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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sábado, julho 11, 2026

A lenda do Quibungo> Causos encantados>Bicho papão afro-brasileiro>Reescrita>Produção de textos> 11/07/2026

 


O quibungo (ou kibungo) é uma criatura lendária e folclórica originária de tradições africanas dos povos bantos (Angola e Congo), trazida ao Brasil durante o período escravocrata. Na África, a palavra significa literalmente "lobo", mas no Brasil ele virou um bicho-papão lendário focado em assustar crianças
Origem e Características
A figura é frequentemente descrita como um monstro metade homem e metade bicho. Suas características principais incluem: 
  • Uma boca enorme que vai do nariz ao umbigo, ou um grande buraco localizado nas costas (ou na nuca) que ele usa para engolir as vítimas inteiras. 
  • Hábito de rondar os campos, esconder-se nas sombras ou nas proximidades das casas para devorar crianças desobedientes ou que choram muito. 
  • É uma figura típica da literatura oral de raiz afro-brasileira, presente em histórias que misturam narrativa falada e partes cantadas.
Na etimologia, o termo deriva de línguas bantas, carregando consigo o peso cultural e a memória de povos escravizados, principalmente na Bahia, onde o mito se enraizou fortemente.
Na "linguagem" das lendas, ele divide o mesmo espaço sociocultural de outras assombrações folclóricas brasileiras que atuam como ferramentas disciplinares familiares, dividindo semelhanças com figuras como a Cuca, o Mapinguari, o Capelobo e o Tutu. Fonte Google
Para produzir um texto criativo sobre a lenda do Quibungo, siga esta estrutura:
1. Estrutura da Narrativa
  • Introdução: Apresente o personagem (ex: "Em uma noite escura...") e defina a regra: nunca desobedecer aos pais.
  • Complicação: O protagonista (uma criança teimosa) ignora o aviso e vai para a mata.
  • O Encontro: O Quibungo se aproxima. Destaque características como o barulho de seus passos e a famosa boca nas costas.
  • Desfecho: Como a criança escapou? Você pode usar o humor (o monstro se assusta com a coragem da criança) ou a moralidade (a criança aprende a lição). 
2. Dicas de Escrita
  • Suspense: Use frases curtas para aumentar a tensão quando o monstro estiver chegando.
  • Sonoplastia: Use onomatopeias para descrever o arrastar dos pés e o som da boca se abrindo.
  • Tradição Oral: Os contos originais costumam incluir cantigas. Crie uma pequena rima que o Quibungo canta enquanto caça. Fonte Google
Pinterest

Ouvindo: AQUI
A menina e o Quibungo: AQUI
Cantando: AQUI
Atividades: Produção de texto e interpretação: AQUI
Rapunzel e o quibungo: AQUI
Quibungo e causos encantados: AQUI
Lendas: AQUI
Desobediência: AQUI
Gênero contos/causos/esperteza: AQUI
Sopa de botão: AQUI
Folclore/Leitura informativa: AQUI
Coleção Luciana Garcia: Recomendo!!! Ricamente ilustrados, textos curtos.
O mais assustador do folclore: AQUI
O mais misterioso do folclore: AQUI
O mais legal do folclore: AQUI
Coleção folclore/Luciana Garcia: AQUI




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quinta-feira, junho 26, 2025

Fabulosos e assustadores criaturas e bichos do folclore brasileiro>Um passeio na floresta Amazônica>PNLD literário>Poemas>26/06/2026

 
Lalau/Laurabeatriz

A obra explora, de modo lúdico, rico e bem-humorado diferentes seres do folclore brasileiro. Os quatorze poemas ilustrados tratam de animais e criaturas fantásticos, e também assustadores, presentes em lendas, superstições e mitos de diversas regiões do país, como o Mapinguari, que acreditam ser descendente de uma preguiça-gigante pré-histórica da Amazônia; o Teju Jaguá, lagarto com sete cabeças de cachorro; o boi com asas, o cavalo que não se vê, a onça-anta e muitos outros. Ao final, há também um glossário que contextualiza cada um dos seres apresentados ao longo da obra.

