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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sábado, janeiro 17, 2026

João e Maria>Recontando clássicos> Tijolo por tijolo>Direito humano a moradia> 17/01/2026

 
Telma Guimarães/Victor Tavares
Os irmãos João e Maria são abandonados pelo pai e pela madrasta em uma floresta cheia de perigos. Lá encontram uma linda e convidativa casa, coberta de gostosuras! Quem resistiria? A apetitosa casa, porém, é uma armadilha da horrível bruxa que adora devorar crianças... Como esses dois pequenos heróis irão sobreviver à fome da bruxa?
Suplemento do professor: AQUI
Contando: AQUI
Atividade: Interpretando e reciclando: João e Maria são irmãos e diante de uma dificuldade familiar foram abandonados em uma floresta. João era muito cuidadoso com sua irmã, mas mesmo assim acabaram caindo em uma armadilha...
Veja o clássico dos irmãos Grimm recontado por Telma Guimarães    AQUI
História na lata: AQUI
Mais João e Maria no Linguagem: AQUI

Direito humano a moradia
Amor ao próximo
Campanha da Fraternidade 2026
"Solidariedade é manifestar o sentimento de empatia com o intuito de confortar ou ajudar alguém, ou contribuir para o bem de todos. É também uma forma de se relacionar com os outros, pensando no bem-estar coletivo."

Telma Guimarães

Os irmãos João e Sofia ficam sensibilizados ao conhecer Aparecida, uma mulher que se viu sem casa com sua bebê depois de perder o emprego que lhes garantia um quartinho. 
Com o apoio da escola, dos amigos e dos familiares, eles buscam meios de ajudar essa pequena família a construir um lar. 
No processo, descobrem que moradia é muito mais que um teto: é um direito humano. 

Degustação: AQUI

O livro das casas: AQUI

Moradia: AQUI
Casa: AQUI
Solidariedade: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Superação: AQUI
Pertencimento: AQUI
Afeto: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI
Campanha Fraternidade 2026: AQUI
Reciclagem: AQUI
Telma Guimarães: AQUI


A cigarra e a formiga/Rap: AQUI





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quinta-feira, março 13, 2025

Claro Cleusa, claro Clóvis>PNLD Literário>Aliteração>Interação literária>13/03/2025

 

Raquel Matsushita

O foco do livro Claro, Cleusa. Claro, Clóvis (Editora do Brasil) é a fase natural do desenvolvimento da sociabilidade infantil, quando as crianças se relacionam em duplas. Essa dinâmica acontece primeiramente na própria família: mãe/filho, pai/filho ou entre irmãos. 
Na escola, essa relação a dois aparece com bastante evidência. 
Com o tempo, as crianças aprendem a se relacionar em trios. E, por último, em grupos maiores (teoria da Matriz de Identidade, de J. L. Moreno).
O livro trata, portanto, do amadurecimento das relações humanas e do encontro individual com a própria identidade. Esse caminho – muito prazeroso, mas também repleto de conflitos – é essencial na construção das amizades saudáveis e respeitosas. Um aprendizado que levamos para a vida adulta. Fonte

A amizade pode se manifestar de muitos jeitos. Com uma linguagem visual nova e lúdica, formas geométricas representam os personagens desse livro, que conta a história de dois amigos que fazem tudo juntos e se completam perfeitamente. Até que algo inesperado acontece, fazendo com que eles descubram que, quando o assunto é amizade, sempre cabe mais um.
Este livro trata de temas como comportamento, sociabilidade e relacionamentos de um jeito diferente e bastante divertido.
Ouvindo: AQUI
Disciplina: Matemática
Tema: Habilidades Socioemocionais; Ética; Pluralidade Cultural.
Assunto: Amizade, Comportamento
Data Comemorativa: 20/7 - Dia do Amigo
Suplemento literário: AQUI
História e atividade: AQUI, AQUI
Que tal, após a leitura e a conversa sobre essa obra cativante, brincar de produzir imagens usando apenas recortes com formas geométricas? 
A proposta é a criança produzir narrativas visuais, inspiradas nessas personagens, expressando, assim, aquilo que às vezes as palavras não conseguem dizer. 
A atividade é um convite para experimentar novas amizades e outras linguagens.
A educação lúdica é uma das formas de aprendizado em que as brincadeiras e atividades contribuem para o desenvolvimento infantil. Descubra como colocá-las em prática! AQUI

