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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
16 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Miró. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, julho 12, 2024

Se essa casa fosse minha>PNLD Literário>Segredos e memórias>Minha casa>Onde moram as casas>Artes>12/07/2024

 

Autoria: João Paulo Hergesel
Ilustrações: Carlos Caminha
Temas: Memórias, família, história
Palavras Chaves: casa, moradia, segredos, vivências, luto

Toda casa guarda histórias. 
Cada parede esconde anos de memórias afetivas e recordações únicas dos antigos moradores. 
Com a personagem principal deste livro, não é diferente: assumindo o posto de narradora, a casa 66 da rua de nome complicado, que hoje serve de lar para Erick Felipe e seus pais, revela algumas das situações vividas pelas diferentes famílias que um dia nela habitaram. 
Para conhecer os segredos que a casa revela, basta entrar sem bater.

Tutorial do professor:  Vídeo, texto, AQUIAQUI

Minha casa/Lorena Kaz
O lugar que chamamos de casa pode ser muito maior do que nós imaginamos ― é o que a menina deste livro percebe à medida que cresce e conquista o mundo. Uma casa pode ser grande, pequena, de palha, de madeira, de tijolo, um ninho, uma toca ou até uma nuvem. Tudo depende de onde você se sente mais acolhido e feliz. Com ilustrações cativantes, a artista plástica Lorena Kaz convida os pequenos leitores a um passeio pela casa de uma menina ― que, no fim das contas, acaba se provando muito maior do que ela própria imaginava.
Ouvindo: AQUIAQUI
Sobre a obra: AQUIAQUI

O objetivo dessa atividade educativa “Minha Casa - Pintura” para a educação infantil, é trabalhar com as crianças o tema “Casa / Moradia”, mostrando os diferentes tipos de moradias existentes e respeitando a diferença entre eles, além de incentivar que a criança reconheça a sua casa como um importante espaço de convivência e integração familiar, onde, mais do que uma construção feita para morar, a casa também é sinônimo de proteção, amor e segurança. O trabalho com essa atividade também permite o incentivo à leitura, contribui para o desenvolvimento de habilidades como percepção visual, expressão artística e motricidade.  AQUI

Carla Maia de Almeida

O livro fala dos locais onde vivemos como espelho do que somos, individual ou coletivamente considerados. 
Se as pessoas moram nas casas, não é menos verdade que as casas moram nas pessoas, e que, longe de ser algo fútil, mundano ou descartável, o que guardamos e o que fazemos das nossas casas é indicativo do caminho que seguimos, enquanto pessoas, no mundo.
Sugestão: Artes/Miró
Fala-nos dos lugares que habitamos, da construção da nossa identidade, das memórias, dos afetos, dos medos, dos sabores, das sensações e das emoções. 
As ilustrações essas dão asas à nossa imaginação, levando-nos a fazer o paralelismo com o texto, e ao mesmo tempo a olhar para as imagens e atribuir outros significados, outras leituras, como por exemplo a composição das mesmas, as formas, etc.
Ligar esta história às obras de Miró, foi o exercício que andamos a fazer durante esta semana. Pensamos que a analogia está lá. Nas pinturas de Miró e nesta história encontramos muitas cores, formas geométricas, pontos e linhas, mas também  muito afetividade. Continua: AQUI

Varal de histórias: AQUI

No Linguagem:

Se essa rua fosse minha: AQUI
Projeto: Se esta rua fosse minha: AQUI
O dia que meu prédio deu no pé: AQUI
Casacadabra: AQUI
Memória cultural: AQUI
Memórias: AQUI
Moradia: AQUI
Minha cidade: AQUI
Noções espaciais: AQUI
Coletânea especial: Casas: AQUIAQUI
Miró: AQUI




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domingo, julho 10, 2022

Releituras obras tridimensionais>Montagem 3D>Atividades>Esculturas/Papel>Desenho tridimensional>10/07/2022


