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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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sábado, julho 29, 2017

Papagaiada>Pipas ilustradas>Incentivo à leitura>Textos instrucionais>29/07/2017


Liliana e Michele Iacocca

Papagaiada: AQUI


TEXTOS  INSTRUCIONAIS
Dobradura/receita culinária / retrato falado

Não é apenas com seus professores ou com seus pais que você aprende.
Ao ligar a televisão, folhear revistas, livros ou acessar a internet, você está entrando em contato com textos de instrução, que são aqueles que ensinam a fazer todo tipo de coisa: desenhar, criar um brinquedo com sucata, fazer um prato especial, uma dobradura, etc.
Verbos usados para dar instruções:
Leia alguns trechos do texto que ensina a fazer dobraduras:
“Dobre ao meio e desdobre”
“Vire toda a dobradura...”
“Agora mostre toda a sua habilidade e faça uma pintura bem legal”
A função dos verbos é dar instruções (ordens) ao leitor de como fazer.
Para fazermos um prato culinário precisamos consultar a receita culinária para sabermos como o prato é preparado e a quantia certa de cada ingrediente.
Assim sendo é também um texto instrucional, pois nos apresenta o material necessário para a execução da receita, e o modo de fazer, passo a passo.
Vamos apresentar uma receita culinária de brincadeira somente para você perceber que se trata de um texto instrucional:
Poção da infelicidade
Ingredientes:
1litro de lágrimas;
2 xícaras de chá de inveja;
3 colheres de sopa de mágoa;
1 colher de café de angústia
Modo de fazer:
Ferva as lágrimas.
Acrescente a inveja e mexa bem.
Sem parar de mexer, acrescente a mágoa e a angústia.
Deixe ferver mais cinco minutos.
Desligue e deixe esfriar.
Atenção: Não prove, pois uma colher de sopa equivale a um dia de infelicidade!
Agora, continuando a brincadeira escreva uma receita para combater a poção da bruxa.
Siga as instruções:
Dê um nome para a receita;
Coloque os ingredientes e as quantidades;
Explique o modo de fazer.
RETRATO FALADO
Quando é necessário fazer o reconhecimento de uma pessoa, e se não há uma foto dela, usa-se como recurso o retrato falado.
Os interessados (vítimas ou testemunhas) dão informações detalhadas sobre a pessoas para um desenhista, que elabora o retrato procurando ser fiel às descrições. Nesse caso, o texto de instrução é oral e precisa oferecer ao desenhista todos os detalhes que o retrato deve conter. Quanto mais detalhes puderem ser descritos, mais chances existem de se localizar a pessoa procurada.
Para isto é importante usarmos adjetivos para a descrição.
Exemplo: È uma mulher. Ela tem cabelos, olhos, sobrancelhas,
boca, nariz e orelhas. Há uma pinta embaixo do olho dela.
Vejam a diferença agora:
È uma mulher morena, muito bonita, Ela tem cabelos longos, ondulados, castanho-escuros. Seus olhos são azuis e sua pele é branca. Ela tem uma pinta pequena embaixo do olho esquerdo. Suas sobrancelhas são cerradas e alongadas. Seus lábios são grossos e vermelhos. Seu nariz é pequeno e suas orelhas delicadas.
Faça agora o retrato:
Bibliografia:
Criar e Aprender – um projeto pedagógico - 3º ano
Annelyz Lopes e Izolda Bollmann - Editora FTD


Aula
Pipa na escola

Papagaiada
Empinar papagaio é uma coisa das mais gostosas. E se, por brincadeira, o vento resolvesse cortar as linhas? Eta confusão danada...

Interessante! Pipas ilustradas como estímulos à leitura
Muito legal!

pipa-infantil-4

Mais:  AQUI





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Textos instrucionais/Manchete de jornal>29/07/2017