Formas geométricas: AQUI, AQUI
Literatura/Matemática: AQUI
Aliteração: AQUI
Atividades formas geométricas: AQUI, AQUI


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domingo, janeiro 21, 2024

Brinco de listas>Poemas encantadores>Gênero textual listas>Instruções de montagem> 21/01/2024

 

Ana Maria Machado

Em Brinco de listas, Ana Maria Machado, uma de nossas mais importantes escritoras, brinca com as palavras de um jeito leve e divertido.
O livro traz dez poemas que apresentam ao leitor a brincadeira com a linguagem. Versando sobre o mesmo tema, listas, a autora procura resgatar o hábito de se fazer listas para lembrar as obrigações do dia a dia por meio de situações surpreendentes e comparações incomuns, explorando em seus poemas a sonoridade, as rimas, repetições e a musicalidade.

Projeto de leitura: AQUI   Ouvindo: AQUI

Lista pessoal
Comprar pão
Preencher ficha de matrícula
Ir a São Paulo
Marcar consulta do dentista
Trocar a pilha do controle remoto
Responder ao e-mail que ficou faltando
Apanhar a roupa na lavanderia
Pagar a conta de luz e gás
Levar o cachorro pra passear
Estudar para a prova
Conseguir o telefone da Dora
Buscar a prancha na oficina
Não necessariamente nessa ordem
Ufa!
Quanta coisa cansativa
Isso é uma roda-viva
Acho que vou adiar
E ficar de pernas pro ar

Brinco de listas
Brinco de listas
Brinco de argola
Brinco de bolinha
Brinco de bola
Brinco de ouro
Brinco de flor
Brinco de tudo que é cor

Brinco de lata
Brinco de prata
Brinco de pirata
Brinco de cigana
Brinco de baiana

Brinco fantasia
Faísca de dia
Brinco a brilhar
Faísca ao luar

Brinco pequenino
Brinco grandalhão
Brinco pendurado
Brinco cai no chão

Brinco de listas
Listas de brinco

Mas não uso brinco
E tenho quatro ou cinco
Lista de chamada

Cada nome em seu lugar
A começar pelo A
Antônio, Ana e Abel
Mas não encontro a Bebel
que está no l de Isabel
E nem adianta chamar
E não sei por que o Zé
Nunca está na letra Z
Vai no Jota se esconder
Disfarçado de José
Mas o nome que eu mais quero
Nunca está no quadrado e onde
Mora lá no meu segredo
Só eu sei onde se esconde.   Fonte

“A criança sente prazer em vivenciar a semelhança e os contrastes sonoros entre palavras, independente de sua significação. Por isso, o uso de recursos como trocadilhos, onomatopeias, aliterações, assonâncias, rimas, anáforas, aliterações e outros fatores de ritmo suscitam a fruição textual.”

