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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM
Mostrando postagens com marcador Rinoceronte. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, junho 12, 2025

HORA DAS HISTÓRIAS: Mais> Não> Agora>O coelhinho que não sabia esperar> 12/06/2025

 
Tracey Corderoy

Rafi sempre quer mais. E descobrirá um mundo novo. A vida em família nunca mais será a mesma!
Ouvindo: AQUIAQUI

Birra? Não!


Rafi era adorável. Todos diziam isso. Até que, um dia, ele aprendeu uma palavra nova: Não! Uma história divertida com um lindo aprendizado!
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI

Paciência, saber esperar


Rafi acha que esperar é um pouco difícil. Há TANTAS coisas divertidas para fazer. 
E quando elas aparecem, ele que fazer tudo de uma vez.
Ouvindo: AQUI
Emília Nuñez

Coelhinho é um filhote muito amado, mas também muito agitado. Ele quer tudo agora, quer tudo para já! Coelhinho não sabe respirar, se acalmar e esperar. Dona Coelha percebe a dificuldade do filho e ajuda o pequeno ensinando pequenos exercícios de relaxamento e respiração e, enfim, coelhinho consegue viver mais calmo e feliz.
 Ouvindo: AQUI
Cantando: Esperar é preciso: AQUI

Como contar histórias com guarda-chuvas: AQUI


Outro Não: AQUI
Paciência: AQUI
Enquanto Ana espera: AQUI
Birra/Desobediência: AQUI
Hoje é amanhã?: AQUI
Dias, semanas...: AQUI
Agora: AQUI




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sábado, novembro 02, 2024

A grande coceira>A coceira de Bartolomeu>Como coça!>Doeu Bartolomeu?> 31/10/2024


Natalie Chivers
O rinoceronte estava com coceira, uma enorme e terrível coceira bem na ponta da orelha. – Você só precisa de uma ajudinha – o passarinho sugeriu. Então, o rinoceronte saiu à procura do animal perfeito para ajudá-lo. Uma história divertida e tocante, lindamente ilustrada. Às vezes, o amigo perfeito está mais perto do que você pode imaginar.

Ouvindo: AQUIAQUI

Josiane M.Bibas

“A coceira de Bartolomeu” conta a história do simpático elefante Bartolomeu que precisa resolver um problema e sai em busca de uma solução que seja boa para todos, não apenas para ele. Uma oportunidade para conversar sobre superação de dificuldades, respeito à diversidade e convivências.

Ouvindo: AQUI

Lucie Albon

Eduardo está com coceira. Como coça! Ele se esfrega nos cardos, num tronco, nos cogumelos... Nada resolve! Será que Mariana tem a solução?

Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Fazendo o porquinho: AQUIAQUI

JosianeM.Bibas

Dor é troço esquisito,
Deixa a gente bem aflito.
Está ali e dá pra sentir,
Mas como mostrar e medir?

O elefante Bartolomeu sempre encontra uma solução.
Mas quando o problema dói por dentro um conselho é sempre bom.
“Doeu, Bartolomeu?” é uma deliciosa história em rimas que nos aconchega e cura dentro de um abraço.

Ouvindo: AQUIAQUI


Pulgas: AQUI
Piolho: AQUI
Cabelo: AQUI
Cocô/Xixi: AQUI
Higiene: AQUI
Primeiros socorros: AQUI



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sexta-feira, novembro 04, 2016

Rinoceronte não comem panquecas>Imaginação>04/11/2016


Daisy estava tomando café da manhã quando um rinoceronte grande e roxo entrou na cozinha, Isso mesmo: um rinoceronte grande e roxo! Ele era grande como um ônibus e roxo como um repolho. Ele também era esfomeado. Por isso, deu uma mordida na panqueca de Daisy e foi para o andar de cima. 

