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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
16 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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segunda-feira, fevereiro 10, 2025

Picasso e o macaco Zezé>Interação literária>Linguagem e artes>Releituras/Picasso> 10/02/2025

 
Mércia M. Leitão/Neide Duarte/F.Fargas

Neste livro, o quadro Arlequim com guitarra (1918), de Pablo Picasso, é o mote para contar a história do divertido e sonhador macaco Zezé. Criando uma nova interpretação para o momento em que o quadro foi pintado, as autoras aliam texto e imagem para incentivar os pequenos desde cedo a ter um maior contato com a arte. O livro traz também atividades e curiosidades sobre o quadro, além de outras obras de Pablo Picasso.
Tema: Multiplicidade Cultural, Meio Ambiente
Assunto: Animais, Arte
Data Comemorativa: 12/08 – Dia Nacional das Artes

Suplemento do professor: AQUI

Ouvindo: AQUI

Arlequim/Atividades

O contato com as atividades artísticas desde a infância possibilita o desenvolvimento de várias competências e habilidades tanto cognitivas como socioemocionais.
Expressando emoções com arte: AQUI
Releituras: Fases de Picasso/Papelão: AQUI
Móbile/Palhaço: AQUI
+ Releituras Picasso: AQUI


+ Mércia M. Leitão: AQUI
+ Picasso: AQUI
Carnaval: AQUI




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segunda-feira, março 12, 2012

Pintores e Afins> Cubismo> Mondrian> 12/03/12

O cubismo em destaque 

Como movimento artístico, apesar dos grandes representantes, teve vida curta, mas, em sala de aula, facilita a percepção e assimilação da geometria

Objetivos:

★ Apresentar a vida e as obras de Piet Mondrian, as características de sua pintura cubista, as cores utilizadas e as formas geométricas empregadas.
★Estimular a leitura formal e interpretativa de uma das obras do artista.
★ Facilitar a apropriação da obra, visando o reconhecimento das formas geométricas e a criação livre, com diferentes materiais.
★ Despertar a criatividade.

Faixa etária:
Crianças a partir do 1° ano.

O cubismo teve início em 1907. Sete anos depois, em 1914, o movimento se encerrou oficialmente, em virtude da 1ª Guerra Mundial, embora tenha persistido até o momento em que os artistas envolvidos o abandonaram. Contudo, no período em que esteve em voga, seus principais focos foram as artes decorativas e a arquitetura do início do século 20. Apesar de ter sido considerado um ato de percepção individual, o movimento que primava pela geometrização das figuras tinha coerência, tanto que se inspirava na racionalidade da arte africana e no princípio de "realização do motivo" de Cézanne.
Por conseguinte, ele rompeu com o conceito de arte como imitação da natureza (que vinha desde a Renascença), bem como com as noções da pintura tradicional, que incluíam a perspectiva.

Artistas Cubistas

Apesar da identificação imediata do cubismo às figuras de Pablo Picasso e Georges Braque, vários outros artistas deram grandes contribuições individuais ao movimento. Entre eles, destacam-se Guillaume Apollinaire, Fernand Léger, Max Jacob, Robert Delaunay, Francis Picabia, Gertrude Stein, Jean Metzinger, Albert Gleizes, Juan Gris e os irmãos Jacques Villon, Duchamp-Villon e Marcel Duchamp, entre outros.

Principais características do cubismo

Além da geometrização das formas e volumes, o movimento renunciou à perspectiva e à função do claro-escuro. Em consequência, passou a representar o volume com cores austeras - que iam do branco ao preto, passando pelo cinza, ocre apagado ou castanho suave - sobre superfícies planas, o que dava a sensação de pintura escultórica às obras.

Geometrização das figuras

Como resultado de uma arte intuitiva e abstrata, derivada da experiência visual, ela tinha como base a luz e a sombra - e a geometrização das formas e volumes. Pablo Picasso, um dos iniciadores do movimento cubista, o definiu como "uma arte que trata primordialmente de formas, e quando uma forma é realizada, ela aí está para viver sua própria vida".

Que tal usar o cubismo para reforçar os conceitos geométricos?
As obras do pintor holandês Piet Mondrian são ideais para esse tipo de trabalho. Apesar de ele ter começado como um artista figurativo influenciado por Van Gogh, ao aderir o movimento, ele optou pelo cubismo analítico, pela abstração geométrica e pelo uso das cores primárias (amarelo, azul e vermelho).
Seus quadros, que são bem conhecidos, caracterizam- se por pinturas cujas estruturas são definidas por linhas pretas ortogonais, que definem espaços que se relacionam de diferentes modos com os limites da pintura. Já os blocos de cor, pintados de modo fosco, são distribuídos assimetricamente, o que facilita o contato com a forma geométrica de imediato.

