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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
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sexta-feira, janeiro 31, 2020

Tenho inveja>Diogo e Diego discutem>Hora da história>Compartilhar>31/01/2020




Tenho inveja
Quando estou com inveja sinto-me como… um monstro de olhos verdes todo torcido lá por dentro… Um cão que tem inveja do gato que está ao colo do dono.
Quando estou com inveja… fico amuada no meu quarto, não falo com ninguém. Faço um desenho e depois rabisco-o todo por cima.
Há muitas coisas que me fazem inveja.
Quando a minha irmã pequenina está a aprender a andar e a Mãe e o Pai parece que não reparam em mim… eu fico com inveja.
Quando o meu vizinho do lado recebe uma bicicleta nova… eu fico com inveja.
Mas a minha bicicleta anda bem depressa, mesmo sem ser nova!
Quando o meu irmão e eu jogamos jogos, ele ganha sempre e eu fico com inveja.
Quando a minha melhor amiga vai lanchar a casa de alguém, eu fico com inveja e digo que nunca mais brinco com ela. Mas depois telefono-lhe e peço desculpa, porque sei que todos temos amigos.
Quando a minha irmã faz anos e recebe montes de prendas, todas para ela… eu fico com inveja. Mas depois penso que daqui a um mês e vinte e cinco dias as prendas são todas para mim!
Quando a minha professora escolhe outro menino para dar de comer aos peixes, eu fico com inveja. Mas depois ela escolhe-me para distribuir os livros novos, e eu ainda gosto mais de fazer isso!
Quando o meu irmão mais velho vai para casa dos avós… eu fico com inveja. Mas a Mãe disse que a minha amiga Sofia pode dormir cá em casa, e eu sei que vamos divertir-nos imenso.
Quando fico com inveja, sinto-me melhor se me lembrar de todas as coisas boas que tenho.
Sinto-me melhor se conseguir alegrar-me com os meus amigos pelas coisas que eles têm.
Sinto-me melhor se o Avô falar comigo. Ele parece que sabe mesmo o que eu sinto.
Sinto-me melhor se pensar numa coisa mesmo boa que me vai acontecer daqui a pouco tempo.
Mas às vezes eu faço coisas que levam os outros meninos a ficarem com inveja…
Se eu me gabar de ter muitos brinquedos… ou de ser a melhor de todos na natação.
Por isso, da próxima vez que tiveres inveja, lembra-te de que às vezes os outros meninos podem ter inveja de ti.
Alegra-te com as coisas que tens e deita essa inveja para o caixote do lixo!
Brian Moses

