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O tratado da aranha e da rã>Resolvendo conflitos>Boa convivência>Combinados> 31/03/2026
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quarta-feira, fevereiro 19, 2025
É meu>Interação literária>Nem sempre é fácil dividir>Tobi aprende a compartilhar>19/02/2025
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terça-feira, março 26, 2024
Tocaram a campainha>Vamos dividir os biscoitos?>Atividade matemática> 26/03/2024
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quarta-feira, março 03, 2021
O aniversário de Margarida> Várias sugestões em libras > Hora da história>Registros/Memórias e afins> 03/03/2021
O livro escrito por Isa Colli ''O Aniversário de Margarida'' aborda a importância de saber dividir, estimula as crianças a doarem brinquedos, não serem egoístas e apegadas a valores materiais”.
Quantos brinquedos ficam esquecidos dentro de armários depois de serem companheiros inseparáveis de meninas e meninos? Quantas bonecas, caminhõezinhos, ursinhos e chocalhos estão em algum canto da casa à espera de uma criança que queira se divertir e aprender com eles?
No aniversário de cinco anos da menina Margarida, seus antigos brinquedos foram convidados para a festa. A ursinha Rubi, pessoalmente, cuidou para que todos estivessem presentes; até mesmo o patinho de borracha que chegara àquela casa quando Margarida ainda era um bebê. Com a presença especial de todos os brinquedos, a festa ficou ainda mais divertida para Margarida e seus convidados. Fonte
A história: AQUI
A história em libras/duas partes: AQUI 1 AQUI
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sexta-feira, janeiro 31, 2020
Tenho inveja>Diogo e Diego discutem>Hora da história>Compartilhar>31/01/2020
Mas não tente estar sempre a compensá-los. Se o mais velho fizer anos, o mais novo tem de perceber que não vai ter prenda, porque a sua prenda é-lhe dada no seu aniversário.
Seja discreto. Não tente ser sempre o centro dos seus jogos e atenções. Deixe-os viver a vida como irmão e irmã. Isso ajudá-los-á a entenderem-se melhor.Os dois amigos que são como irmãos têm cada um a impressão de ser menos mimado. Diga ao seu filho que o coração das mães é elástico e que consegue dar a mesma quantidade de amor a uma, duas, três, dez ou doze crianças.
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O ratinho das amoras>Hora da história>Compartilhar>31/01/2020

O Ratinho vivia na sua casinha no campo.
Gostava muito dela porque era quente e aconchegada e tinha o tamanho ideal para um ratinho.
Mas, do que gostava mais nela, era o enorme arbusto de amoras que tinha no jardim, e que todos os anos dava uma colheita abundante de belos frutos maduros e sumarentos.
Certo Verão, as amoras do Ratinho ainda eram maiores e mais sumarentas do que habitualmente. Começou a colhê-las e já estava transpirado e cansado quando o Pardal apareceu.
— Que belas amoras! Posso comer algumas? — chilreou o Pardal.
— São todas minhas — respondeu o Ratinho. — Vai-te embora.
— Não precisas de falar assim — disse o passarinho voando para longe.
As patas do Ratinho já lhe doíam devido ao trabalho, quando reparou no Esquilo encostado ao portão.
— Dás-me algumas dessas amoras suculentas? — perguntou o Esquilo.
— Se tas der, ficarei com menos para mim — replicou o ratinho.
Assim o Esquilo foi embora de mãos a abanar.
Tinha o Ratinho parado para descansar das suas tarefas, quando a Coelha apareceu aos saltos.
— Essas amoras têm um aspecto apetitosíssimo — disse ela.
— E são – respondeu o Ratinho. — E vou comê-las todinhas.
— Então é mais que certo que vais ficar doente — respondeu a Coelha, virando-lhe as costas.
O sol estava muito quente e o Ratinho estava a ficar estafado.
Daí a pouco começou a cabecear de sono. Não reparara que havia alguém a espiá-lo.
Era o Senhor Raposo
Quando viu que o Ratinho estava a dormir, esgueirou-se pelo portão e avançou devagarinho até conseguir chegar perto do cesto das amoras. Já se afastava quando CRAC ! Pisou um ramo seco.
O Ratinho acordou sobressaltado.
— Essas amoras são minhas — guinchou ele.
— Experimenta tirar-mas — riu-se o Senhor Raposo. — Vão ser-me bem úteis hoje ao chá.
O Ratinho não se surpreendeu por nenhum dos seus amigos o ter avisado de que o Raposo andava por fora naquele dia.
— Afinal — pensou — porque é que haviam de me ajudar, se eu não quis partilhar as minhas amoras com eles?
Então aconteceu uma coisa muito estranha. Uma bolota acertou na cabeça do Raposo!
PIMBA! E mais outra, PIMBA!
E outra e outra e mais outra. PIMBA! PIMBA! PIMBA!
O Raposo largou o cesto das amoras e fugiu a sete pés!
O Ratinho olhou para cima para ver de onde tinham vindo as bolotas. E quem acham vocês que ele viu no alto do velho carvalho?
Viu o Esquilo e o Pardal e a Coelha.
— Não podíamos deixar o senhor Raposo roubar as tuas amoras — disse o Esquilo.
— Apesar de não teres querido dividi-las connosco — acrescentou o Pardal.
O Ratinho sentiu-se muito envergonhado. Depois teve uma ideia…
Nessa tarde convidou todos os amigos para a festa das amoras. Trabalhou todo o dia a prepará-la.
Havia sumo de amora, compota de amora, geleia de amora, torta de amora e muitos outros doces de amora.
Os outros animais disseram que estava tudo delicioso.
— Afinal — disse Ratinho — talvez as amoras saibam melhor quando as partilhamos.
Matthew Grimsdale
O Ratinho das Amoras
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O elefante Bernardo>Hora da história/Cooperação>Compartilhar>31/01/2020

O elefante Bernardo
Esse conto ensina que as crianças devem ajudar umas às outras
Esse conto foi enviado por Javier Moreno Tapia (México). Fonte
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