- Mãe, mãe – chamou Daisy – tem um ...
- Fale com seu pai – disse a mãe – ele pega o bicho e joga pela janela
- Pai, pai – gritou Daisy – é grande, é enorme..
- Ah, Daisy – disse ele – a aranha pode esperar.
- Não é uma aranha, é um rinoceronte grande e roxo !
Mas mesmo assim, ninguém prestou atenção.  E assim o rinoceronte ficou muito à vontade. Daisy o viu perto dos casacos, no jardim, no banheiro. E sempre que tentava contar para seus pais, eles não ouviam. Diziam que estavam ocupados.
E os pais de Daisy ficaram ocupados a semana inteira! Então, ela e o rinoceronte ficaram muito amigos. Sentavam no sofá da sala para conversar, brincavam, preparavam pizzas, e o rinoceronte fazia cócegas em Daisy até ela achar que ia explodir de tanto dar risada.  Mas os pais dela não percebiam nada.
Até o dia em que as panquecas acabaram. 
- Quem comeu todas as panquecas? – perguntou o pai. 
- Foi o rinoceronte – disse Daisy
- RINOCERONTES NÃO COMEM PANQUECAS – gritou o pai.
- Esse come – explicou a menina. – Ele estava na cozinha...
- Um rinoceronte? – disse a mãe
- Na cozinha? – perguntou o pai
E o pai e a mãe de Daisy começaram a rir bem alto. 
- O que virá depois? Um tubarão no banheiro? Um urso polar na geladeira?, caçoavam eles.
- Olha ele ali – disse Daisy. Mas o pai e a mãe estavam tão ocupados dando risada, que nem viram.
Então Daisy ficou muito triste e foi para o quintal. O rinoceronte foi atrás, tentou alegrar a Daisy, fazendo cócegas nela, mas não deu certo. 
- Meu pai e minha mãe nunca me escutam – disse ela – parece que eles estão sempre longe... O rinoceronte suspirou profundamente por suas narinas enormes e roxas. 
E a Daisy o abraçou – desculpe, rinoceronte, sua casa fica longe daqui, né?
Ele fez que sim e uma lágrima roxa escorreu  por sua bochecha. Pobre rinoceronte.
Na manhã seguinte, os pais de Daisy fizeram uma surpresa. – Vamos ao zoológico – disse a mãe. – Assim você poderá ver um rinoceronte de verdade. Daisy achou a idéia muito boba, pois já havia um rinoceronte perfeitinho sentado no sofá. Mas ela não disse nada, afinal, de que adiantaria. Ninguém prestaria atenção ...
E assim, foram ao zoológico, onde Daisy viu girafas, papagaios, tigres, cobras.  Até que sua mãe disse – vamos para lá, os rinocerontes ficam do outro lado ! E quando chegaram lá, uma surpresa: uma placa dizendo DESAPARECIDO. RINOCERONTE GRANDE E ROXO.  OBSERVAÇÃO: ADORA PANQUECAS !
- Céus – disse a mãe
- Bom, isso explica o sumiço das panquecas – disse o pai.
E correram para casa. Chegando lá, sabe o que encontraram? O maior e o mais roxo rinoceronte da cidade ! – Eu não disse – falou Daisy, rindo de orelha a orelha.
- Vou ligar para ao zoológico – correu a mãe. E o rinoceronte parecia assustado.
- Para o zoológico não – disse Daisy, temos que mandá-lo para a casa dele, que fica bem longe daqui.
- Então vamos nos apressar, pois o avião para bem longe daqui sai em duas horas.

