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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quinta-feira, fevereiro 27, 2025

O marreco reco-reco>Interação literária/Rimas>Instrumento reco-reco>27/02/2025

 
Donaldo Buchweitz

O Marreco Reco-Reco de jaleco foi visitar o Pato Tato de sapato que vive no Mato. Desse encontro resultou uma merenda e brincadeiras que vão fazer as crianças se divertirem com as rimas e ilustrações desses bichos engraçados. Para os pequenos a risada está garantida!

Ouvindo: AQUIAQUI
Reco-reco de caderno/O pato
Objetivo:
Que o aluno seja capaz de acompanhar a aula estimulando o foco e a atenção (por meio do ritmo), percepção das mudanças de ritmo (três ritmos diferentes) coordenação grossa para os movimentos macros (gestos e percussão). Fortalecimento da musculatura das mãos e dedos. Que o aluno seja capaz de fazer cada ritmo proposto, respeitando, pulso e o ritmo da música. AQUI

Construindo um reco-reco
Reco-reco com papelão e barbante: AQUI
Aproveitando latas de achocolatados: AQUI, AQUI
Estímulo literário: Reco-reco: AQUI
Jacaré reco-reco: AQUI



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quarta-feira, março 08, 2023

A Bela adormecida do samba>Abram alas para a bela negra adormecida>Reconto> 08/03/2023

 

Sonia Rosa

Esta é uma história de amor e encantamento, uma adaptação do clássico infantil A Bela Adormecida. Contudo, este reconto tem suas singularidades: destaca o carnaval, a tradição das escolas do subúrbio nos desfiles e a festa nos barracões do samba. Dá vivas a passistas e percussionistas, mestres-salas e porta-bandeiras. Celebra a beleza, a alegria, a emoção, a ancestralidade, o amor, a criatividade, o encontro e a união.

Abram alas, minha gente! A Bela Adormecida do Samba pede passagem!


Quantas versões de Bela Adormecida você conhece? 

A história da princesa que fura o dedo e cai em sono profundo conta com registros antigos, como o do francês Charles Perrault, no século XVII, e dos irmãos alemães Jacob e Wilhelm Grimm, no século XIX (isso sem contar os registros anteriores com requintes de crueldade e erotismo).

Seja qual for a versão que você conheça, a narrativa atravessou séculos e faz parte (ainda hoje) do repertório de muitos leitores/ouvintes. 

Cada qual promovendo um ajuste aqui, outro ali, mais um acolá, até chegar à adaptação de Sonia Rosa, ‘A Bela Adormecida do Samba’, publicada neste ano mesmo (2021) pela Mazza Edições, com ilustrações de Luciana Grether.

A versão de Rosa insere elementos afro-brasileiros que conferem à história uma ambientação bastante peculiar, mas mantém o enredo das versões europeias. 
A protagonista é Bela, “a mais jovem e graciosa passista que o Rio de Janeiro já conhecera”, filha de mestre-sala e porta-bandeira de uma importante escola de samba carioca.

Como de praxe, assim que a menina nasce, é alertada por uma entidade mística (o adivinho Ifá) sobre a possibilidade de espetar o dedo (sempre ele). E assim acontece, exatamente quando ela se preparava para seu primeiro desfile:

“No afã de vestir rapidamente a sua fantasia, o zíper emperrou… Com força e determinação, ela foi puxando dali e daqui, até conseguir fechar sua fantasia, mas acabou se ferindo no dedo. 
O sangue vermelho jorrou forte. Forte demais para tão pequeno machucado… Uma vertigem repentina e um grito ecoou no barracão… Bela caiu ao chão… adormecida.”