Benefícios do poema infantil e muito mais: AQUI

Aula/Identificando os materiais de montagem: AQUI

Mais planos de instruções de montagem: AQUI

Produzindo uma lista de combinados da turma: AQUI

Atividades/Listas/PDF: AQUI, AQUI, AQUI

Este vídeo apresenta de maneira objetiva o gênero textual LISTA.
Com este vídeo você poderá trabalhar as seguintes habilidades da BNCC:
(EF12LP04) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor
ou já com certa autonomia, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções
de montagem (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana,
considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de
organização à sua finalidade.
(EF01LP17) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
(EF01LP20) Identificar e reproduzir, em listas, agendas, calendários, regras, avisos, convites,
receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros.
(EF01LP21) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas de
regras e regulamentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros
do campo da atuação cidadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do
texto.
(EF03LP16) Identificar e reproduzir, em textos injuntivos instrucionais (receitas, instruções de montagem, digitais ou impressos), a formatação própria desses textos (verbos imperativos, indicação de passos a ser seguidos) e a diagramação específica dos textos desses gêneros (lista de ingredientes ou materiais e instruções de execução – "modo de fazer").
(EF03LP26) Identificar e reproduzir, em relatórios de observação e pesquisa, a formatação e diagramação específica desses gêneros (passos ou listas de itens, tabelas, ilustrações, gráficos,
resumo dos resultados), inclusive em suas versões orais.
(EF04LP13) Identificar e reproduzir, em textos injuntivos instrucionais (instruções de jogos digitais ou impressos), a formatação própria desses textos (verbos imperativos, indicação de passos a ser seguidos) e formato específico dos textos orais ou escritos desses gêneros (lista/ apresentação de materiais e instruções/passos de jogo). AQUI, AQUI, AQUI

No Linguagem
O que tem na venda? AQUI
Listas fabulosas: AQUI





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sábado, março 04, 2023

Nunca acontece nada na minha rua>Atividade literária>Crônica>Sarau> 04/03/2023

 

Ellen Raskin

A crônica é um gênero textual tipicamente brasileiro que trata de acontecimentos cotidianos com tema, espaço e personagens reduzidos e que acumula muitos fãs, principalmente entre os adultos. Mas como introduzir a crônica para os pequenos e despertar a paixão pelo gênero nas crianças? Uma boa dica que o nosso clube de leitura infantil dá é começar ler crônicas infantis com as crianças desde cedo. Dessa forma, o pequeno já vai se familiarizando com o gênero ou, caso já esteja aprendendo o que é crônica na escola, ele pode ir identificando as características da obra enquanto lê crônicas infantis com você.

Na próxima das crônicas infantis conhecemos Luíz Rodolfo, um menino que vive entediado porque nada acontece na rua dele. Porém, enquanto acompanhamos as reclamações desse menino, vemos através da leitura das imagens que, na verdade, muitas coisas estão acontecendo na rua dele. Luíz Rodolfo só não as percebe porque está sempre reclamando de como sua vizinhança é um tédio. Essa é uma ótima obra para estimular nas crianças a leitura de imagens já que por meio delas acompanhamos muitas narrativas paralelas ocorrendo atrás do protagonista. Fonte

Nunca acontece nada em minha rua foi escrito pela autora, ilustradora e designer Ellen Raskin. A obra traz a história de um garoto, o Luís Rodolfo, que não consegue perceber as situações ocorridas em sua rua.

Sentado à beira da calçada, o menino, com mal-humor, menciona ao leitor situações extraordinárias ocorridas em outras ruas: casas mal- assombradas, piratas e tesouros enterrados, monstros, astronautas, espiões, leões, tigres ferozes e montanhas nunca antes escaladas. Mas nunca nada acontece na Rua das Amoreiras, 52, onde mora Luís Rodolfo. Será? Continua: AQUI

Ouvindo: AQUI, AQUI

Aula: Marcos históricos do lugar onde vivo: AQUI

Atividades tema rua: AQUI

Tem de tudo nesta rua: AQUI

Sugerindo um sarau

Compartilhar literatura é também uma forma de enriquecer o contato com ela. Por isso, sugerimos que você organize um sarau em que os alunos escolherão um ou dois textos do livro para ler ou declamar aos colegas. Como a escolha da crônica será feita previamente, o aluno pode optar por decorar o texto ou treinar a sua leitura em voz alta. O interessante é que não haja crônicas repetidas, mas, como a escolha fica a cargo do aluno, isso pode acontecer, e é uma excelente oportunidade para você explorar as diferentes interpretações que um mesmo texto pode ganhar de acordo com o leitor. 