Diogo e Diego discutem
Os esquilos Diogo e Diego moravam perto um do outro. Eram como irmãos gémeos, embora Diogo tivesse uma cauda totalmente ruiva e a cauda de Diego tivesse alguns pelos brancos. Diogo tinha construído a sua casa no buraco de uma nogueira e Diego tinha escolhido uma aveleira. Cada um tinha decorado o ninho a seu gosto e gostavam ambos muito de cozinhar. Um dia, Diego levou um frasco de compota de avelãs a Diogo e este ofereceu-lhe licor de noz. Foi um comportamento gentil, não foi? 
E, contudo, nenhum deles pensou nisso. Enquanto provava a compota, Diogo ia pensando: “Estas compotas de avelã têm um sabor delicioso de madeira recém-cortada, de manteiga e de trigo.” E a inveja apoderou-se dele. Enquanto sorvia o seu licor de noz, Diego resmungava: “Realmente, há quem tenha tudo. Este licor de noz é verdadeiramente suculento! Quando penso que o Diogo pode bebê-lo todas as noites.” E o seu coração encheu-se de amargura.
A partir desse dia, cada um olhava o outro com inveja. Quando Diego pensava no ninho soberbo de Diogo, com uma cobertura mole de penas de avestruz, tinha vontade de amuar até ao raiar do sol. Quando Diogo pensava na cama de rede que Diego tinha fabricado, tinha vontade de lhe morder o nariz até fazer sangue.
Um dia, Diego cheirou um odor delicioso de Pinhão nº 5.
— Cheira tão bem em tua casa — disse, sem conseguir esconder o descontentamento.
— Foi uma prenda da minha tia — respondeu Diogo, que semicerrou os olhos para ver melhor o boné de Diego, feito de plumas de avestruz cosidas à mão. “Trá-lo de propósito para me fazer inveja”, pensou logo Diogo.
— Que boné! — exclamou, fazendo uma careta.
— Oh, é uma coisinha de nada — respondeu Diego, que era muito vaidoso. — Trata-se de uma prenda da minha tia costureira.
Nessa mesma noite, Diego pensou no guarda-comida de Diogo e Diogo pensou no guarda-roupa de Diego. Quanto mais o tempo passava, mais eles pensavam no que não tinham: uma coleção de conchas de noz, um bocado de vaso encontrado num campo, uma espiga de milho para decorar a casa… A menor quinquilharia punha-os verdes de inveja. Tudo o que um deles tinha, o outro também queria ter. Chegavam a brigar duramente para arrancar das mãos do outro uma casca de noz ou um pedacinho de castanha.
Um dia, quando Diego encontrou um trevo de quatro folhas, Diogo pôs-se a choramingar: o trevo era seu, fazia parte do seu território. E quando Diogo apanhou um ramo de papoilas, Diego bateu à porta do amigo para lhe pedir metade do ramo. Diego teve ciúmes do aniversário de Diogo e Diogo teve ciúmes da tosse convulsa de Diego. Diogo teve ciúmes da varicela de Diego e Diego teve ciúmes da constipação de Diogo.
Os ciúmes e a inveja davam-lhes dores de barriga. “Alguém me quer mal”, pensava Diego, “a floresta já não gosta tanto de mim, já não me dá tantas coisas como outrora”.
Acabaram por fazer tanta algazarra que todos os vizinhos do bosque (as rolas, as andorinhas, as pombas e os ratos) se reuniram para trocar impressões.
— Não estamos para aturar as vossas disputas!
— Falem mais baixo
— Já ninguém se entende!
Toda esta barulheira acabou por chegar aos ouvidos da Grande Coruja, que se deslocou pessoalmente para avaliar a disputa.
Ouviu então as queixas dos dois esquilos.
— O ninho dele é mais macio do que o meu!
— O dele é maior do que o meu!
— Até teve a varicela!
— E ele teve a tosse convulsa!
— Pois, mas a varicela é melhor do que a tosse convulsa! Faz comichão, mas não dói tanto!
A Grande Coruja ria-se por detrás dos seus óculos.
— Daqui a pouco quem tem ciúmes de vocês sou eu. Vocês têm tantas coisas. E, no entanto, não estão contentes. Isso é pena!
A Grande Coruja continuou, olhando-os através dos seus óculos enormes:
— Se eu fosse Diego, gostaria de ser Diego. E se fosse Diogo, gostaria de ser Diogo. Se fosse a ti, Diego, teria orgulho em ter um amigo como o Diogo. E tu, Diogo, devias estar contente por teres um amigo que faz compota de avelãs tão bem! Vou ensinar-vos como uma pessoa aprende a gostar ainda mais de outra. Diego, tu vais dar compota de avelãs ao Diogo e vais fazer para ele um boné de plumas. Quanto a ti, Diogo, vais fazer licor de noz para o Diego e algumas almofadas para ele decorar o seu pequeno ninho. Sugiro ainda que, de vez em quando, troquem de casa. Terão assim a impressão de ir de férias.
E foi o que aconteceu. Diego fez um boné de plumas soberbo para o seu amigo Diogo usar no Inverno e Diogo fez pequenas almofadas cheias de lasquinhas de avelã trituradas para Diego. De vez em quando, durante o fim-de-semana, trocavam de casa, só para sentirem como as suas próprias casas eram confortáveis. Diogo e Diego tornaram-se os melhores amigos do mundo.
Sem saber como, pode ter exacerbado, ou exacerbar, a inveja entre os seus filhos. Evite fazer deles uns clones. Não os vista de igual e realce as diferenças entre eles, já que é nas semelhanças que a inveja se cristaliza. Se acha que são ambos excelentes na natação ou na pintura, cada um deles tentará sempre exceder o desempenho do outro. Mas se sublinhar que o Tiago é excelente em xadrez e que a Ágata é ótima em música, não os situará no mesmo plano, antes ajudará a confirmar a individualidade de cada um deles.
Evite falar deles no plural: “Vocês são insuportáveis!”, “São sempre os mesmos!”. Prefira “Benjamim, tu que és muito forte, vem ajudar-me.” Privilegie os momentos que passa com cada um. À noite, não hesite em dizer-lhes, separadamente, o quão gosta deles.
Mas não tente estar sempre a compensá-los. Se o mais velho fizer anos, o mais novo tem de perceber que não vai ter prenda, porque a sua prenda é-lhe dada no seu aniversário.
Seja discreto. Não tente ser sempre o centro dos seus jogos e atenções. Deixe-os viver a vida como irmão e irmã. Isso ajudá-los-á a entenderem-se melhor.
Os dois amigos que são como irmãos têm cada um a impressão de ser menos mimado. Diga ao seu filho que o coração das mães é elástico e que consegue dar a mesma quantidade de amor a uma, duas, três, dez ou doze crianças.
A Grande Coruja propõe uma solução: oferecer-se coisas diferentes, ajudar-se mutuamente, tirar partido daquilo que o outro faz. Quando se é irmão ou irmã, ou irmãos, o melhor a fazer é emprestar coisas mutuamente, ajudar-se e amar-se. Pergunte-lhe se não acha que, quando estamos em guerra, perdemos sempre.Fonte 



