este livro apresenta as memórias de Claudinha, que aprendeu muito nas viagens com a avó, uma pessoa doce, imaginativa, cheia de sabedoria, sempre pronta a ensinar à neta um pouco sobre a vida, a morte e a conquista da felicidade.


Proposta de trabalho
AQUI
Aula
Musicalização/som de trem
AQUI
Um passeio de trem
Turma da Mônica
AQUI
A história do trem
AQUI
Brincadeira
Eu vou andar de trem
AQUI
O trem vai...O trem vem
AQUI





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segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Sonho de carnaval+Projetos e atividades afins>06/02/2017

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Sonho de carnaval
Proposta de leitura

A menina que sonhava ser porta-estandarte -



Em “Sonho de Carnaval”(Editora Moderna), Pedro Bandeira, o premiado escritor santista que já vendeu mais de 20 milhões de exemplares, conta a história de uma menina que, rodopiando com uma vassoura nas mãos, sonha em ser porta-bandeira.
Assim, os dias de Carnaval se aproximam: as mulheres costuram as fantasias, os homens trabalham nos carros alegóricos com compensado e isopor. Mariinha é a mais animada. Ela adora ver os preparativos da grande escola de samba e ficar imaginando como seria bailar à frente de todos vestindo a mais linda fantasia e sendo aplaudida pelo público… Mas sua mãe, Dona Raimunda, insiste em não deixar a filha desfilar. Um acaso, porém, fará o sonho de Mariinha se tornar realidade.
Mais carnaval:
Projetos
Faz de conta é carnaval
Mais atividades e projeto carnaval do Brasil
Dicas para marchinhas

Leitura: A fantasia de carnaval

O carnaval do caracol
História do carnaval em PDF
AQUI





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sábado, fevereiro 04, 2017

Maenhê!>Estímulos maternos>mamãe é um lobo>Lobo mau>04/02/2017


Todo dia era a mesma gritaria: "Mãenhê!". 
A mãe não aguentava mais os dois filhos a chamando por qualquer motivo. 
Então, resolveu bolar um plano para que isso parasse. 
Porém... Para descobrir o que aconteceu, é só começar a ler!
 No livro, a mãe não aguentava mais a filha e o filho gritando a palavra o dia todo, e resolve criar um plano para que eles parassem. Compra um protetor de ouvidos, fantasia-se para passar despercebida, finge que está dormindo… Se ela consegue ou não atingir seu objetivo, eu deixo para você descobrir depois, para não estragar a surpresa!
  • Texto em caixa alta, com frases curtas e de fácil compreensão, ideal para os leitores em início de alfabetização.
  • Ilustrações coloridas e divertidas, que dão vida e enfatizam a mensagem do texto.
  • História de fácil identificação para os pais e para pequenos leitores. Relata de forma divertida uma experiência tão comum no dia a dia.
Atividades
Mamãe é um lobo
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O teatro foi criado pelos antigos gregos. 
Eles apresentavam suas peças ao ar livre. 
Muitos séculos depois, Isabela descobriu que podia fazer teatro em qualquer lugar. 
Num sábado à tarde, depois do almoço, algo extraordinário aconteceu na sala da casa dessa menina sonhadora. O que será?
 Um dia, após o jantar, ela solta: “Vamos fazer um teatro!”. 
Pronto, mesmo tentando adiar a super brincadeira, esta foi a deixa para pai, mãe e filha mergulharem em uma fantasia sem vergonha – no bom sentido! 
O gostoso do livro é que, em plena história, a menina determina que a mãe seja o “lobo”. 
Só que... “Quando ela acabou de falar a palavra ‘lobo’, a mãe torceu a boca, os olhos começaram a crescer, os buracos do nariz foram aumentando”... sim, a mãe se transforma em um lobo! 
E, então, a fantasia toma conta... 
Ouvindo a história
AQUI
Atividades
AQUI
Desdobramento
Lobo mau
Sequência didática
AQUI