TEXTOS INSTRUCIONAIS

São textos que trazem muitas informações e explicações sobre os mais variados assuntos.
Os textos de divulgação científica são aqueles que encontramos em enciclopédias, jornais, revistas de ciências e outras revistas. Tratam de um determinado assunto e são escritos de modo objetivo e direto, em uma linguagem clara e precisa. Seus autores são, geralmente, especialistas, ou jornalistas, que pesquisam e têm bastante conhecimento sobre aquilo que escrevem. Não costumam emitir opinião, e sim fazer descrições e dar explicações. São textos ótimos para você estudar e aprender muitos dos assuntos que são dados nas aulas.
Os textos instrucionais são, principalmente, as receitas, os manuais de uso e as instruções de jogos. São textos que nos explicam como fazer alguma coisa. Geralmente, estão divididos em duas partes: a primeira, com os materiais necessários (no caso da receita, são os ingredientes) e, na segunda, o modo de fazer (ou de jogar, no caso de um jogo). São muito úteis no dia-a-dia das pessoas.
As biografias são histórias da vida das pessoas. Contam desde o nascimento (às vezes começam pela vida dos pais da pessoa biografada) até a morte, ou até os dias atuais, se a pessoa estiver viva. Podem ser romanceadas, ou seja, contadas como se a pessoa biografada fosse um personagem; ou mais objetivas - com as datas e os principais acontecimentos, sem muitos detalhes. É costume escrever a biografia de pessoas conhecidas, que ficaram famosas principalmente por alguma razão política, econômica ou social.
Exemplos:
1-Bolo da Amizade
Ingredientes:
2 xícaras de flocos de nuvens brancas
1 xícara de sonhos coloridos
2 colheres de sopa de mais puro mel de abelha sonhadora
2 pitadas de arco-íris de sua cor preferida
3 gotas de amizade
Beijinhos a gosto.
Modo de preparar:
Coloque os flocos de nuvens brancas numa mochila bem transada e acrescente, pouco a pouco, os sonhos coloridos. Depois deixe a massa descansar por 10 minutos.
Pegue um porta - lápis, de preferência de cor branca, pingue as duas colheres de mel e as pitadas de arco-íris e vá adicionando as gotas de amizade lentamente, até formar uma mistura consistente.
Acrescente a massa já reservada, misturando tudo delicadamente. Coloque os beijinhos a gosto e ponha a massa para assar em forno brando.
Quando você sentir o aroma de brisa do mar, abra o forno e verifique se o bolo já está emanando raios coloridos. É o sinal para retirar o bolo do forno.
Se preferir, use recheio de luz do luar e sirva com calda de delicadeza e paciência. 1000calorias fraternais.
Depois da leitura:
Compreendeu o texto?
Não - leia de novo
Sim - passe a diante
Percebeu todas as palavras do texto?
Não - consulte um dicionário
Sim - passe a diante.
Responda:
1- Porque vamos ler este texto com instruções?
2- Divida o texto em três partes: Título, materiais, regras.
3- De que parte do texto podemos retirar informações sobre:
a) Como vamos fazer?
b) O que vamos precisar?


Avaliação:
1- A realização da atividade foi: muito fácil, fácil, difícil.
2- De sua opinião sobre a atividade.
3- Agora você vai criar a sua receita poética. Pode ser a receita da calda e do recheio do bolo da amizade. Se preferir, invente outro bolo ou outra receita qualquer. Fique à vontade.


2 - Resposta a um leitor
Suponha que você é redator de uma revista de jardinagem e decoração. Um leitor pediu sugestões de plantas para um canteiro de jardim, para formar uma cerca-viva no quintal e para pôr em vaso pendente no terraço.
Para poder atender esse leitor, você precisará se informar sobre algumas plantas. Então leia as fichas a seguir:

Jasmim azul:
Nome popular: Bela-emília; Plumbago, Jasmim-azul; Dentilária.
Nome científico: Plumbago auriculata Lam.Origem: África do Sul.
Observações: Arbusto semi-lenhoso, muito ramificado, de 1 a 2 m de altura, com numerosas brotações na base, de florescimento intenso e muito decorativo.
Cultivo: É cultivado a pleno sol em conjuntos isolados, ou formando renques ou cercas-vivas e ainda como trepadeira apoiada em pilares ou colunas, graças à ramagem longa e mais ou menos escandente.Podada a cada 1 ou 2 anos, renovas sua vegetação e melhora o florescimento.


Onze horas:
Nome Científico: Portulaca grandiflora
Sinonímia: Portulaca pilosa ssp. grandiflora
Nome Popular: Onze-horas, portulaca
Família: Portulacaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil, Argentina e Uruguai
Ciclo de Vida: Anual
A onze-horas é uma das raras plantas suculentas que tem ciclo de vida anual. É também umas das floríferas anuais mais apreciadas no mundo todo, pelo seu fácil cultivo e abundante floração. Seus ramos são prostrados, macios, ramificados e suculentos, muitas vezes avermelhados. As folhas são engrossadas, cilíndricas, verdes, suculentas e dispostas alternadamente.


Brinco – de - princesa:
Nome Científico: Fuchsia hybrida
Sinonímia: Fuchsia speciosa
Nome Popular: Brinco-de-princesa, fúcsia, agrado, lágrima Família: Onagraceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América do Sul Ciclo de Vida: Perene
Possui muitas variedades, sendo que tanto pétalas, quanto sépalas podem ser de cores e de formas diferentes. As cores mais comuns são vermelho, rosa, azul, violeta e branco, com diversas combinações, sem mesclas. A ramagem é pendente, mas pode haver variações, com plantas mais eretas e outras mais pendentes.
Agora redija uma carta a esse leitor indicando a planta certa para cada ambiente, baseando-se no texto das fichas, naquilo que você observou nas fotos, descrevendo a forma da planta, folhas, flores, cores, tipo do cultivo,necessidades de luz ou sombra, etc.
Bibliografia:
Pesquisas na internet
Ler, entender, criar, Língua Portuguesa, 5ªs. Maria das Graças Vieira e Regina Figueiredo. Editora Ática.

