BlogBlogs.Com.Br

CATIVA-ME

Glitter Photos

Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

Glitter Photos

Comemoração

Glitter Photos
JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM
Mostrando postagens com marcador Dividir/Compartilhar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dividir/Compartilhar. Mostrar todas as postagens

terça-feira, março 31, 2026

O tratado da aranha e da rã>Resolvendo conflitos>Boa convivência>Combinados> 31/03/2026

 
Arlene Holanda/Marco Haurelio

A aranha e a rã viviam se “arranhando” pelos motivos mais tolos. E quando não havia motivo algum, inventavam ligeiro um. Até que o sapo, vizinho das duas, sugeriu que elas fizessem um tratado. Será que funcionou?
Manual do professor: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI
Sugestões
Roda de Conversa e Interpretação: Discutir por que elas brigavam e como o tratado (acordo) ajudou. Perguntar: "O tratado funcionaria se não fosse assinado?".
O "Nosso Tratado": Criar com as crianças um "Tratado de Convivência da Turma", estabelecendo regras de respeito mútuo, similar ao que o sapo Sócrates fez.
Atividades Artísticas (Faça sua Aranha/Rã): Confeccionar personagens utilizando materiais recicláveis.
Dinâmica da Teia de Aranha: Usar rolos de barbante para criar uma teia em grupo, trabalhando cooperação e coordenação motora.
Pega-pega Aranha: Brincadeira de movimento onde os participantes imitam aranhas.
Entendimento de Testemunha: Debater o papel do sapo Sócrates e explicar o que significa ser uma testemunha em um documento.
Essas atividades são recomendadas para trabalhar a inteligência emocional, regras sociais e criatividade na educação infantil e anos iniciais. Fonte: Google
Sacola viajante: AQUI
Aula: AQUI
Trava-língua
Aranha Arranha a Rã é uma música infantil divertida para cantar e rir!
Cante junto esse trava-língua musicado com animais e muita alegria. AQUI, AQUI

Aranha: AQUI
Rãs: AQUI
Dividir/Compartilhar: AQUI
Boas maneiras/Combinados: AQUI
Medidas e grandezasAQUI
O ratinho das amoras: AQUI
O supermetro: AQUI
Trava-língua: AQUI
Parlendas: AQUI
O pinto pia, a pia pinga: AQUI
A guerra do pão e manteiga/O tratado da aranha e da rã: AQUI




Link para essa postagem


quarta-feira, fevereiro 19, 2025

É meu>Interação literária>Nem sempre é fácil dividir>Tobi aprende a compartilhar>19/02/2025

 
Telma Guimarães

É dia do brinquedo na escola. Uma boneca-faz-tudo, um gato que mia e pula e um ursinho que repete tudo o que ouve... a cada semana Patrícia leva alguma coisa diferente, o que seria muito divertido se ela emprestasse e dividisse os brinquedos com os colegas. Mas isso logo muda. Com a ajuda do ursinho, ela percebe que ser egoísta não é nada divertido.

Tema: Habilidades Socioemocionais; Ética; Pluralidade Cultural.
Assunto: Amadurecimento, Ética
Data Comemorativa: 20/7 - Dia do Amigo; 24/8 - Dia da Infância; 12/10 - Dia das Crianças
Suplemento de leitura: AQUI
Ouvindo: AQUI
Aula: Superando o egocentrismo: AQUI

Sally A. Garland

Quando o primo da coelhinha vai visitá-la, ele faz uma bagunça sem igual puxando e empurrando, saltando e pulando, bufando e gritando... ... até que eles descobrem a importância de dividir.
Ouvindo: AQUIAQUI