Dicas para trabalhar o tema

★ Exponha uma série de obras de Mondrian para a apreciação infantil.
★ Em paralelo, apresente a biografia do artista, suas principais obras da fase cubista e a trajetória do movimento.
★ Deixe que a criançada faça a leitura inicial dos quadros e, então, promova uma discussão sobre as conclusões a que chegaram.
★ Então, peça que cada uma escolha uma obra e inicie uma análise mais profunda, momento em que terá que determinar, nomear e relacionar quais as formas geométricas que foram empregadas pelo artista na elaboração do quadro.
★ Em seguida, entregue aos alunos uma cópia de uma obra qualquer do artista (no pôster tem uma sugestão), para que eles pintem com as cores primárias as formas geométricas pré-determinadas por você e, com as cores secundárias, as demais.
★ Prosseguindo, distribua vários pedaços de papel, nas cores vermelho, azul, amarelo e preto. Oriente as crianças para que recortem quadrados, retângulos e linhas pretas. Feito isso, sugira que recriem uma obra, sobre uma folha de papel, a partir da intercalação das figuras recortadas.
★ Por último, providencie cartolinas recortadas em quatro partes, lápis de cor, canetinhas e tinta em cores primárias para que cada criança, inspirada pelo artista, crie uma obra cubista, a partir das figuras geométricas conhecidas.



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segunda-feira, julho 25, 2011

Tarsila,menina pintora>Estímulos literários>Cubismo>PDF> 25/07/11

Tarsila do Amaral

Autora: Lúcia Fidalgo
Editora Paulus
Figura inspiradora, suave, delicada... fez história com seu olhar cuidadoso e seu pincel, que buscava cores cada vez mais brasileiras. Menina nascida numa fazenda em Capivari, interior de São Paulo, tornou-se uma das artistas mais importantes no Brasil e no mundo. O livro conta sobre sua família, seus estudos, suas viagens, seus casamentos e suas influências. Além disso, procura explicar, de forma simples, o objetivo de alguns de seus trabalhos, como o Abaporu, considerado o quadro mais importante feito no Brasil, no qual Tarsila inspira o movimento modernista antropofágico. A autora também aborda, de forma breve, a Semana de Arte Moderna e o grupo dos cinco: Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Mário de Andrade e Menotti Del Picchia, os quais tomam a frente do movimento modernista no país, alvo de críticas e discordâncias.

Sequência didática: AQUIAQUI
Cubismo: PDF: AQUI
Dia do artísta plástico: AQUI
Projeto Pedagógico: AQUI
Tarsila e as formas geométricas: PDF: AQUI

Vejam sobre a animação que será lançada sobre Tarsila: Tudo lindo!: AQUI






















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domingo, junho 12, 2011

Pintores e Afins/Cubismo -Aula> 12/06/11

CUBISMO
Historicamente o Cubismo originou-se na obra de Cézanne, pois para ele a pintura deveria tratar as formas da natureza como se fossem cones, esferas e cilindros.
 Para Cézanne, a pintura não podia desvincular-se da natureza, tampouco copiava a natureza; de fato, a transformava.
Ele dizia: “Mudo a água em vinho, o mundo em pintura”.
E era verdade. Em suas telas, a árvore da paisagem ou a fruta da natureza morte não eram a árvore e a fruta que conhecemos – eram pintura.
Preservavam-se as referências exteriores que as identificavam como árvore ou fruta, adquiriam outra substância: eram seres do mundo pictórico e não do mundo natural.
Por isso, é correto dizer que Cézanne pintava numa zona limite, na fronteira da natureza e da arte.
Entretanto, os cubistas foram mais longe do que Cézanne.
 Passaram a representar os objetos com todas as suas partes num mesmo plano.
É como se eles estivessem abertos e apresentassem todos os seus lados no plano frontal em relação ao espectador.
 Na verdade, essa atitude de decompor os objetos não tinha nenhum compromisso de fidelidade com a aparência real das coisas.
O pintor cubista tenta representar os objetos em três dimensões, numa superfície plana, sob formas geométricas, com o predomínio de linhas retas.
 Não representa, mas sugere a estrutura dos corpos ou objetos.
Representa-os como se movimentassem em torno deles, vendo-os sob todos os ângulos visuais, por cima e por baixo, percebendo todos os planos e volumes.
Principais características:
- geometrização das formas e volumes
- renúncia à perspectiva
- o claro-escuro perde sua função
- representação do volume colorido sobre superfícies planas
- sensação de pintura escultórica
- cores austeras, do branco ao negro passando pelo cinza, por um ocre apagado ou um castanho suave.
Braque e Picasso, seguindo a lição de Cézanne deram inicio à geometrização dos elementos da paisagem.
Braque enviou alguns quadros para o Salão de Outono de 1908, onde Matisse, como membro do júri, os viu e comentou: “Ele despreza as formas, reduz tudo, sítios, figuras e casas, a esquemas geométricos, a cubos”.
Essa frase, citada por Louis Vauxcelles, em artigo publicado, dias depois, no Gil Blas, daria o nome ao movimento.
O cubismo se divide em duas fases:
Cubismo Analítico - (1909) caracterizado pela desestruturação da obra em todos os seus elementos.
Decompondo a obra em partes, o artista registra todos os seus elementos em planos sucessivos e superpostos, procurando a visão total da figura, examinado-a em todos os ângulos no mesmo instante, através da fragmentação dela.
Essa fragmentação dos seres foi tão grande, que se tornou impossível o reconhecimento de qualquer figura nas pinturas cubistas. A cor se reduz aos tons de castanho, cinza e bege.

