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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sábado, janeiro 24, 2026

Vovôs e vovós da floresta>Fauna/Afeto/Ludicidade>Estímulos poéticos encantadores>24/01/2026

 
Lalau/Laurabeatriz

Os vovôs e vovós da floresta precisam de ajuda — e os animais mais jovens estão prontos para oferecer carinho, atenção e amizade. Em Vovôs e vovós da floresta, o poeta Lalau cria versos sensíveis e rimados que abordam com leveza temas como velhice, empatia, solidariedade e convivência entre gerações. Cada poema apresenta um vovô ou uma vovó animal com alguma dificuldade — seja no corpo, na memória ou na audição — e mostra como o cuidado e a ternura podem fazer toda a diferença.

 As ilustrações vibrantes de Laurabeatriz acompanham e enriquecem os poemas nesta obra de literatura infantil, criando cenas lúdicas e afetuosas que encantam leitores de todas as idades.

 A linguagem acessível e musical convida à leitura em voz alta e favorece o vínculo entre adultos e crianças — ideal para ser lido em família ou em sala de aula.

 Com 32 páginas, o livro é indicado para crianças a partir de 0 anos e traz uma poderosa mensagem: respeitar e cuidar dos mais velhos também é uma forma de amar. 

Um livro que ensina valores essenciais desde cedo, com delicadeza, humor e muito afeto. Fonte

Algumas perguntas e respostas sobre esta obra: AQUI
Algumas páginas da obra: AQUIAQUI

Vovôs e vovós da floresta é um livro de poesia que apresenta de maneira lúdica e cuidadosa o tema da velhice. Mais uma vez, a dupla de autores Lalau e Laurabeatriz tira sua inspiração da fauna brasileira — em uma floresta — para narrar a importância de cuidar daqueles que um dia já foram cuidadores. 
É o vovô uirapuru que já não canta mais sem sentir dor de garganta; é a vovó capivara que já não escuta quase nada; o vovô jacaré que perdeu todos os dentes e ficou banguela. 
São vovós e vovôs que já viveram bastante e acumularam experiência, mas o corpo, cansado, já não consegue mais fazer tanta coisa. AQUI

Idosos: AQUI
Lalau/Laurabeatriz: AQUI
Fauna: AQUI



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domingo, março 10, 2024

Na vilinha das velhinhas>Um é pouco?>Conceitos matemáticos>Comparação de quantidades> 10/03/2024

 

Adson Vasconcelos/Carlos Caminha

A Vila Alegria é formada por um conjunto de casinhas coloridas, habitadas por velhinhas dinâmicas, alegres e traquinas que plantam, criam animais, andam de patinete, ensaiam teatro, brincam com pintura e fazem festas muito animadas.

Concebida sob a forma de parlenda, com versos rimados e sonoros, a divertida história deste livro ajuda o pré-leitor ou o leitor iniciante a conhecer, identificar e memorizar os números de 0 a 10 e também a construir a ideia de quantificação, ao associar o número que identifica cada casa da vila à quantidade de velhinhas que nela mora. 

 Leitor iniciante: Leitura em que há muitas novidades e estímulos. 
Neste momento, é importante incentivar a sensibilidade estética (sonoridade, silabação, rimas, musicalidade, jogos de linguagem, etc.), o pensamento lógico, a socialização e os valores éticos que nortearão a vida. 
Os enredos devem enriquecer a imaginação, a curiosidade e desafiar a inteligência. 
O senso de humor é muito bem-vindo e as ilustrações ainda são elementos importantes no processo de entendimento textual
TCTs: cidadania e civismo (processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso; vida familiar e social); multiculturalismo (diversidade cultural).  
Tópicos para orientação do professor: brincadeiras; envelhecer; geometria; jogos de linguagem; humor; idosos; inclusão social; matemática; números; percepção corporal; relações sociais; respeito. Editora Sowilo: AQUI 
A história:
São casinhas muito fofas, frases ritmadas bem humoradas. As velhinhas são muito dinâmicas: Uma vende doce de abóbora, outras queijo e doce de leite, biscoitos, ovos. Tem até velhinha consertando patinete, organizam festas e por aí afora.

