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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
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afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
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Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
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Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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sábado, julho 10, 2010

Folclore - Danças do Povo - 10/07/10



Nossa Dança,Nosso Povo!
No Brasil, a dança está diretamente ligada à história da nossa gente, pois representa nossas raízes: a mistura do índio, do negro e do europeu. Desses três povos, herdamos os costumes, as tradições e a cultura. São riquezas transmitidas de geração a geração e que não podemos deixar morrer.
Na formação das danças brasileiras, os negros têm grande importância. Eles trouxeram uma ginga que os portugueses não tinham.
Assim como os índios, os africanos dançavam descalços. Para eles, a dança tinha um significado religioso e mágico. Apesar das tentativas dos senhores de acabar com esse costume, eles o mantiveram, e assim conseguiram também espantar seus sofrimentos e humilhações como escravos.
Aos poucos, a casa grande foi sendo contagiada pela tradição africana e surgiram as festas religiosas, que deram origem a várias danças. E, como não podia deixar de ser, muitos instrumentos indígenas eram usados como acompanhamento. Afinal, não há dança sem música!
Esse conjunto de costumes e tradições de um povo é chamado de folclore. E a dança folclórica é um dos mais ricos representantes da nossa cultura. Em cada estado do Brasil, ela recebeu influências das origens de pessoas que ali viveram e ensinaram um pouco da sua arte.
Agora, prepare-se: vamos dançar até o sol raiar! Com o baião, balaio, bumba-meu-boi, capoeira, carnaval, cateretê, frevo, maracatu, quadrilha e samba!
                                            Baião...