O rinoceronte fez as malas e depois todos empurraram seu bumbum grande e roxo para dentro do carro, para levá-lo para o aeroporto.
- Vou sentir sua falta – disse Daisy, enquanto o rinoceronte embarcava. Então, ele deu um grande abraço roxo nela. 
Em casa, sem o amigo, Daisy começou a sentir-se muito sozinha de novo. Com quem ela conversaria agora? Quem a escutaria? E sentou no sofá olhando para o lugar vazio que antes era do rinoceronte. Fechou os olhos imaginando seu amigo naquele lugar do sofá novamente. E... surpresa ! Quando abriu os olhos, seu pai e sua mãe estavam sentados lá, perguntando coisas para ela. Falaram de quando ela conheceu o rinoceronte, ela falou das panquecas, das pizzas, de como ele faziam cócegas nela. Aí eles perguntaram da escola, dos outros amigos, do que mais ela gostava de fazer...
Eles escutaram até que ela já não tinha mais nada a dizer. Foi maravilhoso !
À noite, quando a mãe foi colocar Daisy na cama, perguntou – Tem mais alguma coisa que você queira me dizer?  Daisy olhou para a porta do quarto... – não, é só isso – disse ela sorrindo – boa noite !
É que Daisy já tinha visto na porta do quarto um urso polar cor de rosa. Mas essa história fica para uma outra vez !!
Fonte
Fonte
Atividades
Referencial (Área A): Literacia da leitura
Atividade: Mexendo com sentimentos
Enquadramento: Atividade de continuidade 
desenvolvida pela professora bibliotecária em articulação com a professora
Aprendizagens associadas ao trabalho da biblioteca escolar
Conhecimentos/Capacidades
Verbaliza e representa graficamente o que compreendeu
Atitudes e valores
É criativo e autonomo
Sabe escutar os outros
Objetivos 
Observar as imagens e os sons da narração ou da leitura de histórias, a fim de os alunos participarem na sua dramatização, dando-lhe a oportunidade de expressar os significados da história através da ação e palavras
Descrição da atividade
Desenvolvimento (em 3 momentos)
  1. Ler-se-á a história “Os rinocerontes não comem panquecas”, de Anna Kemp, cuja personagem principal apresenta vários sentimentos. A leitura da história deverá ser com entoação e mostrando as ilustrações
  2. Os alunos serão convidados a mimar os sentimentos das personagens, durante a 2ª leitura da história
  3. Os alunos desenharão a personagem de que mais gostaram, e os desenhos farão uma pequena exposição na biblioteca
Recursos
Folhas e lápis de cor
Duração 
45 a 50 minutos
Avaliação
Indicadores de desempenho
Cooperação no trabalho em grupo
Correção e criatividades nas produções realizadas
Instrumentos de avaliação
Registos de observação.
A convivência com o diferente e a tolerância são as questões 
fundamentais deste livro. 

Quem quer este rinoceronte?



Que tal levar um rinoceronte para casa como seu mais novo animal de estimação? Bons argumentos não faltam para qualquer criança. Ele devora o boletim com notas baixas antes que seus pais o vejam, pode servir de cabide ou de abajur, sabe imitar tubarões e ainda segura a corda para você pular. Além, claro, de ter um coração proporcional ao seu tamanho. 

Veja atividades

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«Quem quer um rinoceronte barato?
Conheço um que está à venda,
Bem gorducho e calado que nem um rato.
Orelhas caídas, cauda sempre a abanar…
De certeza que lá em casa há mil e um
a coisas
Em que ele pode ajudar.»

Saiba como é o rinoceronte






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E um rinoceronte dobrado>Poema brincadeira>04/11/2016


UMA CAIXA É REALMENTE UM BOM LUGAR PARA SE GUARDAR LEMBRANÇAS, FANTASIAS E SEGREDOS. O QUE VOCÊ COLOCARIA EM SUA CAIXA DE SAPATOS?


Hermes Bernardi Junior

Um poema-brincadeira sobre o tanto e o tudo que alguém poderia guardar de lembrança numa pequena caixa de sapatos. 
A publicação é para crianças de todas as idades e oferece uma imersão num conjunto super intenso de imagens visuais e verbais. Guto ilustra as piruetas poéticas de Hermes. 
O resultado só poderia ser uma leitura que surpreende, que faz rir e que faz pensar.
Autor: Hermes Bernardi Jr.
Ilustrador: Guto Lins

Sequência didática: AQUI
Soltando a imaginação/Ouvindo
AQUI ( livro)
AQUI

Sugestão
Cada criança poderá fazer sua caixa de memórias e apresentar para os colegas
Mais caixas: AQUI







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quarta-feira, outubro 05, 2011