Cubismo Sintético - (1911) reagindo à excessiva fragmentação dos objetos e à destruição de sua estrutura.
Basicamente, essa tendência procurou tornar as figuras novamente reconhecíveis.
Também chamado de Colagem porque introduz letras, palavras, números, pedaços de madeira, vidro, metal e até objetos inteiros nas pinturas.
 Essa inovação pode ser explicada pela intenção dos artistas em criar efeitos plásticos e de ultrapassar os limites das sensações visuais que a pintura sugere, despertando também no observador as sensações táteis.
Principais artistas:
Pablo Picasso - (1881-1973) Tendo vivido 92 anos e pintado desde muito jovem até próximo à sua morte passou por diversas fases:
- a fase Azul, entre 1901-1904, que representa a tristeza e o isolamento provocados pelo suicídio de Casagemas, seu amigo, são evidenciados pela monocromia e também a representa a miséria e o desespero humanos;
- a fase Rosa, entre 1904-1907, o amor por Fernande origina muitos desenhos sensuais e eróticos, com a paixão de Picasso pelo circo, iniciam-se os ciclos dos saltimbancos e do arlequim.
Depois de descobrir as artes primitivas e africanas compreende que o artista negro não pinta ou esculpi de acordo com a tendência de um determinado movimento estético, mas com uma liberdade muito maior.
Picasso desenvolveu uma verdadeira revolução na arte.
Em 1907, com a obra Les Demoiselles d’Avignon começa a elaborar a estética cubista que, como vimos anteriormente, se fundamenta na destruição de harmonia clássica das figuras e na decomposição da realidade, essa tela subverteu o sentido da arte moderna com a declaração de guerra em 1914, chega ao fim a aventura cubista.
Também destacamos a obra Guernica que foi mostrada pela primeira vez na Exposição Internacional de Paris, em 1937.
Foi concebido e executado com grande rapidez em seu estúdio em Paris.
Picasso pretendia que seu quadro fosse uma denúncia contra as mortes que estavam destruindo a Espanha na terrível Guerra Civil (1936-39), e contra a perpétua desumanidade do Homem.
A motivação imediata do quadro foi a destruição de Guernica, capital da região basca, no dia da feira da cidade, 26 de abril de 1937.
Em plena luz do dia, os aviões nazistas, sob as ordens do general Franco, atacaram a cidade indefesa.
De seus 7 mil habitantes, 1654 foram mortos e 889 feridos.
Algumas das frases de Pablo Picasso:
"A obra de um artista é uma espécie de diário. Quando o pintor, por ocasião de uma mostra, vê algumas de suas telas antigas novamente, é como se ele estivesse reencontrando filhos pródigos - só que vestidos com túnica de ouro”.
"A Arte não é a verdade. A Arte é uma mentira que nos ensina a compreender a verdade".
“Braque sempre disse que na pintura só conta a intenção. É verdade. O que conta é aquilo que se faz. É isso o importante. O que era afinal o mais importante no cubismo, era aquilo que se queria fazer, a intenção que se tinha. E isso não se pode pintar”.
“Nada pode ser criado sem a solidão. Criei em meu redor uma solidão que ninguém calcula. É muito difícil hoje em dia estar-se sozinho, pois existem relógios. Já alguma vez se viu um santo com relógio?”
