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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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terça-feira, outubro 21, 2025

Tim tímido>O príncipe tímido>Criaturas tímidas> Emoções>Estímulos sensíveis> 21/10/2025

 
Donaldo Buchweitz

Tim era um menino tímido que só se sentia feliz e seguro com seu amigo Tido, o cão. Em situações que pareciam normais, era como se um cão bravo dentro dele o deixasse assustado e nervoso, impedindo-o de fazer amizades e explorar o mundo. 
Mas, quando começou a se abrir para novas amizades, ele descobriu que aquele bicho não era tão grande e assustador quanto imaginava. 
Acompanhe Tim nesta aventura e veja como ele encontra coragem e supera o bicho nervoso que vive dentro dele.
Ouvindo: AQUI

Elizabeth Dale

O Príncipe Albertinho é tão tímido que tem medo até de falar com os súditos. O rei e a rainha tentam fazê-lo mudar, mas nada funciona até que ele recebe um conselho da avó, que faz toda a diferença. Descubra o que acontece nessa comovente história sobre um príncipe tímido que encontra a confiança real.
Ouvindo: AQUI

David Mack

O que uma garotinha tímida gostaria de ser quando crescer? Uma doutora mas não qualquer doutora – essa garotinha gostaria de cuidar das criaturas que até podem parecer assustadoras mas na verdade são apenas muito tímidas assim como ela. O que todos vão descobrir é que criaturas esquisitas também precisam de amigos e diversão para deixarem de ter vergonha e não assustarem mais ninguém! Este é o primeiro – e lindo – livro ilustrado de David Mack. Ele é perfeito para criaturas pequenas e grandes tímidas e extrovertidas que acreditam na força da imaginação...
Como trabalhar timidez e confiança nas crianças com histórias
Esse vídeo traz sugestões de histórias e atividades para falarmos de timidez e confiança com as crianças.
A atividade é um aquecimento para contarmos as histórias "Criaturas tímidas" de David Mack e "Leo e Albertina" de Christine Davenier. AQUI

Brincadeiras para crianças tímidas: AQUI
Atividades para trabalhar timidez: AQUIAQUIAQUI

Juarez Machado

O leitor acompanha a cada página um caminho percorrido por marcas de sapato por cenários diversos. Os rastros coloridos desse trajeto levam o leitor ao encontro das emoções.

A série Emoções, vai trazer histórias que possam ajudar a criança a entender o que esta sentindo, porque esta sentindo e como lidar com o que esta sentindo.
Para o desenvolvimento da aprendizagem da criança, é importante que ela desenvolva suas percepções, seus sentidos. E como podemos trabalhar com os sentidos?
A sugestão vem inspirada na abordagem triangular da Arte Educadora Ana Mae Barbosa: Apreciação, contextualização e produção/prática.
Começamos a série com uma sugestão de apreciação do livro "Emoções" de Juarez Machado e duas atividades que ajudam a contextualizar as emoções, os sentimentos. AQUI

Sobre a obra: O leitor acompanha a cada página um caminho percorrido por marcas de sapato por cenários diversos. Os rastros coloridos desse trajeto levam o leitor ao encontro das emoções. AQUI

Nesse episódio o Sapinho aprende a superar sua timidez para realizar sua primeira apresentação no Coral. Ele fala sobre o sentimento de vergonha, medo de errar e insegurança.
Trazemos algumas dicas de como realizar uma boa apresentação. AQUI

Leitura: Livros de imagem: AQUI
Timidez: AQUI
Emoções: AQUI
Sensibilidades: AQUI
Sentimentos: AQUI
Ida e volta: AQUI
Narrativa visual: AQUI
Leitura/imagens: AQUI




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quinta-feira, janeiro 16, 2025

O gato não comeu minha língua>Timidez?>Mutismo seletivo>Adaptação escolar>A língua que o gato não comeu>16/01/2025

 
Artur Ralshen

O Gato não comeu minha língua. André falava normalmente em casa, mas quando chegava na escola a ansiedade não lhe permitia falar e nenhuma palavra saia de sua boca. Vamos ver o que ele fez para superar o seu medo e se tornar um menino muito corajoso. Um livro sobre Mutismo Seletivo.

Mutismo Seletivo (MS) é um transtorno de ansiedade que pode acometer crianças de todas as idades, podendo chegar à adolescência e fase adulta, caso não seja tratado de forma correta. A principal característica é o aumento exagerado da ansiedade, que faz com que a criança não consiga falar em alguns locais, como na escola, em restaurantes, parques e festas, em algumas situações e com determinadas pessoas, principalmente as que não são do seu círculo familiar. Essas crianças compreendem a linguagem e conseguem se comunicar com total normalidade em casa ou em meio ao círculo familiar mais íntimo, como pais e irmãos, ou quando se sentem seguras.

Para muitas pessoas, parece que a criança está querendo chamar a atenção, ou não fala por falta de educação, birra ou pirraça. Mas o que na realidade acontece é o desenvolvimento de uma ansiedade e vergonha tão grandes, que elas simplesmente não conseguem falar.

Normalmente, elas apresentam dificuldade de olhar nos olhos, sorrir, se expressar em público, ir ao banheiro e comer na escola. Essas crianças se sentem como se estivessem sendo observadas com frequência e, por isso, ficam paralisadas como estátuas cada vez que se sentem avaliadas.
Existem várias pesquisas diferentes que mostram que o MS acontece entre 0,5 a 0,8% das crianças. É muito complexo chegar a um valor correto da incidência de MS porque os profissionais e a escola muitas vezes desconhecem o distúrbio e não contabilizam muitos dos casos para tais estatísticas. Fonte
Jogo de palavras: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI
O que fazer antes do início das aulas: AQUI

A língua que o gato não comeu/Élida Souza/Allan di lucca

O livro: A língua que o gato Não comeu conta a história do Romeu que é uma criança linda, inteligente, amorosa e amada, mas que no dia a dia nem sempre consegue demonstrar o que pensa e o que sente. Porque será que as vezes a criança não consegue falar? 
Eu já estive no seu lugar e sei como dói ver um pequeno querer se comunicar e travar! 
Sentimentos de culpa, proteção, dúvidas e até desespero passaram no meu coração, mas saiba que com muita tranquilidade e apoio podemos facilitar esse processo de desenvolvimento na comunicação infantil. Fonte

A menina que esquecia de levar a fala na escola: AQUI


Timidez: AQUI
Morte/superação: AQUI
Educação emocional: AQUI
Emoções: AQUI
Emburrado: AQUI




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terça-feira, janeiro 07, 2020

Galileu leu>Reflexão:Quais histórias escolhemos?> Tantos barulhos>Poemas> 07/01/2020


Galileu Leu
Lia Zatz
Sempre que Galileu lia para a professora, ela gritava: ERRADO, REPETE! Galileu já não sorria, nem lia, mas insistia. 
E ela novamente pedia: Lê, Galileu! 
Galileu estremecia, mas nunca desistia. 
Ela dizia: ERRADO, REPETE! 
Nas férias a professora voltou muito mudada. Por que será? O que ela descobriu?

Atividades sugeridas
Pedir comentários sobre o medo de falar ou ler em público.
Conversar sobre: A inibição diante de um grupo conhecido; Qual o tipo de leitura mais adequado para a turma?; Ler em voz alta? E por que não?; A leitura e a vida diária das pessoas; O papel do professor no combate à inibição da turma.
Produção de texto: "A história mais interessante que eu li".

Considerações para os professores: ( Galileu e a professora....Bom refletir)
“O professor de literatura trata inevitavelmente das experiências dos seres humanos em suas diversas relações pessoais e sociais.” 
“O ensino da literatura envolve inevitavelmente o reforço consciente ou inconsciente de atitudes éticas.”
A seleção “implica um conhecimento não só da literatura como também dos alunos”. “Uma dieta literária padrão, prescrita para todos, nega a realidade da situação escolar.”
Na nossa sociedade heterogênea é preciso contar com uma gama ampla de materiais literários.
“Para ter impacto uma obra não tem por que tratar de circunstâncias explicitamente similares à situação do leitor.”

Conversas sobre leituras

Criar uma relação entre professor e aluno que permita aos alunos responder íntima e espontaneamente à literatura. “O que o aluno leva para a leitura é tão importante quanto o próprio texto.”

Capacitar o aluno para falar do texto sem restrições artificiais e para responder com suas próprias palavras.

Iniciar um processo por meio do qual o aluno possa aclarar e ampliar sua resposta à obra.

“O primeiro problema que enfrenta o professor é a criação de uma situação favorável à experiência da literatura.” 

Vejam sobre AQUI Página 33      AQUI  ( Para nos avaliarmos)

"Que todos nós profissionais da educação possamos compreender às necessidades de nossos alunos e principalmente entender o que realmente faz sentido para eles."

Resultado de imagem para livro tantos barulhos
Caio Riter

Os poemas deste livro exploram sons, barulhos e ruídos do cotidiano. Indicado para leitores iniciantes, os versos estimulam a exploração dos versos rimados e a leitura compartilhada ou em voz alta. As ilustrações, feitas com lápis e aquarela, trazem cores leves e traços delicados. Os versos são compostos em um rico projeto gráfico que ressalta a sonoridade e intensidade das palavras.
Um livro para:
  • explorar os sons cotidianos;
  • reconhecer a sonoridade das palavras por meio de poemas;
  • incentivar a leitura compartilhada e em voz alta.
Sobre a obra+Atividades
Mediações possíveis/Página 44



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terça-feira, maio 28, 2019

Furos tapado de muitos papos furados>Entre cigarras e formigas>Pedalando pelas fábulas>28/05/2019



Autor: Jonas Ribeiro
Ilustrador: Hugo Ribeiro de Almeida

Josefina e Everaldo são duas formigas que estão apaixonadas uma pela outra. Ficam batendo papo-furado por anos e anos.O livro ressalta a importância do trabalho coletivo, do trabalho individual e do ócio, a capacidade de largar tudo e ficar sem fazer nada, só batendo papo-furado. 
Proposta de trabalho
Temas abordados: organização social, trabalho, respeito às diferenças.

Autora: Cláudia Miranda
Ilustradora: Tati Rivoire
Íris é uma formiguinha que ainda está no berçário, onde ouve muitas histórias, inclusive aquela da Cigarra e da Formiga. Com isso, sua cabecinha voa muito e quando ela está pronta para partir para o trabalho de procurar alimento, faz trapalhadas uma atrás da outra. Será que a líder, dona Cesarina, vai deixá-la nessa função por muito tempo? 
Proposta de atividades

Releitura a cigarra e a formiga
Gêneros textuais – fábulas – Leitura e escrita
– Linhas, formas, cores, medidas, composição, sobreposição, harmonia, textura e planos.
Técnicas trabalhadas  – Pintura chapiscada, origami, recorte e colagem.


Autora: Dad Squarisi
Ilustrador: Hugo Ribeiro de Almeida

 
Há muitos e muitos anos, os bichos falavam. Lobos, cordeiros, leões, girafas, raposas, galinhas, ratos conversavam como nós. Como nós, eram sabidos pra chuchu. Como nós, também, alguns eram bons. Outros eram maus. Muitos eram mais ou menos.
O bate-papo deles era tão interessante que virou historinhas. São as fábulas. No enredo, só os animais têm vez. Eles viajam, estudam, trabalham, riem, choram, cuidam dos filhos, fazem negócios, passam os outros pra trás. Enfim, são bichos que parecem gente. 
Temas abordados: história oral, gêneros literários, pluralidade cultural, valores universais. 
 Proposta de trabalho




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segunda-feira, maio 13, 2019

Ui! Que vergonha!>Timidez>Atividade de interação>A timidez não é um problema>13/05/2019

Ui! Que Vergonha!
Graciela Repun
Em sua casa Juliano faz ginástica, corre o tempo todo, sobe e desce e fala sem parar. Não para! Mas quando chega à escola, fica quieto ou se esconde atrás da professora e não abre a boca pra falar.. Com as outras pessoas, não cumprimenta e nem dá um beijo... Todos acham o menino antipático. Mas não é nada disso. Juliano sente muita vergonha. E são muitas as crianças que sentem a mesma coisa. O que Juliano e seus amiguinhos farão para superar a mudez e o rosto vermelho que a vergonha traz?
O livro é lindo, cheio de expressões e super colorido, a história é simples com a intenção de ajudar a criança a mandar a vergonha embora. Leio quase todas as noites para a Lara e como ela gosta de participar das leituras, aproveitamos pra bater papo sobre o assunto. Saio um pouco da história e pergunto o que a faz sentir vergonha, o que a gente faz pra vergonha passar, enfim dá pra abordar o tema de uma forma bem interessante, fazendo a criança contar o que sente. Claro que nem sempre ela sabe expressar, mas não tem problema o legal é o vínculo e a confiança que a gente constrói com essa conversa.Fonte
Trabalhando a timidez na sala de aula
A timidez pode ser um desses problemas em que sua gravidade muitas vezes é melhor detectada no ambiente escolar, e é mais comum do que se imagina!
A criança tímida :  É insegura e tem baixa autoestima; 
Fica isolada do resto da turma;
Não tem amigos (ou tem poucos);
Não participa das atividades;
Não interage com os colegas;
Não se expõe;
Observa mais do que fala.
O que o professor deve fazer e não fazer
Atividade de interação

+ dicas para interagir
AQUI

A Timidez Não É um Problema - Como Transformar a Introversão em Algo Positivo

Algumas crianças são naturalmente expansivas e extrovertidas, enquanto outras encontram mais dificuldades para interagir no ambiente social. 
A passagem da timidez para uma convivência confortável e confiante junto a outras pessoas pode ser lenta e difícil, mas há técnicas que facilitam esse processo.
 Deixe que os elfos ajudem você e seu filho a superarem essa situação por vezes complicada. 
Vocês dois podem aplicar as dicas que este livro apresenta e traçar, para seu filho, um caminho que o faça se sentir mais à vontade. Lembretes que promovam a auto-estima e as qualidades criativas de seu filho ou filha ajudarão vocês a perceber que a timidez não é um problema!




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sábado, fevereiro 11, 2012

A menina que esquecia de levar a fala na escola>Estímulos sensíveis> Mutismo seletivo>11/02/12

A menina que esquecia de levar a fala para a escola
Autor: Marciano Vasques
Ilustrações: Família Jotah

O autor promove um encontro entre a escola e uma menina tímida, que precisa falar para se relacionar adequadamente com o mundo em que vive.
Nossa personagem pouco fazia uso desse recurso...
Como será que ela vivia em todos os seus momentos?
Assunto: comunicação oral e construção da identidade infantil.
Interdisciplinaridade: Identidade e Autonomia, Corpo e Movimento, Psicologia, Estudos
Sociais e Sociologia, Ciências da Natureza e Língua Portuguesa e Literatura.
Transversalidade: saúde emocional, ética, cidadania, pluralidade cultural e meio ambiente.
Propostas: realização de pesquisa sobre as falas de diversos animais; confecção de máscaras com papel machê; criação de um novo final para a história.
Indicações:
- Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental.
Ouvindo: AQUIAQUI
Varal de Histórias: AQUI
PDF: AQUI
Mutismo seletivo: 
O mutismo seletivo é um transtorno psicológico que dificulta a fala em determinadas situações sociaisÉ caracterizado por uma incapacidade de se expressar verbalmente em ambientes públicos, como a escola, mesmo que a criança tenha um desenvolvimento normal da linguagem.
Timidez: AQUI

Sugestão do linguagem:
Interdisciplinaridade

"A menina sonhou que recolia um montão de barulho no caminho: gente martelando, barulho de metrô, mãe nervosa, professora gritando, gente berrando, carro buzinando, música no último volume( barulhos que ela conhecia bem)."

Fazer um questionamento sobre estes barulhos; se são saudáveis; prejudiciais aos ouvidos; aproveitar aulas de audição( ciências),por exemplo.

Sobre timidez da menina: questionar na classe.Fazer comentários sobre autoestima.

Completando: mostre a história  abaixo e faça comparações com seus alunos , dos sonhos da centopéia e da menina.
Diferenças e semelhanças.

Literatura Infantil: A centopeia que sonhava

O que o aluno poderá aprender com esta aula
Desenvolver sentimentos de amizade, bondade, solidariedade.
Incentivar a prática de leitura de livros de literatura infantil.
Desenvolver a coordenação motora fina, através de atividades de colagem.
Duração das atividades
2 aulas de 45 minutos (aproximadamente)
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Estar inserido no processo de alfabetização e letramento. Estratégias e recursos da aula

Momento 1
Brincadeira: Caminhando como a centopéia.
De preferência no pátio da escola, formar várias filas com 4 ou 5 alunos cada.
 Comentar que cada aluno da fila deve segurar na cintura do colega da frente sendo o primeiro que conduzirá os demais.
Ao sinal do professor eles devem realizar os movimentos das pernas todos juntos, de acordo com o comando.
Exemplo: andando depressa, bem devagar, dando pulinhos...
O grupo que realizar a atividade com maior desenvoltura e sem se soltar de seus companheiros, vence a brincadeira.
Pode ser feito também uma disputa entre as filas para ver quem chega primeiro.
Após a atividade deixar que verbalizem como se sentiram tendo de coordenar vários passos juntos. Após os comentários ressaltar que o personagem da história que irão ouvir caminha com inúmeras pernas de forma harmoniosa.
Quem adivinha quem é?
Ouvir sugestões e, caso não consigam adivinhar, a professora apresentará a capa do livro com a personagem centopéia.

Momento 2   O mesmo pode ser feito com o livro da Menina...
A professora apresentará o livro para as crianças: “A centopéia que sonhava”.
Explorar a capa, autor.
Perguntar como é essa centopéia, como ela está se sentindo, com o que será que ela sonha?
Após a apresentação do livro a professora poderá ler o livro para as crianças ou colocar o áudio da história para ouvirem.

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Disponível para ouvir em:

A centopéia que sonhava

Lá ia a centopéia pensando com seus botões.
“Mas que vontade de voar”, pensou, ao ver a andorinha lá no alto.
“Mas que vontade de nadar”, pensou ela, quando viu o peixinho vermelho fazer maravilhas dentro da água. “E cantar como o curió, que dobra suas notas que é uma beleza!”
“É, mas centopéia não voa, não nada e nem canta”, concluiu com tristeza. “Tenho que me conformar e ficar andando com minhas cem perninhas e ainda achar bom”.
Aí ouviu uma vozinha que chegava do alto de uma árvore. Era a andorinha que lhe disse:
– Dona Centopéia, estou vendo que a senhora tem vontade de voar.
– É verdade — respondeu –, mas não posso, não tenho asas, só tenho perninhas, que servem para andar mas não para voar.
– Mas a senhora pode voar comigo, nas minhas costas!
– Será mesmo que posso realizar esse sonho, ir lá em cima, nas nuvens, ver tudo do alto?
– É claro que pode, venha!
Mais que depressa a centopéia subiu nas costas da andorinha, que saiu voando. E m poucos instantes j á estava lá no alto. Era uma  maravilha ver tudo ficar pequeno ali embaixo. Como o mundo era grande lá de cima, e bonito, azul, e que ventinho gostoso ela sentia. Nem teve medo, de tão animada que estava com a experiência.
“Devo ser a primeira centopéia do mundo a voar”, pensou ela com suas perninhas.
– Vamos descer, dona Andorinha, é emoção demais. E desceram.
– Quando quiser voar de novo é só falar — disse a andorinha, e sumiu no céu como um raio.
“Voar foi possível”, pensou a centopéia. “Mas nadar não tem jeito, aí só sendo peixe mesmo.” Ela, então, ouviu outra vozinha que vinha da água.
– Ei, dona Centopéia, a senhora tem vontade de nadar? Ir lá no fundo e descobrir um outro mundo colorido?
– Mas como, seu Peixinho? Será possível? Não vou morrer afogada?
– Não — disse o peixinho –, a senhora sobe nas minhas costas, se agarra direitinho e prende a respiração por uns minutos. Boca fechada e olhos bem a bertos. Vai dar certo. — E deu mesmo.
A centopéia subiu nas costas do p eixinho, prendeu a res piração e… foi ou tra maravilha! Como e ra bonita a água azul, limpa, cheia de outros peixinhos coloridos.
A centopéia levou um susto enorme quando apareceu um peixão.
“E se ele pensar que sou uma minhoca?” Mas não pensou. Nadar era uma maravilha. A vida debaixo da água é outra coisa. Mas só para quem consegue prender a respiração por bastante tempo, e ela já estava aflita para subir. E subiram.
– Obrigada, seu Peixinho, foi uma beleza!
– Obrigada, seu Peixinho, foi uma beleza!
– Quando quiser nadar de novo é só falar — disse o peixinho.
Mas tenho outra surpresa para a senhora.
O peixinho pegou uma conchinha, amarrou num barbante fino e disse:
– Suba, dona Centopéia, vamos correr por cima da água! — E saiu nadando, puxando a centopéia a uma velocidade incrível. Foi o máximo!
É, a coisa estava ficando boa. Ela, uma simples centopéia, já havia voado e nadado, e não tinha asas nem era peixe!
Mas cantar como o curió, isso sim que não podia nem deveria haver jeito. Não tinha voz, não sabia produzir uma melodia. Mas de novo a centopéia ouviu uma voz, que desta vez vinha lá do alto de uma laranjeira. Era o curió, que dizia:
– Olha, dona Centopéia, cantar a gente aprende. Tem gente que sabe educar a voz e canta que é uma beleza. Mas eu tenho uma coisa melhor que cantar: é tocar uma flautinha.
– Como pode ser isso, seu Curió?
– Eu faço uma flauta de bambu bem feitinha, ensino as notas para a senhora e aí podemos tocar e cantar juntos.
– Essa eu nem acredito.
– Mas vai acreditar.
E o curió fez uma flautinha com um som muito doce e bonito. A centopéia ficou tão entusiasmada com as a ulas que aprendeu lo go. Ela tocava bonito, e todos os bichos da floresta iam ouvir a centopéia flautista.
A centopéia agora tinha um último desejo: pular de galho em galho lá no alto das árvores da floresta. Mas como, se não conseguia nem dar uns saltinhos aqui na terra? Foi quando chegou o macaco, com um riso bem esperto nos lábios.
– Se a senhora quiser saltar, é só subir aqui nas minhas costas e se segurar bem.
– Claro que quero! Vai ser muito divertido ir saltando por aí de galho em galho!
E foi uma algazarra. O macaco pulando, gritando e rindo, com a
centopéia agarradinha nas suas costas. Parecia um circo, o macaco era
mestre no salto.
A noite foi chegando e a centopéia estava muito feliz com todas as
aventuras daquele dia. De repente se deu conta do que havia acontecido:
ela não sabia que tinha tantos amigos na floresta e que tudo o que ela
não conseguia fazer sozinha ela podia fazer com a ajuda dos outros
bichos. Podia voar sem ser pássaro, nadar sem ser peixe, cantar sem ter
voz e pular sem ter pernas e br aços de macaco.
– Quem tem esses amigos pode tudo — concluiu ela. — Juntos vamos
muito longe!


Momento 3
Fazer uma interpretação oral com as crianças.
A professora deverá ouvir as falas dos alunos certificando se, de fato, entenderam o objetivo da mensagem do livro.
 Enfatizar que é muito importante ter amigos, que ninguém pode viver sozinho e que sempre precisamos de alguém para nos ajudar.
Perguntar quais eram os personagens dessa história, como cada um ajudou a centopéia.
Distribuir a folha xerocada abaixo para cada criança e pedir que recontem a história produzindo um pequeno texto, contando o que cada personagem fez com a centopéia.
Após a escrita podem fazer o desenho de cada personagem no espaço adequado


Momento 4
Novamente mostrar a capa do livro e perguntar com qual forma geométrica o corpo da centopéia é formado ou se parece.
Distribuir uma folha de papel ofício A4 para cada criança e pedir que copiem do quadro o título do livro: LIVRO: A CENTOPÉIA QUE SONHAVA
Distribuir círculos para que as crianças montem na folha uma centopéia.
Essa centopéia pode ser enfeitada com colagem de bolinhas de papel ou paetês.
Essa atividade pode compor um painel na sala de aula.

Avaliação
Avaliar a capacidade de se envolver com outros colegas em atividades de grupo.
Através do momento três a professora deve estar atenta se a mensagem do livro foi bem compreendida pelos alunos.
Analisar a coerência, coesão e evolução da escrita do aluno ao reproduzir a história, bem como suas dificuldades ortográficas.
Analisar a coordenação motorados alunos durante a atividade de colagem.

 


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