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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
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sexta-feira, maio 26, 2023

Boliche do alfabeto>Boliche das sílabas>O alfabeto>26/05/2023

 


Bolibeto

As letras do alfabeto tem uma ordem chamada "Ordem Alfabética". Ela é muito útil para organizar vários tipos de listas, principalmente porque podemos encontrar um nome ou palavra rapidamente.
Além de treinarmos a memorização da ordem alfabética, iremos também desenvolver a coordenação visio-motora, percepção espaço-temporal, lateralidade que são muitos importantes para o processo de aprendizagem da escrita.

Materiais para a brincadeira:
Você vai precisar de uma bola de qualquer tipo, pode ser até uma bola de meia. Uma garrafa PET ou caixa de leite para servir de "pino" do boliche. Cartinhas com as 26 letras do alfabeto. Se não quiser fazer as 26 cartinhas, pode usar uma folha e um lápis, onde cada vez que a bola acerta o pino do boliche, o participante vai escrever uma letra na ordem.

Modo de jogar: Antes de começar o jogo, os dois participantes tiram "par ou impar" ou "pedra, papel e tesoura", quem ganhar começa. Colocar o "pino" do boliche posicionado entre os dois participantes, a uma distância igual entre um e outro. Minha sugestão é uma distância de mais ou menos 3 metros entre cada participante e o "pino". O lançamento deve ser alternado, trocando a mão a cada lançamento. Cada vez que a bola derruba o "pino", o participante escreve a próxima letra na ordem, lembrando que os dois participantes começam pela letra A. Veja vídeo: AQUI

Ou simples assim:

Objetivos: Identificar as letras do alfabeto relacionando-as com o fonema inicial de cada palavra; Desenvolver a coordenação ampla.

Materiais necessários: embalagens de refrigerante e bola.

Modo de jogar: Ao derrubar as garrafas, deverá identificar a letra e dizer uma palavra que inicie com a mesma. AQUI

Boliche das vogais: AQUI, AQUI
Boliche das letras/PDF: AQUI, AQUI
Com copos: AQUI

Boliche das sílabas: AQUI, AQUI, outro modelo: AQUI
Mais sugestões/ sílabas: AQUI
Boliche das sílabas com a parlenda:" Deu meio dia macaco  assobia"
 Jogo de Boliche: 
Participantes: Alunos da Sala 
 Objetivo: Acertar o maior número de garrafas para ter muitas sílabas disponíveis 
Materiais: 12 garrafas e 1 bola 
Procedimentos: 
1) Prepare 12 garrafas plásticas para serem alvo dos alunos. Use as sílabas das palavras retiradas e trocadas na parlenda “Deu meio-dia”. Em cada garrafa registre uma das sílabas. 
Sugestões: MA - LU - RI - PA - NE - LA - JA - PE - GE - VA - CA - RE - 
2) Você pode consultar imagens de garrafas para o jogo nos links a seguir:  http://monicabf.blogspot.com/2013/12/boliche-feito-com-pet-silabas.html  http://jdanamaria.blogspot.com/2012/04/jogo-de-boliche.html 

Durante o ano, o professor pode usar listas de palavras significativas para os alunos, como nomes das turmas, rótulos trabalhados, listas de brincadeiras, etc e, com uma caixa de sapato, preparar um “banco de sílabas”, decompondo as palavras e deixando as sílabas à mão das crianças para que, em momentos de roda ou em outras rodadas de boliche, possam formar palavras. 
Como jogar: 
I - Um aluno lança a bola e lê com a ajuda dos colegas as sílabas que derrubou. 
II - A sala analisa as sílabas e procura registrar no quadro o maior número de palavras que puder formar com tais sílabas. 
III - Voltam as garrafas e o próximo aluno lança a bola. 
IV - Os alunos precisam se alternar para que todos tenham a chance de participar. AQUI
Mais: Deu meio dia macaco assobia: AQUI

