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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sábado, julho 29, 2023

Todo mundo sabe>Enriquecendo a imaginação>Desafiando a inteligência>Sabemos tudo?>29/07/2023


Giovanna Mazetto
Todo mundo sabe que o leão é o rei da floresta, mas o que acontece quando ele está com dor de dente?
Todo mundo sabe que o cão é o melhor amigo do homem, mas há pessoas que preferem gatos.
Todo mundo sabe que hoje é o amanhã de ontem, mas será que a passagem do tempo é assim tão rigorosa?
Neste livro, as afirmações mais absolutas são questionadas com leveza e diversão.
Gênero: conto

TCTs: cidadania e civismo (educação e direitos humanos); meio ambiente (educação ambiental); multiculturalismo (diversidade cultural)

Tópicos para orientação do professor: adivinhas, animais, charadas, elementos da natureza, fábula, filosofia, jogos de linguagem, otimismo

O leitor iniciante está em uma fase de aprendizagem da leitura em que há muitas novidades e estímulos. 
Neste momento, é importante incentivar a sensibilidade estética (sonoridade, silabação, rimas, musicalidade, jogos de linguagem, etc.), o pensamento lógico, a socialização e os valores éticos que nortearão a vida.
 Os enredos devem enriquecer a imaginação, a curiosidade e desafiar a inteligência. 
O senso de humor é muito bem-vindo e as ilustrações ainda são elementos importantes no processo de entendimento textual. Sowilo Editora

" Não há verdades absolutas" diz a autora desta obra. Através de questionamentos, a criança exercita sua imaginação, divertindo-se com suposições engraçadas.
Abaixo, sugeri alguns desdobramentos, propondo investigações

" O leão é o rei da floresta."
Propostas de investigação sobre alguns pontos: 
Cantando  o rei da floresta que resolveu dar uma festa: AQUI
Por que ele é o rei da floresta? AQUI

"O hoje é o amanhã do ontem"
Este vídeo apresenta o uso das expressões "ontem", "hoje" e "amanhã", relacionando-as às ideias de passado, presente e futuro. Com ele, você poderá trabalhar a seguinte habilidade da BNCC: (EF02LP17) Identificar e reproduzir, em relatos de experiências pessoais, a sequência dos fatos, utilizando expressões que marquem a passagem do tempo (“antes”, “depois”, “ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro dia”, “antigamente”, “há muito tempo” etc.), e o nível de informatividade necessário. AQUI

Sugestões para exploração o tema: Aquecendo a criatividade
Objetivos:
Possibilitar experiências lúdicas;
Provocar o sentimento do autoconhecimento;
Estimular a curiosidade e imaginação;
Provocar a tensão necessária para a descoberta de valores;
Promover a reflexão sobre questões e processos identificatórios.

Apreciando rimas, podemos fazer um aquecimento mental e oral com algumas frases:

As roupas possuem panos coloridos.
Mas quem inventou os vestidos compridos?

O rio tem água turva.
Mas podemos contar os pingos da chuva?

O mar é livre e aberto.
Porque não sei contar a areia do deserto?

O sol é luz.
Como ele se reproduz?

Tem estrelas na escuridão.
Como chegar àquela constelação?

O vento é frio como o mármore.
Quantas folhas ele derruba de uma árvore?

O lixo é preciso reciclar.
Quando as pessoas irão se conscientizar?

Durmo de pijama.
Quem inventou a cama?

Estamos dormindo e alguém quer nos acordar.
Já parou pra pensar?
Nos bons modos à assumir?

Livro: Poesia a gente inventa/Fernando Paixão

O que elas tem em comum?
Apreciação do gênero poético

Motivo
Se os livros contam
que as nuvens
saem da água do mar
sobem até o céu
caminham com o vento
devagar
por que é que eu
nunca senti
batendo na minha cara
uma gota
uma gotinha só
de chuva salgada?

No alto
A escada sobe sem degraus
basta pisar no céu.
Pega um raio de sol
como a coleira de um cão.
Lá em cima o quintal
é de leve algodão.
Até as árvores da lua
Têm braços e pernas.
Pra quê? Pra correr da chuva
e beber água no rio.