Instrua os alunos sobre todas as nuances da crônica. Para tanto, peça a eles que selecionem palavras-chave e explorem as imagens que o texto lhes transmitem; que prestem atenção à pontuação do texto e às intenções que as acompanham; que se o texto escolhido tiver diálogos, imaginem quem são essas pessoas e que intenção teriam na voz ao falar as frases; que procurem palavras desconhecidas no dicionário e entendam o uso delas no contexto, e assim por diante. Esta etapa também é importante para que eles percebam que o texto terá um efeito positivo no ouvinte quanto melhor compreendermos o que ele diz e melhor interpretarmos todas as suas nuances como leitores ativos.

Quando chegar o momento do sarau, explique como ele funciona e o seu objetivo, principalmente se for a primeira vez que os alunos participam de um. Em um sarau, as pessoas costumam se reunir para compartilhar textos literários de que gostam e, assim, ampliar seu repertório literário. Você pode preparar o ambiente da sala de aula a fim de torná-lo mais aconchegante para a atividade. Leve cangas coloridas, por exemplo, que podem servir de “palco” para quem for ler/recitar a crônica. Os alunos poderão se sentar em almofadas, o espaço pode ser decorado com flores e/ou folhas secas, a iluminação natural da sala pode ser substituída por lanternas ou lâmpadas/luzinhas coloridas, pode haver uma sutil trilha sonora de fundo, que ajude a ambientar as apresentações etc.

 É interessante que os alunos participem de todas as etapas da organização, a fim de se sentirem acolhidos pela atividade. Durante a atividade, deixe que eles se apresentem espontaneamente para a leitura/declamação, como costuma acontecer normalmente em eventos desse formato. Concluída essa etapa, você pode convidar os alunos a falarem sobre suas impressões, tanto como leitores quanto como ouvintes: o que foi mais interessante, que aspectos lhes chamaram a atenção, o que pensaram que poderiam ter feito de diferente em suas leituras, se ouvir o conto apresentado pelo colega os fez entender melhor o texto ou criar diferentes imagens etc. Esse tipo de proposta pode se tornar recorrente em sala de aula, como um recurso de exploração de textos literários.

Essa atividade contempla as seguintes habilidades descritas na BNCC para o componente curricular Língua Portuguesa: EF69LP44, EF69LP46, EF69LP47, EF69LP53, EF69LP54 e EF89LP33. Fonte

Sugestões/Sarau/Aulas: Cantigas populares: 
Encontrando rimas: AQUI
Convite/sarau: AQUI
Ensaiando cantigas: AQUI
Apresentação: AQUI



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segunda-feira, outubro 18, 2021

Tantãs>Muita imaginação/Diversão e jogo de linguagem>22 contos de Eva Furnari>Os cinco esquisitos>18/10/2021


Eva Furnari

Tudo evoca o riso solto e à cumplicidade do leitor que, certamente vai se reconhecer um pouco “tantã” como os personagens e os divertidos enredos criados por uma das escritoras mais talentosas de nosso país.

Assunto: jogos de linguagem, problemas matemáticos, receitas, unidades de medida, universos híbridos

Temas contemporâneos: Saúde, Vida familiar e social

São 22 contos curtos em que a principal característica é não se prender a nenhum padrão da lógica. Assim, Dona Tinzinha vai a uma loja de armarinhos, onde pede meio litro de botões amarelos para o pijama novo de seu filho – ela descobriu que essa cor ajuda a criança a parar de fazer xixi na cama. Ou então o irmão velho, ao ser questionado pelo mais novo sobre o que vai ser quando crescer, conta estar dividido entre preguiçólogo ou dorminhólogo. Por falar em profissões, o que dizer de Nobu Noburu, que virou psicólogo de eletrodomésticos?