Boliche da sustentabilidade: AQUI

O alfabeto/Dani Costa: Ouvindo: AQUI, AQUI
A festa do macaco: AQUI
Pássaro amarelo: AQUI
Era uma vez um lobo mingau: AQUI
O aniversário do seu Alfabeto: AQUI



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sábado, maio 07, 2022

O cuco encucado>Rimas divertidas>Conhecendo o pássaro cuco> 07/05/2022

 

Neuza Lozano Peres
Daniel Lourenço

O leitor iniciante está em uma fase de aprendizagem da leitura em que há muitas novidades e estímulos. Neste momento, é importante incentivar a sensibilidade estética (sonoridade, silabação, rimas, musicalidade, jogos de linguagem, etc.), o pensamento lógico, a socialização e os valores éticos que nortearão a vida. Os enredos devem enriquecer a imaginação, a curiosidade e desafiar a inteligência. O senso de humor é muito bem-vindo e as ilustrações ainda são elementos importantes no processo de entendimento textual.

O cuco encucado é um livro sobre um cuco que tem dificuldades de cucar!

Com a ajuda de seus amigos pássaros, ele descobre que consegue fazer mais do que imagina.

Acredito que todos tenham pensamentos iguais ao cuco da nossa história. Então, nunca desistam.

Boa leitura!

Assunto: Amizade, autoestima; elementos da natureza e jogos de linguagem.

Editora Sowilo: O cuco encucado: AQUI

Ouvindo a história: AQUI

Sobre a obra e autora/By Krika

Desta vez, chegou a minha porta um cuco contando as horas!

"Cucando de hora em hora,

Sem tempo para relaxar,

Pôs a cabeça para fora,

Querendo um par encontrar."

Coitadinho, sempre solitário...Também joga os ovinhos pra fora do ninho pra comer mais. 

Esperto não?

Então Neuzinha rima de um a doze, tão engraçadinho e delicadinho, que só ela sabe "afinar".

As ilustrações primorosas! Que riqueza! Amei o jeitão do cuco. Sou suspeita para falar de cores em livros infantis. Na minha infância os livros eram sem vida, sem cor. Eram textos enormes em preto e papel branco. A gente tinha leitura de qualidade, mas sem cores! O hábito saudável da leitura se dá também através das ilustrações. Sou fã absoluta e dou dez para o ilustrador.

Neuzinha traz rimas sobre o pássaro do relógio abrindo as portas para o primeiro estudo sobre medidas de tempo. A criança vai sair por aí cantando cuco uma hora, cuco duas horas...ufa!

O cuco encucado tem um medinho de não conseguir cucar. Mas, ele tem a ajuda de alguns amiguinhos pássaros e corre tudo bem pelas horas a fora! Desistir nunca, cucar sempre!

Um primor amiga, parabéns pela dedicação e obrigada pelo pacote da alegria que me enviou.

Ouvindo  a história: AQUI

Mais obras de Neuza L. Peres no Linguagem: AQUI

Desdobramentos sugeridos

Conheça o pássaro cuco, que origem aos relógios cucos.: AQUI

O bebê cuco demora 12 dias pra nascer e, com 8 a 10 horas de vida, as crias de Cuco expulsam do ninho os ovos ou as crias que já estavam no ninho, ficando sozinho: AQUI, AQUI

Por que o cuco foi escolhido como o passarinho do relógio?: AQUI

Vamos cantar :Cuco maluco: AQUI

Uma versão da música do cuco com sequência de gestos. AQUI

Cantando...Marchinha de carnaval
O Passarinho do Relógio (Cuco), composição de Noel Rosa, interpretação de Aracy de Almeida. Resgate das Marchinhas Carnavalesca do Passado. AQUI

O Cuco
by Betha Mendonça

Cuco, cuco!...Cuco, cuco!...

Avisa o relógio que o tempo passou
Lento passinho ou coelhinho audaz
Para todos nós ele passa, rapaz!