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Mamãe trouxe um lobo para casa>A coleção de bruxas de meu pai>Pais separados > 04/02/2017

O livro, em forma de "vira-vira" – cada história em uma posição diferente (de cabeça para baixo) em relação à outra – destaca o comportamento dos filhos quando seus pais apresentam à família seus novos companheiros.
 Em Mamãe trouxe um lobo para casa, o narrador da história fala do namorado que sua mãe leva para casa e que, para ele, era como um ameaçador lobo! 
Já em A coleção de bruxas de meu pai, Marcela e o irmão Chico só pensam em afastar as namoradas que o pai lhes apresentava. 
Ambas as histórias retratam como uma situação, a princípio tão desafiadora para as crianças, pode lhes ensinar muito sobre si mesmos.



Os dois livros de estreia da autora na literatura infanto juvenil foram reunidos em edição comemorativa de seus 15 anos de atividades na área. 
Ambas narrativas são muito interessantes e abordam de maneira criativa as novas configurações familiares. 
A primeira nos apresenta a um menino que, repentinamente, tem que conviver com um lobo que sua mãe introduziu em casa como se fosse um animal de estimação comum. 
O menino fica aterrorizado e o modo como a autora constrói suas reações é especialmente divertido, pois ele pensa em tudo o que se conta a respeito de lobos nas histórias infantis, e suas hipóteses são desqualificadas pela mãe com a maior naturalidade. 
Aos poucos o menino passa a ter no lobo um companheiro, reconhecendo inclusive as “vantagens” de tê-lo por perto, e o lobo Levi vai se humanizando, passando a falar e até a andar em duas patas. Contribui muito para a riqueza da obra o fato de que o lobo não se transforma efetivamente em homem, nem é apenas uma metáfora do namorado da mãe separada. 
Ele é tudo isso mas continua sendo um lobo, com rabo peludo e tudo, sem perder sua literalidade. A outra narrativa segue na mesma linha, apresentando a “coleção” de namoradas do pai, todas bruxas, até que o pai resolva ficar com apenas uma delas.
 Outro ponto alto das duas histórias é que ambas são contadas do ponto de vista das crianças, o que confere muita graça e promove a identificação do leitor infantil. 
As ilustrações são muito expressivas, alegres e divertidas.
Fonte
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Levi é o lobo que chega para morar com uma mãe separada e muda radicalmente o cotidiano da família. 
Medo, ciúme e muita ação marcam o começo da relação entre o menino e o lobo. 
Mas, aos poucos, este antagonismo em relação ao novo “companheiro” vai se transformando em parceria e cumplicidade. 
A reconstrução da vida afetiva e familiar da mãe descasada – tema delicado e polêmico – é contada aqui com muita sensibilidade, humor e fantasia.

Aula
Convivendo com pais separados
Mural/Atividade
Texto  reflexivo e pedagógico
+
Sugestão de atividades

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Marcela e Chiquinho estão com muito ciúme - e um pouquinho de medo - da nova coleção do pai: ele anda fascinado por bruxas! 
Todo cuidado era pouco, mas eles acabam ficando "encantados" por Circe, uma das "bruxas", que também já havia enfeitiçado o pai. 
Rosa Strausz mergulha no universo das relações familiares contemporâneas, com humor e poesia. A leveza e agilidade do texto são reforçadas pelas ilustrações de Fernando Nunes, que praticamente reconta a história através.
A menina Marcela coleciona papéis de carta ,seu irmão se chama Chico coleciona carrinhos, já completou mais de 5 álbuns de figurinhas.
Seus pais se separaram ele passou colecionar bruxas, todas são diferentes umas com     verruga no nariz ,nem chapéu pontudo,algumas eram dentuças,outras meio barrigudas ,outras magrelas,outras tinham olho arregalado,umas tinham pernas grossas ,outras pernas finas umas usavam salto alto,outras usavam tênis sujos. 
Os filhos pediam para o pai parar de colecionar bruxas dando outros presentes,mas não tinha jeito.
No outro dia já estava colecionando bruxas novamente .
No final contou para os filhos que na verdade ele também era uma bruxinha.