As inovações não param por aí. 
Ao invés de um castelo coberto por rosas e espinhos, a Bela negra adormece no barracão da escola de samba, que fica “encoberto por árvores diversas; tamarineira, cajueiros, goiabeiras, mangueiras e até um baobá” e assim começam boatos sobre um “barracão adormecido com uma jovem de beleza rara…”
Enquanto o barracão e a Bela dormem, ficamos aqui apreciando a leveza desse conto de fadas… Afinal, em meio a tantos problemas, quem nunca desejou cair no sono profundo e só acordar quando tudo estivesse resolvido? Fonte

Ouvindo a história: AQUI

Atividades sugeridas/PDF: AQUI Página 56;
Página 20: Almanaque alfabetizador antirracista
Sugestões e reflexões de intervenções didáticas
A Bela desadormecida: AQUI




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segunda-feira, fevereiro 07, 2022

Pixinguinha>Samba na areia>Choro>Música popular>07/02/2022

 


Esse grande compositor e flautista é reconhecido pela genialidade em sua criatividade e interpretação. Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho) foi Instrumentista, compositor, orquestrador e maestro e dentre as suas obras maravilhosas vemos aqui o Samba na Areia, que Anna Bello, em uma brincadeira muito divertida, mistura a obra e um pouco da vida desse compositor. AQUI

Samba na areia/Dia nacional do choro/Aula: Pode-se trabalhar com a canção "Samba na areia" com os alunos. Essa música além da diversidade de peixes, também fala de vários instrumentos como: rabeca, cavaquinho, berimbau e muitos outros.

AQUI

PDF: AQUI

Bichinhos fundo do mar: AQUI

PDF: Sobre samba e afins: AQUI

Vivência rítmica: AQUI

Mais sobre Pixinguinha: AQUIAQUI



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domingo, janeiro 19, 2020

Os ibejis e o carnaval>Adamastor o pangaré>Samba>Percussão>Literatura afro-brasileira>19/01/2020


Helena Theodoro

Neste lindo livro, a escritora Helena Theodoro, em seu mais importante papel — o de avó —, conta para seus dois netos, Neinho e Lalá, histórias do nosso carnaval. 
Os Ibejis e o carnaval é enriquecido pelas belas ilustrações de Luciana Justiniani Hees, possui ainda um rico glossário no qual o leitor mirim poderá saber mais sobre uma das mais bonitas e famosas festas brasileiras.

Conta a história de um par de gêmeos nascido numa família negra. 
A narrativa faz referência à tradição de apresentar o recém nascido à lua. 
As diferentes personalidades dos gêmeos Ibejis, um menino e uma menina, conduz para a questão de ninguém saber direito o que é carnaval. 
O debate entre aquele que nasceu primeiro, o segundo e uma vó Bisa, destaca a ideia de uma comunidade onde os pais passam para os filhos as histórias de família. 
A figura do mestre-sala e porta-bandeira de uma escola de samba é focalizada em trechos que trazem densidade histórica sem recuar da singeleza geral.
Mais sobre a obra: AQUI
Atividades
AQUI

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Mariana Massanari

Joaquim vai ganhar uma irmãzinha, mas não gosta muito da ideia. Entretanto, com a ajuda de seu amigo Adamastor, começa a encarar a novidade com outros olhos.

Proposta de trabalho

Proposta para as duas obras

Mais sugestões de literatura fro/brasileira:  AQUI


Hora da história/Cor da cultura
Histórias e brincadeiras
Samba
Mais percussão





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terça-feira, julho 24, 2018

Samba menino>Samba para crianças>Biscoito Fino>24/07/2018


Projeto educativo traz autor e sambista carioca

Um convite para a criançada viajar pela história do samba com um enredo divertido e bastante atrativo. Didático, bilíngue, ilustrado, o livro fantasia fatos históricos, dando a oportunidade dos pequenos aprenderem brincando com o Samba Menino.

Projeto Samba menino
Livro


Este CD revela um afinado coro de dez meninos e meninas que integram a ONG 'Toca o Bonde - Usina de Gente' e que fazem agora sua estréia em disco. Com um repertório de doze faixas e em grande estilo, elas cantam junto com alguns dos mais consagrados intérpretes da MPB como: D.Ivone Lara, Dudu Nobre, Zé Renato, Ney Matogrosso e outros...confira!
Samba para crianças
Batuque na cozinha
Sambalelê
Ritmos brasileiros
Aula: Criança também samba
Sobre o samba

