BlogBlogs.Com.Br

CATIVA-ME

Glitter Photos

Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

Glitter Photos

Comemoração

Glitter Photos
JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM
Mostrando postagens com marcador Literatura afetiva/Acolhimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Literatura afetiva/Acolhimento. Mostrar todas as postagens

sábado, abril 25, 2026

Dia de sol>Dia de lua>Brincando com bebês>Acolhimento afetivo>O balanço do sol>PNLD Literário>25/04/2026


Renato Moriconi

" Ler com bebês é sustentar um encontro sem antecipar o sentido."

O sol não quer ir embora. Prefere brincar de se esconder no campo de girassóis, no varal de roupas, no mar. Até se cansar e resolver dormir. Esta segunda edição do livro Dia de Sol, do premiado autor Renato Moriconi, é um convite para o brincar com as linhas, com novas cenas, cor especial, capa dura e bordas arredondadas.

Ouvindo: História em desenho animado e bem divertida para Educação Infantil. Tem imagens, cores e sons que despertam a curiosidade, imaginação e interesse da criança!
Os pequenos apreciam muito. Os bebês gostam! AQUIAQUI

"Dia de Lua" é uma narrativa sensível sobre pertencimento e descoberta, que acompanha a Lua em seu passeio pelo céu e pela terra. Indicado para crianças de 0 a 3 anos.

A Lua aparece no céu mais cedo e decide explorar o mundo à sua volta. Ela encontra uma zebra, um pescador, um arco-íris… Mas ninguém parece notar sua presença. Só no final da história a Lua consegue chamar a atenção de todos, num desfecho surpreendente. Uma história visualmente rica, que trabalha sentimentos como reconhecimento, alegria e descoberta.

Por que escolher "Dia de Lua"?
- Prêmio internacional e nacional, com reconhecimento pela Bologna Book Fair.
- Texto visual que convida à leitura compartilhada.
- Trabalha sensações como solidão e pertencimento de forma delicada.
- Ideal para criar vínculos afetivos na hora da leitura. Fonte

Renato Moriconi

Dia de Lua conta a história da Lua, que aparece no céu antes da hora, quando o Sol ainda estava por lá. E então, vai se divertir com elementos do céu e da terra, como a zebra, um pescador, um arco-íris. Mas ninguém olha muito para ela durante o dia, até que a Lua finalmente consegue chamar a atenção de todos, num final surpreendente.

Ouvindo: AQUI
Sobre a obra: AQUI

Mary França/Eliardo França

Os Pingos nadavam e se divertiam no riacho. Mas, na hora da merenda, descobriram que a cesta de comida havia sumido.
Ouvindo: AQUI,  AQUI

Mary França/Eliardo França

Do céu, a lua cheia ilumina a noite. A floresta se agita, pois muitas coisas acontecem à luz do luar.
Ouvindo: AQUI

Sigrid Eyb Green/Sofia Mariutti


balanço do sol é uma história delicada e encantadora que captura a beleza das estações do ano por meio da simplicidade e da magia. O texto nos apresenta quatro anãzinhas que, anualmente, fazem do jardim o seu lar, trazendo consigo a mudança das estações e transformando o cenário com sua presença. Essa premissa simples esconde uma narrativa rica em imagens e simbolismos, que evoca a constante renovação da natureza e o ciclo da vida.

As quatro anãzinhas representam as estações do ano, cada uma com sua própria personalidade e cor. O jardim, que serve de pano de fundo para a história, se torna um espaço vivo e dinâmico, mudando à medida que cada anãzinha toma seu lugar. A primavera traz flores, o verão enche o espaço de luz, o outono cobre o chão de folhas douradas e o inverno adorna tudo com um manto branco. Essa dança das estações, representada pelas anãzinhas, é uma metáfora visualmente rica que celebra o passar do tempo.

Em resumo, O balanço do sol é uma obra que encanta pelo seu lirismo e pela maneira como transforma o cotidiano em poesia. Com suas imagens evocativas e sua composição cuidadosa, o livro oferece uma leitura prazerosa e reflexiva, adequada para todas as idades. É uma celebração da natureza, do tempo e da beleza que reside nas mudanças sazonais.