Texto instrucional
Manchetes de jornal
Notícia/ Reportagem.

Primeira parte:
Apresentação da manchete: “Chuteira não é só para macho”
O título muitas vezes nos dá uma idéia sobre o assunto que vai ser tratado no texto. Qual poderia ser o assunto de um texto com esse título?
O que você observou para chegar a essa conclusão?
“Chuteira não é só para macho” e “As mulheres também estão jogando futebol”.
O que os dois títulos têm de parecido?
Na sua opinião, qual deles chamaria mais a atenção do leitor? Por quê?
Pensem em outros títulos sobre esse assunto e que também chamem a atenção das pessoas. Registre estas manchetes.
Escreva um pequeno texto que tenha este título: “Chuteira não é só para macho.”
Objetivos:
Explorar as características persuasivas da manchete.
Explorar os possíveis portadores de texto onde poderia estar escrito esse título.
Trabalhar com a predição do título em relação ao seu significado e levantar hipóteses sobre o tipo de texto que poderia corresponder a ele.
Identificar outros portadores de informação.
Apresentação da notícia do jornal (trecho)
Comparar o texto produzido com o texto do jornal, confrontando suas hipóteses iniciais.
Responda: Qual o assunto desse texto?
Por que a manchete foi escrita com letras maiores?
Por que vocês acham que é comum encontrar nos jornais, além do texto escrito, fotografias? Perceber que a fotografia é um elemento a mais. Além da escrita, que auxilia a compreensão da notícia, ilustrando-a e funcionando como prova de veracidade do fato citado.
Vocês acham que os fatos apresentados no texto são reais? Como vocês descobriram isso?
Quando lemos uma notícia, ficamos sabendo um pouco mais sobre as coisas que acontecem no mundo. Além do jornal, de que outras formas podemos conseguir informações?
Segunda parte:
Reportagem “Bola da vez”
Recortada do jornal, Folha teen - Folha de São Paulo, do dia 11/05/09
Após a leitura, registrar qual é a manchete, subtítulos, chamadas, fotos e legendas.
Responder:
Para ser jogador é preciso enfrentar dificuldades. Cite algumas.
Quais as qualidades para o sucesso desses jovens?
O que acontece quando o jovem chega a “glória” citada na reportagem?
Para as meninas o caminho é o mesmo?
Comente a reportagem sobre a jogadora Beatriz.
Terceira parte:
Texto instrucional: Entregar o texto “Desenho- surpresa”.
Eis o texto:
1-Qual a principal intenção comunicativa do texto?
Dar instruções, dar uma opinião ou contar uma história?
Texto instrucional é aquele que dá instruções, que ensina ou orienta o leitor a fazer algo. È o tipo de texto característico dos manuais, folhetos explicativos, cadernos de receitas.
2-Como é dividido o texto dessa receita?
3- Qual é a função das ilustrações?
4- Transcreva estas instruções na sequência adequada.
(no livro,ela está fora de ordem):
A) Depois de colorida toda a folha, cubra a pintura com giz de cera preto.
B) Pinte uma folha de desenho com várias cores de giz de cera, organizando as cores como quiser.
C) Surpresa: o desenho vai se tornando colorido, à medida que as cores do fundo são reveladas.
D) Com um palito de madeira ou ponta fina (ponta de transferidor), comece a desenhar sobre a pintura preta.
5- Escreva a lista de materiais de que você precisa para fazer o desenho- surpresa.
Observação: nesta técnica o desenho é livre, porém foi utilizado o tema das leituras anteriores, futebol feminino, e suas as manchetes feitas por eles. Vejam as fotos a seguir:
As manchetes que fizeram ficaram ótimas. Destaque para:
“ Mulheres deixam os panos de pratos e calçam as chuteiras”

Bibliografia:
Registrando Descobertas, Língua Portuguesa - Amália Orchis e outros,
1ª série. Editora FTD
Projeto Araribá, Língua Portuguesa - 5ª série. Editora Moderna











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sábado, janeiro 28, 2017

Bento que bento é o frade>Na boca do forno>Atividades PDF> 27/01/2017

Capa Bento que bento é o frade
Ana Maria Machado
Brincadeira boca do forno...
'Bento que bento é o frade' conta a história de Nita, uma menina que não gostava de mandação e sonhava com um lugar onde pudesse fazer tudo o que quisesse.