Animais>Hipopótamo>Rinoceronte e alguns insetos> Ciências> 05/09/11

Conhecendo o hipopótamo
HIPOPÓTAMO
Classificação científica
Reino - Animal
Sub-reino - Metazoários
Filo - Cordados
Subfilo - Vertebrados
Classe - Mamíferos
Subclasse - Eutérios
Ordem - Artiodáctilos
Infra-ordem - Suínos
Família - Hipopotamídeos
Gêneros - Hipopotamus Choeropsis
Espécies - Hipopotamus amphibius e Choeropsis liberiensis
Hipopótamo, nome comum de um mamífero artiodáctilo (animal dotado de dedos pares e cascos).
O aspecto do Hipopotamus amphibius não é dos mais atraentes, embora chega a ser simpático: sobre a boca rasgada e um focinho largo.
O lábio superior é tão desenvolvido, que cobre por completo o inferior.
As orelhas e a cauda são pequenas em proporção ao corpo, que atinge 4 metros de comprimento, 1,50 m de altura e pesa de 3 a 4,5 toneladas.
Podem viver até os 30 anos, porém já houve um indivíduo que chegou aos 41 anos.
Recobre-o uma rugosa pele cinzenta - que em alguns pontos tem mais de 5 cm de espessura - e sustenta-se sobre pernas muito curtas.
Uns ralos pelos espalham-se pelo corpo.
O hipopótamo é um ótimo nadador.
Como a gordura é mais leve que a água, e está acumulada sob a espessa pele, ajuda-o a flutuar.
Além disso, a gordura estabiliza a temperatura interna do animal, quando está dentro da água.
Hipopótamo quer dizer "cavalo do rio" (do grego hippos = cavalo; potamos = rio), mas de cavalo ele não tem nada.
Se há parentesco, é com o porco, tanto no aspecto, como em características anatômicas: ambos tem patas de quatro dedos, providos de grandes cascos.
Os do hipopótamo são unidos por uma membrana, o que auxilia seus movimentos natatórios.
 Os dentes dos dois animais também são semelhantes, exceto que os do hipopótamo são de marfim: os caninos tendem a se transformar-se em longas presas, de crescimento contínuo.
Há um milhão de anos, havia hipopótamos espalhados por toda a África, boa parte da Europa e Ásia. Restritos depois ao continente africano, foram objeto de caça, tanto ao norte, como no sul. Só duas espécies sobreviveram: Hipopotamus amphibius e Choeropsis liberiensis.
Muitos exemplares do primeiro tipo são mantidos nas reservas nacionais do Quênia, Tanzânia e Uganda, bem servidos de lagos, rios e paludes (o hipopótamo vive boa parte de sua vida mergulhado na água).
A segunda espécie habita da Libéria até a República dos Camarões.
 Apesar de gordo, é um animal de grandes músculos e, portanto, de carne abundante.
Projetos para seu aproveitamento estão sendo elaborados em Uganda, na África.
Animal semi-aquático, pois passa a maior parte do tempo submerso, é capaz de ficar sob a água até 25 minutos, embora o normal sejam imersões com duração entre 2 e 6 minutos.
Os orifícios nasais dispõem de janelas que podem ser fechadas quando o animal submerge.
Os olhos, os orifícios nasais e as orelhas estão dispostos no alto da cabeça, à maneira de periscópio, de forma que o hipopótamo pode ver, ouvir e respirar mesmo que o resto do corpo esteja sob a água.
O hipopótamo reparte seu tempo entre a terra e a água.
A pele fina que recobre seu corpo não lhe permite estar fora d'água muito tempo durante o dia.
Há uma peculiaridade na sua pele: ela não tem glândulas sudoríparas, mas sim outras, que secretam uma substância vermelha que atua como barreira contra os raios solares.
Por esta razão, diz-se que os hipopótamos suam sangue.
Embora a refeição obtida seja abundante, o hipopótamo não se furta a devorar os milharais e canaviais que encontra.
Seja como for, ele se alimenta à noite.
Pela manhã, empanturrado e sonolento, ele se prepara para digerir os 200 ou 300 kg que lhe abarrotam o estômago.

Hipopótamo.

Rinoceronte
Classificação científica
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Nome popular: Rinoceronte Branco
Nome em inglês: White Rhinoceros, Square –lipped rhinoceros
Nome científico: Ceratotherium simum simum
Distribuição geográfica: origem africana ocorrendo no sudeste de Angola, na Zâmbia, Moçambique, Zimbábue, Namíbia, Botswana e sul da África.
Habitat: Savana
Hábitos alimentares: Herbívoros
Reprodução: 04 a 05 anos.
Período de vida: 50 anos.

