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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Paródia. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, março 14, 2022

O patinho realmente feio e outras histórias malucas>Paródia>Humor>14/03/2022

 "Trabalhar com as múltiplas linguagens em Educação significa ajudar as crianças a perceber qualidades e características nem sempre evidentes, de modo mais profundo e significativo. Buscamos hoje uma visão de mundo em que prevaleça a crença na incompletude do saber, crença essa que nos impulsione e desafie na busca do conhecimento. Sabe-se também que, somente a partir da incerteza, pode-se ver sempre novos e diferentes ângulos e que é importante prestar-se atenção a tudo buscando “enxergar além".

Jon Scieszka

O patinho realmente feio e outras histórias malucas traz uma coleção de histórias que dão raiva, dessa raiva que as crianças sentem quando começam a xingar todo mundo. Partindo dos contos de fada tradicionais, Jon Scieszka cria um texto inesperado, substituindo o clássico final feliz por soluções "absurdas". Aqui, O patinho feio do título, por exemplo, continua a ser um patinho realmente feio quando cresce, em vez de se transformar num belo cisne. Respeitando a seriedade com que as crianças cultivam o mundo da fantasia, Jon Scieszka oferece-lhes uma espécie de frustração lúdica. Elas acham graça - e podem xingar sem culpa, se for o caso -, porque sabem muito bem que aquilo ali é ficção: no mundo verdadeiro, todo patinho feio vira cisne.

Paródia: Interpretação: AQUIAQUI

O patinho feio: AQUI

Do mesmo livro: Outro príncipe sapo: AQUIAQUIAQUIAQUI

Página 8/Produção de texto: AQUI

Textos avaliativos: AQUI

Outras sugestões: AQUIAQUI

O patinho feio que não era patinho nem feio: AQUI



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segunda-feira, julho 15, 2019

Nove chapeuzinhos>Versões divertidas da Chapeuzinho e seu lobo>Reescritas>Que história é essa?>15/07/2019

"Não há história que só possa ser contada de uma única maneira. Mas, então, se de algum modo ela é alterada, continua a ser a mesma história? Reinventar histórias conhecidas aguça a percepção de que o mundo é feito de múltiplos pontos de vista."


Flávio de Souza

Em 1697, foi publicado na França Histórias ou contos de outrora, livro escrito pelo funcionário civil aposentado Charles Perrault (1627-1703), que incluía histórias hoje mais do que conhecidas nossas, como A Bela Adormecida, O Barba-Azul, O Gato de Botas, Cinderela, O Pequeno Polegar e... Chapeuzinho Vermelho.
Nessa primeira versão publicada, o Lobo Mau simplesmente devora a vovó e a Chapeuzinho Vermelho e fim. Mas muitas outras versões vieram depois dessa, com diversos desfechos - ora o Lobo Mau engole as duas, ora a Chapeuzinho se defende...

Agora é a vez de Flavio de Souza entrar nessa brincadeira.

Em Nove Chapeuzinhos ele cria divertidas versões para essa história, mudando sempre o lugar e a época em que ela se passa.
Seja no período cretáceo, entre os dinossauros; na Índia, há três mil anos; na mitológica Grécia Antiga; em Pindorama, por volta de 1500; numa floresta da Inglaterra, na Idade Média; na capital do Império do Brasil, em 1889; em Minas Gerais, algum tempo atrás; em 2001, escrita em 1901; ou em 3006, escrita em 2006, a Chapeuzinho, sua avó e o Lobo Mau fazem a festa, trocando de sotaque, roupa e penteado. Cada versão ganhou a contribuição de um ilustrador diferente.
Reescrita/Aula

Leituras intertextuais
Uma prática possível/Atividades
Estas atividades envolvem a comparação de textos em diversos gêneros, o que possibilita ao aluno desenvolver a capacidade de compreender melhor o que lê. Para tanto, as unidades estão organizadas através de textos e suas relações intertextuais, o que certamente servirá de motivação para a leitura. Sendo assim, torna-se possível perceber as ideias que se cruzam no interior de diferentes textos. Sua ação, professor, alicerçará todo o processo de desenvolvimento do aluno, sendo o incentivador e mediador no ato da leitura. Antes mesmo de iniciar o trabalho, é feito o levantamento prévio do aluno a respeito do que já conhece sobre o assunto a ser tratado para que comece a interagir com o texto e queira descobrir algo mais na leitura. Assim, ele passa a refletir e busca a construção de sentido para o texto. A importância da intertextualidade está no enriquecimento da leitura e da produção escrita do aluno. Por isso, as atividades abrangem a relação entre textos, o que é necessário para que o aluno estruture a habilidade de analisar o modo como o tema é tratado pelo autor, bem como a circunstância de produção, recepção e circulação dos textos. Com a leitura de gêneros diversificados espera-se que o aluno desenvolva a capacidade de analisar criticamente o texto e perceba a função social da linguagem, o que consequentemente, melhorará a postura crítica em relação a sua produção escrita.
Várias atividades
7º momento sobre esta obra acima,página 15
Flávio de Souza
Volume 1
Nessa homenagem aos personagens secundários dos contos de fadas, quem narra a história da Bela Adormecida é um dragão que come salsichas. A história de Chapeuzinho Vermelho é contada pelo caçador. O livro foi construído um pouco à maneira dos jogos eletrônicos: se o leitor entrar na história de Cinderela por uma porta "errada", vai olhar a mesma história pelos olhos do lagarto que se transformou em criado de libré: tudo muda, mas a essência da história permanece inalterada.

Atividades
Sequência didática
Contos de fadas






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sexta-feira, março 22, 2019

A bela desadormecida>Aí é outra história>A Bela adormecida>Vamos rir>Paródias>22/03/2019


A bela desadormecida

Em forma de versos, a autora Francis Minters narra uma divertida versão do famoso conto de fadas A bela adormecida. 
Na adaptação, os pais de Belina fazem uma festa de recepção ao nascimento da filha. 
Sem ser convidada, a Bruxa vai à festa e aplica um feitiço na criança: ao completar 14 anos, Belinha e sua família dormirão por cem anos, e será acordada somente por um roqueiro. 
Desesperados, os pais cuidam para que a menina não tenha contato com nenhum objeto pontiagudo, o que desencadearia o feitiço. Feito 14 anos e o feitiço se realiza. Mas não por muito tempo! 
As ilustrações de G. Brian Karas participam da narrativa e suas cores e traços nos remetem ao grande artista italiano Modigliani.

Atividades
* APONTAR as semelhanças e diferenças entre o livro atual e o tão conhecido livro: A bela adormecida.
* INTERPELAR as crianças com perguntas como: O autor foi "feliz" na atualização da história? O que acrescentaria na história e o que você trocaria? Por quê?
* CONFECCIONAR convites (fictícios) para o nascimento de um bebê.
* QUESTIONAR as crianças sobre o "que é adormecer" e "desadormecer"? 
Fonte: L.R.Assessoria Pedagógica

Mais atividades



Em Aí é outra história, fábulas conhecidas e consagradas, como A bela adormecida, O príncipe sapo e Cinderela, ganham novos finais, bem diferentes daqueles que conhecemos e que já não aguentamos mais.
Nas versões de Mauricio Veneza, imaginação, bom humor e criatividade rolam soltos em cada uma das narrativas.

Interpretação
A Bela adormecida
Quintal da cultura











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quinta-feira, março 07, 2019

Deu a louca na Chapeuzinho>Investigando as possibilidades textuais e audiovisuais>07/03/2019

Sobre o filme:AQUI

A tranquilidade da vida na floresta é quebrada pelo roubo de receitas.
Os suspeitos: nada menos do que a Chapeuzinho Vermelho, o Lobo-Mau e a Vovozinha.

Com cada um contando uma história diferente. 

Quem estará falando a verdade? 
Quem será o Bandido Guloso? 
A animação faz uma paródia do conto da Chapeuzinho Vermelho.
Conheça um pouco dos personagens e tire suas conclusões, quem é o Bandido Guloso? 
Quem roubou as receitas da vovó?

Investigando....Atividade: AQUI
AQUI
Oficina de produção textual

Texto para leitura afins/Interpretação
Para imprimir ( tem a continuação)

Roteiro de atividades
Intertextualidade
Aula
Que versão você conhece?

Chapeuzinho Amarelo

Jogos educativos

Projeto







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segunda-feira, março 04, 2019

Era mais uma vez outra vez>Paródia>Produzindo e interpretando>04/03/2019

Era mais uma vez outra vez
Glaucia Lewick
Depois de passar anos na estante de uma biblioteca pegando poeira, um livro de contos de fadas finalmente é escolhido por uma leitora. 
Narrador e personagens são pegos de surpresa, pois a história está toda bagunçada: o reino da Calibúrnia não existe mais, o rei vive na praia, e o dragão está apaixonado pela princesa. 
O narrador precisa ir atrás dessas personagens e dar um jeito de reencenar a história.
Sugestões
DESENVOLVER nas crianças o cuidado com os livros/biblioteca.
* FAVORECER o gosto pela leitura.
* PROPORCIONAR um "momento criativo" na turma,quando os alunos lembraram de histórias conhecidas,como Chapeuzinho Vermelho, João e e Maria e outros,e trocarão a ordem da história/personagens.  Fonte: L.R.Assessoria Pedagógica

Proposta de trabalho



Sugestão de produção de textos


Interpretando

Produzindo paródias

Vamos cantar?
Continua: AQUI





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domingo, janeiro 06, 2019

Manual de receitas da Magali>Estímulos instrucionais divertidos>06/01/2019

Esse livro apresenta as receitas de sorvetes, chocolates e sanduíches prediletos da Magali e ensina como fazer deliciosos sucos, vitaminas e frapês.
Possui tudo que você precisa saber para dar uma festa de aniversário superlegal, também brincadeiras, jogos, versos, cantigas e a incrível história de Branca de Fome.
magali
Aula
O tempero que faltava!
AQUI
Branca de fome
Texto
AQUI
Assistindo
AQUI e AQUI
978-85-396-0884-3 Livro de Receitas da Magali
Algumas receitas

Aula:Receitas divertidas






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sábado, dezembro 30, 2017

Chapeuzinho Vermelho>Várias abordagens> 30/12/2017

Chapeuzinho tradicional
Volta às aulas
Leitura e interpretação
Chapeuzinho Vermelho que não gostava de estudar

Dinâmica Chapeuzinho

Paródia Chapeuzinho

Projeto Chapeuzinho

Sequência Chapeuzinho

Resultado de imagem para chapeuzinho vermelho





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terça-feira, outubro 16, 2012

Miscigenação de palavras>Diversidade>Imigração>Misturas de raças> 16/10/12


Imigrantes
Dia primeiro de dezembro
Miscigenação de palavras

Revista professor Sassá
nº7 Editora Minuano




Paródia: Dança moreninha!
Música: Plantei uma cebolinha (Dança negrinha)

Plantei uma sementiha de bondade e amor,
Então ela nasceu, brotou logo, germinou...
Cresceu, cresceu... esticou, esticou!
Espalhou por toda a terra, ó que linda ela ficou!
Um galho chegou, na Amazônia brasileira...
Ó quantos indiozinhos, venham cá pra brincadeira!
Outro galho chegou, bem lá do outro lado!
Olha só os japoneses, são amigos e educados.
Mas um galho bem maior, ó que forte emoção...
Na África chegou, capotou meu coração!
Tum, tum, tum... Ó que linda moreninha!
Seus olhos são redondos, sua pele escurinha!
Tum, tum, tum... bate forte seu tambor!
Tum, tum, tum... como é grande meu amor!
Dança moreninha, eu não sei dançar!
Então entra na roda que eu vou te ensinar!
Mari Barbosa


Música: Olha a negra vencendo a luta
Paródia: Negra do cabelo duro


Olha a negra vencendo a luta,
A luta popular!
Fazendo uma sociedade,
Mais digna pra se morar!
Olha ela aí, olha ela aí!
Lutando pra acabar! Com o quê?
Com o preconceito!
E a vida melhorar!
Olha ela aí, olha ela aí
Lutando pra ganhar! O quê?
Ganhar a confiança,
De andar em todo lugar!


Paródia: Anti Racista
Música: Como vovó já dizia


Eu sou brasileiro minha raça é multicor
Branco negro ou amarelo, cada um tem seu valor
Eu sou brasileiro minha raça é multicor
Diga não ao preconceito, mostre que se educou (refrão)
Eu sou brasileiro, bisneto de africano, neto de europeu,
Sangue cheio de mistura e em nossa etnia,
Não existe raça pura...
Eu sou brasileiro, minha raça é multicor
Vou respeitar meu irmão, não importa a sua cor
Eu sou brasileiro, minha raça é multicor
Diga não ao preconceito, mostre que se educou
Quem é informado, não esconde sua cor
Quem tem preconceito, a burrice comprovou
Julgue as pessoas pelo seu real valor....
Eu sou brasileiro, minha raça é multicor
O Brasil é um país, colorido sim senhor
Eu sou brasileiro,minha raça é multicor
Diga não ao preconceito, mostre que se educou
A nossa cultura na mistura se fundiu,
Nossa pátria amada, nosso peito varonil, miscigenação
Isso sim é o Brasil!


Paródia: Extravasa o preconceito
Música: Extravasa


Dominou geral
Sacudiu a raça
Sem preconceito é massa
Mandela chegou
Apartheid passa
E a galera embala


Tem que ter
Um respeito pra dizer que é
Vem dizer
A todo mundo que respeito e amor
Tem que ter
Na nossa vida pra nos embalar


Refrão:
Extravasaa
Joga o preconceito pra lá
Eu quero ser feliz antes de mais nada
Extravasaaa
E joga o preconceito pra lá
(Rap)
Sem preconceito no movimento
A atividade que abala
Mais veloz que o vento
Cheio dito na idéia do meu papo reto
Ajuda o negro que estiver por perto
Chega de problema quero solução
Ô cale a boca,escute a voz que vem desse povão
Respeitanto sem limites
Tem que ter
Um respeito pra dizer que é
Vem dizer
A todo mundo que respeito e amor
Tem que ter
Na nossa vida pra nos embalaaaaar...




Miscigenação: a formação da cultura brasileira
■Conhecer as diferenças entre as culturas que formam a identidade brasileira
■Identificar a influência dessas curlturas na formação da identidade brasileira
■Avaliar as semelhanças e diferenças entre essas culturas
Vejam tudo aqui:



 
Um retrato da miscigenação brasileira

A miscigenação consiste na mistura de raças, de povos de diferentes etnias, ou seja, relações inter-raciais. Foi em 4 de abril de 1755 que, D. José, rei de Portugal, assina decreto que autoriza a miscigenação de portugueses com índios.
Vejam tudo aqui:

DIVERSIDADE DA POPULAÇÃO BRASILEIRA
Autor: Regia Maria
■Identificar a diversidade da população brasileira nas características físicas, na cultura e na lingüística.
■Entender que no Brasil há uma diversidade de pessoas de outros paises que vem se unindo ao nosso povo, criando uma miscigenação
Duração das atividades
3 aulas com diferentes atividades de 40 minutos cada.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Saber o que é diversidade e miscigenação.

Estratégias e recursos da aula
Atividade 1

Fazer uma reflexão sobre a diversidade da população brasileira.
■Para isso será necessária uma análise das características físicas, da cultura e da lingüística dos grupos sociais.
1º momento – Inicie a aula solicitando que os alunos discutam as características físicas de diversas pessoas, relacionado-as com as características presentes na sua família (comparando a similaridade e as diferenças que existem).
Posteriormente a comparação e a observação das características devem ser feitas entre os alunos, uma busca de identidade étnica.
Leve um espelho para eles se observarem com seus pares.
Para continuar esse estudo, você questiona aos alunos sobre a presença da diversidade das características físicas em sala de aula, tente relacionar essa diversidade com a origem do Brasil.




Obra : Operários  Tarsila do Amaral

2º momento –
Agora, reúna os alunos em grupos com quatro componentes para que eles façam a comparação entre aspectos culturais do contexto familiar de cada um, como: alimentação, vestuário, religião, festas e outros aspectos de costume da família de cada um.
Nesse sentido, eles fazem uma lista do que é comum a todos do grupo e das diferenças.
Professor, leia previamente o texto “Cultura brasileira e culturas brasileiras” de Alfredo Bossi, acesso no site:
Faça o seguinte exercício: leia a página 1 e os dois primeiros parágrafos da página 2, para facilitar que os alunos percebam os aspectos culturais no contexto da sua família.
Nesse momento, o professor ainda pode perguntar se na sala todos falam iguais ou apresentam sotaques diferentes, se houver diferenças na fala, faça a busca do motivo para tal diferença, o professor deve ler o texto “A origem dos sotaques brasileiros”, disponível no site abaixo, a fim de organizar a aula e a atividade.

3º momento
Professor divida os grupos em duplas e cada dupla irá fazer uma redação referente ao tema estudado, nessa redação deve ter pontos chaves identificando a diversidade da população brasileira nas características físicas, na cultura e na linguística, mas sempre levando em consideração a origem da diversidade.

Atividade 2
Fazer uma análise sobre a diversidade
■ Pessoas de outros países vêm se unindo ao povo Brasileiro e desse encontro cultural se ocasiona uma miscigenação.
1º momento
Professor conceitue miscigenação, você pode usar partes da página 1 do texto “Colonização, miscigenação e questão racial: notas sobre equívocos e tabus da historiografia brasileira” de Ronaldo Vainfas, acessível em:


Após esse momento o professor pergunta a cada aluno a sua descendência (índio, branco, negro, entre outros), manda os alunos se dividirem em grupos com 5 componentes, para verificar quais as origens que eles tem em comum.

2º momento
Os grupos se formam com cinco componentes para discutir se conhecem algum estrangeiro, em caso positivo, informar os hábitos e costumes, dizer como isso pode influenciar na vida do aluno. Caso não haja contato com estrangeiro, verificar como os filmes, seriados entre outros influenciam nas suas vidas.
Esse momento é importante para fazer cada aluno refletir sobre a diversidade cultural na sociedade atual.


3º momento
Neste momento, os alunos observam a influência cultural de outros países e montam um quadro identificando-as e relatando de qual país é, declarar se foi contato direto (através da vivência com o estrangeiro) ou indireto (filmes, seriados, etc.).


Influência Cultural       Origem       Meio de Transmissão
Recursos Complementares
Leitura de formação para o professor

Avaliação
Avaliar a aprendizagem de valores e atitudes relacionadas com a diversidade cultural e analisar se os alunos ao final da aula conseguiram identificar a diversidade da população brasileira nas características físicas, na cultura e na lingüística; se entenderam que no Brasil há uma diversidade de pessoas de outros paises, que vem se unindo ao nosso povo, criando uma miscigenação.

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=27072

Cartões para imprimir
Conscientização negra
Vejam link abaixo





Não é a primeira vez que fico deslumbrada com a criatividade de Mari, do blog Pra gente miúda.
Parabéns pelo seu trabalho.
Além de dedicação, ela compartilha o seu amor pela educação infantil.
Trago para cá algumas ideias dela.
Se você é professora de infantil, passe por lá...
Divulgo com prazer!




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quarta-feira, junho 06, 2012

A princesa e a ervilha>Que história é essa?>06/06/12




Literatura infantil
Que história é essa 2?
Flávio de Souza
Ilustrações Daniel Kondo
Editora Companhia das letrinhas


A princesa e a ervilha é um dos primeiros contos do dinamarquês Hans Christian Andersen, e inicialmente publicado em 1835.
Relata a história de um príncipe que desejava casar com uma princesa de verdade, mas ele estava tendo dificuldade em encontrá-la. Em certa noite de muita tempestade, bateu à porta do castelo uma moça, dizendo-se uma verdadeira princesa. Porém, devido às condições do tempo, ela estava em péssimas condições, toda molhada e com água escorrendo pelos cabelos. Para testar se a moça falava a verdade, a rainha a convidou para dormir no castelo. Antes porém, colocou uma ervilha na cama em que a moça iria dormir e, por cima, vários colchões e cobertas. No dia seguinte, ao perguntar à moça como ela tinha passado a noite, recebeu como resposta que a noite tinha sido péssima, porque alguma coisa a havia machucado. Com esta resposta, a jovem comprovou ser um verdadeira princesa, pois somente uma verdadeira princesa poderia ter a pele tão sensível, e casou com o príncipe.
fonte:wikipédia

Ilustração acima de Sandra Nascimento
 Vejam a história em seu blog:



 



Interessante!
Uma versão engraçada
da princesa...

A cozinheira










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