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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quarta-feira, junho 05, 2024

O mundo é de todo mundo>Primeiro eu>Eu também>Afinidades>Egoísmo>Ciúmes>05/06/2024

 

Tati Bernardi

Enquanto passeia com sua mãe, Margarida quer muitas coisas: quer brincar no balanço por todo o tempo que desejar, quer beber água de coco antes das outras pessoas… enfim, quer ser sempre a prioridade. E, por mais que sua mãe explique, Margarida não consegue entender por que, afinal, o mundo não é só dela.
Mas um encontro surreal com o próprio mundo tem tudo para fazer com que Margarida consiga olhar ao redor e perceber as pessoas à sua volta de um jeito diferente…
Em seu primeiro livro para crianças, Tati Bernardi explora, com a irreverência já tão conhecida de seus textos, como é importante conseguir perceber as pessoas que vivem ao nosso redor. Com ilustrações bem-humoradas de Talita Hoffmann, essa é uma história sobre se reconhecer como parte de um todo: o nosso mundo.
Ouvindo: AQUI

Primeiro eu/Sueli F.de Oliveira

Um menino queria ser o primeiro em tudo. Por isso, seus irmãos planejaram um jeito de mostrar ao apressadinho o quanto ele estava errado. Ele aprendeu direitinho! Nessa lição de cidadania, a história ensina que nem sempre se deve querer ser o primeiro, principalmente quando se esquece das outras pessoas.

Indicado para Leitor em processo, etapa em que a criança já tem relativo domínio da leitura, o que lhe confere certa autonomia e independência na hora de ler. A curiosidade crescente e o desenvolvimento do pensamento abstrato fazem com que o leitor desse grupo levante mais hipóteses e questionamentos sobre o texto lido. É por isso que os livros que apresentamos para essa etapa possuem textos maiores, enredos mais elaborados, temáticas pertinentes a esse público e ilustrações com maior riqueza de detalhes. Numa verdadeira lição de cidadania, a história ensina que nem sempre se deve querer ser o primeiro, esquecendo-se das outras pessoas.
Ouvindo: AQUI

Alice descobriu que dentro da barriga dela tem muitos monstrinhos.
O monstrinho do ciúme não gosta de dividir a atenção com ninguém, mas também faz Alice perceber quem ela quer por perto.
Ouvindo: AQUI

Nesse episódio o Sapinho sente ciúmes do seu amigo Pinguim, pois chegou um novo amigo na escola: o Macaco. Será que eles vão ser amigos do Macaco também? Esse vídeo é ideal para ser usado por psicólogos na Terapia Infantil, professores da Educação Infantil e pais para falar sobre o tema com as crianças. Está baseado na Psicoeducação da Terapia Cognitiva Comportamental e na Disciplina Positiva.
Ouvindo: AQUI

Juntamos os melhores momentos do Sapinho até agora para vocês se divertirem!! Esse vídeo é ideal para ser usado por psicólogos na Terapia Infantil, professores da Educação Infantil e pais para falar sobre o tema com as crianças. Está baseado na Psicoeducação da Terapia Cognitiva Comportamental e na Disciplina Positiva. AQUI

Culpa/Remorso
O Sapinho não deixou seu amigo brincar com ele, pois estava empolgado com seus bonecos novos, porém depois sentiu remorso e decidiu fazer diferente chamando seu amigo para brincar com ele. Esse vídeo é ideal para ser usado por psicólogos na Terapia Infantil, professores da Educação Infantil e pais para falar sobre o tema com as crianças. Está baseado na Psicoeducação da Terapia Cognitiva Comportamental e na Disciplina Positiva.
Ouvindo: AQUI
O Sapinho comeu muitos ovos de chocolate e sentiu REMORSO depois disso, vamos entender essa emoção? AQUI
Patrícia Auerbach

Este é um livro ilustrado que conta a história do Tuca e do Lipe. O Tuca é um menino que adora brincar, comer pizza, passear... e o Lipe também! Afinal, eles são irmãos muito parecidos. Às vezes até brigam, mas quando a saudade bate, eles têm seus jeitinhos de demonstrar o que sentem um pelo outro.
Em uma narrativa divertida e delicada, Patricia Auerbach e Isabela Santos cativam os leitores aos mostrar como o poder dos gestos pode ser tão forte quanto o das palavras na hora de demonstrarmos afeto.
Sobre a obra: AQUI, AQUI
Os irmãos Tuca e Lipe têm muitas coisas em comum – e muitas diferentes! Mas o que acontece quando os dois querem tudo ao mesmo tempo? Como vão expressar o que estão sentindo?
Ouvindo: AQUI
Quintal da cultura
Afinidade
Doroteia e Osório descobrem que têm muitas coisas em comum, como gostarem de picolé de berinjela e pizza de framboesa! Essa afinidade entre os dois vai deixar Ludovico morrendo de ciúme. AQUI
Doroteia conta a história de um príncipe que tinha muito ciúme do irmão!: AQUI



Egoísmo: AQUI
Ciúmes: AQUI
Culpa/remorso: AQUI
O patinho culpado: AQUI
Patrícia Auerbach: AQUI
Afeto: AQUI
Compartilhar: AQUI


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terça-feira, julho 09, 2019

Gatinho levado>+ outros gatinhos>De botas também>09/07/2019


Gatinho Levado!  - Grupo Brinque-Book

Autor: Adam Stower
Tradutora: Gilda de Aquino

Temas: Conto / Jornal e cartaz / Narrativa visual / Animais de estimação /Humanos / Responsabilidade

Esta história permite trabalhar temas como humor, animais domésticos e selvagens e contrastes. Nessa sequência para as aventuras de Lili, o humor surge da oposição entre a percepção da menina, que não vê em nenhum momento o verdadeiro “gatinho levado”, e a do leitor, para quem as proporções quase gigantescas do real culpado são comicamente evidentes. Neste jogo de contrastes, a realidade da história revela toda sua graça, descortinando ao leitor um universo onde animais selvagens fogem do zoológico e, despercebidamente, invadem casas, tornando o fantástico parte do cotidiano, como na imaginação de toda criança. As ilustrações em estilo cartoon do autor dão cor e forma a esse mundo.

História e atividades
O livro GATINHO LEVADO traz um enredo diferente em que é possível trabalhar com a criança alguns conceitos como a frustração em tomar a culpa por algo que não fez (visão do gatinho), a importância de se falar a verdade (tigre) e também o falso conceito que fazemos em algumas situações (visão da Lili se soubesse toda a verdade!   Mais:  AQUI
Atividades para imprimir
O gato de Beto

Um tigre, dois tigres, três tigres


História engatada


Gato que pulava em sapato



AQUI

O gato de botas
AQUI



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quarta-feira, outubro 30, 2013

O patinho culpado > Estímulos literários > 30/10/13


Ser um patinho feio não é nada legal... Mas ser um dos irmãos bonitinhos dele também não é tão bom assim. Afinal, quem ia gostar de ver um familiar tão próximo sendo desprezado e andando por aí todo jururu? Na certa, você também se sentiria culpado.


É a partir desse ponto de vista que Silvana Tavano reconta "O patinho feio", uma história escrita por Hans Christian Andersen em 1843, mas que ainda nos diverte e emociona com seus “quacs” de sabedoria.


Ver o sofrimento do irmão e não fazer nada,também não é NADA legal! Com certeza você se sentiria culpado! E é com essa visão que a autora reconta a história clássica do pato excluído por ser diferente dos outros feita por Christian Andersen em 1843. Quem nunca viu um colega, um amigo, um irmão ser tratado mau por ser/pensar/agir diferente do grande grupo? Você conseguiu fazer alguma coisa? Ou só sentiu-se culpado? Às vezes é muito difícil, não?! Cecília ficou com muita pena do patinho feio e quis fazer um para cuidar.meu ip




Materiais necessários: Um vaso de cerâmica pequeno (usamos um rachadinho e velho/reciclando-o), pinceis, tinta acrílica, purpurina (lantejoulas, penas, pompons), papel colorido, tesoura, canetinha, olhos que mexem, tampinhas, cola quente e chenille armado (arame felpudo).meu ip

Depois de seco colar tudo com cola quente. O papel colorido virou bico. Usou 3 chenilles armado: 2 para as pernas e pés (basta enrolar a ponta numa bolinha) e 1, cortado ao meio e dobrado, para as asas. Para o chapéu uma tampinha e um pompom de enfeite em cima. A Cecília também usou um pompom vermelho para o rabo. Por fim, escolheu 2 olhos grandes e colou em cima do bico.  Para que ele fique "feio" é importante fazer tudo colorido, com tons que não combinam muito entre si.:) meu ip

O patinho culpado -- um exercício

Tarefa do (ótimo) curso da professora Noemi Jaffe: recontar uma
 história infantil conhecida a partir do ponto de vista de um personagem 
que seja insignificante na trama, sem usar a palavra "não" 
e com três palavras pouco usuais, garimpadas no dicionário.
 Segue o texto: 
Nascemos todos juntos, eu e meus irmãos. 
Acho que fui um dos primeiros a 
quebrar a casca e colocar minha cabeça pelada pra fora.
 Mamãe logo percebeu 
a nossa movimentação, deu um pulo e ficou ali, toda orgulhosa,
 soltando quacs
 de alegria cada vez que um de nós aparecia. 
Ele foi um dos últimos da ninhada, mas quando finalmente surgiu,
 mamãe
 abriu as asas, assustada, e deu um passo para trás – era um patinho 
pequeno e escuro, completamente diferente da gente. 
Preciso reconhecer: desde o primeiro momento, tive problemas para 
aceitar aquele pato esquisito como irmão. 
Era um disparate, uma verdadeira fósmea*! 
Como boa mãe, a nossa tratou de disfarçar o choque e imediatamente 
saiu chamando as amigas pra que viessem nos conhecer. 
Todas, sem exceção, perdiam a fala ao ver aquele estranho no ninho,
 confirmando a minha percepção de que havia alguma coisa muito
 errada com ele.

Nossos primeiros dias de vida transcorreram sem incidentes, 
as coisas foram acontecendo como deveriam: com mais ou menos 
dificuldade, todos nós começamos a circular, ensaiando nossos 
primeiros passos. 
Ele bem que tentava se enturmar, mas, acho que era mais forte 
que nós, ninguém o convidava
para ciscar ou passear em volta do lago. 
Isolou-se, ou nós o isolamos, desde sempre. 

No primeiro dia na água, seguimos mamãe, orgulhosos, e fomos, 
um a um, flutuando naturalmente. 
Em pouco tempo, formávamos um eito perfeito,
mas nossa harmonia sempre ficava bastante comprometida com 

aquela presença desengonçada. Invariavelmente, o patinho feio 
ficava no final da fila, esquecido e ignorado. 

Marroaz*, ele persistia, tentando a todo 
custo seguir a família que o rejeitava. 
De tanto sofrer, o pobrezinho um dia finalmente decidiu partir. 
Nem se despediu -- sabia que nenhum de nós sentiria a sua falta. 
De fato, acho que mamãe ficou aliviada. 
Fazer o quê? 
Assim é a natureza.

Mas partir foi a sua sorte. 
Soubemos que depois de vagar sabe-se lá por quanto tempo,
um dia parou para beber água onde uma família de cisnes
 brincava alegremente. 
Viu seu reflexo na água e, surpreso, olhou para os pequenos cisnes
 que vinham se aproximando dele.

Sem acreditar, olhou novamente, 

e mais uma vez, até ter certeza
do que estava vendo.

Que grande ventura: descobriu-se cisne e foi adotado por aquela família no 
mesmo dia. 

Saber disso tudo aliviou a minha culpa. 
Dizem que hoje em dia vive muito feliz, belo entre os cisnes.
E até onde sei, não guardou mágoa dos patos. 

*fósmea: ideia confusa e disparatada; indefinível.
*eito: sequência ou série de coisas que estão na mesma direção ou linha
*marroaz: teimoso, obstinado

Silvana Tavano
Sequência didática
O patinho feio

Cordel


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segunda-feira, junho 25, 2012

O lado bom das pessoas>Amor> Valores> 25/06/12



Coleção pequenas lições
Editora Soler
 Agregar valores importantes na formação da criança, com temas que abordam a ética, o auto-controle, a sensibilidade e a prática de atitudes nos relacionamentos com as pessoas e com a vida.
Neste volume, Clara aprendeu que, antes de criticar as pessoas, é preciso olhar o que elas têm de bom.
Dinâmica para apresentar o livro
O lado bom das pessoas
PENSAMENTOS

Objetivo: Levar as crianças a perceberem que é pelo pensamento que nós criamos o ambiente favorável ou desfavorável que nos perturba ou garante a paz e harmonia.

Primeiro momento:
Hoje vamos falar da importância dos nossos pensamentos e sentimentos e como eles são responsáveis pelo nosso estado de felicidade e infelicidade.

Segundo momento:
Atividade de observação e reflexão
Objetivo: Possibilita a reflexão sobre os próprios sentimentos, de modo que sejam trabalhados com vistas ao nosso progresso espiritual.
Tempo de aplicação: Cerca de 15 minutos.
Material: papel celofane (preto, vermelho, amarelo, azul, transparente).
Desenvolvimento:
1. Distribuir  pedaços de papel celofane, em formato de coração, de diversas cores.
2. Pedir que eles andem pela sala, olhando através do papel colorido, dizendo baixinho como se sentem, olhando o mundo através daquela cor.
3. Após alguns minutos, as crianças devem trocar os pedaços de papel com os colegas, diversas vezes, até que todos tenham observado a sala com todas as cores de papel.

Terceiro momento:
Enxergaram bem com todas as cores?
Era mais fácil  ver com alguma cor específica? Por quê?
Com qual cor gostaram mais? Por quê?
Após ajudar os alunos a concluir que é difícil enxergar através do preto, que tudo parecia triste; que através do amarelo as coisas pareciam ter cores que não possuem; que quanto mais escura a cor (vermelho, azul), mais difícil de ver; que através do papel celofane transparente era possível perceber melhor os objetos, os outros papéis coloridos e a expressão dos colegas.
A ideia é comparar as cores com os sentimentos que temos: preto – tristeza, negatividade; vermelho - raiva; azul - calma; transparente - paz, harmonia; amarelo – alegria.
Explicar que os papéis celofanes são em forma de coração simbolizando que cada pessoa vê a vida e o mundo conforme os sentimentos que possui.
Por isso as pessoas percebem de diferentes maneiras as mesmas coisas, como se cada uma olhasse através de uma folha colorida diferente.

Quarto momento:
O que é preciso fazer para mudar sentimentos negativos no coração?
Esperar até que respondam que é preciso mudar os pensamentos, então explicar que mudando a forma de pensar mudamos nossos sentimentos.
Como sentimos vemos a vida e as pessoas, se somos rancorosos, egoístas, orgulhosos e muito egoístas veremos e sentiremos o mundo as pessoas assim e nos tornaremos pessoas infelizes de difícil convivência, poucos se aproximam de nós.
E, se ao contrário, alegres, generosos, compreensíveis com as pessoas e as situações, humildes, serenos, somos pessoas felizes, pois o que pensamos estamos sentindo e isso influencia os outros a nossa volta, sabem como?
Nossos pensamentos são como nuvens, eles ficam em torno de nós como as nuvens no céu.
Não vemos com nossos olhos físicos esses pensamentos, essas ideias que formamos, mas percebemos com nossos olhos espirituais e sentimos, pois pensamentos bons, positivos são aqueles que trazem bem-estar, simpatia e já os ruins trazem sensações ruins e desagradáveis àqueles que se aproximam de nós. E nós atraímos as companhias  conforme nossos pensamentos, e isso é chamado de sintonia.
E para manter o equilíbrio do corpo e mente, devemos vigiar constantemente nosso pensamento. Pensamentos negativos e  pessimistas trazem doenças, tristezas. São como lixo: poluem a mente e o corpo, ocasionando as sensações ruins. O positivo sempre nos traz bem-estar, harmonia, saúde, disposição e alegria e é um hábito que se adquire praticando.
Dependendo de nossos pensamentos vamos ser muito felizes ou infelizes, pois os bons pensamentos são a garantia das grandes realizações. Através dos pensamentos que se originam nossas atitudes, por isso, a importância dos pensamentos positivos.
Mas como ter pensamentos bons?
Como podemos mudá-los?
Procurando ver sempre o lado bom das coisas, vigiarem as atitudes os comportamentos e as palavras, escolhendo coisas construtivas para fazer, leituras edificantes, brincadeiras e conversas positivas (sem fofocas, brigas, brincadeiras de guerra ou filmes de terror); estando em sintonia com a Espiritualidade Superior através da prece, sendo otimista.
Perante as dificuldades devemos ter atitudes de fé e confiança em Deus, crença em si mesmo (nas capacidades que possuímos), oração e vontade de agir corretamente.

Quinto momento:
1. Distribuir quadradinhos de papéis onde estão escritos vários sentimentos (positivos e negativos).
Sugestões: perdão, paciência, harmonia, confiança, perseverança, bondade, gratidão, alegria, bom humor, sensibilidade, desapego, educação, lealdade, entusiasmo, doçura, paz, carinho, responsabilidade, fé, humildade, simplicidade, cooperação, prece, trabalho, respeito, calma, coragem, sinceridade, justiça, amor, honestidade, caridade, raiva, tristeza, injustiça, ódio, mau-humor, mentira, preguiça, briga, desconfiança, falsidade, guerra, orgulho, egoísmo, maldade, pessimismo, rancor, fofoca, inveja, ciúme.

2. Distribuir corações recortados em cartolina a cada um.. Explicar  que o desenho representa o coração de cada um.
Solicitar que eles separem os sentimentos bons dos ruins, entre os papeizinhos que receberam.
Cada criança deverá colar o "sentimento positivo" no seu coração de cartolina.
Explicar que devemos cultivar estes sentimentos em nossos corações e vivenciá-los através de nossas atitudes.
 Perguntar onde devemos guardar (ou colocar) os sentimentos ruins (os papéis que sobraram).
( No lixo, deve ser a resposta das crianças.)
 Pedir que cada  um coloque no lixo "os sentimentos negativos" (os papeizinhos que restaram).
Agora que temos espaço mental, que pensamentos legais podemos colocar nele?
Pedir sugestões.

Sexto momento:
Atividade escrita: cada criança deve escrever sentimentos, pensamentos, atitudes e fatos positivos e negativos em uma folha.
De um lado, os sentimentos positivos e do outro os negativos.
Outra: Atividade escrita: cada criança deve escrever pensamentos (folha A4 com desenho de balões /pensamento). De um lado os sentimentos positivos e do outro os negativos.

Vejam neste site muitas atividades com todas as emoções

http://www.opoderdasemocoes.com.br/

O LADO BOM DAS PESSOAS

Clara vivia brigando com suas amiguinhas por causa dos brinquedos. E isso ocorria mais vezes com a Júlia sua melhor amiga.
Um dia, quando Clara chegou em casa, foi logo se queixando da Júlia com sua mãe. Após ouvi-la, a mãe de Clara pediu que ela fosse buscar sua balança de brinquedo junto com os pesos.
Clara voltou com a balança e perguntou:
- Mãe, o que tem isso a ver com a Júlia?
Sua mãe respondeu:
- Vamos fazer uma brincadeira.
E sua mãe, então, propôs o seguinte:
- Primeiro, vamos colocar neste prato da balança, um peso para cada defeito da Júlia. Conte-me quais são?
- Bem, são muitos defeitos. Deixe-me lembrar... Pega sempre os meus brinquedos, grita comigo, blá, blá, blá.
Ao terminar de empilhar os pesos com os defeitos da Júlia, Clara então ouviu da sua mãe o seguinte:
- Agora você vai me falar das qualidades dela. Cada uma delas será um peso no outro prato da balança.
Clara resistiu um pouco, mas sua mãe logo começou a ajudá-la:
- Ela não deixa você andar em sua bicicleta? Não reparte o doce com você?
Clara concordou e começou a dizer o que havia de bom no caráter de sua amiguinha. Ela foi colocando os pesos do outro lado.
Clara foi falando as qualidades de Júlia... me empresta seus brinquedo, me faz companhia quando estou sozinha... Blá, blá, blá, blá.
De repente, Clara percebeu que a balança com os pesos bons foi ficando mais cheia que a outra, com os pesos maus.
Clara então sorriu e sua mãe falou:
- Você gosta da Júlia e ficou alegre por verificar que as suas boas qualidades são mais numerosas que os seus defeitos.
Ao longo da vida, você verá que situações parecidas sempre acontecerão e você terá que usar uma balança imaginária para não ser injusto com as pessoas.
Isso aconteceu a muitos anos atrás e hoje, Clara é uma médica de sucesso. Aquela lição da sua mãe ficou para sempre em sua memória.
Antes de criticar ou falar mal de uma pessoa, a Drª Clara sempre compara os pontos bons e os pontos maus, para ter uma avaliação justa sobre os outros.
Todos nós temos qualidades e defeitos, pois ninguém é perfeito.
Da mesma forma que os outros observam o que temos de bom e ruim, é preciso sempre, descobrirmos o lado bom das pessoas e dar mais valor às qualidades do que aos defeitos.
O ser humano é uma dádiva de Deus e o importante é descobrir o que cada um tem de bom, aprender com as boas qualidades e jogar fora os maus defeitos.
Se fizermos isso estaremos melhorando, cada vez mais, enquanto pessoas e seremos mais sociáveis nos relacionamentos







Aprecie O Lado Positivo Das Pessoas

Contam que, uma vez, numa carpintaria, realizou-se uma estranha assembléia. Foi uma reunião de ferramentas, para acertar suas diferenças.
O martelo assumiu a presidência, mas os participantes não permitiram, dizendo que ele teria que renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho e, além do mais, passava todo o tempo gol¬peando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, alegando que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou, mas, por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Reclamava que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou a decisão, mas sugeriu que teriam de expulsar o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: "Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não vamos nos fixar em nossos pontos fracos, mas concentremo-nos em nossos pontos fortes."
A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar aspere¬zas, e o metro era preciso e exato. Viram-se então como uma equipe, capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.

...............//.................

Ocorre o mesmo com os seres humanos. Basta observar e comprovar.
 Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa.
Ao contrário, quando busca com sinceridade os pontos fortes que ela possui, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades ... isso é para os sábios!!!
Seja um deles.
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domingo, abril 29, 2012

Alguém pegou o meu lugar>E agora? Vão tomar o meu lugar? Sentimentos das crianças>29/04/12


Resultado de imagem para livro alguem pegou o meu lugar


Alguém pegou o meu lugar
Miriam Portela
Sergio Magno - ilustrador

Você já teve a sensação de alguém pegar o seu lugar?
É uma coisa muito, muito ruim, pior até que ficar de castigo.
E sabe o que é ainda mais horrível? É que nem sempre as pessoas conseguem te entender.
Mas também como é que adulto pode entender alguma coisa?
Fala uma coisa e faz outra! Ou muito mais grave: fala uma coisa e muda de ideia rapidinho.
De vez em quando, eles se esquecem e tratam você como se fosse um deles.
Você "fica grande", "já é uma mocinha!".
Mas se você acredita, aí vem eles e voltam atrás: "Isso não pode, você ainda é muito pequena".
Mesmo assim, lá em casa, tudo ia muito bem.
Até que... apareceu uma "intrusa" em minha vida. Isso mesmo: minha mãe ficou grávida e eu ganhei uma irmãzinha. Mas NINGUÉM me perguntou se eu queria.
No novo livro de Miriam Portela, com ilustrações de Sérgio Magno, percebemos que não é nada fácil estar na pele de Ana.
Ela tem seis anos, ganha uma irmãzinha chamada Maria e tem que dividir tudo com ela.
Até os adultos chatos que não sabem de nada.
Não sabem que toda aquela birra não é ciúmes, é apenas uma maneira de mostrar que ela não estava feliz com aquela novidade.
É... não estava. Porque depois de um tempo as coisas come­çaram a mudar...


Texto By krika
Baseado na obra recomendada acima

Ana vai ganhar uma irmãzinha e sua primeira reação foi dizer que não precisava de uma irmãzinha.Nesta teimosia, ela continuou dizendo que tinhas amigas para brincar, que também adorava brincar sozinha e que não precisava de irmãzinha alguma para lhe fazer companhia!
- Acho melhor vocês mudarem de ideia e desencomendarem este bebê!
Foi pra seu cantinho pensando:
_ Como é que eles fizeram isto comigo?
Solicitou conforto de sua avó, dizendo que ela e seus pais não precisavam de outra cirnaça na casa, que sua mãe já vivia correndo pra lá e pra cá,cuidando dela e trabalhando fora.
Sua avó explicou que seus pais desejavam ter outro filho, que todos ficariam mais felizes.
Mais uma vez ,ela contesta:
_ Pensei que meus pais estivessem felizes comigo. E nem me perguntaram se eu queria uma irmã.
_ eles te amam . Ser filha única é muito chato. Disse vovó.
Nada estava bom para Ana. Não quis ouvir mais nada e saiu emburrada, sentindo-se enganada.
Chorando no quarto, mordeu até o lençol de raiva e ciúmes.
A menina dormiu e teve pesadelo. Sentiu a casa tremer, toda rachada,cheia de bichos. Sua cama tremia, seria um terremoto?
Gritando de medo,foi acordada pela sua mãe, que a acalmou carinhosamente.
Na verdade Ana estava tão assustada com a notícia da chegada da irmãzinha, que sonhou com coisas ruins.
(Não é fácil para uma criança entender e aceitar que os pais optaram por ter outro bebê.
Digerir esta ideia de que perderá regalias únicas, inclusive dividir o colinho dos pais é algo impensável para as crianças.)
Ana desejou que o bebê não nascesse,principalmente depois que vi mamãe sentido enjoos.
Minha irmã nem tinha nascido e já estava atrapalhando a vida de gente. Pensava Aninha, toda enciumada.
Seus pais chamaram-na para participar da arrumação do enxoval, já que seus pertences de recém nascida foram doados. Precisavam comprar tudo. A reação de Ana?
Ciúmes ,claro!
_ Sua boba,ninguém vai tirar seu lugar, nem roubar o amor que nós sentimos por você.Disse sua avó.
Mas não adiantava, a menina se sentia ameaçada. Porém a barriga de sua mãe continuava crescendo. Até que sua irmã nasceu.
Ana fingia que estava tudo bem. Para ela nada seria como antes.Foi ver Maria no berçário e achou ela feinha, com cara amassada.
O bebê foi pra casa e não tinha mais jeito,estava ali e veio pra ficar.
Os primeiros dias foram terríveis pra Aninha. Ficou sem fome, perdia o sono. Sua reação era de irritação, tinha pesadelos. Pegava suas bonecas com raiva, batia nelas zangada,até arrancou um bracinho de uma delas...
Seus pais e avó davam-lhe carinho,conversavam,mas nada agradava...
Quando não tinha ninguém por perto ia espiar sua irmã. Seus pensamentos eram que Maria se afogasse no banho, caísse do berço,coisas assim.
Por fim não achava graça na irmãzinha,pois ela só chorava,mamava e dormia.
Agora meus pais só ligam pra ela, pensava ela.
Maria foi crescendo e Ana foi entendendo que ela também havia sido bebê, fazia tudo que agora ela via Maria fazer...
Seu pai saía com ela,passeava fazendo-a sentir tão amada e divertida. Assim ela se rendeu participando do crescimento de sua irmãzinha. Até ajudava a trocar sua fralda de vez em quando. Seus pais diziam que Maria era sua bonequinha, que precisava de mim,que irmãs se amavam.
No final do ano, sua mãe não pode ir a festa da escola porque Maria estava com catapora.
Mais uma vez Ana pensava que Maria havia tomado seu lugar...
Chegou da escola sentida e enciumada....Foi dormir e teve um pesadelo horrível ,onde um urso grande tentava comer sua irmãzinha.
Aflita,ela joga seu ursinho de pelúcia no grandão e salva sua irmãzinha. Ficou com medo de perdê-la.Acordou assustada de novo,mas viu que não tinha ursão nenhum, que alívio. Porém,sua irmã estava ainda com febre e o corpo todo cheio de pintinhas.
_E se sua irmãzinha morresse? Pensou ela, arrependida
Achando que sua irmãzinha estava doente porque ela tinha raiva dela,contou pra sua avó.
Sua avó lhe disse que não era por causa dela que Maria estava doente. Aliviou seu coração contando que ela também teve catapora quando bebê e que as vezes a gente fica com raiva das pessoas que amamos,e que Maria ficaria boa logo.
Ana pediu pra dormir no quarto da irmãzinha, emprestou-lhe seus brinquedos,ficando a seu lado até ela melhorar.A partir daí passou a gostar de Maria. Deixou o ciúme de lado,entendendo que existia amor de seus pais para ela e para Maria.

Possibilidades pedagógicas
Provocar a reflexão sobre a questão

Apresentar o livro para os alunos, mobilizando-os para interagirem com o texto,questionando e conversando sobre o texto na intenção de compreensão textual.
Como a história trata-se de uma menina que deixou de ser filha única, pergunte na classe, quem tem irmãozinhos mais novos, como foi a chegada deles em casa,etc.
Os sentimentos de ciúme são comuns nestes momentos, principalmente tratando-se de algo novo.
A história mostra o sofrimento inicial da menina,que não queria uma irmã, mas depois ela foi gostando da ideia, despertando o amor natural que toda criança tem.
Neste sentido a sugestão é fazer um trabalho em grupo para despertar a união entre os colegas.
E de maneira descontraída saberem quem tem irmãos, quantos, nomes, afinidades, idades,etc.

Pesquisa da classe: Enquete sobre irmãos
O objetivo é quantificar em número total:
Quem é filho(a) único(a)? ( colocar quantos )
Quantos meninos? Meninas? (idem)
Tenho 1 irmão, 2, 3 ,sucessivamente
Tenho 1 irmã, 2,3, sucessivamente
Quantos são mais velhos? Mais novos?
Quantas são mais velhas? Mais novas?
Outra parte pode ser feita individual,como uma produção de textos, onde cada um relata suas experiências. Aqueles que são caçulas relatam como os irmãos mais velhos os receberam. Os que são mais velhos ,o contrário, e os que não tem irmãos, poderão dizer se gostariam ou não de ter irmãos.
Outra sugestão é que todos escrevam sobre o que gostaram mais do livro. O que provocou; o que sentiram?

Desdobramentos

Uma singela carta de uma mãe que preparou sua filhinha para a chegada de sua irmãzinha.
Aproveitem para introduzir o gênero cartas com sua turma!

"Carta de uma mãe orgulhosa"

Sofia,
Faltam apenas dois meses para a sua irmãzinha chegar e eu queria te dizer que já estou muito orgulhosa de você. Você me disse que vai amar sua irmã e cuidar dela. Fiquei feliz!
Mas o orgulho da mamãe vem mesmo da sua capacidade de falar e expressar o que está dentro do seu coraçãozinho.
Outro dia você me perguntou chorando: “Mamãe, você vai amar a Helena?”.
Com a culpa de uma traidora respondi com uma naturalidade forçada: “Claro, vocês duas serão as minhas filhas que eu tanto amo”.
Você logo respondeu com uma sinceridade muito saudável para uma menininha de 3 anos: “Quero que você ame só eu!”.
Desesperada para reverter a situação arrisquei:
“Mas Sofia, coitada da Helena, ela também precisa de uma mamãe para amá-la”.
Numa perspicácia inacreditável para uma menininha de apenas 3 anos você deu a solução para o problema: “Deixa que eu amo e cuido da Helena e você continua amando só eu”.
Perdi de goleada!
Também me emociono ao ver você vivenciando a minha gravidez.
 “Tô grávida do Zezéis”, você fala todos os dias colocando o ursinho dentro da blusa.
Ontem você foi ao médico comigo, escutar o coração da Helena.
Acho que falamos mais sobre a “sua gravidez” na consulta do que a minha.
 O Dr. Eduardo fez até o “parto do Zezéis”, tirando-o com toda a técnica de um obstetra experiente de dentro do seu vestido.
E quantas vezes ao dia você não pede para ler a história do João, que ganhou um irmãozinho e ficou com muito ciúmes?
Aliás, imperdível para as famílias que estão prestes a ganhar um novo integrante
Livro: E agora? Vão tomar o meu lugar. Bel Linares. Editora Salamandra


Mas me surpreender é a sua especialidade.
Ontem, eu queria te convencer a trocar o vestido que você quer usar todos os dias por uma blusinha linda de morrer: “Olha só Sofia, que linda essa blusinha. Tem babado!”. Como um relâmpago você respondeu: “É linda mesmo. Vou guardar no quarto da minha irmã para ela usar quando nascer.” Genial!
É verdade que a sua esperteza me dá muito trabalho, mas continue assim, não mude uma vírgula. Diga o quê você sente, não guarde nada que aperte o seu coração e, com esse jeitinho esperto de lidar com a vida, sei que você será muito feliz.
Como eu te amo!
Beijos, mamãe.  
CRIANÇAS, SEUS SENTIMENTOS E SUAS REAÇÕES

Autor: Regia Maria

O que o aluno poderá aprender com esta aula

Perceber que os sentimentos e as reações fazem parte da constituição humana;
 Falar de sentimentos de alegria, tristeza, raiva, amor, entre outros;
 Vivenciar histórias que tratam da questão;
 Discutir sobre os sentimentos humanos e suas reações e o auto-controle sobre as emoções.

Duração das atividades
4 aulas com 30 minutos cada.

 Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Vivencia com outras crianças e adultos.

Estratégias e recursos da aula  ( adaptações para o livro recomendado feito por krika)

 Criar situações problemas para as crianças resolverem verbalmente.

Leitura de imagens:
Apresente gravuras de irmãos juntos,brincando ,fazendo outra aitvidade, a mãe grávida,bebê no colo da mãe, a família reunida,etc.
As imagens devem sugerir sentimentos para as crianças descobrirem quais são eles,visíveis pelas expressões faciais e corporais.
O professor  forma uma grande roda e as crianças em duplas apresentam a solução para o problema.  ( tema: ciúme/ alguém pegou meu lugar)
Nesse momento, deve haver um diálogo (alunos x imagens, professor x alunos, alunos x alunos).
As crianças fazem a leitura das imagens e o professor discute com elas o que é ficar com ciúme e o que é ficar feliz e triste .  
Pensar e  falar sobre sentimentos:
Apresente as seguintes cenas :
Referência: CAMPOS, C.L. Dani furacão. Coleção sinto tudo isso e mais um pouco. São Paulo: Escala educacional, 2005.




 Sugestão para este momento:
Aproveitar para fazer referências do relacionamento entre colegas.

O professor reflete com as crianças certos momentos na escola que elas ficam com raiva ou ciúmes dos colegas; em casa quando sentem raiva do pai, da mãe e dos irmãos.
Discutir com as crianças sobre tais sentimentos, como normais e inerentes aos seres humanos, mas a reação que eles provocam são prejudiciais aos outros.
Desse modo, o professor e as crianças planejam estratégias para descarregar raiva e canalizar tristeza, de modo que as reações, no momento de raiva, não tragam prejuízo para os colegas, irmãos e pais.

O professor discute com as crianças sobre o ciúme, deixando bem claro que esse sentimento é humano, mas podemos ter compreensão das nossas relações com objetos, com os animais ,com irmãos e com as pessoas e controlar esse sentimento.

Avaliação

A avaliação será realizada desde o inicio da aula até o final.
O professor verifica se durante o processo de ensino-aprendizagem as crianças verbalizam os seus sentimentos de alegria, tristeza, raiva, ciúme, amor, entre outros;
Se no processo trazem histórias vivenciadas ou vividas que tratam da temática;
 Se fazem inferências sobre os sentimentos humanos e se dão sugestões para o auto-controle das emoções.


Vou ganhar um irmãozinho






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