afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
A Pia só queria pegar uma goiaba da árvore. Mal sabia ela que isso daria a maior confusão! Assista a essa história escrita pela Thaís Roque, ilustrada pela Juliana Basile e publicada pela Inteligênios. AQUI
Esta obra sugere uma abordagem do filme:
Procurando Nemo:
"Procurando Nemo" ensina principalmente sobre a importância de superar o medo, confiar nos outros e aceitar os riscos do crescimento. Marlin aprende a superar a superproteção para permitir a independência de Nemo, enquanto a frase icônica da Dory, "continue a nadar", ressalta a resiliência e a persistência diante de adversidades
Principais Ensinamentos do Filme:
Superproteção vs. Confiança: Marlin precisa superar seu medo paralisante para permitir que Nemo explore o mundo, ensinando que pais devem confiar na capacidade de seus filhos.
Resiliência ("Continue a nadar"): A frase de Dory simboliza a persistência. Mesmo diante de perigos, correntes e obstáculos, não se deve desistir de objetivos
.
Valor da Amizade e Empatia: Ajudar o próximo (como Dory ajuda Marlin) e aceitar as diferenças (como o grupo do tanque) é fundamental.
Enfrentar o Medo: O crescimento pessoal exige assumir riscos e lidar com situações desconhecidas, em vez de se esconder deles.
Valorização da Família: O filme destaca a importância dos laços familiares e do apoio mútuo. Fonte Google
Olha o trem saindo da estação! Os animais vão ao casamento do hipopótamo. Em cada vagão, acontece os preparativos para a festa. Mas e depois? Depois é hora de voltar para o trem e fazer o caminho de volta, porque o trem também precisa descansar.
O livro, em formato de sanfona, imita os vagões do trem. A cada virar de página o trem se desdobra, garantindo a brincadeira.
Na linguagem doméstica de algumas crianças bem pequenas, “tem” significa um monte de coisas e opera como verbo de ligação ou ação, como o título desta obra de Gilles Eduar evoca, invertendo a frase: o trem tem tralalá, movimento ligeiro, sacolejo pra cá e pra lá, tem festa e barulho: tralalá faz o trem. E no desenho vemos a velha maria-fumaça conduzida por uma anta ou um tapir?
E aqueles dois sapos tão dentro ou tão fora, vieram pra ajudar ou atrapalhar?
Mobilizadas nossas memórias nos jogos de linguagem verbal e visual, o adulto poderá atualizar a sua leitura nos trilhos que seguem.
Este é um livro-brinquedo ou um livro-objeto, porque o trem se desdobra página a página numa tira que vira uma concertina ou um ferrorama de papel?
De um lado das páginas coladas, os vagões vão para um cerimonial: dois hipopótamos vão se casar, três jacarés levam a aliança, quatro onças... fazem o quê?
E depois os porquinhos, as zebras e as girafas?
A história é uma parlenda, temos aqui um numerário.
Quando abrimos a última dobra, descobrimos o outro lado: a viagem festiva durante o dia se transforma na viagem de volta sob o céu azul marinho: os animais parecem cansados e fartos de alegria, a narrativa verbal vem organizada em dísticos rimados.
Mas o jogo da leitura continua: será que no tralalá das imagens falta algum convidado? Fonte
Martim, ao modo dos bebês, investiga o mundo ao seu redor e interage com seu corpinho, de onde saem barulhinhos engraçados. “Martim Barulim”, história de Natália Paiva, ilustrada por Luísa Amoroso, explora, de um lado, a relação afetiva e de cuidado entre o bebê e seus pais e, do outro, o universo particular do corpo que se adapta ao mundo.
Escrito em português “infantoafetivo” cheio de rimas e onomatopeias, o livro conecta bebês eleitores numa experiência prazerosa e cheia de amor.
Sorrir da vida, rir de si mesmo. Dos erros, dos esquecimentos, das gafes, das quedas, das obrigações, das dificuldades, das desilusões. Sorrir dos encontros, das conquistas, das brincadeiras, do novo dia, das oportunidades, do inusitado, do que está por vir, é isso o que acontece com Maria que ria que ria que ria...
Será que alguém pode explicar por que Maria tanto ria? Talvez a explicação esteja em uma só palavra...