Cuco, cuco!...Cuco, cuco!...

Passarinho sai e pergunta:
Quem mais tempo perdeu
Foi o meu amor ou o seu?

Cuco, cuco!...Cuco, cuco!...

Dançam as horas no seu bico
E eu velho realejo de circo
Somente repito: cuco, cuco!...

O cuco de marina Colasanti

Mais esperto que maluco
este é o retrato do cuco.
Taí um que não se mata
pra fazer um pé-de-meia
e nem pensa em bater asa
pra construir a casa.
Para ele o bom negócio
é morar em casa alheia,
e do abuso nem se toca.
Os seus ovos, rapidinho,
põe no ninho do vizinho
depois vai curtir um ócio
enquanto a vizinha choca.
Ouvindo: AQUI

Atividade: Percepção auditiva: AQUI, AQUI

Atividades sobre relógio/medidas de tempo
PDF: AQUI, AQUI, AQUI

Ouvindo a história: O cuco da  Cecília: AQUI

Texto: Ninho de cuco:  AQUI    PDF: AQUI

Casa do cuco: AQUI

Relógios no Linguagem: AQUI

"Aplausos para o cuco,

Que afinadinho ficou.

Cumprindo doze cucadas,

Sua meta alcançou."






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segunda-feira, outubro 18, 2021

Tantãs>Muita imaginação/Diversão e jogo de linguagem>22 contos de Eva Furnari>Os cinco esquisitos>18/10/2021


Eva Furnari

Tudo evoca o riso solto e à cumplicidade do leitor que, certamente vai se reconhecer um pouco “tantã” como os personagens e os divertidos enredos criados por uma das escritoras mais talentosas de nosso país.

Assunto: jogos de linguagem, problemas matemáticos, receitas, unidades de medida, universos híbridos

Temas contemporâneos: Saúde, Vida familiar e social

São 22 contos curtos em que a principal característica é não se prender a nenhum padrão da lógica. Assim, Dona Tinzinha vai a uma loja de armarinhos, onde pede meio litro de botões amarelos para o pijama novo de seu filho – ela descobriu que essa cor ajuda a criança a parar de fazer xixi na cama. Ou então o irmão velho, ao ser questionado pelo mais novo sobre o que vai ser quando crescer, conta estar dividido entre preguiçólogo ou dorminhólogo. Por falar em profissões, o que dizer de Nobu Noburu, que virou psicólogo de eletrodomésticos?

São relatos assim que formam Tantãs (Moderna), novo livro infantil de Eva Furnari, autora e ilustradora exímia em atiçar a curiosidade das crianças por meio do inusitado e do bom humor. Assim, nenhum leitor deve se surpreender com a carta que uma bruxinha escreve ao Papai Noel pedindo um vestido rosa; ou como o jovem advogado que defende um passarinho. Histórias que não agridem a lógica dos pequenos que, justamente por falta de vivência, ainda não foram contaminados pelas regras de convivência. Olham o mundo com frescor.

Eva e seus tantãs: Sobre a obra: AQUI

Proposta de trabalho: AQUI

Sugestão/produção de texto: Hoje, trago a vocês uma proposta bastante divertida de produção de texto: gênero conto para crianças de 3º a 5º ano do Ensino Fundamental 1. A partir da leitura de " Receita incerta", tirada de Tantãs, de Eva Furnari, a ideia é levar a criança, via imaginação, a seguir as etapas da receita para criar uma narrativa com situação inicial, desenvolvimento, conflito, clímax e desfecho. AQUI

Receita para fazer um príncipe: Fafá conta: AQUI

Ouvindo as situações matemáticas: AQUI

Mais Eva Furnari no Linguagem e Afins

Drufs: AQUI
Listas fabulosas: AQUI
Travadinhas: AQUI
Pandolfo Bereba: AQUI
Umbigo indiscreto: AQUI



Beatrice Alemagna

Ps. Fui à Livraria e voltei com um livro muito esquisito. ‘Os cinco esquisito’, que eram seis, ou mais, porque eu pensei em mim e em você (que é um absurdo). O livro foi escrito e desenhado por Beatrice Alemagna, que é italiana apesar do nome que me confundiu. Não sei se Beatrice é esquisita, mas me parece que sim, desde o princípio. Fonte

O que é esquisito e o que não é esquisito? Será que o que é esquisito pra mim é esquisito pra você?

