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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Preconceito. Mostrar todas as postagens
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domingo, janeiro 11, 2026

A girafa que queria ter listras>Somos diferentes mas somos iguais>Literatura Afetiva/Acolhimento> 11/01/2026

 
Diana Lopes Cardoso

Era uma vez uma girafa que vivia feliz com a sua manada até o dia em que avistou, na floresta, zebras exibindo suas listras em uma festa, e, então, pensou:
"meu pescoço comprido até que é elegante, mas, se fosse com listras, ficaria deslumbrante!"

Você pode imaginar qual foi o bafafá quando, em meio à bicharada, surgiu uma girafa listrada, que toda vaidosa, em vez de galopar, desfilava?

Uma história sobre a beleza da diversidade.

Esta é a história de uma girafa que não estava muito satisfeita com sua imagem, buscando, incessantemente, novas modas para poder sentir-se fisicamente bem e aceita pelos outros. Aos poucos, essa ideia vai sendo disseminada entre os animais da floresta e, de uma maneira muito divertida, as crianças vão entendendo o grande valor da personalidade, da diversidade e da autenticidade. Esta girafinha e seus amigos irão nos mostrar que o mundo pode ficar muito sem graça se não soubermos valorizar nossas diferenças e as características que nos fazem únicos e únicas. Fonte
Sinopse da História
  1. O Desejo: A girafa, insatisfeita com suas manchas, inveja as listras das zebras e sonha em tê-las para ser mais "deslumbrante".
  2. A Transformação: Ela pede a um elefante para pintá-la com listras, criando um "bafafá" na floresta, com outros animais querendo também mudar sua aparência (pedindo jubas, pintas, etc.).
  3. A Lição: A história explora temas como identidade, autoaceitação e como a beleza reside na diversidade, mostrando que ser diferente é natural e valioso.  Fonte Google
Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI

Sugestão de contação para os pequenos: AQUI

Sugestão de dobradura do pescoço da girafa/Modelo: AQUI


 Álvaro Modernell/Willy Romont

Diferente, mas igual. Igual, mas diferente. Essa é a pegada desse livro diferente. Bichinhos fofos em situações que revelam ao leitor como nós, seres humanos, às vezes, deixamos de ser racionais ao não respeitar as diferenças ou não aceitar as igualdades entre nós mesmos. 
O livro sugere diferentes maneiras de abordar assuntos delicados como bullying e diversidades, com leveza, sutileza e amplitude de percepções. 
Indicado para crianças da Educação Infantil e primeiros anos do Ensino Fundamental, para leitura em família e para uso escolar. 
Uso em ações de prevenção e combate ao bullying, projetos de estímulo à leitura, convívio familiar e para tratar de diferenças e da diversidade humana.

Ouvindo: AQUI

Áudio teatro/Vila Sésamo: AQUI


A igualdade de valores entre os povos e o respeito às diferenças!

Aula/História: Somos iguais, porém diferentes: AQUI


É sempre hora de se desenvolver dinâmicas, atividades diversas sobre o tema DIFERENÇAS, DIVERSIDADE!!
Costumo dizer que as crianças, muitas vezes, ainda pequenas, já são cruéis...
Aborde a ideia de que diferenças não significam desigualdade, combatendo o preconceito...
INCENTIVE empatia, o respeito mútuo, a construção de amizades, com base na solidariedade e valorização das particularidades de cada um, mostrando que ser diferente é natural, positivo, e que a base de todos, é a mesma, humanidade!!
CONVERSE sobre os 4 pilares da Diversidade: Educação/Sensibilização; Processos Inclusivos e ambientes; Liderança; Cultura de pertencimento.
IDEIA:
* INICIE com roda de conversas sobre diferenças, para q o grupo perceba semelhanças e valorizem as particularidades;
# Peça q falem, desenhem sobre si mesmos, descrevendo características, sonhos...Depois, compare com os demais...

Use revistas e façam um grande painel...
Os materiais visuais são excelentes recursos ..
Promova dinâmicas de inclusão mostrando que as diferenças enriquecem e que a essência humana, nos une, combatendo estereótipos e preconceitos, de forma prática...
Elabore dinâmicas como a do CONFETE; dos NÚMEROS...
DESENVOLVA atividades incríveis com a música IGUAIS, de Padre Zezinho.
Fonte: L.R.Assessoria Pedagógica


Somos iguais mesmo sendo diferentes: AQUI, AQUI
Diversidade: AQUI
Identidade: AQUI
Meu nome: AQUI
Bullying: AQUI
Autoestima: AQUI
Inclusão: AQUI
Preconceito: AQUI
Volta às aulas: AQUI
Literatura afetiva/Acolhimento: AQUI



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domingo, outubro 05, 2025

A pele que eu tenho>Protagonismo negro> Estímulos antirracistas>05/10/2025

 
Bell Hooks/ Chris Raschka

O que é mais importante? A cor da nossa pele ou o que somos por dentro? A pele que eu tenho, infantojuvenil de bell hooks ilustrado por Chris Raschka, trata do tema da raça, sempre muito presente nas obras da autora, e do perigo de julgar uma pessoa no primeiro olhar. 
De forma poética, a autora abre um diálogo com as crianças sobre raça e identidade.
A cor da nossa pele é apenas uma cobertura. Para conhecer uma pessoa de verdade, é preciso enxergar além da aparência. Abrir bem o coração, encontrar no outro tesouros guardados e livrar-se de preconceitos e estereótipos.
A pele que eu tenho celebra a individualidade e leva aos pequenos uma mensagem forte e atemporal sobre amor e respeito ao próximo.

Ouvindo: AQUI, AQUI
Sobre a obra: AQUI
Sugestões: AQUI, AQUI, AQUI
Cantando: 
Tantas cores: AQUI, AQUI
Cor da pele: AQUI
Músicas sobre ser diferente: 
Ser diferente, sobre acolher o outro como ele é e nos aceitar como somos. Essas canções auxiliam a combater o bullying, o preconceito e a intolerância. Além disso, investem na formação de indivíduos mais conectados com a importância das diferenças que nos unem. As letras apresentam outros mundos possíveis. Cada história apresenta personagens que circulam muito além dos padrões de beleza e de comportamento, os quais tantas vezes aprendemos a cobiçar desde a infância. Essas canções podem provocar nas crianças tanto empatia e identificação quanto estranhamento, quando se trata de algo que ela ainda não conhece. Dessa forma, nasce o respeito. AQUI

Proposta Pedagógica – “A Beleza que Vem da Raiz”
Tema: Consciência Negra e Identidade
Público: Educação Infantil e Anos Iniciais
Abordagem: Artes Visuais e Educação Antirracista
 Objetivos Gerais
• Promover o reconhecimento e a valorização da cultura afro-brasileira.
• Desenvolver a percepção estética e o respeito à diversidade.
• Estimular habilidades motoras finas, concentração e organização espacial.
• Favorecer a inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) por meio de atividades sensoriais e visuais estruturadas.
 Descrição da Atividade
Cada criança receberá o molde preto (silhueta africana) em papel A4 ou cartolina. Em seguida, será convidada a colar quadradinhos coloridos (de EVA, papel camurça ou papel crepom) no turbante e colares da figura, explorando padrões e combinações de cores.
O educador pode apresentar músicas afro-brasileiras suaves e falar brevemente sobre o Dia da Consciência Negra (20 de novembro), enfatizando o respeito, a ancestralidade e a beleza da diversidade.
Para alunos autistas, recomenda-se antecipar o passo a passo da atividade visualmente (com cartões ou imagens sequenciais) e permitir pausas sensoriais.
 Habilidades da BNCC
Campo das Artes Visuais / Educação Infantil e Fundamental:
• (EI03TS02) Explorar diferentes materiais e suportes para produzir e experimentar formas, cores e texturas.
• (EF15AR01) Experimentar e criar produções visuais usando materiais variados e combinando cores, formas, linhas e texturas.
• (EF01AR02) Produzir trabalhos artísticos valorizando o próprio fazer e o dos colegas.
• (EF15AR04) Reconhecer e valorizar manifestações artísticas de diferentes culturas.
 Competências Gerais da BNCC
1. Conhecimento: Compreender expressões culturais afro-brasileiras.
2. Repertório Cultural: Valorizar e criar produções que representem a diversidade étnica.
3. Trabalho e Projeto de Vida: Aprender de forma colaborativa, respeitando diferenças.
4. Autoconhecimento e Autocuidado: Reconhecer-se como sujeito singular e pertencente a uma comunidade diversa.
5. Empatia e Cooperação: Desenvolver atitudes de respeito, empatia e solidariedade.
Adaptações para Alunos Autistas
• Usar modelos visuais passo a passo (ex: 
1️⃣
 Escolher cor / 
2️⃣
 Passar cola / 
3️⃣
 Colar quadradinho).
• Oferecer espaço individualizado e material tátil (EVA, papel com textura).
• Trabalhar tempo de execução com apoio visual (relógio de areia, timer).
• Reforçar elogios concretos e permitir que o aluno escolha as cores preferidas.
 Produto Final
Um painel coletivo intitulado “A Beleza que Vem da Raiz”, reunindo todas as produções das crianças, pode ser exposto no corredor da escola com frases inspiradoras sobre respeito, igualdade e diversidade.   Fonte Educa desafios

E pele tem cor?: AQUI
Meu crespo é de rainha: AQUI
Formas e cores da África: AQUI
Meu avô africano: AQUI
Todas as cores da terra: AQUI
A cor de Coraline: AQUI
Representatividade negra para as histórias: AQUI
Mais Bell Hooks: AQUI
Diversidade: AQUI
Pertencimento: AQUI
Identidade: AQUI
Protagonismo negro: AQUI
Preconceito: AQUI




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domingo, fevereiro 16, 2025

Ri melhor quem ri no fim> Quem ri por último rima melhor>O coelho e sapo>Bullying>Preconceito>Provérbios>16/02/2025

 

Telma Guimarães

Quando uma anta resolve dar aulas sobre a floresta, a maioria dos animais acha engraçado e caçoam muito dela e de seus alunos: Um burro, um jumento e um cavalo. Na prática, a importância do aprendizado é comprovada e os demais animais percebem o erro cometido, matriculando seus filhotes nas aulas da anta.

Ouvindo: AQUI
Bullying/Preconceito
Trabalhar o problema do preconceito é mudar culturas na escola. Por meio do livro Ri melhor quem ri... no fim!, de Telma Guimarães Castro Andrade, os alunos conseguirão perceber que as bases que sustentam o preconceito são muito frágeis. É importante lembrar que o fato de haver preconceito na escola fortalece a existência do bullying.
“No primeiro dia de aula, apenas um aluno compareceu: o burro.” (p. 11)

Professor, é importante que as crianças percebam que a anta era uma estudiosa. 

Essa informação nega algo que desenvolvemos com base no imaginário popular: Anta é alguém com pouca inteligência. Esse fato pode ajudar os alunos a romper outros preconceitos. AQUI


Daniel Medina/Renata Bueno

Este livro faz um resgate de provérbios da nossa tradição popular. O autor teve a ideia de transformar os provérbios em uma deliciosa brincadeira. 
Reinventou algumas expressões criando novos provérbios e dando outro sentido a eles. 
Quer entrar na brincadeira? 
Quem vê cara não vê coração; 
Em boca fechada não entra mosquito; 
De grão em grão, a galinha enche o papo. 
Se você tivesse que mudar esses provérbios, como eles ficariam? 
Projeto de leitura: AQUI
As rimas e os poemas ajudam no desenvolvimento da consciência fonológica e fonêmica da criança, facilitando o entendimento da fala. As brincadeiras com rimas também promovem a aquisição do vocabulário e a criatividade
  • Ler o livro e brincar com as rimas
  • Escolher palavras da parlenda e brincar com as rimas
  • Estimular as crianças a descobrirem outras rimas e inventarem outros versos
  • Incentivar as crianças a descobrir palavras que rimem com seus nomes. 
Telma Guimarães

Um coelho, que conta muita vantagem, não para de atormentar um pobre sapo dizendo que tem orelha, rabinho, pelo macio e uma cenoura suculenta. O sapo, mesmo chateado com essa amolação toda, oferece abrigo ao coelho durante uma forte chuva. No dia seguinte, nem sinal de gratidão. Logo que pode, o coelho começa a atazanar novamente o amigo. Saiba qual a solução que o sapo encontrou para acabar de vez com essa chateação!
Suplemento de professor: AQUI
Ouvindo: AQUI

Bullying: AQUI
Renata Bueno: AQUI
Telma Guimarães: AQUI
Provérbios: AQUI
Rimas: AQUI



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quarta-feira, março 22, 2023

Representatividade negra para as histórias infantis>Literatura infantil antirracista>22/03/2023


 Literatura infantil antirracista

A escola é um espaço de socialização e pode ser o primeiro local onde as crianças passam a conviver com as diferenças. Além disso, também é um lugar de construção de identidade, desenvolvimento de pensamento crítico e percepção do outro. O estigma racial ainda é um fator muito presente na sociedade e, por isso, desenvolver uma proposta pedagógica de educação antirracista  é essencial. AQUI

Já diziam os mais velhos: “A educação vem de berço”. Isso implica na ética, nos princípios, nos valores, respeito ao próximo e porque não na implementação de uma cultura antirracista? Afinal, quando mais jovens, tudo pode ser facilmente absorvido, resultando na base do caráter das novas gerações. As famílias podem e devem, desde muito cedo, despertar uma consciência racial nas crianças.

Esse processo de criação pode ser iniciado através da literatura infantil, uma ferramenta poderosa que conta com excelentes autores que não medem esforços quanto a temática. Mas atenção: Uma infância livre de preconceitos não se faz somente de livros que refletem o valor da cultura afro-brasileira. É preciso ter a consciência de ser espelho para o futuro dos pequenos, dentro e fora do ambiente familiar. Fonte

É bastante comum que, a cada vez que um caso de racismo ganha os holofotes da mídia ou toma grandes proporções, debates e discussões sobre preconceito racial sejam colocados em pauta. Porém, sabemos que não são episódios isolados e a problemática é estrutural, onde, diariamente, famílias, adultos e crianças ainda são vítimas dentro e fora do Brasil.

Exatamente por isso é que conversar sobre o tema com os pequenos deve ser uma constante para pais que buscam uma educação antirracista para os filhos. Uma maneira de plantar a sementinha sobre o tema é usar a literatura infantil como recurso, mostrando a elas que o mundo real é diverso e todos precisam ser respeitados, valorizados e exaltados. AQUI

Além de dar bons exemplos de representatividade para os pequenos, Linguagem e Afins pesquisa obras literárias de vários temas, inclusive, com protagonismo negro para expandir o leque de referências. Para auxiliar no processo da Educação antirracista, as obras estão lincadas como:  

Literatura afro-brasileira: AQUI / Conscientização negra: AQUI/ Preconceito: AQUI  E agora também Literatura antirracista: AQUI

No mesmo momento em que, trabalhando histórias que contem mais sobre a diversidade étnica e cultural, a escola garante que o aluno se sinta confortável e empoderado ao se ver representado nos livros. Proporcionando um ambiente de acolhimento, orgulho, aceitação e respeito da pluralidade.

Histórias que apresentam o protagonismo negro ou indígena colaboram com a educação antirracista e abrem espaço para o diálogo sobre raça, racismo e pertencimento. Esse processo deve ser realizado de acordo com a idade e o nível de compreensão das crianças. Sentar em roda, ler uma história e conversar sobre o tema do livro lido, vai agregar no processo de letramento e alfabetização e ao mesmo tempo tornar a literatura infantil um instrumento dessa transformação. Fonte 

Currículo da Cidade com orientações pedagógicas, conceitos e práticas para promoção de vivências antirracistas direcionadas à população negra. O documento apresentado está em consonância com a Lei nº 10.639/2003, que altera a LDB 9.394/96 e aponta a obrigatoriedade do ensino da história e cultura africana e afro-brasileira na escola. Baixar documento: AQUI

A literatura como estratégia para uma escola antirracista: AQUI

EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAS (1º ao 5º) “Para criar crianças não racistas” 

OBJETIVO: apresentar cotidianamente às infâncias a riqueza cultural dos povos originários e dos povos afro-diaspóricos. 