Uma menina que ri, ri de tudo, o tempo quase todo. Maria é feliz mesmo, independentemente do que aconteça à sua volta. Aprender que a alegria faz parte da nossa vida e que sorrir não é um problema (está mais pra solução!) é o presente que Rosinha nos dá em Maria que ria.
Os vovôs e vovós da floresta precisam de ajuda — e os animais mais jovens estão prontos para oferecer carinho, atenção e amizade. Em Vovôs e vovós da floresta, o poeta Lalau cria versos sensíveis e rimados que abordam com leveza temas como velhice, empatia, solidariedade e convivência entre gerações. Cada poema apresenta um vovô ou uma vovó animal com alguma dificuldade — seja no corpo, na memória ou na audição — e mostra como o cuidado e a ternura podem fazer toda a diferença.
As ilustrações vibrantes de Laurabeatriz acompanham e enriquecem os poemas nesta obra de literatura infantil, criando cenas lúdicas e afetuosas que encantam leitores de todas as idades.
A linguagem acessível e musical convida à leitura em voz alta e favorece o vínculo entre adultos e crianças — ideal para ser lido em família ou em sala de aula.
Com 32 páginas, o livro é indicado para crianças a partir de 0 anos e traz uma poderosa mensagem: respeitar e cuidar dos mais velhos também é uma forma de amar.
Um livro que ensina valores essenciais desde cedo, com delicadeza, humor e muito afeto. Fonte
Algumas perguntas e respostas sobre esta obra: AQUI
Vovôs e vovós da floresta é um livro de poesia que apresenta de maneira lúdica e cuidadosa o tema da velhice. Mais uma vez, a dupla de autores Lalau e Laurabeatriz tira sua inspiração da fauna brasileira — em uma floresta — para narrar a importância de cuidar daqueles que um dia já foram cuidadores.
É o vovô uirapuru que já não canta mais sem sentir dor de garganta; é a vovó capivara que já não escuta quase nada; o vovô jacaré que perdeu todos os dentes e ficou banguela.
São vovós e vovôs que já viveram bastante e acumularam experiência, mas o corpo, cansado, já não consegue mais fazer tanta coisa. AQUI
Era uma vez uma girafa que vivia feliz com a sua manada até o dia em que avistou, na floresta, zebras exibindo suas listras em uma festa, e, então, pensou:
"meu pescoço comprido até que é elegante, mas, se fosse com listras, ficaria deslumbrante!"
Você pode imaginar qual foi o bafafá quando, em meio à bicharada, surgiu uma girafa listrada, que toda vaidosa, em vez de galopar, desfilava?
Uma história sobre a beleza da diversidade.
Esta é a história de uma girafa que não estava muito satisfeita com sua imagem, buscando, incessantemente, novas modas para poder sentir-se fisicamente bem e aceita pelos outros. Aos poucos, essa ideia vai sendo disseminada entre os animais da floresta e, de uma maneira muito divertida, as crianças vão entendendo o grande valor da personalidade, da diversidade e da autenticidade. Esta girafinha e seus amigos irão nos mostrar que o mundo pode ficar muito sem graça se não soubermos valorizar nossas diferenças e as características que nos fazem únicos e únicas. Fonte
Sinopse da História
O Desejo: A girafa, insatisfeita com suas manchas, inveja as listras das zebras e sonha em tê-las para ser mais "deslumbrante".
A Transformação: Ela pede a um elefante para pintá-la com listras, criando um "bafafá" na floresta, com outros animais querendo também mudar sua aparência (pedindo jubas, pintas, etc.).
A Lição: A história explora temas como identidade, autoaceitação e como a beleza reside na diversidade, mostrando que ser diferente é natural e valioso. Fonte Google
Sugestão de dobradura do pescoço da girafa/Modelo: AQUI
Álvaro Modernell/Willy Romont
Diferente, mas igual. Igual, mas diferente. Essa é a pegada desse livro diferente. Bichinhos fofos em situações que revelam ao leitor como nós, seres humanos, às vezes, deixamos de ser racionais ao não respeitar as diferenças ou não aceitar as igualdades entre nós mesmos.
O livro sugere diferentes maneiras de abordar assuntos delicados como bullying e diversidades, com leveza, sutileza e amplitude de percepções.
Indicado para crianças da Educação Infantil e primeiros anos do Ensino Fundamental, para leitura em família e para uso escolar.
