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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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terça-feira, novembro 11, 2025

As pipas de Portinari>Linguagem e artes>Entrelaçando poesia e pintura>Releituras de obras>11/11/2025

 
Vários autores

Inspirados pelas pipas de Portinari,
dez poetas lançam seus versos ao vento,
celebrando a infância, a liberdade e o sonho.
Palavras e imagens se entrelaçam com leveza,
convidando leitores de todas as idades a voar.

 

As Pipas de Portinari é um voo leve entre versos e pinceladas. Um convite a tocar o céu da infância com as mãos da imaginação. Inspirados nas telas de Candido Portinari ― mestre das cores, da terra e da alma brasileira ― dez poetas premiados lançam ao vento poemas que dançam como pipas em tardes de brincadeira.

Em cada página, uma obra de arte e uma forma poética: cordel, haicai, soneto, parlenda, limerique... formas que ganham nova vida entre as tintas do artista e as palavras dos autores. O resultado é uma antologia encantadora, que entrelaça poesia e pintura com delicadeza e liberdade. Fonte
Ouvindo: Este vídeo animado, com recursos de descrição de imagens, é inspirado na obra As Pipas de Portinari, publicada pela Editora Troia.
O livro reúne poemas de diversos autores — Cíntia Barreto, Dilan Camargo, Fernanda Emediato, Henrique Rodrigues, João Bosco Bezerra Bonfim, José Carlos Aragão, Leo Cunha, Marco Haurélio, Roseana Murray e Sônia Barros — que transformam as cores e as telas de Cândido Portinari em palavras, celebrando a infância, a imaginação e o sonho de voar alto como pipas no céu.
Sobre a obra: AQUI, AQUI

Releituras: Meninos e pipas: AQUIAQUIAQUI
Pinturas lindas de crianças e pipas: AQUI
Releitura
Fale sobre Cândido Portinari: artista brasileiro (1903–1962) que retratou a vida do povo, paisagens e também cenas de brincadeiras infantis em sua obra. Trabalhar a obra “Crianças Soltando Pipas” como ponto de partida a colagem sobre o papel. AQUI

Levar a arte de Portinari ao dia a dia das crianças é abrir caminhos para novos jeitos de ver o mundo. Suas cores intensas, os corpos em movimento, as cenas do campo e da vida simples despertam sentidos, memórias e sentimentos. Esse contato estimula a imaginação e ajuda as crianças a reconhecerem beleza onde antes não havia olhar atento — ampliando, assim, seu repertório cultural e afetivo. AQUI


Menina com tranças e laços: AQUI
Dandara e a princesa perdida: AQUI
Portinari: AQUI

A pipa amarela: AQUI
Pipas: AQUI




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quinta-feira, novembro 06, 2025

Igual ou diferente?>Jacaré ou crocodilo?> Equilíbrio da natureza>Consciência ambiental>06/11/2025

 
Tatiane L.Azarias

Sustentabilidade na Educação Infantil de maneira lúdica e envolvente, proporcionando não apenas aprendizado, mas também uma reflexão profunda sobre os impactos das ações humanas no meio ambiente. Vamos explorar como essa história pode despertar a empatia e a consciência ambiental nas crianças, tornando o processo de educação mais sensível e transformador. 

A narrativa traz, de forma lúdica e com belas ilustrações, a diferença entre jacarés e crocodilos, convidando a pensar sobre a importância de cada espécie para o equilíbrio da natureza. 

Ao integrar esses livros no contexto da Educação Infantil, não apenas enriquecemos o repertório literário das crianças, mas também contribuímos para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis em relação ao meio ambiente. Por meio de histórias envolventes e ilustrativas, é possível plantar sementes de empatia, respeito e cuidado com a natureza, valores essenciais para o futuro do nosso planeta. Incentivar a leitura desses livros nas primeiras fases da vida é um passo importante para transformar a educação em uma ferramenta de mudança, moldando um mundo mais sustentável e equilibrado para as próximas gerações. Fonte

 Igual ou Diferente? é uma história encantadora que explora de maneira divertida as diferenças entre o jacaré e o crocodilo.

A protagonista, Betina, embarca em uma jornada cheia de curiosidades ao lado do Macaco Sabido, aprendendo de forma lúdica e educativa sobre essas duas espécies fascinantes e como elas são diferentes, mas igualmente especiais.