A linha Paradidáticos Todolivro está alinhada às diretrizes curriculares nacionais da Educação Infantil e do Ensino Fundamental estipuladas pelo Ministério da Educação (MEC) e tem uma proposta eminentemente pedagógica: ser uma ferramenta facilitadora do desenvolvimento das crianças. 
Seu objetivo principal é formar leitores independentes, com senso crítico, capazes de desenvolver e expressar ideias e se comunicar de forma eficiente, por meio do domínio dos instrumentos essenciais à aprendizagem - a leitura, a escrita, a expressão oral, o cálculo e a capacidade de solucionar problemas e elaborar projetos de intervenção na realidade. 
É uma linha que busca proporcionar conhecimentos conceituais dos vários campos do saber, trabalhando capacidades cognitivas e sociais amplas. 
Além disso, ressalta valores e atitudes fundamentais à vida pessoal e à convivência social por meio de "conteúdos extras formulados por especialistas em educação, com orientações e sugestões pertinentes, inovadoras e práticas para serem desenvolvidas em sala de aula.
 Sua proposta é promover a leitura continuada/compartilhada através de experiências significativas, que reforcem o vínculo entre pais e professores no processo de aprendizagem. 
São elas: 
. Sugestões de abordagens antes, durante e depois da leitura. 
. Ideias para professores.
 . Ideias para pais.
 . Vocabulário em destaque. 
. Roda de conversa em sala de aula.
 . Atividades de interpretação de texto.
 . Atividades diversas para serem desenvolvidas em sala de aula ou em casa. E, como cada criança é única em seu processo de aprendizagem, a linha Paradidáticos Todolivro possui uma estrutura modular flexível, com quatro níveis que servem de referência para pais e professores escolherem, com segurança e de forma assertiva, o mais adequado para a criança:
 NÍVEL 1 - Pré-leitores: palavras e frases curtas, em letras grandes. Vocabulário básico e divertido. Histórias simples e fáceis de seguir. 
NÍVEL 2 - Leitores iniciantes: frases mais extensas. Vocabulário simples, palavras novas. Histórias extensas. 
NÍVEL 3 - Leitores confiantes: frases mais extensas, com estruturas variadas. Vocabulário amplo. Histórias mais elaboradas. 
NÍVEL 4 - Leitores fluentes: frases extensas, com estrutura complexa. Vocabulário rico e desafiador. Mais ênfase no texto do que nas ilustrações. --------------------------------------------------------------------------------------- Nesta coleção, uma simpática turminha de animaizinhos da floresta convida as crianças a aprender sobre a importância de simples gestos, como ser solidário, trabalhar em equipe, compartilhar, ser verdadeiro e respeitar o próximo. 
Por meio de ilustrações primorosas, as crianças serão incentivadas a desenvolver sentimentos de nobreza moral, consolidando esse aprendizado.

Ouvindo: AQUI
+ desta coleção
Silvino aprende a falar a verdade: AQUI

Dividir/compartilhar: AQUI
Egoísmo: AQUI
+ Telma Guimarães: AQUI



Link para essa postagem


terça-feira, março 26, 2024

Tocaram a campainha>Vamos dividir os biscoitos?>Atividade matemática> 26/03/2024


Pat Hutchins/Ana M.Machado
A mãe fez uma dúzia de biscoitos para o lanche. "“ Seis para cada um “", disse Lena, quando tocaram a campainha. E tocaram de novo e de novo. 
Pelo jeito, não ia haver biscoito suficiente para todos que chegavam... Como resolver o problema? Este livro é uma lição de solidariedade e respeito para as crianças, além de trabalhar a interdisciplinaridade dentro de um mesmo assunto, onde as crianças começarão a ter noções sobre divisão através do lúdico. AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI e lendo: AQUI
Noção de divisão/Atividades: Repartindo biscoitos: AQUI

Neste vídeo tem sugestões literárias matemáticas
Confiram os livros sugeridos nas listagens laterais : AQUIAQUI

No Linguagem:
A escada: AQUI
Se você fosse um sinal de dividir: AQUI
Agrupamentos/Coleções: AQUI
Conceitos matemáticos: AQUI
Frações: AQUI
Medidas de tempo: AQUI
Medidas e grandezas: AQUI,  Massa: AQUI
Subtração: AQUI   Quatro operações: AQUI
Numerais: AQUI
Opostos: AQUI
Dividir/CompartilharAQUI
A aranha na loja de balasAQUI



Link para essa postagem


quarta-feira, março 03, 2021

O aniversário de Margarida> Várias sugestões em libras > Hora da história>Registros/Memórias e afins> 03/03/2021


O livro escrito por Isa Colli ''O Aniversário de Margarida'' aborda a importância de saber dividir, estimula as crianças a doarem brinquedos, não serem egoístas e apegadas a valores materiais”.