Trabalhando preconceito
Aula samba

Tequinho é um menino de comunidade que tem orgulho de fazer parte de uma família de sambistas.
A história de sua família está ligada a fundação de uma escola de samba do Rio de Janeiro.
Desde pequeno ele convive com baianas, passistas, mestres-salas, porta-bandeiras, a velha guarda e ritmistas que visitam a casa de sua bisavó para saborear a deliciosa feijoada da escola.
Em narrativa curta este livro conta como foi a fundação da 'Escola de Samba da Comunidade' para os pequenos leitores.
Tequinho página 47








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quinta-feira, dezembro 27, 2012

A rainha da bateria >Estímulos carnavalescos e literários>Narrativas de carnaval> 27/12/12


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Livro: A Rainha da Bateria
Autor: Martinho da Vila
Ilustração: Marcelo D'Salete
Editora: Companhia Editora Nacional



A Rainha da Bateria" retrata a vida de uma garota apaixonada pelo carnaval
Um dos poetas da música brasileira, Martinho da Vila, apresenta no livro infantil "A Rainha da Bateria" a história de uma menina apaixonada pela música brasileira, que sonha em sambar a noite inteira e desfrutar dos desfiles de carnaval.
Acontece que o pai da garota, que a apresentou às belas composições, faleceu, e a mãe, amargurada, não consegue notar felicidade em mais nada. Elas moravam perto de uma quadra de escola de samba, e ouviam todas as noites a batucada cortar o céu.

Entusiasmada com a lembrança do pai, a garota pede para ir assistir um ensaio, mas a mãe a proíbe. Ignorando a ordem, a jovem passa a fugir de noite e a conhecer os sambistas, dançar suas músicas e cantarolar. Tudo corre bem até sua mãe descobrir.
Martinho da Vila usa de uma linguagem simples para conversar com crianças e adultos, sobre a magia da música, o poder que ela tem de unir pessoas, resgatar lembranças e homenagear a felicidade.
O músico e escritor também é autor dos livros "Vermelho 17", "Os Lusófonos", "A Rosa Vermelha e o Cravo Branco" e "Vamos Brincar de Política?", e de composições como "O Pequeno Burguês", "Casa de Bamba" e "Mulheres".
Sinopse:
Este é o segundo livro infantil do escritor, compositor e cantor Martinho da Vila.
O título conta a história de Maria Luisa, uma menina que mora perto de uma quadra de escola de samba e gosta de música brasileira.
 Depois da morte do pai, Maria Luisa sonha que ele a leva até um ensaio e resolve querer conhecer, mas por preconceito, sua mãe não deixa.
A menina vai mesmo assim, escondida e literalmente cai no samba até se tornar a rainha de bateria daquela escola. Como ela consegue? Este é o grande desfecho desse livro que foi inspirado no samba "Deixa a Maria Sambar", de Paulo Brazão.




Esta música deu inspiração a Martinho da Vila
Deixa a Maria Sambar
Martinho da Vila
Composicão Paulo Brazao

Quem não se lembra da Maria
Que era a rainha do samba
E sambando ela fazia a platéia delirar
Mas no melhor da alegria
Quando a Maria estava fazendo vibrar
Era quando alguém chegava e dizia que a Maria não podia mais sambar
Era a Dona Luzia
A velha mãe da Maria
Que o samba detestava
Mas a Maria gostava
E de vez em quanto a Maria fugia e ia ao samba sambar
Mas a velha Luzia a mãe da Maria
Chegava pra atrapalhar
Deixa a Maria sambar
Agente pedia, deixa a Maria sambar
Deixa a Maria sambar
Dona Luzia deixa a Maria sambar
Sai pra lá, sai pra lá
Lendo e escrevendo narrativas de carnaval
O aluno desenvolverá a leitura a partir de um texto narrativo a respeito do carnaval.
Trabalhará a interpretação do texto narrativo e os elementos da narrativa, tais como narrador, enredo e partes da narrativa (início, meio e fim).
Realizará uma produção de texto tendo como base o texto narrativo lido, partindo de suas experiências.
Duração das atividades
Aproximadamente três aulas de 50 minutos cada
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
O aluno deverá estar inserido no processo de alfabetização e letramento
Estratégias e recursos da aula
Momento 1
O professor organizará os alunos em uma roda, no chão da sala de aula, informando-os que eles irão ouvir uma história sobre o carnaval.
Antes de contar a história, ele irá conversar com os alunos a respeito do carnaval, perguntando se eles gostam de carnaval, o que eles fazem nessa festa, se eles viajam, se assistem aos desfiles de escola de samba, etc.
O professor, então, deixará a conversa fluir, permitindo que os alunos falem livremente a respeito do tema e que contem o que gostam de fazer nessa época.
Momento 2
Após a conversa inicial, o professor irá contar a seguinte história, mostrando as figuras:



O carnaval de João e Amanda
(Autora: Lívia Fagundes Neves)



Amanda estava animada. Ela estava de férias com sua família em um lugar fantástico: o Rio de Janeiro. O hotel era maravilhoso. Havia uma piscina, um jardim e estavam perto da praia!
O Irmão de Amanda, João, também estava muito animado. Era tempo de carnaval no Rio e, naquela noite, aconteceria uma grande festa na rua. Todo mundo usava roupas maravilhosas, de diferentes cores: verde, azul, vermelho, roxo, e até dourado e prateado.
Amanda e João queriam ir à festa, mas não tinham nenhuma roupa de carnaval. Então, tiveram a ideia de ir a uma loja e comprar fantasias.
Assim, eles saíram do hotel com seus pais e foram para o centro de compras da cidade.
Todas as lojas tinham roupas fantásticas. Eles entraram em uma loja bem grande.
Amanda queria colocar uma roupa com uma capa especial, saia curta, camiseta azul, botas brancas e um chapéu de vaqueiro.
João escolheu uma fantasia que tinha um par de calças vermelhas e amarelas, uma camisa verde e vermelha manchada, sapatos azuis, um chapéu de bobo e um nariz vermelho.
Mas, na hora de pagar, os jovens trocaram tudo. Amanda comprou um vestido cor de ouro e prata com sapatos de saltinho e João, uma fantasia de super-homem. Agora, eles estavam prontos para a festa!
Quando a família estava voltando para o hotel, viram uma mulher alta, elegante em um belo vestido preto. Ela usava diamantes nos dedos, nos sapatos, na roupa e no cabelo.
O gerente do hotel lhes informou que aquela era Diana Diamond, a famosa estrela de cinema. Contou também que aqueles diamantes eram de verdade e que custavam muito caro.
Amanda e João foram para o quarto se aprontar para a festa. Às oito horas, os jovens com seus pais desceram ao restaurante para jantar. Eles comeram bife, batatas fritas e salada.
De repente, todos ouviram alguém gritar:
_ Meus diamantes se foram!!! Roubaram meus diamantes!
Era Diana Diamond que saiu gritando e correndo do elevador do hotel.
Assim que ouviram os gritos, os dois irmãos viram um homem, com uma fantasia de gato preto, fugindo com os diamantes nas mãos.
Na rua havia milhares de pessoas vestindo trajes coloridos.
Todo mundo estava dançando e cantando.
A música era muito alta, mas mesmo com toda a confusão, os dois correram atrás do gato preto.

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Foi difícil vê-lo por causa da festa na rua mas João, que era muito esperto, o avistou de longe.
O gato preto corria desesperadamente. Amanda não conseguiu seguí-lo mas João, muito ligeiro, estava quase alcançando o ladrão.
De repente, o gato preto parou e caiu no chão, parecia estar com falta de ar e exausto de tanto correr. Então, João segurou o ladrão pelos braços e começou a gritar por ajuda.
A polícia chegou, algemou o ladrão e o levou para a prisão. João retornou ao hotel na viatura e lá, juntos, polícia e mocinho, devolveram os diamantes a Diana Diamond.