Atividades
Essa brincadeira é realizada ao ar livre principalmente (campo aberto; na praça do bairro; etc.), com um número de participante livre, composto do Mestre - que vai determinar as ordens que os outros membros terão que executar. 
Deve conter também o Saco do Tesouro (geralmente era uma sacola de plástico velha).

Bento... Bento... Frade!
Frade!
Na boca do forno!
Forno!
Faz o que o mestre manda?
Fazemos!
Carreirinha... Carreirinha... Pegar: (o mestre solicitava algum objeto – Um pedaço de graveto!)
    Vejam mais:        
AQUI
Projeto de leitura

Músicas

História engraçada
Nem tudo que  o seu  mestre mandar

Atividades PDF
Vamos brincar: AQUI, AQUI

Sopa de pedra: AQUI
+ sopa de pedras: AQUI

Interessante esta dinâmica abaixo.
Podendo substituir as tarefas....







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sábado, maio 02, 2015

Textos instrucionais> Mais dicas de sua importância> 02/05/2015

Texto Instrucional

Você já deve ter dado instruções a alguém e, portanto, feito uso de um gênero textual muito veiculado socialmente. 
Trata-se do texto instrucional, presente nas bulas dos remédios, nas receitas de comida, nas instruções de jogos, nas instruções de como usar aparelhos eletroeletrônicos, de como utilizar novos programas de computador, etc.
O texto instrucional tem uma estrutura bem simples, o que permite a uma pessoa leiga no assunto em questão aprender a manusear ou a fazer uma coisa a partir de sua leitura. 
Servem também para orientar,por exemplo, na leitura de placas informativas numa rodoviária, hospital, e tantos lugares.

Nós educadoras sabemos da importância fundamental da leitura e interpretação. Mas o mundo praticamente  hoje é digital ou calado...
Percebem no dia-a-dia?

Estando numa clínica de exames, todo informatizado e eficaz, percebi como a voz humana ali estava escassa.
Logo pensei nas pessoas que não possuem o hábito da leitura...
O local todo moderno tem o objetivo de atender com rapidez, presteza e cortesia. Mas e se você não sabe a quem se dirigir? Ou não lê  a instrução básica? Ou não tem a quem perguntar?
Nossas crianças não devem ficar presas às receitas de bolos de chocolate, concordam?
Vamos diversificar nossas atividades instrucionais. O mundo pede!


Links do Linguagem sobre este tema:

Gênero literário instrucional

Leitura instrucional
Texto instrucional




Vejam o livro Papagaiada
Vejam o que é
Interpretando uma receita
Exercícios
Como lavar as mãos

AQUI


Redação para crianças
AQUI




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segunda-feira, julho 30, 2012

Massa de modelar>Tarsila>Instrucional>Aulas afins> 30/07/12


CIDADE MASSA - MODELAGEM DE CENAS URBANAS
 COM MASSA PLÁSTICA E CONSTRUÇÃO DE MAQUETE



O que o aluno poderá aprender com esta aula
Aprofundar o conhecimento no gênero artístico paisagem tendo como enfoque o cenário urbano;
Vivenciar a apreciação/leitura/recepção da obra Paisagem de Tarsila do Amaral;
 Refletir sobre espaço, lugar e paisagem com integração ao conteúdo de geografia;
 Experimentar a massa plástica como recurso para criação de projetos tridimensionais;
 Construir um projeto com visão panorâmica da cidade em massa plástica industrializada, visando a construção de uma maquete coletiva.
 Montar uma instalação coletiva.



Duração das atividades
• Três aulas de 50 minutos cada

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Tridimensionalidade
Gênero artístico Paisagem
Preservação do meio ambiente



Estratégias e recursos da aula
Aula 1
 Apresente aos alunos a imagem da obra Paisagem, de Tarsila do Amaral;






PAISAGEM, 1925. Tarsila do Amaral, nanquim sobre papel, 27 x 21 cm






Proponha uma apreciação da imagem, perguntando:
O que você vê representado nessa imagem?
É uma fotografia, uma pintura, uma xilogravura ou um desenho?
Ela se apresenta em cores ou em preto e branco?
Há um ou mais elementos no contexto das imagens?
Os elementos nas imagens mostram-se em movimento ou estáticos?
Que contexto está representado na imagem?
Você conhece esse lugar?
Que nome você daria a essa imagem?
*Conte o nome da obra apresentada, a sua autoria, a técnica usada, a data em que foi produzida e a sua extensão/tamanho;
 Disponibilize papel cartão, cola e massa plástica industrializada aos alunos, solicitando que pensem uma cidade vista de cima – visão panorâmica;
 Reforce o conceito de tridimensão.
Sugestão:
TRIDIMENSIONAL - adj. Que comporta três dimensões (altura, comprimento e largura). http://www.hostdime.com.br/dicionario/tridimensional.html  