Uso em ações de prevenção e combate ao bullying, projetos de estímulo à leitura, convívio familiar e para tratar de diferenças e da diversidade humana.
É sempre hora de se desenvolver dinâmicas, atividades diversas sobre o tema DIFERENÇAS, DIVERSIDADE!!
Costumo dizer que as crianças, muitas vezes, ainda pequenas, já são cruéis...
Aborde a ideia de que diferenças não significam desigualdade, combatendo o preconceito...
INCENTIVE empatia, o respeito mútuo, a construção de amizades, com base na solidariedade e valorização das particularidades de cada um, mostrando que ser diferente é natural, positivo, e que a base de todos, é a mesma, humanidade!!
CONVERSE sobre os 4 pilares da Diversidade: Educação/Sensibilização; Processos Inclusivos e ambientes; Liderança; Cultura de pertencimento.
IDEIA:
* INICIE com roda de conversas sobre diferenças, para q o grupo perceba semelhanças e valorizem as particularidades;
# Peça q falem, desenhem sobre si mesmos, descrevendo características, sonhos...Depois, compare com os demais...
Use revistas e façam um grande painel...
Os materiais visuais são excelentes recursos ..
Promova dinâmicas de inclusão mostrando que as diferenças enriquecem e que a essência humana, nos une, combatendo estereótipos e preconceitos, de forma prática...
Elabore dinâmicas como a do CONFETE; dos NÚMEROS...
DESENVOLVA atividades incríveis com a música IGUAIS, de Padre Zezinho.
Chegou a hora de jogar futebol em um novo conto acumulativo de Susanne Strasser, a autora que conquistou a todos com Muito cansado, bem acordado e Bem lá no alto!
O pato está brincando de jogar bola. Mas… opa! Um chute forte demais fez a bola rolar pra longe… E agora? Pra onde ela está indo? O pato corre atrás dela e, a cada página desta história, um novo animal amigo se junta a ele na missão de pegar a bola e continuar a brincadeira.
Neste conto acumulativo repleto de ilustrações divertidas, trapalhadas engraçadas e ajudas inusitadas, todos os pequenos (e grandes) jogadores podem se juntar a essa partida de futebol para tentar marcar um gol de letra inesquecível ― e que vai surpreender o leitor nos últimos minutos de jogo!
A história descreve um pato que chuta a bola com força demais, fazendo-a rolar para longe e desencadeando uma sequência de eventos engraçados envolvendo outros animais que tentam, sem sucesso, pegá-la.
O livro é excelente para trabalhar diversas habilidades na educação infantil, incluindo:
Linguagem e Narrativa: Por ser um conto acumulativo, ajuda as crianças a desenvolverem a memória, a sequência lógica de eventos e a recontarem a história com facilidade.
Coordenação Motora: A temática da bola e do movimento sugere atividades práticas de educação física, como "pega-pega bolinha", que estimulam a agilidade, a atenção e a coordenação óculo-manual (visão e mãos).
Expressão Corporal: Atividades lúdicas inspiradas na história podem incentivar as crianças a imitar os movimentos dos animais e as ações do livro, promovendo a expressão corporal.
Conceitos Espaciais: Acompanhar a trajetória da bola (rolou para longe, caiu no pé, voou para a cabeça) ajuda a fixar noções de espaço e direção. Fonte Google
Elza C. Sallut
A bola veio rolando. Passou pelo gato, pelo cachorro e pelo burro. Subiu e desceu o morro. Agora todos querem saber: onde a bola foi parar? Dentro de um jogo de futebol! A Biblioteca Marcha Criança foi criada para complementar o trabalho do professor em sala de aula, estimulando nos alunos o hábito da leitura. A coleção reúne obras que despertam o interesse e o senso crítico da criança, com o objetivo de formar bons leitores. AQUI
Uma poesia em forma de história infantil que aborda a gratidão, este sentimento tão nobre e belo. Em João e o Pé da Gratidão, percebemos a importância do cuidado para crescermos e que todo dia temos uma nova oportunidade de nutrir a vida de coisas boas e construir o nosso caminho.