Os cinco esquisitos é sobre cinco amigos, que se achavam um pouco diferentes dos outros. Um era furado, outro era todo dobrado, o terceiro todo mole, o quarto vivia de cabeça para baixo, e o último… “era errado da cabeça aos pés.”

Um dia, chega à cidade o Senhor Perfeito que começa a criticar a estranheza de todos eles. Confrontados com isso, eles começam a perceber que suas esquisitices não eram defeitos e sim  diferenças; e tinham lá sua serventia. Continua: AQUI

Fafá conta: AQUI

Contando a história também: AQUI

Esquisita como eu: Martha Medeiros: AQUI






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domingo, março 21, 2021

Fábulas por telefone/Gianni Rodari>Biografia> A menininha pequenina/Varal de histórias>21/03/2021


Gianni Rodari

“É preciso ter uma grande fantasia, uma forte imaginação para ser um grande cientista para imaginar coisas que ainda não existem – para imaginar um mundo melhor do que aquele em que vivemos e botar mãos à obra para construí-lo” Gianni Rodari

Gramática da  Fantasia: AQUI

Contar histórias é algo que o ser humano faz há milhares e milhares de anos. Em volta da fogueira, aos pés de uma árvore ou na cama antes de dormir, as histórias estreitam os laços de afeto entre quem as conta e quem as escuta, entre quem escreve e quem lê.

O senhor Bianchi era um comerciante italiano que viajava seis dias por semana vendendo mercadorias pela Itália. Aos domingos retornava pra casa e no dia seguinte partia logo de manhã.

Para tentar diminuir um pouco as saudades da filha, o bom homem ligava todas as noites e contava à menina uma história diferente. Como a ligação era cara, as histórias precisavam ser curtas e, como o tempo era pouco, o conteúdo precisava ser leve. A maior prova de que estar longe não  é estar distante. São essas setenta histórias reunidas que formam o livro “Fábulas por telefone.”

O humor, a fantasia e um certo nonsense permeiam as pequenas narrativas: um castelo feito de sorvete, uma bengala encantada, o minúsculo menino peixe, o gigante que tinha a inteligência nos cabelos, estradas sem começo e nem fim. Algumas dessas histórias poderiam facilmente ter sido inventadas por crianças.

A obra é excelente para a leitura compartilhada com os leitores iniciantes pois vocês podem ler uma fábula por dia. Assim o livro vai deixando um gostinho de quero mais. Para os alguns leitores autônomos, que ainda têm preguiça de textos maiores, também é uma boa pedida, já que a cada duas ou três páginas há a sensação de recompensa da história terminada.  Fonte

Alguns contos/Fábulas por telefone: AQUI, AQUI

Um jovem camarão: AQUI

Brincando com a bengala: AQUI

+ sobre este livro: AQUI

Algumas histórias deste livro/breve resumo: AQUI

Varal de histórias/Acordar, dormir/A menininha pequenina: AQUI

História universal: AQUI

Uma história atrapalhada/Contos de fada:  AQUI ,  AQUI

Telefone sem fio: AQUI




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sexta-feira, outubro 27, 2017

Estratégia de leitura>Treino>Preguicinha>27/10/2017



Estratégia de leitura
Compreensão da leitura
Preguicinha oral/Método de alfabetização natural
O objetivo dessa atividade e fazer o aluno compreender o processo analítico que está realizando. 
A preguicinha é uma análise estrutural. 
O todo significado da palavra permanece inteiro, não é destruído, seu significado não é despedaçado em partes menores, sem conteúdo ideativo. 
O aluno aprende a descobrir o valor sonoro de cada letra ou conjunto de letras, dentro do todo audiovisual da palavra inteira, sem isolá-las. Isto é a Preguinha!

