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Aulas temáticas e literárias
Colaboração e Direitos

Comemoração
sábado, janeiro 17, 2026
João e Maria>Recontando clássicos> Tijolo por tijolo>Direito humano a moradia> 17/01/2026
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quinta-feira, março 13, 2025
Claro Cleusa, claro Clóvis>PNLD Literário>Aliteração>Interação literária>13/03/2025
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domingo, janeiro 21, 2024
Brinco de listas>Poemas encantadores>Gênero textual listas>Instruções de montagem> 21/01/2024
Brinco de argola
Brinco de bolinha
Brinco de bola
Brinco de ouro
Brinco de flor
Brinco de tudo que é cor
Brinco de lata
Brinco de prata
Brinco de pirata
Brinco de cigana
Brinco de baiana
Brinco fantasia
Faísca de dia
Brinco a brilhar
Faísca ao luar
Brinco pequenino
Brinco grandalhão
Brinco pendurado
Brinco cai no chão
Brinco de listas
Listas de brinco
Mas não uso brinco
E tenho quatro ou cinco
“A criança sente prazer em vivenciar a semelhança e os contrastes sonoros entre palavras, independente de sua significação. Por isso, o uso de recursos como trocadilhos, onomatopeias, aliterações, assonâncias, rimas, anáforas, aliterações e outros fatores de ritmo suscitam a fruição textual.”
Aula/Identificando os materiais de montagem: AQUI
Atividades/Listas/PDF: AQUI, AQUI, AQUI
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sábado, março 04, 2023
Nunca acontece nada na minha rua>Atividade literária>Crônica>Sarau> 04/03/2023
A crônica é um gênero textual tipicamente brasileiro que trata de acontecimentos cotidianos com tema, espaço e personagens reduzidos e que acumula muitos fãs, principalmente entre os adultos. Mas como introduzir a crônica para os pequenos e despertar a paixão pelo gênero nas crianças? Uma boa dica que o nosso clube de leitura infantil dá é começar ler crônicas infantis com as crianças desde cedo. Dessa forma, o pequeno já vai se familiarizando com o gênero ou, caso já esteja aprendendo o que é crônica na escola, ele pode ir identificando as características da obra enquanto lê crônicas infantis com você.
Na próxima das crônicas infantis conhecemos Luíz Rodolfo, um menino que vive entediado porque nada acontece na rua dele. Porém, enquanto acompanhamos as reclamações desse menino, vemos através da leitura das imagens que, na verdade, muitas coisas estão acontecendo na rua dele. Luíz Rodolfo só não as percebe porque está sempre reclamando de como sua vizinhança é um tédio. Essa é uma ótima obra para estimular nas crianças a leitura de imagens já que por meio delas acompanhamos muitas narrativas paralelas ocorrendo atrás do protagonista. Fonte
Nunca acontece nada em minha rua foi escrito pela autora, ilustradora e designer Ellen Raskin. A obra traz a história de um garoto, o Luís Rodolfo, que não consegue perceber as situações ocorridas em sua rua.
Sentado à beira da calçada, o menino, com mal-humor, menciona ao leitor situações extraordinárias ocorridas em outras ruas: casas mal- assombradas, piratas e tesouros enterrados, monstros, astronautas, espiões, leões, tigres ferozes e montanhas nunca antes escaladas. Mas nunca nada acontece na Rua das Amoreiras, 52, onde mora Luís Rodolfo. Será? Continua: AQUI
Aula: Marcos históricos do lugar onde vivo: AQUI
Atividades tema rua: AQUI
Tem de tudo nesta rua: AQUI
Sugerindo um sarau
Compartilhar literatura é também uma forma de enriquecer o contato com ela. Por isso, sugerimos que você organize um sarau em que os alunos escolherão um ou dois textos do livro para ler ou declamar aos colegas. Como a escolha da crônica será feita previamente, o aluno pode optar por decorar o texto ou treinar a sua leitura em voz alta. O interessante é que não haja crônicas repetidas, mas, como a escolha fica a cargo do aluno, isso pode acontecer, e é uma excelente oportunidade para você explorar as diferentes interpretações que um mesmo texto pode ganhar de acordo com o leitor.
