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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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segunda-feira, outubro 13, 2025

Tecelagem>Releitura>Estímulos culturais africanos>Nossas raízes>13/10/2025

 
Goya Lopes

Neste livro, Loom e Axó contam a história da tecelagem manual, uma das atividades mais antigas da humanidade, que até hoje é um artesanato muito utilizado. No continente africano, há uma grande variedade de teares; em cada comunidade, o modelo é diferente. Os tecidos, produzidos pelos tecelões, vestem reis e pessoas comuns em festas e cerimônias, e simbolizam distinção e elegância.
Ouvindo: AQUI

A leitura do livro Tecelagem foi um convite ao conhecimento de culturas diversas através da produção de tecidos que ocorre de maneira tradicional em uma determinada região da África e que perpassa por gerações.
Além disso a proposta do 'Ateliê Tecelagem com a exploração do algodão e das tinturas naturais, foi uma oportunidade para as crianças criarem e explorarem a arte de diferentes formas. AQUI

As crianças fizeram a releitura do livro na prática experimentando as texturas do algodão, das fibras e terminando com um divertido desfile com os turbantes coloridos. AQUI

A leitura do livro *Tecelagem* abriu caminhos para uma investigação sensível:
De onde vem os tecidos das roupas?
Com olhos atentos e curiosidade aguçada, nossas crianças manusearam o algodão com encantamento, relacionando-o a suavidade das nuvens.
Conheceram, por meio de imagens e conversas, a flor do algodoeiro, o plantio e a transformação dessa matéria-prima em tecido, um processo mágico e cheio de vida.
Cada vivência foi um convite a experimentação
e criação: Fizemos uma colagem com algodão, exercitando o tato e a imaginação, trouxemos a pintura com algodão, explorando novas texturas e sensações: “É fofinho!”, disseram alguns, transformamos folhas naturais em carimbos, estampando tecido com tinta no frasco de spray, colamos retalhos criando um pequeno tapete cheio de histórias e cores, e nossos mini teares desafiaram as mãos e os pensamentos, passar as fitas entre os fios exigiu persistência, coordenação e cuidado, e os resultados foram incríveis.
Foram vivências cheias de sentidos, onde o conhecimento se construiu com as mãos, os olhos, os gestos e as palavras. A beleza dessa experiência não está apenas nas produções finais, mas sobretudo nos processos vividos por cada criança, em seu tempo e com seu modo de fazer.
Agrupamento: MGI C/D
Professoras: Ana Paula e Renata
Vivências realizadas entre 04/08 a 08/08/25 AQUI

“Criança é o sujeito histórico e de direitos que nas interações, nas relações e práticas cotidiana que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade."
Produzindo cultura
Livro: Tecelagem Goya Lopes
Mini Grupo II-A Prô Jany AQUI

Objetivo: Essa proposta pedagógica estimula a coordenação motora fina, a criatividade, a imaginação e a percepção visual, promovendo o desenvolvimento artístico e cognitivo por meio da exploração de diferentes materiais e texturas.
A releitura permite que as crianças se apropriem de obras de arte, histórias e outros materiais, reinterpretando-os com suas próprias perspectivas e emoções, criando algo novo e único.
Professoras: Mari e Kátia AQUI

Fazendo tear de papelão: AQUI, AQUI



EDUCADESAFIOS – TECELAGEM AFRICANA: FORMAS E CORES DO KENTE
Padrões geométricos e cores da cultura africana
A atividade propõe que as crianças conheçam o tecido Kente de Gana e criem sua própria versão artística por meio do preenchimento e coloração de formas geométricas, desenvolvendo coordenação, percepção visual e valorização da diversidade cultural.
Objetivo Geral
Explorar a arte africana como meio de expressão e comunicação visual, reconhecendo a importância da cor, da forma e da repetição de padrões na construção cultural dos povos africanos.
Competências Gerais da BNCC
1. Competência 1: Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico e cultural.
2. Competência 3: Valorizar manifestações artísticas e culturais diversas.
3. Competência 5: Compreender, utilizar e criar diferentes linguagens artísticas e visuais.
4. Competência 9: Exercitar empatia, diálogo e respeito às diferenças culturais e pessoais.
Tema: Tecidos Africanos para Apreciar, Estudar e Colorir
Público-alvo: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental (com adaptações inclusivas para alunos autistas)
Área: Arte e Cultura Africana
Objetivos Gerais
• Valorizar a cultura africana e sua influência na arte, na moda e na identidade cultural brasileira.
• Desenvolver a apreciação estética e a percepção visual por meio de padrões, cores e formas geométricas africanas.
• Promover o respeito à diversidade cultural e étnica.
• Estimular a concentração, coordenação motora e expressão individual por meio da pintura e criação de padrões.
Competências da BNCC
Competência Geral 3: Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais.
Competência Geral 6: Trabalhar o autoconhecimento e o autocuidado, exercitando empatia e respeito às diferenças.
Competência Geral 7: Argumentar com base em fatos, dados e informações culturais e artísticas.
Habilidades da BNCC (Artes Visuais)
• EF15AR02: Explorar e identificar elementos das linguagens visuais (forma, cor, textura, contrastes, luz e sombra, volume etc.).
• EF15AR05: Experimentar diferentes formas de expressão artística (pintura, colagem, desenho, modelagem, entre outras).
• EF15AR06: Reconhecer e valorizar as manifestações artísticas de diferentes culturas, especialmente da cultura africana e afro-brasileira.

Os tecidos Kente são tecidos tradicionais de seda e algodão, nativos de Gana, feitos por meio de uma técnica que entrelaça tiras estreitas tecidas em um tear. Com padrões geométricos vibrantes e cores simbólicas, o Kente é uma forma de arte que representa a ancestralidade, a resistência e a identidade cultural africana, com cada padrão transmitindo significados profundos

Atividade/tecido kente: AQUI
Estamparia e grafismo: AQUI
Brincando com estampas: AQUI, AQUI

O vídeo apresenta a influencia dos negros africanos no Brasil e o significado das estampas africanas. Com sugestão de atividades bem simples e fácil de fazer, para alunos das séries iniciais. AQUI

Abayomi: AQUI
Moda: AQUI
Tecidos: AQUI
Diversidade cultural: AQUI
Estampas africanas: AQUI
Vestimentas: AQUI



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segunda-feira, abril 21, 2025

O lenço de cetim da mamãe>Minha mãe usa touca de cetim>Meu pai também usa lenço de cetim> 21/04/2025

 
Chimamanda N.Adichie/Joelle Avelino


A mamãe de Chino amarra um lenço de cetim toda noite, antes de dormir, para manter o cabelo macio e bonito. Uma manhã, quando a mamãe está saindo para trabalhar, ela deixa Chino brincar com seu lenço. Assim começa um dia mágico e inesquecível, com muitas aventuras, faz de conta e imaginação!
Escrito com maestria e simplicidade envolventes pela renomada escritora Chimamanda Ngozi Adichie e ricamente ilustrado por Joelle Avelino, este livro é uma linda celebração do amor passado de geração em geração e das pequenas gentilezas que constroem momentos especiais e marcantes.

Indicado para leitores a partir de 4 anos.


 Livro: Minha mãe usa touca de cetim
Autora: Cintia Almeida da Silva Santos
Editora Letraria, 2021

“A obra se revela muito potente na valorização das diferenças. É encantador mergulhar na narrativa entre mãe e filho, que traz cenas de um cuidado com o cabelo cacheado, despertando valores de aceitação e respeito às diversas formas de ser e existir no mundo.” (Taís Moura – autora e professora)
“A obra aborda um tema de enorme relevância social. 
Estimular a aceitação dos cabelos crespos é mais que urgente na sociedade em que vivemos. 
Muitas crianças negras cresceram e muitas ainda crescem negando seus próprios traços devido ao racismo estético que há em nossa cultura. 
A autora aborda esse tema e exalta a beleza negra gerando uma reflexão em crianças e adultos de forma leve e poética. 
Além disso, trazer os nomes de bell hooks e de Conceição Evaristo para a obra e um resumo sobre essas autoras negras ao final do livro possibilita o conhecimento sobre duas mulheres negras fundamentais para a luta antirracista na literatura e na teoria. 
Minha mãe usa touca de cetim será uma obra potente para a educação antirracista.” (Douglas Coelho – autor e professor)  Fonte

Sobre a touca de cetim: AQUI
Divulgação gratuita: AQUI

Quando falamos de respeito de gênero para crianças, materiais como esse livro despertam a curiosidade delas, através de ilustrações expressivas e muito bem feitas, a experiência é completa. Numa linguagem acolhedora, tanto as crianças quanto os adultos são capazes de se encantarem !
Ouvindo:
Meu pai também usa touca de cetim: AQUI
Sobre esta obra: AQUI

A touca de cetim é um acessório que pode ser usado para dormir e ajudar a manter o cabelo alinhado, hidratado e saudável. Ela é recomendada para todos os tipos de cabelo.
Benefícios
  • Diminui o atrito do cabelo com o travesseiro, evitando frizz, quebra e ressecamento 
  • Mantem a hidratação e a saúde dos fios 
  • Reduz a quebra e cria um ambiente propício para o crescimento saudável do cabelo 
  • Ajuda a manter a umidade e evita que os fios fiquem ressecados 
Como usar
  • Coloque todo o cabelo para dentro da touca, começando pelo comprimento e ajustando a franja 
  • Não use a touca de cetim o dia todo, mesmo que permaneça em casa 
  • Evite usar uma touca muito apertada ou por tempo excessivo, pois pode prejudicar a circulação e causar quebra dos fios 
  • Se a touca não for bem higienizada, pode acumular sujeira e oleosidade, afetando a saúde do couro cabeludo 
Quem pode usar: A touca de cetim é recomendada para todos os tipos de cabelo, incluindo cabelos lisos, ondulados, cacheados e crespos.
Turbantes: AQUI  Cabelos: AQUI   Gênero menino/menina: AQUI   Protagonismo negro: AQUI
A flor que usava lenço: AQUI     Atividade com lenço: AQUI



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quarta-feira, outubro 23, 2019

Cabelo afro>Turbantes>Cultura>Origem>Intervenção pedagógica>23/10/2019


Intervenção pedagógica
Conscientização negra
Sugestões de atividades/projetos/oficinas
Valorização da cultura 

AFROBETIZE-SE
Projeto solte o cabelo
Prenda o preconceito
Sobre (vídeo)
AQUI
Quem passeia pelos corredores da Escola Municipal de Ensino Fundamental Saint’Hilaire, no bairro Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre (RS), logo se depara com inúmeras manifestações de uma educação que se preocupa com o combate ativo ao racismo e em promover a representatividade.Pelas paredes, cartazes com dizeres afirmativos da potência da cultura afrobrasileira. 
“Povo que não tem virtude acaba por escravizar”, diz um dos posters, desenhados pelos próprios estudantes. “Não clamamos por vingança. Queremos nossas terras. Não mascarem a sua guerra”, diz outro.
O projeto Afroativos – Solte o cabelo, prenda o preconceito foi idealizado pela professora Larisse Moraes, e conta com protagonismo direto das crianças. Criado há dois anos, a ideia é promover de empoderamento, conscientização e transformação por meio da educação afroafirmativa. Continua:AQUI  
Projeto/Cabelo e pele★ Evidenciar que a beleza independe de etnia.★ Fortalecer a autoestima de alunos afrodescendentes.Faixa etária: Crianças a partir do 1º ano.
Por ser afrodescendente, a professora de Educação Física Alzira Lobato Borges conhece muito bem a discriminação e as incontáveis dificuldades enfrentadas pelas crianças negras, principalmente em virtude do padrão de beleza europeu adotado pelos brasileiros de maneira ilógica. Afinal, somos uma nação resultante da mistura de muitas raças!
Além disso, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2010, há mais pessoas se declarando pretas e pardas no Brasil.
Esse grupo, na década de 2000, subiu para 43,1% e 7,6%, respectivamente, enquanto, no censo anterior, era de 38,4% e 6,2% do total da população brasileira.
Consciente de toda essa situação e por acumular a função de contadora de história da sala de leitura da E.M.E.F. José Martiniano de Alencar, Alzira introduziu a leitura de livros que auxiliam os alunos e até os professores a lidarem com os conceitos e conteúdos necessários aos conhecimentos históricos e culturais do povo negro, já visando que todos façam uma autoanálise crítica sobre valores introjetados sob a cultura negra e seu povo.

"Às vezes, o preconceito é fruto de julgamentos, de opiniões fundamentadas em informações incorretas ou na falta delas. Portanto, um aprofundamento sobre o povo negro e suas questões é essencial para uma intervenção pedagógica positiva no ambiente escolar", explica a professora que implementou o projeto Cabelo e Pele.

O projeto em si
Partindo da premissa que a identidade étnica assumida positivamente é fundamental para a autoestima do negro, por se constituir em uma estratégia necessária para o seu fortalecimento e, por conseguinte, do seu grupo em relação à aceitação social justa, Alzira começou a desenvolver uma série de ações.
De início, foram às histórias de lá e de cá (África/Brasil), filmes e rodas de conversa, que levaram à desconstrução do mito "África e Escravidão".
Depois, já partindo para a prática, com a ajuda de Lucia Makena, da Casa de Angola da Prefeitura Municipal de Osasco, conhecida como a "Bonequeira de Osasco", ela implementou oficinas de bonecas negras.
 Mas foi com a leitura do livro Betina, que a professora contagiou, principalmente, as meninas.
  A questão racial Esse é um assunto de todos, que deve ser conduzido para a reeducação das Nesse contexto, também é imprescindível reconhecer a existência do racismo no Brasil e evidenciar a necessidade de valorização e respeito aos negros e à cultura africana.
Qualificação em História e Cultura Afro-Brasileiras
Essa coleção faz parte do material didático do curso a distância de Formação para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileiras, promovido pelo Centro de Estudos Afro-Orientais, da Universidade Federal da Bahia (CEAO/UFBA).
Ideal para profissionais da Educação (diretores, coordenadores e professores), além do apoio do Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC), ele visa contribuir com a inclusão da temática no currículo escolar.
Ricamente ilustrado por Denise Nascimento, o livro Betina evidencia que a cabeça que pensa e recorda, pode e deve usar tranças, um penteado que requer mãos habilidosas e uma grande alegria de reafirmar valores ancestrais.
A partir desses elementos, a autora desenvolve um enredo lúdico que mostra que é possível entrelaçar cabelos e aproximar cabeças que, pensando juntas, pensam muito melhor: pois a lição do penteado, Betina aprendeu da amorosa avó e esta aprendeu com a própria mãe, que aprendeu com outra mãe, que tinha aprendido com uma tia. Só que Betina foi além e espalhou a lição para filhas e filhos, mães e avós que não eram os dela e acabou por socializar a beleza e o conhecimento com um monte gente, pois ela abriu um salão de beleza diferente e ainda ficou conhecida em vários lugares do país!
Rapidamente, graças ao lirismo encantador da história que resgata a cidadania com uma ludicidade incrível, as meninas resolveram usar tranças e outras referências afros em seus penteados.
Em conjunto, com a ajuda da professora, elas perceberam como valorizar a própria beleza racial e orgulhosas de sua etnia, programaram um desfile de cabelos afro que, por sua vez, culminou com a ressignificação da estética negra, que passou a ser chamada de "Black in Beautiful".
Depois, vieram as danças que foram coreografadas por Maíra Domingues - filha de Alzira - e, em paralelo, a música afro e a elaboração de um painel com as fotos de todos os alunos afrodescendentes que, por sua vez, ganhou destaque na biblioteca da escola.
Hoje, a maioria das crianças já assumiu sua naturalidade característica e a beleza negra se consagrou na E.M.E.F. José Martiniano de Alencar. Mas, devido à dedicação das meninas, já começa a extrapolar os limites da escola!
Fonte:Revista Guia Fundamental
Fonte
Betina
Música
Menina do cabelo crespo
Também

africa1.jpg
Turbante/Cultura/Moda/Estilo
O turbante é um símbolo cultural, que está na moda e esbanja estilo. O significado deste adorno tão especial para a cultura africana diz muito sobre o processo de formação da nossa própria cultura. Conhecer as origens culturais do turbante através do tempo e discutir a apropriação cultural deste elemento tão rico é também uma forma de reconhecer e valorizar a nossa identidade afro-brasileira.
Usar o turbante especialmente para as culturas africanas, afro-americanas e afro-brasileiras é também um símbolo de resistência ao aculturamento, de afirmação de sua identidade cultural e de luta contra a discriminação e o preconceito racial. 
A questão é cultural e um ato político, que vai muito além da moda e do estilo.
Turbante e apropriação cultural
Oficina de turbantes

Sequência didática/desvelando o termo cabelo pixaim
AQUI
História sobre cabelos ensinam cultura afro
Tranças Nagô
Você sabia?
As tranças de Bintou
O cabelo de Lelê
AQUI
O cabelo de Cora
AQUI
Portinari

AQUI



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