Ouvindo: O livro é encantador e traz criaturas que habitam lendas, superstições e mitos do folclore brasileiro. As crianças não terão medo! Pelo contrário, o livro diverte, encanta e surpreende! AQUI

Conhecendo a obra: AQUI
Manual do professor: AQUI
Plano de aula: AQUI

Laurie Krebs/Anne Wilson


Três crianças curiosas passeiam na Amazônia e descobrem as maravilhas da maior floresta tropical do planeta. Do raiar do sol ao cair da noite, deparam com criaturas exóticas, como bichos-preguiça, botos-cor-de-rosa, borboletas-azuis, jacarés, rãs multicoloridas, saúvas, onças-pintadas, répteis e pássaros de todo tipo. E mais: aprendem a importância de conservar a fauna e a flora, bem como respeitar e preservar a cultura dos povos da floresta.

Ouvindo:  AQUI   AQUI
Manual do professor: AQUI
Plano de aula: AQUI

Floresta Amazônica: AQUI
Lalau/Laurabeatriz: AQUI
Gênero poema: AQUI
Amigos do folclore brasileiro: AQUI
Procura-se o Curupira: AQUI
Mitos: AQUIAQUI
O mais misterioso do folclore: AQUI
O mais legal do folclore: AQUI
Leitura coletiva: Folclore: AQUI





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quarta-feira, junho 18, 2025

Amigos do folclore brasileiro>O livro de ouro do folclore brasileiro>Folclore + Preservação ambiental>Diversidade cultural>18/06/2025

 
Jonas Ribeiro/Laerte Silvino

Este livro reúne lendas das cinco regiões brasileiras. Algumas são bastante familiares para nós. Pensando bem, essas lendas existem em nosso imaginário desde que nascemos.
 Existiram na história de nossos antepassados e ainda existem no imaginário e na história de nossos pais, avós, bisavós. 
A propósito, há algum personagem deste livro que você ainda não conhece? Vamos descobrir?
O livro reúne lendas das cinco regiões do país.
Região Norte: Curupira, Iara, Vitória-Régia.
Região Nordeste: Lobisomem, Barba Ruiva.
Região Centro-Oeste: Mula Sem Cabeça, Potira.
Região Sudeste: Chico Rei, Anhangá.
Região Sul: Negrinho do Pastoreio, Boitatá, Saci-Pererê.
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Amigos do folclore brasileiro ouvindo: AQUI
Curupira: AQUI
Yara: AQUI
Saci: AQUI
Lobisomem: AQUI
Potira: AQUI
Chico Rei: AQUI
Sugestão/Pintura/Lendas: AQUI

No dia 22 de agosto comemoramos o dia do folclore, mesmo o folclore não se resumindo apenas nas lendas, resolvi apresentar uma história da professora Alba Marília, na qual apresenta alguns personagens das lendas folclóricas brasileiras. AQUI AQUI

Sylvio Panza/André Valle

O folclore brasileiro é o resultado da mistura de diversas culturas, como a indígena, a portuguesa, a africana e de todos os povos de imigraram para o Brasil. 
Neste livro, você contará com a ajuda dos personagens do nosso folclore para aprender sobre literatura, lendas atividades, pratos típicos e costumes populares de todas as regiões do nosso país.

Ouvindo sobre a obra + atividade:   AQUI

O folclore do Brasil é fruto da miscigenação entre os saberes tradicionais dos nativos indígenas, povos africanos e europeus. Dessa união, nasceram as nossas lendas.

A relação entre folclore e a educação ambiental

Há um universo mágico que habita as mentes das crianças, repleto de personagens fantásticos e histórias que atravessam gerações. 
O folclore brasileiro é uma parte essencial desse mundo encantado, pois por intermédio dele revelamos nossas raízes culturais repletas de lendas e mitos que intrigam e fascinam as crianças. Mas você já imaginou como essas narrativas que encantam os pequenos podem também ser utilizados para conscientizá-los sobre a importância da preservação da natureza? 
Neste artigo, exploraremos a profunda relação entre o folclore e a educação ambiental, descobrindo como essas duas temáticas podem se entrelaçar para criar um aprendizado significativo.