Noite estrelada/Van Gogh em lego

Os girassóis de Van Gogh

AQUI

Mais Van Gogh: AQUI

Plano de aula atividades artísticas bidimensionais e tridimensionais de acordo com a BNCC

Artes em  desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura 

Público-Alvo: Educação Infantil (Crianças de 5 anos).
Sinopse: O vídeo nos permite conhecer as produções artísticas bidimensionais e tridimensionais: pintura, desenho, escultura, colagem, dobradura e modelagem.
Objetivo de aprendizagem e desenvolvimento: (EI03TS02) Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais.

AQUI

Perspectiva
Atividades de perspectiva bidimensional e tridimensional.
Perspectiva é a maneira que vemos a forma plana ou a profundidade de alguma imagem/ambiente ou figura/objeto.
Bidimensional é quando temos somente 2 dimensões: altura e largura.
Tridimensional é quando temos 3 dimensões: altura, largura e comprimento.
Elementos importantes para desenhar com perspectiva são o ponto de fuga e a linha do horizonte.

AQUI

Inspirações para criação de estampas

AQUI

Artes com elementos da natureza

AQUI

Aula tridimensional/Ivan Cruz/Obra: Meninos pulando cela:

 AQUI

O espaço tridimensional é formado por três dimensões: comprimento, largura e profundidade. Os objetos que nos cercam, na vida real, são caracterizados como tridimensionais, pois não estão planos, como em uma folha de papel, mas sim possuem suas características. O adjetivo tridimensional é usado para descrever o que tem três dimensões (3D). Nas fotografias e pinturas, no entanto, conseguimos dar a impressão da forma, do tamanho e da posição dos objetos através do conceito de espaço tridimensional. 

Atividade: AQUI

Videoaula sobre os vários tipos de esculturas (barro, argila, gesso, gelo, massinha de modelar, papel, etc) de uma forma infantil para crianças.

AQUI

Escultura de papel inspirados nas obras de Tomie Ohtake.  AQUI

Aprenda a reutilizar restos de papel em forma de tirinhas, propondo uma atividade de esculturas de papel para os alunos! Fácil de usar, prático e mantém a turma bem envolvida na atividade!

Ideias criativas de artes/esculturas. Sugestão com o livro O  sapo bocarrão ( AQUI ) e outros:

Releitura/Escultura: Miró: 
Miró: Mulher e pássaro: Releitura/PDF: 
DESENHO DITADO: Criando um monstrinho: AQUI



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sexta-feira, agosto 30, 2019

Artes integradas>Sugestões>Técnicas de artes>Isso qualquer criança faz>30/08/2019

Isso qualquer criança faz!
Denise Rochael
Cada criança do mundo tem percepções próprias, mas há coisas que todas elas fazem. O texto enumera ações pertinentes ao cotidiano das crianças, como: brincar, ter olhos para perceber animais variados, transformar-se em super-heróis, perceber o invisível, amar bichos e pessoas, enfim, enxergar o belo e o sensível, como fazia o pintor Miró ao desenhar como uma criança.

Atividades

  • Mostrar a capa do livro e pedir às crianças que falem sobre o título, isto é, o que acham que qualquer criança faz.
  • Fazer a leitura pausada do texto, pedindo a opinião da turma sobre as ações descritas, motivando-a a expressar-se com gestos e palavras.
  • Analisar a frase: “Enxergar as pessoas por dentro”. Pedir o depoimento das crianças em relatos que deem significados à frase referida.
  • Sugerir uma minipesquisa sobre o pintor, escultor, gravador e ceramista Miró (1893-1983) e combinar uma data para a exposição oral da pesquisa.
  • Produção de texto: criação de desenhos (dos alunos e pais) com o título ”Crianças e adultos desenham”, inspiradas nas ilustrações do livro. Expor os trabalhos num mural.  Fonte
Artes integradas
Artes visuais
A ideia é que os alunos conheçam culturas visuais diversas e experimentem inúmeras possibilidades de criar e se expressar visualmente explorando as transformações dos materiais, recursos tecnológicos e apropriando-se da cultura cotidiana.
Dança
Nesta unidade temática, a proposta é que os alunos articulem processos cognitivos e envolvam-se em investigações e produções artísticas da dança, centrando-se no que acontece no corpo, discutindo e dando significado às relações entre corporeidade e produção estética. Pretende-se também repensar estereótipos como corpo versus mente, popular versus erudito, teoria versus prática, favorecendo um conjunto híbrido e dinâmico de práticas.
Música
Aqui, o foco é o estudo da música, tanto em sua perspectiva sensível e subjetiva — na percepção e experimentação de sons e ritmos, por exemplo —, quanto como fio condutor de diversas interações sociais, circunscritas culturalmente, como uma forma de participar crítica e ativamente da sociedade, por exemplo. 
Teatro
A unidade prevê a vivência de jogos, improvisações e encenações, que possibilitem a troca de experiências entre alunos e permitam aprimorar a percepção estética, a imaginação, a consciência corporal, a intuição, a memória, a reflexão e a emoção. 
Sugestão:Tema/Chuva
As Artes integradas são uma novidade da BNCC. A ideia é que os alunos explorem as relações entre as diferentes linguagens e suas práticas, permitindo que em uma mesma proposta as corporalidades, visualidades, musicalidades, espacialidades e teatralidades estejam presentes de maneira concomitante. Além de articular as diferentes linguagens e suas práticas, possibilita também o uso das novas tecnologias de informação e comunicação.

A pintura rupestre e o grafite
O grafite como expressão artística é o ato de pintar os muros que pode remontar ao período pré-histórico da arte, onde os homens se manifestavam artisticamente através de pinturas rupestre nas paredes das cavernas, representando desenhos, animais e rituais de sua época.
Comparando essas duas fases da arte, percebemos então a evolução do pensamento do homem. 
No caso da arte rupestre percebemos que os desenhos representavam fatos ocorridos durantes aqueles dias e também planos de caças feitos pelos homens da cavernas. 
Já no caso do grafite, vemos os desenhos como uma forma de lazer, mais também uma forma de expressar o cotidiano vivido ou não pelo artista.
Arte rupestre,presente e passado/aula
Aula/A arte na escola e na vida
AQUI
Mais links de artes
AQUI



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quinta-feira, setembro 20, 2018

Mariana e a missão primavera>Estímulos literários>20/09/2018


A Primavera está quase a chegar e o Avô da Mariana decide fazer uma viagem. Ele confia à neta, a pequena Mariana, uma missão muito importante e especial: A Missão Primavera! Para cumprir a missão, ela terá de plantar umas sementes no seu jardim, seguindo as instruções que o avô lhe deixou. A Mariana fica muito contente e quer impressionar o seu avô com a flor mais linda do mundo!
AQUI
Sugestão:  AQUI


4

Passo a passo
Sugestão em flores + Romero Britto
AQUI
A maior flor do mundo








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terça-feira, setembro 18, 2018

O quadro mais bonito do mundo>Miró>Pintando cores> 18/09/2018



O livro tem como inspiração a vida e a obra do artista espanhol Joan Miró, cuja história nos narra a sua busca por cinco manchas de tinta que fogem de seu estúdio!
É muito bom de ler! 
De caráter literário, apresenta aspectos sobre a obra e a vida de Miró que nos são apresentadas sem rigidez, mas fluindo como tinta a brincar em tela branca. 
Após a história e antes de acabar o livro, para quem deseja saber mais desse artista, há informações biográficas e sobre três movimentos artísticos que o influenciaram: dadaísmo, cubismo e surrealismo. AQUI