Instrua os alunos sobre todas as nuances da crônica. Para tanto, peça a eles que selecionem palavras-chave e explorem as imagens que o texto lhes transmitem; que prestem atenção à pontuação do texto e às intenções que as acompanham; que se o texto escolhido tiver diálogos, imaginem quem são essas pessoas e que intenção teriam na voz ao falar as frases; que procurem palavras desconhecidas no dicionário e entendam o uso delas no contexto, e assim por diante. Esta etapa também é importante para que eles percebam que o texto terá um efeito positivo no ouvinte quanto melhor compreendermos o que ele diz e melhor interpretarmos todas as suas nuances como leitores ativos.
Quando chegar o momento do sarau, explique como ele funciona e o seu objetivo, principalmente se for a primeira vez que os alunos participam de um. Em um sarau, as pessoas costumam se reunir para compartilhar textos literários de que gostam e, assim, ampliar seu repertório literário. Você pode preparar o ambiente da sala de aula a fim de torná-lo mais aconchegante para a atividade. Leve cangas coloridas, por exemplo, que podem servir de “palco” para quem for ler/recitar a crônica. Os alunos poderão se sentar em almofadas, o espaço pode ser decorado com flores e/ou folhas secas, a iluminação natural da sala pode ser substituída por lanternas ou lâmpadas/luzinhas coloridas, pode haver uma sutil trilha sonora de fundo, que ajude a ambientar as apresentações etc.
É interessante que os alunos participem de todas as etapas da organização, a fim de se sentirem acolhidos pela atividade. Durante a atividade, deixe que eles se apresentem espontaneamente para a leitura/declamação, como costuma acontecer normalmente em eventos desse formato. Concluída essa etapa, você pode convidar os alunos a falarem sobre suas impressões, tanto como leitores quanto como ouvintes: o que foi mais interessante, que aspectos lhes chamaram a atenção, o que pensaram que poderiam ter feito de diferente em suas leituras, se ouvir o conto apresentado pelo colega os fez entender melhor o texto ou criar diferentes imagens etc. Esse tipo de proposta pode se tornar recorrente em sala de aula, como um recurso de exploração de textos literários.
Essa atividade contempla as seguintes habilidades descritas na BNCC para o componente curricular Língua Portuguesa: EF69LP44, EF69LP46, EF69LP47, EF69LP53, EF69LP54 e EF89LP33. Fonte
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segunda-feira, outubro 18, 2021
Tantãs>Muita imaginação/Diversão e jogo de linguagem>22 contos de Eva Furnari>Os cinco esquisitos>18/10/2021
Assunto: jogos de linguagem, problemas matemáticos, receitas, unidades de medida, universos híbridos
Temas contemporâneos: Saúde, Vida familiar e social
São 22 contos curtos em que a principal característica é não se prender a nenhum padrão da lógica. Assim, Dona Tinzinha vai a uma loja de armarinhos, onde pede meio litro de botões amarelos para o pijama novo de seu filho – ela descobriu que essa cor ajuda a criança a parar de fazer xixi na cama. Ou então o irmão velho, ao ser questionado pelo mais novo sobre o que vai ser quando crescer, conta estar dividido entre preguiçólogo ou dorminhólogo. Por falar em profissões, o que dizer de Nobu Noburu, que virou psicólogo de eletrodomésticos?
São relatos assim que formam Tantãs (Moderna), novo livro infantil de Eva Furnari, autora e ilustradora exímia em atiçar a curiosidade das crianças por meio do inusitado e do bom humor. Assim, nenhum leitor deve se surpreender com a carta que uma bruxinha escreve ao Papai Noel pedindo um vestido rosa; ou como o jovem advogado que defende um passarinho. Histórias que não agridem a lógica dos pequenos que, justamente por falta de vivência, ainda não foram contaminados pelas regras de convivência. Olham o mundo com frescor.