O baião é uma dança que surgiu no Nordeste brasileiro, mas não se chega a um acordo sobre sua origem: uns dizem que é africana, outros, que é espanhola. Só se tem certeza de uma coisa: ficou conhecida e é apreciada no Brasil inteiro.
Seu ritmo, marcante e contagioso, mexe com o povo nordestino há um século. Mas foi por causa de Luiz Gonzaga, chamado "o rei do baião", que música e dança percorreram o nosso país e até atravessaram fronteiras, chegando à Europa e aos Estados Unidos.
Os passos da dança são feitos de cruzamento de pernas, giros, trejeitos e muito molejo. O som fica por conta da sanfona, do pandeiro, da viola, entre outros instrumentos.
Balaio...
Também chamada de bambaquerê, o balaio é uma espécie de quadrilha bastante popular no Rio Grande do Sul.
Alguns estudiosos dizem que veio dos Açores, um conjunto de ilhas de domínio português. Outros dizem que é africana, pois também é conhecida em regiões do Nordeste até Mato Grosso.
O nome balaio está ligado ao formato das saias rodadas das mulheres - quando giram e abaixam, fazem uma coreografia que lembra a figura de um balaio.
Geralmente é dançado em dois círculos: as mulheres ficam no centro e os homens, do lado de fora. Em alguns momentos dançam juntos, em outros separados. Há também sapateados e todos cantam.
Bumba -meu- boi...
É uma das danças mais populares do Brasil, e pode ser vista em vários estados: Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, entre outros. Dependendo da região, pode mudar de nome: boi-surubi, boi-bumbá, boi-melão, boi-de-mamão, etc.
Em cada região, o tema pode variar, mas o enredo é basicamente o mesmo: o negro escravo Pai Francisco mata o boi do patrão para satisfazer sua mulher grávida, Catirina, que está com desejo de comer língua de boi. Como o amo fica furioso, ele tenta ressuscitar o boi para escapar do castigo. O boi então volta à vida e todos comemoram gritando: bumba-meu-boi!
Vários personagens atuam na encenação, cantando e dançando. Geralmente, os instrumentos que acompanham são: violão, sanfona e rabeca.
Capoeira...
A capoeira, uma dança fascinante e ao mesmo tempo uma luta mágica, é praticada em todo o país de um jeito alegre e contagiante. Surgiu na Bahia, no período da escravidão.
As condições em que viviam os negros durante a escravidão eram desumanas. Tentar manter a dignidade e suas tradições era a única coisa que restava a eles. Para enganar os senhores, os escravos continuavam praticando suas crenças disfarçadas de cantigas e danças. Dos gestos que faziam nesses rituais, surgiu a capoeira.
Os movimentos da dança também eram usados pelos escravos como defesa, pois, como não tinham armas, utilizavam o próprio corpo contra os inimigos.
Ainda bem que tudo isso acabou e hoje podemos ver rodas de capoeira em todos os lugares: ruas, praças, academias, parques e praias. Sempre acompanhadas de muita ginga, cantos, palmas e do som envolvente do berimbau.
Carnaval...
Não podemos dizer que o carnaval seja uma dança, mas sim uma festa. Uma festa em que o país inteiro, pessoas de todas as idades e classes sociais se unem numa só alegria para fazer o quê? Dançar. Por isso não podíamos deixar de falar dessa mania brasileira.
O carnaval começou no Brasil na segunda metade do século 18, e veio para substituir uma festa popular meio esquisita trazida pelos portugueses: o entrudo. Os foliões comemoravam jogando água, farinha e ovos uns nos outros. Essa festa foi proibida e então começaram as passeatas nas ruas, organizadas pelas pessoas ricas do Rio de Janeiro.
Em 1877, o carnaval já tinha caído nas graças do povo. Nessa época havia bailes a fantasia, as ruas eram enfeitadas, grupos se divertiam mascarados. Antes de surgirem as escolas de samba cariocas, os blocos saíam fantasiados pelas ruas, dançando e tocando.
Hoje, existem escolas de samba no mundo inteiro - até no Japão! Na Finlândia, há até uma Associação de Escolas de Samba: a grande campeã é a Império do Papagaio, que tem 250 membros e três primeiros lugares no desfile de lá.
Cateretê...
O cateretê é uma dança rural muito antiga, conhecida em vários estados: Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe, entre outros. Recebe vários nomes: catira, xiba ou chiba, dependendo da região.
Alguns estudos mostram que o cateretê é de origem indígena e de caráter religioso, e foi aproveitado pelo padre José de Anchieta na catequese dos índios. O padre, bem esperto, traduziu para o tupi alguns textos católicos para que os índios cantassem enquanto dançavam.
A dança varia em cada região, mas geralmente é assim: em duas fileiras, acompanhada por palmas e sapateados no ritmo da música, formando um bonito conjunto. As melodias são cantadas pelos violeiros. Em alguns estados, apenas os homens fazem a coreografia. Quem disse que não pode dançar homem com homem?
Frevo...
"E o frevo o que é? Pernambucano, oi, oi, oi, oi..." Quem nunca ouviu esse trechinho de uma das músicas mais tocadas no carnaval de todo o Brasil? Ninguém tem dúvida de que o frevo vem de Pernambuco.
É dançado nas ruas e salões, e seu nome varia de acordo com os instrumentos que embalam a música: frevo-coqueiro, frevo-de-encontro, frevo-ventania. Apesar de ter coreografia individual, é uma dança que, pelo seu ritmo agitado, frenético, contagia multidões, não deixando ninguém de fora, como se fosse uma corrente elétrica.
Os bailarinos, chamados de passistas, improvisam os passos em ritmo alucinante e levam nas mãos um pequeno guarda-chuva colorido, que acompanha o tom de suas roupas.
Maracatu...
O maracatu é uma dança com raízes religiosas e históricas muito popular em Pernambuco, e que apresenta variações de tipos e nomes: maracatu de baque virado, maracatu nação, maracatu rural, maracatu de orquestra, entre outros.
Os personagens são nobres soberanos - como reis negros e brancos, rainhas e embaixadores - vestidos luxuosamente e acompanhados de toda a corte. Em alguns maracatus, há ainda a presença de baianas, meninos, índios, escravos e também de bonecos.
O grupo desfila pelas ruas e em certos momentos há imitações de duelos. Os músicos participam do bloco tocando principalmente instrumentos de percussão. Imagine que espetáculo maravilhoso! Quem quiser ver, é só ir prestigiar o carnaval de Pernambuco.
Quadrilha...
Quadrilha é dança de caipira, certo? Hoje em dia pode ser, mas antigamente não era assim, não. Surgiu na Inglaterra, e, quando foi levada a Paris, no século 18, tornou-se a dança preferida pela sociedade da época, iniciando os bailes da corte de toda a Europa.
Foi trazida ao Brasil pelos portugueses no período da Regência (1831-1840) e era dançada nos salões da nobreza. Logo caiu nas graças do povo, que a adaptou e incluiu elementos de sua cultura.
Com o tempo, passou a ser mais praticada pelas pessoas que viviam nos campos e era dançada em homenagem aos santos juninos: Santo Antônio, São João e São Pedro. Nessas ocasiões, o homem do campo agradecia a boa colheita aos santos.
Os passos da quadrilha variam muito de região para região, assim como os nomes que ela recebe: quadrilha caipira, sarauê, baile sifilito, mana-chica ou mana-joana, dependendo do estado de onde vem. São eles: São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, entre outros.
A sanfona é o instrumento que não pode faltar na quadrilha, não é mesmo, compadre?
Samba...
O samba pede passagem e toma conta de todo o Brasil. Afinal, "quem não gosta de samba, bom sujeito não é/ É ruim da cabeça ou doente do pé..." como já diz uma das músicas mais populares que tem o samba como tema.
Há várias explicações para a formação desta dança que, como era de se imaginar, vem da África. Uma delas diz que sua origem está na palavra semba, que significa umbigada. E a dança era assim no início: um bailarino ficava no centro da roda dançando sozinho, então chamava outra pessoa para substituí-lo batendo nela com o umbigo.
Com o tempo, o samba foi se modificando e sofrendo alterações, e em cada estado do Brasil tem uma cara diferente, mas está sempre acompanhado principalmente pelo violão, pandeiro e surdo, entre outros instrumentos.
Quando o samba foi levado ao Rio de Janeiro pelos baianos, no início do século 20, encontrou um parceiro que foi feito sob medida para ele: o carnaval. Essa dupla incendeia as ruas e salões do Brasil inteiro e ficou conhecida pelos quatro cantos do mundo.
Agora que você já conhece todas as danças, de norte a sul do país, o que está fazendo aí parado? Vamos chacoalhar o esqueleto! Comece brincando com os instrumentos do samba no MixKids!
Fonte:http://www.canalkids.com.br/arte/danca/povo.htm
 


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