Deem asas à imaginação e descrevam como seria a tal Terra do Lá de que fala o poema.
Comparem com  a história Só sei que nada sei, fazendo um paralelo entre elas.
Na história não sabemos de nada e no poema achamos que todas as coisas vão para um lugar chamado "lá".

João Anzanello Carrascoza

Aonde foi parar a cabeça da mula-sem-cabeça?
Lá.
E a chave que a gente procura e jamais encontra?
Está Lá.
Para que lugar vai o guarda-chuva que perdemos e ninguém acha?
Vai para Lá.
A luz. Para onde vai a luz quando a desligamos?
Também vai para Lá.
Em que parte do céu o Sol se oculta quando a noite vem?
Lá.
As coisas que desaparecem misteriosamente aonde vão parar?
Uma moeda, um brinco, um lápis?
Lá-lá-lá.
Em que canto a música se recolhe depois de tocar?
Lá.
E o desenho que a gente faz e logo apaga? Para onde foi?
Foi para Lá.
Em que ninho se recolhe a cantoria dos pássaros enquanto eles dormem?
Lá.
Para que lugar vão os anos que vivemos?
Vão para lá.
E os anos que virão?
Vêm todos de Lá. Estão só esperando a gente chamar.
E quando as nuvens somem do céu.
Em que horizonte elas vão dar?
No de lá.
Em que jardim as flores brotam quando murcham na banda de cá?
Brotam do lado de lá.
Se o silêncio entra em casa, onde o barulho se enfia?
Numa gaveta Lá.
As coisas findas, as lembranças lindas, é na Terra do Lá que elas vagam.
Lá.
Onde só chegamos com essas asas aqui da poesia.

Livro do autor: A  terra do lá
Álbum de figurinhas do livro favorito


Aprendendo a escrever textos de opinião

Autor :Fernanda Maurício Simões
O que o aluno poderá aprender com esta aula
·Compreenda as funções do gênero texto de opinião e a forma como ele se organiza;
·Aprenda a produzir textos de opinião, planejando e revisando a escrita de acordo com os seus objetivos, seu destinatário, seu tema central e seu contexto de circulação.
Duração das atividades
As atividades terão duração de 05 a 06 aulas de 40 a 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Essa sequência didática é indicada para as crianças que dominam o sistema alfabético.
Esse aprendizado ocorre quando o aluno compreende que cada letra (grafema) é representada por um som (fonema) e, por isso, já é capaz de ler e de escrever de forma mais autônoma.
Em caso de turmas heterogêneas, sugerimos que a criança em processo de apropriação do sistema de escrita realize as atividades 1 e 2 junto com um colega que tenha mais de experiência com a leitura e com a escrita.
Esse aprendiz poderá auxiliá-la na leitura do texto e na realização das tarefas solicitadas.
É importante orientar os alunos a trabalharem de forma colaborativa, incentivando-os a escutarem a opinião do colega e a darem oportunidade para que cada um tente ler o texto.
É interessante também convidar a turma a ser uma comunidade de aprendizagem, deixando claro que todos podem contribuir com o aprendizado do outro.
Estratégias e recursos da aula
Caro professor, o processo de ensino da escrita de textos não se limita à atividade de sua produção.
 É preciso que os alunos conheçam as funções do texto em questão, os suportes em que pode ser encontrado, o seu contexto de circulação etc.
Além disso, antes de as crianças escreverem individualmente, é importante que participem de atividades que buscam ensinar o modo como o texto se organiza (os alunos deverão saber, por exemplo, que o texto de opinião é organizado de forma diferente da história ou da notícia).
A escrita coletiva representa uma das intervenções que podem ser feitas.
Durante essa atividade, o professor deve chamar a atenção dos aprendizes em relação às características do texto e a forma de estruturar as informações
Sugerimos essa sequência didática para iniciar o trabalho com a leitura e a escrita de textos de opinião.
Atividade 1: Apresentação de um texto de opinião
Objetivo: Conhecer as funções de um texto de opinião e as suas características centrais, bem como iniciar a observação a respeito dos diversos contextos de circulação e dos suportes nos quais circulam esses textos.
Escreva no quadro a expressão “TEXTO DE OPINIÃO” e pergunte às crianças o que lhes vêem a mente ao lerem esse termo.
 Deixem que levantem suas hipóteses e anote-as em uma parte do quadro negro.
Se necessário, oriente a turma em relação à análise da palavra.
Você pode perguntar:
- “O que lhes vem à mente ao lerem a palavra opinião?”
- “Para que deve servir um texto de opinião?”.
É importante enfatizar que escrevemos um texto de opinião para que outras pessoas conheçam o nosso ponto de vista sobre determinado assunto, geralmente, de interesse público.
Após a conversa, distribua à turma um texto de opinião para ser analisado.
Sugerimos o texto abaixo:
“As inundações ocorridas em época de chuvas devem-se à falta de cuidado das pessoas com a cidade. É comum vermos crianças e adultos sujarem ruas e passeios, jogando papel de bala, garrafa pet, copos e sacolas no chão e não nas lixeiras. Essas pessoas parecem não perceberem que estão fazendo mal a si mesmas. Dessa forma, quando chove, os bueiros ficam entupidos, muitas ruas são alagadas e muita gente fica prejudicada.”