Eva e seus tantãs: Sobre a obra: AQUI
Proposta de trabalho: AQUI
Sugestão/produção de texto: Hoje, trago a vocês uma proposta bastante divertida de produção de texto: gênero conto para crianças de 3º a 5º ano do Ensino Fundamental 1. A partir da leitura de " Receita incerta", tirada de Tantãs, de Eva Furnari, a ideia é levar a criança, via imaginação, a seguir as etapas da receita para criar uma narrativa com situação inicial, desenvolvimento, conflito, clímax e desfecho. AQUI
Receita para fazer um príncipe: Fafá conta: AQUI
Ouvindo as situações matemáticas: AQUI
Mais Eva Furnari no Linguagem e Afins
Ps. Fui à Livraria e voltei com um livro muito esquisito. ‘Os cinco esquisito’, que eram seis, ou mais, porque eu pensei em mim e em você (que é um absurdo). O livro foi escrito e desenhado por Beatrice Alemagna, que é italiana apesar do nome que me confundiu. Não sei se Beatrice é esquisita, mas me parece que sim, desde o princípio. Fonte
O que é esquisito e o que não é esquisito? Será que o que é esquisito pra mim é esquisito pra você?
Um dia, chega à cidade o Senhor Perfeito que começa a criticar a estranheza de todos eles. Confrontados com isso, eles começam a perceber que suas esquisitices não eram defeitos e sim diferenças; e tinham lá sua serventia. Continua: AQUI
Fafá conta: AQUI
Contando a história também: AQUI
Esquisita como eu: Martha Medeiros: AQUI
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sexta-feira, fevereiro 21, 2020
A poesia se faz num pescar de olhos>Poesia>Como trabalhar com poema>Poemas curtos>21/02/2020

A poesia se faz num pescar de olhos é um livro para quem gosta de viajar com as palavras, brincar com elas e ficar ligado, plugado, conectado com as coisas do mundo e do coração. A obra traz poemas inéditos e outros que já tinham sido publicados nas obras Poemas lambuzados (de 1999) e Poemas avoados (de 2002) pela Editora Saraiva. Tudo com uma nova roupagem e as lindas ilustrações da Andrea Ebert.
Objetivos
- Valorizar os conhecimentos prévios do aluno, capacitando-o a expressar idéias, sentimentos e opiniões.
- Estabelecer a comparação direta entre dois tipos de texto: o literário (no caso, o poema) e o informativo, com a impressão causada por eles (cada um deles).
- Levar o aluno a refletir e entender que a leitura pode ser fonte de informações, de prazer e de conhecimento.
- Capacitar o aluno a identificar os pontos mais relevantes de um poema.
- Expressar sentimentos, experiências, idéias e opções individuais.
- Quais são as leituras que vocês preferem: gibis, livros de histórias, histórias em quadrinhos, poemas etc.?
- Vocês conhecem algum poema?
- O que é rima?
- Vocês leem jornais ou revistas? Quais?
- Folhas com textos, livros infantis, livros de poemas, jornais, revistas, gibis etc.
- Livros e poemas diversos.
- Folhas para escrita dos poemas e desenhos.
- Fotos dos próprios alunos ou de lugares conhecidos, ou então fotos de revistas.
- Lápis, giz de cera, tintas, argila ou papel machê.
- Lápis e canetas coloridos para desenhos e caderno para as anotações das descobertas.
- Cartolinas para cartazes.
- Computador para digitar os poemas criados, papel para impressora.
- Livro: O Circo – Roseana Murray – Companhia Editora Nacional.
- Peça aos alunos que tragam um tipo de poema de que gostam.
- Forme uma “Biblioteca de Classe” e faça intercâmbio de leitura.
- Motive as crianças a pôr as emoções para fora, procure aguçar os sentidos e trazer à tona as emoções mais profundas e pessoais, que serão fundamentais para elaborar os poemas.
- Aproveite períodos especiais com seus alunos para montar poemas coletivos, que exercitam a fluência verbal. Anote no quadro-negro as palavras que eles lembrarem. O poema é feito em seguida, com os termos listados.
- Propor atividades em que elas possam mexer com giz de cera, tintas, argila ou papel machê.
- Fazer desenhos ou esculturas de flores, vulcões, animais. O tema é livre.
- As crianças também precisam ler muitas poesias, para apurar a sensibilidade e o senso crítico.