“Não sou nenhum pessimista, não detesto a arte, pois não poderia viver sem lhe dedicar todo meu tempo. Amo-a como a minha única razão de ser. Tudo que faço relacionado com a arte dá-me a maior alegria. Mas por isso mesmo não vejo por que razão todo o mundo pretende interrogar a arte, exigindo-lhe certificados, deixando correr livremente sua estupidez em relação a este tema”.
Fernand Léger (1881-1955) se desenvolveu o seu cubismo numa direção diferente de Braque e Picasso.
Se também ouviu a frase de Cézanne, que chamava a atenção para a geometria contida nos objetos naturais, passou a pintá-los não como se fossem cubos, mas como cilindros e cones, tal como se observa em seu quadro “Nus dans la forêt” (1909-10).
Léger nunca atingira o grau de abstração dos dois mestres cubistas, Picasso e Braque.
De origem modesta, de família de camponeses normandos, desde cedo se interessou pelo desenho, o que o leva a Caen, capital da Alta Normandia, França, aos dezesseis anos, onde trabalhou como aprendiz de arquiteto.
Em 1900, mudou-se para Paris, onde em um escritório de arquitetura e retoques fotográficos trabalhou como desenhista.
Reprovado no exame de ingresso da Escola de Belas-Artes de Paris, estudou na Escola de Artes Decorativas e na Academia Julien; frequentando ainda vários ateliês, entrando em contato com a arte de Cézanne.
Aproxima-se dos cubistas em 1909, conhecendo os poetas Apollinaire, Max Jacob, Blaise Cendrars, os pintores Albert Gleizes, Robert Delaunay e, mais tarde, Georges Braque e Pablo Picasso.
Em 1911, expôs no Salão dos Independentes e, no ano seguinte, participa da Section D’Or, e publica seu ensaio ‘Les origines de la peinture contemporaine’, na revista Der Sturm.
Em contato com o Cubismo, Léger não aceitou sua representação exclusivamente conceitual, suas abstrações curvilíneas
DESDOBRAMENTOS DO CUBISMO NO BRASIL
Tarsila do Amaral - (1886 - 1973) Aluna de seu amigo Fernand Léger por apenas algumas semanas em outubro 1923, Tarsila absorveu do mestre sua característica síntese geométrica.
Também próxima de outro cubista, este mais militante, Gleizes, com ele a pintora paulista aprendeu a estruturar o quadro, sem figuração, não planos ou recortes de figuras dispostas, mas planos interligados, integrados.
Ao contrário da experiência relâmpago com Léger, a passagem pelo ateliê de Gleizes foi mais duradoura e marcante na sua obra posterior.
De volta do Brasil, em dezembro de 1923, dá entrevista ao Correio da Manhã em que se autodenomina uma pintora cubista “movimento que nasceu com a fragmentação da forma”.
Era, pois, a continuação do impressionismo “a fragmentação da cor”.
“Estou ligada a esse movimento que tem produzido efeitos nas indústrias, no mobiliário, na moda, nos brinquedos, nos 4 mil expositores do Salão de Outono e dos Independentes”, disse ela ao jornal em reportagem publicada no dia de Natal.
Apesar de não ter exposto na Semana de 22, colaborou decisivamente para o desenvolvimento da arte moderna brasileira, pois produziu um conjunto de obras indicadoras de novos rumos.
Em 1923, quando esteve na Europa manteve contato com artistas europeus, além de Léger, Picasso, De Chirico e Brancussi. Em 1928, deu início a uma fase chamada Antropofágica.
A essa fase pertence a tela Abaporu cujo nome, segundo a artista é de origem indígena e significa “Antropófago”.
 Também usou de temática social nos seus quadros como na tela Operários.