Leia o texto com a turma e, em seguida, pergunte:
- “Sobre o que o texto fala?”
- “Qual a opinião do autor sobre esse assunto?”,
- “Que argumento ele usa para defender sua opinião?” ,
- “Vocês concordam com ele? Por quê?” ,
- "Que solução ele propõe para o problema?",
- “Podemos dizer que o texto lido é um texto de opinião? Por quê?”,
“Um texto como esse, que trata de um assunto importante para todos nós, pode ser encontrado onde?”
Solicite aos alunos que relembrem as hipóteses levantadas sobre o que seria um texto de opinião e peça que avaliem se elas correspondem às características do texto lido. Se necessário reformule com a turma a definição de um texto de opinião.
Disponibilizamos a seguinte definição para o texto de opinião, adaptada do site:


“O texto de opinião é um texto argumentativo, ou seja, é um texto que expressa uma opinião, apresentando exemplos, provas ou argumentos para defendê-la.
O texto de opinião integra, geralmente, três partes: a introdução – indicação da ideia que se vai defender, o desenvolvimento – apresentação das razões/exemplos que justificam a opinião; a conclusão – síntese das razões apresentadas" ou apresentação de soluções para o problema focado.
Sugerimos também que você peça aos alunos que:
1.Sublinhe no texto a parte em que o autor diz a sua opinião sobre a causa das inundações.
2.Sublinhe no texto o argumento que o autor apresenta para defender sua opinião.
Como o processo de compreensão da organização de um texto não ocorre em uma única intervenção, recomendamos que você repita a atividade com outros textos.

Neuza Lozano Peres

No Linguagem
Só sei que nada sei: AQUIAQUI e AQUI
Hoje é amanhã? AQUI
A colecionadora: Giovanna Mazetto: AQUI



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segunda-feira, julho 24, 2023

Bão-ba-lá-lão e outras parlendas>Estímulos folclóricos>Treino/leitura>24/07/2023


Silvio Romero

Este livro reúne parlendas recolhidas por Sílvio Romero no final do século XIX. São versos bem-humorados que proporcionam um contato com o lirismo de nossa cultura popular.

Algumas páginas: AQUI

Objetivos gerais: 
• Contar histórias. 
• Pesquisar ditos populares com a ajuda de familiares e do próprio professor. 
• Escrever sobre as personagens folclóricas. 
• Reconhecer brincadeiras folclóricas, parlendas, receitas, manifestações populares, trava-línguas, quadrinhas, cidades, conhecimentos populares caseiros de geração em geração.