Carmem L.Campos/Tatiana Paiva


No livro infantil “Um é pouco?”, de Carmen Lucia Campos, a autora coloca o leitor em diferentes situações, usando o ditado popular para mostrar que as respostas nem sempre precisam ser iguais.

Cheio de alusões que passeiam por questões do dia a dia das crianças, como: amizade, férias, tristeza, carinho e doces, a obra conta com as belas ilustrações de Tatiana Paiva, que fazem o pequeno leitor mergulhar num universo colorido e rico em detalhes.

O que pode ser pouco? E o que pode ser muito? Para os amantes de doces e guloseimas, por exemplo, um brigadeiro só é pouco, mas três bolos inteiros já é demais! Mas, e se trocarmos a temática? Um amigo só é pouco, mas ter três amigos inseparáveis nunca será demais!

Ouvindo: AQUI

Neste vídeo os conceitos muito e pouco são apresentados em forma de história: AQUI

Um vídeo que ajuda a criança a visualizar as quantidades e fazer comparação.: AQUI
Portal do professor:
Comparação de quantidades: AQUI , AQUI, Nova escola: AQUI
Identificando numerais: AQUI
Medidas convencionais ou não: AQUI
Atividades lúdicas/numerais/quantidades: AQUI, AQUI
Cantando: AQUI

Ouvindo: Pouco pouco muito muito/Mary França e Eliardo França:
Os Pingos encontram um gatinho que está sozinho e entram numa aventura em busca da sua família. Traz conceitos matemáticos e o nome de vários animais. AQUI

No Linguagem
Conceitos matemáticos: AQUI
Numerais: AQUI
Medidas e grandezas: AQUI
Expressões populares: AQUI
Parlendas: AQUI



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terça-feira, junho 27, 2017

O retrato>Álbum de família>Estímulos literários,artístico e visuais>Dia dos avós>27/06/2017

Será que ninguém quer tirar retrato? 
Ou a turma está reservando uma bela surpresa para o gato?

Ouvindo a história
Aula: O retrato da bisavó ( terceira idade)
Poema de Elias José: AQUI

Aula: Autorretrato

Turma da Mônica
Álbum de fotografia
Provas comprometedoras
Álbum de família
A bela relação entre avós e netos permite resgatar o passado e ter esperança no futuro. 
É o que vive Manuela, protagonista do livro. No convívio com os avós, que se mudam para sua casa, ela descobre um novo mundo nas histórias, fotografias e músicas revividas por eles.

Resultado de imagem para livro album de familia lino de albergaria atividades
Lino de Albergaria
Muito tempo atrás, no Rio de Janeiro, havia bondes circulando pela cidade.
 E as mulheres colocavam chapéu quando saíam na rua.
 Na roça, as pessoas costumavam sentar na varanda e ficar ouvindo histórias até de madrugada... Pelo menos é isso que o bisavô e a bisavó da Manuela contam. 
E aí dá uma vontade de brincar de antigamente!
Proposta de trabalho
Quintal da cultura
Sobre a obra

De volta ao passado
Sugestão de atividade
dia dos avós







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domingo, junho 18, 2017

Charalina>Estímulos singelos e folclóricos+Canções populares>Estratégia de leitura>18/06/2017


Nelson Albissú

Charalina é uma história de sentimentos, pois fala de afeição, afeto, amizade, entusiasmo, alegria, reconhecimento, amor e também de tristeza, desapontamento, solidão, sofrimento, preocupação, apreensão, solidariedade, transformações, surpresas...
Depois de tanto trabalhar, Charalina, a chaleira de Dona Josefina, apareceu com um buraquinho no fundo, por onde vasava água. 
Foi então jogada no quintal. Mas, por ação da natureza, se transforma em um lindo vaso florido.

Ouvindo: AQUIAQUI

Atividades
Professora Amanda Dantas/Trilha de leitura: Estratégias
Objetivo: Refletir sobre a importância de não julgar o outro e aceitar as diferenças.


Charalina é uma chaleira muito trabalhadeira. Passa o dia no fogão fervendo água para o chá, o café, o arroz. Mas um dia aparece um buraquinho e a esforçada Charalina é dispensada e jogada no quintal. Lá ela descobre uma nova vida fora da cozinha e a natureza lhe acolhe de uma forma inesperada.
  Esta simpática obra do autor Nelson Albissu, ilustrada por Osvaldo Sequetin, foi a escolhida para a contação de história realizada na biblioteca esta semana.