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quinta-feira, fevereiro 02, 2017

O menino Pedro e seu boi voador>Estímulos folclóricos>02/02/2017


Ana Maria Machado

"Folclore é uma conjunto de coisas que todo mundo sabe, sem saber quem ensinou" (Marcelo Xavier).
É uma maneira de agir e pensar de um povo com as qualidades e os atributos que lhe são inerentes, seja qual for o lugar, o tempo ou a cultura. 
Pensando nisso, Ana Maria Machado escreveu o livro "Menino Pedro e seu boi voador", uma história que usa o personagem folclórico boi-bumbá como um grande amigo de Pedro. Num belo dia, o menino chega da escola contando que tem um novo amigo, um boi.
 Sua família não acredita, acha que não passa de uma grande imaginação, até que num jantar uma bela surpresa! Um boi voador entra pela janela e come a comida de todos!




Provavelmente nos recordamos, até hoje, dos amigos imaginários que tínhamos quando crianças. É uma brincadeira saudável, e bastante divertida, imaginar heróis, personagens e amigos. Toda criança passa por isso e com o Pedro, personagem do livro O Menino Pedro e seu Boi Voador, não poderia ser diferente.

Pedro idealizou um amigo imaginário que jurava ser real. Mas não se tratava de um amigo qualquer, e sim de um personagem muito singular chamado Boi Voador, idêntico ao lendário Boi Bumba. Este tal amigo o acompanhava para todos os lugares possíveis e sempre que o menino falava a seu respeito era motivo de brincadeiras e chacotas. Mas ele estava tranquilo porque sabia que podia provar a existência do Boi Voador. E será que ele conseguiu tal proeza?