São relatos assim que formam Tantãs (Moderna), novo livro infantil de Eva Furnari, autora e ilustradora exímia em atiçar a curiosidade das crianças por meio do inusitado e do bom humor. Assim, nenhum leitor deve se surpreender com a carta que uma bruxinha escreve ao Papai Noel pedindo um vestido rosa; ou como o jovem advogado que defende um passarinho. Histórias que não agridem a lógica dos pequenos que, justamente por falta de vivência, ainda não foram contaminados pelas regras de convivência. Olham o mundo com frescor.

Eva e seus tantãs: Sobre a obra: AQUI

Proposta de trabalho: AQUI

Sugestão/produção de texto: Hoje, trago a vocês uma proposta bastante divertida de produção de texto: gênero conto para crianças de 3º a 5º ano do Ensino Fundamental 1. A partir da leitura de " Receita incerta", tirada de Tantãs, de Eva Furnari, a ideia é levar a criança, via imaginação, a seguir as etapas da receita para criar uma narrativa com situação inicial, desenvolvimento, conflito, clímax e desfecho. AQUI

Receita para fazer um príncipe: Fafá conta: AQUI

Ouvindo as situações matemáticas: AQUI

Mais Eva Furnari no Linguagem e Afins

Drufs: AQUI
Listas fabulosas: AQUI
Travadinhas: AQUI
Pandolfo Bereba: AQUI
Umbigo indiscreto: AQUI



Beatrice Alemagna

Ps. Fui à Livraria e voltei com um livro muito esquisito. ‘Os cinco esquisito’, que eram seis, ou mais, porque eu pensei em mim e em você (que é um absurdo). O livro foi escrito e desenhado por Beatrice Alemagna, que é italiana apesar do nome que me confundiu. Não sei se Beatrice é esquisita, mas me parece que sim, desde o princípio. Fonte

O que é esquisito e o que não é esquisito? Será que o que é esquisito pra mim é esquisito pra você?

Os cinco esquisitos é sobre cinco amigos, que se achavam um pouco diferentes dos outros. Um era furado, outro era todo dobrado, o terceiro todo mole, o quarto vivia de cabeça para baixo, e o último… “era errado da cabeça aos pés.”

Um dia, chega à cidade o Senhor Perfeito que começa a criticar a estranheza de todos eles. Confrontados com isso, eles começam a perceber que suas esquisitices não eram defeitos e sim  diferenças; e tinham lá sua serventia. Continua: AQUI

Fafá conta: AQUI

Contando a história também: AQUI

Esquisita como eu: Martha Medeiros: AQUI






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sexta-feira, fevereiro 21, 2020

A poesia se faz num pescar de olhos>Poesia>Como trabalhar com poema>Poemas curtos>21/02/2020


Resultado de imagem para livro a poesia de faz num pescar de olhos atividades
Leo Cunha

A poesia se faz num pescar de olhos é um livro para quem gosta de viajar com as palavras, brincar com elas e ficar ligado, plugado, conectado com as coisas do mundo e do coração. A obra traz poemas inéditos e outros que já tinham sido publicados nas obras Poemas lambuzados (de 1999) e Poemas avoados (de 2002) pela Editora Saraiva. Tudo com uma nova roupagem e as lindas ilustrações da Andrea Ebert.

Proposta de trabalho
 Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural da humanidade, bem como participar de práticas diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultural, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas.
Este guia apresenta sugestões de atividades interdisciplinares baseadas na obra A poesia se faz num pescar de olhos, as quais têm a intenção de estabelecer vínculos significativos entre a vivência dos alunos e a palavra escrita. As atividades estão divididas em três partes. Na primeira, procura-se motivar os alunos à leitura integral do livro. Na segunda, o objetivo é levá-los a refletir sobre os personagens e as situações apresentados nos poemas lidos. Na terceira parte, os alunos serão convidados a jogar “Uma partida de futebol”.
Miolo do livro: AQUI