Cantigas

Cantigas do nosso folclore como Cai, cai balão, Terezinha de Jesus, Escravos de Jó, todas com pautas musicais. 
A proposta do autor é não deixar morrer canções ensinadas por nossos avós, especialmente porque enfrentam agora a TV, internet, etc.

Livro+ canções +sugestões para danças




A importância da reciclagem
- Conscientizar os alunos sobre a importância do reaproveitamento
 de materiais recicláveis para a preservação do meio ambiente;
Aula
Uma simples história da chaleira ,que era tão útil e foi jogada no quintal como uma chaleira velha e inútil. Muita reflexão podemos tirar do lúdico não é mesmo?
Como respeitamos nossos idosos? Ou como os tratamos? Vovô e vovó...Um tema querido pelos pequenos...
Como reutilizar uma chaleira velha? Que destino damos ao lixo?
Nossa! Uma simples chaleira pode modificar a sua aula de literatura!

Resultado de imagem para chaleiras antigas decoradas




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sexta-feira, junho 02, 2017

A fruta misteriosa>Estímulos poéticos>Árvore+seu dia e afins>02/06/2017




Vejam tudo:
Projeto dia da árvore+ a fruta misteriosa+ atividades variadas

Lendo a história
Ouvindo a história
Fra,fre,fri,fro,fruta
Aula
Escrevendo com sabor

Desdobramento/Utilizando A fruta misteriosa
Transversalidade
O estatuto do idoso/Ciranda das gerações

Obs do Linguagem: Não consegui encontrar o autor da história. 
Seria Walkiria Garcia? Do Baú do professor?





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segunda-feira, dezembro 26, 2016

O sapato que miava>Rimas e risos>Matemática>Hora da história>26/12/2016

Sylvia Orthof
Tema abordado: Velhice, Amor e Animais de estimação
Você tem ou já teve um bichinho de estimação? Acho difícil alguém não ter tido um… nem que tenha sido meio emprestado de um amigo ou parente. Eu tive váaaarios, os meus e os “emprestados” rs. Eles fazem tanta graça… se enfiam em cada canto…
Dona Velha também tinha um bichinho de estimação: o gato Deodato.Gostavam de dormir. Ela embalada na cadeira de balanço e ele dentro do sapato da Dona Velha.
E o sapato era engraçado, era enoooooorme!
Ah… e eles também gostavam de passear… e que passeio!
Não corra o risco, como eu, de ler esta história em público!! O riso é certo e eu, particularmente, não consigo rir baixinho.
Esta é mais uma das histórias cheias de graça escrita por Sylvia Orthof.
As ilustrações são de Ivan Zigg.
Fonte
Livro
AQUI

Aula
Meu sapato de onde vem?
AQUI

Gato que pulava em sapato
AQUI

Atividades
AQUIAQUIAQUIAQUI
PDF: AQUIAQUI
Mais uma
A partir da socialização da história “O sapato que miava”, as crianças do Grupo 5C, da professora Adriana, fizeram uma pesquisa sobre o tamanho dos pés de cada uma, a partir da descoberta da numeração dos sapatos. Em seguida, construíram uma tabela contendo as numerações, estabelecendo comparações ao perceberem qual o maior pé, o menor, os iguais, etc.
Em outro momento, a partir dos dados colhidos sobre a numeração dos sapatos, foi construído um gráfico de medidas.
Essa atividade favoreceu aproximações com a linguagem matemática a partir da exploração de grandeza, medida, quantidade e agrupamento.
Neste vídeo, você encontrará estratégias para promover nos estudantes o gosto pela leitura e incentivar práticas de importantes habilidades de literacia a partir do trabalho proposto na obra “O sapato que miava”, disponível no Objeto 3 do PNLD 2023! AQUI
Proposta de trabalho: AQUI
O Sapato que Miava
Sylvia Orthof
Adaptação e música – Bia Bedran
Dona Velha tinha um gato
Era um gato bem gatinho
Era um gato riscadinho
Chamado Gato Deodao, miau,
Gatinho Deodato, miau, Gatinho Deodato.
Enquanto a velha dormia
O Gatinho Deodato
Entrava bem se mansinho
Dentro do velho sapato, miau,
do velho sapato, miau, do velho sapato.
E lá vai a velha pra feira
Cada passo é um miado
Pois o gato Deodato,
vai lá dentro do sapato, miau,
dentro do sapato, miau, dentro do sapato.
O cachorro no chinelo
E o gato no sapato
É a velha com seu velho
Eu juro foi assim de fato,
Miau, au, foi assim de fato
Ouvindo: AQUI
Atividade de matemática