- Na fase da expressividade, propor aos alunos que escrevam palavras que vêm à mente, inspiradas pelo desenho ou pela escultura.
- Com base nessa lista, os alunos poderão montar o seu poema.
- O professor poderá sugerir novas relações entre as palavras ou formas de explorar as sensações sugeridas pelo texto.
- Os alunos devem se sentir livres para buscar associações incomuns entre as idéias.
- Vale tudo com o poema. As crianças adoram inventar rimas, enquanto os adolescentes preferem os versos livres. Algumas vezes, mais importante que rimar é buscar a sonoridade das palavras, procurando acentuar o significado e as emoções que se deseja passar. Criar novas rimas é um exercício que faz os alunos ficarem atentos à sonoridade das palavras.
- Mantenha um verso fixo e peça para as crianças rimarem os seguintes. Elas às vezes buscam palavras que apenas combinam entre si, mas não têm relação de significado com o poema.
- Desperte por meio da leitura de alguns poemas a imaginação nos ouvintes, pois com esse estímulo a criança vai entender que vale a pena esforçar-se para obter as informações de maneira prazerosa e divertida.
- 2ª Aula:
- Recorte palavras ou versos e deixe que os alunos os montem como acharem melhor. Eles ficarão surpresos ao verificar que uma mesma poesia pode apresentar muitas combinações diferentes. É uma forma de exercitar a coerência e mostrar que um poema é uma unidade, não um amontoado de palavras.
- Os alunos podem levar para a sala fotos próprias ou de lugares conhecidos. Ou então fotos de revistas.
- Peça para contarem à classe as sensações ou lembranças despertadas pelas imagens.
- Faça a lista de palavras, que servirá de base para os poemas.
- No laboratório de informática, digite os poemas criados e os imprima.
- Divida a turma em grupos de três ou quatro e distribua a cada equipe um saco plástico com cinco a dez poemas de um autor escolhido pelas crianças.
- Os alunos deverão ler os poemas e, em seguida, a professora deverá distribuir materiais de desenho para os alunos. Cada estudante escolhe um dos poemas lidos para ilustrar.
- Depois que todos terminarem seus desenhos, a professora oferece aos alunos livros do autor, que podem ser lidos em casa.
- Peça-lhes para fazerem a revisão da escrita dos poemas, descobrindo erros ortográficos e de pontuação, indicando as correções apropriadas.
- Usar o dicionário para verificação da escrita das palavras, criando nos alunos o hábito de consultá-lo para esclarecer dúvidas.
- É importante não mexer no texto assim que achar um erro. A criatividade e a expressividade são mais importantes que a grafia.
- Encontrado um erro, é melhor perguntar à criança se deve ser mantido ou corrigido: ela é quem dá a palavra final.
- Na etapa final, a avaliação, cada criança lê silenciosamente a poesia que fez. O professor escreve um dos textos no quadro-negro, com a autorização do aluno, e solicita sugestões de palavras ou trechos que possam ser substituídos ou acrescentados.
- Em seguida, com sua orientação, as crianças reescrevem os próprios textos. A leitura em voz alta de algumas poesias para a classe encerra a atividade.
- Faça uma exposição na classe ou na escola com o tema: “Varal de Poesias”.
- Veja algumas atividades que poderão ser desenvolvidas com os materiais da “Biblioteca de Classe”:
- 1 - Roda de leitura: o aluno escolhe um livro, lê em voz alta uma poesia, depois comenta e discute com os colegas que ouviram.
- 2 - Hora da poesia: a professora lê uma poesia por dia para os alunos.
- 3 - Encontro com a poesia: leitura de poemas trazidos pelos alunos.
- 4 - Círculo do livro: empréstimo e troca de livros de poesias.
- Avaliar o desempenho global do aluno continuamente, a partir de observações, das atividades nas aulas, da participação na construção de novos conceitos; levantamento de hipóteses e manipulação dos materiais.
- Observação das atitudes de responsabilidade, cooperação e organização.
- Avaliar o emprego correto das palavras, frases, diálogos, textos, redações etc. como exercícios de fixação.
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