Colagem cubista

Autor: Andréa Senra Coutinho
Co-autor:Nelson Vieira da Fonseca Faria
Estrutura Curricular
Artes Arte Visual:
Produção do aluno em arte visual 
 Estruturas morfológicas
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
■Experimentar a proposta de aderir outros materiais em pinturas, exercitando o conceito de "apropriação".
■Realizar um trabalho (ou vários) que utilizem elementos não-convencionais mesclados com a pintura.
■Dar um enfoque cubista à realização do trabalho.
Duração das atividades:03 aulas de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
■Trabalhar o termo "apropriação" nas artes visuais. Ver aula no Portal do Professor - MEC. (em especial "A Apropriação nas Artes Visuais: base conceitual" de Andréa Senra Coutinho)
■Saber que a arte moderna rompeu com os ideais acadêmicos e que a pintura foi tomando novos rumos, inclusive de se fazer experimentos com outros materiais que não somente as tintas tradicionais.
■Saber sobre o movimento modernista do Cubismo.
Estratégias e recursos da aula
■Iniciar a aula explicando que as colagens cubistas têm início no chamado "Cubismo Sintético" (por volta de 1911), em reação a excessiva fragmentação da pintura, onde toda a estrutura morfológica estava se desfazendo.
 Alguns artistas iniciam, então, um processo de introduzir letras, palavras, números, pedaços de madeira, palha, maços de cigarro, vidro, metal e até objetos inteiros, com intenções de explorar efeitos plásticos e expressivos, ampliando os efeitos e sensações visuais.
Assim começa a surgir uma pintura mais matérica, mais incorpada, menos plana como as pinturas clássicas.
■Mostre a obra de Pablo Picasso (abaixo) e pontue que o artista nessa pintura introduziu novos elementos além das tintas.
O artista se apropriou de palha de uma antiga cadeira, a colou na superfície da tela, obtendo um resultado bastante interessante. Veja:
Pablo Picasso, "Natureza morta com cadeira de palha", 1912.



■Proponha um passeio pela escola para que o grupo recolha durante a aula os elementos que mais lhe interessar.
 Não será difícil encontrar inúmeros papéis, palitos, pedrinhas, folhas orgânicas, pedaços de barbantes, entre outros no espaço escolar, que podem ser muito bem ser utilizados na atividade.
■Com o material recolhido, retorne à sala.
 Num segundo momento, o grupo em posse do material necessário:
 1. Suporte preferencialmente mais grosso como papelão ou madeira,
2. lápis ou carvão (para esboço),
3. tintas em cores variadas,
4. elementos "estranhos recolhidos" e
5. Cola, irá criar uma pintura em técnica mista utilizando o material encontrado.
■Motive a criação a partir dos conceitos de fragmentação das formas cubistas, para que o trabalho não se torne mais um exercício de colagem tradicional.
Pelo contrário, estimule a ousadia dos alunos e alunas.
Explique que os cubistas não estavam preocupados com as aparências das coisas, e sim, em representar as coisas com outra aparência.
■Ao término da proposta, deixar que o grupo apresente, aprecie e comente os efeitos conseguidos. Trabalhar a argumentação, a apreciação e o respeito ao comentar sobre o trabalho alheio, são estratégias educativas também relevantes ao ensino.
■Pode ser muito interessante expor os trabalhos mesmo que seja em sala, ou quem sabe, em algum lugar pouco convencional.
Caso as pinturas tenham muitos elementos da natureza, como folhas, galhos, pedras, pétalas, pode se pensar numa árvore como local para exposição dos trabalhos.
Basta fixar uma pintura de costas para outra e ambas presas por um fio (ou barbante), amarradas em galhos, por exemplo.
Faça propostas inusitados para a apresentação dos trabalhos de seus alunos e alunas.
Ouça a opinião deles/as, poderão surgir idéias diferentes e muito interessantes.
Assim como os cubistas trabalhavam em nome do "novo", aprimore com seu grupo a capacidade de inovação que todos/as podem ter.
■Faça uma visitação coletiva, onde poderá recolher do grupo suas impressões relacionadas à confecção e à apresentação dos trabalhos.
 Em visitação, alunos e alunas acabam por ficar mais à vontade para dar sua própria opinião, pois se sentem fora do crivo do contexto da sala de aula.
Fortalecer a opinião e a crítica é meta importante no ensino de arte hoje.
Recursos Complementares
■Para saber mais sobre colagem: http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=termos_texto&cd_verbete=369
■Para trabalhar colagem na sala de aula, ver

Avaliação
■Os critérios de avaliação serão: comprometimento com a proposta, investimento na produção do trabalho prático e participação nas etapas de elaboração (desde a 1. apresentação do tema, 2. recolha dos materiais não-convencionais, 3. utilização otimizada dos materiais recolhidos, 4. solução criativa e 5. participação na montagem da exposição)