Método de Alfabetização natural
AQUI
Vejam exemplos:
AQUI
AQUI
AQUI
AQUI
AQUI
Bingo
AQUI
Treino de leitura
Pequenos textos
Mais sobre Fichas de e para leitura
AQUI
Projeto reloginho
Trouxe do grupo face de professores fundamental I





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Predição>Estratégias de leitura>Atividades>27/10/2017


Estratégias de Leitura

O ato de ler ativa uma série de ações na mente do leitor pelas quais ele extrai informações. 

Essas ações ou “estratégias de leitura” passam, em sua maioria, desapercebidas na consciência. Elas ocorrem simultaneamente, podendo ser mantidas, modificadas e/ou desenvolvidas durante a apropriação do conteúdo.



São as seguintes as estratégias de leitura:


ANTECIPAÇÃO: São hipóteses que o leitor levanta, antecipando informações com base nas “pistas” que vai percebendo desde antes da leitura. Durante a leitura confirma-se ou não a predição.


SELEÇÃO: É o ato de selecionar o que interessa do conteúdo do texto. Nem tudo o que está escrito é igualmente útil para a compreensão. Escolhem-se alguns aspectos relevantes e ignoram-se outros. É o que acontece quando, ao ler, “pula-se” certos trechos.


INFERÊNCIAS: São os complementos que o leitor fornece ao texto a partir de seus conhecimentos prévios. É tão freqüente o uso dessa estratégia que é comum o leitor não se lembrar se determinado aspecto estava explícito ou implícito no texto.


AUTOCONTROLE: É a atitude permanente do leitor, que consiste em fazer a “ponte” entre o que ele supõe (antecipação, seleção, inferência) e as respostas que vai obtendo a partir do texto. Trata-se de avaliar as antecipações e inferências, confirmando-as ou refutando-as, com a finalidade de garantir a compreensão.


AUTOCORREÇÃO: É o momento de repensar a(s) hipótese(s) anteriormente levantada(s), construir outras e retomar as partes anteriores do texto, para fazer as devidas correções, quando as expectativas geradas pelas estratégias de antecipação não são confirmadas. É o caso do leitor que “volta” para corrigir certas passagens.

Há uma relação dialética entre usar estratégias de leitura e interpretar um texto. Emprega-se uma estratégia porque se está entendendo o texto; entende-se bem o texto porque as estratégias estão sendo aplicadas.
Fonte


Muitas operações acontecem na mente do leitor antes da leitura. 
Quando escolhe o texto para ler, o leitor já antecipa muita informação que nele espera encontrar, ou levanta questões que espera serem resolvidas pelo texto.
 O objetivo de leitura vai levar o leitor a levantar expectativas sobre o conteúdo do texto. Continua:AQUI

Atividades/Sugestões
A PRÁTICA DA LEITURA E DA ESCRITA EM SALA DE AULA. 

ATIVIDADE – EXECÍCIO DE REORGANIZAÇÃO TEXTUAL. 

POR QUÊ? – Trabalhar no aluno a coerência textual. 

PARA QUE? – Favorecer a interação do aluno com o texto. 

INSTRUÇÃO: – Pedir ao aluno que reescreva o texto organizando as sílabas das palavras, de modo que as frases ganhem sentido. 

O macorvo e o caco
AQUI 

 Plano de aula utilizando a Predição como Estratégia de Leitura
Textos jornalísticos

Para que essa pesquisa fosse realizada construiu-se um plano de aula a fim de estrategiar a predição a partir de fragmentos de textos retirados de sites jornalísticos (primeiro passo para a inferência) com temáticas que faziam parte das realidades dos estudantes. Após, os alunos responderam a um roteiro de perguntas, correspondente a cada predição.