Os rinocerontes são mamíferos herbívoros que vivem em terra.
O nome vem das palavras gregas rhino (nariz) e keros (chifre).
O chifre, diferente do que se pensa, não é feito de osso, e sim feito de pêlos extremamente compactos que formam uma estrutura muito resistente.
Os rinocerontes têm pele espessa, de até 7 cm, e também têm orelhas muito pequenas.
Eles não enxergam bem, porém tem ótima audição e olfato.
Apesar do tamanho e peso, que variam de acordo com cada espécie, esses animais podem atingir até 80 kmh.
O rinoceronte não se associa muito com outras espécies, porém tem um amigo que o ajuda, o Tchiluanda.
O Tchiluanda é um passarinho africano que cata carrapatos e avisa o rinoceronte de inimigos próximos.
Há ainda uma crença de que o pássaro guia o rinoceronte para colméias onde este encontra mel, alimento que o mesmo aprecia.
O rinoceronte tem somente um filhote de cada vez.
Após dezessete meses de gestação nasce o filhote, que pesa 25 kg e toma leite materno até dois anos de idade.
Ao completar de cinco a sete anos, o filhote passa a viver sozinho, sem ajuda dos pais.
Há 5 espécies de rinocerontes não extintos no mundo:
Rinoceronte Indiano:
Essa espécie (Rhinocerus unicornis) vive na Ásia e tem um unico chifre, medindo cerca de 60 cm.
Rinoceronte Branco:
É o maior rinoceronte e o segundo maior mamífero terrestre, perdendo somente para o elefante.
Mede 2 metros de altura e 5 metros de comprimento, tendo 4 toneladas de peso.
Ele tem 2 chifres, sendo que um deles mede 1,5 metros.
 Esse animal vive na África, principalmente em áreas desacampadas.
Rinoceronte Java:
Essa espécie (Rhinocerus sondaicus) está quase extinto.
Vive na Ásia, na Indochina, Nepal, Java, na Malásia, em Sumatra, Assam. Ele mede 3 metros e tem 1 chifre.
Rinoceronte Negro:
Mede 1,5 metros de altura e tem 2 chifres.
Esse animal ataca somente quando ameaçado.
Ele vive na África (região sul) e é muito caçado.
Rinoceronte de Sumatra:
Essa espécie vive na Ásia (Sumatra, Tailândia, Malaca, e Bornéu) e tem 2 chifres.
Só existem cerca de 300 desses rinocerontes no mundo.
Devido à caça, os rinocerontes são muito raros, sendo que o rinoceronte branco é o menos ameaçado e o de Sumatra, o mais ameaçado de extinção.
Os rinocerontes são caçados em busca de seus chifres, que alguns acreditam (embora já provado o contrário) que tenham propriedades medicinais.
Um rinoceronte vive até 45 anos.

Fonte: http://rerida.blogspot.com/search/label/Animais

Lebre
Feldhase.jpg
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Lagomorpha
Família: Leporidae
Género: Lepus
Espécie: L. europaeus
Nome binomial
Lepus europaeus

A lebre comum ou lebre europeia (Lepus europaeus) é um animal muito conhecido que se encontra entre as principais espécies cinegéticas.
De origem estepeestepária, abunda sobretudo em zonas agrícolas pouco humanizadas.
 Existe em toda a Europa com excepção da Península Escandinava, parte da Península Ibérica e de algumas ilhas do Mar Mediterrâneo.
Ocorre também no Norte de África e na Ásia Ocidental.
Ao contrário do coelho, a lebre abriga-se em tocas pouco profundas já que conta com a sua coloração mimética para se dissimular na paisagem.
Vive solitariamente com excepção do período do cio.
O cio ocorre de Janeiro a Outubro e as crias já nascem com pelo e aptas a ver.
Na América do Sul, ou sul do Brasil as lebres vivem em campos e dunas, são animais noturnos, que ao anoitecer saem para se alimentarem e acasalar-se.
As lebres alimentam-se com brotos de gramas, folhas de amendoim, milho, feijão, alface e principalmente raizes de mandioca.
As lebres do sul do Brasil não tem o hábito de dormir em tocas, dormem sob arbustos e sempre viradas para um ponto de saída estratégica em caso de ataque de seus predadores.


3- Quadro comparativo : Classificação científica
Exemplo:
Nome       Reino  Ordem  Família   etc
Pode acrescentar ao final:
Qual deles você mais gostou de conhecer?
Desenhe-o.
4- Bingo de leitura
Esta atividade pode ser feita com todos os contos.
Após a leitura e  demais atividades, este bingo traz uma descontração dos alunos.
È uma dinâmica interessante,pois através da brincadeira podemso avaliar os alunos de muitas formas.
È o seguinte:
Escolha 20 palavras aleatórias do conto.
Escreva-as na lousa.
Os alunos deverão ler todas e escolher 6 delas, por exemplo.
Cada um escreve suas escolhidas no caderno, ou papel.
Você vai ler o conto bem devagar e eles deverão ficar atentos as palavras  escolhidas escritas.
Na medida que eles ouvirem as palavras, eles as riscarão.
Ganha quem primeiro riscar todas,gritando BINGO!
Pode ser que não acertem todas,então você verifica quem mais acertou. Ou até pode fazer um apanhado geral: Quem acertou 6, 5,4,3,etc...