"E então ele entrou voando, leve e lindo, brilhando e reluzindo. Um maravilhoso Boi Voador, Boi-Bumbá em todo seu esplendor. Negro como a noite mais profunda e cheio de estrelas, flores e brilhos de beleza. E enquanto ele voava, as franjas coloridas de seu manto dançavam com o vento. E tudo em volta aparecia nele por um momento. E os espelhinhos de sua garupa estrelada faziam uma festa de gala, refletiam cada pessoa e cada coisa da sala. E cada um, brotando no brilho antigo, voava uma voltinha com o boi manso e antigo." (trecho de O Menino Pedro e Seu Boi Voador)
Fonte
   (...)Em O menino Pedro e seu boi voador, a história transcorre em um ambiente mais do que ordinário. Pedro é uma criança de classe média, que tem pai, mãe e irmãos. Um dia, ele chega do colégio e diz à mãe que ganhou um colega novo – um boi voador. A mãe e o pai argumentam com a criança, tentando uma racionalização daquela sua história: o que ele chama de boi voador deve ser um enfeite, igual ao que se encontra na casa da tia Guguta: Aquele boi não é voador, está pendurado só para enfeitar. É uma cópia da fantasia que os homens usam para dançar nas festas do Bumba-meu-Boi.           
          A irmã manda que ele invente outra história mais interessante, e o Pedro retruca com raiva: Não estou inventando porcaria nenhuma. É verdade verdadeiríssima. O irmão Rodrigo também não vai na conversa do menino:                        
          Rodrigo, como era um irmão mais velho muito paciente, foi explicando:        
          - Pedro, boi não voa. O que voa é super-homem, o ultraman, foguete interplanetário, aqueles homens-pipas que pulam na praia... Até o homem-aranha precisa de teia, até o Batman precisa de batcorda. Esse teu colega deve ser um truque desses. Ou então é pó de pirlimpimpim, que nem nas histórias de Monteiro Lobato ou Peter Pan. Mas voar? Não pode ser, meu irmão. É impossível.                       
          - Mas ele voa, Rodrigo. Voa que eu já vi.                       
         - Para cima de mim com essa conversa? Nem vem que não tem...            
         Mas, apesar das objeções e das gozações da família, Pedro continua afirmando que seu novo colega é um boi voador. A essas alturas, o leitor talvez até estivesse convencido de que, no final, a fantasia iria para as cucuias. Nada disso. E o desfecho da história é uma lição de como escrever história para criança. Era domingo, e a família estava à mesa para o almoço. Pedro levantou-se e foi buscar um prato para o amigo – ele avisara à mãe que o Boi Voador iria almoçar com eles. Quando o almoço é servido, o menino vai colocando comida no prato do amigo. Levanta-se e, pouco ligando para a gozação da família, vai à janela e grita: Boi Voador! Boi Voador! Vem logo, que a comida vai esfriar.           
          E a autora faz uma bela descrição da entrada do Boi Voador na sala:           
          E então ele entrou, leve e lindo, brilhando e reluzindo. Um maravilhoso Boi Voador, Boi-Bumbá, em todo seu esplendor. Negro como a noite mais profunda e cheio de estrelas, flores e brilhos de beleza. E enquanto ele voava, as franjas coloridas de seu manto dançavam com o vento. E tudo em volta aparecia nele por um momento. E os espelhinhos de sua garupa estrelada faziam uma festa de gala, refletiam cada pessoa e cada coisa da sala. E cada um, brotando no brilho antigo, voava uma voltinha com o boi manso e amigo. E os adultos tiveram que aceitar como realidade a fantasia do menino Pedro: Ficaram todos tão embevecidos com o boi voador que nem notaram que de repente toda aquela beleza virou surpresa.
          É, tiveram que aceitar, porque contra fatos não há argumentos.
          O mesmo caminho da aceitação da fantasia infantil trilhou Rachel de Queiroz em O menino mágico. Um belo dia, Daniel foi dormir em um quarto e acordou em outro. Pronto, foi aí que o menino descobriu que era mágico, pois aquela mudança misteriosa só podia ser arte de mágica. Durante toda a narrativa, o menino, acompanhado do primo Jorge, o lado pragmático da existência (algo como D. Quixote e Sancho Pança), opera pequenos milagres ou pequenas mágicas: apertou um ovo e, quando abriu a mão, viu um pinto (a cozinheira até pediu as contas, com medo do menino feiticeiro); transformou a cama em avião e saiu voando por entre as nuvens (foi até o Ceará e só não desceu do avião, porque demoraria muito e os pais podiam achar ruim e acabar com todas as mágicas); provocou uma ventania; transformou a água do mar em coca-cola; consertou o motor do carro de uma moça, em troca de uma carona, só com a imposição da mão sobre o que achava que devia ser o carburador; e fez mais um monte de mágica. Até que, no desfecho da história, quando a leitor imagina que o menino vai ser desmascarado, eis que ele transforma, na frente de toda a família, um pedaço de papel enrolado em um charuto para o avô.            
          E aí todo o mundo viu, espantado, que o avô tinha na boca um charuto de verdade, bem aceso e fumegando que era ver uma locomotiva velha!           
          Rompeu tudo a bater palmas, e até os dois pais faziam cara de riso.            
          Então Daniel e Jorge se puseram um ao lado do outro, botaram a mão no peito e se curvaram agradecendo, que era mesmo ver um mágico e o seu secretário agradecendo ao público no picadeiro de um circo! A intenção de Rachel de Queiroz é a mesma de Ana Maria Machado: dar crédito à fantasia da criança e deixar que ela a desfrute, até que a própria natureza lhe diga ser hora de parar. Observe-se que tanto em um livro quanto no outro a fantasia infantil corre o risco de desaparecer, quando é confrontada com o mundo dos adultos, com seus dogmas e seu pragmatismo. É sempre o adulto que põe em risco o mundo mágico da criança. E isso também acontece na vida real. O adulto sempre reage ao encantamento infantil, com a indefectível ressalva: Mas isso não pode acontecer. É tudo fruto de sua imaginação. E são raras as crianças que têm coragem de contra-argumentar, como fez meu afilhado Artur, quando tinha, talvez, sete ou oito anos.
          O causo foi o seguinte: ele tinha que fazer uma pesquisa de Ciências, sobre a sombra. Então, perguntou à mãe:
          - Mãe, é verdade que quando a sombra da gente desaparece a gente morre.
          E a mãe, com o ranço de todo adulto, quis jogar um balde de água fria na cabeça do menino:
          - Que besteira é essa, Artur, não existe essa história de sombra desaparecer, não.
          - Existe, sim, devolveu o menino. Se tem na minha imaginação é porque existe.
          E aí, leitor, você já viu um argumento mais convincente na sua vida? Eu não. Nem mais convincente nem mais bonito.