CONTEÚDOS A DESENVOLVER: sociabilidade, identidade, autoestima, representatividade. 

Página 22: AQUI

Atividades antirracista para trabalhar ano inteiro em sala de aula: AQUI

Conteúdos/Educação antirracista: AQUI

Aula:1º ano – “Self: o nosso eu com os outros” é um plano de aula de Ciências que tem por objetivo promover situações de autoconhecimento entre as crianças e estimular a reflexão das relações com colegas, adultos do convívio escolar, familiar e outros: AQUI



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sábado, janeiro 16, 2021

De onde vem os sentimentos? Habilidades socioemocionais>Volta às aulas pós pandemia> Tromba tromba> 16/01/2021


David Mckee

Uma lição fundamental sobre preconceito, violência e tolerância Houve um tempo em que os elefantes eram pretos ou brancos. Eles amavam todos os animais, mas se odiavam e cada grupo ficava do seu lado da selva. Dessa inimizade, deu-se início uma batalha terrível. Os elefantes que não apoiavam a guerra vão viver no fundo da floresta e durante muito tempo não se vê mais nenhum elefante no mundo. Até que um dia os netos dos elefantes pacíficos emergem da selva. Numa obra excepcional, David McKee usa todo o seu talento para fazer as crianças pensarem sobre as diferenças.

Fafá conta Tromba tromba:  AQUI

Sugestões de atividades

AQUI

Boas práticas:    Utilizando orégano ou gliter para explicar a importância de lavar as mãos:AQUI

De onde vem os sentimentos? Volta às aulas pós pandemia 

Taise Agostini

AQUI

Mais Tromba tromba: AQUI

O futuro PEDE habilidades emocionais: Autoconhecimento, regulação emocional, resiliência, empatia e julgamento para tomar decisões responsáveis podem ser aprendidas na escola e são importantes aliadas para as mudanças trazidas pelo desenvolvimento tecnológico.  

AQUI

Abertura para o novo. Ser receptivo a novas experiências, sejam estéticas, culturais ou intelectuais. Alunos que trabalham essa característica desenvolvem a imaginação, a tolerância e a curiosidade. 

 AQUI

As habilidades socioemocionais é um termo contemporâneo para a educação que desenvolve as virtudes e os valores. Ensinando às crianças novos comportamentos por meio da administração de suas próprias emoções, impactando positivamente o indivíduo e a relação dele com o mundo ao seu redor.

 AQUI

RITUAL DE LEITURA

Ler com as crianças exige organização. Veja como preparar os pequenos para esse momento especial:

  • Treine a leitura, capriche na entonação e interprete a narrativa.
  • Estabeleça um horário fixo e diário para a roda de leitura.
  • Crie um cantinho aconchegante: vale colocar almofadas, apagar algumas das luzes para ler à meia-luz ou acomodar as crianças sobre um tapete à sombra de uma árvore.
  • Mostre as ilustrações do livro enquanto faz a leitura.
  • Antecipe mistérios da história para facilitar o entendimento.  Mais: AQUI






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segunda-feira, novembro 02, 2020

Os mil cabelos de Ritinha>Cabelo bom é o quê?>Autoestima e beleza>Amor de cabelo> 02/11/2020


Paloma Monteiro/Daniel Gnattali

O título remete a uma multiplicidade que pode soar, aparentemente, como apenas estética. Frente ao espelho, a primeira frase da personagem – “O mesmo penteado todo dia? Não!” – abre a inquietação que buscará respostas na criatividade afro. A partir daí, a cada dia um visual diferente! Lã, miçanga, cacho, flor…

Entrelaçado a uma constelação familiar segura e consciente, o cabelo africano como tema – empoderado pelas maneiras criativas de arranjá-lo –, propicia que a beleza da africanidade seja naturalmente apresentada por seu valor em si, e não como resposta mecânica a padrões outros que acabam por tornar reféns milhões de pessoas no Brasil.

Como se não bastasse, traz ainda uma gostosa relação familiar com tios, avós e irmão, entremeada com narrativa poética, bordada de rimas e cotidiana, que se desdobra pelos dias da semana, permitindo também que seja trabalhada a continuidade do tempo.