Sobre esta obra: AQUIAQUI
Ouvindo: AQUI
Crocodilo: AQUI
Jacaré: AQUI
Empatia: AQUI
Sustentabilidade: AQUI
Natureza: AQUI
Curupira e o  equilíbrio da natureza: AQUI
Bibi e a natureza: AQUI
Natureza maluca: AQUI
O disfarce dos animais: AQUI
Matar sapos dá azar: AQUI

Mata Atlântica: AQUI
Desmatamento: AQUI
Enchentes: AQUI
Meio ambiente: AQUI
Aquecimento global: AQUI
Biomas brasileiros: AQUI
Biodiversidade: AQUI
Preservação ambiental: AQUI
Rios voadores: AQUI
Educação ambiental: AQUI

Antes, depois: AQUI
Cadeia alimentar: AQUI
Comilança: AQUI




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segunda-feira, outubro 13, 2025

Tecelagem>Releitura>Estímulos culturais africanos>Nossas raízes>13/10/2025

 
Goya Lopes

Neste livro, Loom e Axó contam a história da tecelagem manual, uma das atividades mais antigas da humanidade, que até hoje é um artesanato muito utilizado. No continente africano, há uma grande variedade de teares; em cada comunidade, o modelo é diferente. Os tecidos, produzidos pelos tecelões, vestem reis e pessoas comuns em festas e cerimônias, e simbolizam distinção e elegância.
Ouvindo: AQUI

A leitura do livro Tecelagem foi um convite ao conhecimento de culturas diversas através da produção de tecidos que ocorre de maneira tradicional em uma determinada região da África e que perpassa por gerações.
Além disso a proposta do 'Ateliê Tecelagem com a exploração do algodão e das tinturas naturais, foi uma oportunidade para as crianças criarem e explorarem a arte de diferentes formas. AQUI

As crianças fizeram a releitura do livro na prática experimentando as texturas do algodão, das fibras e terminando com um divertido desfile com os turbantes coloridos. AQUI

A leitura do livro *Tecelagem* abriu caminhos para uma investigação sensível:
De onde vem os tecidos das roupas?
Com olhos atentos e curiosidade aguçada, nossas crianças manusearam o algodão com encantamento, relacionando-o a suavidade das nuvens.
Conheceram, por meio de imagens e conversas, a flor do algodoeiro, o plantio e a transformação dessa matéria-prima em tecido, um processo mágico e cheio de vida.
Cada vivência foi um convite a experimentação
e criação: Fizemos uma colagem com algodão, exercitando o tato e a imaginação, trouxemos a pintura com algodão, explorando novas texturas e sensações: “É fofinho!”, disseram alguns, transformamos folhas naturais em carimbos, estampando tecido com tinta no frasco de spray, colamos retalhos criando um pequeno tapete cheio de histórias e cores, e nossos mini teares desafiaram as mãos e os pensamentos, passar as fitas entre os fios exigiu persistência, coordenação e cuidado, e os resultados foram incríveis.
Foram vivências cheias de sentidos, onde o conhecimento se construiu com as mãos, os olhos, os gestos e as palavras. A beleza dessa experiência não está apenas nas produções finais, mas sobretudo nos processos vividos por cada criança, em seu tempo e com seu modo de fazer.
Agrupamento: MGI C/D
Professoras: Ana Paula e Renata
Vivências realizadas entre 04/08 a 08/08/25 AQUI

“Criança é o sujeito histórico e de direitos que nas interações, nas relações e práticas cotidiana que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade."
Produzindo cultura
Livro: Tecelagem Goya Lopes
Mini Grupo II-A Prô Jany AQUI

Objetivo: Essa proposta pedagógica estimula a coordenação motora fina, a criatividade, a imaginação e a percepção visual, promovendo o desenvolvimento artístico e cognitivo por meio da exploração de diferentes materiais e texturas.
A releitura permite que as crianças se apropriem de obras de arte, histórias e outros materiais, reinterpretando-os com suas próprias perspectivas e emoções, criando algo novo e único.
Professoras: Mari e Kátia AQUI

Fazendo tear de papelão: AQUIAQUI



EDUCADESAFIOS – TECELAGEM AFRICANA: FORMAS E CORES DO KENTE
Padrões geométricos e cores da cultura africana
A atividade propõe que as crianças conheçam o tecido Kente de Gana e criem sua própria versão artística por meio do preenchimento e coloração de formas geométricas, desenvolvendo coordenação, percepção visual e valorização da diversidade cultural.
Objetivo Geral
Explorar a arte africana como meio de expressão e comunicação visual, reconhecendo a importância da cor, da forma e da repetição de padrões na construção cultural dos povos africanos.
Competências Gerais da BNCC
1. Competência 1: Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico e cultural.
2. Competência 3: Valorizar manifestações artísticas e culturais diversas.
3. Competência 5: Compreender, utilizar e criar diferentes linguagens artísticas e visuais.
4. Competência 9: Exercitar empatia, diálogo e respeito às diferenças culturais e pessoais.
Tema: Tecidos Africanos para Apreciar, Estudar e Colorir
Público-alvo: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental (com adaptações inclusivas para alunos autistas)
Área: Arte e Cultura Africana
Objetivos Gerais
• Valorizar a cultura africana e sua influência na arte, na moda e na identidade cultural brasileira.
• Desenvolver a apreciação estética e a percepção visual por meio de padrões, cores e formas geométricas africanas.
• Promover o respeito à diversidade cultural e étnica.
• Estimular a concentração, coordenação motora e expressão individual por meio da pintura e criação de padrões.
Competências da BNCC
Competência Geral 3: Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais.
Competência Geral 6: Trabalhar o autoconhecimento e o autocuidado, exercitando empatia e respeito às diferenças.
Competência Geral 7: Argumentar com base em fatos, dados e informações culturais e artísticas.
Habilidades da BNCC (Artes Visuais)
• EF15AR02: Explorar e identificar elementos das linguagens visuais (forma, cor, textura, contrastes, luz e sombra, volume etc.).
• EF15AR05: Experimentar diferentes formas de expressão artística (pintura, colagem, desenho, modelagem, entre outras).
• EF15AR06: Reconhecer e valorizar as manifestações artísticas de diferentes culturas, especialmente da cultura africana e afro-brasileira.

Os tecidos Kente são tecidos tradicionais de seda e algodão, nativos de Gana, feitos por meio de uma técnica que entrelaça tiras estreitas tecidas em um tear. Com padrões geométricos vibrantes e cores simbólicas, o Kente é uma forma de arte que representa a ancestralidade, a resistência e a identidade cultural africana, com cada padrão transmitindo significados profundos

Atividade/tecido kente: AQUI
Estamparia e grafismo: AQUI
Brincando com estampas: AQUI, AQUI

O vídeo apresenta a influencia dos negros africanos no Brasil e o significado das estampas africanas. Com sugestão de atividades bem simples e fácil de fazer, para alunos das séries iniciais. AQUI

Abayomi: AQUI
Moda: AQUI
Tecidos: AQUI
Diversidade cultural: AQUI
Estampas africanas: AQUI
Vestimentas: AQUI



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domingo, outubro 05, 2025

A pele que eu tenho>Protagonismo negro> Estímulos antirracistas>05/10/2025

 
Bell Hooks/ Chris Raschka

O que é mais importante? A cor da nossa pele ou o que somos por dentro? A pele que eu tenho, infantojuvenil de bell hooks ilustrado por Chris Raschka, trata do tema da raça, sempre muito presente nas obras da autora, e do perigo de julgar uma pessoa no primeiro olhar. 
De forma poética, a autora abre um diálogo com as crianças sobre raça e identidade.
A cor da nossa pele é apenas uma cobertura. Para conhecer uma pessoa de verdade, é preciso enxergar além da aparência. Abrir bem o coração, encontrar no outro tesouros guardados e livrar-se de preconceitos e estereótipos.
A pele que eu tenho celebra a individualidade e leva aos pequenos uma mensagem forte e atemporal sobre amor e respeito ao próximo.

Ouvindo: AQUIAQUI
Sobre a obra: AQUI
Sugestões: AQUIAQUIAQUI
Cantando: 
Tantas cores: AQUIAQUI
Cor da pele: AQUI
Músicas sobre ser diferente: 
Ser diferente, sobre acolher o outro como ele é e nos aceitar como somos. Essas canções auxiliam a combater o bullying, o preconceito e a intolerância. Além disso, investem na formação de indivíduos mais conectados com a importância das diferenças que nos unem. As letras apresentam outros mundos possíveis. Cada história apresenta personagens que circulam muito além dos padrões de beleza e de comportamento, os quais tantas vezes aprendemos a cobiçar desde a infância. Essas canções podem provocar nas crianças tanto empatia e identificação quanto estranhamento, quando se trata de algo que ela ainda não conhece. Dessa forma, nasce o respeito. AQUI