Aranha
(Aula bem extensa. Veja o que sua turma necessita)
Autor: Luzia L.Pereira
Co-autor:Nayde Solange Garcia Fonseca
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
O aluno, na faixa etária de cinco anos de idade, poderá aprender com esta aula a:
■Conhecer e identificar as características da aranha, classe, alimentação e reprodução:
■Ler, compreender e produzir textos informativos;
■Elaborar questões que contemplem suas principais curiosidades sobre a aranha;
■Ter consciência da importância da aranha para o ecosistema;
■Os cuidados que devemos ter com as aranhas.
Duração das atividades
Quatro aulas, cada uma de quarenta minutos.
 Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
■Conceito de aranha e meio ambiente.
Estratégias e recursos da aula
Justificativa: Diz o dito popular que "beleza não põe mesa", afirmando assim, implicitamente, que não devemos dar importância apenas às coisas belas do mundo.
Muitos animais são vistos por grande parte da população como perigosos e asquerosos, quando aparecem muitas pessoas pensam logo que eles devem ser extintos, por não conhecerem sua importância para o meio ambiente.
Sendo assim, vê-se com esta aula a chance de, ainda na infância, começar a desmistificar essa visão já tão popularizada acerca de certos "bichinhos".
Atividade 1 - Contação da história.
1º Momento:
 O professor reunirá a turma em círculo para contar uma história muito interessante chamada A CASA DA ARANHA da autora Marlene B. Cerviglieri.
"Dedé era uma pessoa muito querida em nossa casa.
Trabalhava conosco há muito tempo, segundo minha mãe, eu não era nem nascida.
Cuidava de toda arrumação e ainda sobrava tempo para nos contar histórias.
Quase sempre falava sozinha enquanto trabalhava.
Uma vez perguntei para minha mãe porque ela falava sozinha?
Minha mãe me disse que ela pensava alto!
Tem pessoas que pensam alto, meu filho.
Uma tarde depois que terminei minhas tarefas de escola, fui até a biblioteca de meu pai para escolher um livro.
 Sempre gostei muito dos livros de meu pai, apesar de não entendê-los muito bem.
 Meu pai dizia que eu devia ler os infantis, mas desde cedo gostava de mexer nas estantes.
Lá estava Dedé espanando a biblioteca e falando alto.
Nem se deu conta de minha presença, tão absorvida no que fazia e falava.
Fiquei quietinha e comecei a prestar atenção no que ela dizia.
-Vocês pensam que vão picar os livros?
-Vão não. Já tirei todo o pó e depois vou buscar por vocês.
-De repente parou e deu um gritinho de satisfação!
Ah, estas ai?
Eu olhei e não vi nada...
 Mas ela imediatamente subiu na pequena escada.
E pôs para baixo o que tinha achado!
Fiquei de olhos bem abertos para ver o que era?
 Seria uma traça?
Para meu espanto era uma teia de aranha!
Ai não agüentei e falei com ela.
 -Você vai pegar com a mão?
-Oi menino veja só que danadinha!
Então pude ver a aranha bem no centro de sua teia.
-Ela pica Dedé?
 -Pelo sim pelo não não arrisco.
São danadas e ficam lá no alto para pegar os insetos que entram do jardim.
As aranhas são perigosas sim e malvadas também.
Nunca ponha a mão nelas e este veuzinho que você esta vendo é a casa dela.
 É chamada teia ela prende e enrola os bichinhos para mais tarde come-los.
Achei muito interessante o que ela me ensinou, e é claro que eu iria logo colocar minha mão.
 Mas aranha é diferente de Joaninhas ou Vaga-lumes.
Eles não picam fazem cócegas!
 Mais tarde fiquei sabendo pelos livros de meu pai, que existem muitas espécies de aranhas.
Realmente são perigosas.
Contei a minha mãe o que a Dedé me ensinou.
Pois é a casa da aranha,tão simples mas perigosa.
 Portanto tenham sempre cuidado não ponham a mão em nada".