 Proposta: 
Análise Textual de textos jornalísticos fragmentados, retirados da Internet. 
Objetivo: Propor aos alunos a análise de fragmentos textuais, que os ajudarão a recompor os conhecimentos prévios dos textos completos.

 Proposta de trabalho: 
Pretende-se aqui um plano de aula que envolva gêneros textuais de fácil acesso aos alunos. 
O trabalho de ensino de língua materna realizado na instituição sede possibilita a todos os estudantes o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania. 
Aprender a língua é aprender não somente palavras e saber combiná-las em expressões complexas, mas aprender pragmaticamente seus significados culturais e, com eles, os modos pelas quais as pessoas se entendem, interpretam a realidade e a si mesmas. Fonte

Segunda fase: Texto instrucional ( manchete de jornal)
Atividades
1) O professor propõe aos alunos que façam previsões sobre:
 a) o assunto de um livro a partir da observação da capa, da folha de rosto;
 b) o título de uma história, a partir dos personagens ou de fatos principais;
 c) o desfecho de um texto, a partir de alguns segmentos; 
 d) o jornal de veiculação de uma notícia, de uma reportagem; 
 e) a revista de veiculação de uma determinada propaganda; 
 f) o autor de um determinado poema; 
 g) o texto a partir de um segmento que o constitui;
 h) o produto a partir de uma embalagem;
 i) a notícia a partir de sua manchete e vice-versa;
 j) o autor ou o destinatário a partir de uma dedicatória, um bilhete, um email, um convite, um cartão de felicitações. 
Mais estratégias:
AQUI

Com a estrategia de leitura
Música: A casa: Vinicius de Moraes


Jogo da Predição
 1) Selecione o texto que você irá trabalhar em sala e projete-o para os alunos, explicando que antecipar o sentido do texto é um jogo de dedução, no qual os bons jogadores fazem boas previsões. 
2) Vá mostrando o texto aos poucos, parando onde julgar necessário e, a cada parada sua, solicite aos alunos que escrevam uma previsão da palavra, frase ou ideia que está por vir. 
3) À medida que o texto transcorra, vá discutindo as previsões corretas e incorretas que os alunos fizeram.
Vejam atividades pré - leitura

AQUI





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terça-feira, setembro 19, 2017

Vamos escrever?>Produção de textos>Pequenos textos>19/09/2017

A produção de texto estimula o aluno a desenvolver sua criatividade.

Atividades para produção de textos







Textos curtos para interpretação

São várias sugestões
Textos para interpretação 1° ano do ensino fundamental
Vamos escrever?
AQUI

Resultado de imagem para vamos escrever atividades de redação

Sugestão Didática
Candida  Z.Menezes e outros
Editora FTD

Vamos escrever teatro?
A pílula falante

Apenas sugerindo...
Colegas, um dos meus preferidos
Projeto Buriti
Linguagem e produção de textos
Editora Moderna
projeto-buriti-port-1-a-3.jpg



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sábado, setembro 16, 2017

Vamos escrever? Resenhas>Produção de texto>Dicas>16/09/2017


Caixa de resenhas
Autora:
Heloisa Cerri Ramos, especialista em ensino da Língua Portuguesa, do ensino Fundamental ao Médio, formadora do ensino Fundamental e Médio, assessora da área de Língua Portuguesa e de reorganização curricular, em escolas da rede pública e particular e diretora da Helos Consultoria Pedagógica. 

O gosto pela leitura e a apreciação crítica de um livro podem ser ensinados. Lendo e analisando modelos de resenha, o aluno aprende a fazer a sua própria resenha que será escrita em fichas que ficarão numa caixa para consulta da classe.
Esta atividade se propõe a dar um sentido à aprendizagem de resenha. 
As resenhas dos alunos terão a mesma função que têm socialmente: dar informações suficientes a respeito de um livro a um leitor em potencial que, de posse das informações, decide lê-lo ou não.

