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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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terça-feira, fevereiro 07, 2023

Frevolina>Vamos frevar?>Artes e música>Máscaras> 07/02/2023

 

Jeane Siqueira

Frevolina é uma bonita sombrinha de frevo que, certa vez, em pleno carnaval, ficou esquecida no fundo de uma gaveta. Coitada de Frevolina! Logo ela, que curtia tanto os dias de Momo!...
Mas, cheia de energia como o próprio frevo, ela conseguiu mudar o rumo de sua história.

Ouvindo e lendo : AQUIAQUIAQUI

Vamos frevar com Frevolina: AQUIAQUI

Música Frevolina: Sequência didática:  AQUI

História do frevo: AQUI

Nesta sequência, abordaremos o carnaval, um dos principais festejos populares brasileiros, com ênfase no frevo, um dos ritmos que o integram. Apresentaremos algumas características da dança e do ritmo, promovendo a experimentação de passos para colaborar com o desenvolvimento da consciência corporal, habilidade fundamental para o desenvolvimento do sujeito. AQUI 

Atividades PDF: AQUIAQUIAQUI

Educação física: Alguns passos: AQUI

Frevo de tampinhas: AQUI

Frevo do quintal: AQUI

Carnaval dos dedos: AQUI

Cantando: Frevinho gentileza: AQUI

Artes: AQUI  Máscaras: AQUIAQUIAQUI

Brincadeiras: AQUI

Sombrinha sonora: AQUI

O carnaval da abelha Ana: AQUI

O guarda-chuva e a sombrinha de frevo: AQUI

Aula: Dia do frevo: AQUI




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sábado, junho 05, 2021

O casamento matuto da bicharada>História em PDF>Ficha de leitura>05/06/2021


Nielia Ribeiro

História em PDF: AQUIAQUIAQUI

FICHA DE LEITURA: AQUI

Cantando: AQUI

Textos juninos: AQUI

Mapa cultural Ceará: Projeto Carambola: AQUI

Atividades PDF: + texto "Um caipira apaixonado": AQUI

PDF várias histórias juninas: AQUI

Arraiá na floresta: AQUI , AQUI

Bônus Linguagem: Oficina de reforço: AQUI



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domingo, janeiro 17, 2021

Chapeuzinho de couro>Hora da história>Cultura popular>17/01/2021


Agostinho Ornellas

O clássico conto de fadas, que cativa há séculos o coração de leitores de todas as idades inspira a aventura brasileira, em que gibão, chapéu e botas de couro acompanham a menina Cícera. Na história, em que os medos são corajosamente enfrentados, a personagem se depara com os perigos como sol quente, plantas espinhentas e uma onça danada de fome! Um livro para envolver-se e aprender mais sobre a realidade do Nordeste de nosso país, seus desafios e hábitos, e a riqueza de sua cultura.

Sobre a história

Hoje embarcamos nesta releitura "arretada" que nos deixou ainda mais orgulhosos de nosso Nordeste. Chapeuzinho de Couro, publicado pela Editora Cortez, escrito e ilustrado por Agostinho Ornellas que nos presenteou com uma obra brilhante, da qual une a beleza do conto de Chapeuzinho Vermelho aos encantos e mistérios de uma região que tem tanta riqueza, soube abordar de forma impecável as coisas de nossa terra.

Cícera é uma garotinha que ama os livros, em especial as obras dos irmãos Grimmaldos. Ela recebe uma missão de sua mãe. Levar farinha, tapioca, queijo coalho, refresco de caju e bolo de rolo para sua avó. Continua: AQUI

Ouvindo a história

AQUI



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quarta-feira, fevereiro 05, 2020

Quem tem medo de Papangu?Máscaras>Atividade literária>Carnaval>Rimas>05/02/2020


Quem tem medo de papangu?
Goimar Dantas

Seguindo a tradição poética nordestina, o livro apresenta em rimas a história de um marcante personagem daquela região: o Papangu. Sua origem é vinculada às práticas da Igreja na época de carnaval e quaresma. 
De forma lúdica, brincando e encantando o leitor, a autora expõe o surgimento e as aventuras desta divertida figura folclórica, apontando sua presença em diferentes estados e regiões do Nordeste brasileiro. A história segue até nos surpreender de forma singela, com um desfecho que traz de volta a sensação de acolhimento das travessuras infantis e dos vínculos familiares interioranos

Proposta de trabalho

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Máscara de papangu (Foto: Reprodução/ TV Asa Branca)


A máscara remete à tradição cênica da Grécia Antiga e persiste no carnaval do interior de Pernambuco. Em Bezerros, na região Agreste, desde a segunda metade do século XIX é dado o nome de "papangu" à pessoa que usa o adereço, cai na folia e comem angu, comida típica do Nordeste.

Papangus estão inseridos na essência da simplicidade do folião que se move ao som do frevo. Há mais de cem anos são considerados estrelas da folia. Nascidos em Bezerros, zona do agreste pernambucano, os mascarados de nome estranho alegram o carnaval e atraem milhares de turistas para desfilar no domingo da folia pelas ruas da cidade.


