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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM
Mostrando postagens com marcador Gênero Ficção científica. Mostrar todas as postagens
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domingo, setembro 15, 2019

Viagem ao centro da Terra>Estímulos literários e audiovisuais>Coelhos lunares>15/09/2019






Aula:O que tem embaixo da terra?
AQUI
Coelhos Lunares  - Grupo Brinque-Book
Ilustradora: Janaina Tokitaka
Temas: Meio ambiente / Pluralidade cultural / Poesia / Lenda / Animais / Nações / 
Coelhos lunares é uma história que chega lá da Terra do Sol Nascente abrindo o leque do conhecimento (Cultura geral) e levando o leitor a viajar pela milenar cultura do Japão (Pluralidade cultural). Trata-se de uma lenda oriental (Reconto) que promove importantes aprendizagens, estimula o comportamento leitor e cria infinitas possibilidades para o desenvolvimento de um rico trabalho multidisciplinar. 

Atividades
Aula
Hoje não tem lua...
Fases da lua
Cordel da Terra e do Céu
Mapa globo terrestre

Viajando no tempo





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terça-feira, agosto 13, 2019

Deu a louca no tempo>Narrativa>Personalidades histórias>No tempo do Nero>13/08/2019


Marcelo Duarte
Um secador de cabelos quebrado, quatro garotos criativos e uma feira de ciências.
A partir desses ingredientes surge um invento que, com a ajuda do acaso, hipnotiza várias pessoas e traz para nossos dias figuras famosas da história.
Rodrigo e sua turma inventaram uma máquina do tempo, que mostra os dados de uma pessoa que fez parte da história, para apresentarem em uma feira de ciências da escola.
Um dia antes da apresentação, a maquina, estava na escola e junto com ela um senhor chamado Laurentino, o zelador da escola. Ele resolve se sentar. O dia estava chuvoso, então cai um raio que fez ligar a maquina.
Laurentino assiste imagens de Nero, imperador romano. Após a apresentação, ele se levanta e vai embora.
No dia seguinte, na escola, que por sinal estava lotada de gente, a professora de português, Cassia, aceita experimentar a "geringonça" dos alunos. Ela assiste imagens de Cleópatra, e como Laurentino sai sem palavras. Pois tinha se transformado em Cleópatra.
No meio da cidade, lá estava Nero (Laurentino), procurando por seu coliseu, ele se depara com um estádio de futebol, acontecendo um jogo. Lá estava, o seu coliseu.
Ele entra no estádio, todos o estranham, e logo assunto chega aos ouvidos do treinador, que o suposto "Nero" viera de roma.
Durante o jogo os torcedores incentivam o time, "Botafogooooo, Botafogooooo!!!"
Isso faz lembrar Nero que colocaria fogo no anfiteatro, e foi exatamente o que ele fez.
Ainda na escola, o professor de História, Sr Tomé, fica contente de seus alunos terem feito um projeto da sua matéria, e senta-se para assistir sobre Napoleão Bonaparte, e como você já deve saber, ele tem o mesmo destino. Fonte

Proposta de atividades
(Link ok nesta data)
Monteiro Lobato
Na aventura, os personagens do Sítio do Picapau Amarelo querem conhecer a Roma Antiga.
Dona Benta concorda com a viagem com a condição de visitarem o período governado por Marco Aurélio, que, segundo ela, era um homem nobre e sábio.
Mas Emília, que achava os imperadores estourados muito mais interessantes, dá um jeito de levar todo mundo para o tempo do terrível Nero. Mal chegam a Roma, eles são presos por terem 'cara de cristãos' e, graças a uma conversa divertidíssima entre Tia Nastácia e os soldados romanos, são condenados pelo pior crime da época. Enquanto o grupo é obrigado a enfrentar uma fera em plena arena do Coliseu, Emília trata de inventar um plano para tirar todo mundo daquela encrenca.

Em 1947, Monteiro Lobato retornou ao Brasil depois de ter morado durante um ano na Argentina, país no qual seus livros infantis alcançaram grandes tiragens. Neste período, a Editorial Codex, de Buenos Aires, pediu ao escritor novas histórias com os personagens do Sítio do Picapau Amarelo. Das vinte obras idealizadas, seis foram publicadas e lançadas na Argentina e no Brasil. 
Mais tarde, quando organizou suas Obras Completas, o autor deixou de fora algumas das narrativas encomendadas pelo editor argentino.
 No tempo de Nero é uma dessas preciosidades que ficou 66 anos escondida. Agora, com a nova edição, os leitores têm acesso a uma história praticamente inédita, daquelas que soltam as amarras da fantasia. 
Na aventura, os personagens do Sítio do Picapau Amarelo querem conhecer a Roma Antiga. Dona Benta concorda com a viagem com a condição de visitarem o período governado por Marco Aurélio, que, segundo ela, era um homem nobre e sábio. Mas Emília, que achava os imperadores estourados muito mais interessantes, dá um jeito de levar todo mundo para o tempo do terrível Nero. Mal chegam a Roma, eles são presos por terem “cara de cristãos” e, graças a uma conversa divertidíssima entre Tia Nastácia e os soldados romanos, são condenados pelo pior crime da época. Enquanto o grupo é obrigado a enfrentar uma fera em plena arena do Coliseu, Emília trata de inventar um plano para tirar todo mundo daquela encrenca. Fonte

Império Romano
AQUI
Aula / Império Romano
Perdidos no tempo - Perdidos no tempo

Silvia La Regina
Perdidos no tempo: dois brasileiros na Roma Antiga é uma narrativa de aventura envolvendo dois jovens gêmeos:

Ana e Carlos, idênticos na aparência, mas bem diferentes no temperamento. Carlos gosta de latim e acredita que será escritor, gosta também de tocar guitarra, de jogar basquete com os colegas e de bichos (tem uma gata chamada Clarice), de escrever e de ler. Ana gosta de assuntos de ciência e quer ser física; segundo o irmão, é intrometida, impaciente e, graças a sua curiosidade, vive se metendo em encrencas. Como quase todos os irmãos, eles brigam um bocado, mas demonstram também um grande carinho um pelo outro (só não são de reconhecer quando o outro tem razão).
Quando eles viajam na companhia do pai e da mãe, para uma experiência científica na Itália, acontece uma explosão no laboratório onde se encontram e eles são transportados para a Roma do século I d.C., na época do imperador Nero.
Após tensas e perigosas aventuras, inclusive serem levados como escravos de Nero, conseguem a liberdade e voltam ao tempo presente. Trazem consigo um leãozinho que participou de suas aventuras e deixam para trás um celular de presente para o imperador.


Proposta de trabalho
Baixar livro tb

Coliseu






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sexta-feira, setembro 14, 2012

Produção de textos> Sugestão> Valdir o vampiro>Júlio Verne> 14/09/12


Produção de texto orientada

Trouxe do blog da professora Janaína

Para quem precisa que os alunos ampliem suas produções e percebe que eles têm muita dificuldade no desenvolvimento das ideias, esta é a atividade ideal.
Selecionei como personagem um vampiro, que é um ser do imaginário de muitas histórias que costumam chamar a atenção das crianças.
Então, criei uma pequena história que identifica o vampiro, que por sinal é até muito simpático.
O texto está lacunado e as crianças deverão usar a criatividade para completar os trechos indicados.
Acredito que os textos ficarão muito divertidos e eles irão se divertir completando a história.
Boa aula!

Objetivo: desenvolver a produção textual, explorando características de seres fictícios conhecidos.



VALDIR, O VAMPIRO
• COMPLETE O TEXTO A SEGUIR DO MODO QUE ACHAR INTERESSANTE:




 DIZEM QUE OS VAMPIROS SÃO SERES ASSUSTADORES, MAS VALDIR É UM VAMPIRO E ELE É MUITO SIMPÁTICO.



ELE JÁ TEM __________ ANOS DE IDADE E VIROU UM VAMPIRO QUANDO ______________



__________________________________________________________________________________________.



ANTES DE SER VAMPIRO, ELE TINHA MUITO MEDO DESSES SERES E SEMPRE DIZIAM QUE OS VAMPIROS NÃO PODIAM _______________________________________ PORQUE _________________________________________________ E QUE OS VAMPIROS COSTUMAVAM ______________________________ E _______________________________. LOGO ELE VIU QUE NÃO ERA BEM ASSIM...



O MELHOR AMIGO DE VALDIR É __________________________. ELES SE CONHECERAM QUANDO _______________________________



_______________________________________________________________



E ACABARAM SE TORNANDO GRANDES AMIGOS.



VALDIR MORA _____________________________ E TEM HÁBITOS BEM INTERESSANTES. À NOITE, ELE SEMPRE ___________



______________________________________________________________________________________________________________________________ E DURANTE O DIA ELE ________________________________________.



 
Júlio Verne
 Dicionário/Interpretação e produção de texto
 
Na atividade que estou disponibilizando hoje, coloquei um texto sobre o autor, sobre o gênero que ele escreve e suas obras.
Com o texto, você poderá treinar um pouquinho o uso do dicionário, com palavras que precisam de adaptação na busca, interpretação e uma produção que pode render excelentes textos ao final. Espero que você e seus alunos curtam. Boa aula!

Objetivo: avaliar a habilidade do aluno ao utilizar o dicionário, aprimorar a interpretação textual e desenvolver a inferência.



Júlio Verne
Um escritor apaixonado pela ciência
Muitos acreditam que ciência é assunto só de cientista. Grande engano.
Ciência é um tema que pode render ótimas histórias. Júlio Verne que o diga!
O escritor francês – falecido em 1905 – é considerado um dos pais da ficção científica.
Você sabe o que é isso?



“Ficção científica é um gênero literário dedicado a criar mundos fictícios que, de alguma forma, são diferentes do mundo real em que vivem seus autores”, explica Lúcia de La Rocque, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz. “Esses mundos inventados, em geral, são mais avançados nas áreas da ciência e da tecnologia. Isso porque a ficção científica se dá ao luxo de inventar coisas mirabolantes, que os cientistas ainda não têm como realizar! Afinal, ela é literatura e pode usar e abusar da imaginação”. Foi o que Júlio Verne fez em seus livros, criou inventos que, na época, eram impossíveis de produzir!
Com histórias futuristas e muito reais, os livros de Verne tornaram-se populares em todo o mundo. O mais famoso, considerado sua obra-prima, é Vinte mil léguas submarinas, que conta a história do capitão Nemo e seu submarino, Nautilus.
 Júlio Verne escreveu essa história em 1873, quando não havia tecnologia para construir um submarino!
O primeiro veículo desse tipo só foi feito 25 anos após a publicação do texto.
Mas como um escritor poderia saber tanto sobre ciência a ponto de prever diversas invenções que só viriam a se concretizar no futuro?
Verne pesquisava bastante antes de escrever suas histórias.
Por isso, bolou ficções científicas cheias de detalhes que pareciam reais.
Júlio Verne escreveu muito durante toda a vida. Vinte mil léguas submarinas, Viagem ao centro da Terra, Volta ao mundo em oitenta dias, Viagem da Terra à Lua são considerados os livros mais importantes de sua obra.
Se você ainda não leu nenhum deles, vale a pena procurar já em bibliotecas ou livrarias!
(Clara Meirelles)



Refletindo sobre o texto
1. Observe as palavras em destaque nos trechos abaixo, retirados do texto lido. Reescreva cada informação, substituindo tais palavras por um sinônimo. Para tanto, faça uso do dicionário:
a. “Isso porque a ficção científica se dá ao luxo de inventar coisas mirabolantes.”
b. “Foi o que Júlio Verne fez em seus livros, criou inventos que, na época, eram impossíveis de produzir!”
c. “Mas como um escritor poderia saber tanto sobre ciência a ponto de prever diversas invenções...”
2. Júlio Verne, embora seja escritor de obras literárias, é considerado o pai da ficção científica. Explique com suas palavras por qual motivo ele é conhecido dessa forma.
3. O que é ficção científica?
4. Qual é a obra mais famosa de Júlio Verne? O que você descobriu sobre essa obra no texto?
5. Um escritor de ficção científica precisa conhecer bem a ciência? Justifique sua resposta.
6. Júlio Verne conseguiu prever a invenção de diversas máquinas em seus livros. Ele viveu em uma época de muitos avanços: a Revolução Industrial. Ao se deparar com tantas novidades, ele foi capaz de vislumbrar máquinas antes mesmo de serem inventadas.
Escreva abaixo um pouco sobre os avanços tecnológicos de nossa época e sobre algumas coisas que você acha que serão inventadas em breve para facilitar nossa vida.







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quarta-feira, junho 13, 2012

A águia dos ovos de ouro> Mistério>Universo>Mitos> 13/06/12





A explicação do surgimento do universo
 na mitologia greco-romana.

Autor: Ana Maria Cunha Aguiar Maia
O que o aluno poderá aprender com esta aula
■Compreender o que é mitologia
■Ouvir, pesquisar e contar mitos
■Conhecer os mitos (grego e romano) que explicam o surgimento do universo
Duração das atividades
Quatro momentos de aproximadamente 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Esta aula fará mais sentido para as crianças se elas estiverem estudando o Universo.
Estratégias e recursos da aula

1º Momento:
O professor deve começar a aula perguntando as crianças se elas sabem o que significa mitologia. Ouvir suas versões e perguntar se conhecem algum mito. O professor deve pesquisar e levar para sala alguns mitos para, mesmo as crianças contando os mitos que conhecem, o professor ler outros para elas.
Alguns mitos:
Mitos do Minotauro, Medusa, Pandora, Poseidon e muitos outros. Disponível em:


2º Momento:
O professor deve propor a pesquisa de mitos na internet e que cada criança escolha um para apresentar ao grande grupo. Numa roda de discussão, as crianças lêem o mito que escolheu. Ao final, o grupo terá acesso a um grande número de mitos, já que cada criança apresentará o seu. http://vanessatuleski.com.br/v2/aprenda-sobre-astrologia/mitologia-dez-planetas/o-mito-de-poseidon-ou-netuno/
http://www.olhosdebastet.com.br/textos/Planetas%20e%20Mitos.htm
3º Momento:
Num outro momento o professor deve levar para sala, mitos gregos e romanos que expliquem o surgimento do universo. Ao terminar, o professor deve dividir o grupo em duas equipes, uma delas vai representar o mito grego e o outro, o romano. Cada equipe escolherá a forma como quer apresentar, podendo ser por meio de dramatização, representação plástica, uma paródia etc. Depois o grupo expõe todo o material produzido.
4º Momento:
O professor deve sugerir ao grupo, a montagem e apresentação de uma peça teatral em que possam dialogar as duas versões mitológicas da origem do universo (grega e romona). O grupo construirá o texto, definirá o papel dos atores, o figurino e todos os elementos necessários à apresentação. O professor deve propor que o grupo faça uma primeira apresentação apenas para a turma da sala de aula. Terminada a apresentação, o grupo avalia as possíveis falhas, decide os ajustes que precisam ser feitos etc. Depois organiza uma apresentação para as outras turmas e os pais.
Recursos Complementares
Indicação de leitura para o professor sobre jogos dramáticos e improvisação teatral para crianças.
Avaliação
O professor deve avaliar se as crianças conseguem compreender o que significa mitologia, se conseguem narrar e compartilhar mitos, se demonstraram interesse pelos mitos (grego e romano) que explicam o surgimento do universo, bem como o desempenho durante a produção e apresentação da peça de teatro.

A criação do Universo, sob diferentes pontos de vista

Nem só de mito vive o homem
O que o aluno poderá aprender com esta aula
■Compreender outras formas de explicação do surgimento do universo
■Apresentar narrativas mitológicas que explicam o surgimento do nosso universo.

Duração das atividades
Quatro momentos de aproximadamente 50 minutos cada.

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Os alunos deverão ter alguns conhecimentos em relação a forma de organização do sistema solar.

Estratégias e recursos da aula
1º Momento:
O professor deve começar o estudo sobre o universo fazendo um diagnóstico sobre os conhecimentos que as crianças já possuem sobre este tema. É importante ouvir as crianças e registrar suas ideias. Em seguida o professor pode solicitar que as crianças representem com desenho e/ou escrita a forma como concebem o universo. Depois, juntos, podem montar um painel com as produções das crianças para ser exposto na sala.
2º Momento:
O professor deve fazer uma investigação para saber quais as formas de explicação/versões as crianças conhecem em relação ao surgimento do universo (como tudo começou). Certamente as crianças responderão com ideias baseadas na teoria do big bang ou na do criacionismo- versões mais disseminadas na nossa cultura. Vale salientar que nenhuma dessas hipóteses deve ser descartada pelo professor. Este deve ter uma conduta de escuta respeitosa de todas as crianças, inclusive pedindo que elas registrem-nas em forma de texto narrativo e desenho. Depois o grupo monta um painel na sala que poderá ter como título: “E tudo começou assim...”
Teorias que explicam o surgimento do universo: Disponíveis em:
3º Momento:
Neste momento o professor deve apresentar para o grupo outra forma de explicação do surgimento do universo, pouco conhecida e disseminada entre os povos: a explicação através da mitologia (narrativa mitológica). Para isto, o professor deve levar para sala textos narrativos de mitos que explicam o surgimento do universo, ler para as crianças e depois propor uma roda de discussão. Esta é uma ótima oportunidade para ouvir as crianças e perceber até que ponto elas se envolvem e acreditam em narrativas míticas. Em seguida, o professor deve solicitar que elas registrem esta nova versão do surgimento do universo em forma de desenho e escrita e a acrescente ao mural confeccionado no segundo momento desta aula.
4º Momento:
Agora que o grupo já conhece várias versões em relação à existência do universo, o professor deve propor um júri simulado. As crianças devem se dividir de acordo com suas crenças em relação à forma como surgiu o universo e, em casa, preparar seus argumentos. No dia seguinte, o professor organiza a sessão do júri, oportunizando a cada grupo de crianças o mesmo tempo de defesa de seus argumentos. Quando todos se apresentarem, o professor, como mediador, deve abrir espaço para réplicas e tréplicas, se for o caso.
Atividades como esta, se bem encaminhadas e mediadas pelo professor, desenvolvem o poder de argumentação das crianças, oportunizam a elas expressarem seus conhecimentos e crenças, e instaura um clima democrático no grupo, em que, em alguns momentos, mesmo estudando um tema em comum, as crianças podem vê-lo de diferentes maneiras, sem desconsiderar ou discriminar nenhuma delas.
A grande explosão. Disponível em:

Recursos Complementares
Para saber mais:
Avaliação
Com esta aula o professor poderá avaliar se as crianças conseguiram expressar outras formas de explicação para o surgimento do universo, se narraram mitos que expliquem o surgimento do mesmo, bem como suas capacidades de argumentação em relação às várias versões que tentam explicar o surgimento do universo, na atividade do júri simulado.

PERSÉFONE, A PRIMAVERA E O VERÃO.
(história da mitologia grega)
Diziam os antigos gregos que, no inicio dos tempos, não existiam as estações do ano. Na Terra só havia a primavera, com suas flores, beleza e suavidade. Nessa época andava pelo mundo uma jovem belíssima chamada Perséfone. Era filha de Demeter, a deusa do casamento e das colheitas. Um dia, Perséfone apanhava flores e cantava feliz quando foi vista pelo deus do mundo subterrâneo, o terrível Hades. Ele se apaixonou perdidamente pela jovem e a raptou, levando-a para seu mundo de escuridão.
Deméter, a mãe, ficou desesperada. Não se conformava com a perda da única filha. Como ela era deusa das colheitas, sua tristeza e saudade fizeram os frutos das arvores secar e as flores murchar. Famintos, os homens pediram a Zeus, o deus de todo o universo, que resolvesse aquela situação.
Zeus chamou seu filho Hermes, o mensageiro dos deuses, e lhe fez um pedido:
– Hermes! Quero que me ajude. Deméter exige que Perséfone retorne. Diz que, se ela não voltar, todas as árvores do mundo morrerão. Mas Hades já se casou com ela. O que podemos fazer?
Hermes, o mais esperto dos deuses, desceu até o mundo subterrâneo de Hades, a terra secreta da noite e dos mistérios. Lá encontrou Perséfone ao lado do marido.
– Meu pai ordena que Perséfone volte para sua mãe, Hades. Você agiu incorretamente.
– Por que? – perguntou o deus da noite.– Eu estava apaixonado, não conseguia viver sem Perséfone e, com o tempo, ela também aprendeu a me amar! Somos felizes agora.
– Não se pode raptar uma jovem dessa forma. Deméter sofre pela falta da filha e você terá que me obedecer.
– E impossível devolvê-la a Terra – disse Hades. – Como você sabe, os que entram no mundo das trevas não podem comer nada aqui. Ora, Perséfone já se alimentou conosco. Agora pertence ao meu mundo. Será minha eterna amada.
– Hades – insistiu Hermes –, se ela não regressar, desaparecerão as árvores e os homens morrerão. Isso não pode acontecer. Portanto, faço-lhe uma proposta. Perséfone ficará na Terra ao lado de sua mãe durante oito meses por ano. Os quatro meses restantes, ela passará ao seu lado, no mundo da noite.
Hades concordou. E foi assim que surgiram as estações. Quando Perséfone está na Terra, temos a primavera e o verão. Durante o outono, Perséfone se prepara para descer ao Hades, e por isso o clima se torna frio e as árvores derrubam folhas de tristeza. Durante a ausência de Perséfone, ficamos no inverno. Não há sol, flores nem frutos. Mas, quando ela retorna, vem a primavera, e vemos a alegria de Deméter espalhar-se por toda a natureza, enchendo nosso coração de esperança e nossos olhos de beleza.
Heloisa Prieto. Lá vem história outra vez. São Paulo, Companhia das Letrinhas, 1997, p. 22-3.)
Mito é uma narrativa de tradição oral que tem uma preocupação explicativa, atendendo a uma necessidade que temos de dar um sentido para as coisas, para os fenômenos que nos cercam. Ele nos revela a identidade de um povo. Todos os povos possuem seus mitos, as suas explicações para os diferentes fenômenos e para o surgimento do Universo. O mito revela a relação do homem com o mundo por meio da narração com a presença de seres fantásticos ou deuses.
Os gregos eram povos politeístas, ou seja, acreditavam em muitos deuses. Eles julgavam que seus deuses eram os senhores de Céu e da Terra e que habitavam o Olimpo. Por outro lado, esses deuses tinham forma humana, sentimentos, virtudes, mas também carregavam fraquezas.

A águia dos ovos de ouro
Mitos e lendas/Claude Ragachi
Alegria do saber 4ªs. 
Editora Scipione






Big -Bang
Surgimento do universo


Mania de explicação
Adriana Falcão



Poema
As quatro gares
Oswald de Andrade


O que são mitos? AQUI
A galinha dos ovos de ouro: AQUI
Mitologia: AQUI


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terça-feira, junho 21, 2011

Gênero literário: Ficção científica -Aula> Viajando no tempo> 21/06/11

Conhecendo gêneros literários :
 Ficção científica

Autor: Denise Leipziger
Co-autor:Daniel Vieira
Estrutura Curricular
Língua Portuguesa Língua escrita: gêneros discursivos
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
-Aumentar o repertório literário dos alunos
-Reconhecer e utilizar algumas marcas do gênero de ficção cientifica
-Adquirir vocabulário necessário para produzir um texto de ficção cientifica
-Tomar contato, de forma lúdica, com a obra de Julio Verne
Duração das atividades:Aproximadamente três aulas de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Não são necessários conhecimentos prévios
Estratégias e recursos da aula
Início : Conversa Informal
O professor inicia a aula solicitando aos alunos que sentem confortavelmente e fechem os olhos.
Explica que eles deverão se manter assim enquanto durar o trabalho.
Diga que será uma atividade que irá durar apenas cerca de 3 minutos e que se sentirem inquietos, aguardem um pouquinho de olhos fechados, pois não tardará a terminar a atividade.
Solicita que pensem e escolham uma época /lugar que gostariam muito de conhecer.
Este tempo/espaço pode pertencer ao passado ou ao futuro, não importa.
Não importa também se é na terra ou no espaço.
O importante é que seja um lugar que eles tenham muita curiosidade de visitar.
Se possível, ele coloca uma música para ajudar as crianças a visualizarem .
Primeira Atividade :
Visualização Criativa-Viajando no Tempo
Depois de todos prontos, o professor inicia a visualização:
"Imagine que você abre a porta da sala de aula e encontra uma máquina do tempo...
Ande em volta dela, observando bem como ela é: suas formas, suas cores, seu banco e os seus comandos...
Entre na máquina e ajuste os controles...
Aos poucos você percebe que está sendo erguido e transportado com segurança e velozmente para a época escolhida.
Enquanto a máquina se movimenta, a luz parece mover-se ao seu redor, até que você chega ao lugar desejado...
Ao aterrisar, você começa a explorar essa nova terra, observando o meio ambiente e todas as formas de vida: fauna e flora....
No que se parecem e no que são bem diferentes das que você conhece?
Qual a cor que você mais vê, quais barulhos escuta?
Se houver criaturas nesse mundo, tente comunicar-se com elas, pergunte sobre a sua vida familiar, o que comem e bebem, se dormem, se sonham, se lá tem música e livros.
Se tiverem músicas, você poderá trazer uma canção do mundo delas. ..
A partir de agora, você tem alguns minutos contados no relógio para realizar as suas explorações do mundo em que está.
Vou contar baixinho 2 minutos para você explorar esta terra.
 Preste atenção em tudo, cheiros, sons, temperatura, como é o chão que pisa...
(Passados 1 a 2 minutos o professor retoma a fala) ...
Chegou a hora de deixar esse mundo e entrar de novo na máquina do tempo.
Pense que um dia poderá voltar.
Ajuste a máquina do tempo para o presente e volte em segurança para esta sala.
Quando abrir os olhos lembrará de tudo o que viu e sentiu.
Enquanto conto até 10, junte-se a mim quando eu chegar ao 6 e, quando abrir os olhos, estará alerta e terá total lembrança da viagem. 1...2...3...4...5...6...7...8...9...10 "
(Visualização adaptada do livro Giro Interior de Maureen Murdock )
Segunda atividade :
Troca de impressões entre os alunos,
 desenho e definição do conteúdo da aula
A partir dessa vivência os alunos devem desenhar silenciosamente o que imaginaram.
Só depois disto é que se iniciará uma conversa com a turma..
Se alguns alunos disserem que trouxeram uma música deste lugar, deixá-os cantar.
Se quiserem mostrar como falavam ou se mexiam os habitantes do lugar, o professor deve deixá-los à vontade.
Depois destas etapas , o professor pergunta à turma se sabe qual gênero literário estão trabalhando.
Quando chegarem à conclusão de que é FICÇÃO CIENTÍFICA, devem lembrar de títulos filmes e livros deste gênero.
Terceira Atividade :
Conhecendo autores
O professor pergunta se alguém leu ou assistiu algum filme baseado na obra de Júlio Verne e informa que em seus livros ele previu coisas que só seriam inventadas bem mais tarde, como por exemplo, o submarino.
Quarta Atividade :
Dupla de Inventores
Divida a turma em duplas. Desafie os seus alunos a inventar algo, mesmo que não seja ainda possível de ser feito de verdade, (uma máquina de fabricar bons sonhos,uma roupa que se lava sozinha, um carro voador etc).



Eles podem construir com sucata ou desenhar.
Depois de prontos os trabalhos serão apresentados à turma e poderá ser realizada uma exposição.
Quinta Atividade :
Laboratório de Informática
Depois disso, assista com os seus alunos a um filme divertido dos Jetsons , mostrando como se imaginava no séc XX que a tecnologia se desenvolveria (robôs, carros que voam etc).
Sugestão de link de texto que fala sobre a série :

Sugestão de Vídeo : AUTO ESCOLA DOS JETSONS
Recursos Complementares
1-Aula de construção com sucata : Construção de uma máquina do tempo feita com material de sucata.
2-Assistir a um filme dos Flinstones e comparar com os Jetsons.
Filme de abertura dos Flinstones :
Filme de abertura dos Jetsons :
3-Redação : Imagine que você sonhou com o robô abaixo. Conte o seu sonho...
4-Jogos on line
5-Jogos para aprender mais e poder produzir mais histórias de ficção científica:
Avaliação
-Para finalizar as aulas, peça a seus alunos que escrevam 5 palavras que possam ser encontradas com facilidade num livro de ficção científica.
-Depois solicite que escrevam 5 títulos que considerem interessantes para poderem ser títulos de livros de ficção científica.
-Deixe que eles escolham o título que acharem mais interessante , escrevam uma história , ilustrem e apresentem para a turma