Objetivos:
Os alunos serão capazes de:
a) reescrever uma resenha lida e analisada em classe;
b) reconhecer os elementos linguísticos que entram na organização deste gênero textual;
c) escrever uma resenha crítica para um ou mais livros do acervo de leituras da classe;
d) definir resenha;
e) reconstruir oralmente o percurso que fizeram na atividade (metacognição);
f) consultar a caixa de resenhas, no momento de escolher um livro da biblioteca de classe


Recursos didáticos:
Os alunos serão capazes de:
a) reescrever uma resenha lida e analisada em classe;
b) reconhecer os elementos linguísticos que entram na organização deste gênero textual;
c) escrever uma resenha crítica para um ou mais livros do acervo de leituras da classe;
d) definir resenha;
e) reconstruir oralmente o percurso que fizeram na atividade (metacognição);
f) consultar a caixa de resenhas, no momento de escolher um livro da biblioteca de classe


Os alunos deverão sentar-se em duplas.

Procedimentos:

1) Avise a classe sobre o dia da atividade, pedindo aos alunos que pesquisem, em casa, o que significa "resenha". 

2) Selecione para a aula um bom acervo de resenhas, de jornais, revistas, catálogos de editoras etc. 
3) No dia marcado, faça uma introdução sobre o assunto e o andamento da aula, explicando seus objetivos e como ela será desenvolvida. 
4) Solicite aos alunos que digam o que entendem por resenha, escrevendo suas respostas numa folha grande de papel que ficará exposta na parede da classe durante toda a atividade, para posterior confronto com os conceitos que surgirem após a atividade.
5) Distribua às duplas de alunos duas resenhas diferentes. Avise que você fará uma leitura em voz alta e peça que eles observem nos textos que têm em mãos, enquanto escutam, qual é a finalidade deste tipo de texto. Terminada a leitura, a classe deverá dizer o que concluiu ser a intenção de uma resenha. Novamente, anote as respostas dos alunos na folha grande de papel. 
6) O momento seguinte é de estudo da estrutura da resenha. Para isso, você deverá selecionar uma resenha de cada vez, dizendo que a análise deverá servir para responder as perguntas: "Como esse tipo de texto é organizado?", "Assemelha-se a uma história, a uma notícia, a um texto de opinião, a um relatório, ou a um texto didático?", "O adjetivo tem papel importante numa resenha crítica?", "Que informações não podem faltar numa resenha?". Assim, durante todo o trabalho, você estará desafiando os alunos provocando reflexões e favorecendo a busca por respostas.
7) Ao final da análise, elabore junto com os alunos uma síntese sobre o que é uma resenha, qual é sua função e como se estrutura este gênero textual, escrevendo as conclusões numa folha grande de papel que, enquanto durar a atividade, também ficará exposta na parede, junto com as demais, formando um painel. 
8) O passo seguinte é propor aos alunos que, em duplas, em duas aulas, reescrevam de memória, sem consultar o texto original, mas podendo recorrer ao painel, uma das resenhas analisadas anteriormente, com o objetivo de avaliar o que eles apreenderam e do que se apropriaram em relação à estrutura e linguagem de uma resenha. Quando estiverem prontas, você lerá as reescritas, comentando-as, apontando por escrito, em cada uma, o que precisa ser melhorado: em primeiro lugar, com relação à estrutura da resenha e, só depois disso, corrigindo os problemas relativos à linguagem: ortografia, acentuação, concordância, regência e pontuação. 
9) Depois disso, as duplas, em classe, deverão passar a limpo sua reescrita. Assim, você poderá acompanhar os alunos em seu processo de revisão. 
10) Após todas estas etapas, com o objetivo de tomar consciência do próprio processo de aprendizagem, os alunos deverão contar oralmente, reconstruindo seu percurso, o que fizeram para aprender o que é resenha. 
11) Concluído o trabalho, peça aos alunos que comparem seus conceitos anteriores com os atuais, consultando o que foi escrito nas folhas que ficaram penduradas na parede. Houve mudanças? Quais? Nesse momento da comparação, faça anotações das observações orais dos alunos nas folhas da parede. 
12) Ao final, faça uma síntese da evolução da classe - o que sabiam antes do trabalho e o que sabem agora, depois de passar por todo o processo de aprendizagem do que é, da função e de como se estrutura uma resenha. 
13) Depois de aprender a escrever uma resenha e de saber qual é sua função, é hora de pôr em prática o que foi aprendido: cada aluno escolhe um livro do acervo da biblioteca de classe para ler em casa e, depois, resenhar. 
14) A resenha, depois de pronta, passará por uma revisão orientada por você e, só então, será passada a limpo nas fichas que irão compor a Caixa de Resenhas dos livros da classe. A partir dessa atividade, toda vez que o aluno for retirar um livro da biblioteca de classe, deverá consultar também as resenhas, que estarão, então, cumprindo sua função e contribuindo para a formação do leitor crítico.


