afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
Esse livro conta a história de uma menina capoeirista de 8 anos que morava em uma vila chamada Cafindé, que há muito tempo foi um quilombo , essa menina se chamava Luana que era uma das melhores capoeiristas de sua vila.Ela tinha uma imensa vontade de conhecer seus ancestrais e ver como foi o descobrimento do Brasil e também foi por causa deles ela praticava capoeira , Um dia Luana encontrou-se com seu amigo chamado Luizinho os dois ficaram conversando , quando começa a chover Luizinho vai para casa e Luana e continuou ali, de repente um raio a atingiu e em cheio em seu berimbau , ela ficou bem , mais agora seu berimbau se tornou mágico sempre quando ela tocar-lo ela ira se tele transportar para um lugar no passado . Um dia ela tocou seu berimbau e sem saber se teletransportou para muitos anos atrás, e foi parar exatamente no dia e no lugar onde aconteceu o descobrimento do Brasil. lá ela conheceu um povoado chamado tupiniquim, lá também fez muitas amizades e teve a oportunidade de ver Pedro Álvares de Cabral pisando pela primeira vez no Brasil. Nisso ela pode saber mais um pouco sobre o descobrimento do Brasil . Quando de repente ela tocou seu berinbau mágico e voltou para casa. Fonte
Luana adora capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga. Transportada ao passado por seu berimbau mágico, Luana conhece algumas das pessoas que lutaram para libertar os escravizados negros no Brasil.
Entre as personalidades que ela conhece estão Castro Alves, José do Patrocínio e Joaquim Nabuco. Luana presencia o sofrimento dos seus antepassados descendentes de africanos, mas também acompanha a luta dos abolicionistas brasileiros pela libertação dos negros escravizados.
Considerada por muitos a primeira heroína
negra das histórias em quadrinhos
brasileiras, Luana, garotinha de oito anos,
capoeirista e descendente de quilombolas,
faz o protagonismo feminino e negro tornar-se presente também na literatura voltada
para crianças e adolescentes. Continua:AQUI
O Navio Negreiro. William Turner. 1840. Óleo Sobre Tela (90X122cm). Museu das Belas Artes, BostonA composição O Navio Negreiro é uma obra-prima do artista, um exemplo clássico de seu pendor para o abstracionismo. Esta pintura de paisagem marítima romântica demonstra que Turner foi um dos mais sensacionais inovadores da história da pintura, ao usar como tema os próprios elementos da natureza (mar, céu, montanhas, neve, vento, chuva, etc.) e criá-la em termos de cor e luz. As cores que mais sobressaem na pintura são o vermelho do pôr-do-sol que penetra na água e também o navio e o marrom dos corpos e mãos dos escravos.AQUI
O Navio Negreiro é uma poesia de Castro Alves que integra um grande poema épico chamado Os Escravos. Escrita em 1986 na cidade de São Paulo, a poesia relata a situação sofrida pelos africanos vítimas do trafico de escravos nas viagens de navio da África para o Brasil. Ela é dividida em seis partes com metrificação variada.O Navio Negreiro é uma poesia dividida em seis partes e se encontra dentro da obra Os Escravos. Sua metrificação é variada e acompanha o tema que se segue no texto. Isso dá um efeito para a poesia de unidade entre a forma e o conteúdo. AQUI
O livro conta a história da amizade entre duas crianças no tempo da escravidão. A amizade torna-se a força para que ambos, a partir de suas realidades sociais, lutassem contra a servidão.
O professor, escritor, jornalista e historiador Joel Rufino dos Santos morreu nesta sexta-feira (4), por complicações de uma cirurgia cardíaca realizada no dia 1º de setembro. Rufino era diretor-geral de comunicação e de difusão do conhecimento do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que lamentou o falecimento. Ele estava internado na Clínica de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul.
O Dia da Poesia surgiu como uma data que homenageia o grande poeta brasileiro Castro Alves (1847 – 1871), um dos principais nomes do Romantismo brasileiro, que nasceu nesta data. Seu poema mais conhecido: “O navio negreiro”. Vejam mais AQUI
A poesia é um gênero literário que surgiu antes mesmo da escrita. Nos séculos antes de Cristo, quando as pessoas eram adeptas da cultura oral, a estrutura da poesia, com rimas e frases de tamanhos parecidos, facilitava a memorização e aprendizado das novas gerações.
A história da amizade entre o escravo Matias e Ioiô, o patrão.
Tudo muda quando vão parar numa aldeia
de negros fugidos da escravidão.
Uma aula de história e sensibilidade...
Você sabia que no tempo da escravidão meninos brancos e negros brincavam juntos?
Que os escravos obrigados a vir ao Brasil possuíam uma maneira de viver organizada nas terras em que moravam, lá na África?
Essas são só algumas das curiosidades que você vai encontrar emO Amigo do Rei.
