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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quarta-feira, junho 05, 2019

História das mil e uma noites>Sarau>O pescador e o gênio>1001 noites à luz do dia>Cultura árabe>05/06/2019



Quem não gosta de uma boa história? Não é à toa que o costume de sentar juntinho e se deixar levar pela voz de um contador faz parte da cultura de todos os povos. Assim são os recontos que Ruth Rocha apresenta nesta série: um verdadeiro tesouro da tradição popular de várias partes do mundo. São histórias saborosas e bem contadas, que divertem e fazem a imaginação voar.
Proposta de trabalho
Interpretação
Aula
Conhecendo Sherazade
Sarau/projeto de leitura e escrita Sherazade
Quem lê,conta ou escreve um conto
Projeto
O pescador e o gênio
Ali Babá e os quarenta ladrões
Reescrever para escrever com qualidade
Katia Canton
Sherazade sabia inventar e contar histórias como ninguém, com tudo o que se espera de um conto árabe gênios, ali babás, camelos... Neste livro, irá se conhecer algumas dessas histórias das Mil e uma noites, aqui contadas pelas palavras de Katia Canton e artes de Beatriz Milhazes.

O mundo árabe,história,cultura e arasbesco/Creche e pré
AQUI
Vale a pena ler!
Quem conhece pode escolher melhor
A importância de bons livros para crianças
Orientações didáticas para a leitura de histórias
  • Conhecer o texto e prepará-lo com antecedência.
  • Criar sistemática de leitura na rotina diária.
  • Considerar o conhecimento prévio das crianças.
  • Planejar em seqüência, em ordem crescente de desafios.
  • Adequar o tempo e o tipo de leitura à condição da criança.
  • Diversificar títulos e versões.
  • Ampliar o repertório de histórias conhecidas pelas crianças.
  • Criar ambiente agradável e aconchegante.
  • Ter atitude cuidadosa de quem lê para o outro e é referência como leitor.
  • Explicitar suas preferências.
  • Explicitar o motivo da leitura.
  • Preocupar-se com a qualidade literária e não com o conteúdo moral.
  • Garantir na rotina contato com livros de tipos e gêneros variados, para a formação de leitor crítico.
  • Fazer seqüência de planejamento ou projetos envolvendo leitura.
 Tem mais:AQUI

Resultado de imagem para livro o gigante egoista atividades
AQUI




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sexta-feira, janeiro 11, 2019

A verdade é de todos>A senhora verdade e a dona história>Atividades de leituras>11/01/2019




Giselda Laporta Nicolelis
As coisas não estavam bem no Reino de Absalândia. 
Com um rei autoritário e preocupado apenas em aumentar suas coleções inúteis para concorrer com o reino vizinho, a dívida externa e a pobreza do povo tornaram Absalândia um lugar ruim de se viver. 
Certo dia, após o surgimento do Pássaro da Verdade, as coisas começaram a mudar. 
A rainha, Salma, antes preocupada apenas em bordar seus lenços, resolveu tomar uma atitude e, com isso, ajudou a promover uma verdadeira revolução no modo como as coisas funcionavam. Com bom humor, o livro apresenta uma história de reis e rainhas, reinos distantes e elementos mágicos que ajudam a pensar sobre a importância da verdade.

Suplemento literário
Sempre chega o momento do ano em que é preciso parar e escolher livros literários para desenvolver atividades de leitura e surgem todas aquelas dúvidas:
  • Será que eles irão gostar?
  • Mudo ou não mudo as atividades que fiz no ano anterior?
  • Troco os títulos?
  • O texto está adequado para todos?
  • Será que há algo novo sendo realizado por outros professores?
Pensando nisso, pesquisamos várias ideias e listamos aqui algumas sugestões de atividades de leitura bem simples que você pode usar antes, durante ou após a leitura. Independente do livro escolhido, elas podem ser muito úteis para despertar um interesse maior dos seus alunos. 
Vamos lá!

Ilan Brenman

A senhora Verdade é linda, mas ninguém quer ouvir suas histórias. Depois de ser expulsa de uma praça, ela conhece a dona História, que pensarem um plano para ajudar a nova amiga. A partir de um conto da sabedoria popular árabe, o autor propõe à criança uma reflexão divertida, sem deixar de ser séria, sobre o discurso histórico e as ferramentas retóricas que envolvem a construção da verdade. A obra expõe com delicadeza a importância de falar a verdade, muitas vezes não de forma direta, mas com polidez e zelo.
Suplemento literário
Ouvindo: AQUI





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segunda-feira, maio 30, 2016

Sherazade>Contos de mil e uma noite>Estímulos literários>30/05/2016


A História de Sherazade

Há muito tempo, havia um rei muito rico e muito poderoso: chamava-se Sharyar.

Um dia este rei descobriu que a mulher dele, quando ele viajava, o traía. É claro que o rei ficou furioso! Estes reis antigos eram terríveis. Sharyar ficou com ódio das mulheres.

Então resolveu fazer assim: casava todo dia com uma mulher nova, e no dia seguinte mandava matar. Assim não tinha perigo de ele ser traído. Já não havia mais moça solteira naquele lugar. E as que tinham sobrado se escondiam muito bem, com muito medo.

O primeiro-ministro precisava arranjar todo dia uma noiva nova para o rei. Mas um dia ele voltou para casa muito aborrecido porque não conseguiu descobrir moça nenhuma! Este primeiro-ministro tinha uma filha chamada Sherazade, que era muito bonita e, o que é melhor, era muito inteligente.

Nesse dia, vendo que o pai estava apavorado, com muito medo, Sherazade se ofereceu para casar com o rei. O ministro não quis nem ouvir falar nisto. Mas Sherazade pediu, insistiu, dizendo que ia salvar o reino, que ia dar um jeito no tal Rei.
O pai da moça acabou deixando ela ir, porque na verdade ele também não sabia o que fazer. O rei quis logo abraçar a moça, mas viu que ela estava chorando. Isso já fazia parte dos planos de Sherazedo.
 - O que é que aconteceu? – o rei perguntou.
- É que eu tenho uma irmã pequena – respondeu Sherazade – e eu queria que ela viesse dormir comigo na minha última noite.
O rei mandou buscar a irmã, Dunyazade.
De madrugada, antes que o rei se levantasse, Dunyazade pediu a Sherazade que, pela última vez, lhe contasse uma história. Sherazade pediu licença ao rei para atender a irmã. Sherazade era uma contadora de histórias incrível. Quem ouvia suas histórias ficava encantado e queria que ela contasse outras histórias e outras mais.
E Sherazade começou a contar uma história muito interessante, e o próprio rei ficou fascinado com o que ela estava contando. Então o sol começou a nascer. Entre os árabes, esta é a hora de fazer orações. Sherazade parou a história no meio.
Não se sabe se o rei estava muito interessado na história ou se estava interessado na moça. A verdade é que ele permitiu que Sherazade ficasse viva só mais um dia, apenas para acabar a história.
Mas as histórias da moça eram longas, e dentro das histórias havia outras histórias, e dentro destas outras, outras mais, de maneira que a narrativa foi se alongando e durou… mil e uma noites, ao fim das quais o rei já estava apaixonado por Sherazade e não quis mais saber de matá-la e nem de matar mais ninguém.  

(Rocha, Ruth. Histórias das mil e uma noites. São Paulo: FTD,1991)

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