Avaliação:
Você tem várias oportunidades de avaliar o aluno, de perceber seus avanços e dificuldades e de interferir neste processo, pois, a todo momento, em sua presença, o aluno está se expondo oralmente e por escrito. 
Lembrete
a) Resenhas de diferentes tipos podem ser encontradas nos catálogos das editoras; nos jornais, podem ser encontradas nos cadernos infantis, de variedades e em suplementos especiais; nas revistas, nas seções dedicadas a comentar lançamentos.
b) Mostrar aos alunos a importância do adjetivo na descrição e no julgamento de uma obra. 
c) Ao final do ano, a 6a série deixa sua Caixa de Resenhas para a 6a série do ano seguinte. 
A caixa não é da classe, mas da série. Esta é uma forma de incentivar o espírito de cooperação e de percepção do outro.

Contextualização:
O leitor crítico é aquele que dialoga com o texto. Para escrever uma resenha, é preciso que seu autor olhe para o texto com olhos de quem quer enxergar, exercitando seu poder de análise e criticidade.


Possibilidade interdisciplinar:
Todos os eventos da escola podem merecer resenhas críticas de diferentes pontos de vista, que são expostas no mural ou publicadas no jornal escolar

Aprofundamento do conteúdo:
"Resenhar significa fazer uma relação das propriedades de um objeto, enumerar cuidadosamente seus aspectos relevantes, descrever as circunstâncias que o envolvem.
O objeto resenhado pode ser um acontecimento qualquer da realidade (...) ou textos e obras culturais (...) ."
"..., a importância do que se vai relatar numa resenha depende da finalidade a que ela se presta."
"A resenha pode ser puramente descritiva, isto é, sem nenhum julgamento ou apreciação do resenhador, ou crítica, pontuada de apreciações, notas e correlações estabelecidas pelo juízo crítico de quem a elaborou.
A resenha descritiva consta de:
a) uma parte descritiva em que se dão informações sobre o texto:
- nome do autor;
- título completo e exato da obra;
- nome da editora e, se for o caso, da coleção de que faz parte a obra;
- lugar e data da publicação;
- número de volumes e páginas.
No caso de uma obra estrangeira, é útil informar também a língua da versão original e o nome do tradutor.
b) uma parte com o resumo da obra:
- indicação sucinta do assunto global da obra e do ponto de vista adotado pelo autor;
- resumo que apresenta os pontos essenciais do texto.
Na resenha crítica, além dos elementos já mencionados, entram também comentários e julgamentos do resenhador sobre as idéias do autor, o valor da obra, etc."
(Fonte: Fiorin, José Luiz & Savioli, Francisco Platão. Para entender o texto - leitura e redação. São Paulo, Ática, 1997.) 

Resenhando a fada que tinha ideias








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