Diz-se daquilo que comporta três dimensões, isto é, comprimento, largura e altura. A ARTE DE EDUCAR – Cartilha de Arte e Educação para Professores do Ensino Fundamental e Médio, Antonio Bellini Editora & Cultura, São Paulo: 2003.
 Proponha a construção de uma cidade construída com massinha, através da técnica da modelagem sobre o suporte do papel cartão dividido em oito partes;

 







Composição plástica com massa de modelar sobre papel cartão
Enfoque Paisagem urbana
Fonte: Acervo e autoria Soraia Lelis



Aula 2
 Retome a modelagem da aula anterior pedindo que concluam a proposta;
 Solicite o registro em forma de desenho de observação do objeto construído (cidade de massa) em caneta preta ponta porosa e lápis de cor sobre papel canson A4;
 Disponibilize cola cascorez (ou outra cola plástica que ao secar possibilite transparência – colas de qualidade inferior podem esbranquiçar o trabalho tornando-o opaco) e pincel para que os alunos apliquem uma camada generosa sobre os elementos modelados visando proteção e reforço ao suporte - impermeabilização;
Coloque os trabalhos para secar em local seguro.






Processo de impermeabilização com cola Cascorez
Fonte: Acervo e autoria Soraia Lelis



Aula 3
Convide os alunos para exporem suas produções através da montagem de uma instalação no contexto escolar;








Apreciação estética da obra Paisagem, Tarsila, 1925 em composição plástica com massa de modelar sobre papel cartão.
Instalação – Maquete CIDADE MASSA / Alunos 5º Ano ESEBA-UFU/2009 – Biblioteca Fonte: Acervo e autoria Soraia Lelis








Apreciação estética da obra Paisagem, Tarsila, 1925 em composição plástica com massa de modelar sobre papel cartão Instalação – Maquete: Visão Panorâmica da cidade / Alunos 5º Ano ESEBA-UFU/2010 – rampas de acesso escolar. Fonte: Acervo e autoria Soraia Lelis
 Após a montagem da instalação, socialize com os alunos as produções com ênfase na apreciação estética:
O que vocês percebem no conjunto destas produções?
Vamos rememorar os passos desta proposta?
Como vocês usaram o espaço disponibilizado como suporte? Souberam aproveitar a sua dimensão?
Que nome você daria ao seu trabalho? (Pergunte individualmente)
Que nome vocês dariam ao conjunto desta exposição?
Retome a imagem da obra Paisagem, de Tarsila:
É possível o diálogo da produção poética de vocês com a imagem da obra apresentada como referencial teórico plástico?
Em que sentido? Há semelhanças? Desdobramentos?
Que sensações as produções poéticas de vocês nos permitem sentir nesta exposição?



Recursos Complementares
COMPOSIÇÃO – arranjo ou disposição de todos os elementos de um quadro, a fim de criar um todo agradável ou satisfatório. (LAMBERT, Rosemary.
 A arte no século XX: introdução à história da arte da Universidade de Cambridge. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar Editores,1984, p.86)
FRUIÇÃO – gozo, posse, usufruto. (BUENO, Francisco da Silveira. Dicionário escola da língua portuguesa. Rio de Janeiro: MEC-FAE, 11 ed., 1994, p. 511)



Avaliação
A avaliação se dará com a observação sistemática do processo ensino-aprendizagem, com assistência individualizada, diálogos, feedback e autoavaliação.
Como referencial para análise verificar nas respostas dos alunos, o domínio dos conteúdos trabalhados com enfoque na visão panorâmica da cidade - recorte na paisagem urbana de Tarsila do Amaral, bem como as contribuições pessoais na montagem da Instalação das maquetes no contexto escolar.





ESCULPINDO O MEU CORPO



O que o aluno poderá aprender com esta aula
Através destas aulas, os alunos Educação Infantil (2 a 4 anos de idade) , poderão:
• Manipular a massinha, explorando suas características e possibilidades de manuseio;
• Utilizar a massinha para ampliar suas possibilidades de expressão e comunicação;
• Observar e criar a imagem do próprio corpo com a massinha.



Duração das atividades
2 módulos

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
O professor já deverá ter trabalhado,com o grupo de alunos, conforme aulas anteriores, as características físicas externas do corpo humano (as suas partes, a quantidade de membros, etc).
Estratégias e recursos da aula
Já tendo trabalhado com os seus alunos as características físicas (as suas diferenças e semelhanças) do corpo humano, partindo do corpo da própria criança, bem como sua representação gráfica (desenho), o professor através da modelagem de massinha sugere a construção de uma escultura do corpo.

1º MOMENTO – Reunidos em uma roda o professor trará uma proposta de fabricar com as crianças a massinha de modelar caseira, para isso ele trará a receita da massinha, escrita em uma cartolina e os ingredientes e apresentará executando a receita.



Aula instrucional
MASSINHA DE MODELAR
INGREDIENTES:
Um copo de sal
A mesma medida de água
Farinha de trigo até que a massa solte da mão
MODO DE PREPARO:
Em uma bacia despeje o sal e água, depois vá acrescentando a farinha de trigo aos poucos até que a massa solte das mãos

2º MOMENTO – Depois desse momento professor pergunta para as crianças se é possível fazer uma representação de um corpo com a massinha. De acordo com o que as crianças vão sugerindo o professor poderá montar coletivamente uma representação de um corpo com as crianças.

3º MOMENTO – Após esse momento cada criança recebe um pedaço de massinha e esculpe um corpo sob a orientação do professor.
Depois de todas as esculturas prontas o professor coloca as peças em uma assadeira e leva ao forno até que as mesmas estejam durinhas.

SUGESTÃO
Depois de prontas cada criança pinta uma bandejinha de isopor e cola a sua escultura na bandejinha.
Dica: O professor poderá realizar uma exposição com as peças.



Avaliação
O professor deverá observar ao final desta aula se o seu aluno consegue:
■Manipular a massinha explorando as sua diversas formas de manuseio;
■reproduzir através da massinha, as partes do corpo;
■nomear sua representação.



 
MÃO NA MASSA 
UM RECURSO PLÁSTICO ARTESANAL PARA MODELAGEM



 
Como trabalhar com massinha de modelar
Objetivos
Dicas
Sugestões
Blog Amiga da educação
Confiram aqui
 
 



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segunda-feira, julho 23, 2012

Pais>Homenagem>Texto Instrucional> 23/07/12

Dia dos pais
Homenagens
Receita de biscoito



Coleção Nana Nenê
Sonia Robatto






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domingo, julho 08, 2012

Zé Pião> Estímulos literários> Folclore> Brincadeiras> 08/07/12

O Pião entrou na roda

Autor :Túlio Campos
  O que o aluno poderá aprender com esta aula
■A origem e a história do Pião.
■A construir o brinquedo com materiais alternativos.
■Aprender os aspectos relacionados às formas de brincar de Pião.
■Diversificadas brincadeiras com o Pião, interagindo com o colega, com o espaço e com os materiais

Duração das atividades
2 aulas de 50 minutos - Total 100 minutos

Estratégias e recursos da aula
Primeiro Momento: Conhecendo a história do Pião.
Recursos: Texto da internet e vídeos (Sala de Vídeo)
Duração: Aproximadamente de 30 minutos
Descrição: Como proposta inicial, o(a) professor(a) realizará com a turma a leitura do texto contido no site:

http://www.jogos.antigos.nom.br/piao.asp

Imprima cópias do texto para os(as) alunos(as) para que todos acompanhem sua leitura.
Para enriquecer o conteúdo da aula exiba algumas imagens e vídeos do Pião:

Vídeos Pião:

http://www.youtube.com/watch?v=UZTByLv6n5U&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=3cQVg1GOrOY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=zmG8gi3NPlw&feature=related
Professor(a), no momento da leitura do texto e da exibição dos recursos midiáticos faça ponderações a respeito do pião e sua presença no contexto dos jogos e brincadeiras antigos.

Atividade 1: Construindo o pião com material alternativo.
Duração: aproximadamente 30 minutos
Recursos: Jornal, Fita tipo crepe, cola e palito de churrasco.
Descrição: Antes dos(as) alunos(as) brincarem com de pião, faz-se interessante propor para os alunos a construção do brinquedo.
Este poderá ser confeccionado com materiais de fácil acesso.
Esse processo de construção do brinquedo enriquece a proposta da aula, além de ser uma ótimo atrativo para a participação dos(as) alunos(as).
Com os materiais em mãos, cada aluno(a) irá confeccionar o seu diabolo.

Aula instrucional
Para facilitar a explicação do processo faça uma roda e exponha cada etapa:
1.Enrole a folha de jornal fazendo um canudo e cole sua ponta para não soltar;
2.Meça 3 cm da ponta do palito e cole a ponta do canudo;
3.Enrole o canudo passando cola.
4.Por fim prenda a base do pião com a fita crepe.