Proposta Pedagógica – “A Beleza que Vem da Raiz”
Tema: Consciência Negra e Identidade
Público: Educação Infantil e Anos Iniciais
Abordagem: Artes Visuais e Educação Antirracista
 Objetivos Gerais
• Promover o reconhecimento e a valorização da cultura afro-brasileira.
• Desenvolver a percepção estética e o respeito à diversidade.
• Estimular habilidades motoras finas, concentração e organização espacial.
• Favorecer a inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) por meio de atividades sensoriais e visuais estruturadas.
 Descrição da Atividade
Cada criança receberá o molde preto (silhueta africana) em papel A4 ou cartolina. Em seguida, será convidada a colar quadradinhos coloridos (de EVA, papel camurça ou papel crepom) no turbante e colares da figura, explorando padrões e combinações de cores.
O educador pode apresentar músicas afro-brasileiras suaves e falar brevemente sobre o Dia da Consciência Negra (20 de novembro), enfatizando o respeito, a ancestralidade e a beleza da diversidade.
Para alunos autistas, recomenda-se antecipar o passo a passo da atividade visualmente (com cartões ou imagens sequenciais) e permitir pausas sensoriais.
 Habilidades da BNCC
Campo das Artes Visuais / Educação Infantil e Fundamental:
• (EI03TS02) Explorar diferentes materiais e suportes para produzir e experimentar formas, cores e texturas.
• (EF15AR01) Experimentar e criar produções visuais usando materiais variados e combinando cores, formas, linhas e texturas.
• (EF01AR02) Produzir trabalhos artísticos valorizando o próprio fazer e o dos colegas.
• (EF15AR04) Reconhecer e valorizar manifestações artísticas de diferentes culturas.
 Competências Gerais da BNCC
1. Conhecimento: Compreender expressões culturais afro-brasileiras.
2. Repertório Cultural: Valorizar e criar produções que representem a diversidade étnica.
3. Trabalho e Projeto de Vida: Aprender de forma colaborativa, respeitando diferenças.
4. Autoconhecimento e Autocuidado: Reconhecer-se como sujeito singular e pertencente a uma comunidade diversa.
5. Empatia e Cooperação: Desenvolver atitudes de respeito, empatia e solidariedade.
Adaptações para Alunos Autistas
• Usar modelos visuais passo a passo (ex: 
1️⃣
 Escolher cor / 
2️⃣
 Passar cola / 
3️⃣
 Colar quadradinho).
• Oferecer espaço individualizado e material tátil (EVA, papel com textura).
• Trabalhar tempo de execução com apoio visual (relógio de areia, timer).
• Reforçar elogios concretos e permitir que o aluno escolha as cores preferidas.
 Produto Final
Um painel coletivo intitulado “A Beleza que Vem da Raiz”, reunindo todas as produções das crianças, pode ser exposto no corredor da escola com frases inspiradoras sobre respeito, igualdade e diversidade.   Fonte Educa desafios

E pele tem cor?: AQUI
Meu crespo é de rainha: AQUI
Formas e cores da África: AQUI
Meu avô africano: AQUI
Todas as cores da terra: AQUI
A cor de Coraline: AQUI
Representatividade negra para as histórias: AQUI
Mais Bell Hooks: AQUI
Diversidade: AQUI
Pertencimento: AQUI
Identidade: AQUI
Protagonismo negro: AQUI
Preconceito: AQUI




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Minha dança tem história>PNLD Literário>Poemas>Protagonismo negro>A beleza da diversidade> 05/10/2025

 
Bell Hooks/Vinicius de Assis/Chris Raschka

Na dança sou um bibói. De coração grande e aberto. Bem brilhante.
Meninos gostam de dançar, de correr e de pular, isso todo mundo já sabe. 
Mas, eles podem também gostar de abraços, de rimar ou até de ficarem quietinhos? 
Conheça a história do Bibói, um garotinho que arrasa nas batalhas e nas rimas e, está descobrindo quem ele é.
Na batida do break, a renomada educadora e ativista Bell Hooks traz uma história vibrante que capta a energia do que é ser um menino dentro da cultura do hip-hop. 
Mostrando de forma sensível todas as contradições que permeiam a vida dos pequenos em busca da própria masculinidade, a autora amplia o leque de possibilidades para o que significa ser um menino.
Da mesma autora de Meu crespo é de rainha, este vibrante poema visual, com ilustrações de Chris Raschka, é a segunda obra infantil da dupla publicada pelo Boitatá.