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domingo, novembro 27, 2016

Up-altas aventuras>Estímulos audiovisuais>27/11/2016


Imagem relacionada

A animação da Disney/Pixar permite um estudo contextualizado de temas importantes para a formação social dos alunos, como sonhos e expectativas, respeito ao idoso e à diversidade cultural e preservação ambiental.

Em "Up: Altas Aventuras", o aposentado Carl Fredricksen vai mostrar que ainda é fã de muitas aventuras. Para cumprir a promessa que fez a sua falecida esposa, Ellie, ele será capaz de fazer sua própria casa levantar voo, rumo a uma floresta na América do Sul. O que ele não poderia imaginar é que ganhou uma companhia indesejável na viagem: Russel, um escoteiro de 8 anos. Juntos, eles vão iniciar uma grande aventura em um lugar desconhecido, onde vão encontrar figuras bem estranhas como um cachorro falante e um pássaro que não sabe voar.

Resultado de imagem

Aula
O aluno, por meio da exibição e da discussão de um filme, poderá identificar as diferentes formas de respeito e valorização da vida, em cada uma de suas etapas.
AQUI
Quiz
Atividades

5c
Vejam atividade
Sobre o filme
O filme começa mostrando a infância de Carl, um garoto que sonhava em ser um grande explorador e viver grandes aventuras, apesar de sua timidez. Certo dia, ele conhece Ellie, uma animada menina que compartilha das paixões dele. A amizade se torna uma bela história de amor que, infelizmente, não gerou filhos. Ellie morre e deixa Carl sozinho. Agora um vendedor de balões aposentado, ele vê a casa na qual conheceu e viveu com sua amada esposa sendo objeto de cobiça de grandes corporações.
Ameaçado de ser mandado para um asilo, ele resolve fugir dali com sua casa, amarrando centenas de balões a esta, com rumo às Cataratas do Paraíso, lugar onde o herói de infância dele e de sua esposa se aventurava e grande sonho da falecida Ellie. O que Carl não contava era com um pequeno clandestino a bordo, o jovem Russell, um prestativo, atrapalhado e rechonchudo escoteiro, ansioso para ajudar o bom velhinho. Os dois mal sabem os problemas e confusões que irão encontrar no caminho, que incluem um estranho pássaro e um cão "falante".
O grande segredo no roteiro de UP está na sua história que consegue ser comovente e ao mesmo tempo muito engraçada. Na sessão pude ouvir estrondosas gargalhadas dos adultos que assistiam o filme. Com personagens de personalidades muito bem trabalhadas, é impossível não rir só de olhar para a cara de bobão do cão falante ou do defeito na voz da coleira do cão vilão do filme.(...)
Atividades para 4ºano  :   AQUI
Reflexão:  AQUI





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quarta-feira, novembro 09, 2016

A menina e seus pontinhos>Reflexão>Sentimentos e Natal>Educação emocional>09/11/2016


Simara R.  Casadei Lisie de Lucca

A menina e seus pontinhos guarda, bem no fundo do coração, a história do pontinho da saudade que vai ajudar as crianças a lidarem com a perda de pessoas queridas de forma compreensiva. 
Numa linguagem suave e profunda, texto e ilustrações permitem que todos nós meditemos sobre nossa transitoriedade e o que podemos fazer de melhor nesta passagem pela terra. 
A descoberta dos sentimentos, alegrias e tristezas apresentada por meio de uma bela amizade entre a menina e um idoso. 
A autora propõe uma viagem ao próprio coração, em que identidade e memória caminham para a formação e o crescimento, anunciando valores para toda vida. Tudo isso embalado pela atmosfera do Natal, resgatando o sentido da verdadeira festa do amor.

