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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Mostrando postagens com marcador Volpi. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, maio 19, 2023

Sarau literário bandeirinhas de Alfredo Volpi>Linguagem e artes> Era uma vez três...Volpi>20/05/2023



No final da década de 1940 e ao longo da década de 1950, Volpi começou a representar as fachadas de edifícios e bandeiras tradicionais. As bandeirinhas eram bandeirinhas, associadas ao folclore brasileiro e populares em festivais brasileiros, e assim serviram para localizar culturalmente sua obra.

As bandeirinhas entravam na obra de Volpi como signos abstratos. Elas permitiram ao pintor explorar a geometrização das formas, no sentido das sínteses, da depuração e da abstração.

O mês de junho no Brasil é celebrado também como o das tradicionais festas juninas país afora. E um dos principais símbolos dos festejos são as bandeirinhas, que decoram ruas e salões. Nesse cenário, é impossível não lembrar de Alfredo Volpi, que muitos lembram justamente como “o pintor das bandeirinhas”. 

Pensando nisso, hoje traremos sua biografia, pois para além das suas famosas pinturas com bandeirinhas, também falamos de um dos mais importantes artistas da história do país. No entanto, talvez muitos não saibam, mas ele é italiano de nascimento. Sobre Volpi: AQUI

Atividades PDF: AQUI, AQUI, AQUI

Releitura barco com bandeirinhas e pássaros: AQUI

Sugestão de xilogravura/Como fazer/ Que tal  com bandeirinhas? AQUI

Neste vídeo, vamos conhecer um elemento sempre presente nas Festas Juninas, as bandeirinhas. Vamos conhecer Volpi, o artista que se encantou pelas bandeirinhas e vamos descobrir como identificar e fazer sequências de cores. AQUI

Temas populares na obra de Volpi: AQUI

No Linguagem: Volpi: AQUI

Volpi e as artes: AQUI

Bandeirinhas pra todo lado: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI

Volpi e as figuras geométricas: AQUI

Criando e reinventando Volpi: AQUI

Trabalhando Volpi: AQUI

Descrevendo sua obra

Alfredo Volpi.
Fachada das Bandeiras Brancas, déc. 1950.
Óleo sobre tela, 155 x 102 cm. Coleção Particular


A obra de Alfredo Volpi, Fachada das Bandeiras Brancas, é uma obra bastante simples do ponto de vista técnico. 
Apresenta apenas três cores: branco, azul e marrom e, as formas escolhidas pelo artista também são muito simples. 
Bandeirinhas são quadrados recortados por triângulos, telhados são retângulos marrons horizontais e as portas, retângulos verticais. 
Cada porta tem batentes brancos que formam arcos compostos por quatro triângulos marrons. Tudo muito simples. Apesar das poucas cores e formas, vemos claramente as casas, a rua e até profundidade no chão de terra batida.
O conteúdo do quadro é muito simples: casinhas em estilo colonial, muito humildes, bandeirinhas que são usadas nas festas populares, a economia das formas e das cores.
Não posso ficar apática ao olhar para essa tela. Sua simplicidade me remete à minha infância simples em uma pequena cidade do interior de São Paulo. Na época, a rua em que vivia era repleta dessas casas e o povo enfeitava as ruas de bandeirinhas na época das festas. 
Não só nas festas juninas como muitos pensam, e de pronto rotulam as obras de Volpi, mas em todas elas. As bandeirinhas eram símbolo de festa e se havia alguma, lá estavam elas para colorir a cidade. Fonte

Era uma vez três: Ana Maria Machado
Era uma vez três é resultado da colaboração entre Donatela Berlendis, Ana Maria Machado e Alfredo Volpi. Na narrativa da consagrada autora de literatura infantil, a palavras dialogam com as pinturas coloridas e cheias de alegria do mestre brasileiro. Fachadas de casas simples do povo, barquinhos encimados por bandeirolas e passarinhos, mastros de festas juninas, telhados de igrejas, entre outros, ecoam nas coloridas de letras e imagens, em que neta e avó trilham caminhos iniciados na parlenda e emaranhados nos confins da pintura, da literatura e do amor.
Ouçam a história: AQUI