A pouco mais de cem quilômetros do Recife fica Bezerros, em pleno agreste, berço do papangu. Uma manifestação do que há de mais genuíno no carnaval desde a época em que se chamava entrudo, no final do século XIX. Naquela ocasião os homens dispostos a se divertir, decidiram brincar escondidos atrás de máscaras, vestindo roupas compridas para que a identidade de cara um ficasse no anonimato. Continua:  AQUI
Mais: AQUI,AQUI
Exposição de máscaras
Fazendo as máscaras





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terça-feira, julho 16, 2019

A menina da renda vermelha>A aranha rendeira>Música mulher rendeira>Coordenação motora>Artes>16/07/2019


A menina da renda vermelha
Fabiana Guimarães
Entre a repetida melodia que as mulheres faziam, no processo de criação das rendas brancas, com seu bilros, pra lá e pra cá, Tereza imaginava uma renda colorida que levaria para a madrinha, no dia em que fosse visitá-la. Mas por ali, tudo era branco, linhas brancas, rendas brancas. Cansada de tudo isso a menina sonhava com o vermelho, cor da linha que pedia para a mãe, para tecer o presente da madrinha.  Continua:  AQUI

Projeto pedagógico
A narrativa conta a história da sonhadora Tereza, que vive entre outras mulheres rendeiras, que teciam roupas de renda somente com linhas brancas. Tereza, contudo, sonhava com rendas coloridas, vermelhas. Esperou pela cor preferida, aprendeu a tecer, comprou linhas e agulha, mas será que a menina realizou o sonho de colorir a linha, a renda, o tecido, a vida? 






A rendeira
Roseana Murray 
A rendeira… seu ofício de aranha
tecendo beleza
me ajuda a tecer meus poemas.

Tem mãos de maga,
a rendeira,
tem mãos de espuma.
Não assina seu trabalho
com um nome,
mas com magia,
como um vôo de pássaro 

assina o céu.

Mulher rendeira
Música e obra literária
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A fadinha e a  aranha rendeira
Resultado de imagem para livro de fio em fio a historia se desfia atividades
Elvira Drummond

Por que o livro é legal? Porque através da narrativa rimada, a história, literalmente se desfia, fazendo brincadeiras com as palavras e explorando a sonoridade das mesmas. Sem falar que colocar animais em situações que não são tão comuns a eles ajudam a atrair crianças de todas as idades. Continua AQUI
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI
Projeto: AQUI
Ouvindo a história e música mulher rendeira
Engana-se quem diz que a música é uma linguagem universal. É, pois, como afirma a escritora Maura Penna, um fenômeno universal, uma vez que, cada povo tem sua identidade cultural e também musical, com suas cores, texturas e “gramática” sonora. Nessa aula apresentei às crianças um pouco da cultura nordestina, utilizando o livro da escritora, educadora e compositora, Elvira Drummond. “De fio em fio a história se desfia” conta a trajetória de uma simpática aranha “toda enrolada” na arte do rendado. No entanto, ao conhecer uma mulher rendeira, aprende esse belo ofício e surpreende a todos! As crianças encantaram-se com a destreza das mãos das rendeiras e ouviram o “sonzinho” dos bilros “valsando” em seus dedos. Para comemorar o desfecho da história, enfeitamos, com pequena percussão, “Mulher Rendeira” e, em uma grande roda, como num belo rendado, fizemos uma ciranda!

A teia da sustentabilidade
Flexibilidade e coordenação motora
AQUI



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segunda-feira, julho 15, 2019

Tombolo no lombo>Cantiga popular>Sebastiana e Severina>Amigas rendeiras>15/07/2019


Tombolo do lombo
André Neves

Inspirado na cantiga popular Tangolomango, às vezes cantada com estrutura cumulativa decrescente, e no Bumba meu boi, este livro valoriza, desse modo, a cultura brasileira e suas múltiplas maneiras de abordagem.

A construção textual possibilita às crianças brincarem com a operação de subtração uma a uma, como uma lenga-lenga de contar para trás. A brincadeira com as palavras promove a construção do pensamento lógico-matemático e aciona noções de classificação, inclusão. 

A originalidade da criação da sonoridade na palavra é muito interessante. Durante o livro, os personagens vão caindo do lombo do boi, criando um sentido de tombo do lombo presente no neologismo.
Atividades

  • Nós apresentamos o livro em forma de brincadeira, começamos com nove crianças e o Boi entrando ...
  • Entramos cantando o tangolomango, o livro foi todo cantado, fizemos uma bricolagem 
  • Conforme os personagens do texto iam desaparecendo as crianças iam saindo da roda, até ficar somente a Catirina Linguaruda!
  • Depois todos voltam para a festa do Boi,a ressurreição do Boi!  Continua:  AQUI 
Mais sobre a obra
Mais atividades
Reticências
Varal de histórias
AQUI
Material de apoio
Este livro apresenta a história de amizade das rendeiras Sebastiana e Severina em meio ao sertão nordestino. No enredo, as duas amigas se apaixonam por um forasteiro e tentam conquistar-lhe o coração com suas belas canções. No cenário do enredo, a magia e a realidade árdua do dia-a-dia se misturam, criando um universo de poesia e tragédia, aromas fortes e rendas delicadas.