Árvore natureza: Uma árvore diferente! Linda história de Ismael Chedid: Jardim de natal
Contação de histórias: A ÁRVORE DE NATAL - Nesta história Contada especial de Natal, o pequeno pinheirinho tem medo de ser uma árvore de Natal até que uma família o compra para enfeitá-lo. Com jeito medroso e dramático ele fica todo surpreso com a forma diferente que a menina da família o enfeita. Por fim, ele entende o verdadeiro sentido do Natal. AQUI, AQUI
Proposta Pedagógica EducaDesafios
Título da atividade: Acendendo as Luzes do Natal
1. Objetivo da Atividade
Estimular a criatividade, coordenação motora fina, percepção visual e o senso simbólico do Natal por meio da pintura de um cordão de luzes em forma de coração, trabalhando afetividade, expressão artística e vínculos positivos em sala.
2. Habilidades e Competências da BNCC
Educação Infantil
Campos de Experiência:
• Traços, sons, cores e formas
• O eu, o outro e o nós
• Corpo, gestos e movimentos
Habilidades relacionadas:
• (EI03TS01) Experimentar e explorar diferentes materiais e suportes gráficos.
• (EI03CG02) Expressar-se por meio de desenhos e pinturas, utilizando cores e formas.
• (EI03EO06) Desenvolver atitudes de cuidado, respeito e colaboração.
• (EI03ET03) Utilizar estratégias pessoais para resolver desafios simples.
Ensino Fundamental (1º ao 3º ano)
• (EF15AR02) Experimentar diferentes materiais e ferramentas de artes visuais.
• (EF15AR06) Produzir composições artísticas utilizando cores e formas.
• (EF02LP01) Desenvolver atenção, percepção e interpretação de imagens.
• (EF01EF01) Desenvolver coordenação motora fina e organização espacial.
Proposta Pedagógica EducaDesafios “Luz que Aquece o Coração – Velas de Natal de Papel”
Velas de Natal de Papel – Arte, Afeto e Expressão
Esta atividade convida as crianças a confeccionar velas natalinas em papel, explorando cores, formas e padrões decorativos enquanto refletem sobre o simbolismo da luz no Natal: esperança, paz, união e carinho. Através da criação artística, os alunos desenvolvem habilidades motoras, criatividade e percepção estética, além de fortalecer vínculos afetivos com o tema natalino.
A proposta integra expressão visual, coordenação motora e sensibilidade, permitindo que cada criança personalize sua vela e atribua significado próprio à sua produção.
Objetivos de Aprendizagem
• Estimular a criatividade e a expressão artística.
• Desenvolver a coordenação motora fina por meio do recorte, colagem e pintura.
• Reconhecer e valorizar símbolos culturais do Natal.
• Trabalhar percepção visual, organização espacial e combinação de cores.
• Promover momentos de acolhimento e construção de sentido emocional.
Habilidades e Competências Desenvolvidas
Campos de Experiência – Educação Infantil (BNCC)
• Traços, Sons, Cores e Formas
Exploração de diferentes compostos visuais, cores e padrões decorativos.
• O Eu, o Outro e o Nós
Valorização do trabalho coletivo, respeito às produções dos colegas.
• Corpo, Gestos e Movimentos
Uso consciente das mãos em atividades de precisão.
Ensino Fundamental – BNCC (Arte)
• EF15AR02 – Explorar e experimentar diferentes formas de expressão artística.
• EF15AR04 – Produzir criações visuais a partir de temas culturais.
• EF02AR01 – Reconhecer elementos visuais como linha, cor, forma e textura.
"Verde é a cor do Natal" é um livro de Drew Daywalt e Oliver Jeffers sobre a insistência do lápis verde de que ele é a única cor do Natal, porque o verde está presente em pinheiros e guirlandas.
A história explora de forma divertida o fato de que o Natal é feito de várias cores e não apenas de uma, com os outros lápis reivindicando seu papel na celebração, destaca
A história: O livro é uma continuação da história dos lápis de cera de "O dia em que os lápis desistiram".
O conflito: No centro da narrativa está o lápis verde, que acredita firmemente ser a única cor necessária para o Natal, já que ele representa pinheiros, azevinhos e duendes.
A resolução: Os outros lápis, incluindo o vermelho e o branco, logo demonstram que o Natal não existiria sem a contribuição de todas as cores, e a história celebra a beleza da diversidade.
Conceitos: O livro ensina às crianças sobre a importância de cores e emoções de uma forma divertida e bem-humorada. Fonte: Google