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domingo, junho 19, 2022

Milho/Uma celebridade pipocante>Entrevista>Musicalização/Arraiá do Volpi>Espantalhos>19/06/2022


Milho uma celebridade pipocante/Entrevista

Muito famoso no ciclo junino brasileiro ele é uma celebridade de várias facetas. De passagem pelo período junino, é claro que a gente não poderia deixar de trazer ele aqui para saber sobre os motivos de sua fama nesta época do ano. Com muita dificuldade, pois sua agenda é cheia, trouxemos o célebre Mister Milho para um bate papo exclusivo com o Varejito. Na sequência ele fala um pouco sobre o que faz durante as festas de São João, fala de suas receitas e diz, glamourosamente, porque ele é um cereal tão bonito e gostoso. Continua: AQUI

Dobradura /Milho: AQUI

Desenhando: AQUI

O espantalho geométrico: AQUI  

Cantando: Espantalho de chapéu: AQUI, AQUI

Dobradura/Espantalho: AQUI

Fafá conta: O grão de milho

Hoje a minha antena captou um conto da Costa do Marfim! Num longínquo reino africano, um rei sem descendentes adota três meninos e os educa como príncipes. Um dia, já se sentindo velho e cansado, ele dá um grão de milho para que cada um dos filhos o plante. Aquele que obtiver a colheita mais farta será seu sucessor no trono. Quem se tornará o novo soberano?

AQUI

Cantando:

De onde vem o milho: AQUI Ouvindo: AQUI

O pequeno grão de milho: AQUI

Experiência milho dançante: AQUI

Musicalização: Arraiá do Volpi: AQUI

Pareamento de cores com bandeirinhas: AQUI

Dobradura casinha decorada com tema de festa junina/Volpi: AQUI

Mais milho no Linguagem: AQUI   Espantalhos: AQUI

A galinha ruiva: AQUI

Plano de aula junino: Alinhado a BNCC AQUI



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quinta-feira, junho 17, 2021

Alfredo Volpi e as artes juninas>Atividades PDF>17/06/2021

 

Volpi o artista das bandeirinhas

Atividades Volpi PDF: AQUI, AQUI , AQUI, página 13AQUI, AQUI

Leia o texto( abaixo) sobre o artista Alfredo Volpi. E em seguida escolha uma das obras (abaixo) de Volpi e faça uma releitura. Lembrando que releitura não é uma cópia e sim um desenho que se assemelha (lembre) com a obra do artista. Você poderá usar diversos materiais e diversas formas. AQUI

Nesse vídeo trago uma atividade de apreciação das obras do pintor Alfredo Volpi e proposta de atividade de criação, usando a criatividade. AQUI

Aula/You tube/Quintal da cultura: AQUI

Releitura: AQUI, AQUI, AQUI

Biografia: AQUI

Temas populares na arte de Volpi/Aula: AQUI, AQUI, 

Releitura/Artes/Passo a passo: AQUI

Volpi no Linguagem e Afins: AQUI

Festa junina na arte brasileira: PDF: AQUI



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domingo, maio 13, 2018

A arte pinta na festa junina>Trabalhando obras de arte>Releituras>Festas juninas>13/05/2018

Portinari

Colheita de milho/Portinari
Variadas obras: Tema junino
Volpi/Arte Naif


Projeto: A arte pinta na festa junina
(música,decoração,dança,movimentos e afins)

Descobrindo a festa junina
Arte e cores
Atividade arco íris festa junina

A origem da Festa Junina está ligada ao período da colheita dos alimentos nos campos de cultivo de todo o mundo. 
O solstício de inverno, ou o dia com a noite mais longa dos países do hemisfério Sul, determinou uma festa noturna e ao redor das fogueiras por conta do frio e do cozimento dos alimentos colhidos.
Explorar o tema e pintar:
A introdução da Festa Junina pode acontecer a partir: Das fotos dos eventos dos anos anteriores, momentos com músicas típicas,narração de histórias com o tema,apresentação de imagens e livros ilustrados com a celebração.
tabela festa junina 1

Tecido Chita e festa junina

Bandeirinhas, fogueiras,artes...