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segunda-feira, outubro 28, 2019

Malandragens de um urubu>O urubu vaidoso>Urubu não come chuchu>Fábula/O sabiá e o urubu>28/10/2019


Sylvia Orthof
MALANDRAGENS DE UM URUBU conta a história de um urubu espertalhão. Em mais uma de suas trapaças, o urubu prende uma pomba-rolinha numa gaiola e pretende ganhar um bom dinheiro ao vendê-la. Mas o que para o urubu parecia uma jogada de mestre acaba por se transformar numa lição de liberdade.

MALANDRAGENS DE UM URUBU narrada e musicada na maravilhosa Coleção TABA para crianças. Histórias lindas para cantar, dormir, sonhar... Conteúdo exclusivamente brasileiro e educativo que contou com a colaboração de autores como Maria Clara Machado e com músicas interpretadas e escritas por músicos como Chico Buarque de Hollanda, Caetano Veloso, Gilberto Gil entre outros. Visite o canal GoodBrainstorms e encontre muito mais dessa coleção de vinis que marcou época e deixou saudade.

Você sabia?
Muita gente acha o urubu um bicho detestável. É verdade que ele come carniça, adora lixo e é meio sinistro. Mas também é ecologicamente correto, voa como ninguém e possui admiradores no Brasil, no mundo e até na Internet. O que você não imaginava é que ele fosse parente da cegonha e da garça. Cientistas americanos descobriram que o troncho urubu é o patinho feio de uma família elegantésima. Continua:  AQUI

Como trabalhar com contos de artimanhas
O papel ecológico do urubu
Ciência do cotidiano
A festa no céu+ atividades
+ Festa no céu
AQUI
U de unha e urubu...