O folclore brasileiro é um tesouro de histórias e personagens que têm raízes profundas em nossa cultura. Do Saci-Pererê ao Lobisomem, esses seres mágicos povoam o imaginário infantil e, ao mesmo tempo, podem ser pontes para ensinamentos valiosos sobre o meio ambiente. 
A relação entre o folclore e a educação ambiental reside na capacidade dessas narrativas de transmitir conceitos e valores fundamentais para a sustentabilidade. 
Vamos explorar na sequência como essa conexão pode ser trabalhada por pais e educadores junto às crianças.
Nossas lendas folclóricas são ricas em personagens que desempenham papéis fundamentais na defesa da natureza. 
O Curupira, por exemplo, é um guardião das florestas, que nos ensina a respeitar e preservar esses ecossistemas. 
Temos também a Iara, uma figura mítica associada às águas, cuja lenda pode nos lembrar da importância do cuidado e preservação de rios e lagos. 
Ao contarmos histórias sobre esses seres mágicos, possibilitamos um diálogo sobre a importância de proteger nossa fauna e flora, mantendo o equilíbrio ecológico. 
Assim, as crianças aprendem que a natureza não é apenas um cenário para as aventuras destes personagens, mas um elemento vital que merece cuidado e respeito, o que ajuda a incentivar nelas também uma ligação mais profunda com o mundo natural.
As lendas do nosso folclore frequentemente retratam interações entre seres humanos e seres mágicos, enfatizando a valorização de todos os seres vivos, independentemente de como eles se apresentam. 
Essas narrativas oferecem uma visão única sobre como nossa convivência com todas as formas de vida é fundamental para o equilíbrio da natureza. 
Ao explorarmos essas histórias, podemos transmitir às crianças a importância de respeitarmos não apenas os animais, mas também insetos e plantas que compartilham nosso planeta. 

Essa perspectiva enriquece a visão delas sobre a interdependência de todos os organismos e espécies, fortalecendo seu compromisso com a conservação e o respeito pela biodiversidade.

Nosso folclore e a educação ambiental encontram mais um ponto em comum quando falamos sobre as lições de responsabilidade identificadas em lendas como a da Caipora e do Boitatá. 
Personagens que têm como missão principal conservar e proteger as florestas e afastar pessoas mal-intencionadas que degradam esses ambientes. 
Suas histórias podem inspirar nas crianças um senso de dever em relação à natureza e aos animais silvestres. 
Ao narrar essas lendas, ajudamos nossos pequenos a compreenderem que eles também têm um papel vital na preservação da fauna e na manutenção dos habitats naturais.
Inúmeras histórias folclóricas estão profundamente entrelaçadas com a temática das colheitas e também das más práticas da agricultura. 
Podemos utilizar essas narrativas para introduzir com as crianças conversas sobre práticas agrícolas mais sustentáveis, inspirando-as a compreender como a agricultura pode coexistir harmoniosamente com a natureza. 
Ao fazer isso, as crianças aprendem que a preservação da terra é essencial para garantir que ela continue fértil para as gerações futuras. 
Compreendem, ainda, a importância de cultivar alimentos de forma responsável e respeitosa com o meio ambiente, contribuindo para um futuro onde a produção de alimentos seja sustentável e em equilíbrio com os recursos naturais que sustentam a vida no planeta.

Mitos folclóricos, como a fascinante história da Vitória-Régia, frequentemente exploram o ciclo da vida, proporcionando uma valiosa oportunidade de integração entre o folclore e a educação ambiental. 

Ao mergulharmos nessas lendas, podemos ajudar os mais jovens a compreenderem como todas as formas de vida estão intrinsecamente conectadas e como a saúde do ambiente natural tem um impacto direto no ciclo de vida de todas as criaturas. 

Essas histórias nos permitem cultivar uma apreciação mais profunda da interdependência entre todos os elementos da natureza e reforçar a conscientização sobre como nossas ações podem influenciar o destino das diversas espécies com as quais compartilhamos espaço.

Explorando essa intrigante conexão entre o nosso folclore e a educação ambiental, percebemos que as narrativas que cativam nossas crianças têm potencial para serem muito mais do que simples contos!
 Elas são ferramentas poderosas para transmitir valores, conhecimento e sensibilização sobre a importância da preservação da natureza. 
À medida que exploramos os mitos e lendas do folclore brasileiro, encontramos lições valiosas que podem moldar uma nova geração de cidadãos comprometidos com o nosso planeta.   Fonte