O vídeo abaixo demonstra passo-a-passo a construção do Pião.

http://www.youtube.com/watch?v=y7boBrWXjOo&feature=related

Construindo o Pião artesanal:
Caso o(a) professor(a) considere relevante, ele(a) poderá exibir o vídeo sugerido ligo abaixo que demonstra a construção do Pião artesanal.

http://www.youtube.com/watch?v=WnEZEN4Lhb8&feature=related

Atividade 2: Brincando com o pião
Duração: aproximadamente 30 minutos.
Recursos: Pião Confeccionado
Descrição: Professor(a), nesta atividade cada aluno(a) experimentará o brinquedo, buscando manter o pião rodando o máximo de tempo possível.
 Após todos treinarem, proponha a formação de pequenos grupos.
Distribua uma cópia contendo a seguinte letra da cantiga de roda:

O pião entrou na roda, ó pião
O pião entrou na roda, ó pião
Roda pião, bambeia pião
Roda pião, bambeia pião
Sapateia no terreiro, ó pião!
Sapateia no terreiro, ó pião!
Roda pião, bambeia pião
Roda pião, bambeia pião
Mostra tua figura, ó pião
Mostra tua figura, ó pião
Roda pião, bambeia pião
Roda pião, bambeia pião
Faça uma cortesia, ó pião
Faça uma cortesia, ó pião.
Roda pião, bambeia pião
Roda pião, bambeia pião...

Cada grupo fará uma roda e cantará a cantiga, jogando o pião no centro.
Esse tipo de atividade ajudará os(as) alunos(as) à aprenderem os aspectos culturais e históricos presentes na brincadeira.

Atividade 3: Desafio de Piões
Duração: aproximadamente 20 minutos.
Recursos: Giz e Piões
Descrição: Nesta atividade redistribua a turma em pequenos grupos, contendo no máximo 3 componentes.
Cada grupo irá desenhar um círculo no chão.
Neste os(as) alunos(as) jogarão o pião na tentativa de tirar o pião do colega do círculo ou manter o seu o máximo de tempo rodando.
O aluno que conseguir deixar seu pião no círculo por último vencerá.
Ao final da atividade, o(a) professor(a) poderá propor uma final entre o vencedor de cada grupo.

Possibilidades de Ampliação:
Quanto ao Corpo do Colega: Na atividade 2 a construção do pião poderá ser auxiliada pelos colegas mais experientes.
Priorize atividades em duplas, trios e grupos.
Quanto ao Material: Ao invés do(a) professor(a) propor a construção do piaô com materiais alternativos, ele(a) poderá pedir para que os(as) alunos(as) providenciem a compra de um pião artesanal.

Recursos Complementares
O site abaixo apresenta uma curiosa história do pião, podendo ser utilizado para enriquecer a aula.

http://www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=899730

Avaliação
Professor(a), no momento em que os alunos estiverem realizando as atividades propostas, faça as seguintes indagações:
Os(As) alunos(as) estão envolvidos com o tema?
O que acharam da exibição dos vídeos e das imagens?
Como os alunos constroem o brinquedo?
Se interagem com os colegas?
Que comentários fazem?
Eles estão interessados, fazendo perguntas e colocando questões, sugerindo outras formas de realizar as atividades?
Criam estratégias e novas formas de brincar?
 Sugerem novas regras?
Os grupos se ajudam?
Que outras brincadeiras já vivenciaram com o pião?
 Relatam o que aprendem?
Brincam de outras formas?
Exploraram os espaços e os materiais? dentre outras.
Ao final da aula, o(a) professor(a) realizará uma roda com os(as) alunos(as) e poderá discutir como foi sua proposta.
Pergunte: O que aprenderam?
Como foi a participação da turma?
Como foi confeccionar o pião com materiais alternativos?
O que foi fácil e/ou difícil?
 Qual(is) brincadeiras gostariam de fazer novamente?
Peça sugestões para a aula posterior.


Roda Pião 
trabalhar o antigo hábito de jogar pião

O que o aluno poderá aprender com esta aula
Recuperar brinquedos infantis atualmente em desuso.
Desenvolver e estimular a coordenação óculo manual.
Desenvolver trabalhos com os alunos participando de diferentes grupos.

Duração das atividades
1 aula de 50 minutos .

Estratégias e recursos da aula
O pião faz parte de uma série de atividades que atualmente cairão em desuso se considerarmos o tradicional pião de madeira com os quais nossos avós, pais e porque não dizer alguns de nós brincou.
Atualmente existem piões confeccionados com outros materiais, tais como plástico e metal.
Nessa aula trabalharemos atividades que estimulam a coordenação óculo manual.

1ª Atividade

Quando a gente é criancinha
Canta quadras pra brincar
Quando fica gente grande
Ouve quadras a chorar
Como comove a lembrança
De um tempo feliz
Quando ouvimos cantar
Roda, pião
Bambeia, ô pião
O pião entrou na roda, ô pião
Roda, pião Bambeia, ô pião
Sapateia no tijolo, ô pião
Roda, pião Bambeia, ô pião
Passa de um lado pro outro, ô pião
Roda, pião Bambeia, ô pião
Também a vida da gente
É um pião sempre a rodar
Um pião que também pára
Quando o tempo o faz cansar

Ao trabalhar essa música o(a) professor(a) fará uma roda com os alunos e pedirá para que eles façam com o corpo o movimento de rodar quando a letra assim o dizer e também sapateando quando assim a letra falar.
O link abaixo dá acesso a uma interpretação de Dorival Caymmi para a música Roda Pião.


2ª Atividade
Nesse trabalho o(a) professor(a) utilizará os piões de metal e de plástico, que são rodados impulsionados por mecanismos próprios que são acionados pelos alunos, os mais modernos trazem cores e sons variados.


Pião de Plástico

O (A) Professor(a) estimulará que os alunos descrevam os diferentes tipos de pião, quanto ao material e também com pela forma que são impulsionados, discutindo quais são as maneiras mais fáceis e quais as mais difíceis.

3ª Atividade
Nessa atividade vamos trabalhar com o pião tradicional de madeira que é jogado com a utilização de uma fieira (corda) o segredo para se rodar o pião é a maneira como a fieira é enrolada e como é feito o movimento de soltar o pião.


Pião de Madeira e a Fieira
O(A) Professor(a) ensinará a maneira correta de se enrolar o pião e acompanhará os alunos quando executarem essa tarefa.
Após aprenderem a enrolar o pião os alunos jogarão seus piões de forma livre.
Caso ache necessário o(a) professor(a) poderá propor desafios para que se veja quem manterá seu pião rodando por mais tempo.

Recursos Complementares
Os links abaixo contribuirão para aumentar os conhecimentos sobre o tema.





Avaliação
Os alunos serão avaliados levando-se em consideração o envolvimento e o desempenho nas atividades.


Leitura do poema Convite, de Paulo Paes

Assunto: Várias brincadeiras
Aula completa aqui

Zé pião
Ducarmo Paes

LIVRO ZE PIAO


A autora nos ajuda a embarcar numa deliciosa aventura junto com Zé Pião, já que esse pião aventureiro resolve escapar da fieira à procura de amigos e acaba se envolvendo em muitas peripécias com outros brinquedos do nosso folclore.
Em um texto poético e com ilustrações atraentes, Zé Pião nos apresenta brincadeiras folclóricas tradicionais e emocionantes que o tempo jamais apagará de nossas lembranças.
Assunto: brinquedos e brincadeiras infantis em estrofes populares.
Interdisciplinaridade: Linguagem Oral e Escrita, Identidade e Autonomia, Língua Portuguesa e Literatura, Arte, Estudos Sociais e Sociologia e Ciências da Natureza.
Transversalidade: ética, cidadania, pluralidade cultural e temas locais.
Propostas: pesquisar brincadeiras de outras épocas a fim de compará-las às atuais; confecção de brinquedos com sucatas.
Indicações:
- Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental

Ouvindo a história: AQUI, AQUI

Texto by Krika
 
Zé Pião é meio atrapalhadinho e curioso, quer viver aventuras e por isto fugiu da fieira de seu dono:
 
" Zé Pião vivia preso
na fieira de seu dono.
Aproveitou sua distração
e deitou o pé no chão."
 
Encontrou vários amigos, como a pipa que vivia entre as nuvens sonhando;
A bola -de-meia, no meio do campo de futebol toda amassada....
Encontra mais adiante a Renata pé-de-lata e Lalau perna-de-pau.Estes dois competindo uma corrida...
Mas,uau,,,ele leva um tombo!
 
"Zé Pião tão descuidado,
leva um tombo sem querer.
È que ficou enroscado
no cordão do bilboquê."
"Mas a boneca de pano
que a tudo assistia
socorreu o Zé Pião
num gesto de simpatia."
 
Zé,ainda dodói,tonto foi saindo assim sorrateiramente...
Ele acha que viu p Gil do corrupio e também as cinco  Marias.Será que viu?
Estava meio cambaleando.... Porém seguiu em frente....
Cruzou com a molecada na calçada,pulou corda e deu um tapa na peteca.
Viu muitas brincadeiras folclóricas deliciosas, brincou de carrinho, e até foi homenageado pela criançada com uma cirandinha divertida:
 
" O pião entrou na roda, ó pião....
Roda,pião, Bambeia, ó pião..."
( vejam esta ciranda na aula acima)
 
Mas o dia não tinha fim. Ele foi se cansando....
Acho que era saudade do seu dono.
Então,começou a procurá-lo.
 
"Do outro lado do muro
uma menina brincava.
Pulava com um pé só
pra catr uma pedrinha.
Você já sabe o que é?
È o jogo da amarelinha".
 
Zé pião triste e cansado sentiu-se perdido...
De repente viu a fieira...Seu dono!
Ufa, ficou aliviado!
 
"Zé Piaõ está cansado
mas precisa chegar lá.
Vai girando, vai girando.
Para os eu dono encontrar.
- Não desista meu amigo,
grita o dono do pião.
Rode só mais um pouquinho...
E venha dormir na minha mão."




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