SUGESTÃO DE ATIVIDADES: COMO TRABALHAR COM POEMA
Objetivos
  • Valorizar os conhecimentos prévios do aluno, capacitando-o a expressar idéias, sentimentos e opiniões.
  • Estabelecer a comparação direta entre dois tipos de texto: o literário (no caso, o poema) e o informativo, com a impressão causada por eles (cada um deles).
  • Levar o aluno a refletir e entender que a leitura pode ser fonte de informações, de prazer e de conhecimento.
  • Capacitar o aluno a identificar os pontos mais relevantes de um poema.
  • Expressar sentimentos, experiências, idéias e opções individuais.
Formulação dos problemas
  • Quais são as leituras que vocês preferem: gibis, livros de histórias, histórias em quadrinhos, poemas etc.?
  • Vocês conhecem algum poema?
  • O que é rima?
  • Vocês leem jornais ou revistas? Quais?
Material a ser utilizado
  • Folhas com textos, livros infantis, livros de poemas, jornais, revistas, gibis etc.
  • Livros e poemas diversos.
  • Folhas para escrita dos poemas e desenhos.
  • Fotos dos próprios alunos ou de lugares conhecidos, ou então fotos de revistas.
  • Lápis, giz de cera, tintas, argila ou papel machê.
  • Lápis e canetas coloridos para desenhos e caderno para as anotações das descobertas.
  • Cartolinas para cartazes.
  • Computador para digitar os poemas criados, papel para impressora.
  • Livro: O Circo – Roseana Murray – Companhia Editora Nacional.
Temas transversais

Ética: Diálogo, respeito mútuo, responsabilidade, cooperação, organização, solidariedade. Trabalho coletivo, compartilhar descobertas. 

Pluralidade Cultural: educação – diferentes formas de transmissão de conhecimento: práticas educativas e educadores nas diferentes culturas. Cidadania: direitos e deveres individuais e coletivos. Literatura e tradição: línguas, dialetos, variantes e variação linguística. 

Execução Sensibilização:
  • Peça aos alunos que tragam um tipo de poema de que gostam.
  • Forme uma “Biblioteca de Classe” e faça intercâmbio de leitura.
  • Motive as crianças a pôr as emoções para fora, procure aguçar os sentidos e trazer à tona as emoções mais profundas e pessoais, que serão fundamentais para elaborar os poemas.
  • Aproveite períodos especiais com seus alunos para montar poemas coletivos, que exercitam a fluência verbal. Anote no quadro-negro as palavras que eles lembrarem. O poema é feito em seguida, com os termos listados.
  • Propor atividades em que elas possam mexer com giz de cera, tintas, argila ou papel machê.
  • Fazer desenhos ou esculturas de flores, vulcões, animais. O tema é livre.
Concretização: 
1ª Aula:
  • As crianças também precisam ler muitas poesias, para apurar a sensibilidade e o senso crítico.
  • Na fase da expressividade, propor aos alunos que escrevam palavras que vêm à mente, inspiradas pelo desenho ou pela escultura.
  • Com base nessa lista, os alunos poderão montar o seu poema.
  • O professor poderá sugerir novas relações entre as palavras ou formas de explorar as sensações sugeridas pelo texto.
  • Os alunos devem se sentir livres para buscar associações incomuns entre as idéias.
  • Vale tudo com o poema. As crianças adoram inventar rimas, enquanto os adolescentes preferem os versos livres. Algumas vezes, mais importante que rimar é buscar a sonoridade das palavras, procurando acentuar o significado e as emoções que se deseja passar. Criar novas rimas é um exercício que faz os alunos ficarem atentos à sonoridade das palavras.
  • Mantenha um verso fixo e peça para as crianças rimarem os seguintes. Elas às vezes buscam palavras que apenas combinam entre si, mas não têm relação de significado com o poema.
  • Desperte por meio da leitura de alguns poemas a imaginação nos ouvintes, pois com esse estímulo a criança vai entender que vale a pena esforçar-se para obter as informações de maneira prazerosa e divertida.
  • 2ª Aula:
  • Recorte palavras ou versos e deixe que os alunos os montem como acharem melhor. Eles ficarão surpresos ao verificar que uma mesma poesia pode apresentar muitas combinações diferentes. É uma forma de exercitar a coerência e mostrar que um poema é uma unidade, não um amontoado de palavras.
  • Os alunos podem levar para a sala fotos próprias ou de lugares conhecidos. Ou então fotos de revistas.
  • Peça para contarem à classe as sensações ou lembranças despertadas pelas imagens.
  • Faça a lista de palavras, que servirá de base para os poemas.
  • No laboratório de informática, digite os poemas criados e os imprima.
3ª Aula:
  • Divida a turma em grupos de três ou quatro e distribua a cada equipe um saco plástico com cinco a dez poemas de um autor escolhido pelas crianças.
  • Os alunos deverão ler os poemas e, em seguida, a professora deverá distribuir materiais de desenho para os alunos. Cada estudante escolhe um dos poemas lidos para ilustrar.
  • Depois que todos terminarem seus desenhos, a professora oferece aos alunos livros do autor, que podem ser lidos em casa.
4ª Aula:
  • Peça-lhes para fazerem a revisão da escrita dos poemas, descobrindo erros ortográficos e de pontuação, indicando as correções apropriadas.
  • Usar o dicionário para verificação da escrita das palavras, criando nos alunos o hábito de consultá-lo para esclarecer dúvidas.
  • É importante não mexer no texto assim que achar um erro. A criatividade e a expressividade são mais importantes que a grafia.
  • Encontrado um erro, é melhor perguntar à criança se deve ser mantido ou corrigido: ela é quem dá a palavra final.
Integração:

História: Pesquisar poemas de fatos históricos, sobre os quais as crianças farão uma montagem em quadrinhos. 

Artes e teatro: Fazer uma dramatização de um poema e confeccionar um livro de poesias pessoal. 

Música: Pesquisa de letras de música para ler e ensaiar a melodia. 

Informática: Reprodução de poesias, a confecção do livro e da ilustração. 
Educação física: Integrar as poesias em brincadeiras. 
Exposição:
  • Na etapa final, a avaliação, cada criança lê silenciosamente a poesia que fez. O professor escreve um dos textos no quadro-negro, com a autorização do aluno, e solicita sugestões de palavras ou trechos que possam ser substituídos ou acrescentados.
  • Em seguida, com sua orientação, as crianças reescrevem os próprios textos. A leitura em voz alta de algumas poesias para a classe encerra a atividade.
  • Faça uma exposição na classe ou na escola com o tema: “Varal de Poesias”.
Conclusões e aplicações
  • Veja algumas atividades que poderão ser desenvolvidas com os materiais da “Biblioteca de Classe”:
  •  1 - Roda de leitura: o aluno escolhe um livro, lê em voz alta uma poesia, depois comenta e discute com os colegas que ouviram. 
  • 2 - Hora da poesia: a professora lê uma poesia por dia para os alunos. 
  • 3 - Encontro com a poesia: leitura de poemas trazidos pelos alunos. 
  • 4 - Círculo do livro: empréstimo e troca de livros de poesias.
  • Avaliar o desempenho global do aluno continuamente, a partir de observações, das atividades nas aulas, da participação na construção de novos conceitos; levantamento de hipóteses e manipulação dos materiais.
  • Observação das atitudes de responsabilidade, cooperação e organização.
  • Avaliar o emprego correto das palavras, frases, diálogos, textos, redações etc. como exercícios de fixação. 
Poemas curtos
A poesia tem o poder de nos emocionar, de nos transportar para outros mundos e de nos educar acerca da complexidade humana.
Por todos esses motivos, e muitos mais, o contato das crianças com a poesia pode ser mágico e potenciar um amor pela leitura que durará a vida toda.
Está procurando poemas curtos para ler com as crianças e inspirar os pequenos leitores?





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