Além disso, esse livro discute, de uma forma alegre e gostosa, temas muito interessantes sobre os primeiros 400 anos de nosso país, época em que a escravidão foi a forma encontrada pelos senhores brancos para produzir riquezas em terras brasileiras.
A autora também mostra como a libertação dos escravos foi uma luta não só dos negros, mas também de brancos e mulatos.
Se você gosta de histórias bem legais, não deixe de ler esse livro.
No Brasil, no tempo da escravidão, brancos e negros não podiam ser amigos, não.
Mas, para as crianças, quem manda é o coração.
E o escravo matias era amigo de ioiô, seu patrão.
Brincavam e brigavam, indiferentes a qualquer lei, sem saber que, um dia, um deles ainda seria rei.
As histórias da SÉRIE VOU TE CONTAR! foram escritas pela Ruth Rocha durante os anos de 1969 a 1981 em várias revistas para crianças que ela dirigiu, publicações que faziam um grande sucesso entre os pequenos.
São histórias que mostram situações e personagens que valorizam a independência de pensamento e a ousadia: um coelhinho que não queria ser coelho de Páscoa e escolhe outra profissão, um menino fazendeiro que se torna amigo de um menino escravo, um macaco e um porco que são companheiros de aventuras e saem pelo mundo ajudando as pessoas... e muitas outras coisas mirabolantes, que a gente lê, relê e sempre dão muito que pensar
Algumas sugestões para trabalhar com este livro:
- escrever trechos do livro em cartolina para cada aluno ler em voz alta;
- Pedir para que os alunos construam um final para a história (em grupos). Cada grupo lê o seu final e depois ler para eles o final original.
Ai, que medo! Ioiô quis correr. Mas os guerreiros se curvavam e falavam:
Dunga tará sinherê!
Salve o nosso Rei! E sabe quem era o Rei? O Rei era Matias.
E Matias e Ioiô foram carregados até a aldeia. Uma aldeia diferente...
Aldeia de escravos fugidos, um quilombo.
O povo da aldeia saudava seu Rei: Dunga lá! Salve o Rei! Saruê!
E Matias sorria e pensava:
Chegou o meu dia...
E chegaram outros dias. E Matias era Rei e o que ele queria todos faziam.
E Ioiô era amigo do Rei. Quase Rei... Mas a saudade chegou. E entrou no coração de Ioiô.
Ioiô quis voltar para casa e o Rei Matias consentiu.
Matias e seus guerreiros levaram Ioiô pelos mesmos caminhos. E quando viram ao longe a fazenda de Ioiô, Matias se despediu: Um dia a gente se encontra, quando meu povo não for mais escravo.
E Matias voltou para a sua aldeia e muito lutou por sua gente. Para que ninguém fosse escravo nunca mais. Muitos lutaram também, lado a lado.
Muitos negros, mulatos e brancos.
E entre eles:
Ioiô, O Amigo do Rei.
O Amigo do Rei. Ruth Rocha. Eva Furnari il. Coleção Sambalelê. Ática. 1999.
O livro O amigo do rei, trata de uma relação de amizade que vai além da estética, etnia, raça, e diferenças sociais.
O amor retratado de uma maneira pura e inocente entre dois amigos.
A leveza em um tempo de escravidão onde pessoas assumem a propriedade de outras por meio da força.
Partindo deste princípio podemos trabalhar em sala de aula com este livro, não só questões raciais, culturais, mas a afetividade, o respeito, e até mesmo questões históricas.
Uma boa forma trabalhar estas questões, seria através do uso de imagens que remetam o aluno a escravidão, ao poder, e a desigualdades, problematizando e revertendo parte destas representações.
A autoestima também pode ser trabalhada quando identificamos no texto a inversão de papéis, onde escravo se torna rei e vice versa.
E é de extrema importância que se trabalhe a autoestima desde a infância, para que a criança saiba distinguir atitudes positivas, negativas e suas conseqüências, sabendo em um determinado momento o que é ser uma propriedade e em outro ser o detentor do poder.
O livro mostra também uma história que normalmente não é retratada: nem todos os brancos eram a favor da escravidão, pelo contrário, lutavam para que houvesse igualdade entre os homens.
Quebra o estereótipo criado pela maioria dos livros de história.
Podemos destacar também a importância da interação social, criar relações de afeto, respeito na cultura da criança, porque tais fatores influenciam na formação do sujeito, bem como o estímulo da brincadeira, porque exploram e refletem sobre a realidade e a cultura na qual estão inseridas. E uma das cenas do livro representa claramente que ao brincarem os personagens transcendiam todas as suas diferenças.
Podemos concluir que experiências vividas no decorrer da infância refletem na formação de um adulto, e conseqüentemente na aprendizagem em todas as suas dimensões: cognitiva, social e pessoal.