Exemplos de personagens folclóricos e sua relação com a natureza:
  • Curupira: Personagem conhecido por proteger as florestas, punindo aqueles que desrespeitam a natureza com ações como desmatamento e caça predatória. 
  • Iara: Guardiã das águas, a Iara protege os rios e lagos, sendo associada à beleza e à força da natureza. 
  • Saci-Pererê: Apesar de ser conhecido por suas travessuras, o Saci também é visto como um protetor das matas, sendo capaz de afastar aqueles que causam danos ao meio ambiente. 
  • Boitatá: A cobra de fogo protege os campos e animais, evitando incêndios e outros danos causados por ações humanas. 
  • Ouvindo: Em nosso Coperil On de hoje, nós vamos conectar as histórias encantadoras do folclore brasileiro com a preservação da natureza. Descobriremos como nossa cultura pode ser uma aliada na construção de um futuro mais sustentável. AQUI
  • Ouvindo/Cantando a turma do folclore:
    Na floresta com boitatá: AQUI
  • Na floresta com caipora: AQUI
  • Na floresta com curupira: AQUI
  • Na floresta com saci-pererê: AQUI
  • Super coleção/Músicas/Lendas: AQUI
  • Atividades para imprimir/Folclore: AQUIAQUI
Hoje eu conto 3 histórias do folclore brasileiro, que fazem parte do livro Lendas Brasileiras de Maurício de Sousa, em homenagem ao Dia do Folclore. Aprenda quem é o Boitatá, o Curupira e o Saci! AQUI

Iara e a poluição das águas: AQUI
Curupira: AQUI
Mitos: AQUI
Boitatá: AQUI
Jonas Ribeiro: AQUI



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sábado, maio 14, 2022

Contos da floresta>Discurso direto e indireto>Diálogo>Pontuação>Texto fatiado>Lendas indígenas>14/05/2022

 

Yaguarê Yamã

Os mitos e as lendas do livro Contos da Floresta, de Yaguarê Yamã, são de rir e de assustar. Estes contos se originam da tradição Maraguá, povo conhecido por suas histórias de assombração. Falam da vida e da natureza, reverenciam a bravura e a verdade, trazem valores e sabedoria. A Equipe da Biblioteca convida o público a mergulhar um pouco nestes contos temperados com certo humor, boa dose de suspense e magia por meio desta contação de história inspirada no livro Contos
da Floresta, de Yaguarê Yamã, ilustrado por Luana Geiger, Editora Peirópolis.

Ouçam: Contos da floresta: AQUI, AQUI

Discurso direto: Registro integral da fala do personagem, do modo como ele a diz. O personagem fala diretamente, sem a interferência do narrador, que se limita a introduzi-la.

Discurso indireto: É o registro indireto da fala do personagem através do narrador, isto é, o narrador é o intermediário entre o instante da fala do personagem e o leitor, de modo que a linguagem do discurso indireto é a do narrador. O narrador diz com suas palavras o que disseram os personagens.

Aulas: Contos da floresta: Dois velhos surdos:

Discurso direto ou indireto? AQUI

Descubra se puder/Sinais de pontuação: AQUI

Aulas: Lendas indígenas

Texto fatiado: AQUI

Reconto de lendas indígenas: AQUI

Conto e reconto/Curupira/Fazendo um reconto: AQUI

Uma nova continuação/Produção de textos: Juruá vira peixe: AQUI

15 aulas sobre lendas indígenas/Nova Escola: AQUI

Reconhecer a importância do conto oral para o povo indígena /PDF/AQUI



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domingo, junho 27, 2021

Bicho papão pra gente pequena,bicho papão pra gente grande>Bicho-papão da escola>PDF>27/06/2021

 

Sônia Travassos

Todo mundo já ouviu falar em Bicho-papão. E sabe que ele, assim como a Cuca, a Cabra-cabriola, o Papa-Figo e outros monstrengos assustadores, é muito eficiente em algumas situações, como por exemplo na hora de dormir (Quem não se lembra da clássica "Dorme nenê, que a Cuca vai pegar..."). Mas alguém conhece o Mão de sopa? E o Nó de escova e o Monstrengofone? 

E que tal o Sono-papão? Será que estamos diante de uma nova geração de monstros?! De acordo com o livro Bicho-papão pra gente pequena, Bicho-papão pra gente grande, da educadora e contadora de histórias Sônia Travassos, parece que sim. Mas os novos monstrengos de arrepiar não assustam criancinha. Pelo contrário, fazem parte do acervo infantil criado para assustar gente grande. Afinal, cansada de aturar a coleção de bichos-papões da mãe sempre que a filha insiste em lhe desobedecer, a menina resolveu criar a sua própria coleção para contra-atacar na hora em que os pais a obrigam a fazer alguma coisa de que ela não gosta. O livro é dividido em duas partes. Primeiro, a mãe descreve os bichos-papões mais conhecidos do imaginário popular. Fazem parte da coleção o Homem do Saco, sempre requisitado quando a criança quer sair sozinha; a Cabra-cabriola, que entra pela janela dando cambalhotas para pegar os mais desobedientes; o Papa-figo, que some com crianças mentirosas; o Quibungo, que está sempre à procura dos mal-educadinhos, e muitos outros tão assustadores quanto. Na Segunda parte, é a vez da filha apresentar os seus monstrengos.