A história
Atividades
Eram manchas selvagens, frescas e cheias de vontade de manchar.
As cinco manchas, de amarelo, de azul, de vermelho, de preto e de verde, moviam-se nervosas pelo estúdio.
Plano de aula:  AQUI
Projeto Miró:  AQUI





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terça-feira, fevereiro 20, 2018

O caranguejo atrapalhado>+ obras de artes+água+aquário>Projeto>20/02/2018

Pinça odeia suas enormes garras atrapalhadas. 
Elas não serve para nada, só ficam no meio do caminho. 
Ele gostaria muito de ter tentáculos como o polvo e a água-viva ou barbatanas como a tartaruga-marinha...
Projeto: Olhando para os animais através da arte
Sugestão : Peixe voador 
Fizemos uma paisagem marinha à partir da observação da obra de Romero Brito "Peixe Voador" e ouvimos a leitura "Caranguejo Atrapalhado" de Ruth Galloway, foi bem divertido.
Vejam releituras do caranguejo:
Nesta postagem acima tem sugestões de outras obras:
Gato de Botas+ Gato do R.Britto
Animais da fazenda+ A estrela da manhã-Miró



O touro
Tarsila do Amaral

Interessante este trabalho
Céu e mar

atividades-infantis-livro-da-criacao

Fonte

atividade para trabalhar cantiga de roda

Cantando caranguejo não é peixe...
Palavra cantada: AQUI
AQUI


Pra quem vai trabalhar o tema água, peixes ou fundo do mar em algum projeto de educação infantil, principalmente para o Dia da água, aí vão 04 dicas para fazer aquário a partir de materiais reciclados como pratos de papel e palitos de picolé..



AQUI
Bichinhos com caixa de ovos
AQUI

Aula
Nosso mangue flora e fauna
AQUI
Conhecendo o caranguejo

Os caranguejos tem 10 patas, isso mesmo! 
E ele é parente do camarão, lagosta e siri.
Sabe por que o caranguejo só anda de lado???
Porque é dessa forma que as juntas de suas patas se dobram. 
Ao serem flexionadas, as patas de um lado do corpo do caranguejo puxam ele para o lado e  as do outro lado do corpo ajudam, empurrando o animal.
 As vezes ele pode até andar para frente mas isso é muito trabalhoso para ele…
E normalmente o caranguejo depende da maré para se locomover, é levado de um lado para o outro sem poder decidir para onde ir.  Mais: AQUI



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sexta-feira, outubro 21, 2016

Os dez amigos>A luva Lulu> A luva branca Miró>Estímulos reflexivos,literários e artísticos>21/10/2016



Livro
Atividades
Aula
Estudando a música como gênero textual
AQUI
Resultado de imagem


Apreciação/ Fruição de obra de arte  A Luva Branca e produção de obra própria.


Joan Miró foi um renomado artista que trabalhou com pintura, escultura, litografia, tapeçarias e cerâmica, mas é bem conhecido pela habilidade de pintura.

Objetivos:
  • Apreciar obras do artista Joan Miró;
  • Conhecer um pouco da história do artista;
  • Refletir sobre a tela "A luva branca";
  • Estimular desenvolvimento motricidade fina;
  • Desenvolver a criatividade e senso estético;
  • Realizar releitura de obra do artista Joan Miró;
  • Socializar experiências e descobertas;
  • Fazer exposição das releituras.
Vejam tudo
AQUI


Miró sentia que a mão direita
Demasiado sabia
e que de saber tanto
já não podia inventar nada
Quis então que desaprendesse
o muito que aprendera,
a fim de reencontrar
a linha ainda fresca da esquerda.
Pois que ela não pôde, ele pôs-se
desenhar com esta
até que, se operando,
no braço direito ele a enxerta.
A esquerda (senão é canhoto)
É mão sem habilidade:
Reaprende a cada linha,
Cada instante, a recomeçar-se.
(O Sim Contra o Sim, de João Cabral de Melo Neto)
A vida e mais obras de Miró
AQUI e ou AQUI