Quantos brinquedos ficam esquecidos dentro de armários depois de serem companheiros inseparáveis de meninas e meninos? Quantas bonecas, caminhõezinhos, ursinhos e chocalhos estão em algum canto da casa à espera de uma criança que queira se divertir e aprender com eles?

No aniversário de cinco anos da menina Margarida, seus antigos brinquedos foram convidados para a festa. A ursinha Rubi, pessoalmente, cuidou para que todos estivessem presentes; até mesmo o patinho de borracha que chegara àquela casa quando Margarida ainda era um bebê. Com a presença especial de todos os brinquedos, a festa ficou ainda mais divertida para Margarida e seus convidados.  Fonte

A história:  AQUI

A história em libras/duas partes: AQUI 1  AQUI

Vamos cantar parabéns para Margarida?: AQUI

Mais histórias em libras neste canal: AQUI  ,   AQUI

Aula/Aniversários de antigamente/Registros: AQUI

Aula/Calendário de aniversários da turma:  AQUI

Mais horizontes:

Aulas sobre mudança, pertencimento e memória: AQUI

Mais aniversários no Linguagem e Afins

AQUI



Link para essa postagem


sexta-feira, janeiro 31, 2020

Tenho inveja>Diogo e Diego discutem>Hora da história>Compartilhar>31/01/2020




Tenho inveja
Quando estou com inveja sinto-me como… um monstro de olhos verdes todo torcido lá por dentro… Um cão que tem inveja do gato que está ao colo do dono.
Quando estou com inveja… fico amuada no meu quarto, não falo com ninguém. Faço um desenho e depois rabisco-o todo por cima.
Há muitas coisas que me fazem inveja.
Quando a minha irmã pequenina está a aprender a andar e a Mãe e o Pai parece que não reparam em mim… eu fico com inveja.
Quando o meu vizinho do lado recebe uma bicicleta nova… eu fico com inveja.
Mas a minha bicicleta anda bem depressa, mesmo sem ser nova!
Quando o meu irmão e eu jogamos jogos, ele ganha sempre e eu fico com inveja.
Quando a minha melhor amiga vai lanchar a casa de alguém, eu fico com inveja e digo que nunca mais brinco com ela. Mas depois telefono-lhe e peço desculpa, porque sei que todos temos amigos.
Quando a minha irmã faz anos e recebe montes de prendas, todas para ela… eu fico com inveja. Mas depois penso que daqui a um mês e vinte e cinco dias as prendas são todas para mim!
Quando a minha professora escolhe outro menino para dar de comer aos peixes, eu fico com inveja. Mas depois ela escolhe-me para distribuir os livros novos, e eu ainda gosto mais de fazer isso!
Quando o meu irmão mais velho vai para casa dos avós… eu fico com inveja. Mas a Mãe disse que a minha amiga Sofia pode dormir cá em casa, e eu sei que vamos divertir-nos imenso.
Quando fico com inveja, sinto-me melhor se me lembrar de todas as coisas boas que tenho.
Sinto-me melhor se conseguir alegrar-me com os meus amigos pelas coisas que eles têm.
Sinto-me melhor se o Avô falar comigo. Ele parece que sabe mesmo o que eu sinto.
Sinto-me melhor se pensar numa coisa mesmo boa que me vai acontecer daqui a pouco tempo.
Mas às vezes eu faço coisas que levam os outros meninos a ficarem com inveja…
Se eu me gabar de ter muitos brinquedos… ou de ser a melhor de todos na natação.
Por isso, da próxima vez que tiveres inveja, lembra-te de que às vezes os outros meninos podem ter inveja de ti.
Alegra-te com as coisas que tens e deita essa inveja para o caixote do lixo!
Brian Moses