 Ouvindo a história e atividade: AQUI , AQUI

Projeto monstros PDF: AQUI

Cabra-Cabriola: AQUI

Mitos: AQUI
Mitos e monstros do folclore: AQUI e AQUI

O mais assustador do folclore: AQUI Baixar: AQUI

Fichas de leitura /Personagens folclóricos: AQUI

Folclore da matemática nos anos iniciais: AQUI
Coletânea folclore: AQUI


Sônia Travassos adora um bicho-papão, até já escreveu um livro sobre isso. Mas como é professora, acabou inventando essa história para assustar alunos e professores. E para colorir nossa imaginação, Thais Linhares faz desenhos horripilantes! Todo mundo se diverte junto! “Tem gente que não acredita em bicho-papão, mas que eles existem, existem!

E vivem por toda a parte: até nas escolas! Aliás, eles moram há séculos entre suas paredes e já assombraram muitos e muitos alunos. Eu descobri isso na pesquisa que acabei de fazer sobre bichos-papões escolares. Você já ouviu falar da PROVA-SURPRESA? E do SEM-RECREIO? Esses são apenas dois dos mais antigos e populares de todos os tempos! Mas e hoje? Será que eles continuam assombrando as crianças? Não sei. Isso só você vai poder responder.”

Bichos - papões de escola: Atividade/PDF:

No vídeo, Sônia Travassos conta um pouquinho do livro Bichos-Papões de Escola, que tem ilustrações da Thais Linhares e foi editado pela Mar de ideias. A autora brinca com os limites da escola, por meio de bichos-papões bem diferentes e engraçados. Conta sobre dois bichos-papões, um que assusta as crianças e outro que ajuda.

 AQUI

Ouvindo: AQUI

Assembleia na carpintaria: PDF: AQUI

Roda de leitura/A casa mal assombrada: Mistério, página 38: AQUI

O pequeno bicho papão: AQUI

Chico na ilha das Jurubebas

Nossa proposta é ampliar o universo cultural das crianças com práticas lúdicas de leitura e escrita em gêneros discursivos variados. 

As aventuras de Chico são compostas por episódios para televisão, página na internet, jogos de computador e dicas pedagógicas que trazem gêneros contextualizados em diversas situações. 

A série se propõe a ser um recurso a mais para ampliar e/ou desencadear situações de ensino e de aprendizagem relacionadas ao processo de alfabetização/letramento. 

Agora, cabe a você, professor(a), alterar e adaptar nossas dicas a sua realidade. Crie a partir delas situações para as crianças pensarem a língua escrita tanto no mundo real quanto no mundo imaginado. Boa aula! Episódio: As pegadas misteriosas:     AQUI

Todos os episódios: TV Escola: AQUI





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quarta-feira, janeiro 22, 2020

A jornada heróica de Perseu>Mitologia>Atividades literárias>O herói que matou Medusa>22/01/2020



Adriano Messias
Perseu, filho de Zeus, precisa derrotar a Medusa; porém, ele não tem poderes mágicos, já que sua mãe é uma humana. Perseu conta apenas com a sua inteligência e coragem para cumprir tarefa tão perigosa quanto mortal.Como esse semideus irá cumprir seu destino é o principal tema deste livro, que se baseia no clássico mito grego para provocar no leitor o questionamento sobre como surge a coragem e com que motivação ela deve ser construída.
Como o semideus irá cumprir o seu destino? Este reconto do clássico mito grego provoca o leitor a questionar-se sobre temas como medo, fragilidade, violência e coragem.   Editora Sowilo: Fonte
Sobre esta obra: Sugestão tema Bullying
Essa situação limite vivida pelo personagem provoca importantes reflexões sobre como viver a relação medo-coragem. Em tempos de bullying, de agressões crescentes na escola e de exacerbada violência urbana, torna-se fundamental dialogar com as crianças e jovens sobre como é que se constrói a coragem.

Fazer filosofia para (e com) crianças e jovens seria, em princípio, um exercício inviável. O autor da obra Adriano Messias teve o desafio de recontar as alegorias e não descaracterizá-las de modo a preservar a história. A estrutura literária deste reconto – cuja narrativa é apresentada na forma de um diálogo platônico atualizado, em que narrador e personagem contam e comentam sobre a história – ajuda o público a se aproximar das ideias propostas nos textos.

