Neste livro, Mano vai descobrir um passado surpreendente, personagens inusitados e, sobretudo, o verdadeiro sentido da palavra liberdade.
Esta é uma história que revela a importância da justiça, da solidariedade, do respeito ao outro e da união entre as pessoas.
Em uma narrativa gostosa e emocionante, Mano descobre o passado surpreendente de seu avô e aprende o verdadeiro sentido da palavra "liberdade".
O autor conta à história de um menino chamado Hermano Santiago, conhecido por Mano.
Ele sempre achou que escrever em diário era coisa de menininha. Até que um dia percebeu que queria escrever todos os segredos que sabia.
Comprou seu diário marrom de chavinha, guardou em uma caixa que ele tinha desde pequeno e a sua chave ficava em sua carteira.
Ele ouviu seu avô conversando com a Fátima sobre o tempo passado, e não entendia nada. Também viu cair o jornal de seu avô que estava escrito sobre a Gangue V.G.
Um dia na escola, a professora pediu que pesquisassem sobre os artistas da pintura mundial, seus quadros e tentassem entendê-los.
Explicou que antes não havia liberdade de expressão. Falou pra fazer o trabalho e colocar muitas fotos antigas e modernas de suas famílias.
Mano começou a procurar no armário de seu avô. Achou um diário.
Ele ficou encantado, pois ficou conhecendo a história de sua família. Percebeu que se falassem e escrevessem o que pensassem eram presas.
Que não podiam votar para presidente era a “ditadura”.
Quando alguém escrevia algo contra as leis rígidas do governo, eram presos.
O seu avô recusava as leis, colocava receitas de culinária no jornal ao invés das leis.
Mano ficou mais interessado ainda, quando viu que o seu avô e outros amigos foram presos, passaram tempos sendo maltratados, por lutar para que as pessoas pudessem ter liberdade para expressar suas vontades e suas idéias.
Descobriu também que VG. Significa “Vovô Grafiteiro”.
Faziam parte: o seu avô, Fátima e Lúcio. Que se reuniram mais uma vez para criar um espaço de expressão artística, ou seja, liberdade de expressão.
E o Mano fez parte dessa ultima parte da história e ficou muito entusiasmado se sentiu importante.
- Que nome você daria a um homem que não pergunta as pessoas se pode ser presidente, expulsa quem foi escolhido pela maioria, começa a dar ordens e a mandar em todo mundo, impede as pessoas de falarem o que pensam, prende quem não concorda com ele, só porque é o mais forte?
O livro "Mano Descobre a Liberdade", escrito por Heloisa Prieto e Gilberto Dimenstein, conta a história de um garoto que descobre segredos e um passado surpreendente sobre a sua própria família ao estudar regimes totalitários. A obra aborda temas como cidadania, justiça e solidariedade
Você pode explorar o livro com estas atividades:
- Mapa Mental: Desenhe um diagrama com o nome do protagonista no centro e ramificações para personagens (como o Mano e a Vó Olga) e partes da história.
- Roda de Conversa (Cidadania): Promova um debate sobre o verdadeiro sentido da palavra "liberdade" e como podemos respeitar o próximo no dia a dia.
- Expressão Artística: Peça aos alunos que criem desenhos ou colagens representando suas partes favoritas da história ou cenas que lembram regimes autoritários, assim como o Mano faz ao descobrir as obras de arte. Fonte Google
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Mano descobre a solidariedade
Coisas estranhas estão acontecendo na escola onde estuda nosso personagem.
A quadra é depredada, grupos se reúnem para brigar e Mano sabe que precisa tomar alguma atitude.
De que lado ficar?
Como lutar?
É preciso ser violento?
Questões fundamentais da vida estão retratadas neste livro - a solidariedade nos momentos difíceis, a aceitação de quem é diferente, a defesa da verdadeira amizade.
Artimanhas visuais e a sabedoria da capoeira, combinando o que há de mais contemporâneo e ancestral, aliam-se no combate às injustiças que ameaçam nossa turma. AQUI
Mano conhece dois novos amigos: Sofia, de origem judaica, e Samir, de origem árabe.
Em plena crise detonada pelo ataque às Torres Gêmeas, o amor surge.
O livro "Mano Descobre a Solidariedade", escrito por Heloisa Prieto e Gilberto Dimenstein, explora a resolução de conflitos e a empatia na escola. As atividades práticas envolvem rodas de conversa sobre empatia, teatro de fantoches para encenar os conflitos da história e cartazes coletivos focados em cultura de paz. [1, 2, 3, 4]
Você pode estruturar a sequência de atividades para a turma da seguinte forma:
- Roda de Conversa sobre Empatia: Discuta como Mano se sentiu ao ver a quadra depredada e os colegas brigando. Peça aos alunos que relatem situações em que se sentiram excluídos ou que precisaram da ajuda de um colega.
- Dinâmica do "Correio da Amizade": Incentive as crianças a escreverem bilhetes anônimos ou assinados com elogios, agradecimentos e palavras de apoio para os colegas de sala.
- Oficina de Mediação de Conflitos (Júri Simulado): Divida a turma em grupos para simular como resolveriam os desentendimentos na escola sem recorrer à violência, assim como o personagem aprende a fazer
- Criação de um Cartaz de Ações Solidárias: Em cartolina, os alunos devem desenhar ou listar pequenas ações diárias de solidariedade que podem praticar na escola e em casa.
- Leitura Dramatizada: Peça para os estudantes lerem ou encenarem trechos do livro, trocando os finais das brigas escolares por soluções pacíficas e cooperativas. Fonte Google
Heloisa Prieto: AQUI
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