Essa atividade educativa, para crianças da Educação Infantil, da vogal “U” objetiva iniciar as crianças no processo de letramento e alfabetização e prepará-las para reconhecimento das letras e posteriormente para leitura e escrita. Esta atividade possibilita que as crianças aprendam de maneira lúdica a reconhecer a vogal “U”, desenvolver habilidades de coordenação motora fina e expressão artística com a pintura dos desenhos. Por ser uma atividade lúdica, pode ser utilizado por pais e/ou educadores (as), em casa ou na escola, para garantir uma aprendizagem mais estimulante para as crianças.  AQUI

O urubu vaidoso e interpretação
AQUI
Urubu para colorir
AQUI
Bichonário desenho de urubu






Fonte

O Urubu/Ferreira Gular

– Doutor Urubu,

a coisa está preta!
A falta de chuva
matou a colheita
– queixou-se a Raposa. –
A fome é geral.
Até já me sinto mal!
E o Urubu, muito prosa,
mal disfarçando a cobiça:
– Tudo no mundo depende
do nosso ponto de vista…
Não acha, amiga ardilosa?
Para quem come carniça,
a coisa agora está branca,
ou melhor, está cor-de-rosa

Aula/imagens de animais na poesia
AQUI
Aula/que bicho é esse?
AQUI



Alessandra Roscoe

A Coleção Bicho Não apresenta as cinco vogais do alfabeto em textos sonoros e engraçados, além de ilustrações coloridas e cheias de detalhes que encantam as crianças, ideais para a leitores iniciantes e também para a leitura em família. O urubu é meio enjoado para comer e é diferente de outros animais: urubu não pula como o canguru nem rasteja como a surucucu. Mas onde será que ele quer fazer seu ninho? Conheça ainda, na mesma coleção, a minhoca que não come pipoca, o jacaré que não tem chulé, o jabuti que não lê gibi e o mico que não usa penico. Um livro para: • explorar as vogais com rimas; • divertir-se com as cores, formas e surpresas das ilustrações; • desenvolver as habilidades de leitura.

Minhoca não quer pipoca( desta coleção acima)
Denise Martins/Cíntia Amorin
O livro "O voo do Xico", das autoras Denise Martins e Cíntia Amorin, foi adotado em diversas escolas da região metropolitana de Belo Horizonte, como Escola da Serra, Sesi Barreiro, Sesi Vale do Jatobá e Colégio Batista. A obra, que conta a história do bondoso Urubu Xico (Xico com xis mesmo), é mais um dos livros da Uni Duni Editora que inserem à consciência das crianças a necessidade de se preservar e cuidar do meio ambiente.
O urubu Xico sai do conforto de seu lar e vai espalhar suas ideias para fazer a diferença no mundo. Xico utiliza todo seu talento como músico e poeta para cativar as pessoas e os animais, priorizando a mudança de hábito e atitude em relação à natureza, independente de etnia ou cor. Com muita persistência, o urubu coloca mais uma gotinha no mar de bons exemplos para a preservação do meio ambiente.


Fábula: O sabiá e o urubu( inveja)
Interpretação
AQUI
AQUI



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domingo, julho 21, 2019

Sete cachorros amarelos>Gênero conto>Gildo>Incrível Gildo>Atividades PDF>21/07/2019

Sete Cachorros Amarelos  - Grupo Brinque-Book

Autora: Silvana Rando
Ilustradora: Silvana Rando
Temas: Ética / Conto / Narrativa visual / Animais de estimação / Humanos /Autoestima / Inveja

Esta divertida história faz valer o ditado: “a grama do vizinho é sempre mais verde” e permite trabalhar temas como humor e animais domésticos. 
Teodoro presta tanta atenção nos cachorros da vizinha que não repara como suas galinhas são especiais. 
Partindo desta premissa, a autora Silvana Rando constrói um conto cheio de humor, onde a graça nasce do contraste entre texto e imagem, já que a obsessão de Teodoro com os cachorros amarelos não permite que ele veja os truques fantásticos das suas galinhas, tão evidentes ao leitor. Simultaneamente, a vizinha lista as qualidades excepcionais de seus mascotes, mas as ilustrações permitem ao leitor perceber que os cachorros não são tão habilidosos como as galinhas de Teodoro. 
Desta forma, esta história lembra ao leitor, por meio da ficção, que na realidade nem tudo é o que parece ser.

Atividade sugerida
Ouvindo: AQUIAQUI
Atividade PDF: AQUI
Aula sugerida: Gênero conto: AQUI

E o incrível Gildo
Gildo  - Grupo Brinque-Book
Silvana Rando
Em um dia de inspiração, Gildo, com o apoio da irmã Laurinha, do pai, da mãe e dos amigos, começa a escrever um livro - uma incrível narrativa assustadora sobre monstros! Nesse processo de escrita, como não quer desapontar ninguém, o elefante busca ouvir e atender à opinião de todos, porém isso não é tão simples quanto parece. Os monstros ferozes, agora, são bons monstros bailarinos que recebem a visita de extraterrestres e são atacados por um robô malvado... ou por piratas? Ou por uma rainha má? Mas e a opinião de Gildo? Como ele gostaria de terminar essa história? Ainda bem que a Socorro tem um conselho especial para dar ao amigo elefante.Nessa obra, o leitor irá encontrar uma narrativa dentro de outra - uma, terna e delicada; a outra, mirabolante, assustadora e divertida!

Leitura/Imagens/Sem textos: AQUI
Poesia visual: AQUI
Projeto: AQUI
+Atividades: PDF  AQUIAQUIAQUIAQUI

Sugestão de artes

Temas: Imaginação / Criatividade / Relacionamento familiar / Amizade / Cooperação / Autoconfiança / Cotidiano Faixa Etária: A partir de 2 anos (leitura compartilhada) / 6 anos (leitura independente) Proposta de: Clara de Cápua Indicação: Fundamental I (2.o e 3.o anos) Monstros de feltro e retalhos de tecidos: Os personagens do livro de Gildo são visualmente muito interessantes, em especial os monstros coloridos e peludos! Uma ilustração na página 24, entretanto, nos revela que eles foram inspirados em um brinquedo de Gildo. Que tal fazer o caminho de volta e transformar esses personagens em brinquedos reais para a turma? Lance o desafio de criar um monstro tridimensional. Existem várias técnicas e materiais que podem ser utilizados nessas criações. Como sugestão, fica a proposta de utilizar feltro recheado com retalhos de tecido, para criar os corpos (na impossibilidade da fibra de silicone como recheio), e lã para os pelos. Os remendos podem ser feitos tanto com linha e agulha grossas como com cola quente, a depender das habilidades manuais das crianças. O importante é soltar a imaginação e permitir o exercício da criatividade sob uma perspectiva manual. Sinopse do livro: Em um dia de inspiração, Gildo, com o apoio da irmã Laurinha, do pai, da mãe e dos amigos, começa a escrever um livro – uma incrível narrativa assustadora sobre monstros! Nesse processo de escrita, como não quer desapontar ninguém, o elefante busca ouvir e atender à opinião de todos, porém isso não é tão simples quanto parece.AQUI




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domingo, maio 07, 2017

O sapo e o boi>A rã invejosa>A rã que queria ser maior que o boi>07/05/2017



fábulas

De Esopo

Há muito, muito tempo existiu um boi imponente. Um dia o boi estava dando seu passeio da tarde quando um pobre sapo todo mal vestido olhou para ele e ficou maravilhado. Cheio de inveja daquele boi que parecia o dono do mundo, o sapo chamou os amigos.
– Olhem só o tamanho do sujeito! Até que ele é elegante, mas grande coisa; se eu quisesse também era.
Dizendo isso o sapo começou a estufar a barriga e em pouco tempo já estava com o dobro do seu tamanho normal.
– Já estou grande que nem ele? – perguntou aos outros sapos.
– Não, ainda está longe!- responderam os amigos.
O sapo se estufou mais um pouco e repetiu a pergunta.
– Não – disseram de novo os outros sapos -, e é melhor você parar com isso porque senão vai acabar se machucando.
Mas era tanta vontade do sapo de imitar o boi que ele continuou se estufando, estufando, estufando – até estourar.
Moral: Seja sempre você mesmo.
O sapo e o boi
Aula
Fábula+ atividades
Desenho para colorir

Ouvindo a fábula/Quintal da cultura



Atividades: AQUIAQUI
PDF: Algumas fábulas : AQUI

Ouvindo: A rã invejosa: AQUIAQUI



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