sebas2
Nessa história de duas amigas rendeiras que vivem no sertão nordestino você encontrará elementos de nossa cultura muito bem representados. O cenário é a cidadezinha de Umbuzeiro, no nordeste Brasileiro, onde a população inteira se prepara para a festa típica de São Sebastião, com seus aromas, trabalhos manuais e canções. Continua:  AQUI
Bordados , tecidos de imagens e palavras de Sebastiana e Severina


A história
Atividades com a música mulher rendeira



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domingo, junho 09, 2019

Arraiá na floresta vem cá>Arraiá literário>Dicionário juninário>Produção textual>Atividade PDF>09/06/2019


Gelça Alencar

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA A ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS
Campo Semântico: Festa Junina
AQUI

Arraiá literário
Sugestão para estimular a leitura em ritmo junino
Na Pescaria, os estudantes foram presenteados com dicas de leitura e brindes confeccionados com materiais recicláveis, como garrafas PET, retalhos de EVA e papelão. Na Barraca da Mensagem, eles puderam escolher trechos de livros para trocarem com seus amigos. Além disso, eles puderam aproveitar um painel ilustrado com um casal de “caipiras” – personagens da data – para tirar selfies.  


PDF/Contação da história: AQUI
Hora da história: AQUI
Livro PDF: AQUI
Atividades PDF: AQUI

Projeto São João literário
Produção textual temática junina
Tornar uma das festas mais populares do Brasil em um evento que promova a leitura e a produção literária trabalhando conteúdos didáticos relacionados e colocando as escolas – alunos, professores e comunidade escolar – como protagonistas.  
Produção de um varal de trava-línguas
 Objetivos: 
• Escrever textos de memória;
 • Ler antes de saber ler convencionalmente; 
• Ler o texto, colocando em uso diferentes estratégias de leitura; 
• Conhecer e ampliar o repertório de trava-línguas.  
Produção de bandeirinhas com adivinhas
 Objetivos:
 • Escrever textos de memória; 
• Ler antes de saber ler convencionalmente; 
• Ler o texto, colocando em uso diferentes estratégias de leitura; 
• Conhecer e ampliar o repertório de adivinhas.
Produção de bandeirinhas com quadrinhas populares
 Objetivos:
 • Escrever textos de memória;
 • Ler o texto, colocando em uso diferentes estratégias de leitura; 
• Conhecer e ampliar o repertório de quadrinhas populares; 
• Produzir quadrinhas populares, respeitando-se a rima.  
Produção de um livro de receitas típicas 
 Objetivos:
 • Ampliar o repertório de possibilidades culinárias nas festas juninas;
 • Ler e escrever receitas, observando as características do gênero;
• Relacionar o gênero à situação comunicativa e ao suporte em que circula originalmente.
 Produção escrita de cartões com poemas para correio-elegante
 Objetivos:
 • Ampliar o repertório de poemas conhecidos; 
• Relacionar o gênero à situação comunicativa e ao suporte em que circula originalmente; 
• Identificar, com o auxílio do professor, possíveis elementos constitutivos dos poemas: segmentação em versos e estrofes, funcionamento do ritmo e da rima, efeito de sentido de comparações, metáforas etc.
 • Observar o funcionamento do ritmo e da rima, nos poemas, para compreender alguns de seus usos;
Selecionar, dentre os poemas lidos, aqueles que mais se adequam ao portador "cartão de correio-elegante”.
Continua

Aula
Chegou o dia do arraiá(quadrilha)
AQUI


Dicionário juninário
Sabe o que é?


O ciclo junino é uma época do ano excelente para você fazer um projeto didático, pois existem inúmeras formas de abordar a interdisciplinaridade e tratar conteúdos de maneira prazerosa.
O estudo deste tema já sugere inúmeras atividades a serem feitas, inclusive para conhecê-lo melhor. 
Ah! E por falar nisso, você sabia que ele tem sua origem nas festas pagãs que aconteciam na Europa, onde se comemoravam as boas colheitas e o fim do inverno? Só que estas foram modificadas por causa da força da Igreja, que tentou acabar com estas festas profanas, como não conseguiu e deu um “jeitinho” de relacionar as comemorações aos santos da época.
Bem, mas a proposta é construir um JUNINÁRIO, não é? 
Então, aí vão algumas dicas e orientações para você organizar seu trabalho.











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quarta-feira, setembro 19, 2018

Literatura de cordel é patrimônio cultural! > Homenagem> Sugestões>19/09/2018

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu hoje (19/09/18) a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. 
A decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho Consultivo, que se reúne no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. 
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Mais sobre

Projeto cordel

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Mais cordel:  AQUI e  AQUI

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terça-feira, agosto 09, 2011

Regiões Brasileiras>5> Produção de textos> 09/08/11

Regiões Brasileiras
5ªparte
Produção de textos
(continuação)











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