          Como seria bom e saudável se os adultos deixassem as crianças desfrutar do mundo mágico criado pela imaginação delas. Elas vão ter tempo demais para sofrer o real. E a literatura existe é para isso mesmo – abrir as portas do maravilhoso e, depois, na hora certa, ajudar a entrar na realidade. Vivcncia Jaguaribe
Sugestão: AQUI
Página 95 inicia-se a unidade sobre aspectos nordestinos
Na página 99 tem um trecho da história de Ana Maria Machado
E mais nas páginas 116,117
O link AQUI
PDF/Produção de texto: AQUI
Ouvindo a história
Sugestão de atividade pós-vídeo: liste tudo aquilo que conseguir lembrar que faz parte do grupo extraordinário de coisas que os adultos não iriam acreditar. Depois crie muitas possibilidades com elas: histórias, desenhos, poemas, brincadeiras, brinquedos…AQUI





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terça-feira, janeiro 31, 2017

O distraído sabido>Estímulos e observações>31/01/2017



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Ana Maria Machado
Alguém distraído e sabido? 
Será que pode Haver? 
Leia ou escute esta história e você irá saber!
 É a história de Pedrinho, um menino igual a você, mas que prestava atenção a coisas que ninguém vê. Pois a vida apresenta tanta beleza pra gente, que uns a veem de um jeito, outros veem diferente!
Pedrinho era um menino que parecia viver no mundo da lua. Se pediam a ele para buscar alguma coisa, esquecia ou nem saía do lugar.
 Na escola, os colegas achavam graça no olhar distraído do menino. 
Um dia, os amigos foram fazer um piquenique no grande parque da cidade e depois de tanto brincar, correr, rir e se deliciar com muitas guloseimas, acabaram se perdendo. 
Uns diziam que o caminho era para a direita, outros, para a esquerda, até que Pedrinho disse a todos que ele sabia voltar. 
Todos ficaram surpresos, afinal de contas, o menino era muito distraído, como é que sabia a direção certa?
 É que Pedrinho prestava atenção em coisas que ninguém via!
 Ana Maria Machado oferece-nos uma história alegre e de muita sensibilidade, lembrando-nos de que nem todo mundo vê a vida do mesmo jeito.
Ouvindo: AQUI
Proposta de trabalho\; AQUI
Ouvindo: AQUI







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segunda-feira, janeiro 30, 2017

Sem pé nem cabeça>Estímulos engraçados>30/01/2017


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A partir de expressões formadas com a palavra 'pé', o texto é uma sucessão de frases predominantemente interrogativas, desvinculadas umas das outras, que exploram ambiguidades geradas pelas diferenças existentes entre sentido próprio e sentido figurado das palavras.
O resultado é o humor vindo do inesperado ou do inusitado das questões.

Livro

Sentido lateral e figurado
Pé com pé/canção
Atividades

Livro
Peregrino e Petrônio
O livro do pé





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