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Ela ficou muito satisfeita, agradeceu imensamente e, em retribuição, convidou toda a família de João para comparecerem à sua festa de carnaval, que aconteceria no terraço do hotel.
Naquela noite, Amanda, João e seus pais foram à festa de carnaval de Daiana.
Tudo estava impecável, comida, fantasias, música e brincadeiras. Foi uma noite inesquecível!
Joâo e sua família permaneceram por mais três dias no hotel. Fizeram uma bela amizade com Daiana e, até hoje, recebem notícias de seus filmes e do sucesso que ela faz pelo mundo afora.
Momento 3
Terminada a história, o professor irá perguntar se os alunos gostaram daquela aventura de carnaval e perguntará ainda se alguém já teve uma experiência legal de carnaval para contar.
Em seguida, o professor fará perguntas orais a respeito da história tais como:
- Quem são os personagens dessa história? (Amanda, João, o artista, os pais, a policia,o ladrão e o porteiro do hotel)
- Onde se passa a história? (No Rio de Janeiro)
- Em que época acontece essa história (Na época do carnaval)
- Quais informações estão presentes no início da história?
 (Dois irmãos vão passar o carnaval no Rio de Janeiro, se hospedam em um hotel, compram fantasias para ir à uma festa e conhecem Diana)
- Qual o clímax da história, ou seja, qual é a parte de suspense?
(A parte em que o ladrão rouba o diamante e João sai correndo atrás dele)
- Qual é o desfecho da história, ou seja, como termina a história?
 (João pega o ladrão, a polícia chega e Diana os convida para a festa.)
Para finalizar esse momento, o professor deverá informar aos alunos que ele contou uma história ocorrida com alguns personagens e que o nome da pessoa que conta uma história é NARRADOR.
Completará ainda dizendo que aquela história é uma NARRAÇÃO porque narra, ou seja, conta um acontecimento ou um fato, vivido por alguém.
Momento 4
Pedir que os alunos voltem ao seus lugares para a leitura de um outro texto narrativo sobre carnaval. O professor, então, entregará o texto abaixo para os alunos lerem e colarem no caderno:
Um carnaval diferente
(Autora: Lívia Fagundes Neves)
Carolina é uma menina que tem nove anos e mora no Rio de Janeiro.
Ela adora estudar e brincar com seus amigos depois da escola. Sua brincadeira favorita é “escolinha” e ela gosta sempre de imaginar que é a professora.
Certo dia, após a aula, quando Carolina ia ao encontro de suas amigas para brincar, sua mãe lhe chamou para arrumar as malas: elas iriam viajar e aproveitar o carnaval de 2005 na praia.
Carol, como era chamada, ficou animada, deixaria de brincar com suas colegas, mas, no dia seguinte, iria para a praia encontrar com sua prima Filó, também de nove anos, de quem ela tanto gostava.
No dia seguinte, após uma longa noite de espera e ansiedade, Carol e sua mãe acordaram bem cedo, tomaram café e pegaram a estrada. Elas estavam radiantes! Aquele seria um ótimo carnaval!
Após uma breve viagem, as duas chegaram à cidade desejada!
A praia estava linda!
Mas... Não tinha ninguém aproveitando aquela maravilha.
As duas se olharam e acharam muito estranho aquilo! O dia estava ótimo e já era carnaval.
Deveria ter um monte de gente pulando na rua e aproveitando o dia.
Apesar da frustração, as duas continuaram seguindo até a casa da prima.
No caminho, também não viram sinal de alguém.
Carol olhou o relógio, já passavam das 14 horas e onde estariam todos?
Chegando à casa de Filó, tocaram a campainha!
A mãe de Filó, chamada Rita, após quase dez minutos, atendeu a porta.
E para a surpresa de Carol, Rita muito abatida! Parecia doente, tinha olheiras e estava com febre.
As visitantes, muito assustadas, perguntaram o que estava acontecendo e Rita respondeu que metade da cidade havia acordado doente naquela manhã, domingo de carnaval, parecia com uma gripe muito forte. A prima Filó nem conseguiu sair da cama.
As duas não sabiam o que fazer, pensaram em voltar para a sua cidade mas, ficaram com pena de sues parentes e resolveram ficar para ajudar. Acabaram passando o resto do carnaval cuidando das pessoas daquela casa.
Na quarta-feira de cinzas todos já estavam melhores...
Assim como quase toda a população daquela cidadezinha praiana.
Haviam sido medicados e descoberto que um vírus muito forte foi o causador daquele estrago.
Naquela tarde de quart-feira Carol e sua mãe foram voltaram para casa, esperaram tanto por aquele carnaval na praia e nem podiam imaginar que seriam tão úteis ajudando seus parentes a melhorassem daquela doença.
Partiram mas prometeram a Rita, a Filó e a si mesmas que o próximo carnaval seria diferente! Elas iriam fazer muita folia e pular bastante, ao som de um bom samba!
Momento 5
Após uma leitura silenciosa e em voz alta, realizada pelo professor, o aluno irá responder às seguintes perguntas no caderno:
1) Quais são os personagens da história?
 (Carol, sua mãe, Filó e Rita)
2) Onde se passa a história?
(No Rio de Janeiro)
3) Quando acontece a história?
(No carnaval de 2005)
4) Quais informações estão presentes no início da história?
(Informações sobre Carol: o que ela gosta de fazer, quantos anos ela tem, etc)
5) O que acontece no meio da história?
(Carol e sua mãe viajam no carnaval para praia e encontrarm uma cidade estranha)
6) O que acontece no final da história? (Carol e sua mãe passam o carnaval cuidando dos doentes e vão embora na quarta-feira de cinzas)
7) Na sua opinião, o fato contado nessa história ocorreu de verdade, ou seja, é possível que quase toda a cidade tenha ficado doente no carnaval?
(Resposta pessoal. O professor deverá mostrar, durante a correção, que os acontecimentos narrados em uma história podem ser imaginários ou inventados, assim podem não ter ocorrido verdadeiramente)
8) Por que o título do texto é "Um carnaval diferente?"
 (Porque Carol não pode aproveitar o carnaval na praia, ela precisou de cuidar dos seus parentes)
9) No oitavo parágrafo lê-se: "As visitantes...". A quem o narrador se refere?
(Ele se refere ä Carol e sua mãe).
10) Por que Carol e sua mãe se assustaram ao chegar à cidade da praia?
(Porque a cidade estava vazia, sem ninguém na rua.)
11) Qual foi a promessa feita pelas duas visitantes ao final da história?
 (Elas prometeram que o próximo carnaval tudo seria melhor)
Momento 6
O professor deixará que os alunos tentem desenvolver as questões propostas no momento anterior e, em seguida, fará a seguinte a explicação:
- A história "um carnaval diferente" também é um exemplo de NARRACÃO, assim como a primeira história que vocês ouviram.
Há um NARRADOR, ou seja, uma pessoa contando um acontecimento que ocorreu com outra pessoa, ou um acontecimento inventado, que ocorreu em um determinado tempo e em um determinado espaço. Inicialmente, em uma narração, o narrador inicia a história apresentando os personagens e situando o lugar e o tempo em que algum fato acontecerá.
Em seguida, o narrador, no meio da história, conta o ocorrido, para ao final da história resolver e dar um desfecho para aquele acontecimento.
Após essas considerações, o professor retornará a atividade do momento 5, discutindo e exemplificando a explicação que ele acabara de dar.
Para finalizar esse momento, é importante que o professor explique que o narrador das duas histórias contam um acontecimento que ocorreu com alguém e que, portanto, eles (narradores) não participaram daquelas histórias.
Mas pode acontecer de um personagem que viveu a história também a contar, assim, nesse caso, o narrador da história será também um personagem.
Momento 7
Para sistematizar essas informações a respeito da Narração, o professor pedirá que os alunos anotem no caderno o seguinte lembrete:
Texto narrativo
O texto narrativo conta acontecimentos ou experiências vividas ou imaginadas por alguém.
Quem conta esses acontecimentos com os PERSONAGENS é o NARRADOR que ainda situa a história em um determinado TEMPO e ESPAÇO.
Momento 8
Após as explicações e exemplificações acerca do texto narrativo, o professor convidará os alunos a escreverem uma narrativa, contando um acontecimento ou uma experiência de CARNAVAL vivida por alguém.
Explicar, então, que eles serão os NARRADORES e que podem contar algo verdadeiro que aconteceu com alguém que eles conhecem ou inventarem uma história com esse tema.
Lembrá-los da necessidade de organizar a história em: princípio, meio e fim.
No príncipio será apresentado os personagens, o tempo e o espaço.
No meio desenrolará a ação durante o carnaval e, no fim, ocorrerá um desfecho, uma finalização a partir da ação.
Momento 9
O professor irá corrigir as produções e, na próxima aula, deixará que os alunos as leiam à frente da sala.
Recursos Complementares
O professor poderá mostrar algumas figuras de carnaval para os alunos, como incentivação inicial, antes de contar a história.
Há algumas figuras no site:
 Avaliação
O professor irá verificar se o aluno compreendeu a estrutura do texto narrativo através das respostas das atividades relacionadas e da correção das narrações.
Ao corrigir as narrações, o professor deverá analisar também a criatividade dos alunos, bem como a organização textual, no que diz repeito ao uso de paragráfos e pontuações, verificando, ainda, questões ortográficas e de concordância.





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segunda-feira, janeiro 24, 2011

Carnaval/Samba/ Escolas/ >Atividades para aulas>24/01/11




O dia do samba é uma homenagem a Ary Barroso, sambista com vários sucessos como na "Na Baixa do Sapateiro".
Mas o curioso é que quem instituiu a data foi um vereador baiano, celebrando a data em que Ary Barroso visitou a Bahia pela primeira vez.
Desde então os dois estados, Bahia e Rio de Janeiro celebram a data. Em geral shows e festividades com nome importante da musica acontecem em ambas as cidades.
Confira a programação e não deixe de celebrar.
O samba é uma das expressões mais importantes da cultura brasileira reconhecida em todo o mundo.
'Quem não gosta de samba
Bom sujeito não é
Ou é ruim da cabeça
Ou doente do pé'
Fonte: http://www.smartkids.com.br/datas-comemorativas/2-dezembro-dia-do-samba.html

História do ritmo brasileiro



FESTEJE O CARNAVAL E APROVEITE
A DATA PARA ENSINAR FATOS HISTÓRICOS
Máscaras : Como fazer

CONHECENDO AS ESCOLAS DE SAMBA,
OS ALUNOS APRENDEM SOBRE HISTÓRIA DO CARNAVAL
 E DESENVOLVEM AS LINGUAGENS ORAL E ESCRITA






Fonte: Revistas Projetos Escolares, Ensino Fundamental números: 3;38 e44 
Você sabe como surgiram as escolas de samba aqui no Brasil?
Tudo começou no início do século 20, quando os ranchos, desfiles de máscaras e fantasias em carros enfeitados pela avenida, já estavam mais que estabelecidos no Rio de Janeiro pelas sociedades carnavalescas - grupos organizados que usavam fantasias reproduzindo as roupas da corte. Esses desfiles, ao som de ópera, eram muito luxuosos. Só participavam deles os que podiam comprar fantasias para o evento, sempre muito caras.
Por isso, os pobres brincavam em outros bailes, semelhantes aos da nobreza, mas com muito menos luxo. As fantasias eram imitações mais baratas, e a música, uma grande e empolgante batucada. Um dos principais lugares em que aconteciam essas festas era a Praça Onze, no bairro do Estácio, bem perto do local onde hoje fica o Sambódromo do Rio de Janeiro.
Quem era de fora achava o Carnaval dos pobres feio e atrasado, e dizia que só participavam dele bandidos e vagabundos. Foi então que os carnavalescos do Estácio resolveram se organizar, à semelhança da forma como faziam os ricos. Em 1929, fundaram a Deixa Falar, a primeira escola de samba de que se tem notícia. A partir daí, eles passaram a escolher todo ano um tema que definiria as fantasias e a música, como acontece com os sambas-enredo que temos hoje.
Desde então, a festa foi evoluindo até se tornar o carnaval carioca conhecido hoje, tão famoso que é reproduzido nas comemorações de várias cidades pelo Brasil afora.
Você conhece alguma marcha de Carnaval?
Aqui você vai aprender as letras das marchinhas mais conhecidas e cantadas em todos os carnavais!
•A jardineira•Abre alas•Allah-la-ó•Cabeleira do Zezé•
Cidade Maravilhosa•Mamãe eu quero•Me dá um dinheiro aí•Ta-hí

(clique no site para ver as letras das marchinhas)





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