Este reconto estimula no leitor o gosto pela filosofia além de auxiliar na luta contra o bullying, trazendo uma história de coragem e superação para crianças e jovens.

Os mitos podem ajudar a entender as dimensões profundas da existência humana, tanto no âmbito pessoal quanto no coletivo. A história de Perseu e Medusa é um dos clássicos que influenciam parte do pensamento humano até nossos dias.

A história tem elementos narrativos que a aproximação da linguagem dos super-heróis: dinamismo, ação, valentia, enfrentamento do desconhecido e de monstros. Já as ilustrações têm um estilo dinâmico, próprio dos quadrinhos e filmes de heróis.   Fonte

"Era uma vez um garotinho.Ele estava com medo da imagem de uma mulher com serpentes no lugar dos cabelos que ele havia visto no alto-relevo de um vaso..."
Daqui parte a história desta obra. É a jornada de Perseu, filho de Zeus e de Dânae.
Linguagem e Afins traz esta sugestão, para ampliação do repertório de leituras literárias. 
Também objetiva ampliar saberes sobre a linguagem escrita e as  características de um texto.

"A Mitologia Grega é uma dos mais ricos legados ocidentais. 
Nela estão contidos inumeráveis conhecimentos da cultura humana, das artes, da filosofia e mesmo da psicanálise e seus arquétipos. 
Mas a imensa quantidade de relatos que formam a genealogia dos deuses gregos, bem como a diversidade de autores e mesmo histórias mitológicas que se desenvolvem distintamente conforme toda a riqueza cultural de regiões e épocas distintas tende a confundir quem as lê."



Medusa era a mais bela sacerdotisa do templo da deusa Palas Atena, a Deusa da Guerra e maior deusa grega da antiguidade. Era tão linda que tanto os homens quanto os deuses a cobiçavam. 
Ela chegou a ser assediada por Poseidon, deus dos mares. Irritada com a situação, Atena jogou contra Medusa toda a sua fúria e determinou a ela um destino terrível, transformando-a em um monstro.
Medusa se tornou velha e horrorosa e, no lugar de seus belos cabelos nasceram muitas serpentes venenosas. E para que ninguém mais pudesse se aproximar dela, Atena fez com que, eternamente,  tudo que ela olhasse se transformasse em pedra. Sendo assim, mesmo que ela estivesse morta seu olhar manteria o poder de petrificação. Não satisfeita, Atena a enviou para uma longínqua ilha.
Muitos guerreiros tentaram matá-la para usar seu poder contra os inimigos, mas sempre a olhavam antes e se transformavam em pedra.
Mas o Herói Perseu, que era filho da mortal Dânae com Zeus, era muito inteligente e corajoso. Ele morava em um reino cujo rei era Polidectes, que tinha interesse em sua mãe. No dia do seu aniversário, o rei exigiu que Perseu cumprisse uma tarefa como presente para o rei, ou se casaria com sua mãe. Ele foi forçado pelo rei a lhe trazer de presente a cabeça da Medusa. 
Perseu pediu a Zeus que lhe desse poderes, e conseguiu várias armas: as sandálias voadoras de Hermes, a espada de Zeus que não podia ser quebrada, o escudo de Palas Atena e o capacete de Hades, que o tornava invisível. E coragem não lhe faltava. Recebeu o apoio de Palas, que lhe disse para usar o escudo para ver o reflexo da Medusa, pois desse modo não seria petrificado.
Primeiro, Perseu teve que descobrir onde estava a Medusa. Hermes o orientou a voar até a caverna das Parcas ou Greias, três velhas monstruosas que compartilhavam só um olho e um dente, e que podiam ver tudo e saber tudo. Chegando lá invisível, entrou e esperou até que duas delas trocassem o olho pelo dente, e nesse momento pegou o olho e elas ficaram sem ver nada. Perseu exigiu que elas dissessem onde estava Medusa para devolver o olho. 
Continua: AQUI

Conheça a história de Perseu,o herói que matou Medusa

Aula/Conhecendo e aprendendo com a mitologia grega


Aula!Explorando o gênero dos mitos gregos para

 trabalhar a leitura e a escrita durante a alfabetização

AQUI

Mitologia grega para crianças
Resultado de imagem para mitologia grega para educação infantil

Divinas aventuras
Mais Mitologia: AQUI



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