Familiarização com o livro: 
 • Identificar a capa e a contracapa
 • Saber onde começa e termina um texto
 • Acompanhar a leitura com os olhos 
 • Diferenciar a palavra e o desenho da palavra
 • Associar leitura ao prazer 
 • Entretenimento, diversão, imaginação, busca de informação
 • Leitura pelo professor seguida de perguntas (escritas e discussões verbais) 
 • Leitura pelo aluno seguida de perguntas (esclarecer ideias)
 • Ajudar a criança a ler de forma interativa (realizar feedback)
 • Leitura prévia (experiências prévias da criança; estabelecer conexão entre elas)
 • Ditados (são bases para a escrita) 
 • Em níveis mais avançados, elaboração de frases ou pequenos textos sobre a história 
 • Nomear a terminologia correta de: frase e parágrafo, palavra e letra, maiúscula e minúscula, e pontuação
 • Escrever de maneira legível, fluente e regular

Proposta de trabalho: AQUI

Parlenda "Bão bala lão" com áudio e legenda para treino de leitura: AQUIAQUI
Interessante! A autora Sandra Pina fez uma grande mistura ao escolher uma canção folclórica, ritmada há quase um século por Heitor Vila Lobos, com a sua imaginação ao brincar com os personagens em uma grande viagem aventureira. Vamos aprender essa parlenda? Digo, viajar nessa história? É só cantar e imaginar!!! AQUI

Algumas parlendas do folclore brasileiro: AQUI

Tão-balalão, tão- balalim: AQUI



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sábado, julho 22, 2023

O nabo gigante>Intertextualidade/Arte/Millet>Releitura de obras>Reconto divertido>Conto cumulativo>22/07/2023



Autor: Adriano Messias/Ilustrações: Canato

O nabo gigante é inspirado em um conto popular cumulativo de origem russa, também recontado por Alexei Tolstói. Nesta versão, Adriano Messias acrescenta outros elementos à história, oferecendo, a cada virada de página, uma engraçada surpresa ao leitor


TCTs: cidadania e civismo (processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso; vida familiar e social); economia (trabalho); meio ambiente (educação para o consumo); multiculturalismo (diversidade cultural); saúde (educação alimentar e nutricional).


Tópicos para orientação do professor: animais; comidas; constituições familiares; conto de fadas; cultura popular; cultura russa; jogos de linguagem; humor; idosos; relações sociais; vida na roça.

A história: Era uma vez um velhinho que plantou nabos para fazer uma sopa. Na hora da colheita, uns dos nabos era tão gigante que teimosamente não queria sair da terra. Ele pede ajuda a sua esposa. Fizeram  força  e nada. O nabo gigante era poderoso e forte. A partir daí o casal foi pedindo ajuda para mais alguém, formando uma fila indiana. Até os animais entraram na lenga-lenga. Por fim, o nabo saiu e a sopa ficou deliciosa.
O ilustrador Canato homenageia  o artista  Millet, fazendo uma releitura da obra "Angelus" na capa. Gosto muito desta interdisciplinaridade. Um conto popular russo somando mais possibilidades pedagógicas. A imaginação literária corre solta, sem limites, basta apreciarmos estes incríveis escritores e ilustradores.
No Linguagem e Afins:
Completando e enriquecendo esta releitura vejam mais recursos pedagógicos e inclusive em braille:

O nabo gigante reconto russo de Aleksei Tolstoi: AQUI

Desdobramento/Intertextualidade/Artes/Jean-François Millet
Ouçam os vídeos- tutoriais : AQUI

“Angelus” que melhor exprime o compromisso do pintor com o movimento realista. Jean-François Millet mostra dois camponeses rezando, agradecendo pela colheita obtida através do suor e do esforço de muitos dias. Como as obras de Millet mostram paisagens bucólicas, num clima de meditação e agradecimento. Nesta famosa pintura, um homem e uma mulher em pé, em uma postura de reverência, na Hora do Angelus. Detalhes: AQUI
Mais sobre Jean-François Millet: AQUI
Artes/Millet/Releitura da obra: "As respingadoras": AQUI



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quarta-feira, julho 19, 2023

Lagarta quer casa>Metamorfose>Recursos literários e felizes>19/07/2023



Uma simpática lagarta está à procura de uma casa para morar. Ela vai escolher sua nova moradia através do aroma e da cor. O que será que ela vai escolher? Venha conhecer esta linda história com muita aventura, cores e sequência dos dias da semana na companhia de amigos. 

