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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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quarta-feira, abril 23, 2025

Barbareco o menino que queria ser palhaço>João procura uma profissão>O que será que serei?>Profissões> 23/04/2025

 
Mario Pecand/Claúdia Mariano

Barbareco sonha em ser palhaço, mas a mãe dele não quer nem saber dessa conversa. Sorte que a Fada do Dente e o Palhaço Tok Tok estão por perto e vão ajudar na realização desse desejo.Neste livro gostoso de ler, também em voz alta, o palhaço Tok Tok e Barbareco trazem a magia do circo e mostram como e possível realizar um sonho tendo talento, forca de vontade e, claro, algumas boas piadas.
Ouvindo: Barbareco é um garoto que acredita muito em seus sonhos. E o maior deles é se tornar palhaço de circo quando crescer. Porém, sua mãe não acha que essa seja uma profissão muito legal e vai tentar convencer o Barbareco a desistir desse sonho.
Confira esta divertida história, que nos faz admirar ainda mais os artistas de circences.
Sobre a obra: AQUI, AQUI
Interpretação/outro autor: AQUI
Dia do trabalho: AQUI
Formigueiro: AQUI

Jonas Ribeiro/Juliana basili

Por que as pessoas tanto querem saber o que o João vai ser quando crescer?Por que as pessoas não fazem ao João perguntas que ele saberá responder? De qual sabor de sorvete você gosta mais? Você teria coragem de acampar no meio de uma floresta? Você gosta mais de praia ou piscina? Ah, essas perguntas João saberia responder, mas saber o que ele será quando crescer É DIFÍCIL DEMAIS RESPONDER!
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI
Sobre a obra: AQUI

Edu Pereira/Carolina Ina

Provavelmente, em algum momento, já perguntaram para você o que gostaria de ser quando crescer. Não foi nada diferente na turma da Professora Rosa. Eram muitos alunos que, além de coloridos, sobre seu futuro já estavam decididos. Mas quando o Aloísio Indeciso disse não saber o que gostaria de ser, foi o momento mais brilhante que aquela turma presenciaria.
Ouvindo:
Neste vídeo Kátia Pecand nos apresenta dicas e inspirações para trabalhar em sala de aula o tema profissões, a partir do livro "O que será que serei?"
Este livro possibilita um trabalho lúdico e contextualizado com a data 1 de maio – Dia do Trabalho. AQUI
Sobre a obra: AQUI

Cantando: Profissões: AQUI
Planejamento/Profissões: AQUI, AQUI
Atividade interativa: AQUI
Trabalho: AQUI
Profissões: AQUI
Jonas Ribeiro: AQUI

Cada bicho com seu ofício: AQUI



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quarta-feira, novembro 06, 2024

Martelos>História cantada>Profissões>Onomatopeias>Bola vermelha>Narrativa visual>Protagonismo negro>06/11/2024


Fernando Vilela

Uma divertida história sobre esse objeto comum do dia a dia de diferentes profissionais: o martelo. Utilizado desde os primórdios da humanidade, passando por profissões artesanais, como o sapateiro, o carpinteiro e o cozinheiro, o martelo está presente até no esporte e na brincadeira das crianças. Uma história contada de forma original por Fernando Vilela, Michel Gorski e Sílvia Zatz.

História cantada: AQUI
Sobre a obra: AQUI
Projeto: AQUI
Neste vídeo, você, educador, professor, vai conferir sugestões de atividades diferentes para abordar a data com as crianças. O livro “Martelos” fala sobre a importância desse objeto em diferentes profissões e mostra as utilidades dele em cada uma delas. AQUI

Marcelo, marmelo, martelo: AQUI

Vanina Starkoff

Um menino encontra uma bola vermelha e quer devolvê-la para quem a perdeu; para isso, explora o ambiente à sua volta e descobre que as coisas nem sempre são o que parecem ser.
 Desiludido, após concluir que aquela bola não era um pássaro, um porquinho, um caranguejo ou um caracol, surpreende-se com o que tinha em mãos: um peixe vermelho! 
Um livro que desafia a construção de hipóteses por parte das crianças, explorando um mundo de possibilidades, formas e descobertas.
O Pulo do Gato: Bola vermelha é uma instigante narrativa visual em que as ilustrações em duas cores, acompanhadas pelas expressões de surpresa e de espanto do personagem, provocam a curiosidade e a cumplicidade do leitor durante as sucessivas tentativas para desvendar a origem da bola vermelha. 
A estrutura narrativa com repetição do conflito facilita a compreensão da sequência de ações e provoca expectativa.
Do que trata o livro: curiosidade, levantamento de hipóteses, descobertas, exploração do meio ambiente, forma e significado.
Gênero: livro ilustrado; narrativa de imagens.
Mistério, Bola, Ponto de vista, Representatividade, Brincadeiras, Hipóteses, Natureza, Perspectiva, Protagonismo negro, Suspense, Acaso, Curiosidade, Descoberta. AQUI


O que será aquela bola vermelha? Será que alguém a perdeu? Será que algum pássaro a deixou cair lá do céu? Nessa brincadeira de tentativa e erro acompanhamos uma explosão de alegria e expectativas durante a resolução de um mistério, numa história em busca de saber o que é essa bola e qual o seu lugar de pertencimento. A cada tentativa exploramos a nossa imaginação elaborando hipóteses. Nessa jornada, nossa personagem encontra alguns objetos semelhantes, será que é dali essa bola? - Olha aquelas bolas vermelhas na árvore! ihhh... Não, são passarinhos descansando. 
E aquelas outras ali no balaio? Hum... são apenas simpáticos porquinhos. E essas aqui no arbusto? Ahh.. são uma família de caracóis. 

Com uso de interjeições, a narrativa nos permite acompanhar as sensações da protagonista durante essa busca incansável, mostrando seus enganos e descobertas. A cada leitura conseguimos aguçar a nossa imaginação desdobrando na criação de novas histórias, numa conexão com as experiências e vivências de cada leitor. 

As ilustrações em preto e branco, usando variadas técnicas de trabalhos manuais como estêncil e carimbos, em sobreposições e transparências, a autora trabalha a percepção visual e a noção de perspectiva, usando como foco visual a cor vermelha, presente na bola, o grande enigma do livro, e encorpando bem o preto nas demais imagens, para enfatizar a estranheza desse objeto no mundo do personagem. 

Venha conjecturar conosco e nos ajudar a desvendar o mistério da bola vermelha perdida!


História cantada: AQUI
História contada: AQUI




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terça-feira, setembro 24, 2024

Cada bicho tem seu ofício>Cada bicho tem seu jeito de andar>Linguagem musical>24/09/2024


Donaldo Buchweitz/Junior Caramez

"Cada bicho tem seu ofício" é um livro encantador que possibilita um trabalho interdisciplinar, transdisciplinar e contextualizado em sala de aula.
As ilustrações são belíssimas, e o texto em caixa-alta facilita o aprendizado das crianças em fase de alfabetização. Os educadores poderão desenvolver atividades lúdicas que enriquecerão o aprendizado de nossas crianças sobre a importância do trabalho para a sociedade, estabelecendo uma relação com o meio ambiente. AQUI
Poema: O que é que eu vou ser : AQUI
Cada bicho tem um jeito de falar: Cantando: AQUI
Cada bicho tem seu ofício/Coleção: AQUI
Atividades dia do trabalho: Caixa das profissões:  AQUI

Cada bicho tem seu jeito de andar/Kitty Driemeyer: AQUI
Cada bicho tem um jeito de andar
Uns andam ligeiro, outros andam devagar.

A Dona tartaruga anda demorado
Vive longamente desse jeito sossegado.
A lebre ligeira anda rapidinho
Parece brincadeira seu andar apressadinho.

Cada bicho tem um jeito de ser
Uns são descansados, outros têm o que fazer.

A preguiça é um bicho preguiçoso
Porém faz cafuné no filhote bem dengoso.
Dona formiguinha é trabalhadeira
Anda agitadinha, trabalhando a vida inteira.

Cada bicho tem um tamanho diferente
Uns são bem pequenos, outros maiores que a gente.

O grande elefante tem o andar pesado
Parece um gigante caminhando bem cansado.
A pulguinha pula, pula no meu pé
Ô, pequenininha, sai daí do meu chulé!  Fonte

Essa música riquíssima pertence a Kitty Driemeyer do Álbum: Conversa de Bicho. Com esta música podemos trabalhar diversas propriedades, no entanto a proposta de hoje é trabalhar pulsações diferentes usando instrumentos adaptados. AQUI
Todas as canções: AQUI
Vem brincar na rua: AQUI

Vamos andar de vários jeitos divertidos?
O que a música mandar a gente faz! AQUI
Flamingo>Linguagem musical> Equilíbrio: AQUI


Cada bicho em seu lugar: AQUI
Cada um  no seu lugar: AQUI
Cada bicho com seu capricho: AQUI
Profissões: AQUI
Martelos: AQUI



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quarta-feira, abril 26, 2023

De ponto em ponto um desenho eu monto>História mais artes>Pintura gestual>Jackson Pollock> 26/04/2023

 

Edna Ande,Sueli Lemos,Anna Anjos

Este livro conta a história de três personagens vestidos de novelos de lã, nas cores primárias (Vermelho, amarelo e azul.) Tudo começa no Monte Olimpo, onde as Moiras tecem seus fios e por um descuido os três novelos caem, fogem pela cidade e buscam refúgio em um Museu. Lá, camuflam-se nos quadros para que as Moiras não os encontrem e acabam descobrindo muito sobre arte.

Eixos temáticos- amizade, cooperação, liberdade e responsabilidade
Interdisciplinaridade – História, Matemática, Geografia e Português

Ouvindo: AQUI, AQUI

Atividade: AQUI, AQUI

Jogar água na parede com Pollock: AQUI

Mão na arte/Chocolate: AQUI

Dicas para incentivar as crianças: AQUI

O que é pintura gestual?

O termo “pintura gestual”, também conhecido como “gestualismo”, é usado para descrever um método de pintura das belas artes caracterizada por energéticos, pinceladas expressivas deliberadamente enfatizando a varredura do braço ou movimento da mão do pintor. Continua: AQUI

Jackson Pollock: AQUI

Atividades PDF: Pollock: AQUI, Profissão de Pollock: AQUI Dia do trabalho

AMEI!: Era uma vez uma bruxa: AQUI

Acrilex/Pollock: AQUI

Artes: Abstracionismo: AQUI

Pintura com barbantes: AQUI, AQUI, AQUI




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terça-feira, dezembro 17, 2019

O paradeiro do padeiro>Aventura>Rimas>Música/ Quem quer pão?>17/12/2019



Marco Miranda
História narrada em versos, conta o sumiço do mais famoso produtor de pães e doces da cidade. Todos adoravam os pães crocantes, as roscas, as broas e os biscoitos quentinhos. As coisas corriam bem, até o dia em que o padeiro sumiu, e a padaria não abriu. Essa busca nos leva a uma divertida aventura e a um final surpreendente.
 Temas abordados: profissões, nutrição, variações de estilos literários, poesia
Transversalidade: saúde, meio ambiente
Interdisciplinaridade: Ciências, História, Geografia
Sugestões de atividades:
1 – Trabalhar um paralelo entre a receita de um bolo e a receita para fazer um livro.
2 – Criar uma história com a brincadeira “Uma rima puxa outra” e dramatizá-la.
3 – Convidar o autor para a oficina “Enquanto a massa assa”. Depois de preparados pães, bolos e biscoitos, e enquanto estiverem sendo assados, Marco Miranda gosta de contar histórias deliciosas.
Ouvindo a história
“Quem quer pão, quem quer pão, quem quer pão
Que tá quentinho, tá quentinho, tá quentinho
Tão gostosinho, gostosinho, gostosinho
Quero mais um, mais um!”

Quem quer pão? Xuxa
De onde vem o pão?

Kika vai até a padaria e o padeiro garante uma leva de pães quentinhos em minutos. Nesse meio tempo, ela começa a se perguntar: de onde eles vêm? Sem ajuda do adulto, cabe a um pãozinho esquecido ensiná-la que desde a Idade da Pedra Polida que os homens se alimentam do pão cozinhando sobre uma pedra quente. No século XVII foi quando os franceses aperfeiçoaram a receita e eles começaram a se espalhar e ganhar os mais diferentes tipos de ingredientes.
Como toda criança, Kika tem perguntas de sobra sobre o que acontece ao seu redor. Mas não é sempre que os adultos estão prontos para responder de forma satisfatória tudo que Kika precisa saber, mesmo que os assuntos sejam conhecidos. A série "De onde vem" aproveita esses momentos para contar, em uma linguagem simples, divertida e acessível, tudo que a garota quer conhecer: o ovo, o sapato, o espirro, o livro, o fósforo, o plástico, o choro, a energia elétrica e a onda.

AQUI
Mais sobre a obra
Manipulação de massa de pães com bebês
Oficina de pães
Receita de pão
Oficina: Sabor mineiro/Pão de queijo
Aula/Hoje tem pão de queijo
Projeto para trabalhar textos instrucionais
Sérgio Meurer
Por de sol e pão de queijo

Que delícia de bolo!





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terça-feira, maio 28, 2019

Furos tapado de muitos papos furados>Entre cigarras e formigas>Pedalando pelas fábulas>28/05/2019



Autor: Jonas Ribeiro
Ilustrador: Hugo Ribeiro de Almeida

Josefina e Everaldo são duas formigas que estão apaixonadas uma pela outra. Ficam batendo papo-furado por anos e anos.O livro ressalta a importância do trabalho coletivo, do trabalho individual e do ócio, a capacidade de largar tudo e ficar sem fazer nada, só batendo papo-furado. 
Proposta de trabalho
Temas abordados: organização social, trabalho, respeito às diferenças.

Autora: Cláudia Miranda
Ilustradora: Tati Rivoire
Íris é uma formiguinha que ainda está no berçário, onde ouve muitas histórias, inclusive aquela da Cigarra e da Formiga. Com isso, sua cabecinha voa muito e quando ela está pronta para partir para o trabalho de procurar alimento, faz trapalhadas uma atrás da outra. Será que a líder, dona Cesarina, vai deixá-la nessa função por muito tempo? 
Proposta de atividades

Releitura a cigarra e a formiga
Gêneros textuais – fábulas – Leitura e escrita
– Linhas, formas, cores, medidas, composição, sobreposição, harmonia, textura e planos.
Técnicas trabalhadas  – Pintura chapiscada, origami, recorte e colagem.


Autora: Dad Squarisi
Ilustrador: Hugo Ribeiro de Almeida

 
Há muitos e muitos anos, os bichos falavam. Lobos, cordeiros, leões, girafas, raposas, galinhas, ratos conversavam como nós. Como nós, eram sabidos pra chuchu. Como nós, também, alguns eram bons. Outros eram maus. Muitos eram mais ou menos.
O bate-papo deles era tão interessante que virou historinhas. São as fábulas. No enredo, só os animais têm vez. Eles viajam, estudam, trabalham, riem, choram, cuidam dos filhos, fazem negócios, passam os outros pra trás. Enfim, são bichos que parecem gente. 
Temas abordados: história oral, gêneros literários, pluralidade cultural, valores universais. 
 Proposta de trabalho




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O pirulito das abelhas>Fábula,poesia e empreendedorismo>28/05/2019

A fábula de Isa Colli, ilustrações de André Lins e lançada pela Chiado Editora, ajudará os professores nos seus planejamentos dinâmicos, promovendo através da fábrica bem-sucedida das abelhinhas, uma experiência prática de caráter empresarial, realçando a importância dessa aprendizagem nos sistemas de educação e formação.
O “Pirulito das Abelhas” é uma fábula que narra a vida de Vivene e Florine, duas abelhas que habitam Moinho, uma aldeia incrível, onde tudo é perfeito.  A autora Isa Colli estimula a imaginação para que, através de uma viagem ao mundo da fantasia, a criança entre em sintonia com os elementos naturais da vida. Continua AQUI

Imagem relacionada

Mais sobre esta obra e história
AQUI
AQUI
As abelhinhas vendem doces fabricados pelas abelhinhas, e então entra a história do pirulito...
Vejam o livro que lindo!
AQUI


Trabalhando com as abelhas de Vinicus de Moraes
AQUI



Fonte


AQUI
Mais empreendedorismo
AQUI



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domingo, abril 14, 2019

Releitura>Obra Operários>Tarsila do Amaral>Lavrador de café>Portinari>14/04/2019



Resultado de imagem para obra operários tarsila do amaral
Sobre a obra Operários
A pintura retrata o momento da industrialização brasileira, principalmente, a paulistana. 
Com Getúlio Vargas, o País passou a se industrializar a classe operária começou a surgir. 
O quadro mostra a diversidade cultural de um povo oprimido pelas elites, representada pela fábrica ao fundo. Embora as pessoas estejam em primeiro plano e todas tenham traços diferentes, não é fácil diferenciá-las. Elas parecem todas iguais, representando, portanto, um sistema que massifica o cidadão.
Rostos sobrepostos
No quadro os operários são apresentados com os rostos sobrepostos, o que remete à massificação do trabalho e às condições precárias de vida nas cidades. Diversas etnias aparecem na obra, fazendo menção à migração de diferentes locais do Brasil e do mundo para as grandes metrópoles.
 Expressões cansadas
A expressão dos operários representados passa ao espectador a sensação de tristeza, indiferença e cansaço. Esses sentimentos representam as péssimas condições de trabalho às quais os migrantes estavam submetidos, assim como remetem à falta de perspectiva que predominava no contexto de opressão da Era Vargas.
Muito mais detalhes sobre Operários
Refletindo....
  O quadro “Operários” de Tarsila do Amaral apresenta um tema social. 
O que a artista quis representar nesta obra com tantas pessoas com rostos sobrepostos e tristes?
Resposta: A pintura retrata o momento da industrialização brasileira, principalmente, a paulistana. Com Getúlio Vargas, o País passou a se industrializar e a classe operária começou a surgir. No quadro os operários são apresentados com os rostos sobrepostos, o que remete à massificação do trabalho e às condições precárias de vida nas cidades. Diversas etnias aparecem na obra, fazendo menção à migração de diferentes locais do Brasil e do mundo para as grandes metrópoles. A expressão dos operários representados passa ao espectador a sensação de tristeza, indiferença e cansaço. Esses sentimentos representam as péssimas condições de trabalho às quais os migrantes estavam submetidos, assim como remetem à falta de perspectiva que predominava no contexto de opressão da Era Vargas. Fonte

Grafite
Mais AQUI
Máscaras/Operários
Um novo olhar/Aula

Outra releitura

+ Operários

Aula e "modelos" de operários
Imagem relacionada

Tem muita histórias do Brasil nas telas de Tarsila do Amaral

Vejam abaixo uma aula envolvendo mais obras além de Operários
Destaque para Portinari/O lavrador de café
 Admirar uma pintura não significa apenas olhar para a obra. 
É importante estar com  a mente aberta para compreender e sentir a intenção do artista.   
Pode-se dizer que olhar uma pintura é partir para uma viagem. 
Nessa viagem, existe a possibilidade de enxergarmos, vivenciarmos diversos estilos e épocas, modos únicos   de  ver  o  mundo  e  até   desenvolvermos   a  sensibilidade e o talento artístico.        

Sugestão de L.R.Assessoria Pedagógica
Atividade de arte (Reflexão /mudanças): ARTE E VIDA = BRASIL!
Às vezes uma pintura, um quadro pode trazer reflexões e mudanças na vida das crianças/adolescentes. Já pensou?
A arte desempenha um papel mais importante do que acreditamos na educação.
IDEIA:
* APRESENTAR o quadro de Tarsila do Amaral e pedir que façam reflexões (O educador pode dizer que é do ano de 1933)
- Após as colocações da turma, expor :
: Os trabalhadores eram sofridos e, muitas vezes, até mesmo explorados. O cansaço é representado em todos os rostos mostra que os sentimentos eram os mesmos, independente da origem de cada trabalhador.
- Os rostos bem juntos, quase sobrepostos, representam a massificação do trabalho e a disposição em pirâmide deixa à mostra a "paisagem" de chaminés, extremamente fabril.
- Os rostos são anônimos, outros são conhecidos pelo público, enquanto outros faziam parte somente do cotidiano da pintora, como o administrador da fazenda da família.
Atenção : Para alunos do fundamental II e médio, podem aprofundar nas reflexões!
* PEDIR que façam uma releitura da obra, a partir da realidade de Brasil que conhecem ou sonham!




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