Diogo e Diego discutem
Os esquilos Diogo e Diego moravam perto um do outro. Eram como irmãos gémeos, embora Diogo tivesse uma cauda totalmente ruiva e a cauda de Diego tivesse alguns pelos brancos. Diogo tinha construído a sua casa no buraco de uma nogueira e Diego tinha escolhido uma aveleira. Cada um tinha decorado o ninho a seu gosto e gostavam ambos muito de cozinhar. Um dia, Diego levou um frasco de compota de avelãs a Diogo e este ofereceu-lhe licor de noz. Foi um comportamento gentil, não foi? 
E, contudo, nenhum deles pensou nisso. Enquanto provava a compota, Diogo ia pensando: “Estas compotas de avelã têm um sabor delicioso de madeira recém-cortada, de manteiga e de trigo.” E a inveja apoderou-se dele. Enquanto sorvia o seu licor de noz, Diego resmungava: “Realmente, há quem tenha tudo. Este licor de noz é verdadeiramente suculento! Quando penso que o Diogo pode bebê-lo todas as noites.” E o seu coração encheu-se de amargura.
A partir desse dia, cada um olhava o outro com inveja. Quando Diego pensava no ninho soberbo de Diogo, com uma cobertura mole de penas de avestruz, tinha vontade de amuar até ao raiar do sol. Quando Diogo pensava na cama de rede que Diego tinha fabricado, tinha vontade de lhe morder o nariz até fazer sangue.
Um dia, Diego cheirou um odor delicioso de Pinhão nº 5.
— Cheira tão bem em tua casa — disse, sem conseguir esconder o descontentamento.
— Foi uma prenda da minha tia — respondeu Diogo, que semicerrou os olhos para ver melhor o boné de Diego, feito de plumas de avestruz cosidas à mão. “Trá-lo de propósito para me fazer inveja”, pensou logo Diogo.
— Que boné! — exclamou, fazendo uma careta.
— Oh, é uma coisinha de nada — respondeu Diego, que era muito vaidoso. — Trata-se de uma prenda da minha tia costureira.
Nessa mesma noite, Diego pensou no guarda-comida de Diogo e Diogo pensou no guarda-roupa de Diego. Quanto mais o tempo passava, mais eles pensavam no que não tinham: uma coleção de conchas de noz, um bocado de vaso encontrado num campo, uma espiga de milho para decorar a casa… A menor quinquilharia punha-os verdes de inveja. Tudo o que um deles tinha, o outro também queria ter. Chegavam a brigar duramente para arrancar das mãos do outro uma casca de noz ou um pedacinho de castanha.
Um dia, quando Diego encontrou um trevo de quatro folhas, Diogo pôs-se a choramingar: o trevo era seu, fazia parte do seu território. E quando Diogo apanhou um ramo de papoilas, Diego bateu à porta do amigo para lhe pedir metade do ramo. Diego teve ciúmes do aniversário de Diogo e Diogo teve ciúmes da tosse convulsa de Diego. Diogo teve ciúmes da varicela de Diego e Diego teve ciúmes da constipação de Diogo.
Os ciúmes e a inveja davam-lhes dores de barriga. “Alguém me quer mal”, pensava Diego, “a floresta já não gosta tanto de mim, já não me dá tantas coisas como outrora”.
Acabaram por fazer tanta algazarra que todos os vizinhos do bosque (as rolas, as andorinhas, as pombas e os ratos) se reuniram para trocar impressões.
— Não estamos para aturar as vossas disputas!
— Falem mais baixo
— Já ninguém se entende!
Toda esta barulheira acabou por chegar aos ouvidos da Grande Coruja, que se deslocou pessoalmente para avaliar a disputa.
