afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
Com farinha me fizeram, com creme me rechearam, com manteiga me assaram e na janela me puseram!
Escrito por Aleksei Tolstói e ilustrado por Júnior Caramez.
Leia e divirta-se com esse conto clássico cumulativo, antes que você pisque seus olhos e o bolinho fuja de você!
O bolinho, de Aleksei Tolstói, é um conto clássico cumulativo, que encanta adultos e crianças.
Neste vídeo, a educadora Kátia Pecand realiza a contação de história desta obra e nos apresenta algumas sugestões de atividades que podem ser realizadas em sala de aula, contextualizando-as com o Dia Mundial da Alimentação – 16 de outubro.
As atividades baseadas no conto acumulativo "O Bolinho", do autor russo Aleksei Tolstói, exploram a oralidade, a sequência lógica, a experiência sensorial e noções de prudência por meio de recontos lúdicos, culinária prática e dramatização com fantoches dos personagens da história
Sugestões de Atividades Práticas
Culinária sensorial: Fazer um bolinho de verdade ou modelar massinha de farinha e água para entender a textura da massa descrita na história.
Teatro de fantoches e Caixa da História: Utilizar bonecos de palito ou dedoches da lebre, do lobo, do urso e da raposa para recontar a ordem em que o bolinho encontra cada animal.
Roda de conversa sobre valores: Discutir a vaidade do bolinho e os perigos de escutar desconhecidos, refletindo sobre cautela e atenção.
Ilustração e pintura: Desenhar a trajetória do bolinho rolando pela estrada e fugindo de seus criadores. Fonte Google
O caso do bolinho:
O Caso do Bolinho, adaptado no Brasil pela escritora Tatiana Belinky com base em um conto tradicional russo, conta a aventura de um bolinho redondo e fofinho que foge da janela de uma casa para não ser comido pelos donos e acaba sendo enganado por uma raposa esperta na floresta
Que pote mais belo! Parece até um castelo! Quem será que mora aqui? Divirta-se com esse conto clássico cumulativo, escrito por Aleksei Tolstói e ilustrado por Junior Caramez.
"O Castelo", recontado pelo autor russo Aleksei Tolstói e muito utilizado na educação infantil (coleção Ciranda na Escola), apresenta uma clássica narrativa de repetição sobre animais que passam a morar juntos em um pote de barro que parece um castelo até a chegada de um urso.
Para trabalhar essa obra em sala de aula ou em casa, indicam-se atividades lúdicas focadas em oralidade, memória e raciocínio lógico.
Sugestões de Atividades Práticas
Contação de história com fantoches: Criar ou utilizar fantoches dos personagens (a mosquinha Berêberé, o mosquito zumbidor, o ratinho Roque-Roque, a sapa Caçapa, a lebre alegre, a raposa, o lobo e o urso) para reencenar a entrada de cada animal no "castelo".
Roda de memória e repetição: Aproveitar a estrutura cumulativa do texto para pedir que as crianças memorizem e repitam a ordem dos animais que entram no pote, estimulando o raciocínio lógico e a previsão do próximo elemento.
Releitura artística e desenho: Propor que os alunos desenhem ou pintem a parte favorita da história, como o momento em que todos os bichos dividem o espaço ou quando o urso senta no pote e o quebra.
Construção de um castelo de pote: Utilizar materiais recicláveis (como potes de barro ou plásticos) para decorar e montar cenários inspirados na narrativa junto à turma. Fonte Google
Um clássico cheio de humor que vem divertindo e encantando várias gerações de pequenos leitores...
E com uma bela mensagem sobre estar contente consigo mesmo.
Joca Pipoca está cansado de ser um coelho.
Ele acha que é muito mais legal ser um urso ou um pássaro do que ter orelhas tão grandes e comer cenoura toda hora.
Neste livro ricamente ilustrado, você vai acompanhar a divertida aventura de Joca Pipoca em busca de quem ele quer ser de verdade.
As atividades baseadas no livro Não é fácil ser um coelho de Marilyn Sadler focam em autoaceitação, identidade e expressão corporal. As principais propostas pedagógicas incluem contação de história interativa, encenação dos animais e desenho de autoconhecimento.
Sugestões de Atividades
Contação de história: Ler o livro do Joca Pipoca e perguntar às crianças do que elas mais gostam nelas mesmas
Imitação de animais: Conforme o coelho tenta ser urso, pássaro ou porco, pedir para os pequenos imitarem os sons e os jeitos de cada bicho.
Desenho do espelho: Entregar papel e lápis para cada criança desenhar o seu próprio rosto e destacar uma coisa que a torna única e especial.
Circuito motor: Criar um espaço para pular como coelho, imitando os saltos e o jeito ágil do personagem principal. Fonte Google
Joca não se conforma. Ele só quer tomar sorvete no café da manhã, ficar de cabeça para baixo e ver um filme de terror, mas a Sra. Pipoca não deixa o filho fazer nada!
Quando sabe que a mãe do seu amigo Rubinho Rabicó diz sim para todas as vontades do porquinho, o coelho tem certeza de que é bem melhor ser um porco.
Será que ele tem razão?
É bem melhor ser um coelho é um livro infantil escrito por Marilyn Sadler e ilustrado por Tim Bowers, lançado pela Editora Sextante em 2025. A obra faz parte da coleção Joca Pipoca (sendo o livro 2) e é recomendada para crianças a partir de 3 anos.
Sobre a História
O Descontentamento: O coelho Joca Pipoca quer fazer tudo o que a mãe não deixa, como tomar sorvete no café da manhã e ver filmes de terror.
A Ilusão do Porquinho: Ao saber que o amigo porco Rubinho Rabicó pode fazer de tudo com a permissão da mãe, Joca acha que é muito melhor ser um porco.
A Lição: Após passar por situações e sustos, o coelhinho percebe o valor do cuidado e do amor de sua própria família, mudando de ideia no final. Fonte Google
Sugestões de Atividades
Roda de conversa: Pergunte às crianças quais regras elas têm em casa e por que os limites são importantes.
Desenho e pintura: Peça para desenharem o momento em que Joca descobre como é a rotina do amigo porquinho.
Teatrinho: Reencenar a história usando fantoches simples de coelho e porco para trabalhar a expressão oral.
Brincadeira corporal: Fazer o circuito do "coelhinho sai da toca" para gastar energia e treinar atenção. Fonte Google
Harumi, a protagonista deste conto acumulativo cheio de mistérios, é uma menina comum, com um enigma incomum.
O enigma está guardado dentro de um envelope, em uma casa com uma sala grande, que também está dentro deste livro. Mas se engana quem pensa que essa é uma história comum para pessoas comuns. Ela é repleta de enigmas que só quem devora livros com os olhos de falcão e atenção de coruja consegue decifrar.
O divertido Saci reuniu seus amigos mais pirados da floresta − o Curupira, o Boitatá, a Iara, o Boto e a Cuca – com o objetivo de convocá-los para uma missão para lá de arriscada: enfrentar lenhadores mal-intencionados e muito malvados que querem destruir o doce lar de toda essa turma. Mas essa aventura toma um rumo tão surpreendente que arriscado mesmo é você não parar de rir.
Em um dia de Sol, Saci-Pererê foi passear pela floresta quanto se deparou com algo que arrepiou seus cabelos: ele avistou vários lenhadores.
Ele correu até a casa do Curupira.
Lá ele contou o que viu e seu amigo quis pegá-los de surpresa, porém logo descobriu que não eram dois homens e que eles precisariam de ajuda.
Na busca de reforços eles se juntaram ao boitatá, à Iara, o Boto e à Cuca.
O grupo partiu em busca dos lenhadores, quando viram algo inesperado!
Embarque nesta aventura folclórica e descubra o que aconteceu!
Temas abordados: Respeito à natureza, trabalho em equipe, folclore brasileiro e rimas
Sugestões de atividades:
1 – Pedir que as crianças levem para sala de aula os livros sobre o folclore brasileiro e organizem um momento de leitura e contação de histórias em sala de aula.
2 – Propor uma peça de teatro sobre o livro, caracterizando as crianças como os personagens e apresentá-la em um evento da escola.
3 – Conversar sobre o “tema respeito à natureza”, expondo para as crianças como elas podem contribuir para preservá-la.
Temas abordados: folclore, amizade, contos acumulativos, preservação da natureza, humor
Transversalidade: ética, pluralidade cultural Fonte
Principais características do livro:
Enredo: Saci une seus amigos da floresta para enfrentar lenhadores que ameaçam seu lar, resultando em uma aventura engraçada.
Estrutura de Lenga-Lenga: Conta com rimas contagiantes e repetitivas, o que auxilia na memorização e engajamento da leitura.
Ilustrações: O livro conta com ilustrações vibrantes e coloridas de Dan de Souza, frequentemente em páginas duplas.
Temas: Aborda a preservação da natureza, amizade, união e a valorização da cultura popular brasileira.
Atividades de Contação de Histórias e Leitura
Contos de Nunca Acabar: Como é um conto acumulativo, peça aos alunos para memorizarem a sequência de personagens que se juntam ao Saci (o Curupira ralando mandioca, o Boitatá amassando barro, etc.).
Leitura Dramatizada: Organize uma roda de leitura onde cada criança representa um personagem do folclore e lê a sua parte na rima, focando no ritmo e entonação
Atividades Pedagógicas e Criativas
Teatro de Personagens: Propor uma peça de teatro sobre o livro, caracterizando as crianças como os personagens da floresta.
Oficina de Cartas/Cartazes: Com base no tema de "proteger a floresta", os alunos podem criar cartazes ou cartas para os lenhadores, conscientizando sobre a preservação da natureza.
Criação de Novas Lenga-lengas: Incentive as crianças a criar novas estrofes, adicionando outros personagens folclóricos à cantiga acumulativa.
Ilustração de Cenários: Desenhar a "floresta mágica" mencionada na história, explorando os detalhes dos personagens e do ambiente natural
Atividades Lúdicas e Educacionais
Piquenique do Folclore: Reencenar o final da história, onde os personagens fazem um piquenique.
Teatro de Fantoches: Criar fantoches com materiais recicláveis (rolos de papel, tecidos) para encenar o encontro do Saci com os lenhadores.
Atividades de Memorização e Rima: Criar jogos de memória ou cartas com os personagens e as rimas que eles cantam no livro. Fonte Google