Ouçam a história: AQUIAQUIAQUI + Atividades


Conta a história de uma menininha que tinha um problema: toda vez que olhava para  seu coração, apareciam pontinhos nele, cujo o significado ela não entendia.
Às vezes os pontinhos a deixavam triste, então ela achava que eles eram lágrimas.
Outras vezes os pontinhos a deixavam com medo e ela achava que era por serem escuros.
Quando ela ficava esquisita, sem sentir nada, achava que os pontinhos eram gelados.
Um dia a menininha encontrou um bom amigo, que percebeu que a menininha tinha algum problema.
E ela resolveu compartilhar suas dúvidas a respeito dos pontinhos e perguntou como ela poderia tirá-los do seu coração.
Então o seu sábio amigo a ensinou que tudo o que passamos na vida são pontinhos, são marcas de nossas pegadas que o coração guarda para nos ajudar a refletir, melhorar, vencer os medos, lembrar das vitórias, perdoar...
E disse que ela não deveria querer perder sua história, que por meio da nossa história percebemos quão humanos somos, o quanto a vida se renova ao nos oferecer oportunidades de caminhar rumo a novas experiências.
O amigo então aconselhou que ela em vez de pensar sobre os pontinhos, que procurasse sentí-los  e conversar com eles. E que ela deveria enfeitar o coração com os pontinhos da sua existência.
A menininha foi para casa sentindo os pontinhos, e eles começaram a conversar com ela, relembraram a história de vida da menina: histórias de medo e vitórias, histórias de amor, de encontros e desencontros.
A menininha descobriu que em cada pontinho-sentimento tinha uma grande lição!
Percebeu-se muito bonita e com um caminho cheio de histórias para guardar e contar!
E enfim sentiu-se imensamente feliz, pois descobriu que os seus pontinhos eram, na verdade, Pontinhos de Luz!!

Atividades: AQUIAQUI

O que a menininha não sabia é que seu amigo era uma pessoa cheia de sabedoria e lhe disse: "Tudo que passamos na vida são pontinhos na longa trilha da existência. São marcas de nossas pegadas que o coração guarda para nos ajudar a refletir, melhorar, vencer os medos, lembrar das vitórias, perdoar..."






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segunda-feira, junho 17, 2013

Bonita é assim que vovó me chama >Estímulos literários> Brincadeira instrucional > 17/06/13


INFÂNCIA E VELHICE NA LITERATURA INFANTIL


 O tema apresentando  chamado “Infância e Velhice atadas pela Literatura Infantil” 
Os contos, as histórias, a literatura refletem uma visão de mundo temporal, espacial e social, e assim podemos verificar diversas formas de descrição da velhice e da infância, e de suas relações ao longo do tempo.
A autora do texto citado identifica as diferentes representações do velho constantes na literatura infantil, em quatro grupos principais:
· Sozinho e companheiro de molecagens;
· Sábio e contador de histórias;
· Registro e perda de memória;
· Bruxos e misteriosos.

Através da literatura infantil a criança entra em contato com o conceito de velhice e os processos de envelhecimento, que contemplam em si processos de perda e aquisições vinculados ao envelhecer.
Dessa forma encontramos nos livros de literatura, que representam a velhice, imagens de perda de vitalidade, de saúde e a morte, assim como encontramos a aquisição de sabedoria e a transmissão de saberes. Verificamos que o tema é abordado de diversas maneiras, desde a forma poética, passando pelo humor, ironia, crítica, melancolia .... a partir do olhar da criança, do adulto e do velho.


“Conceber a velhice significa penetrar em sua casa, compreendendo da melhor maneira possível todo o seu ser”. (Agostinho Both – Fundamentos Filosóficos)

Esta imagem está presente em diversos livros nos quais a criança literalmente entra na casa de um velho para entrar em contato com esta realidade. É o caso, por exemplo, do livro “O menino e a colcha de retalhos” de Liana Leão, lido por Valdice na Roda.
É importante prestarmos atenção ao modelo cultural referente à velhice que está sendo passado para as crianças, seja na família, na escola, na mídia, ou na literatura. Qual a mensagem que estamos passando para nossas crianças a respeito do envelhecer e da velhice? Que conceitos e pré-conceitos estão sendo vinculados diariamente para as crianças?
O primeiro olhar para o ser que envelhece é apenas o olhar para o externo e a ele nos apegamos com maior freqüência e ênfase esquecendo que somos muito mais do que a aparência revela.