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domingo, janeiro 30, 2011

Viagem ao centro da terra>Filme e afins->Literatura clássica> 30/01/11

Resultado de imagem para livro viagem ao centro da terra

Numa pequena casa em um velho e tradicional bairro de Hamburgo, o jovem Axel, tímido e inseguro, trabalha com seu tio, o irascível professor Lidenbrock, geólogo, e sua discípula, a eficiência Graüben. Em um velho manuscrito, Lidenbrock encontra um criptograma feito por Arne Saknussemm, célebre cientista islandês do século XVI, com a bombástica revelação de que, pela chaminé da cratera do extinto vulcão Sneffels, na Islândia, era possível penetrar até o centro da Terra e que ele - Saknussemm - havia comprovado este fato.

Viagem ao centro da terra/Atividades
AQUI
AQUI
Aula
AQUI
Sobre o filme
AQUI
Terra e universo
AQUI
Proposta de trabalho
AQUI
Vi, li,gostei e recomendo o blog de Tania.
 Lá encontrei algumas  postagens referentes a importância de ler,formação do leitor,dicas para incentivar a leitura entre outras dicas interessantes para nosso conhecimento.
Ela aborda exatamente o que penso sobre estímulo à leitura.
Recomendo que conheçam seu blog:
A Formação do leitor:
O processo de formação de um leitor começa bem antes dele aprender a decodificar a leitura a partir do texto escrito.
O início deste caminho e a sedução para o mesmo se dão ainda no berço, através dos acalantos e parlendas.A partir das cantigas de ninar, a criança vai criando ferramentas para se tornar leitor e identificar a espinha dorsal de uma narrativa.
No entanto, é errada a idéia que se tem de que contar histórias é privilégio dos pequenos.
A prática do ofício de contador de histórias e dinamizador de oficinas tem me mostrado que contar e ouvir histórias é uma arte sem idade,o que confirma a máxima popular que diz que "de uma boa história ninguém escapa".As histórias não só ensinam como também convidam a olhar para dentro, pois mostram os percalços e deleites que a vida nos reserva.
Algumas linhas de psicologia, inclusive,defendem a idéia de que crianças que ouvem histórias na infância se tornam adultos mais seguros e profissionais bem sucedidos.
Isso porque o texto ouvido na infância fica ecoando em nossa memória afetiva e serve de alicerce para o processo de individuação;internalizamos a ideia de que a vida não é exclusivamente um mar de rosas e de que temos muitos dragões e bruxas a vencer nesta trajetória de crescimento.
Mas, afinal, o que conta o conto?
As histórias populares mostram sempre,num primeiro plano, um personagem sendo compelido a um processo de transformação: ele é expulso de casa ou tem que fugir; enfim, sair do âmbito familiar para cumprir uma tarefa essencial para sua sobrevivência ou de um ente querido.
Muitos contos iniciam mostrando a morte da mãe "perfeita demais"para que possa dar lugar a um indivíduo único e inimitável.
A partir disso, ele se confrontará com impasses morais, terá que discernir o bem do mal, atravessar florestas escuras (seus medos) para fazer jus ao "ser feliz".Na verdade, são questões que não fazem parte unicamente dorepertório infantil e, sim, norteadores para uma vida com mais qualidade e expressão.
As histórias nos acordam dos nossos encantamentos, abrem espaço para outros e se tornam fiéis parceiras em nossos processos de transformação.
"Mas, já temos tudo pronto... A televisão não é o mais prático contador de histórias?",perguntarão alguns.
Sem dúvida, a televisão hoje em dia é uma janela para o mundo. Mas, quanta poluição entra quando resolvemos abrir a janela de nossa casa?
Simplesmente apertamos um botão, selecionamos um canal e não nos preocupamos em (e nem temos tempo para) filtrar o que é servido às nossas crianças...
E quanto da capacidade imaginativa cerceamos quando damos as imagens já prontas e num ritmo industrial que nunca conseguirá suprir a afetividade que o contar histórias proporciona!Em uma sala com trinta leitores/ouvintes, encontraremos trinta princesas, trinta reinos,trinta impasses e trezentos milhões de sonhos alimentados.
Cada ouvinte imaginará a história do seu jeito,ele mesmo será o pintor desta tela e elegerá as cores que usará.
E, o melhor de tudo, terá os olhos do contador como porto seguro para sua viagem.
Tudo isso faz do contar histórias uma linguagem única e que pode ser desenvolvida por qualquer um que tenha no coração um ninho aconchegante para recebê-las e compartilhá-las.
(Fonte: Blog Amor pela Educação- da Camila )

3 dicas para incentivar jovens a lerem os clássicos

Crianças e jovens adoram Harry Pottter e Crepúsculo. Veja como usar isso a favor da leitura, incentivando-os a ler obras clássicas

"Se o professor entender por que um livro é fenômeno entre os alunos, talvez ele possa mediar outras leituras que despertem o mesmo interesse"

Não adianta: para eles, há os livros "legais" e os livros "chatos", sendo estes últimos aqueles exigidos pelos professores. Ler com interesse e até compulsão, só os best-sellers, como os da série Harry Potter e Crepúsculo. São, em geral, livros estrangeiros amplamente divulgados por estratégias de marketing e que acabam virando filme, série de TV e até vídeo-game.
Mas ler é sempre bom, certo? Sim, como afirma a professora Wilma Maria Sampaio Lima,do Colégio Rio Branco, de São Paulo: "Pela leitura, o homem conversa com o homem". No entanto, ler apenas narrativas superficiais e limitadas do ponto de vista linguístico pode ser pouco enriquecedor para a formação dos jovens. Isso não significa, porém, que pais e professores devam combater os best-sellers, pelo contrário. "Quem se coloca contra uma leitura querida pelos jovens pode perder a oportunidade de lhes mostrar outras leituras mais interessantes do ponto de vista estético", alerta a professora Juliana Loyola, do curso de Letras e da pós-graduação em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP. "Nem que seja pelo valor mercadológico, já vale a pena. Esses livros dialogam com o jovem, ou porque mimetizam a velocidade da TV e da tela de cinema, ou porque abordam temas do universo dele. O problema é quando o leitor só tem contato com esse tipo de livro", completa.
Diante desse quadro, pais e professores podem seguir dois caminhos: incentivar jovens leitores a se interessarem também por uma literatura mais consistente e, ao mesmo tempo, aproveitar a leitura deles de best-sellers para abordar temas em casa e na escola. A seguir, veja dicas de como estimular o jovem expandir sua experiência literária.
1) Eles querem best-sellers
Crianças e jovens torcem o nariz para a literatura indicada na escola, mas adoram livros comerciais. Veja como lidar com esse fenômeno em casa e na sala de aula.Harry Potter pode estimular os jovens a se interessar por leituras mais consistentes?
Bolar atividades envolvendo livros que os alunos adoram pode atraí-los para a leitura.
Seja um mediador de seu filho ou aluno Sem o exemplo, é difícil a criança adquirir o hábito da leitura.
No caso dos professores, é muito importante mostrarem-se apaixonados pelos livros, para despertar nas crianças a curiosidade de ler. "Se os próprios professores não lerem, como vão conseguir incentivar?", questiona Fernanda Mecking, coordenadora dos projetos de leitura de Maringá. "Às vezes, apenas um comentário apaixonado do professor sobre um livro já empolga o aluno", lembra a professora Juliana Loyola.

"Sozinhos, não acredito que esses livros conduzam a uma leitura melhor. Para que isso aconteça, é preciso que haja um bom mediador. Da mesma forma que os críticos são um mediador para os adultos, pais e educadores devem desempenhar esse papel entre os jovens", explica a psicóloga e educadora Ana Carolina Carvalho.
2) Contextualize a leitura
Para que a criança e o adolescente vejam sentido naquela leitura, é preciso formar pontes entre ela e a realidade deles. "Às vezes, precisamos voltar ao passado e vir trazendo o texto para o presente, mostrando nele elementos do hoje", observa a professora Wilma Maria Sampaio Lima. Em sala de aula, o trabalho deve enfatizar, principalmente, os livros que os alunos não conhecerão por si mesmos. "Isso não significa, porém, que não possamos abordar best-sellers, afinal há aqueles que são considerados clássicos hoje que já foram textos de leitura popular na época de seu lançamento", diz Wilma.
3) Entenda por que o jovem se interessa por outras leituras.
Dialogar, provocar, instigar a leitura dos Clássicos, através de várias mídias.Teatros em sala, leitura compartilhada.
Seguindo nossos conceitos vou colocar aqui algumas sugestões de  leituras clássicas.
São trechos retirados de livros didáticos com estudo de texto.
Ler alguns trechos famosos desperta o interesse do aluno em conhecer a obra toda.
Sua curiosidade vai levá-lo a ler sempre mais.
O pulo do gato é acertar no gosto da criançada, como Tania diz  também.
Sempre que encontro algo assim venho logo postando no linguagem.
Colegas que conheçam outros trechos de  estudo de texto ou outro tipo de atividade que reforce nossos conceitos de motivação, por favor, mande recadinho para mim.

Vejam estudos de partes da obra Viagem ao centro da terra:

Quem não gosta de uma boa narrativa de aventura, com heróis corajosos que enfrentam desafio imprevistos e mirabolantes?






Capítulo XXXIII  - no site indicado acima.
Estudo do texto:
Narrativa Aventura: o que é?

 

Fonte:Portugês,a arte da palavra,7ºano;
Gabriela Rodella e outros;Editora AJS





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