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quarta-feira, maio 18, 2011

Pintores e Afins - Picasso - 18/05/11


PABLO PICASSO
“Troça com traços”
Abujamra, Adriana

Picasso
Desde pequeno
Fazia troça
Com traços
Parece piada,
Mas dizem que é pura verdade.
A primeira palavra que disse foi:
“Lápis”.
E zapt!
Não parou mais.
Desenhava as touradas da Espanha,
Cavalos,bonecas.
Menino Levado.
Cresceu,
Foi para Paris.
Impressionado com a cidade,
Registrou tudo o que viu.
Mas um grande amigo partiu
E com ele as cores.
Sobrou o azul,
Quadros de dores.
Logo conheceu uma moça.
Na tela branca,
A paixão vermelha
Corou de rosa sua paleta.
Mas a fase mais engraçada
Foi a cubista.
Picasso embaralhou as formas,
Brincou com as normas.
Cubismo,
Mosaicos,
Caquinhos,
Pedaços.
Na época
Foi aquele estardalhaço.
Desenhou perfil de frente
Pôs bumbum no lugar dos braços,
Fez tudo diferente.
Arte não é fotografia
Que registra o modelo real
Tal e qual.
Na tela
A imagem que fica
É Picasso e
Não tem igual.

Estudo do poema


Projeto Pitanguá 4ªs. Editora Moderna



Alegria do saber, 4ªs. Anina Fittipaldi e outros, Editora Scipione

Conheça algumas obras de Picasso:

Que tipo de sentimento essas obras despertam em você?
As cores e as formas são as que você esperava ver em quadros com estes títulos?
Retrato de Dora Maar

Menina com barco

Mulher com flor

Em que os quadros são semelhantes?
Qual dos quadros você prefere? Justifique sua resposta
Retrato de Olga na poltrona

Mulher com leque
Alegria do saber, 4ªs. Anina Fittipaldi e outros, Editora Scipione

Aula: Desenhos e pinturas
Objetivos:
-estimular a expressão e a representação das idéias, plasticamente ou em textos;
-explorar programas de informática para a produção de trabalhos;
-utilizar a Internet em atividades pedagógicas: pesquisa e publicações das produções;
-navegar no portal EducaRede para conhecer trabalhos dos colegas.
:: Conteúdos trabalhados:
-Em sala de aula
-Na sala de Informática
- Biografia
- Cubismo
- Sólidos geométricos
- Planificação (figuras geométricas)
- Ângulos, arestas e bases - Aplicativos: apresentação e uso de recursos do programa Paint
- Internet: pesquisa em sites indicados pela professora
- EducaRede: pesquisa nos materiais de Arte e Cultura do Assunto é... e Educalinks
- Visita e publicação na seção Galeria de Arte
:: Atividades propostas:
1 - Leitura e pesquisa em diversas fontes selecionadas pela professora (livros, sites):
-observação de imagens pintadas por Picasso;
-bibliografia e outras informações sobre o pintor.
2 - Produção de material na sala de aula e na sala de informática:
-colagem com diversos materiais;
-textos informativos e narrativos;
-uso de ferramentas do programa de desenhos digitais Paint;
-confecção de livro de formas geométricas.
:: Descrição das atividades usando o programa de desenhos digitais
A imagem “A queda de Ícaro”, de Picasso, foi utilizada para a exploração de linhas e figuras. Posteriormente, a história e imagens do mito “Dédalo e Ícaro” permitiram a contextualização de parte da pintura de Picasso e a reflexão pelos alunos sobre a representação de partes de um acontecimento.
A partir desse momento, os estudantes deveriam fazer como Picasso: representar partes de uma história.
As crianças criaram suas representações a partir do livro “O pote vazio”, de Demi, que trata de valores como sinceridade, honestidade e humildade.
Após a leitura, os alunos seguiram para o computador e representaram parte desse conto de origem chinesa.
As produções foram feitas utilizando o programa de desenhos digitais Paint e depois foram publicadas na Galeria de Arte do EducaRede.
1º momento:
-abrir o programa Paint;
-explorar as ferramentas;
-produzir desenhos;
-corrigir a escrita;
-salvar os trabalhos;
-escrever título, autor e texto da produção.
2º momento:
-navegar no portal EducaRede;
-conhecer a Galeria de Arte;
-realizar as publicações na Galeria de Arte e Cultura.



 


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segunda-feira, maio 16, 2011