Narrativa digital


Ouvindo a história

AQUI

Cantando: Exaltação  da cultura afro/brasileira:  AQUI

Rodrigo Goekcs/Anna Pires
Sobre esta obra: AQUI

Cabelo bom é o quê? Atividade em PDF

AQUI

Lindo!!! Poesia e autoestima


Um dia me falaram que existia cabelo ruim. Mas por quê?

Cabelo bom é o quê?

Cabelo bom é o que nasce, cresce e cai

Nasce de novo e por aí vai….

Que protege, penteia e enfeita

Que ilumina, enrola e me deixa satisfeita

Cabelo bom é esse aqui

Que me faz menina, alegre e perfeita!

Se é assim, todo cabelo é bom!

Cada um do seu jeito,

Cada um com seu direito

Grande, pequeno, liso ou enrolado

Branco, preto, vermelho, amarelo ou, até, azulado

Cabelo bom é o meu

Porque é com ele que eu posso fazer um lindo penteado. Bem enfeitado.

Fonte


Matthew A. Cherry, Vashti Harrison

O livro inspirado no filme vencedor do Oscar de melhor curta metragem de animação.

 O cabelo de Zuri é mágico. Ele pode ser trançado e enrolado para combinar perfeitamente com uma tiara de princesa ou uma capa de super-heroína. E Zuri sabe que seu cabelo é lindo! Mas um dia superespecial pede um penteado mais especial ainda.

A mãe de Zuri está voltando para casa depois de um tratamento médico. E, embora ainda tenha muito o que aprender quando se trata de cabelo, o pai da menina é o responsável por ajudá-la a montar o penteado perfeito para receber a mãe. Ele fará qualquer coisa para deixar a filha feliz, até mesmo aprender a diferença entre trança nagô e trança twist.
Comovente e empoderador, Amor de cabelo enaltece o carinho ao próprio cabelo, o amor entre pais e filhas e a felicidade que preenche aqueles que podem se expressar livremente.  
Sobre a obra
Sequência didática: AQUI
História na lata: AQUI


Sobre este curta metragem vencedor do OSCAR 2020

Proposta Pedagógica – EducaDesafios
Tema: “Meu cabelo, minha história!”
Público-alvo: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Duração: 2 a 3 encontros (ou uma semana temática)
Eixo: Identidade, Diversidade e Consciência Negra
🎯
Objetivos Gerais
• Valorizar a diversidade étnico-racial e promover o respeito às diferenças.
• Estimular a expressão artística e corporal como forma de reconhecer a própria identidade.
• Desenvolver a empatia, a autoestima e a consciência de pertencimento.
• Proporcionar experiências sensoriais e criativas que favoreçam a inclusão de alunos autistas.
🧠
Competências Gerais da BNCC
1. (CG 1) Valorizar e utilizar os conhecimentos culturais e artísticos na construção de identidade e respeito à diversidade.
2. (CG
😎
Conhecer-se, reconhecer suas emoções e desenvolver a autoestima e o autocuidado.
3. (CG 9) Exercitar a empatia, o diálogo e a cooperação em grupo.
4. (CG 10) Agir pessoal e coletivamente com respeito à diversidade e à equidade.
🎯
Habilidades BNCC (Educação Infantil / Anos Iniciais)
Educação Infantil
• EI03EO02: Demonstrar atitudes de respeito à diversidade e solidariedade.
• EI03TS02: Expressar-se por meio de diferentes linguagens (plástica, corporal e oral).
• EI03EF03: Reconhecer e valorizar as semelhanças e diferenças entre as pessoas.
Anos Iniciais (1º ao 3º ano)
• EF01GE01: Reconhecer-se como parte de um grupo social e valorizar a diversidade.
• EF15AR02: Experimentar diferentes materiais e suportes nas produções artísticas.
• EF02HI04: Identificar e respeitar diferentes culturas, histórias e identidades.

Mais cabelos no Linguagem: AQUI

AQUI /  AQUI
+Atividades Consciência Negra/BNCC
Sequência didática: As cores de Mateus





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