Trabalhe com seus alunos esta brincadeira da cultura negra Escravo de Jó AQUI FonteO amigo do rei Atividade/desenhos AQUI Ouvindo a história AQUI AQUI CLIQUEM NO TOQUE'S GUIA :
"ABOLIÇÃO ESCRAVOS" PARA CONHECEREM OUTRAS ATIVIDADES
O poeta Castro Alves nasceu em 1847 e desde criança indignava-se com o tráfico de escravos. Estudou direito e tornou-se um dos poetas abolicionistas mais conhecidos de seu tempo.
Seu Pato e Dona Pata estavam muito contentes, hoje seus filhotes vão dar o primeiro mergulho na lagoa.
Mais um dos patinhos, Quenco, não gostou nada dessa tal de água.
Era molhada demais...
Quenco é um patinho bonitinho mas que é diferente dos irmãos por ter medo de água.
Decepciona os pais que gostariam de ver seu filhinho nadando igual aos outros irmãos.
Esse patinho gosta de ler e de jogar bola com seu amigo Pipico, um pintinho que não é muito bom no gol e que um dia cai na água sem querer e é salvo por Quenco que nessa ocasião descobre que água é muito bom depois de um jogo de futebol debaixo de sol ardente... o final? felizes para sempre rsrss.
Quando escolho um livro para ler para as crianças e preparo a aula, fico pensando o que posso ensinar aos alunos com aquele livro.
Mas o fato de ler para as crianças já leva para elas conhecimento, tanto de mundo, quanto de estrutura textual, muitas vezes se faz desnecessário ficar procurando algo no livro para um ensino didático pedagógico sistematizado.
O prazer de ouvir uma história bem lida e viajar nesse mundo mágico das possibilidades, que a leitura nos proporciona já deveria ser o bastante.
De qualquer forma existem livros, que nos ajudam a ensinar esses tais conhecimentos sistematizados de forma clara e objetiva, e sem direcionar a aula para um contexto chato de aulas meramente expositivas.
Este livro escrito por Ana Maria Machado traz uma linguagem divertida e interessante, com ele podemos prestigiar algumas técnicas literárias como por exemplo:
Figuras de linguagens
•Onomatopéia: No momento em que os patinhos se jogam na água: tchibum, chape, chape, chape nadando.
•Polissemia: O pintinho Pipico perde um gol e todos zombam dele o chamando de frango.
Intertextualidade - Clássicos infantis
•Pedro e o Lobo
•O patinho feio
•A pata Sofia
Flexão de Gênero
•O nome dos animais: cavalo/égua - bois/vacas - bodes/cabras etc.
Início estereotipado
•narrativa
E tudo isso de maneira leve e clara, bem ao nível dos pequenos, conhecimentos importantes que ajudam tornar mais consciente o processo de interpretação do texto.
Atividade da Aula
A atividade desta aula foi brincar de bola, assim como os personagens do livro brincaram e tentamos descobrir quem eram os "frangos" da nossa sala.
A brincadeira tanto na sala quanto fora, no pátio era pra ver o melhor goleiro (jogo estilo volei), o interessante é que durante a brincadeira as crianças lembravam de partes da história como se estivéssemos vivenciando o conto.
Era uma vez um patinho que nasceu em um imenso parque situado a beira de um lago. Ele nasceu muito falante e ganhou o nome de Quenco. Sua mae, Dona Patonica, ficou radiante e convidou todas as vizinhas, com seus filhinhos, para conhece-lo. Ele ficou feliz quando viu que tinha tantos amiguinhos para brincar.
Nesse dia sua mae nao permitiu que ele fosse brincar com os outros patinhos, porque ele ainda era muito pequenino.
Depois de alguns dias, os amiguinhos vieram convidá-lo para nadar no lago. Sua mae nao o deixou ir, pois achava o lago muito perigoso. Os patinhos, entao foram sozinhos e o Quenco ficou um pouco aborrecido, pois também queria aprender a nadar. Onde é que já se viu pato que nao sabe nadar!
Algum tempo se passou e Quenco foi crescendo forte, bonito, sempre ao lado de sua mae.
Um dia os amiguinhos passaram por ali, muito alegres, fazendo a maior algazarra, vestidos com o uniforme da escola, com suas mochilinhas nas costas, cheios de cadernos, lápis de cor, borrachinhas coloridas, lancheira e muitas coisas mais.
Quenco, entao, perguntou a sua mae: - mamae, posso ir com eles a escola? Dona Patonica respondeu-lhe: - nao, filhinho, voce precisa ficar sempre com a mamae. Eu posso fazer companhia e brincar com voce. Esses patinhos sao muito bagunceiros.