A luva Lulu
Esta é a história de uma luva que se sentia vazia e murchinha. 
Lulu então iniciou uma aventura emocionante e envolvente à procura de algo que a pudesse preencher, até que por fi m encontrou. 
Muitas vezes nos sentimos vazios por dentro e procuramos fazer muitas coisas para nos satisfazer. Ao ler este livro, vemos que só há uma Pessoa que pode nos preencher e alegra.
HISTÓRIA LUVA LULU
Luva Lulu estava muito triste, pois não encontrava ninguém que a preenchesse. Ela era tão murchinha! Tão murchinha! 
Resolveu então, pegar as malas e partir à procura de seu dono.Ia Lulu muito ansiosa pelo caminho, quando avistou ao longe uma casa de fazenda. 
Pensou consigo:Vou até lá para ver se encontro alguém que se pareça comigo.Já a caminho, veja só quem Lulu encontrou:
__ Que bom encontrar você, galinha, disse Lulu toda sorridente.
__ Que você quer de mim? Nunca a vi antes, nem a conheço!
__ Quantos dedos você tem galinha?
__ Bom, deixe-me ver: um, dois, três... e mais um atrás.
__ Só quatro dedos!
 Hum, mesmo assim, não me custa tentar. Será que você poderia colocá-los em mim?
Apesar do esforço das duas, nada conseguiram. 
Assim, Lulu partiu tão triste e pensando consigo: Acho que nunca encontrarei meu dono.
Sempre olhando para a casa da fazenda, a Luva Lulu prossegue sua viagem, quando de repente é atropelada por um porquinho que fugia.
__ Espere, seu porquinho, quero falar com você. É muito importante.
 Será que eu poderia dar uma olhada no seu pé? 
E o porquinho, meio encabulado, levantou o pé como a Luva pediu.
Lulu ficou tão decepcionada! 
O pé era grande e tinha duas unhas horríveis e sujas. 
Mas como Lulu não queria desistir, pediu que seu porco tentasse colocar o pé nela.
Sabem o que aconteceu? Lulu ficou toda suja de lama. 
O pé do porco não lhe serviu e ela partiu sem esperança.Chegando bem perto da casa, adivinhe quem veio receber Lulu? 
Foi o guarda da fazenda, um cachorro grande e que metia muito medo.
__ Quem é você? 
Eu não posso deixar nenhum estranho entrar aqui. Vá embora, disse o cachorro.Lulu quase nem podia falar de tanto medo: Quando... quantos a de... dedos você tem?__ Dedos? Você está brincando comigo? Respondeu o cachorro.
__ Preciso de alguém com cinco dedos para preencher-me. Eu sou vazia e muito infeliz.E o cachorro, que não era tão mau, ficou com tanta peninha de Lulu que tentou colocar os pés nela. Mas a tentativa foi em vão __ o cachorro só tinha quatro dedos.
A última esperança de Lulu era que alguém da casa pudesse recebê-la. Corajosamente bateu à porta e bem quietinha ficou, esperando alguém aparecer.
Foi então, que Pedrinho abriu a porta e viu Lulu.
__ Oba! Ganhei uma luva! Serve exatamente em mim. Com esse frio era a única coisa que eu precisava.
Pedrinho lavou Lulu e não mais a tirou das mãos.
E ela toda feliz, pensou: “Até que enfim encontrei aquele que me preenchesse!”.
Somos como a Luva Lulu que precisava de alguém para preenchê-la.
Muitas vezes nos sentimos tristes, porque somos vazios por dentro. Procuramos fazer muitas coisas para alegrar-nos, mas elas não nos preenchem. 
Continuamos murchinhos. Assim como os pés da galinha, do porco e do cachorro não cabiam na Luva Lulu, também as muitas coisas que tentamos fazer não cabem dentro de nós.
Só há uma pessoa que pode preencher e alegrar você. 
Na verdade, você foi feito parecido com Ele, para que Ele viesse morar em você. Essa pessoa é Deus.
A luvinha procurou alguém que a preenchesse, e achou. 
Se você buscar a Deus também O encontrará. 
Se você O chamar Ele entrará no seu coração. 
Vamos chamá-Lo agora?
__ ó Senhor Jesus! Quero que você entre em mim. 
Assim você nunca mais será vazio.
A luva
Recontado de um poema de Schiller por Tatiana Belinky, 