Picasso >Experiência cubista>Geometria> 16/05/11


Experiência cubista

Apresente a obra de Pablo Picasso aos alunos e convide-os a pintar seguindo o estilo desse célebre artista.
Objetivos:
★ Apresentar a obra de Picasso aos alunos
★ Apresentar o cubismo com sua pintura geométrica
Você sabia que Picasso, o pintor espanhol que revolucionou as artes plásticas no século XX e foi um dos fundadores do cubismo, nasceu em 25 de outubro de 1881?
Então, que tal aproveitar que estamos atravessando o mês de seu nascimento para estudar o importante legado de sua obra com os alunos?
Inicie o trabalho pesquisando com os pequenos sobre a vida do criador de "Guernica" - sua obra mais famosa.
Quem foi Picasso?
Como ele se chamava realmente (os alunos irão se surpreender com a extensão de seu nome, pois Picasso foi registrado por seus pais como Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso)?
Em seguida, apresente algumas de suas telas e questione:
 "O que elas têm em comum?
Quais cores prevalecem?
E quais formas?
Registre todas as hipóteses.
Conclua o trabalho oferecendo muitos materiais de pintura às crianças, para que elas coloquem no papel (ou em telas) tudo o que aprenderam.
Pinturas geométricas
O cubismo é um movimento artístico que representa pessoas e figuras geometricamente, ou seja, em formatos de triângulos, cubos e quadrados.
Esse estilo deforma a imagem tal como a conhecemos.
Veja a proposta da arte-educadora Simone Faure Bellini, de São Paulo, para sua aula de Arte.

Materiais:
★ papel canson branco
★ papel color set preto
★ régua
★ caneta hidrocor preta
★ lápis de cor

1. Transfira a figura dos moldes para o canson com a hidrocor.
Com a régua, divida em partes. Peça aos alunos para colorir com lápis de cor.
2. Cole sobre um retângulo de color set preto.
Dica!
Exponha os trabalhos no mural da sala.
Fixe também as pesquisas sobre a vida de Picasso feitas em conjunto com a turma.

Meu nome é... Picasso
De Eva Bargalló e Violeta Monreal
Editora Publifolha

Resultado de imagem para livro meu nome é picasso

Notícia da Folha de São Paulo
Trinta e cinco anos sem Picasso; leia trecho de livro
sobre o pintor para crianças
O dia 08 de abril de 2008 marcou o aniversário de 35 anos da morte do espanhol Pablo Picasso (1881-1973), o instigante pintor --e também escultor, artista gráfico e ceramista-- que revolucionou as artes plásticas no século 20.
A importância e a relevância de Picasso podem ser medidas pelo interesse que sua obra desperta, inclusive entre "apreciadores" indesejados: um levantamento de 2008 do ALR (The Art Loss Register) revela que Picasso é o artista preferido dos ladrões de obras de arte.
O recente assalto ao MASP mostra que a "regra" vale também no Brasil.
O livro "Meu Nome é Picasso" apresenta Picasso para crianças em 64 páginas coloridas e ricamente ilustradas.
O volume revela a vida, a obra e o contexto em que Picasso viveu, com narração em primeira pessoa --como se o personagem conversasse com os jovens leitores.
O trecho de abertura do livro pode ser lido abaixo.
O volume faz parte da coleção "Meu Nome É...", editada pela Publifolha, que apresenta biografias de personagens universais como Albert Einstein, Alexandre, o Grande, Leonardo da Vinci, Marco Polo e Mozart em linguagem simples e acessível para as crianças.

Menino com barco

 Do livro Meu nome é Picasso:
Olá,
Fiquei muito famoso graças aos meus quadros, mas ouso dizer que parte da minha celebridade se deve ao fato de ter conhecido muitas pessoas interessantes e de ter vivido muitos anos em uma época - boa parte do século XX - que foi uma das mais produtivas do ponto de vista cultural.
Naqueles tempos, era como terminar um velho livro e começar outro, repleto de idéias novas, com o olhar apontando para o futuro.
Nós, os novos representantes da cultura, aprendemos com nossos antecessores, mas também questionamos seus conhecimentos e buscamos uma nova linguagem mais parecida com os tempos modernos.
No entanto, infelizmente, esse período também foi cheio de guerras sangrentas, com povos de vários países enfrentando-se entre si.
Vivi todas as grandes mudanças dessa época, e fui inclusive um de seus protagonistas.
Meu caráter inquieto e independente, somado ao meu talento inato para a criação artística, me levou a buscar novas formas de expressão, sem me comprometer com nenhuma, e fez de mim um dos maiores artistas do século XX. Pelo menos é o que dizem os entendidos!
Enfim... não posso me queixar!
Tive uma vida intensa, sendo a pintura, as mulheres e as touradas minhas principais paixões e, às vezes, minha perdição.
Além do mais, minhas lembranças permanecerão na mente de todas as pessoas que se detiveram diante de uma obra assinada por mim.

Picasso e as mulheres
Um jovem rodeado por mulheres
Nasci no século XIX, exatamente no dia 25 de outubro de 1881, em Málaga, no sul da Espanha. Essa cidade da Andaluzia é banhada pelo mar Mediterrâneo, que enche de alegria e cor a vida de seus habitantes.
 Graças a seu porto, já foi próspera e dinâmica.
Durante minha infância, porém, Málaga atravessou uma crise econômica que só foi superada muitas décadas depois, mas isso já é outra história.
Só quero deixar claro que, no fim do século XIX, Málaga era uma cidade provinciana e culturalmente atrasada.
Dizem que eu era um menino muito despachado e que meu talento para a pintura aflorou muito cedo.
Meu pai, José Ruiz Blasco, era professor de desenho na Escola de Belas Artes de San Telmo, e dele herdei o amor pela arte.
Já era um homem maduro quando eu nasci (tinha 43 anos) e seu temperamento era introvertido e às vezes um tanto sombrio.
Já Maria Picasso López, minha mãe, 17 anos mais nova, era risonha e otimista.
Meus primeiros anos neste mundo foram felizes, apesar das dificuldades econômicas pelas quais passávamos, pois na Espanha o salário de professor era bem baixo naqueles tempos.
 O carinho que recebi das incontáveis figuras femininas da minha família fizeram de mim um moleque alegre e vivo, cujos passatempos favoritos eram brincar e desenhar.
Além disso, logo tive mais duas companheiras de divertimento: minhas irmãs Lola e Concepción.
Herdei do meu pai não só a afeição pela pintura, mas também pelos touros e pelas pombas.
 Agora vocês entendem por que representei essas figuras tantas vezes nas minhas obras?
Aliás, um dos meus primeiros quadros, O Picador, descreve uma cena inspirada em uma tourada.
Não me lembro exatamente quando o pintei, mas acho que foi lá por 1890, aos 8 ou 9 anos de idade.
E, quanto às pombas, haveria melhor homenagem a elas do que colocar o nome na minha filha de Paloma (que significa "pomba" em espanhol), ou realizar as pinturas que deram várias vezes a volta ao mundo e têm servido como símbolo da paz?
De todas as minhas obras em que aparecem pombas, lembro-me com ternura especial de Menina com Pomba, que pintei em Paris no início do século XX, durante minha segunda estada na capital mundial da arte daquela época.

Menina com pomba

O céu se tinge de cinza
Em 1892 meu pai conseguiu um emprego de professor na Escola de Belas-Artes da Guarda, em A Coruña, o que nos obrigou a mudar para a região da Galícia, no norte da Espanha, e abandonar o Mediterrâneo e sua luminosidade.
Nessa viagem também deixei para trás a inocência da infância para sempre.
Dizem que aí me apaixonei pela primeira vez.
É possível, mas isso já faz tanto tempo...
Por conta do meu entusiasmo e de minha aptidão para a pintura, meu pai decidiu que eu deveria começar a estudar arte para valer, e por isso me matricularam na escola onde ele dava aula; foi então que ele passou a ser não só meu conselheiro, mas um dos meus muitos mestres.
Durante esses anos de adolescência sob o céu encoberto de A Coruña se confirmaram meus dotes excepcionais como artista.
Pelo menos assim pensava meu pai, que resolveu me dar seus pincéis e renunciar para sempre ao prazer de pintar.
Dessa época (1894-95) são A Doente e Cena do Campo, obras que já manifestavam minha inquietação para criar diferentes formas de expressão.
Nossa permanência na Galícia não foi tão tranqüila quanto esperávamos.
O salário do meu pai não dava para viver tranqüilamente (aliás, passei dificuldades econômicas até fazer 25 anos), e tínhamos saudade da terra que nos viu crescer.
O pior, entretanto, ainda estava por vir, pois no fim de 1894 minha irmã caçula, Concepción, contraiu difteria e acabou morrendo no dia 10 de janeiro de 1895.
A morte de um ser tão jovem e querido foi uma experiência traumática que cobriu de tristeza nosso lar e nossos corações. Mais tarde, nesse mesmo ano, fiz um retrato do médico que a atendeu, o doutor Pérez Costales, amigo da família.
Acho que consegui captar a imponência do personagem, cujos traços e cores escuras expressam a tristeza que me paralisava naquele momento.
Alguns meses mais tarde, fizemos as malas e seguimos rumo a Málaga, para passar as férias e mudarmos para nosso novo destino: Barcelona. No caminho, passamos por Madri e, como ainda não tínhamos parado para dormir, ali visitamos o Museu do Prado.
 Pela primeira vez meus olhos puderam se deliciar com as obras dos antigos mestres: El Greco, Velázquez, Goya...
Tal foi minha admiração que anos mais tarde voltei ao Prado para aprofundar meus conhecimentos sobre a obra desses grandes pintores espanhóis.




Guernica




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