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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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segunda-feira, junho 09, 2025

Coleção: Mãe como faz?>Iniciação científica>Educação ambiental>Interação literária> 09/06/2025

 
Coleção Mãe como faz
Máriam Trier/Cláudio Mangini
Projeto de Pesquisa e Extensão:
Produção de Literatura Infanto-juvenil ilustrada para fins de iniciação científica e educação ambiental do Instituto Federal do Paraná- Campus Umuarama

Ao unir curiosidade infantil aos passos do saber científico.
Lições vão sendo reveladas de mãe para filho.

O projeto baseia-se no fato de que a leitura permite ao leitor/ouvinte entrar em contato com o mundo real ou imaginário sem ser necessário um deslocamento físico. 
Sua grandiosidade deve ser entendida como uma grande viagem, uma experiência única e individual. Com Monteiro Lobato, a literatura infantojuvenil deixou de ser ditada por livros didáticos e foi pensada em algo que deveria ser estimulado na criança, de modo que ela adquirisse o hábito e o prazer pela leitura. 
Mesmo assim, Monteiro Lobato sempre inseriu elementos educativos em seus livros. 

Hoje, já se chegou a um consenso de que a literatura infantil deve englobar tanto o aspecto educativo, mas também se firma como arte. 
Além disso, como vivemos em uma era de tecnologia e informação, a literatura infantojuvenil deve acompanhar essa tendência e incentivar novos cientistas a partir de textos lúdicos. 
Dessa maneira, a leitura pode contribuir de forma significativa numa sociedade letrada, no exercício da cidadania e no desenvolvimento intelectual.

O objetivo principal desse projeto de extensão é difundir literatura ilustrada com finalidade de iniciação científica e educação ambiental.  Fonte

Mãe como faz rua? 
Contando histórias com Alessandra
Ouvindo: AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz casa?
Ouvindo: AQUIAQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz metal?
Ouvindo: AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz chuva?
Ouvindo: AQUI AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz vidro?
Ouvindo: AQUI AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz plástico?
Ouvindo: AQUI AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz luz?
Ouvindo:  AQUI AQUI
Lendo: AQUI

Mãe como faz papel?
Ouvindo: AQUI AQUI
Lendo: AQUI
Coleção em libras: AQUI




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sexta-feira, julho 12, 2024

Se essa casa fosse minha>PNLD Literário>Segredos e memórias>Minha casa>Onde moram as casas>Artes>12/07/2024

 

Autoria: João Paulo Hergesel
Ilustrações: Carlos Caminha
Temas: Memórias, família, história
Palavras Chaves: casa, moradia, segredos, vivências, luto

Toda casa guarda histórias. 
Cada parede esconde anos de memórias afetivas e recordações únicas dos antigos moradores. 
Com a personagem principal deste livro, não é diferente: assumindo o posto de narradora, a casa 66 da rua de nome complicado, que hoje serve de lar para Erick Felipe e seus pais, revela algumas das situações vividas pelas diferentes famílias que um dia nela habitaram. 
Para conhecer os segredos que a casa revela, basta entrar sem bater.

Tutorial do professor:  Vídeo, texto, AQUIAQUI

Minha casa/Lorena Kaz
O lugar que chamamos de casa pode ser muito maior do que nós imaginamos ― é o que a menina deste livro percebe à medida que cresce e conquista o mundo. Uma casa pode ser grande, pequena, de palha, de madeira, de tijolo, um ninho, uma toca ou até uma nuvem. Tudo depende de onde você se sente mais acolhido e feliz. Com ilustrações cativantes, a artista plástica Lorena Kaz convida os pequenos leitores a um passeio pela casa de uma menina ― que, no fim das contas, acaba se provando muito maior do que ela própria imaginava.
Ouvindo: AQUIAQUI
Sobre a obra: AQUIAQUI

O objetivo dessa atividade educativa “Minha Casa - Pintura” para a educação infantil, é trabalhar com as crianças o tema “Casa / Moradia”, mostrando os diferentes tipos de moradias existentes e respeitando a diferença entre eles, além de incentivar que a criança reconheça a sua casa como um importante espaço de convivência e integração familiar, onde, mais do que uma construção feita para morar, a casa também é sinônimo de proteção, amor e segurança. O trabalho com essa atividade também permite o incentivo à leitura, contribui para o desenvolvimento de habilidades como percepção visual, expressão artística e motricidade.  AQUI

Carla Maia de Almeida

O livro fala dos locais onde vivemos como espelho do que somos, individual ou coletivamente considerados. 
Se as pessoas moram nas casas, não é menos verdade que as casas moram nas pessoas, e que, longe de ser algo fútil, mundano ou descartável, o que guardamos e o que fazemos das nossas casas é indicativo do caminho que seguimos, enquanto pessoas, no mundo.
Sugestão: Artes/Miró
Fala-nos dos lugares que habitamos, da construção da nossa identidade, das memórias, dos afetos, dos medos, dos sabores, das sensações e das emoções. 
As ilustrações essas dão asas à nossa imaginação, levando-nos a fazer o paralelismo com o texto, e ao mesmo tempo a olhar para as imagens e atribuir outros significados, outras leituras, como por exemplo a composição das mesmas, as formas, etc.
Ligar esta história às obras de Miró, foi o exercício que andamos a fazer durante esta semana. Pensamos que a analogia está lá. Nas pinturas de Miró e nesta história encontramos muitas cores, formas geométricas, pontos e linhas, mas também  muito afetividade. Continua: AQUI

Varal de histórias: AQUI

No Linguagem:

Se essa rua fosse minha: AQUI
Projeto: Se esta rua fosse minha: AQUI
O dia que meu prédio deu no pé: AQUI
Casacadabra: AQUI
Memória cultural: AQUI
Memórias: AQUI
Moradia: AQUI
Minha cidade: AQUI
Noções espaciais: AQUI
Coletânea especial: Casas: AQUIAQUI
Miró: AQUI




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sábado, março 04, 2023

Nunca acontece nada na minha rua>Atividade literária>Crônica>Sarau> 04/03/2023

 

Ellen Raskin

crônica é um gênero textual tipicamente brasileiro que trata de acontecimentos cotidianos com tema, espaço e personagens reduzidos e que acumula muitos fãs, principalmente entre os adultos. Mas como introduzir a crônica para os pequenos e despertar a paixão pelo gênero nas crianças? Uma boa dica que o nosso clube de leitura infantil dá é começar ler crônicas infantis com as crianças desde cedo. Dessa forma, o pequeno já vai se familiarizando com o gênero ou, caso já esteja aprendendo o que é crônica na escola, ele pode ir identificando as características da obra enquanto lê crônicas infantis com você.

Na próxima das crônicas infantis conhecemos Luíz Rodolfo, um menino que vive entediado porque nada acontece na rua dele. Porém, enquanto acompanhamos as reclamações desse menino, vemos através da leitura das imagens que, na verdade, muitas coisas estão acontecendo na rua dele. Luíz Rodolfo só não as percebe porque está sempre reclamando de como sua vizinhança é um tédio. Essa é uma ótima obra para estimular nas crianças a leitura de imagens já que por meio delas acompanhamos muitas narrativas paralelas ocorrendo atrás do protagonista. Fonte

Nunca acontece nada em minha rua foi escrito pela autora, ilustradora e designer Ellen Raskin. A obra traz a história de um garoto, o Luís Rodolfo, que não consegue perceber as situações ocorridas em sua rua.

Sentado à beira da calçada, o menino, com mal-humor, menciona ao leitor situações extraordinárias ocorridas em outras ruas: casas mal- assombradas, piratas e tesouros enterrados, monstros, astronautas, espiões, leões, tigres ferozes e montanhas nunca antes escaladas. Mas nunca nada acontece na Rua das Amoreiras, 52, onde mora Luís Rodolfo. Será? Continua: AQUI

Ouvindo: AQUIAQUI

Aula: Marcos históricos do lugar onde vivo: AQUI

Atividades tema rua: AQUI

Tem de tudo nesta rua: AQUI

Sugerindo um sarau

Compartilhar literatura é também uma forma de enriquecer o contato com ela. Por isso, sugerimos que você organize um sarau em que os alunos escolherão um ou dois textos do livro para ler ou declamar aos colegas. Como a escolha da crônica será feita previamente, o aluno pode optar por decorar o texto ou treinar a sua leitura em voz alta. O interessante é que não haja crônicas repetidas, mas, como a escolha fica a cargo do aluno, isso pode acontecer, e é uma excelente oportunidade para você explorar as diferentes interpretações que um mesmo texto pode ganhar de acordo com o leitor. 

Instrua os alunos sobre todas as nuances da crônica. Para tanto, peça a eles que selecionem palavras-chave e explorem as imagens que o texto lhes transmitem; que prestem atenção à pontuação do texto e às intenções que as acompanham; que se o texto escolhido tiver diálogos, imaginem quem são essas pessoas e que intenção teriam na voz ao falar as frases; que procurem palavras desconhecidas no dicionário e entendam o uso delas no contexto, e assim por diante. Esta etapa também é importante para que eles percebam que o texto terá um efeito positivo no ouvinte quanto melhor compreendermos o que ele diz e melhor interpretarmos todas as suas nuances como leitores ativos.

Quando chegar o momento do sarau, explique como ele funciona e o seu objetivo, principalmente se for a primeira vez que os alunos participam de um. Em um sarau, as pessoas costumam se reunir para compartilhar textos literários de que gostam e, assim, ampliar seu repertório literário. Você pode preparar o ambiente da sala de aula a fim de torná-lo mais aconchegante para a atividade. Leve cangas coloridas, por exemplo, que podem servir de “palco” para quem for ler/recitar a crônica. Os alunos poderão se sentar em almofadas, o espaço pode ser decorado com flores e/ou folhas secas, a iluminação natural da sala pode ser substituída por lanternas ou lâmpadas/luzinhas coloridas, pode haver uma sutil trilha sonora de fundo, que ajude a ambientar as apresentações etc.

 É interessante que os alunos participem de todas as etapas da organização, a fim de se sentirem acolhidos pela atividade. Durante a atividade, deixe que eles se apresentem espontaneamente para a leitura/declamação, como costuma acontecer normalmente em eventos desse formato. Concluída essa etapa, você pode convidar os alunos a falarem sobre suas impressões, tanto como leitores quanto como ouvintes: o que foi mais interessante, que aspectos lhes chamaram a atenção, o que pensaram que poderiam ter feito de diferente em suas leituras, se ouvir o conto apresentado pelo colega os fez entender melhor o texto ou criar diferentes imagens etc. Esse tipo de proposta pode se tornar recorrente em sala de aula, como um recurso de exploração de textos literários.

Essa atividade contempla as seguintes habilidades descritas na BNCC para o componente curricular Língua Portuguesa: EF69LP44, EF69LP46, EF69LP47, EF69LP53, EF69LP54 e EF89LP33. Fonte

Sugestões/Sarau/Aulas: Cantigas populares: 
Encontrando rimas: AQUI
Convite/sarau: AQUI
Ensaiando cantigas: AQUI
Apresentação: AQUI



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quinta-feira, dezembro 26, 2019

Ra,re,ri,ró,rua! Ra,re,ri,ro,ria!>Parlendas>Piadas>26/12/2019



Lenice Gomes
Neste livro, as palavras vêm vestidas de alegria e encantamento. Versos lúdicos e divertidos invadem as páginas, relembrando antigas brincadeiras infantis. Poemas sensíveis se misturam a tagarelices preciosas, estimulando o exercício da dicção. Parlendas e trava-línguas possibilitam e provocam o gosto pela pronúncia das palavras ao convidar as crianças a fazer um passeio pelo fabuloso universo da oralidade.
Manual do professor: AQUIAQUI
Ouvindo: AQUIAQUI
Cantando Ra,ré,ri,ró,rua com Nanda Toledo: AQUI
 Sugestões de atividades:
1 – Pedir para as crianças pesquisarem outras parlendas e trava-línguas.
2 – Elaborar cartazes com as parlendas e trava-línguas pesquisados.
3 – Fazer um varal com outras poesias que citem parlendas e trava-línguas na sala de aula.
 Temas abordados: poesia, trava-línguas, parlendas
Transversalidade: pluralidade cultural
Interdisciplinaridade: Arte, Língua Portuguesa
Canção do chape chape: AQUI
Atividades silábicas R

Atividades de sílabas e palavras para imprimir
Paulo Tadeu
O autor do grande sucesso infantil Proibido para Maiores preparou mais um divertidíssimo livro de piadas para crianças. Tem piadas de bicho, piadas na escola, piadas de Batman e até piadas de dinossauro. É diversão que não acaba mais.

Aula/Pontuação divertida




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sexta-feira, novembro 08, 2019

Vizinho,vizinha>PNLD Literário>Mundo social>Promovendo encontros>Oficina de leitura>08/11/2019



Graça Lima/Mariana Massarani/Roger Mello

Vizinho, vizinha mostra o que separa e o que une as pessoas nas metrópoles.
Na rua do Desassossego, 38, a vizinhança é bem tranquila.
No apartamento 101, um moço lê quadrinhos, toma café e constrói uma cidade de papel.
Nem percebe o rumor da vizinha do 102, que toca clarineta, cria um rinoceronte debaixo da pia e coleciona livros e coisas antigas.
Eles só se veem no final da tarde, quando se encontram no hall, trocam cumprimentos e falam do tempo. Depois, vão resolver coisas na cidade - e logo estão de volta aos seus cacarecos, guardados e manias. Como vão escapar da solidão?

TEMA: RELACIONAMENTO PESSOAL E DESENVOLVIMENTO DE SENTIMENTOS DE CRIANÇAS NAS ESCOLAS, NAS FAMÍLIAS E NAS COMUNIDADES (URBANAS E RURAIS)
GÊNERO: NARRATIVO
CATEGORIA: PRÉ-ESCOLA
PALAVRAS-CHAVE: LIVRO-ÁLBUM, RELACIONAMENTOS URBANOS, VIZINHANÇA
Manual do professor: AQUI

Uma crônica ilustrada. Sobre a obra.
A história: AQUI, AQUI

Sugestão:
Foi com alegria que a turma se reencontrou e acolheu os novos amigos. E para nos conhecermos melhor, fizemos uma brincadeira divertida: após a leitura de Vizinho, Vizinha, de Roger Mello, as crianças, em duplas, apresentaram seus vizinhos na roda, compartilhando com o grupo características e gostos que foram revelados numa gostosa conversa com o amigo ao lado. Percebemos afinidades e diferenças, descobrimos curiosidades, demos boas risadas.
Fizemos um tour pela Escola para revisitar os espaços e apresentá-los aos novos amigos. Aproveitamos para ver as sinalizações das portas que remetem ao Projeto deste ano. Agora é seguir cuidando das relações e buscando maneiras para bem viver. Continua com mais sugestões:Fonte

PLANO DE AULA TEMA: 
Oficina de leitura. Livro “Vizinho, Vizinha” Graça Lima, Mariana Massarani e Roger Mello OBJETIVOS: Desenvolver estratégias de leitura, conexão texto-leitor (oral) e Inferência (Folha do Pensar) e verificação. 
EIXOS DE APRENDIZAGEM: Leitura e oralidade. 
DURAÇÃO:50 minutos. 
RECURSOS: Sala de aula. Livro “Vizinho, Vizinha” –Graça Lima, Mariana Massarani e Roger Mello. Folha do pensar. Lápis, borracha, cadernos, lousa para fazer anotações.
 METODOLOGIA: A oficina será realizada em sala de aula, onde os alunos estarão sentados em carteiras, será utilizado o livro Vizinho, Vizinha- Roger Mello. Será realizada a leitura por uma das bolsistas, tendo como objetivo o desenvolvimento das estratégias de texto-leitor (oral) e inferência (escrita na folha do pensar), utilizando conhecimentos prévios e relacionando com dicas do texto, para chegar a uma conclusão fazendo isso de forma escrita na “Folha do Pensar”. Fonte PDF: AQUI

Lá na casa da vizinha: AQUI


AQUI
Meu bairro encantado
AQUI
Se essa rua fosse minha
AQUI



AQUI



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segunda-feira, agosto 05, 2019

Você quer conhecer minha escola?Minha rua?>Percusso da casa à escola>05/08/2019



Autora: Maria Alice Aguiar
Ilustrador: Carlos Jorge
 
A história nos faz percorrer os corredores de uma linda escola onde ser feliz é a principal tarefa dos alunos.
Atividades
Aula
Conhecendo seu espaço e outros

Autores: Fernando Franco e Marta Gusmão
Ilustradora: Semíramis Paterno
 Temas abordados: a rua, sinais de trânsito.
Quer conhecer um lugar misterioso, movimentado e muito divertido de morar?
 Pegue carona nesta história. Você vai adorar!
Ouvindo: AQUI
Proposta de atividades
A Música do mapa

Projeto
O que vejo por onde passo
Esta prática teve com o objetivo fazer com os alunos compreendessem tópicos como percurso percorrido, deslocamento, localização e meios de transporte por meio de experiências vividas no trajeto entre suas casas e a escola.

Habilidades trabalhadas: EF01CI05; EF01GE01; EF01GE02; EF01GE08; EF01GE09; EF02GE03; EF02GE08; EF02GE09; EF02GE10.

Denominado “O que vejo por onde passo?”, nosso projeto visou fomentar nos alunos um aprendizado a respeito das experiências vividas no percurso entre suas casas e a escola, o que incluiu, por exemplo, informações sobre localização e meios de transporte.
Nessa perspectiva, com base na diversidade de conhecimentos, selecionei estratégias e busquei a parceria das famílias.

A primeira proposta foi levar os alunos ao parquinho. Lá, disponibilizei miniaturas de carrinhos, dentre outros brinquedos, que possibilitassem o trabalho coletivo de "construção" do trajeto de casa até a escola. A tarefa foi registrada por fotos, utilizadas posteriormente num cartaz.


Pedi aos alunos, como tarefa de casa, que olhassem atentamente o trajeto até a escola e que relatassem a experiência aos pais. A ideia era que organizassem uma "planta baixa" do trajeto, nomeando os lugares por onde passavam diariamente.
Para isso, levei para a sala de aula o mapa do Distrito Federal. Expliquei onde estavam situadas a escola e as demais cidades onde as crianças moravam. Mostrei, no celular, um aplicativo de localização geográfica. Simulamos o percurso da minha casa até a escola no mapa do aplicativo.
No laboratório de informática, os alunos observaram, com a minha supervisão, os mapas de Taguatinga, Águas Claras, Samambaia e Vicente Pires, regiões administrativas onde residiam.
Listamos no quadro os nomes de algumas localidades doo percurso.
Colocamos esses nomes em ordem alfabética, ressaltando as letras iniciais e finais e a quantidade de sílabas e letras contidas nas palavras
Iniciamos um processo de aprendizagem sobre gráficos, indicando a quantidade de alunos residentes nas regiões destacadas.
Reuni as ideias e fiz uma "cascata" de palavras, relacionando-as ao percurso e à localização. Em seguida, partimos para a produção de um texto coletivo.
Os alunos transcreveram o pequeno texto em seus cadernos e ilustraram cada etapa.
Conversamos sobre horários – de acordar para ir à escola, de entrada e de saída. Falamos ainda sobre o calendário e dias da semana, enfatizando a diferença entre hoje, ontem e amanhã.






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quarta-feira, maio 08, 2019

Última parada rua do mercado>Socioemocional>Vamos passear...>Maquetes>08/05/2019

Para os leitores que acompanharem esse trajeto até à rua do mercado, um novo olhar sobre a vida os espera. Basta apenas ter o coração aberto à poesia da vida.
Embarque com Cadu e sua avó e boa viagem!
Competência lúdica emocional/afetiva/ E demais virtudes que quiser!
Matt de la Peña

Andar de ônibus pode ser uma experiência muito enriquecedora para uma criança. 
Cadu bem que preferia ir de carro até o seu destino. 
Mas o garoto irá perceber que no transporte público é possível conhecer muitas pessoas diferentes – um rapaz tatuado que não tira os olhos do celular, um homem cego com seu cão-guia, um músico e seu violão, uma senhora segurando um vidro cheio de borboletas. 
E também observar a cidade que, embora às vezes seja suja, guarda beleza a quem estiver disposto a enxergar além. 
A Vovó ensina a Cadu que é preciso ser gentil com os outros, dizer boa-tarde e oferecer o lugar para sentar a quem mais precisa.
 Última parada, Rua do Mercado é um convite para olharmos ao redor com disponibilidade para perceber a poesia nos detalhes. E, principalmente, nos outros.

A história
Dando vida ao livro literário: AQUI

Como ensinar habilidades socioemocionais por meio da literatura: AQUI

Isabel M.Martins

Vivemos cercados de regras e rotinas por todos os lados. Estamos acostumados a seguir um mesmo caminho, a realizar certas atividades em determinados horários, a guiar nosso olhar para os mesmos lugares. As crianças, dotadas de um certo espírito libertário, vivem bagunçando essa ordem. Como é o caso do menino desta história, que, mordido pela curiosidade, um belo dia resolveu investigar o que havia no espaço entre as setas, e depois decidiu mudá-las de lugar. Ele acabou conhecendo coisas incríveis - como um urso que toca piano - e também conseguiu mudar o percurso de umas tantas pessoas. 

Siga a seta! é um livro que nos faz questionar a maneira como organizamos e enchemos os nossos dias, por vezes com pouco espaço para o devaneio, para o imprevisto e para a surpresa; e que nos convida a pensar no que aconteceria se olhássemos melhor para as setas obrigatórias que compõem os nossos próprios dias. 
Indiquei o link, mas não existe mais!


Pista de feltro/Artes


AQUI

Cidade de caixinhas


AQUI





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quarta-feira, dezembro 26, 2018

Em volta do quarteirão>Estímulos poéticos e geográficos>26/12/2018


Resultado de imagem para em volta do quarteirão anna flora atividades
Anna Flora

Quanta coisa acontece em volta do quarteirão!
O sorveteiro, o pipoqueiro e o sapateiro são alguns dos personagens através dos quais Anna Flora apresenta o retrato de um quarteirão e seu cotidiano.
O livro é composto por uma narrativa que apresenta poemas, em sua maioria rimados, sobre personagens que atuam na comunidade por meio de seus trabalhos e que são vistas cotidianamente no quarteirão. 
Atividades sugeridas
Aula: mapas/cartografia
Sequência didática









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terça-feira, agosto 14, 2018

Bairro,distrito,cidade>Aulas>Sugestões>Músicas>PDF>14/08/2018


Bairro é uma unidade meramente geográfica. 
Distrito é uma unidade administrativa, tem estrutura político-administrativa. 
Um distrito pode ser transformado em município, num processo de emancipação daquele do qual ele faz parte, mas um bairro é apenas um bairro, sem "personalidade jurídica".

A rua e o bairro do Marcelo

Diferença de município e cidade
Distrito
Divisão administrativa de município ou cidade, que pode compreender um ou mais bairros.

Aula: Situando o município no espaço


Cidadezinha qualquer
Carlos Drummond de Andrade
Casas entre bananeiras 
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Devagar as janelas olham.
Eta vida besta meu Deus!
Aula
Aula
História da minha cidade
A origem de nossa cidade
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 Conhecendo a cidade
                      AQUI                            
 AQUI
AQUI
                        Música: Cidade/Rita Ramet: AQUI , AQUI , PDF: AQUI   
Sons da cidade: AQUI
Modo de vida no bairro e cidade
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Município, a unidade politica administrativa onde vivemos
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