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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
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sábado, maio 30, 2026

A cidade é o mundo>Espaço urbano> Crescimento da população> Estímulos literários> 30/05/2026

 
Camila Tardelli


Didi é uma criança que adora passear pela cidade, onde tudo pode acontecer. 
Na cidade, ela encontra cheiros, sabores, surpresas e encontros, cada esquina é uma nova aventura. O leitor é convidado a acompanhar Didi por esse lugar mágico, cheio de luzes, cores e movimento, e muita, muita gente! 
Uma obra que apresenta a cidade como um lugar vivo e cheio de histórias para contar e pessoas para ver.

Cidade para crianças, aventura urbana, livro infantil, vida na cidade, cores e movimento, histórias infantis, imaginação infantil, diversidade urbana, crianças explorando a cidade, livro colorido, leitura para educação infantil, descoberta, passeio urbano, mundo infantil, cultura urbana para crianças, Didi, livro ilustrado

O livro "A cidade é o mundo" (Editora do Brasil) aborda a pluralidade cultural e a cidadania, acompanhando a personagem Didi em passeios cheios de cores e diversão. Para expandir a leitura, você pode explorar a percepção de espaço das crianças e o papel delas na comunidade.

Explore o potencial do livro com as seguintes atividades práticas:
  • Mapa Afetivo da Cidade: Peça aos pequenos para desenharem os lugares que mais frequentam (parque, padaria, escola) e o que eles mais gostam em cada um.
  • Caminhada de Observação: Faça um pequeno passeio pelo bairro ou arredores da escola, anotando ou fotografando cheiros, sons e elementos que chamam a atenção.
  • Dinâmica "Eu no Mundo": Utilize círculos de papel coloridos e concêntricos, onde o menor representa "Eu", seguido por "Minha casa", "Minha rua", "Meu bairro", até chegar na "Minha cidade".


Ouvindo: AQUI
Projeto de leitura: AQUI

Raimundo cidadão do mundo: AQUI
Cidadania/Direitos e deveres: AQUI
A obra: AQUI
Da minha janela: AQUI
Criaturas estranhas: AQUI
O toró: AQUI
Bairro/Rua: AQUI
Cidadania: AQUI
Mapas: AQUI
Políticas públicas: AQUI
Urbanização: AQUI
Minha cidade: AQUI
Maquetes: AQUI



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quarta-feira, agosto 21, 2024

A obra>PNLD Literário>Gênero conto>Vida urbana>Cidadania>Edifícios de aprendizagem> 21/08/2024

 

Bia Bedran

 Em um prédio, moram dois garotos: Túlio e Miguel. Um dia, diante do prédio, começa uma obra que acaba com uma linda área verde.

Como cada um deles vai reagir ao ver aquela transformação? Será que vai influenciar suas escolhas no futuro?

Bia Bedran brinca com os múltiplos sentidos da palavra “obra”, abrindo nossa mente e coração para as possibilidades de se ver o mundo.
Este é um livro sobre o construir e sobre a capacidade de mudança no olhar, na paisagem e nas pessoas. Com sensibilidade, a autora nos conduz a uma história de dois meninos, vizinhos de prédio, com percepções diferentes sobre a natureza e a vida ao redor.(...)Há muitas questões a serem debatidas com os alunos: o meio ambiente, a vida urbana, o valor do bairro, a preciosidade das pracinhas e dos parques ambientais, o olhar diferente entre as pessoas sobre uma mudança ambiental, a vizinhança.
Temas bem conhecidos como preservação do meio ambiente norteiam o conto. Cada menino enxerga de uma forma: Um acha tudo maravilhoso! Tecnologia, barulho, construção e progresso. O outro preocupa -se com a natureza, área verde, desmatamento, sustentabilidade. A autora: AQUI
Material de apoio e vídeo: AQUI
Ouvindo: AQUI
Cidade para crianças
Pode-se medir o desenvolvimento de um país pelo modo como ele trata suas crianças ou como não permite que não possam viver sua infância. O direito que todo menino, toda menina brasileira tem de frequentar uma escola, deveria vir acompanhado do direito de frequentar um espaço vivo. Se antigamente os pais e mães gritavam aos filhos: “Já para casa!”, hoje deveríamos falar para as crianças: Já pra Rua! Praticar mobilidade ativa e aprender a andar de bicicleta à vontade na cidade. Uma praça agradável, sombra e bancos. Mais parques, mais natureza e mais autoria na vida das crianças. Nunca é cedo demais para estimular noções de urbanismo em crianças. Cidades com menos velocidade, com menos poluição, menos carro, menos rios escondidos e mais oportunidades de caminhar e de brincar. AQUI
Sugestões para formação de mini arquitetos: Oficina do saber criativo: AQUI
Aulas:
Mudanças na paisagem com o desenvolvimento urbano: AQUI
Nossa cidade nossas pessoas: AQUI
Construindo edifícios de aprendizagem
Desde que o mundo é mundo, o homem mantém seu espírito engenheiro, uma comichão para juntar coisas e transformá-las em outras coisas. Há milênios o homem constrói, experimenta e repete estas brincadeiras desde criança. Ainda bebê, os objetos são segurados, revirados, sacudidos, derrubados e atirados. Mais tarde, com dois ou mais objetos, os pequenos testam encaixes, equilíbrios, empilhamentos e “derrubamentos”. Aos poucos, as crianças exercitam atividades de construir partindo da associação de objetos sem um objetivo definido, para grandes construções planejadas.
Dicionário: AQUI
Figuras sonoras/ruídos: AQUI
Figuras de linguagem: AQUI
Bia Bedran: AQUI
Lá no meu quintal: AQUI
A cidade que mudou de nome: AQUI
A rua de Marcelo: AQUI
A menina que parou o trânsito: AQUI
Invenções para morar: Casacadabra: AQUI

Nessa história infantil em português, o trator John vai ensinar como construir uma casa. Ele estava caminhando, quando viu um trator e um caminhão construindo uma casa bem grande. Ele então resolveu construir uma casa também e chamou o Lucas para ajudar. Lucas mostrou ao John o que ele vai precisar para construir uma casa bem grande, por onde começar e como construir tudo direitinho! Você sabe como construir uma casa? Vamos assistir ao vídeo juntos para aprender isso e também muitas coisas sobre os veículos de construção! AQUI

Nessa história infantil ,vamos jogar um jogo de construção e construir casas juntos! Astier está construindo as casas de diferentes materiais. Primeiro ele construiu uma grande e bela casa de plástico e depois um caminhão trouxe toras, e ele construiu uma casa de madeira. A última casa que ele construiu foi feita de um material muito interessante - um ímã. Vamos descobrir juntos qual casa é a mais bonita e mais forte de todos! AQUI




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terça-feira, fevereiro 28, 2023

Estranhas criaturas>Mudanças climáticas>Desrespeito a natureza>Desmatamento> 28/02/2023

 

A obra de Cristóbal Leon e Cristina Sitja Rubio toca em uma questão delicada e bastante contemporânea, a relação do ser humano com a natureza, utilizando a fábula e a ironia para abordar a perspectiva dos animais nessa via que não é de mão dupla.

O livro nos convida à reflexão, nua, crua e quase matemática: ao cortar uma árvore, um animal perde sua casa. Quantos animais perderam suas casas para que tivéssemos a nossa? Colocando na balança a nossa aparente superioridade frente aos animais, podemos nos perguntar se somos mesmo mais importantes e por quê. O diálogo entre homens e bichos só acontece quando os primeiros sentem na pele o que os animais viveram, levando à conscientização e à transformação.

As ilustrações contribuem para a apresentação de outra perspectiva, as imagens trazem diversos planos em um mesmo desenho, possibilitando um olhar diverso da floresta. É como se nos apontassem para o todo, composto de diversas camadas que se inter-relacionam. Fonte

Empatia ambiental

Não é de se estranhar que em um planeta tão grande como o nosso exista criaturas estranhas. Você mesmo leitor, tenho certeza que já se deparou com alguma espécie de animal ou planta extremamente estranha aos seus olhos. Mas quem e o que determina o que é estranho ou não? Você já pensou que as estranhas criaturas, podem ser você e eu, ou melhor, toda a espécie humana? Isso mesmo, ser estranho ou não também é uma questão de perspectiva. Afinal estranho é aquilo que está de fora. Mas de fora do quê? Essa é uma das perguntas que o livro “Estranhas Criaturas” provoca no leitor. Feito para o público infantil, facilmente o livro deixa qualquer adulto surpreso e encantado. Para os pequenos, é uma das melhores maneiras de promover empatia ambiental. A história começa com uma festa que vem para animar um verão tedioso. Houve muito bolo de chocolate e dança. No entanto como tudo que é bom acaba, chegou a hora de voltar para a casa. Mas meu querido leitor, o problema é que não havia casa para voltar. Durante a festa, as casas simplesmente sumiram. Depois desse susto, os personagens até tentaram construir novas moradias, mas não houve jeito, elas não eram resistentes o suficiente. 

Decididos a procurar, eles encontram suas casas. Porém, elas já não estavam como eram antes. Eles até tentaram conversar com as criaturas que fizeram isso, mas elas eram muito ferozes. Por sorte, as estranhas criaturas tinham guardiões que ajudaram os personagens a criar um plano. Por fim, as criaturas  entendem a dimensão do que elas roubaram quando percebem o quanto aquilo faz falta para elas também. A história termina com as estranhas criaturas reparando o seu erro. 

Continua: AQUI

Atividade/sugestão: AQUI

Ouvindo: AQUIAQUIAQUI

O protesto: AQUI




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O dia em que meu prédio deu no pé>Urbanização>Estímulos lúdicos>28/02/2023

 

Estevão Azevedo

O livro toca muitas questões civilizatórias fundamentais do nosso país, como a infraestrutura precária, o descaso com o patrimônio, as tragédias que sempre assolam primeiro as periferias, o colapso ambiental, a urgência de se pensar em formas de vida que não sejam predatórias.

Nota: Como sou totalmente ligada na literatura infantil fiquei com vontade de ler esta obra. Tão lúdica quanto possível: ( prédios com seus pés fugindo, correndo, pulando...)

Sobre a obra:

Certo dia, sem o menor aviso ou motivo aparente, um prédio deu no pé. É isso mesmo: de repente, aquele prédio foi embora da cidade onde fora construído e deixou todo mundo ao redor de queixo caído.
E esse foi apenas o primeiro. Depois dele, outras construções começaram a partir sem explicação e sem nem olhar para trás. Até os famosos fizeram o mesmo: o Museu Nacional, a Igreja do Bonfim, o Teatro Amazonas e o Palácio do Planalto foram para bem longe. No lugar, ficavam pessoas desabrigadas e espaços vazios.

Cadê o prédio que estava aqui? É isso mesmo que você ouviu: o prédio sumiu. Mas não só um. Vários. Um a um, eles criam pernas e vão embora. É isso que acontece nas páginas do livro “O dia em que meu prédio deu no pé”, o mais recente lançamento do escritor Estevão Azevedo, publicado pela Companhia das Letrinhas. Deu tudo errado, o progresso não está funcionando. Cansados, as construções vão aos poucos abandonando seus moradores e fugindo para outras paisagens. O texto do livro é uma carta de um avô à sua neta, contando como era a vida numa época distante e como ela mudou radicalmente, depois da debandada dos prédios. Os moradores abandonados tiveram, então, que reaprender a viver na natureza, levando uma vida bem mais simples, mas até quando?

A narrativa bem humorada, mas, ao mesmo tempo, melancólica e nostálgica nos leva em uma viagem fantástica a um passado, ou a um futuro, talvez, onde são as construções que desistem do Brasil, e não as pessoas. Carregado de crítica social, o livro diverte as crianças, mas também serve como um exercício de reflexão para os adultos. As coloridas e modernistas ilustrações de Rômolo D’Hipólito são muito interessantes nos lembrando da arte moderna do século passado. Passado e futuro se mesclando mais uma vez .Fonte

Entrevista com autor e de onde surgiu sua inspiração: AQUIAQUI

O primeiro episódio da série sobre Desenvolvimento Urbano traz uma panorama de como o Brasil se transformou de rural e urbano. Para muitos, mais do que uma urbanização, houve uma desruralização, na medida em que as cidades não estavam preparadas para receber tanta gente. Foram mais de 70 milhões em 50 anos de urbanização das cidades brasileiras. Por conta disso, surgiram as periferias e uma profunda segregação entre as camadas sociais onde os pobres acabaram exilados nas áreas menos favorecidas e que, por muitos, consideradas não cidades, uma vez que nesses locais os serviços públicos básicos não são oferecidos para a população. Assim, o Direito à Cidade não é facultado à essas pessoas. O episódio discute todos esses aspectos e traz soluções que podem ser implantadas através de leis como a do Estatuto da Cidade e o Plano Diretor. Também aborda questões ligadas ao Patrimônio das Cidades e a questão do saneamento, deixando a pergunta no ar: afinal, que cidade queremos? AQUI

Atividade: AQUI, AQUI

A casa da vida: AQUI

O toró: AQUI





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domingo, fevereiro 26, 2023

O toró>Gênero informativo>Problema sociais urbanos>26/02/2023


Regina Siguemoto

Ouvindo:  AQUI

O presente planejamento tem como objetivo sensibilizar os alunos da turma para a interpretação de texto poético pertencente no livro O Toró de Regina Siguemoto. 

Outras atividades associadas colaborarão para a compreensão e utilização de conteúdos como nome próprio, significado de palavras, ordem alfabética, temas de conhecimentos naturais como higiene, os sentidos, animais vertebrados e invertebrados, tempo, clima, poluição, meio ambiente. 

Na matemática serão abordadas situações problemas, gráfico, tabela, multiplicação, medidas.  Continua: AQUI. Também: AQUI

Texto informativo

Com frequência assistimos tragédias provocadas pelas chuvas em vários estados do país. Tantos mortos no estado do Rio de Janeiro, depois do soterramento de casas construídas nas encostas dos morros, a cidade de São Paulo inundada com o transbordamento de vários rios, pessoas desabrigadas e perdendo seus bens, adquiridos com tanta dificuldade... Enfim, as consequências das fortes chuvas são graves, mas, o pior, é que todo verão a cena se repete.

 Muitas dessas tragédias poderiam ser evitadas se houvesse mais cuidado com o meio ambiente e melhor planejamento urbano. O poder público não deveria permitir a construção de casas em locais de risco, como a encosta dos morros precisaria  evitar o acúmulo de lixo nos bueiros e leitos dos rios, uma das causas das enchentes. A impermeabilidade do solo é outra causa que também poderia ser evitada se houvesse mais áreas verdes nas cidades. São Paulo, por exemplo, está totalmente tomada pelo asfalto e concreto, e como a água das chuvas não consegue escoar para o subsolo, acaba inundando ruas e casas.

Mas não é apenas o Estado o responsável. Cada um de nós pode fazer a sua parte, como, por exemplo, não jogando lixo na rua. Felizmente, muitas crianças já tomam consciência da importância de cuidar do meio ambiente. Algumas delas, leitoras do site da Turminha, escreveram uma estória onde mostram sua preocupação com o tema. Elas não querem mais enchentes e tentam educar o personagem Sugis Mundo (nome dado por elas) a não sujar as ruas e a mudar suas atitudes destrutivas em relação aos animais e à natureza. Leia aqui a estória contada por elas. Fonte

PINGUINHO E SUA TURMA - ENCHENTE NA CIDADE - CRIANÇAS INTELIGENTES - JP KIDS
Enchente na Cidade - Pinguinho cai no para-brisa do carro em dia de nuvem cheia e chuva forte, anda pela cidade e vê seus amigos todos congestionados, sem conseguir fluir para os bueiros por causa de sacos e sujeira. Ele vê que a chuva pode causar enchentes causadas pelo excessivo crescimento urbano, bueiros entupidos e muitos sacos plásticos. Pombinha Branca e o Sabiá Laranjeira ajudam nos esclarecimentos. AQUI

Problemas sociais urbanos

"Dentre os problemas sociais urbanos, merece destaque a questão da segregação urbana, fruto da concentração de renda no espaço das cidades e da falta de planejamento público que vise à promoção de políticas de controle ao crescimento desordenado das cidades. A especulação imobiliária favorece o encarecimento dos locais mais próximos dos grandes centros, tornando-os inacessíveis à grande massa populacional. Além disso, à medida que as cidades crescem, áreas que antes eram baratas e de fácil acesso tornam-se mais caras, o que contribui para que a grande maioria da população pobre busque por moradias em regiões ainda mais distantes."

"Boa parte desses problemas não está ligada somente ao processo de urbanização em si, mas também à má distribuição de renda e às contradições sociais."  Continua: AQUIAQUIAQUI

A grande enchente: AQUI



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segunda-feira, fevereiro 11, 2013

Esta casa é minha >Solo>Biodiversidade>Urbanização> Estímulos literários e ambientais > 11/02/13



Ana Maria Machado
Podemos escolher o local para construir nossa casa sem pensar nas consequências?
Podemos invadir  a natureza sem ter cuidados específicos?
Esta história nos envia a mensagem de que tudo deve ser  pensado antes de decidirmos onde construir nossa casa...Uma família decide ter uma casa na praia, pertinho da mata.
O entusiasmo de viver perto da natureza é grande, e aos poucos eles vão modificando o ambiente em que vivem.
Afinal, como fica a mata e a praia com essa família?
Paula e Beto são crianças de apartamento que um dia passam a desfrutar de uma casa de praia com quintal. Só que os adultos logo "urbanizam" o lugar: limpam o mato, cimentam o chão para a churrasqueira, botam luz no jardim e no quintal.
Com isso, afugentam o que há de melhor: a natureza, com toda a sua exuberância.
Atividades: AQUI 
Texto: AQUIAQUI
Assista: AQUI
Maravilha de contação Sany Rios!
Sugestão de atividade pós-história: observar os bichinhos que moram em casa, no jardim, nas áreas abertas no condomínio, no quintal... fazer uma lista dos animaizinhos que encontrar, pesquisar sobre cada e montar um mural de vizinhos. Pesquisar os bichinhos citados na história, fazer uma álbum de figuras de bichos, com suas respectivas casas.




A natureza está em volta de nós, a água, o ar, o sol, as matas, o solo, os animais.
É o mundo em que vivemos e do qual tiramos tudo o que é necessário para a nossa existência como ser vivo.
Mas é preciso saber usar com responsabilidade e cuidados todos os elementos da natureza para não causar danos ao ambiente e, consequentemente, garantir a nossa existência na Terra.


MEIO AMBIENTE: CONHECER PARA PRESERVAR
PROBLEMATIZAÇÃO:
Entendemos que é na infância que se desenvolvem hábitos saudáveis e se estabelece padrão de comportamento baseados em valores morais e sociais. Assim, surge a intenção de desenvolver em nossos alunos ações e posturas responsáveis e saudáveis, seja junto à natureza, em suas casas ou mesmo na comunidade onde vivem.
REFLEXÃO TEMÁTICA
"Tudo o que acontece no mundo, seja no meu país, na minha cidade ou no meu bairro acontece comigo. Então eu preciso participar das decisões que interferem na minha vida".

Vejam tudo AQUI

Meio ambiente preservado, conservado e degradado







Meio ambiente
Tânia Andrade e Valdith Jerônio
Editora Grafset







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