Quenco ficou muito aborrecido, mas nao pode fazer nada e ficou quieto num canto, imaginando como deve ser bom ir a escola. Ficou pensando assim: - lá deve ter tantas coisas interessantes para fazer, tantos amiguinhos para brincar! Dizem que as professoras sao muito carinhosas e que nos ensinam a fazer coisas que as mamaes nao sabem fazer. Coisas que só se aprende na escola! O que será? Estou muito curioso!
Um dos patinhos me contou que ela ensina a gente a ler e até a escrever. Puxa! Seria tao bom se eu pudesse aprender a ler. Assim eu poderia ler aqueles livrinhos de história tao bonitos que as vezes a mamae le para mim! Se eu aprendesse a escrever e a desenhar eu poderia escrever uma cartinha para a vovó e poderia fazer lindos desenhos dos meus amiguinhos que eu vejo pela janela, como os passarinhos, os esquilos, os peixinhos.
Pensando nisso, Quenco ficou tao triste que começou a chorar. Chorou muito, mas nem assim Dona Patonica o deixou sair de casa e muito menos ir a escola.
Quenco cresceu e se tornou um jovem pato. Seus amiguinhos sabiam ler escrever, nadar, jogar, dançar, brincar. Ele nao sabia fazer nada disso, pois só ficava preso em casa com sua mae.
Uma noite, olhando pela janela ele viu um dos seus amigos passar, de maos dadas, isto é, de asas dadas, com uma linda patinha, formosa e faceira, sorridente e apaixonada. Pensou: - eles devem estar namorando! Eu nunca vou poder namorar e nem me casar, pois nem ao menos sei ler nem escrever.
Começou a chorar e se lamentar da triste vida que levava. Chorou muito, muito até se cansar. Quando já estava exausto olhou para o céu, e viu cair uma estrelinha bem embaixo da sua janela. Era uma estrela tao linda, tao brilhante e tao bonita que o fez parar de chorar.
Ele perguntou para a estrelinha: - estrelinha, voce que veio de tao longe, lá do céu, que já viajou tanto e aprendeu tanto nesse mundo, diga-me. Será que existe uma maneira de eu me libertar dessa vida sem graça que levo?
A estrelinha lhe respondeu: sim, Quenco, eu vou ajudar voce. Vou mandar a fada Mensageira da Luz falar com sua mae para que ela liberte voce. Em troca, voce fará tudo que a fada mandar. Ela vai ajudá-lo a aprender tudo o que voce nao sabe.
De repente ele viu a estrelinha se transformar numa linda luz, que foi entrando pelo seu quarto, na direçao do quarto de sua mae. Ficou muito feliz aguardando a manha seguinte.
Levantou-se bem cedo e foi acordar Dona Patonica. Ela lhe disse: - sabe filhinho, eu tive um sonho. Havia uma fada toda iluminada que me disse: deixe o Quenco aprender. Ele já cresceu. Chegou a hora dele viver sua vida. Ele está muito triste. Deixe-o ser feliz agora.
- Por favor, deixe, mamae? - pediu Quenco, muito entusiasmado.
- Se voce quiser, eu deixo, meu filho, mas voce vai ter de estudar muito para aprender tudo a partir de agora. Voce está disposto? Voce já pode começar as aulas hoje. A fada vai enviar-lhe professores mágicos, lá na beira do lago.
Quenco ficou tao feliz que saiu correndo na direçao do lago. Começou logo com as aulas. Fez tudo que os professores mandaram e dentro de pouco tempo já havia aprendido todas as liçoes. Quando chegaram as férias ele conheceu a mais bela patinha do parque, que sorriu para ele e foram passear de maos, isto é, de asas dadas. Era sua primeira namorada. Ele lhe fez um lindo desenho e escreveu uma bela cartinha para ela.
Sua mae, por sua vez, também aprendeu uma liçao: há tempo para tudo na vida. Tempo para brincar, para passear, para ficar com a mamae, com o papai, com os amigos, com os parentes, com a vovó, vovô, para estudar e até para namorar.
E assim, todos os habitantes daquele parque viveram felizes para sempre.
O pato é uma ave aquática, parente do cisne e do ganso.
O pato é menor que seus parentes, e seu pescoço é mais curto que os deles.
Como eles, o pato é feito para passar a maior parte de seu tempo na água.
Eles soltam um óleo que esfregam nas penas, para deixa-la à prova d’água.
No meio dos dedos dos pés, ele tem uma pele que deixa os pés em forma de nadadeiras.
Esses pés funcionam como remos.
Alguns patos pegam seu alimento na superfície da água, principalmente plantas flutuantes e aquelas que crescem nas partes rasas e nas bordas de rios, lagos e açudes, além de bichinhos, mas há também os que comem peixes, e os patos que mergulham atrás de comida.
O formato do bico dos patos varia de acordo com o tipo de comida que eles preferem.
Patos que pegam comida que boia na água têm bicos largos e chatos, como as colheres que usamos para tomar sopa.
Patos que gostam de caracóis e crustáceos que vivem colados em pedras têm bicos curtos, que usam como se fossem pinças.
Outros patos têm bicos mais compridos e estreitos, bons para pegar peixes.
Os patos que mergulham comem tudo isso e ainda comem plantas e bichos que pegam no fundo da água, como moluscos e larvas de insetos.
Alguns patos também se alimentam em terra firme, comendo também sementes e frutas.
Os patos machos têm cores vivas, que usam para atrair as fêmeas.
Já elas têm cores sem graça.
A fêmea constrói o ninho em moitas, buracos ou ocos de árvore, onde possa ficar escondida dos predadores.
Ela coloca de cinco a doze ovos, e fica sozinha cuidando do ninho.
Os patinhos nascem em cerca de um mês.
No mesmo dia que saem dos ovos, eles já são capazes de correr, nadar e procurar comida.
Os filhotes ficam juntos da mãe e vão atrás dela mãe onde quer que ela vá, pois sabem que ela vai protegê-los.
Você sabia?
Filhotes de pato podem adotar outra pata ou até outro bicho, como uma pessoa, para ser mãe deles.
Quando chega o inverno, os patos selvagens do hemisfério norte formam bandos para migrar para regiões mais quentes, no sul, onde esperam o frio passar para voltarem para casa.
Geralmente, os bandos de patos formam um “V” quando voam.
Os patos de trás pegam carona no “vácuo” dos patos da frente e se cansam menos.
Quando o pato líder fica cansado, ele vai para trás e outro pato trás assume a ponta do “V”.
Tema Gerador: Aves. Áreas envolvidas: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências. Temas transversais: Meio ambiente. Procedimentos didáticos: TIPOLOGIA TEXTUAL: POESIA 1) Antes de ler o texto perguntar: Qual o tipo de texto que vamos ler? Falará de que? Para que serve? Onde pode ser encontrado? Quem é o autor? Quem são as personagens? Registrar as suas respostas na lousa para confrontar posteriormente com o texto real . - Quem sabe o que é uma poesia? Do que fala? Para que serve? Onde a encontramos? Quem sabe recitar uma? 2) A partir dos conhecimentos prévios (conceitos espontâneos) dos alfabetizandos, explicar o que é uma poesia, sua função e suas características. (As poesias servem para divertir, emocionar, fazer pensar. Geralmente têm rimas e apresentam diferentes diagramações. Possuem títulos, brincam com o som, a forma gráfica e o significado das palavras. São textos com autoria, isto é, geralmente sabemos quem os fez.) OBJETIVOS: · Prever o que está por vir com base em informações ou inferências (estratégias de antecipação). · Transformar os conceitos espontâneos em conceitos científicos; reconhecer o tipo de texto e suas características. · Ativar os conhecimentos prévios (conceitos espontâneos) dos alfabetizandos, · Deixando que eles manifestem suas idéias, suas experiências e criem suas hipótese EXPLORANDO A LEITURA 3) Apresentar numa cartolina o título do texto ou escrevê-lo na lousa, em letra maiúscula. - Perguntar: O que vocês acham o que está escrito? Se eles não conseguirem, fazer a leitura do título do texto. - Qual será o assunto que vamos encontrar ou que podemos esperar de um texto com esse título? - Terá personagens? Como eles serão? Quem será o autor? OBJETIVO: com base no titulo, levar os alfabetizandos a fazer suposições sobre o texto (estratégia de inferência). 4) Apresentar aos alfabetizando a poesia, que deverá ser escrito numa cartolina ou na lousa. - Organizar grupos de no máximo cinco alfabetizandos, com diferentes hipóteses de escrita (pré-silábica, silábica, silábico-alfabética e alfabética). - Distribuir cópias da poesia O texto deverá está escrito em letras maiúsculas, para facilitar aqueles alfabetizandos não-alfabéticos. - Escrever o texto, em letras maiúsculas, na lousa ou numa cartolina. O PATO TÍTULO: O PATO AUTORES: VÍNICIUS DE MORAES eTOQUINHO LÁ VEM O PATO PATA AQUI, PATA ACOLÁ LÁ VEM O PATO PARA VER O QUE É QUE HÁ O PATO PATETA PINTOU O CANECO SURROU A GALINHA BATEU NO MARRECO PULOU DO POLEIRO NO PÉ DO CAVALO LEVOU UM COICE CRIOU UM GALO COMEU UM PEDAÇO DE JENIPAPO FICOU ENGASGADO COM DOR NO PAPO CAIU NO POÇO QUEBROU A TIGELA TANTAS FEZ O MOÇO QUE FOI PRA PANELA - Perguntar: Quem quer ler o texto? Se algum alfabetizando souber ler, permite que o faça, respeitando o seu tempo e seu ritmo. - Fazer a leitura do texto, pausadamente e com entonação adequada, apontando palavra por palavra na lousa. Os alfabetizandos deverão acompanhar através dos seus textos ou da lousa. - Realizar leitura compartilhada, professor e alfabetizandos, pausadamente e com entonação adequada, apontando palavra por palavra. EXPLORANDO A ORALIDADE · Você gosta de aves? Diga o nome de aves que você conhece ou que você mais gosta. · Você já viu um pato de pertinho? Como ele era? · Quem sabe o que significa as palavras jenipapo, marreco e poleiro? · O que você achou da poesia? · Promover a interpretação oral do texto, perguntando: Qual o título da poesia? De que fala o · texto? Qual o nome do personagem? Como ele é? O que aconteceu com ele? EXPLORANDO OUTROS TEXTOS: BIOGRAFIA Qual o nome dos autores? Quem os conhece? Solicitar aos alfabetizandos que circulem no texto o título e o nome dos autores. Em seguida, falar das suas biografias, explicando sobre este tipo de texto. “O poeta Marcus Vinícius da Cruz de Mello Morais nasceu a 19 de outubro de 1913, no Rio de Janeiro. Formou-se em Direito e produziu muitos poemas para adultos e para crianças, dentre eles: A Arca de Noé, a Porta, a Foca, o Elefantinho. Vinícius morreu aos 66 anos, no dia 9 de julho de 1980, em sua casa, no Rio de Janeiro. Toquinho nasceu em São Paulo, em 1946. É Músico e poeta. Era amigo de Vinícius.” EXPLORANDO E APROPRIANDO-SE DA ESCRITA Distribuir cópias do texto para os alfabetizandos. Fazer a leitura para eles, apontando palavra por palavra e os espaços existentes sobre elas, assim como os sinais de pontuação. Em seguida, perguntar: - A poesia foi escrita com desenhos, números, símbolos ou letras? Explicar que foi escrita com letras: vogais e consoantes. OBJETIVO: Compreender a diferença entre a escrita alfabética e outras formas gráficas. - Como a poesia foi escrita? Mostrar que foi escrita com letras (maiúsculas), de cima para baixo e da direita para esquerda. OBJETIVO: compreender e dominar as convenções gráficas - orientação e do alinhamento da escrita. - As palavras estão grudadinhas uma nas outras ou separadas? Solicitar que pintem, em seus textos, os espaços entre as palavras. Em seguida, explique a função dos espaços em branco. OBJETIVO: compreender e dominar as convenções gráficas – espaços em branco no texto. - Alem das letras, das palavras e dos espaços em brancos, o que mais encontramos? Falar dos sinais de pontuação e suas funções no texto. Depois, pedir para encontrá-los no texto e circular. OBJETIVO: compreender e dominar as convenções gráficas – sinais de pontuação. - Quais as palavras que têm sons finais semelhantes (rima)? Solicitar que encontrem no texto as palavras que rimam e circulem. OBJETIVO: reconhecer a unidade fonológica: rimas. - Qual a palavra que mais se repete no texto? Quantas vezes se repetem? Solicitar que encontrem e circulem as palavras repetidas no texto (PATO). - Quem quer escrever a palavra na lousa? Fazer oralmente a análise lingüística da palavra, perguntando-lhes: quantas letras têm apalavra? Qual a primeira? Qual a última? Quais são vogais? Quais são consoantes? Quantas sílabas? Qual a primeira? Qual a última? Desenhe como você acha que é o pato pateta. - Escreva, do seu jeito, sobre o pato.Invente um nome bem bonito para o pato que você desenhou. Escreva, do seu jeito, o nome dele. - Agora, vamos mostrar os desenhos e o que vocês escreverem sobre ele? Quantas letras têm a palavra pato? Pinte: ATIVIDADE ESCRITA: O PATO TÍTULO: O PATO AUTORES: VÍNICIUS DE MORAES eTOQUINHO 1) LEIA COM AJUDA DA PROFESSORA, DEPOIS PENSE E RESPONDA QUANTAS PALAVRAS TÊM AS FRASES ABAIXO: O PATO PATETA FOI PARA A PANELA PARA A PANELA FOI O PATO PATETA a) AGORA, PINTE NAS FRASES ACIMA AS PALAVRAS: PATO DE VERMELHO PANELA DE AZUL b) ESCREVA ESSAS MESMAS PALAVRAS NOS QUADROS ABAIXO: 2) VAMOS LER A PALAVRA PATO EM VOZ ALTA BEM DEVAGAR. PERCEBA QUANTAS VEZES VOCÊ MEXE OS LÁBIOS. QUANTOS PEDACINHOS FORMA AS PALAVRAS ABAIXO? PATO: __________________ MARRECO: __________ PANELA:_________________ JENIPAPO: __________ PATETA: ________________ POLEIRO: ___________ GALINHA: _______________ CAVALO: ________________ 3) VAMOS PENSAR, CONTAR E ESCREVER AS LETRAS E AS SÍLABAS DAS PALAVRAS ABAIXO: PATO QUANTAS LETRAS? ________ QUANTAS SÍLABAS?_________ CAVALO QUANTAS LETRAS? ______ QUANTAS SÍLABAS? ______ EXPLORANDO O LÚDICO Vamos montar o jogo das caixinhas? Para isto você vai precisar juntar três (3) caixinhas de fósforos vazias. Encape-as. Recorte, de jornais ou revistas, as sílabas da palavra PANELA e cole-as nas caixinhas encapadas. Agora, é só brincar, formando novas palavras juntando as caixinhas de várias maneiras. Escreva as palavras que você conseguir formar. EXPLORANDO CIÊNCIAS 1) Perguntar aos alfabetizandos: Alguém sabe onde os patos vivem? De que eles se alimentam? De que forma eles são utilizados pelo homem? Que aves parecem com os patos? Quais as semelhanças e as diferenças? Registrar na lousa as suas repostas. 2) A partir das respostas dos alfabetizandos, o professor deverá sistematizar o conhecimento falando sobre as características dos patos, com o objetivo da transformar os conceitos espontâneos em conceitos científicos. Perguntar: O que vocês acham que utilizar o pato no vestuário e no entretenimento está certo ou errado? Por que? (desenvolvendo a oralidade, da criticidade e da autonomia) 3) Perguntar: Vamos fazer uma lista com o nome de aves que vocês conhecem? Caberá ao professor: - Distribuir para os alfabetizandos ou pedir que copiem no caderno o seguinte modelo de lista: LISTA DE AVES CONHECIDAS HIPÓTESE DE ESCRITA INDIVIDUAL (PADRÃO ORAL) HIPÓTESE DE ESCRITA COLETIVA (PADRÃO ORAL) CORREÇÃO COLETIVA (NORMA CULTA - PROFESSOR) OBJETIVO: ativar os conhecimentos prévios (conceitos espontâneos) dos alfabetizandos, deixando que eles manifestem suas idéias, suas experiências e criem suas hipóteses (desenvolvimento da oralidade). Os patos são aves geralmente menores que os gansos e cisnes. Podem ser encontrados tanto em água doce como salgada. Os patos se alimentam de vegetação aquática e de pequenos invertebrados. Eles são utilizados pelo homem na alimentação, no vestuário (as penas) e entretenimento (caça). CDU - Solicitar que escrevam em seus cadernos, na primeira coluna, do jeito que souberem, cinco nomes de aves (hipóteses de escrita individual) que o professor ditar. - Escolher cinco alfabetizandos e pedir que cada um diga como escreveu o nome da ave que o professor perguntar. Em seguida, escrevê-lo na lousa, na primeira coluna do quadro. - Solicitar que o resto da turma observe os nomes que os colegas ditaram e veja se eles estão escritos corretamente. Caso não esteja, pedir que faça a devida correção (hipótese de escrita coletiva). Escrever as respostas na lousa, na segunda coluna do quadro. - Observar se as hipóteses de escrita coletiva estão corretas. Caso não esteja, promover a análise e reflexão sobre a escrita da palavra, perguntando, por exemplo: está faltando ou sobrando letra na palavra? Será que começa com esta letra? Na medida em que os alfabetizandos confrontarem as hipóteses de escritas individual e coletiva (padrão oral – escreve como fala) com a escrita correta das palavras (padrão da norma culta), se estabelecerá o conflito cognitivo e, conseqüentemente, a aprendizagem. 4) Confecção de um quadro de referência sobre as aves. Caberá ao professor: Organizar grupos de no máximo cinco alfabetizandos, com diferentes hipóteses de escrita (présilábica, silábica, silábico-alfabética e alfabética). Distribuir cópias de um pequeno texto falando sobre as aves. O texto deverá está escrito em letras maiúsculas, para facilitar aqueles alfabetizandos não-alfabéticos. Exemplo: Escrever o texto, em letras maiúsculas, na lousa ou numa cartolina. Perguntar: Quem quer ler o texto? Se algum alfabetizando souber ler, permite que o faça, respeitando o seu tempo e seu ritmo. Fazer a leitura do texto, pausadamente e com entonação adequada, apontando palavra por palavra na lousa. Os alfabetizandos deverão acompanhar através dos seus textos ou da lousa. Realizar leitura compartilhada, professor e alfabetizandos, pausadamente e com entonação adequada, apontando palavra por palavra. Fazer a interpretação oral do texto, perguntando: de que fala o texto? De que animal? Porque as aves são chamadas de ovíparos? De que é coberto o seu corpo? Para que servem as penas? Todas as aves voam? Quais as que nadam e as que voam? Qual a menor e a maior ave do mundo? Onde vivem? Como se alimentam? Distribuir para cada grupo um quadro contendo as características das aves. Solicitar aosalfabetizando que preencham o quadro. Exemplo: AS AVES AS AVES SÃO ANIMAIS OVÍPAROS, OU SEJA, BOTAM OVOS, TÊM O CORPO COBERTO POR PENAS, QUE PROTEGEM DO CALOR E PERMITEM QUE ELAS VOEM. MAS NEM TODAS AS AVES VOAM, ALGUMAS ESPÉCIES COMO A EMA E OS AVESTRUZ, CORREM COM MUITA VELOCIDADE. JÁ O GANSO E O CISNE TÊM A CAPACIDADE DE NADAR. A MENOR AVE CONHECIDA É O BESOURINHO DE CUBA, UM COLIBRI QUE PESA 1,6 GRAMAS E A MAIOR É O AVESTRUZ QUE CHEGA A PESAR ATÉ 125 QUILOS. CADA AVE GOSTA DE UM CERTO AMBIENTE OU HABITAT. ALGUMAS DELAS VIVEM NOS RIOS, LAGOS E PÂNTANOS, NADANDO OU MERGULHANDO. OUTRAS VIVEM NAS ÁRVORES DAS FLORESTAS E NOS BOSQUES. OS ALIMENTOS DAS AVES SÃO OS MAIS VARIADOS: FRUTOS, SEMENTES, INSETOS, VERMES, PEIXES. OBJETIVO: as atividades de leitura e escrita de listas possibilitam que os alfabetizandos pensem sobre o que e quantas letras usar, a formação de sílabas e palavras, bem como promove o conflito cognitivo, quando os eles compararam as suas hipóteses conceituais de escrita com a grafia convencional das palavras. Favorece o desenvolvimento da base alfabética e ortográfica, principalmente por tratar-se de um texto de estrutura simples e de fácil compreensão. CARACTERÍSTICAS DAS AVES COMO É O SEU CORPO? COMO SE ALIMENTA? ONDE VIVEM? MENOR AVE DO MUNDO MAIOR AVE DO MUNDO DESENHO Confeccionar, em papel metro ou cartolina, um painel com as características das aves. Cada equipe ficará responsável por escrever a resposta de cada item, assim como pintar e colar no painel um desenho de uma ave. Exemplo: CARACTERÍSTICAS DAS AVES COMO É O SEU CORPO? (equipe 1) COMO SE ALIMENTA? (equipe 2) ONDE VIVEM? (equipe 3) MENOR AVE DO MUNDO (equipe 4) MAIOR AVE DO MUNDO (equipe 5) DESENHO EXPLORANDO TEMA TRANSVERSAL: MEIO AMBIENTE Vocês sabem o que significa a palavra EXTINÇÃO? Extinção significa acabar. Então, o que quer dizer a frase: as aves ameaçadas de extinção? Vocês conhecem alguma? Por que vocês acham que elas estão sendo ameaçadas de extinção? Quem e por que estão acabando com as aves? Apartir dos conhecimentos prévios dos alfabetizandos, abordar o tema em questão. Vamos conhecer algumas delas? Se possível, mostrar figuras das aves e depois escrever os seus nomes na lousa. Pedir que aos alfabetizandos que identifiquem os nomes das aves através das figuras ou escrever os nomes na lousa e pedir que eles identifiquem onde estão escritos. Propor a construção de um painel com os nomes das aves que estão sendo ameaçadas de extinção e com um pequeno texto (escrita coletiva) sobre o tema abordado. - A escrita do texto deverá ser feita primeiramente na lousa pelo professor, que será o escriba. Os alfabetizandos deverão transcrever no caderno o texto. Em seguida, transcrito para o painel por um deles. Cruzadinha com os nomes das aves que estão em extinção. ARARAJUBA COCORUTA GALITO COPERETE RABUDINHO SOLDADINHO
Não-alfabéticos: COCORUTA RABUDINHO SOLDADINHO COPERETE GALITO ARARAJUBA Alfabéticos: CONCLUSÃO: O conjunto de atividades que ora se apresenta, são sugestões que poderão auxiliar o/a professor/a na prepararão das situações didáticas e de aprendizagem. É preciso, portanto, que ele/a escolha e adapte-as conforme os diferentes contextos. As atividades deverão ser desenvolvidas em vários dias, em diferentes situações, cuidadosamente, para que os/as alfabetizandos/as consigam realizar uma aprendizagem significativa, sem distorções nem conceitos mal construídos. NOTA O presente texto tem o objetivo de subsidiar os/as professores/as alfabetizadores/as na compreensão dos processos que estão envolvidos na aquisição do sistema de escrita alfabética, da leitura, da produção de texto e do desenvolvimento da oralidade.Fonte Mais pato de Vinicius: AQUI