Festasjuninas_Portinari
AQUI

Releitura
Atividade


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quarta-feira, novembro 05, 2014

A raça negra nas artes de famosos> Estímulos artísticos> Conscientização negra> 05/11/2014

Homenageando a cultura afro/brasileira
apreciando e valorizando obras de artes

“Quero ensinar as crianças.
Elas ainda têm olhos encantados.”

 Rubem Alves


Resultado de imagem para mulata volpi

 Alfredo Volpi e sua obra de arte Mulata.

Embora nascido na Itália o pintor se considerava brasileiro de coração.
 A sua produção representa as cores, formas e a cultura do Brasil, alternando entre obras pintadas de maneira forte, colorida e vibrante e obras lúdicas, suaves e ternas.
Volpi pintou sua primeira obra aos 18 anos de idade e depois disso não parou mais. Andava pelos arredores da cidade de São Paulo, para onde se mudou com 18 meses de idade, observando paisagens, cores e luminosidade dos ambientes. 
Gostava de pintar ao ar livre, junto à natureza, e na época sua obra se assemelhava aos trabalhos dos impressionistas.
 Já em 1927 o pintor começava a trabalhar com referências modernistas, como na obra apresentada hoje. Mulata apresenta uma jovem, provavelmente Judith - que na realidade se chamava Benedita da Conceição -, o grande amor de Volpi. 
O quadro é considerado o primeiro do artista a conter referências modernistas.
 Nele, é possível observar o olhar e o movimento do rosto e do corpo da modelo. 
O artista parece ter capturado o momento exato em que ela se virava bruscamente.
FONTE AQUI
Releitura da obra
O trabalho com “Releitura de Obras” faz com que as crianças entrem em contato com o universo da arte de forma participativa; após apreciar e ter informações sobre determinada obra. 
Ao reproduzir esta obra, a criança desenvolve habilidades com: 
percepção, imaginação e amplia seu universo cultural.

Vejam  AQUI    sugestão de atividade sobre esta obra Mulata
"Não devemos ter medo de inventar seja o que for.
Tudo o que existe em nós existe também 
na natureza, pois fazemos parte dela."
Pablo Picasso
O Bananal
Lasar Segall


Segall está aí em sua fase brasileira (1924 – 1928) e, portanto, a obra “Bananal” traz bastante a temática comum aos modernistas da busca pelo nacional. 
Segall então passa a pintar cenas tropicais e muda sua paleta escura, que costumava ter tons ocres para retratas as consequências da guerra na Europa. 
Nesta obra, a figura centralizada e em primeiro plano de um homem negro é o elemento iconográfico mais forte da composição.
 Logo atrás dele, há uma densa plantação de bananeiras, que ocupam quase toda a superfície da tela, emparedando e acuando a figura do negro.
Fonte: AQUI
Releituras da obra



Tem mais AQUI


Fonte ( gazeta de Limeira)
Sugestão  de painel



Aula sobre descoberta das frutas
agregando a obra O Bananal
e releitura dos alunos
Passo a passo



O quadro chamou a atenção das crianças e muitos tentavam reconhecer as bananas no fundo verde pintado pelo artista.
 A figura de homem presente na obra de arte também despertou o interesse dos pequenos e alguns contavam que ele parecia um vovô, outros diziam que ele devia ser o Kirikú(personagem de uma lenda africana retratada em uma animação conhecida pelas crianças)... mas todos perceberam os traços fortes e expressivos daquele homem pintado por Segall.
 Observando a pintura, as crianças começaram a fazer as suas releituras. 
Com diferentes tonalidades da cor verde, pintavam as bananeiras e suas folhas. Alguns cobriam todo o papel, assim como Segall,outros procuravam dar formas às bananas.                                                       Continua
AQUI






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domingo, maio 20, 2012

Mais Volpi e bandeirinhas juninas> 20/05/12



Bandeirinha para todo lado!



Desenvolva atividades para a festa junina junto ao estudo das obras de Alfredo Volpi
Objetivos:
★ Enriquecimento cultural.
★ Conhecer e observar os diferentes tipos de arte, estilos e artistas.
★ Conhecer a técnica de pintura do Volpi.
★ Desenvolver sensibilidade, aprender a apreciar, criar, produzir e construir desenhos e pinturas a partir das obras de Alfredo Volpi.



Um dos maiores símbolos das festas juninas são as bandeirinhas. Por ser um evento de origem católica, muitos de seus símbolos tem um significado e a bandeirinha não poderia deixar de trazer uma representação. No início das comemorações dessa festa, os desenhos de santos ou frases religiosas eram exibidos nesses objetos e, então, as bandeirolas surgiram principalmente por causa de três santos: São João, Santo Antônio e São Pedro, em que eles eram pregados nas bandeiras para serem admirados durante os festejos.



Atentas à simbologia, as professoras Maira Xavier Salante e Giselle Magalhães Colli, do Colégio São Francisco Xavier, decidiram trabalhar em conjunto com as obras do pintor ítalo-brasileiro Alfredo Volpi, pois uma de suas características são as bandeirinhas e os casarios.
Os adereços multicoloridos na parte externa de bandeiras se tornaram sua marca registrada. As formas geométricas e as trocas cromáticas começaram nos anos 1970: Volpi preparava várias pinturas parecidas, alterando cores, no que os críticos definem como uma combinação inventiva. É a fase das bandeirinhas, sua maior contribuição para a Arte Brasileira Moderna, expressa em seu trabalho Bandeiras e Mastros.



1ª aula
Exploração sobre o tema; conversa sobre o artista; perguntar se alguém conhece, o que já ouviram falar etc.; contar sobre sua história, mostrar foto e algumas obras (ressaltar as formas utilizadas).



2ª aula
Mostrar as obras para as crianças em tamanho grande, para que possam observar os detalhes, conversar sobre o que estão vendo e eleger suas obras preferidas.






Mulata, 1927



3ª aula - A figura humana
Mostrar as obras para as crianças em tamanho grande, para que possam observar os detalhes, conversar sobre o que estão vendo e eleger suas obras preferidas.
1. Observar detalhes e pintar no fundo da imagem onde está a mulher.
2. Em sulfite, fazer o desenho de canetinha e lápis de alguém da sala.
3. Colar a figura no papel pintado.
4. Pendurar as obras na sala e observar diferenças e semelhanças, cada um conta quem desenhou.



4ª aula - Fachada festiva
Mostrar as obras para as crianças em tamanho grande, para que possam observar os detalhes, conversar sobre o que estão vendo e eleger suas obras preferidas.






Grande Fachada Festiva
1. Observar detalhes, escolher o fundo da folha e pintar.
2. Recortar quadrados e retângulos, para janelas e portas.
3. A professora recorta anteriormente as bandeirinhas e as crianças colam as janelas, as portas e asbandeirinhas.



5ª aula
Utilizar a obra Grande Fachada Festiva e pedir para as crianças contarem número de portas, bandeiras e janelas; fazer listagem em cartolina.



6ª aula






1. Observar detalhes, pintar o fundo da folha de azul-claro.
2. Pintar bandeirinhas de giz de cera.
3. Desenhar o barco na folha e pintar; recortar e colar bandeirinhas; desenhar os pássaros. Usar barbante para ser o fio que liga as bandeirinhas - e o palito de churrasco para ser o mastro do barco.



7ª aula
1. Pintar o fundo de uma caixa de pizza e, depois, colar glitter por cima.
2. Após, pintar bandeirinhas de verde e amarelo.
3. Colar bandeirinhas e fazer traços e contornos de caneta de retroprojetor.



Obra coletiva
1. Junte quatro cartolinas e, nelas, desenhe bandeirinhas.
2. Depois, peça para as crianças pintarem todas juntas com giz de cera e exponha na sala.



Você sabia?
Alfredo Volpi nasceu em Lucca, na Itália, em 14 de abril de 1896. Veio para o Brasil no ano seguinte, com os pais, que emigraram para São Paulo.
Você sabia?
Desde pequeno, Alfredo Volpi gostava de misturar tintas e criar novas cores. Esse talento o levou a trabalhar como pintor de frisos, florões e painéis nas paredes das mansões paulistanas.











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