Responsabilidade e cidadania, Autoconhecimento e autocuidado, Repertório Cultural, Comunicação

TIPOS DE LEITURA

Para refletir, Para se divertir

GÊNEROS

Poesia, Chiste – jogo de palavras, Realismo cotidiano

ASSUNTOS

Expressar sentimentos, Rima, Dança, Arte, Protagonismo infantil, Protagonismo negro, Identidade, Masculinidade, Inclusão social, Brincadeiras, Autoimagem, Autoestima, musicalidade, Música

A liberdade de Bibói em ser ele mesmo é um traço marcante dessa personagem. 

Não há vergonha em demonstrar sentimentos, abraçar ou chorar. 

Esse detalhe é significativo nesta obra, porque associa à imagem do menino características que a masculinidade tóxica cultural costuma afastar: a sensibilidade e a afetividade.

O nome "Bibói" parece ser uma referência ao título original da história, Be boy buzz, mas também pode remeter aos dançarinos do breakdance, os b-boys

Ambas sugestões de influência para o nome do garoto ampliam a compreensão da história e nos conectam ainda mais ao personagem e à narrativa sobre o que é ser menino, com todas as suas complexidades e possibilidades. Fonte


Tudo sobre esta obra e como abordá-la em sala de aula: AQUIAQUI

Manual do professor: AQUI
Ouvindo: AQUI

Para o livro "Minha dança tem história", as atividades podem girar em torno da exploração da identidade, expressão de sentimentos, masculinidade, dança, rima e o universo do Hip Hop
Você pode encontrar exemplos de atividades como:
 1) Leituras mediadas com foco em vivências de breaking e cultura Hip Hop; 
2) Atividades que exploram as competências da BNCC, como responsabilidade, cidadania, repertório cultural e autoconhecimento; 
3) Atividades para refletir sobre os temas, como a importância de que meninos expressem diversas emoções e gostos, desmistificando estereótipos de gênero; 
4) Atividades que estimulam a imaginação através da dança e das rimas, como a criação de novas rimas e movimentos inspirados no Bibói, o personagem principal. 
Aqui estão alguns exemplos de atividades que podem ser desenvolvidas a partir da leitura de "Minha dança tem história": Atividades para aprofundar a leitura e a reflexão:
Leitura mediada com vivência: 
Após a leitura do livro, a equipe pode conduzir um encontro que inclua uma vivência com elementos de breaking, ligando a história com a prática da dança. 
Diálogo sobre masculinidades: 
Proponha uma discussão aberta com os leitores, incentivando-os a pensar sobre os estereótipos de gênero e a importância da diversidade de expressões para os meninos. 
Criação de histórias e rimas: 
Peça para as crianças criarem suas próprias rimas, movimentos e histórias, inspiradas nas vivências do personagem Bibói, promovendo a expressão individual. 
Atividades ligadas ao universo cultural e social:
Exploração do Hip Hop: 
Converse sobre o que é o Hip Hop e seus quatro elementos, incluindo a dança, e como a obra de Bell Hooks se conecta com essa cultura. 
Análise das ilustrações: 
Estimule os leitores a observarem as imagens do livro, discutindo como as ilustrações de Chris Raschka contribuem para a narrativa e a compreensão dos sentimentos do personagem. 
Atividades sobre cidadania e autoexpressão: 
Conecte o livro com competências gerais da BNCC, como a importância de se expressar livremente e de respeitar as diferenças, ao mesmo tempo em que se desenvolve o repertório cultural. 
Atividades lúdicas e criativas:
Criação de um "Mural de Danças": 
Os leitores podem desenhar ou pintar seus movimentos preferidos, criando um mural coletivo que celebre a dança. 
Dança livre: 
Crie um espaço para os participantes dançarem livremente, expressando suas emoções e se divertindo, como o personagem Bibói faz no livro. 
Produção de vídeos: 
Proponha a gravação de vídeos curtos, onde os leitores possam se apresentar dançando ou rimando, compartilhando sua própria "história dançada". Fonte: Google
O balanço do hip hop: AQUI
O hip hop chega às aulas: AQUI
Aula de hip hop/Coordenação motora: AQUI
Mais Bell Hooks: AQUI
Diversidade: AQUI
Dança: AQUI
Pertencimento: AQUI
Identidade: AQUI
Protagonismo negro: AQUI
Preconceito: AQUI
Percussão: AQUI




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