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Aulas temáticas e literárias
Colaboração e Direitos

Comemoração
segunda-feira, junho 15, 2026
Quem abre o bocão/Frutinhas/Grãos>Alimentação saudável>Estímulos literários>15/06/2026
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domingo, novembro 17, 2024
A invasão da banheira>Sustentabilidade>Importância de cuidar do meio ambiente> 17/11/2024
Dar livros de presente é reservar a eles um valor muito especial. Além disso, a criança pode se lembrar de você sempre que for lê-los. Essa é a ideia que apresento neste vídeo com dicas para escolher o melhor, vamos assistir? AQUI
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sexta-feira, novembro 15, 2024
Será?>Protagonismo negro>Descobertas>Brincadeiras>Lendo para crianças> 15/11/2024
Quando uma criança olha e manuseia um objeto, sua imaginação dá a ele muitas outras funções distintas daquelas a que o objeto fora inicialmente destinado.
É assim que colheres viram baquetas, caixinhas viram camas para bonecas, lençóis viram cabanas e por aí vai.
Não existem as amarras impostas pelo conhecimento, nem a categorização do mundo que nós, adultos, fazemos.
O livro de Lulu Lima, com ilustrações de Amma, representa bem o cotidiano visto por um bebê enquanto vai explorando as possibilidades do ambiente ao seu redor.
Mais do que isso, as cenas mostram que os adultos cuidadores desse bebê embarcam nessa mesma aventura, junto com o pequeno, enfrentando o desafio de olhar o mundo pela milésima vez, mas enxergá-lo como se fosse a primeira.
As duas autoras trouxeram, para as páginas do livro, uma família negra como protagonista.
Afinal, representatividade não precisa estar relacionada apenas às histórias que falam, especificamente, da negritude, mas também através de narrativas comuns que falam de sentimentos, cotidiano e descobertas. Fonte
Na cozinha da mamãe, uma colher logo vira microfone. Um cabo de vassoura vira um cavalo bravo! Quantos objetos no cotidiano são transformados por completo pela imaginação e pelo olhar dos pequenos? Este livro é um convite para adultos e crianças exercitarem este olhar sensível para a mágica que acontece no dia-a-dia. E também é um convite para os pequenos leitores exercitarem a observação atenta aos detalhes da ilustração. Será que tudo é mesmo como parece? Será que só o sol se esconde atrás da cortina?
Com suas páginas cheias de perguntas, o livro estimula os questionamentos das crianças e desperta nossos ouvidos para acolhê-los.
Isso serve pra isso, aquilo serve para aquilo. Será mesmo? AQUI
Ouvindo sobre: AQUI
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sábado, maio 01, 2021
João feijão>O feijão fujão>Atividade PDF>Hora da história>Letra F>01/05/2021
A proposta do Projeto de Design foi criar um livro objeto infantil baseado em um conto da escritora Sylvia Orthof. Nosso grupo escolheu a história do João Feijão. Trata-se de um grão de feijão chamado 'João' que passa por um drama para conseguir brotar e virar um pé de feijão saudável. Levando em conta o conteúdo literário, a semântica do projeto gráfico estabeleceu-se em contar a história por meio de um calendário, permitindo que a criança tenha o incentivo à experiência dela própria cultivar e acompanhar o crescimento de uma semente de feijão ao mesmo tempo que acompanha o drama do personagem até este brotar e virar uma planta adulta e saudável Continua: AQUI
Diário de uma planta/Aula: AQUI
Ouvindo a história: AQUI
Sobre a obra: AQUI
Dramatização/Feijão: AQUI
Atividades PDF/João é o pé de feijão: AQUI
Plantinha de feijão: AQUI
Atividade de artes de uma cena do João e o pé de feijão: AQUI
João e o pé de feijão: AQUI
Feijoada: Aula instrucional: AQUI
Música : As sementes/Beto Herman: AQUI
Letra F: AQUI, AQUI , AQUI, AQUI
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quarta-feira, maio 29, 2019
Um mar de lágrimas>Lacriminha>Imaginação e fantasias>Mediação de leitura>29/05/2019

Um turbilhão de emoções: transformando lágrimas em palavras
Nada mais natural que vivenciar muitos choros até que a linguagem se desenvolva, dando lugar e acomodando tantos sentimentos intensos. Para ajudar os pequenos nessa primeira infância, conversas são fundamentais, além do olhar cuidadoso e compreensivo dos adultos para mediar a situação. Assim, ao enfrentarem seus próprios sentimentos – contando com a voz de alguém que seja o suporte e diga à criança o que ela sente e o porquê sente – ficará cada vez mais leve para o pequeno lidar com eles. Assim, aos poucos, conquistam autonomia suficiente para sentir algo e colocar em palavras, de forma simbólica, o que antes era pura emoção. Fonte
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