Ouviu então as queixas dos dois esquilos.
— O ninho dele é mais macio do que o meu!
— O dele é maior do que o meu!
— Até teve a varicela!
— E ele teve a tosse convulsa!
— Pois, mas a varicela é melhor do que a tosse convulsa! Faz comichão, mas não dói tanto!
A Grande Coruja ria-se por detrás dos seus óculos.
— Daqui a pouco quem tem ciúmes de vocês sou eu. Vocês têm tantas coisas. E, no entanto, não estão contentes. Isso é pena!
A Grande Coruja continuou, olhando-os através dos seus óculos enormes:
— Se eu fosse Diego, gostaria de ser Diego. E se fosse Diogo, gostaria de ser Diogo. Se fosse a ti, Diego, teria orgulho em ter um amigo como o Diogo. E tu, Diogo, devias estar contente por teres um amigo que faz compota de avelãs tão bem! Vou ensinar-vos como uma pessoa aprende a gostar ainda mais de outra. Diego, tu vais dar compota de avelãs ao Diogo e vais fazer para ele um boné de plumas. Quanto a ti, Diogo, vais fazer licor de noz para o Diego e algumas almofadas para ele decorar o seu pequeno ninho. Sugiro ainda que, de vez em quando, troquem de casa. Terão assim a impressão de ir de férias.
E foi o que aconteceu. Diego fez um boné de plumas soberbo para o seu amigo Diogo usar no Inverno e Diogo fez pequenas almofadas cheias de lasquinhas de avelã trituradas para Diego. De vez em quando, durante o fim-de-semana, trocavam de casa, só para sentirem como as suas próprias casas eram confortáveis. Diogo e Diego tornaram-se os melhores amigos do mundo.
Sem saber como, pode ter exacerbado, ou exacerbar, a inveja entre os seus filhos. Evite fazer deles uns clones. Não os vista de igual e realce as diferenças entre eles, já que é nas semelhanças que a inveja se cristaliza. Se acha que são ambos excelentes na natação ou na pintura, cada um deles tentará sempre exceder o desempenho do outro. Mas se sublinhar que o Tiago é excelente em xadrez e que a Ágata é ótima em música, não os situará no mesmo plano, antes ajudará a confirmar a individualidade de cada um deles.
Evite falar deles no plural: “Vocês são insuportáveis!”, “São sempre os mesmos!”. Prefira “Benjamim, tu que és muito forte, vem ajudar-me.” Privilegie os momentos que passa com cada um. À noite, não hesite em dizer-lhes, separadamente, o quão gosta deles.
Mas não tente estar sempre a compensá-los. Se o mais velho fizer anos, o mais novo tem de perceber que não vai ter prenda, porque a sua prenda é-lhe dada no seu aniversário.
Seja discreto. Não tente ser sempre o centro dos seus jogos e atenções. Deixe-os viver a vida como irmão e irmã. Isso ajudá-los-á a entenderem-se melhor.
Os dois amigos que são como irmãos têm cada um a impressão de ser menos mimado. Diga ao seu filho que o coração das mães é elástico e que consegue dar a mesma quantidade de amor a uma, duas, três, dez ou doze crianças.
A Grande Coruja propõe uma solução: oferecer-se coisas diferentes, ajudar-se mutuamente, tirar partido daquilo que o outro faz. Quando se é irmão ou irmã, ou irmãos, o melhor a fazer é emprestar coisas mutuamente, ajudar-se e amar-se. Pergunte-lhe se não acha que, quando estamos em guerra, perdemos sempre.Fonte 