“O envelhecimento é um fenômeno complexo, pois diferentemente se envelhece no corpo, na alma e diante dos outros. As funções biológicas, psicológicas e sociais podem apresentar características diferentes e a marcha do envelhecimento ser diferente em cada uma delas e em cada uma ser diferenciado o envelhecimento”. (Agostinho Both – Fundamentos Filosóficos)


Bonita, É Assim que Vovó Me Chama
Bonita, é assim que vovó me chama
Uma história linda do amor entre avó e neta dentro das tradições havaianas

Esta é uma história que fala sobre o amor incondicional e eterno das avós.
Mas uma vez a escritora Barbara M. Joose em parceria com Barbara Lavalee, ilustradora, fazem um lindo livro que fala sobre amor e tradições havaianas, editado pela editora Brinque book.
Essa é uma história curiosa que se passa no Havaí e traz um cenário que as nossas crianças do resto do mundo não conhecem.
Une a beleza do amor, com a pureza das tradições Havaianas.
Palavras diferentes aparecem neste livro enriquecendo a cultura e o vocabulário dos nossos pequenos.
O amor é igual em todas as partes do mundo, mas pode ser expressado de formas diferentes através das diferentes culturas.
” Aloha! Ela exclamou: – Você brilha como uma tocha de Keku. Sua respiração é doce como pudim de fruta pão e sua pele é macia como uma roupa de Kapa.”
Para a Tutú, que significa vovó, bonita será sempre bonita.
As Havaianas tem tradição de se enfeitarem com flores , por isso o livro é tão estampado e coloridos trazendo as ilustrações sublimes de Barabara Lavalee.
 Nessas, as atividades nativas ficam bem expressas, como por exemplo o toque dos narizes, que mostra a crença de que sentir a respiração um do outro é um ato de carinho.
 Um livro para avós e netos.
Tutú fazendo artesanato e caracterizada com flores na cabeça.
O livro propõe atividades e um vocabulário ilustrado que ajudará o professor ou pai/mãe a trabalhar com as crianças.  

Por meio de um "Hei", modelo de barbante que se entrelaça com os dedos, à semelhança da "cama de gato", inicia-se a história de Bonita, a menina especial que, numa intensa relação de corporalidade com sua avó, por meio de afagos, gestos e entrelaçamentos, vai se apropriando de quem é, de sua inserção na linha de gerações, de suas relações com a cultura de seu povo e, principalmente, do vínculo de afeto com a avó.
Dentro da proposta a que se vincula, o livro atende a seu objetivo, tendo o mérito de divulgar, de forma sutil, informações sobre a cultura e a linguagem do povo do Havaí.


 BARBANTE (CAMA DE GATO)

Cama de gato
FAIXA ETÁRIA :Acima de 6 anos
LOCAL: Quintal, Parque, Dentro de casa, Praça
ESTIMULAR :Atenção, Coordenação motora, Paciência
PARTICIPANTES 2+
MATERIAL :Barbante
 
COMO BRINCAR


Corte um pedaço de barbante e amarre as duas pontas.
Coloque as duas mãos dentro do círculo e estique o barbante deixando os cotovelos dobrados e os braços paralelos, formando um retângulo.
Este retângulo precisa estar apoiado logo acima dos nós dos dedos, quase nas pontas.
O polegar fica de fora.
Depois, sem mexer na posição dos barbantes – use o polegar para ajudar a segurá-lo – leve a mão direita até a esquerda passando-a por baixo da lateral do barbante, de modo que ele faça a volta entre os dedos.
Faça o mesmo com a mão esquerda.
Depois coloque o dedo médio por baixo dessa linha que se formou na palma da mão oposta e estique-o novamente.
Em cada lateral do retângulo se formará um X.
A partir daí os jogadores se revezam na tentativa de retirar o barbante da mão do outro sem desmontar o retângulo principal.




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