2º Momento:
Depois da contação, o professor lançará algumas perguntas para os alunos:
■Do que tratava a história?
■O texto fala da casa de que animal?
■Como é a casa deste animal?
■Dedé agiu certo?
■Quem já viu uma aranha de perto?
■Quem poderia me descever como é formado o corpo da aranha?
■Quantas pernas ela tem?
■Quem tem medo de aranha?
■Na casa de vocês, quando aparece uma aranha, o que as pessoas fazem?
■É verdade que toda aranha pica?
■É verdade que toda aranha é venenosa?
■A aranha é um inseto ou aracnídeo? Por quê?



3° Momento:
O professor, agora, pedirá aos alunos que façam uma representação da aranha, através da técnica de desenho cego (giz de cera com nanquim ou guache preto)
Primeiramente, solicitará que pintem uma folha de papel peso 40 branco com giz de cera, pressionando o giz sobre o papel, não deixando nenhuma parte em branco, em seguida, deverão
passar com pincel ou rolinho o nanquim/guache preto sobre o giz de cera, depois que a pintura estiver seca, com o auxilio de um lápis desenhar a aranha.
Durante o desenho da aranha o professor deverá instigar os alunos perguntando quantas pernas a aranha tem, como é a forma do corpo da aranha.
 Quando os trabalhos estiverem concluídos, deverão ser expostos no mural da sala de aula.
Atividade 2 – Diferenciando a aranha da barata
1º Momento:
O professor deverá instigar os alunos a diferenciarem a aranha dos insetos.
Para tanto, mostrará uma figura de uma barata e de uma aranha e pedirá para as crianças observarem as características de cada uma.
Questionando:
 Vocês acham que a barata e a aranha são insetos?
Quantas patas tem a barata?
E quantas pernas tem a aranha?
A aranha tem asas?
Tem antena?
 E a barata tem asas?
Tem antenas?
 Como é dividido o corpo da barata?
 E o corpo da aranha?
Durante a fala das crianças, o professor deverá registrar as falas das crianças, apontando que a barata pertence a classe dos insetos, tem três pares de patas, possuem asas e antenas (exceto pulga, o piolho e algumas formigas) e seu corpo divide-se em cabeça, tórax e abdomem, e que a aranha pertence à classe dos aracnídeos, têm quatro pares de pernas, não possue asas ou antenas e seu corpo divide-se em duas partes (cefalotórax e abdômen).
2º Momento:
O professor deverá trazer para sala um carrapato e uma aranha dentro de um vidro e solicitar que as crianças comparem os dois bichos, questionando:
Quantas pernas tem o carrapato?
E quantas pernas tem a aranha?
O carrapato tem asas?
Tem antena?
Como é dividido o corpo do carrapato?
O professor deverá registrar as falas das crianças e apontar que o carrapato é um artrópode, pertence a classe dos aracnídeos, da ordem dos ácaros, é um parasita, infesta o homem, animais domésticos, silvestres e aves, têm quatro pares de pernas, não possuem asas ou antenas e seu corpo divide-se em duas partes (cefalotórax e abdômen).
OBS: O professor poderá apresentar fotos dos insetos ou aracnídeos ou levá-los para sala de aula, e observá-los no microscópio.
Atividade 3 - Entrevistando um especialista.
1º Momento:
O professor informará às crianças que receberão a visita de um especialista em aranhas, porém, antes disso, deverá solicitar que eles se dividam em grupos, com três ou quatro integrantes, para elaborarem perguntas. Objetivando que os grupos não façam perguntas repetidas, haverá um sorteio dos temas com qual cada grupo deverá trabalhar.
Os temas são: reprodução, classe, alimentação, importância para o meio ambiente, cuidados que as pessoas devem ter com as aranhas, aspectos fisiológicos das mesmas.
2º Momento:
Chegada a hora da entrevista, o professor abrirá os trabalhos assisitindo ao seguinte vídeo, com as crianças e o entrevistado:

E lançando, após a exibição, a seguinte pergunta:
O QUE ESSA PESSOA ESTÁ FAZENDO É UMA ATITUDE CORRETA OU NÃO?
Primeiramente, deve-se dar chance das crianças falarem o que acharam, depois o especialista deve comentar a questão.
 (a intenção aqui é fazer as crianças perceberem que os animais não são meros brinquedos, que podem ser manipulados a toda hora, mas seres vivos, os quais devem ser respeitados como tais, tendo sua integridade preservada, até mesmo porque eles são importantes para o equilibrio do meio ambiente.
 As crianças deverão ter total liberdade para "sabatinarem" o entrevistado.
Numa tentativa de "incitar" a curiosidade das crianças, o professor entregará para cada grupo, quando se reunirem a fim de elaborarem as perguntas, alguns dados interessantes sobre a aranha.
■Produzem teias, que são 5 vezes mais fortes do que o aço no mesmo diâmetro.
■Além disso a teia pode ainda se esticar 4 vezes mais que seu comprimento inicial.
■As teias resistem a água e a temperaturas até -45°C sem se romperem.
■A aranha poderia morrer presa em sua própria teia, mas sua pata é equipada com pêlos que não permitem que isso aconteça.
■Existem 40.000 espécies de aranhas conhecidas, mas alguns estudiosos calculam este número pode chegar a 100.000.
■Essas 40.000 espécies são divididas em mais de 100 famílias, sendo que cerca de 30 delas são consideráveis perigosas para o homem.
■A maior aranha do mundo é a Theraphosa blondi e chega a medir até 20 centímetros de uma pata a outra, já a menor é a Patu digua que tem o tamanho da cabeça de um alfinete.
■Os filhotes aprendem a fabricar teia sozinhos.
■Algumas aranhas sobem em pontos altos, liberam um fio de teia e se deixam levar pelo vento, povoando assim ilhas e continentes.
Obs.: É sempre bom levantar alguns combinados com as crianças antes de receber qualquer visita, para que não aconteça nenhuma situação desagradável devido à espontaneidade das crianças, deixando o visitante constrangido.
Atividade 4 - Montando uma instalação.
1º Momento:
O professor explicará para as crianças que irão montar uma obra de arte, uma instalação. (Alguém aqui sabe o que significa uma instalação, já viu uma?)
Obs: Abaixo fotos de instalações realizadas em Aracaju, Marapanin (PA) e São Paulo

 


Instalação 1 - Realizada pela professora Margareth - Pisando em ovos - Foto Nayde Solange Garcia Fonseca


Instalação 2 - Realizada pelo professor Danúbio - Teia de Aranha - Foto Nayde Solange Garcia Fonseca

Depois de explicado o conceito de instalação, e até ser mostrado fotos de instalações, explicará que a instalação que irão montar terá como tema "a alimentação da aranha".
Por isso, como já haviam estudado, ela será composta de uma enorme teia na qual haverá uma enorme aranha e uma mosca grande pronta para ser devorada.
2º Momento:
A construção da instalação se dará da seguinte forma: primeiro se construirá a enorme teia no chão da sala ou do pátio, com mais ou menos dois metros de diâmetro, confeccionada com elástico presos com fita crepe, sempre com a participação de todas as crianças.
 É como uma trama feita por várias mãos, um trabalho que exige do grupo atenção e cooperação.
Para facilitar, o professor poderá mostrar a foto de uma teia de aranha, salientando o formato, como os fios se entrelaçam entre outros aspectos.
Depois disso, uma enorme aranha será desenhada em uma cartolina, sendo que os detalhes de seu corpo serão desenhados e pintados pelos alunos.
 Da mesma forma, uma mosca será confeccionada, podendo também se moldado no papel crepom ou jornal.
3º Momento:
Na instalação a aranha e a mosca serão fixadas na teia com fita crepe ou pregadores de roupa.
Perto da instalação, haverá um cartaz com o título da mesma e o nome dos seus vários autores, isto é, de todos os que trabalharam na sua montagem.



Sugestão: Todo o processo de montagem da instalação seja registrado por fotos ou filmagem.
Recursos Complementares
Sites para pesquisa:



Avaliação
O aluno será avaliado segundo os seguintes aspectos:
■Conheceram e indentificaram as características da aranha: classe, alimentação e reprodução;
■Participaram das leituras e produções de textos informativos;
■Conheceram a importância da aranha para o ecossistema;
■Conheceram os cuidados que devemos tomar com as aranhas.
■Participaram da elaboração e construção de uma instalação.



Chimpanzé:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/animais/chipanze.php

Rinoceronte:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/rinocerontes/rinoceronte.php

5- Dobraduras:
Rinoceronte de Nicolas Terry


Aranha de garrafa pet



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