Link para essa postagem


O ratinho das amoras>Hora da história>Compartilhar>31/01/2020

amoras
O ratinho das amoras

O Ratinho vivia na sua casinha no campo.

Gostava muito dela porque era quente e aconchegada e tinha o tamanho ideal para um ratinho.

Mas, do que gostava mais nela, era o enorme arbusto de amoras que tinha no jardim, e que todos os anos dava uma colheita abundante de belos frutos maduros e sumarentos.

Certo Verão, as amoras do Ratinho ainda eram maiores e mais sumarentas do que habitualmente. Começou a colhê-las e já estava transpirado e cansado quando o Pardal apareceu.

— Que belas amoras! Posso comer algumas? — chilreou o Pardal.

— São todas minhas — respondeu o Ratinho. — Vai-te embora.

— Não precisas de falar assim — disse o passarinho voando para longe.

As patas do Ratinho já lhe doíam devido ao trabalho, quando reparou no Esquilo encostado ao portão.

— Dás-me algumas dessas amoras suculentas? — perguntou o Esquilo.

— Se tas der, ficarei com menos para mim — replicou o ratinho.

Assim o Esquilo foi embora de mãos a abanar.

Tinha o Ratinho parado para descansar das suas tarefas, quando a Coelha apareceu aos saltos.

— Essas amoras têm um aspecto apetitosíssimo — disse ela.

— E são – respondeu o Ratinho. — E vou comê-las todinhas.

— Então é mais que certo que vais ficar doente — respondeu a Coelha, virando-lhe as costas.

O sol estava muito quente e o Ratinho estava a ficar estafado.

Daí a pouco começou a cabecear de sono. Não reparara que havia alguém a espiá-lo.

Era o Senhor Raposo


Quando viu que o Ratinho estava a dormir, esgueirou-se pelo portão e avançou devagarinho até conseguir chegar perto do cesto das amoras. Já se afastava quando CRAC ! Pisou um ramo seco.

O Ratinho acordou sobressaltado.

— Essas amoras são minhas — guinchou ele.

— Experimenta tirar-mas — riu-se o Senhor Raposo. — Vão ser-me bem úteis hoje ao chá.

O Ratinho não se surpreendeu por nenhum dos seus amigos o ter avisado de que o Raposo andava por fora naquele dia.

— Afinal — pensou — porque é que haviam de me ajudar, se eu não quis partilhar as minhas amoras com eles?

Então aconteceu uma coisa muito estranha. Uma bolota acertou na cabeça do Raposo!

PIMBA! E mais outra, PIMBA!

E outra e outra e mais outra. PIMBA! PIMBA! PIMBA!

O Raposo largou o cesto das amoras e fugiu a sete pés!

O Ratinho olhou para cima para ver de onde tinham vindo as bolotas. E quem acham vocês que ele viu no alto do velho carvalho?

Viu o Esquilo e o Pardal e a Coelha.

— Não podíamos deixar o senhor Raposo roubar as tuas amoras — disse o Esquilo.

— Apesar de não teres querido dividi-las connosco — acrescentou o Pardal.

O Ratinho sentiu-se muito envergonhado. Depois teve uma ideia…

Nessa tarde convidou todos os amigos para a festa das amoras. Trabalhou todo o dia a prepará-la.

Havia sumo de amora, compota de amora, geleia de amora, torta de amora e muitos outros doces de amora.

Os outros animais disseram que estava tudo delicioso.

— Afinal — disse Ratinho — talvez as amoras saibam melhor quando as partilhamos.

Matthew Grimsdale

O Ratinho das Amoras



Link para essa postagem


O elefante Bernardo>Hora da história/Cooperação>Compartilhar>31/01/2020


Elefante Bernardo. Conto infantil

O elefante Bernardo

Esse conto ensina que as crianças devem ajudar umas às outras

Através dos contos e das histórias, as crianças assimilam muito melhor as lições da vida. Valores como a solidariedade, o saber compartilhar, a generosidade e a bondade, podem ser aprendidos com este bonito conto do 'Elefante Bernardo'. As regras, segundo um macaco amigo do Elefante, são: Primeiro, não magoarás a ninguém. E segundo, que ajudarás sempre aos demais. Só assim conseguirá que os demais te ajudem. 

Havia uma vez um elefante chamado Bernardo que nunca pensava nos outros. Um dia, enquanto Bernardo brincava com seus companheiros de escola, pegou uma pedra e jogou na direção dos seus companheiros. 
A pedra pegou o burro Cândido em sua orelha e saiu muito sangue. Quando as professoras viram o que tinha acontecido, ajudaram imediatamente ao burrinho Cândido.
Depois de limpar, colocaram um grande curativo na sua orelha para curá-lo. Enquanto Cândido chorava, Bernardo ria, escondendo-se das professoras. 
No dia seguinte, Bernardo passeava pelo campo, quando sentiu muita sede. Caminhou em direção ao rio para beber água. Ao chegar ao rio, viu uns cervos que brincavam na margem do rio. 
Sem pensar duas vezes, Bernardo pegou muita água com a sua tromba e jogou fortemente contra os cervos. Gilberto, o cervo mai pequenino perdeu o equilíbrio e acabou caindo no rio, sem saber nadar. 
Felizmente, Felipe, um cervo maior e que era um bom nadador, se jogou no rio na mesma hora e ajudou Gilberto a sair do rio. Felizmente não aconteceu nada com Gilberto, mas sentia muito frio porque a água estava fria e acabou pegando um resfriado. Enquanto tudo isso ocorria, a única coisa que o elefante Bernardo fazia era rir do acontecido na frente de todos. 
Uma manhã de sábado, enquanto Bernardo passeava pelo campo e comia algumas plantas, passou muito perto de uma planta que tinha muitos espinhos. Sem perceber o perigo, Bernardo acabou se ferindo nas suas costas e nas suas patas com os espinhos. Tentou tirar os espinhos, mas suas patas não alcançavam e isso provocava muita dor nele. 
Ele se sentou embaixo de uma árvore e chorou desconsoladamente, enquanto continuava com muita dor. Cansado de esperar, Bernardo decidiu caminhar para pedir ajuda. Enquanto caminhava ele se encontrou com os cervos que havia jogado água. Ao vê-los ele gritou: 
- Por favor, ajudem-me a tirar esses espinhos que me doem muito.
E, reconhecendo a Bernardo, os cervos disseram:
- Não vamos te ajudar porque você jogou Gilberto no rio e ele quase se afogou. Além disso, Gilberto está doente porque pegou uma gripe, pois a água estava muito fria. Você vai ter que aprender a não ferir nem tirar sarro dos outros. 
O pobre Bernardo, entristecido, baixou a cabeça e seguiu pelo caminho em busca de ajuda. Enquanto caminhava, ele se encontrou com alguns dos seus companheiros de escola. Pediu ajuda a eles, mas eles tão pouco quiseram ajudá-lo porque estavam enojados pelo que Bernardo tinha feito com o burro Cândido. 
E mais uma vez Bernardo baixou a cabeça e continuou o seu caminho em busca de ajuda. Os espinhos provocavam muita dor a ele. Enquanto tudo isso acontecia, havia um macaco que trepava pelas árvores. Vinha saltando de uma árvore à outra, perseguindo a Bernardo e vendo tudo o que acontecia. Logo, o grande e sábio macaco, que se chamava Justino, deu um grande salto e se parou em frente a Bernardo, e lhe disse: 
- Está vendo, grande elefante? Você sempre machucou aos outros e, como isso fosse pouco, ainda ria deles. Por isso, agora ninguém quer te ajudar, mas eu que vi tudo o que aconteceu, estou disposto a te ajudar se você aprender e cumprir duas grandes regras da vida.
E Bernardo respondeu chorando: 
- Sim, eu farei tudo o que você me disser, sábio macaco. Ajude-me a tirar os espinhos.
E o macaco lhe disse: 
- Bem, as regras são essas: a primeira é que você não machucará a mais ninguém, e a segunda é que você ajudará aos outros e eles te ajudarão quando você precisar. 
Ditas essas regras, o macaco passou a tirar os espinhos e a curar as feridas de Bernardo. E, a partir desse dia, o elefante Bernardo cumpriu rigorosamente as regras que tinha aprendido. 

Esse conto foi enviado por Javier Moreno Tapia (México).  Fonte




Link para essa postagem


 
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios