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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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segunda-feira, março 11, 2019

Biografia>Autobiografia>Atividades>Sequência didática>11/03/2019

Gênero textual bastante acessado no cotidiano, a biografia pode ter suas particularidades ensinadas em uma prazerosa aula de redação
"Conhecer biografias diversas permite que os alunos ampliem seus 
horizontes e conheçam outras formas de se viver, diferentes da sua. "





Fonte

Aula/Gênero textual biografia
Sequência didática/oficinas
Autobiografia
Estruturando texto e resgatando fatos
Conhecendo algumas autobiografias
Algumas biografias
+ outras para imprimir
Como fazer uma biografia e afins
Como contar a sua própria vida
Avaliação/tempos verbais+biografia
Modelos de biografias/atividades

Projetos
AQUI



Links do Linguagem com biografias e respectivas obras




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quinta-feira, setembro 03, 2015

Transplante de menina>Estímulos literários>Imigrantes>Inclusão>03/09/2015

Aprendendo sobre o mundo
Diferenças culturais

Poucos sabem, mas hoje, dia 25 de junho, é o dia do imigrante, uma imagem bastante comum aqui no Brasil e que pode ensinar muito para as crianças. 
Saber da onde veio o avô, a bisa ou o tataravó, assim como frequentar bairros típicos, como o da Liberdade em São Paulo, maior reduto da comunidade japonesa na cidade, estimula a imaginação dos pequenos além de ajudar muito na hora de ensinar sobre os outros países e povos que existe no mundo.
Também é possível encontrar diversos livros infanto-juvenis que falam sobre o assunto e podem nos dar uma mãozinha na hora de explicar culturas tão diferentes. Um clássico é o livro Transplante de menina, indicado para os leitores a partir dos 13 anos, e escrito por Tatiana Belinky, poeta, tradutora e dramaturga que nasceu na Rússia e aos 10 anos de idade migrou para o Brasil com sua família.

Para os mais novos uma boa dica é a coleção “Imigrantes do Brasil” publicada pela editora PandaBook e recomendado para crianças a partir dos 8 anos de idade. 
Os livros contam histórias de avôs de diversas nacionalidades, são nove títulos no total, entre eles: meu avô português, meu avô árabe, meu avô japonês, meu avô alemão e assim por diante.
A Companhia das Letrinhas também lançou uma série chamada “Memória e História” que trata das diferenças e semelhanças entre a cultura brasileira e as diversas culturas estrangeiras com as quais convivemos todos os dias.
Fonte: AQUI

O livro conta a infância da autora vinda da Rússia para o Brasil.
O enfoque principal é o carnaval
No estudo do texto há o enfoque imigratório

Resultado de imagem para livro transplante de menina

Leia um trecho do livro Transplante de menina e saiba que impressões Tatiana Belinky guardou na memória sobre o primeiro carnaval que viu no Rio de Janeiro.
Carnaval no Rio de Janeiro
“E foi nessa Avenida Rio Branco que tivemos a nossa primeira impressão – e que impressão! – do carnaval brasileiro. [...] o que nós vimos, no Rio de janeiro, não se parecia com nada que eu pudesse sequer imaginar nos meus sonhos mais desvairados.
Aquelas multidões enchendo toda a avenida, aquele “corso” – o desfile interminável e lento de carros, para-choque com para-choque, capotas arriadas, apinhados de gente fantasiada e animadíssima. Todo aquele mundaréu de homens, mulheres, crianças, de todos os tipos, de todas as cores, de todos os trajes – todos dançando e cantando, pulando, saracoteando, jogando confetes e serpentinas que chegavam literalmente a entupir a rua e se enroscar nas rodas dos carros… [...]! E os “cordões”, os “ranchos”, os “blocos de sujos” – e todo o mundo se comunicando, como se fossem velhos conhecidos, se tocando, brincando, flertando – era assim que se chamavam os namoricos fortuitos, a paquera da época -, tudo numa liberdade e descontração incríveis, especialmente para aqueles tempos tão recatados e comportados…  [...]
Ah, as marchinhas, as modinhas, as músicas de carnaval. [...]
E pensar que a gente não compreendia nem metade do que estava acontecendo! Todo aquele alarido, todas aquelas luzes, toda aquela agitação, toda aquela alegria desenfreada – tudo isso nos deixou literalmente embriagados e tontos de impressões e sensações, tão novas e tão fortes que nunca mais esqueci aqueles dias delirantes. Vi muitos carnavais depois daquele, participei mesmo de vários, e curti-os muito. Mas nada, nunca mais, se comparou com aquele primeiro carnaval no Rio de Janeiro, um banho de Brasil, inesquecível…”

                Tatiana Belinky, Transplante de menina. São Paulo: Moderna, 2003. P.101-3.
Vocabulário
Corso= no texto quer dizer cortejo de automóveis, comum nos carnavais antigos.
Rancho= no texto quer dizer grupo carnavalesco.
Cordão= no texto quer dizer grupo de foliões carnavalescos.

Estudo do Texto
1) Copie do texto o trecho que resume o quanto a narradora gostou daquele carnaval.
2) Releia o trecho:
*Responda:
Por que a narradora não compreendia tudo o que estava acontecendo?
3) A autora, além de descrever com riqueza de detalhes a Avenida Rio Branco, o desfile dos carros, as pessoas, conta o que sentiu. Copie do relato duas frases ou expressões que confirmem essa afirmativa.
4) Releia o trecho final do relato.
*Explique o que você entendeu desse trecho.
5) Leia mais um trecho do último parágrafo.
*Agora leia o verbete embriagar.
 Embriagar v.1. Fazer uma pessoa tomar muita bebida alcoólica, ficando tonta e vagarosa de movimentos: alcoolizar, embebedar. 2. Deixar alguém muito entusiasmado: encantar, elevar, extasiar, inebriar.
*Responda:
O que a narradora quis dizer com “literalmente embriagados”?
6) Imaginem e desenhem as cenas  com o tema “ O inesquecível carnaval de Tatiana Belinky”
Respostas:
1) “Vi muitos carnavais depois daquele, participei mesmo de vários, e curti-os muito. Mas nada, nunca mais, se comparou com aquele primeiro carnaval no Rio de Janeiro...”
2) Porque ela, a narradora, é imigrante e, na época estava há pouco tempo no Brasil e não conhecia quase nada de nossa cultura.
3) Sugestão de respostas: 1º parágrafo: “e que impressão!”, “ o que nós vimos no Rio de Janeiro, não se parecia com nada que eu sequer pudesse  imaginar  nos meus sonhos mais desvairados”. 2º parágrafo: “liberdade e descontração incríveis”, 3º parágrafo: “Ah, as marchinhas”, 4º parágrafo: “nos deixou literalmente embriagados e tontos de impressões”, “nunca mais se comparou”.
4) Resposta Pessoal. Sugestão de resposta: Nesse momento a narradora  enfatiza que, participando daquele carnaval, ela teve uma demonstração da cultura brasileira: danças, música, ritmo, alegria, animação características do povo brasileiro.
5) Ela quis dizer de verdade, verdadeiramente entusiasmados, inebriados, encantados, extasiados.
Fonte: Textos e atividades envolvendo histórias e relatos:

Aula sobre memórias baseada nesta obra de Tatiana Belinky
Aula para 5º ano
Sugestão de atividade dirigida
Observação do Linguagem
Assunto de interesse mundial: Migração dos refugiados de guerras para a Europa.
Tratando de diferentes culturas,inclusão,necessidades diversas, como fugir da fome,etc.
Linguagem abordará na literatura infantil,de forma mais suave, os imigrantes que vieram para o Brasil.
Assunto para alunos do fundamental,anos finais em diante,porém, pode ser tratado com os menores,de forma que cada professor julgar adequada.





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sexta-feira, janeiro 28, 2011

Pintores a Afins-Cem anos de Portinari- 28/01/11

O menino que completa cem anos
Portinari     

O vigário da cidade de Brodósqui, em São Paulo, estava com problemas. Queria uma porteira, mas não conseguia explicar à pessoa que a faria como ela deveria ser. Até que um menino chegou e desenhou a porteira, do jeito que o padre queria!
O religioso ficou olhando para o garoto. Seu nome era Candido Portinari, mas todos o chamavam de Candinho. Filho de italianos, ele nasceu em 1903 numa fazenda de café perto de Brodósqui. Diz a certidão que o seu nascimento ocorreu no dia 30 de dezembro. Garantem os parentes que foi no dia 29. Seja como for, desde os dois anos, Candinho vivia na cidade com sua família.
Quando ajudou o vigário, Portinari tinha nove anos. Mas sua pouca idade não impediu que o padre o convidasse para algo importante: participar da restauração da igreja, que seria feita por artistas, com quem Candinho poderia aprender. Convite aceito, lá foi o menino, que pintou as estrelas do forro da paróquia.
[...]
O garoto, que era pensativo, sempre mostrou que tinha jeito para pintura. Ele vivia desenhando. Mas não havia futuro para o seu talento numa cidade como Brodósqui. Candinho precisava estudar no Rio de Janeiro!
A chance surgiu quando o garoto tinha 15 anos: uma família de Brodósqui, dona de pensão no Rio de Janeiro, decidiu vir para cidade natal por causa da gripe espanhola, doença que se alastrava na época. Então, o pai de Portinari perguntou se o filho não poderia trabalhar na pensão da família. A idéia foi aceita e... Candinho passou noites sem dormir, com pena de deixar seus pais e irmãos.
[...]
Próxima estação: Rio de Janeiro
[...]A vida do menino de Brodósqui na nova cidade era dura. Além de estudar, Portinari trabalhava para sobreviver. Ele entregava marmitas para a pensão e, por vezes, mudou seu caminho só para não encontrar colegas das aulas. Portinari era bem diferente deles: menino do interior, tinha pouco estudo e era pobre. Então, nem sempre era aceito.
Na época, o que marcava o início da carreira de um pintor era um prêmio: uma viagem ao exterior! Em 1924, Portinari decidiu concorrer a ele, apresentando quatro retratos e o quadro Baile na roça, que tinha um tema bem brasileiro e os personagens, inspirados em gente de Brodósqui! Mas, por ser diferente do tradicional, a obra foi rejeitada pela organização do concurso, que só aceitou os retratos na competição.
[...]A vitória viria apenas quatro anos depois. Então, o artista ganharia o mundo e perceberia que a sua vocação era retratar o Brasil!
Na Europa, Portinari viajou pela Inglaterra, Espanha, Itália e morou em Paris. Nessa época, em vez de pintar e desenhar muito, preferiu observar e aprender. Diariamente, ia a museus para ver as obras dos grandes mestres da pintura. Também freqüentava cafés, onde descobriu o que os artistas estavam fazendo de novo na arte. Seus amigos no Brasil brincavam dizendo que ele estava só se divertindo na Europa.
Mas Portinari estava em crise. Ele sentia que, ao retornar ao Brasil, precisava fazer o que havia começado em Baile na roça: pintar a sua gente. Tanto que escreveu, da França, uma carta em que dizia: "Daqui fiquei vendo melhor a minha terra. Fiquei vendo Brodósqui como ela é. Quando voltar, vou ver se consigo fazer a minha terra."
[...]Estão nos trabalhos de Portinari os mestiços, negros, índios e outros tipos brasileiros; as festas populares, como o bumba-meu-boi e o carnaval; a infância em Brodósqui, com os meninos brincando de pular carniça sob o céu estrelado ou soltando papagaio como se fosse agosto; o drama dos retirantes que o pintor acompanhou na infância em sua terra natal; a vida dos trabalhadores rurais, com sua rotina e dificuldades.
Tudo isso pintado de uma maneira diferente, pois Portinari não tentou retratar o Brasil como se suas telas fossem fotografias. Ele buscou distorcer e exagerar traços das figuras, por exemplo, para expressar emoção e despertar sentimentos em que via a obra. E, embora tenha dedicado sua carreira a pintar a gente e a cultura do seu país, Portinari conseguiu passar uma mensagem universal. Tanto é que foi premiado aqui e no exterior.
Esse artista, que tinha muito orgulho do seu trabalho e pintava de terno branco sem se sujar, morreu no dia 6 de fevereiro de 1962. Ele, que se comparava a um operário porque adorava suas ferramentas de trabalho, faleceu intoxicado pelo chumbo que havia nas tintas que usava.[...]

Mara Figueira, com a colaboração de João Candido Portinari.
Ciência Hoje das crianças.
Veja a matéria completa aqui:

Estudando o texto:

Produzindo um  texto:
Fonte: Projeto Pitanguá;Editora Moderna;4ªs.
RECOMENDO A COLEÇÃO DA EDITORA MODERNA.
VALE A PENA SOLICITAR MANUAIS DO PROFESSOR NO SITE.
Dica: Eu consegui mutios livros bons de Língua Portuguesa com várias editoras durante os anos que trabalhei nos projetos . Ter um blog pedagógico nos dá credibilidade.
Não é fácil conseguir  de imediato( tem editora que manda rapidinho...),mas  se você quer executar um trabalho variado  com seus alunos, compensa insistir.
Alguns autores são muito solidários, procure seus sites e tente... Indicar o seu blog é importante.
Outra experiência que obtive foi visitar representantes das editoras. E olha que na minha cidade não tem nenhuma! De repente você tem na sua cidade e não sabe o que está perdendo.
Dependendo da cidade, as próprias livrarias têm alguns exemplares de manuais para oferecer. Basta você conversar...Certa vez,  um representante que visitava a escola me disse que havia deixado em determinada livraria, alguns manuais. Sabe o que descobri? Algumas lojas( ou todas sei lá, só dão para professores da rede particular,sabe por que né? Na rede pública os livros são escolhidos coletivamente,etc e tal. E eles querem vender. Sem dúvida não vejo erro. Só acho que manual é gratuíto e deve ser divulgado sem discriminação). Por esta razão comecei a visitar sites e ganhei muito livro legal. Podem conferir em postagens anteriores,pois faço questão de divulgar os bons samaritanos. Vocês não sabem quantas surpresas recebemos.
Agora vou até desabafar:
Existem grandes nomes de editoras e autores que nem sequer respondem.
Daí é que aprendemos a separar o joio do trigo.Confesso que tomei "birra" de algumas estrelas literárias infantis....Fazem tão bonito na mídia,né?


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