Roteiro de leitura/Áudiolivro: AQUI
Poemas sobre a infância: Para celebrar os começos da vida:
Porque a criança pode renovar o mundo, e a poesia o nosso olhar sobre ela.
Vitamina D, viva o sol: AQUI
Dia de sol na fazenda: AQUI
Dia e noite: AQUI
Mary França: AQUI
Estações do ano: AQUI
Dia da criança: AQUI
Gênero poema: AQUI
Lua: AQUI
Sol: AQUI




Link para essa postagem


quarta-feira, abril 22, 2026

Vermelho de dar dó>Reconto/Chapeuzinho>O vermelho vaidoso>Autoestima>Bonita>Literatura afetiva>22/04/2026


Cristiano Gouveia/Sonia Borges

Versão criativa do clássico Chapeuzinho vermelho. 
O livro conta a história da nossa velha conhecida Chapeuzinho Vermelho mas de um jeito muito criativo, com rimas inteligentes e divertidas, repetições e um final inesperado.

Sobre a obra: AQUI
O autor canta:AQUI ,AQUI
Fafá conta: AQUI
Quintal da cultura: AQUI
Cantando vermelho: AQUI


Alejandra Gonzales /Daniel Kondo

O que é uma cor? As cores conversam entre si? Como entender as relações entre luz e percepção visual? Com talento e poesia, Alejandra e Daniel respondem a essas perguntas. 
Evocando vários exemplos, num casamento perfeito entre texto e imagem, os autores sugerem que, quando olhamos à nossa volta, o Vermelho parece se impor ao mundo. 
Mas a arrogância do Vermelho é logo desmascarada pelas outras cores que se revoltam e acabam por desvendar um antigo segredo. 
O projeto gráfico revela sintonia fina com as cores que vibram e saltam a cada página. 
O vermelho vaidoso é um livro inteligente. Para todas as idades. Para todas e todos que desejam entender o fenômeno das cores!

Ouvindo: AQUI
Harold Canizales

Nesta história mais que divertida, a Bruxa tem um encontro. 
O Ogro a convidou para um piquenique. Ela então se arruma e sai toda contente e satisfeita. 
No meio do caminho, ela encontra diversos animais que dizem que ela está feia. 
Seu cabelo, sua roupa, seu nariz... 
E sugerem que ela use sua varinha mágica para ficar bonita. 
Muitas vezes nos sentimos assim, dependendo da opinião de outras pessoas para nos sentirmos bem e nos sentirmos aceitos. Será que o encontro com o Ogro vai dar certo?

Ouvindo: AQUI
Cantando: AQUI

Chapeuzinho vermelho: AQUI
Cor vermelha: AQUI
Reconto de contos: AQUI
Releitura clássicos: AQUI
Vaidade: AQUI
Autoestima: AQUI
Ovelha Raquel: AQUI
Meia curta: AQUI
Bruxas: AQUI

O planeta das bolinhas: AQUI

O lobo que queria mudar de cor: AQUI

Mancha a menina mal desenhada: AQUI




Link para essa postagem


segunda-feira, março 02, 2026

Crá crá de tucano>Som dos aninais>Percursos da literatura infantil>Disparo lúdico afetivo>02/03/2026


Roberta Asse

Tsiiiii de mico-leão-dourado, qui-qui de quati, crá-crá de tucano… Venha brincar de imitar sons de bicho! Um livro para ler quantas vezes quiser com os olhos, os dedinhos, a boca, a língua e o corpo todo.