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segunda-feira, dezembro 31, 2012

Arlequim de carnaval>A lenda do Arlequim>Estímulos carnavalescos e artísticos>Miró>31/12/12


ARLEQUIM DE CARNAVAL


ARLEQUIM DE CARNAVAL
Autor:RONALDO CORREIA DE BRITO E ASSIS LIMA
Editora:OBJETIVA


 O Arlequim desta peça é um tipo universal, uma espécie de Cupido que quer aproximar o Pierrô da Colombina.
Só que ele é um pouco atrapalhado e acaba provocando alguns enganos e muita confusão.
Tudo começa quando ele diz para a Colombina que o Pierrô é o rei do passo, ou seja , um passita de frevo, aquele que passa o Carnaval inteiro de Pernambuco dançando sem parar.
O problema é que a Coombina entende que o Arlequim é o rei do paço, ou seja o dono do Palácio Real. Mas ruído de comunicação não acaba por aí.
O Arlequim, muito enrolado, diz para o Pierrô que a Colombina é a rainha de maracatu – o bloco de carnaval – mas o Pierrô enende que ela é a rainha que mora no ..paço!
E agora, o que será que vai acontecer quando eles descobrirem a verdade?
O amor vai acabar ou começar de verdade?

           
O arlequim é uma personagem da commedia dell'arte, cuja função no início se restringia a divertir o público durante os intervalos dos espetáculos.
Sua importância foi gradativamente afirmando-se e o seu traje, feito de retalhos multicoloridos geralmente em forma de losango, mais ainda o destacava em cena.
Representam serviçais envolvidos em um triângulo amoroso: Pierrô ama Colombina, que ama Arlequim, que, por sua vez, também deseja Colombina.
A história do trio enamorado sempre foi um autêntico entretenimento popular, de origem influenciada pelas brincadeiras de Carnaval.
Apresentadas nas ruas e praças das cidades italianas, as histórias encenadas ironizavam a vida e os costumes dos poderosos de então.
 Para isso, entravam em cena muitos outros personagens, além dos três mais famosos.
Personagens centrais:
Pierrot foi o nome que Pedrolino ganhou na França no século XIX, era o mais pobre dos personagens, com rosto pintado de branco e sem máscara.
Inspirou a fantasia dos palhaços, pois era o que mais sofria com brincadeiras, por conta de seu amor pela Colombina, era um servo de Pantaleão.
Assim também o era Arlequim, um espertalhão preguiçoso e insolente, que queria se passar por ingênuo e estúpido, fazia passos acrobáticos pelo palco e debochava pregando peças nos outros personagens, e tentando escapar com agilidade das confusões que criadas por ele.
Sua vestimenta de losangos completava a caracterização.
Colombina era a criada de uma filha de Pantaleão, tão bela e refinada quanto sua ama.
Para despertar o amor de Arlequim, cantava canções românticas e dançava nos espetáculos.
O sofrimento do Pierrô inspirou muitos versos, como a divertida marchinha do Noel Rosa (vá tomar sorvete com o Arlequim)...




O carnaval de Arlequim Joan Miro             
"O Carnaval do Arlequim" (1924-5)
Trata-se de uma notável pintura do artista catalão Joan Miro.
Segundo o próprio Miró, a tela revela de forma inconfundível o seu estilo pessoal.
Para a pintá-la, afirma que fez inúmeros desenhos, nos quais exprimia as suas alucinações provocadas pela fome.
A pintura representa um quarto, com uma mesa e uma janela, que são referenciais do mundo cotidiano.
Mas o que nele se destaca sãos elementos oníricos.
Um bizarro conjunto de insetos soltos no espaço, que brincam, dançam e tocam música.
Arlequim, rosto redondo e bigodes imensos e ridículos, tem o olhar triste e nervoso - um aspecto dramático da personalidade de Miró, que ponteia uma obra jovial com momentos de tensão.
A pintura inaugurou uma linguagem cujos símbolos remetem a uma fantasia inocente das crianças, sem as profundezas das questões surrealistas.
Questionário
01) Qual a visão que o pintor tem do carnaval?
02) Quem seria o Arlequim?
03) Que figura mais chamou a sua atenção na obra analisada? Por quê?
04) Agora você é o artista! Faça a releitura desse quadro e pinte o carnaval como você imagina!
05) Faça uma análise das figuras que povoam a imagem.
O que elas representam para você?
06) Pesquise sobre as condições que Miró pintou essa tela:
07) Na sua opinião, por que Miró pintou brinquedos infantis para representar o Carnaval do Arlequim?
08) Cite todos os objetos que aparecem na imagem, dando uma característica para cada um:
09) Que marcas do Surrealismo estão presentes nessa obra?
10) “Foi através da pintura que as ideias do Surrealismo foram melhor expressadas.
Através da tela e das tintas, os artistas plásticos colocam suas emoções, seu inconsciente e representavam o mundo concreto”.
Lendo isso, o que podemos deduzir dessa pintura?
11) Qual a semelhança da roupa do personagem Arlequim, no carnaval, com a figura do quadro de Miró?
12) Quais são os outros dois personagens que compõem um trio muito conhecido no carnaval?

Todo carnaval tem suas histórias de amor.
Arlequim, Colombina e Pierrô relatam o caso de suas perspectivas...

ARLEQUIM


Quanto riso e alegria
Quantas noites sem fim
E vejam só que ironia
Acabei como Arlequim


Em meio ao salão da vida
Choro minha Colombina
A minha paixão perdida
Em minh’alma combalida


Como amor de carnaval
Vira cinza na Quarta feira
Nosso amor chegou ao final
Como se fora só brincadeira


Arlequim sem Colombina
Refém de uma saudade
Vivo a minha triste sina
Vagando pela cidade.


COLOMBINA


Fui embora com o Pierrô
Abandonando meu Arlequim
Mas ele nunca me amou
E a paixão chegou ao fim


Foi sonho de carnaval
Paixão de pura folia
Troquei o bem pelo mal
Agora restou a agonia


Do Arlequim envergonhada
Fujo qual diabo da cruz
Não pode ser por ele amada
Quem qualquer outro seduz


E nas estradas incertas
Vivo a minha solidão
Sem alegrias completas
Sem poder viver de paixão.


PIERRÔ


Na festa de carnaval
Colombina encontrei
E dos braços do rival
Sedutor eu a tomei


Foi paixão anunciada
Amor à primeira vista
Mas depois de uma noitada
Perdeu a graça a conquista


A paixão por Colombina
Logo teve pois seu fim
Ela não mais me fascina
Fique pois com o Arlequim


Sou fantasia passageira
Vestido como pierrô
Numa vida aventureira
Coração que jamais amou


Jorge Linhaça
 NESTE VÍDEO FAREMOS A LEITURA DE IMAGEM DA OBRA CARNAVAL DO ALERQUIM DE JOAN MIRÓ E PARA FINALIZAR FAREMOS O DESENHO DE OBSERVAÇÃO DE UM FRAGMENTO DA OBRA. AQUI
Quebra cabeça: AQUI
Chapéu Arlequim: AQUI
PDF: A lenda do Arlequim: AQUIAQUI,AQUI
Libras: AQUI



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