Gênero: conto TCTs: cidadania e civismo (vida familiar e social) Tópicos para orientação do professor: amizade; construções de identidade; fábula; jogos de linguagem; otimismo; relações sociais; virtudes.

Raquel Prestes /Roberto Weigand

O letramento pleno envolve mais do que a leitura das palavras e começa bem antes do que usualmente se chama alfabetização. 

É dever da escola entender como os alunos interpretam as imagens que povoam suas vidas e proporcionar a eles oportunidades variadas de leituras do mundo, com especial apreço à ética e à estética. Entram nesta categoria tanto livros com pouco texto quanto livros só de imagens.

 Estes últimos podem contar com ilustrações vistosas e coloridas. O enredo de cada história é criado tanto pela própria criança quanto pelos pais e professores com ela. Ou seja, o ato de ficcionar prescinde o ato de escrever. Os primeiros contatos da criança com os livros também têm como objetivo despertar a sensibilidade semiótica do pequeno leitor, estimulando-o a desenvolver amor e interesse pelo livro.

Sowilo Editora: AQUI

Ouvindo a história pela autora: AQUIAQUI

A lagarta estava procurando um lugar para morar. Encontrou uma linda maçã cheirosa e vermelhinha, depois de passar por várias frutinhas. Todas as manhãs, ela feliz com sua casinha, saía do buraco da maçã e dizia o dia da semana: - Bom dia...Segunda-feira...Dia de felicidade...Até o dia que ela se transformou em uma linda borboleta.

Cuidando de uma lagarta até sua transformação: AQUI

Como nasce uma borboleta: AQUI

Movimento o corpo/metamorfose: AQUI

Plano de aula: Ciclo de vida da borboleta

Objetivos:

  • Sequenciar o ciclo de vida da borboleta;
  • Desenvolver habilidades motoras, de memória e criatividade através de pintura, recorte e colagem;
  • Estimular o desenvolvimento da oralidade por meio de roda de conversa;
  • Conhecer o fenômeno da metamorfose das borboletas. Continua: AQUI
Aula: Os dias da semana: AQUI
Cantando dias da semana: AQUIAQUI
Confecção do ciclo de vida da borboleta com papéis: AQUI

No Linguagem e Afins
O casaco de pupa : AQUI
Uma lagarta muito comilona: AQUI
Borboletas/murais: AQUI
Samira vai ao borboletário: AQUI
Um dia desses: AQUI
As cores e os dias da semana: AQUI
A primavera da lagarta: AQUI
Cor vermelha: AQUI




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terça-feira, julho 18, 2023

Tão-balalão, tão- balalim> Estímulos folclóricos>Badalando sinos> Embalando sons>18/07/2023

 

Autora: Neuza Lozano Peres
Ilustrações de Victor Tavares
Este livro, baseado no folclore português, tem em seu texto a sonoridade do badalar de um sino. 
Apresenta quadrinhas rimadas que tem a ver com antigas parlendas e acalantos usados para fazerem as crianças bem pequenas dormirem ou serem balançadas no colo dos adultos. 
Um dos exemplos mais conhecidos no folclore brasileiro é “Bambalalão, senhor capitão...”, pesquisado até mesmo por Heitor Villa-Lobos.


Os versos funcionam também para jogos corporais em que o movimento e o ritmo possam acompanhar as sílabas, recitadas de forma cantante.
Elementos da imaginação infantil também fazem parte desse universo, como o tambor e a dança, o burro e o cão, o macaco e a bruxa, o flautim e a menina.  Sowilo Editora

"Tão-balalão,
Soldado ladrão,
Menina bonita
Não tem coração."

Esta parlenda muito antiga era cantada durante uma brincadeira, em que uma criança era segurada pelos braços de outras mais velhas e "balançando" como um sino ou um badalo- um pequeno sino que se punha ao pescoço dos animais. Vejam  a letra : AQUI

"Tão-balalão,
Tão-balalim
Toca o tambor
E dança assim."

Sugestões motivadoras

Apresente o livro chamando a atenção para a capa, mostre o título, o nome da autora, do ilustrador e da editora. 
Explore a ilustração da capa. Abra o livro com eles, pedindo que apreciem as ilustrações e aproveitem para dizer os nomes dos elementos do cenário que aparecem na história.
Nesta história, cada página as estimula a imaginar e a transcender o que as ilustrações propõem.
É uma fase rica na qual a criança é fortemente motivada às descobertas e curiosidades do mundo natural e social. 
Esta obra apresenta quadrinhas rimadas inspiradas na cantiga popular Bambalalão, de curta extensão e com um projeto gráfico que reserva pouco texto por página, valorizando também a imagem.
A cantiga-brincadeira aciona facilmente a imaginação das crianças nessa etapa, o que favorece as práticas escolares.

Pergunte se conhecem a canção Bambalalão. Se sabem, cante com elas. Se não, ensine a elas e cantem juntos. Assim estarão comunicando suas ideias e sentimentos. (EI03CG01): Leia e releia as quadrinhas, sempre variando a forma: narrando-as convencionalmente, dramatizando-as e assumindo um personagem. Compare as versões portuguesa e brasileira com as rimas da autora, interligando-as, criando situações imaginárias, criativas .

O jogo da representação, protagonizado pela criança ao brincar, bem como o jogo da leitura, na qual ela mergulha despertam desejos e novos significados, sensações e emoções. O trabalho com rimas é importante, pois de forma lúdica promove uma percepção mais intensa dos sons da língua. Ao memorizar versos, cantigas, poemas, a criança pode realizar atividades de identificação no texto escrito daquelas palavras conhecidas oralmente.

Se o brinquedo é uma forma e apropriação do mundo pela criança, o livro literário pode ser considerado o mais promissor dos brinquedos. Compreendendo, interpretando e apropriando-se do universo recriado pela ficção, a criança ressignifica a cultura dominante, vivenciando novas experiências a ponto de entender e representar o mundo enquanto constrói ludicamente sua identidade pessoal.

Fonte: De mãos dada com a leitura/Renata C. Eichenberg e internet.

Folclore português e brasileiro: 
Vamos ouvir :Tão-balalão português
Vamos ouvir: Bambalalão:Villa-Lobos

Bambalalão, senhor capitão...
Uma música simples, ritmada e tão melodiosa ganhou ilustração de Noriatsu Yoshikawa e animação de Liliana Akstein.
Muito antes disso, há quase um século, esta canção fez parte de um importante trabalho de pesquisa do compositor Heitor Villa-Lobos, o criador de “Bachianas Brasileiras”. Viajando pelo Brasil, Villa-Lobos compilou diversas músicas de nosso folclore, além de dar a elas arranjos geniais. E foram cantadas por corais de até 40 mil alunos, em estádios de futebol, num tempo em que a música passou a ser matéria obrigatória em escolas públicas brasileiras.
Neste vídeo, conferimos um destes arranjos, resgatado pela cantora Dani Mattos, regente do grupo “Poucas e Boas”. AQUI

Quintal da cultura/Bambalalão:AQUI
O som inspirador do bambalalão: AQUI 
E na flauta doce: AQUI
Que engraçadinho: AQUI

Mais cultura portuguesa no Linguagem: AQUI
Sinos no Linguagem:   AQUI

Parlenda "Bão bala lão" com áudio e legenda para treino de leitura: AQUI

"Atividades de compartilhamento das emoções provocadas pela leitura são muito importantes para desenvolver a organização dos pensamentos e sentimentos, a expressão oral individual e a expressão escrita. Acesso à orientação qualificada sobre por que ler, o que ler, como ler e quando ler. Esse é o papel do professor comprometido com o objetivo de formar leitores.  Planejando o uso do tempo e o ambiente adequado Você deve considerar que a leitura de textos lúdicos e literários é parte essencial do programa de ensino e não uma mera forma de passatempo."

Mais da autora no Linguagem e Afins: AQUI

Parlenda Rei capitão: AQUI




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