Neste livro encantador, a autora Roberta Asse, inspirada em atividades de musicalização infantil e brincadeiras orais, traz da terra, da água e do céu uma turma bem barulhenta para brincar com os pequenos e grandes leitores. O dia acabou de começar, e os filhotes de diferentes bichos tipicamente brasileiros vêm chegando, chamando os adultos para papear. Conversa vai, conversa vem, o tempo passa, o sol se põe, e logo logo é a hora de dormir. Adultos e filhotes precisam descansar, porque amanhã tudo começa outra vez!
 Neste vídeo, Roberta Asse, autora de “Crá-crá de tucano” apresenta o livro, traz curiosidades sobre o processo criativo e sugere diferentes possibilidades de leitura dessa obra, criada após diversas experiências e estudos sobre literatura para bebês. AQUI
História: Tucano: AQUI
Cantando: Tito o tucano brasileiro: AQUI
Cantando: O tucano muito esperto: AQUI
Figuras sonoras: AQUI
Som/vibração: AQUI
Martim barulhim: AQUI
Achou: Tucano: AQUIAQUI
Sons dos animais/Achou/Mabô e Fifi: AQUI
Mabô e Fifi: Linguagem musical: AQUI
Conectando literatura a temáticas e eixos específicos
Disparadores de temas: Linguagem e Afins/Sugestões literárias
O leitor que queremos formar
Quais competências e habilidades consideramos que os estudantes precisam desenvolver a partir da leitura? 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) contribui para a identificação das competências e habilidades a serem desenvolvidas no campo da leitura e da escrita, nas diferentes etapas de ensino. Organizado em campos de experiência para a Educação Infantil e áreas de conhecimento a partir do Ensino Fundamental, o documento é uma das garantias dos direitos de aprendizagem básica e de direito à educação. 
O ensino e a aprendizagem da leitura (e da escrita) estão distribuídos em quatro campos de atuação nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, sendo um deles o campo artístico-literário, que visa “à participação em situações de leitura, fruição e produção de textos literários e artísticos, representativos da diversidade cultural e linguística, que favoreçam experiências estéticas” (BNCC, 2018a, p. 92). 
Dentro dos eixos citados, há habilidades específicas relacionadas à formação de leitores, como: 
Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica (EF15LP15); 
Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos (EF15LP18);
Ler e compreender textos literários, de gêneros e extensões variados, desenvolvendo o gosto pela leitura e estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores (EF02LP26 e EF35LP21).
Sugestões de critérios para a construção de percursos Temática: 
emoções, relações familiares, natureza, relações étnico-raciais. 
Gênero textual: contos, mitos, poemas, listas, crônicas, biografias, romances, cartas, informativos. Narrador: em primeira pessoa, em terceira pessoa, adulto, criança, que contradiz o que a ilustração está mostrando, que fala diretamente com o leitor. 
Personagem: que muda ou não ao longo da história, esférico ou plano, com apenas uma característica marcante ou multifacetado. 
Desfecho: fechados, abertos, inesperados, irônicos, trágicos, cômicos. 
Relação entre texto e imagem: reiteração, complementaridade, contradição, ressignificação, ampliação. 
Autoria: mulheres, homens, contemporâneos, clássicos, indígenas, negros, nacionais, latinos, amarelos, de outras nacionalidades. 
Na página 12 tem uma sugestão para percursos:
Continua: Grupo Companhia das Letras: AQUI
Ouvindo: Percursos da literatura infantil: AQUI

O segredo de ler para os bebês: AQUI
Juju e a árvore da amizade: AQUI
O caracol e a tartaruga são amigos: AQUI
Eu sou assim e vou te mostrar: AQUI
A velhinha que dava nome as coisas: AQUI
A verdade segundo Artur: AQUI
Arara, tucano, bordados no pano: AQUI
Aves: AQUI
Muito cansado e acordado: AQUI
Histórias sonorizadas/cantadas: AQUIAQUI
Clact,clact a tesoura mandona: AQUI




Link para essa postagem


quinta-feira, fevereiro 26, 2026

Martim Barulim> Sons do bebê>Maria que ria>Estímulos alegres>Linguagem afetiva> 26/02/2026



Natalia Paiva/ Luísa Amoroso

Martim, ao modo dos bebês, investiga o mundo ao seu redor e interage com seu corpinho, de onde saem barulhinhos engraçados. “Martim Barulim”, história de Natália Paiva, ilustrada por Luísa Amoroso, explora, de um lado, a relação afetiva e de cuidado entre o bebê e seus pais e, do outro, o universo particular do corpo que se adapta ao mundo.

Escrito em português “infantoafetivo” cheio de rimas e onomatopeias, o livro conecta bebês eleitores numa experiência prazerosa e cheia de amor.


Cantando: AQUIAQUI

Bate, estala e pisa no chão: AQUI
Pular, dançar e no ritmo andar: AQUI
AHH!Barulho: AQUI

Rosinha

Sorrir da vida, rir de si mesmo. Dos erros, dos esquecimentos, das gafes, das quedas, das obrigações, das dificuldades, das desilusões. Sorrir dos encontros, das conquistas, das brincadeiras, do novo dia, das oportunidades, do inusitado, do que está por vir, é isso o que acontece com Maria que ria que ria que ria...

Será que alguém pode explicar por que Maria tanto ria? Talvez a explicação esteja em uma só palavra...

Uma menina que ri, ri de tudo, o tempo quase todo. Maria é feliz mesmo, independentemente do que aconteça à sua volta. Aprender que a alegria faz parte da nossa vida e que sorrir não é um problema (está mais pra solução!) é o presente que Rosinha nos dá em Maria que ria.
Ouvindo: Libras: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI
Ouvindo em desenho animado: AQUI
Sugestão de apresentação: AQUI

Felicidade: AQUI
Onomatopeias: AQUI
Historinhas para pequenos: 
Figuras sonoras: AQUI
Som/vibração: AQUI




Link para essa postagem


domingo, janeiro 11, 2026

A girafa que queria ter listras>Somos diferentes mas somos iguais>Literatura Afetiva/Acolhimento> 11/01/2026

 
Diana Lopes Cardoso

Era uma vez uma girafa que vivia feliz com a sua manada até o dia em que avistou, na floresta, zebras exibindo suas listras em uma festa, e, então, pensou:
"meu pescoço comprido até que é elegante, mas, se fosse com listras, ficaria deslumbrante!"

Você pode imaginar qual foi o bafafá quando, em meio à bicharada, surgiu uma girafa listrada, que toda vaidosa, em vez de galopar, desfilava?

Uma história sobre a beleza da diversidade.

Esta é a história de uma girafa que não estava muito satisfeita com sua imagem, buscando, incessantemente, novas modas para poder sentir-se fisicamente bem e aceita pelos outros. Aos poucos, essa ideia vai sendo disseminada entre os animais da floresta e, de uma maneira muito divertida, as crianças vão entendendo o grande valor da personalidade, da diversidade e da autenticidade. Esta girafinha e seus amigos irão nos mostrar que o mundo pode ficar muito sem graça se não soubermos valorizar nossas diferenças e as características que nos fazem únicos e únicas. Fonte
Sinopse da História
  1. O Desejo: A girafa, insatisfeita com suas manchas, inveja as listras das zebras e sonha em tê-las para ser mais "deslumbrante".
  2. A Transformação: Ela pede a um elefante para pintá-la com listras, criando um "bafafá" na floresta, com outros animais querendo também mudar sua aparência (pedindo jubas, pintas, etc.).
  3. A Lição: A história explora temas como identidade, autoaceitação e como a beleza reside na diversidade, mostrando que ser diferente é natural e valioso.  Fonte Google
Ouvindo: AQUIAQUIAQUI

Sugestão de contação para os pequenos: AQUI

Sugestão de dobradura do pescoço da girafa/Modelo: AQUI


 Álvaro Modernell/Willy Romont

Diferente, mas igual. Igual, mas diferente. Essa é a pegada desse livro diferente. Bichinhos fofos em situações que revelam ao leitor como nós, seres humanos, às vezes, deixamos de ser racionais ao não respeitar as diferenças ou não aceitar as igualdades entre nós mesmos. 
O livro sugere diferentes maneiras de abordar assuntos delicados como bullying e diversidades, com leveza, sutileza e amplitude de percepções. 
Indicado para crianças da Educação Infantil e primeiros anos do Ensino Fundamental, para leitura em família e para uso escolar. 
Uso em ações de prevenção e combate ao bullying, projetos de estímulo à leitura, convívio familiar e para tratar de diferenças e da diversidade humana.

Ouvindo: AQUI

Áudio teatro/Vila Sésamo: AQUI


A igualdade de valores entre os povos e o respeito às diferenças!

Aula/História: Somos iguais, porém diferentes: AQUI


É sempre hora de se desenvolver dinâmicas, atividades diversas sobre o tema DIFERENÇAS, DIVERSIDADE!!
Costumo dizer que as crianças, muitas vezes, ainda pequenas, já são cruéis...
Aborde a ideia de que diferenças não significam desigualdade, combatendo o preconceito...
INCENTIVE empatia, o respeito mútuo, a construção de amizades, com base na solidariedade e valorização das particularidades de cada um, mostrando que ser diferente é natural, positivo, e que a base de todos, é a mesma, humanidade!!
CONVERSE sobre os 4 pilares da Diversidade: Educação/Sensibilização; Processos Inclusivos e ambientes; Liderança; Cultura de pertencimento.
IDEIA:
* INICIE com roda de conversas sobre diferenças, para q o grupo perceba semelhanças e valorizem as particularidades;
# Peça q falem, desenhem sobre si mesmos, descrevendo características, sonhos...Depois, compare com os demais...

Use revistas e façam um grande painel...
Os materiais visuais são excelentes recursos ..
Promova dinâmicas de inclusão mostrando que as diferenças enriquecem e que a essência humana, nos une, combatendo estereótipos e preconceitos, de forma prática...
Elabore dinâmicas como a do CONFETE; dos NÚMEROS...
DESENVOLVA atividades incríveis com a música IGUAIS, de Padre Zezinho.
Fonte: L.R.Assessoria Pedagógica


Somos iguais mesmo sendo diferentes: AQUIAQUI
Diversidade: AQUI
Identidade: AQUI
Meu nome: AQUI
Bullying: AQUI
Autoestima: AQUI
Inclusão: AQUI
Preconceito: AQUI
Volta às aulas: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI



Link para essa postagem


segunda-feira, janeiro 05, 2026

O livro das casas>Campanha da Fraternidade 2026>Moradia>Pertencimento>Solidariedade>05/01/2026


Ricardo Azevedo
Você sabe qual é a casa da pulga? E a casa da imaginação? E a da bagunça? Afinal onde ela mora? Neste livro, Ricardo Azevedo nos propõe inventar imagens que dialoguem com textos escritos a partir da definição de uma casa. As belas imagens criadas pelo autor não pretendem ser uma leitura única, pois é possível criar muitas outras imagens igualmente válidas e interessantes a partir dos textos do livro. Para o leitor, participar desse diálogo e até imaginar outras possibilidades pode ser uma experiência rica, lúdica e divertida.

Como o título se alinha aos propósitos da Campanha da Fraternidade 2026?
Essa é uma obra que, assim como o Tema e Lema da CF 2026, nos convida a usar a imaginação sem moderação, pois somos parte de um todo muito organizado, que nos pede cuidado e responsabilidade ética. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom da paz, o dom de ser feliz. 
É assim que “Fraternidade e Moradia” nos guiam em 2026 rumo a construirmos nossas casas alicerçadas nos valores da temperança e da harmonia, do singelo amor a Deus e do singelo amor ao próximo.

Ouvindo: AQUIAQUI

O livro das casas/Liana Leão/Guilherme Zimoner

O Livro das Casas, com texto de Liana Leão e desenhos de Guilherme Zamoner, é um livro-inventário sobre os modos de habitar o mundo, sobre a diversidade de modos de estar sobre a Terra. Trabalha poética e filosoficamente o conceito de casa; ao falar de casas, reflete sobre o lugar da criança e de outros seres que habitam o mundo. 
O livro parte conceitualmente de uma experiência básica para qualquer criança, mesmo a mais pequenina: a vivência da casa. 
A partir daí, brinca, com humor, com outras casas possíveis: casas-ninho, casas-iglu, casas-buraco-do-tatu, casas-ovo.
Ainda em outro momento, Zamoner novamente acerta na mosca quando, para ilustrar a pergunta 
“E casa para os sem-casa, existe?”, abandona sua habitual página cheia e rica em detalhes e opta por uma página quase em branco: calçada vazia, sentam-se o mendigo, dois ratinhos e o sapinho, de costas para o leitor, e espiam o infinito, esperando talvez um amanhã melhor, quando, talvez, cada brasileiro possa ter um teto sobre a cabeça. Continua: AQUI

Ouvindo: AQUI

Solidariedade
"Solidariedade é manifestar o sentimento de empatia com o intuito de confortar ou ajudar alguém, ou contribuir para o bem de todos. É também uma forma de se relacionar com os outros, pensando no bem-estar coletivo. A solidariedade é essencial para criar uma sociedade em que as pessoas se importam umas com as outras e trabalham juntas para superar desafios. Isso faz com que a comunidade se torne mais forte e justa."
"Na escola, a solidariedade desempenha um papel fundamental na formação integral dos alunos, não apenas nos aspectos acadêmicos, mas principalmente na esfera humana e social. É no ambiente escolar que as crianças e adolescentes experimentam suas primeiras interações sociais significativas fora do núcleo familiar. Essas interações são cruciais, pois é por meio delas que os estudantes aprendem a conviver com a diversidade, a respeitar as diferenças e a trabalhar em conjunto para o bem comum. Assim, a solidariedade torna-se um pilar essencial para o desenvolvimento de habilidades sociais, de empatia e de um senso de comunidade entre os alunos."
Antes de enxergar o outro, a criança precisa reconhecer o “eu” — outro pilar fundamental estabelecido pela BNCC. Por isso, é muito importante incentivar o autoconhecimento e o autocuidado como partes integrantes da formação dos alunos. Continua: AQUI

Para a Campanha da Fraternidade 2026, focada em "Fraternidade e Moradia" com o lema "Ele veio morar entre nós" (Jo 1,14), a literatura infantil deve explorar temas como direito à moradia digna, justiça social, diversidade e acolhimento, usando livros que abordem esses valores de forma acessível e lúdica, como obras que falam de casa, comunidade, convivência pacífica e superação, como "Casinha de Bichos" ou histórias que despertam empatia e solidariedade

Fraternidade: Literatura afetiva/Solidariedade/Pertencimento
Conecte com o Texto-Base: Utilize as orientações da CNBB para o público infantil, que oferecem roteiros e linguagem adequados ao tema da moradia.
Texto base para crianças: AQUI
Foco no Lúdico e na Empatia: Livros que usam a imaginação e convidam à identificação com o outro são ótimos para sensibilizar as crianças sobre a importância de um lar.
Promova a Diversidade: Histórias que mostram diferentes formas de moradia e culturas ajudam a construir uma visão de fraternidade universal.
Ações Práticas: Conecte a leitura com ações concretas, como a criação de "casinhas" imaginárias ou reais (brinquedos), e a reflexão sobre o que é ter um lar. Fonte Google

Casinhas de bicho: Lar e pertencimento:  AQUI

A caixa: Claude Ponti: Apresenta o potencial lúdico de um objeto simples (uma caixa) para criar uma casa, estimulando a imaginação e a ideia de transformar um espaço em um lar, mesmo com poucos recursos. AQUI

Meu coração perguntou: AQUI
O gigante mais elegante da cidade: AQUI
Uma casa para dez: AQUI
Solidariedade: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Superação: AQUI
Pertencimento: AQUI
Afeto: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI
Campanha Fraternidade 2026: AQUI
Moradia: AQUI
Casa: AQUI
Ricardo Azevedo: AQUI



Link para essa postagem


 
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios