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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sábado, setembro 16, 2017

Cantinho da leitura>Dicas>Introdução aos gêneros literários e afins>Projeto Estímulo à leitura>16/09/2017

“Estimular a leitura pelo prazer literário, ou seja, permitir que o aluno jogue, fabule, imagine, invente, desenhe, represente, cante. 
Tudo isso é da mesma natureza que o prazer pela leitura.” 
José Rufino dos Santos

Em Nome da Leitura
Livro nosso,
que estais em nossas mãos,
Abençoada seja a vossa leitura,
Venha a nós a vossa magia,
Sede lido por muitas pessoas,
Na rua, no transporte, em casa,
Nas escolas, presídios e feiras...

A leitura nossa de cada dia
nos dai hoje,
Perdoai aqueles que não lêem,
Fazei-os ficar encantados
e contar o que leram,
Assim como doarem livros para
que todos possam ler.

Deixai-nos sempre cair em 
tentação por livros como:
Romances, contos, poemas,
mitos e outros...
Ensinai a todos o caminho
de livrarias e bibliotecas,
Onde a leitura ajudará a construir
um mundo melhor para sempre.
Amém. 
(autor desconhecido)

Dicas para incentivo à leitura
Vendo ideias de decoração para cantinhos de leituras lembrei-me de minha oficina de leitura.

 PROJETO ESTÍMULO Á LEITURA


Fazer este cantinho na sala de aula é um recurso bem utilizado pelos professores do Fund.I.  Enfeitar  este local para estimular a criança é uma boa estratégia. 
Chamar a atenção,para que venham espontaneamente, e consequentemente, pegar uma obra literária por prazer e curiosidade.
Para os que já estão alfabetizados é interessante fazer a propaganda das histórias.
Assim estarão também preparando-os para que no futuro visitem a biblioteca, adquiram livros próprios,etc.
Nas bibliotecas  existem  (ou deveriam existir) as fichas por ordem alfabética e ou por gênero literário.
Trabalhei com esta OFICINA atendendo alunos dos 6º s anos. ( 2005 a 2010 )
Escola Estadual Coronel Casimiro Osório
Itajubá-MG
Deixo algumas fotos, que ainda encontrei em meus arquivos.
São livros destinados a esta faixa etária.Porém as fotos lhes darão "ideias".
É um grande estímulos para os leitores iniciantes...
Eu colocava palavras chamativas. No caso desta foto eram livros de suspense. Utilizei folhas decoradas de arquivos. Os alunos adoravam. Pediam folhas para mim....Inventei os concursos...Quem ler e fizer "resenha" ganha uma folha.... As ideias surgiam assim....Transformou-se em concursos...E por aí a fora...



Com caixas decoradas podemos selecionar pequenas leituras e ou histórias.
Cantinho de leitura não é exclusivo de livros.

Nesta caixinha continha fichas por ordem de gêneros literários.
Exemplo: Aventura
Todos os títulos deste gênero.
Cada livro uma ficha com sua "resenha"
ou "propaganda da história"
Até gravurinhas dos livros eu colava.
O aluno pegava a ficha,lia, se interessasse,pegava na estante dos livros,ou na caixa,como a foto acima (de folclore).






Receita de uma boa leitora e escritora
• 1 menina interessada nos livros dos irmãos.
• 3 irmãos leitores de contos infantis e gibis.
• 1 professora de 1ª série.
• Pais preocupados com a alfabetização dos filhos.
• 6 livros infantis.
• 4 gibis.
Modo de fazer
1) Coloque 1 menina junto aos irmãos em 1 quarto ou sala silenciosa e junte os 6 livros e 4 gibis (variados) todos os dias, em um horário determinado, de preferência antes do jantar.
2) Verifique se os pais estão atendendo às expectativas e necessidades da menina com compreensão, atenção e carinho.
3) Matricular a menina na 1ª série. Na 1ª série a menina deve encontrar 1 professora, que possibilite que ela continue lendo os livros e os gibis.
4) Depois de alfabetizada e com muito interesse, a menina torna-se uma boa leitora e escritora.
Professora Liria Maria


Colegas que por aqui passam:
Deixo minhas singelas experiências,que foram especiais.
Alunos do início do fundamental II, com defasagens, com leitura sem fluência,ou domínio mínimo.
O projeto surgiu exatamente da necessidade de ampará-los extra-classe.
Foi um casamento entre profissionais, no caso, eu,que estava fora de classe, e as professoras de Língua Portuguesa dos 6ºs anos. Foi tanto sucesso que os demais professores de 7º, 8º e 9º anos também queriam. Se eu tivesse tempo,atendia a todos.( por um tempo ajudei os 7ºs anos)...Depois fui para a sala do Tempo Integral.Trabalhava linguagem com estes alunos  defasados. Dentro desta "Linguagem" a interdisciplinaridade era positiva. As artes se agregavam aos conteúdos .

Minha sugestão para o fundamental I é explorar mais as possibilidades dos "cantinhos de leitura".
Colocar almofadas, decoração,tapetes e livrinhos abertos é importante. E por que não pequenos textos,colocando frases curiosas sobre tal historinha?
Gêneros literários x cantinho de leitura.
Fica a dica!

Palco da sala
Tempo Integral
Para apresentações literárias
As latas são de tinta com cimento  e cabo de vassoura
Foram pintadas pelos alunos.



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sábado, outubro 13, 2012

Hábito saudável de leitura>Estratégias de leitura> 13/10/12

Estratégias de Leitura

Autor :Maria Núbia Pessoa  
■ Conhecer as estratégias que as crianças usam para ler;
■Identificar as preferências das crianças pelos livros e revistas;
■Ler e interpretar textos e imagens;
■Identificar informações na capa do livro;
■Elaborar desenhos.
Duração das atividades
3 aulas
 Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Leitura e escrita.
Estratégias e recursos da aula
1º MOMENTO:
O professor organiza uma roda de leitura expondo alguns livros infantis de diferentes gêneros para as crianças folhearem, observarem as imagens e lerem
A exploração dos livros possibilita as crianças usarem seus conhecimentos prévios, antecipando informações relacionadas ao texto/história. Para isso, o professor deverá questionar:
■Qual a história que esse livro conta?
■Quais os personagens dessa história?
■O que será que irá acontecer?
Enquanto as crianças exploram os livros o professor deverá observar e anotar as estratégias que elas usam para ler; os livros pelos quais elas demonstram ter preferências.
O professor poderá ler uma história ou solicitar que uma criança leia/conte a história para os colegas.
O Professor explora a capa do livro com as crianças, orientando-as a buscar informações na capa do livro escolhido, por exemplo:
O que costuma ter na capa de um livro?
Quais as imagens que aparecem na capa?
 Qual o nome do autor?
 Qual o título dessa história?
 Depois o professor anota as respostas dos alunos e solicita o desenho de uma das histórias lidas.
2º MOMENTO:
O professor escolhe a letra de uma música para trabalhar com as crinças, faz a leitura da música, conversa sobre a música levantando algumas questões como:
Alguém conhece esta música?
De que a música fala?
Quem sabe cantar?
Em seguida, o professor sugere que as crianças façam a leitura (pseudoleitura) da letra da música.
Para isso, as crianças recebem uma cópia da letra da música e acompanha a leitura do professor. Logo depois, o professor coloca o cd de aúdio para tocar possibilitando a escuta da música a todos.
Desse modo, as crianças irão lendo o texto que têm em mãos, repetir trechos que sabem de cor. Depois o professor poderá desenvolver uma atividade em que as crianças poderão fazer uso de estratégias de leitura .
Por exemplo, as crianças irão realizar uma atividade escrita, completar as frases com as palavras da música, podendo utilizar o banco de dados que se encontra no final da tarefa impresa. Segue um exemplo de atividade escrita



3º MOMENTO:
Em um outro momento o professor levará as crianças à biblioteca sugerindo a leitura/manuseio de algumas obras do escritor, sugerimos obras do escritor Ziraldo.
É de fundamental importância que o professor crie encaminhamentos para que as crianças possam sentir-se leitoras das obras citadas, apresentando os elementos necessários para que façamos a leitura de algo escrito, no caso, livros.
Como por exemplo: nome do autor, ilustração, título e imagem que define a capa.
A oportunidade de ler diferentes portadores de textos permite que a criança crie suas próprias estratégias de leitura.
Desse modo, numa atividade de leitura de livros a criança faz uso das seguintes estratégias: antecipação (quando ao ver a capa/título ela já condições de dizer do que trata o livro); inferência (quando a criança consegue retirar sentido/significado que não está direta no texto/imagem); decodificação (quando a criança consegue realizar a leitura de algumas palavras/textos); interpretação (quando a criança consegue atribuir sentido e significado àquilo que ler).
Como forma de síntese desta aula, sugerimos a realização da seguinte atividade:








4º MOMENTO:
O professor continuará a aula propondo um caça ao tesouro, no qual as crianças irão seguir as pistas indicadas no mapa do tesouro, construído previamente pelo grupo de crianças e professor. O mapa conduzirá o grupo de crianças a encontrar um baú de livros/com obras do escritor Ziraldo.
As pistas deverão fazer referência aos livros lidos.
Recursos Complementares
Sugestões de textos e vídeos para o professor.
Sugerimos que o professor possa consultar obras de Ziraldo, como:
■Dez amigos;
■O joelho juvenal;
■Pelegrino e Petrônio;
■Rolim;
■Sorriso chamado Luiz;
■Dodó;
■Flicts.
Sugerimos também visitar o site oficial do Ziraldo, no link abaixo:
Avaliação
Avaliação acontecerá durantea realização da aula, o professor irá observar e registrar a participação e envolvimento das crianças durante as atividades propostas







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Hábito saudável da leitura> Capas de livros>Jogos> 13/10/12

Alfabetização - Jogos com Títulos de Livros



Alfabetização e Letramento de mãos dadas em atividades de leitura e escrita:



A leitura de capa não deve representar um fim em si mesma, pois a intenção desse tipo de atividade é promover a leitura de uma obra, na sua totalidade, despertando a atenção dos alunos para os livros.
 Trata-se de um momento de pré-leitura, em relação ao texto literário, que mobiliza o conhecimento variado da criança sobre o tema, gêneros narrativos, personagens, autores, etc.
Por esta razão, estas estratégias para enredar o leitor na história só funcionam realmente se a professora ou o mediador de leitura possuir os livros em mãos — contrariamente, torna-se apenas uma seqüência didática destituída de qualquer significado na experiência infantil, servindo como um protocolo errôneo e banal.
Embora apresentadas como um jogo com títulos, as atividades visam a aprendizagem de estratégias de leitura e a verificação das habilidades desenvolvidas pelos alunos.
Trabalha-se, dessa maneira, simultaneamente com conteúdos conceituais (como noções sobre as categorias da narrativa), conteúdos procedimentais (usar competentemente estratégias para produção de sentido) e conteúdos atitudinais (ler e posicionar-se criticamente frente aos indicadores de suporte, avaliar escolhas, etc.).
Seguindo os PCNs, estas são atividades de Linguagem Escrita - Leitura que vamos mesclar, em algumas das sugestões, com o processo de aquisição da escrita alfabética por parte dos alunos.
 São também, em algumas oportunidades, atividades de Linguagem Escrita - Produção de Textos.

Recursos materiais — Para a apresentação das capas, é possível reproduzi-las em transparência para projeção*;
OU reduzir e imprimir as capas em uma folha-tarefa para ser entregue a cada aluno;
OU ampliá-las em papel resistente, como um cartaz...
Mas, se você não conta com recursos para esse tipo de produção de materiais didáticos, vale lembrar que: uma folha de papel dobrada, que esconda o título, também pode ajudar.
Conforme o tipo de atividade (ver mais abaixo), os títulos podem também ser apresentados de diferentes maneiras: oralmente, escrevendo na lousa, produzindo cartões com os títulos escritos...

Onde foram parar os títulos?
Inicialmente, podemos expor o conjunto de capas às crianças e deixar que comentem de modo bastante livre.
É necessário saber ouvir essas falas sobrepostas e entrecortadas de descobertas, com atenção a tudo o que diz respeito ao tema/personagem comum aos livros, às predições sobre o conteúdo das obras, à ausência do título.
O passo seguinte é a sistematização da "primeira leitura", realizada de forma imediata, espontânea e aleatória, com a professora organizando os turnos de fala de suas crianças, com perguntas que perfaçam um encadeamento lógico, unindo os diversos fragmentos dos comentários.
De algum modo, É necessário chegar a certos denominadores comuns, através da negociação de sentidos que pode ser feita entre alunos e professora, ou criança a criança.
Tudo o que se refere à predição de conteúdos dos livros (o que irá acontecer em cada uma das histórias) não é relevante, pois entrelaça uma forte carga de imaginação à capacidade leitora.
Ao final, é preciso questionar a ausência dos títulos e quais seriam eles, no caso de cada livro, em particular. OBS. Se as crianças notam a falta dos títulos, isto é apenas uma constatação que tem, por pano de fundo, o conhecimento prévio de que todos os livros, modernamente impressos, possuem um nome em sua capa. Se é a professora quem precisa apontar que o título não aparece estampado, talvez, esteja ensinando algo ou fazendo aquela criança mais desatenta acordar ;-)

Um título para cada obra
A professora ou o mediador de leitura deve dispor dos títulos para seus alunos: esta é a única regra.
Porém, as possibilidades aqui se abrem, conforme a etapa da aprendizagem que suas crianças atravessam. Ainda elaboram hipóteses sobre o universo das palavras, desenvolvem uma escrita silábico-alfabética, ou necessitam de um reforço para a correção ortográfica?
As atividades subseqüentes podem ser apenas (1) de leitura, (2) leitura e cópia do título, (3) leitura e produção de texto (novo título).

Jogo com Título 1 — Com capas reproduzidas em tamanho grande e os títulos em cartões, pedir às crianças que escolham o título apropriado para cada capa.
Em grupo, esta atividade considera a leitura coletiva e a produção/negociação de sentidos para atribuir a cada obra, um título pertinente.
A função do professor não é corrigir as escolhas equivocadas, nem ficar apenas dando parabéns para os acertos.
 O que vale é pedir que os alunos justifiquem suas escolhas, a partir da leitura que fazem da ilustração.
 É possível exercitar, nesta experiência, desde a simples verificação de correspondências palavra/imagem, bem como recuperar elos de coerência entre o verbal e visual.












 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 


Os títulos podem ser apresentados/distribuídos, de momento a momento.
Se empregar esta metodologia, a atividade vai sendo ampliada, quanto às sucessivas revisões que as próprias crianças vão realizando conforme recebem um novo título (que talvez venha a se encaixar melhor neste ou naquele livro, anteriormente já batizado).
Neste processo, a reformulação de hipóteses torna-se um aprendizado.



Jogo com Título 2 — Depois de mostrar as capas ampliadas, uma folha-tarefa é distribuída para cada aluno.
Na página impressa, o enunciado do exercício solicita à criança que leia os títulos apresentados em uma lista e os transcreva (copie) em cima das capas dos livros que "vê abaixo".
A leitura dos títulos pode ser silenciosa e a folha-tarefa servir como um diagnóstico para a professora verificar a competência leitora de seus alunos: o processo de decodificação, a cópia atenta, a compreensão do enunciado, à atribuição de sentido (ao juntar título e capa).
O ditado de todos os títulos é uma variação que possibilita averigüar a escrita ortográfica, ou mesmo em uma etapa anterior de aprendizagem, as dificuldades de correspondência fonema-grafema no momento de registro.

Jogo com Título 3 — A recolocação dos títulos nos livros é feita de modo coletivo, mas... de repente, fica um livro sem título!
 Oralmente, as crianças podem dar suas sugestões (sempre acompanhadas de alguma justificativa). Já entramos em uma atividade de leitura, acompanhada de produção de texto, pois a elaboração de um título implica na síntese dos vários sentidos que são recuperados pela leitura da imagem, em exercício de coerência (parte pelo todo).
As seis capas foram projetadas em uma tela e, na lousa, foram escritos os títulos:
Banho!
Com a maré e o sonho
Noel
O barco
Quando chove a cântaros
Um rio de muitas cores





 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Melhor ainda se o "livro sem título" for o escolhido para a leitura compartilhada, pois elaborações mais complexas e sugestivas podem acontecer após o conhecimento integral da história.
Neste caso e muito mais, estaremos trabalhando com a capacidade de síntese das crianças, pois não se trata apenas da leitura da imagem da capa, mas de reduzir todo um enredo a um título.
Não se trata, porém, de uma atividade tão simples, se levamos em consideração que o título deve ser capaz de despertar o interesse dos leitores, funcionando como um chamariz...
A linguagem e escolha lexical devem ultrapassar o limite da referencialidade imediata, revelando uma compreensão mais elaborada (ou sutil) sobre a narrativa lida.
Se forem escolhidos e registrados títulos antes da leitura do livro, pode ser feita mais uma atividade de revisão/mudança dos títulos apontados pelas crianças.
E, após, tudo isso, comparar o título dado pelo autor/editora.
A análise que pode surgir daí diz respeito a escolha de palavras e a ênfase que é dada a um aspecto da narrativa — investigar e inventariar os diferentes sentidos que um título pode adquirir é realizar uma atividade de epilinguagem.
Fonte: Dobras de Leitura









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sexta-feira, outubro 12, 2012

Hábito saudável da leitura>Resenha>Filmes>Livros>12/10/12

O gênero textual Resenha

Esta aula tem o objetivo de fazer o aluno conhecer o gênero textual “resenha” tanto nas habilidades de leitura quanto na de produção.
Duração das atividades
5 aulas, aproximadamente.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
O aluno já deve possuir habilidades básicas de leitura e escrita.
Estratégias e recursos da aula
Etapa 1:
A) Antes de iniciar a aula, pergunte aos alunos se eles têm o costume de assistir a filmes.
Logo após, solicite a alguns deles que falem sobre qual o critério que utilizam para escolher um filme em uma locadora, por exemplo.
B) Depois desta breve conversa, entregue a cada aluno um xerox dos seguintes textos:

TEXTO 1:
Um Faz de Conta que Acontece
A Disney financiou um filme que trás uma idéia legal.
Ela é sobre um sujeito que conta histórias de ninar para os seus sobrinhos.
Só que todos os detalhes acrescentados pelas duas crianças se tornam realidade.
Mas aí vem aquela velha questão de que nem toda boa idéia no papel é bem planejada quando encenada para os cinemas.
É bem o caso de “Um Faz de Conta que Acontece”, que ainda sai no prejuízo por ter tido o seu lançamento bem próximo a “Coração de Tinta”, uma aventura infinitamente superior que apresenta um argumento um pouco parecido.
O contador de histórias é Adam Sandler, que tem o conhecido cargo de quebra-galho em um luxuoso hotel que foi construído pelo seu próprio pai (participação especial de Jonathan Pryce, que também se apresenta como narrador no início e fim do filme).
Acontece que não é ele que gerencia o prédio, pois o seu pai, antes de falecer, teve que assinar um contrato para que o local não afundasse em dívidas.
Assim, tudo fica no controle de Barry (Richard Griffiths), cuja famosa filha Violet (Teresa Palmer) tem um relacionamento com o audacioso Kendall (Guy Pearce).
As coisas mudam para ele quando sua irmã (Courteney Cox) está com o seu casamento desfeito e deixa aos seus cuidados seus dois filhos Patrick (Jonathan Morgan Heit) e Bobbi (Laura Ann Kesling) quando tenta conseguir um emprego em outra cidade.
O restante bate com a boa idéia descrita no primeiro parágrafo.
Elogiado em 2007 pela sua refilmagem de “Hairspray – Em Busca da Fama”, Adam Sharkman, que também é coreógrafo, realiza um trabalho fraco em “Um Faz de Conta que Acontece”.
Para esta realização que está voltada tanto para o público infantil quanto para o adulto o que é feito é um trabalho nada encantador ou mesmo engraçado. Adam Sandler, que quando quer consegue ser um bom comediante e um intérprete sério, não ajuda como protagonista.
A forma extravagante como lida com caretas, como na sequência onde tem a sua língua picada por uma abelha, é muito sem graça.
O que mantem o espectador antenado até os créditos finais são as presenças de Keri Russell, Courteney Cox e sobretudo Guy Pearce, divertido em rara interpretação caricata.
Título Original: Bedtime Stories
Ano de Produção: 2008
Direção: Adam Sharkman
Elenco: Adam Sandler, Keri Russell, Guy Pearce, Teresa Palmer, Richard Griffiths, Jonathan Morgan Heit, Laura Ann Kesling, Russell Brand, Courteney Cox e Jonathan Pryce.
Nota: 4.0

TEXTO 2
A Era do Gelo 3
Considerando que a alcunha “filme do ano” deve ser dada para filmes após a cerimônia de entrega do Oscar, já afirmo que o brasileiro Carlos Saldanha trouxe ao público, com “A Era do Gelo 3″, um dos primeiros “filmes do ano” de 2009.
É fato que a produção começa meio modorrenta, em ritmo bem lento, mas isso acaba criando uma espécie de “prólogo-anticlímax” surpreendentemente eficiente: o que vem a seguir é adrenalina pura, com poder para atingir adultos e crianças com muitos risos, emoção e boa história.
Um personagem novo e uma ambientação renovada entram na história para que isso aconteça — e mais não conto.
Scratch, claro, está lá roubando todas as cenas, mas desta vez a coisa é mais série: Scratina traz ainda mais tempero à trama do esquilo (ou sei lá que bicho ele seja) em sua busca pela noz (ou será avelã ?).
O desenvolvimento das cenas do casal formam algumas das sequências mais deliciosas da tela grande dos últimos anos. Vi a versão (muito bem) dublada em 3D, o que dá ainda mais emoção ao filme. Não perca!
C) Após entregar os textos, peça aos alunos que leiam silenciosamente cada um deles.
D) Em seguida, faça uma leitura em voz alta com seus alunos. Peça que cada um leia um trecho do texto oralmente.
E) Depois da leitura oral, pergunte aos alunos se gostaram dos textos e se o que leram despertou neles o interesse de assistir aos filmes.
Etapa 2:
A) Entregue aos alunos um xerox das atividades propostas abaixo:
EXERCÍCIOS
1) Sobre o texto 1, responda:
a) Sobre o que trata o texto?
b) Qual é o conflito apresentado no filme?
c) Para que público esse filme é dirigido?
d) Há alguma opinião do autor em relação ao filme?
e) Pela crítica do filme, você o assistiria?
2) Sobre o texto 2, responda:
a) Qual assunto tratado pelo texto?
b) Há alguma opinião do autor?
c) O filme apresentado se dirige a que público?
d) Você o assistiria?
e) Compare brevemente o texto 1 com o texto
2. O que há de comum entre eles? E de diferente?
B) Após entregar os exercícios aos alunos, leia as propostas de atividade em voz alta.
C) Peça aos alunos que façam os exercícios individualmente, no caderno.
D) Dado um tempo para a realização das atividades, corrija os exercícios em sala de aula.
E) Ao final da correção, pergunte aos alunos se, após a leitura do texto, é possível concluir que ambos fazem uma crítica aos filmes apresentados.
Etapa 3:
A) Após as discussões com base nos exercícios propostos, pergunte aos alunos se eles sabem a qual gênero pertencem os textos lidos.
B) Identifique com eles, as características comuns entre os dois textos.
C) Conceitue o que é “resenha”.
D) Passe no quadro o seguinte conceito:

A resenha é um gênero textual em que se propõe a construção de relações entre as propriedades de um objeto analisado, descrevendo-o e enumerando aspectos considerados relevantes sobre ele.
No jornalismo, é utilizado como forma de prestação de serviço.
É texto de origem opinativa e, portanto, reúne comentários de origem pessoal e julgamentos do resenhador sobre o valor do que é analisado.

O objeto resenhado pode ser de qualquer natureza: um romance, um filme, um álbum, uma peça de teatro ou mesmo um jogo de futebol.
Uma resenha pode ser "descritiva" e/ou "crítica".
Resenha é um texto que serve para apresentar outro (texto-base), desconhecido do leitor.
Para bem apresentá-lo, é necessário além de dar uma ideia resumida dos assuntos tratados, apresentar o maior número de informações sobre o trabalho: fatores que, ao lado de uma abordagem crítica e de relações intertextuais, darão ao leitor os requisitos mínimos para que ele se oriente quanto ao grau de interesse do texto-base.
E) Dê um tempo para os alunos copiarem a definição.
F) Em seguida, leia o conceito de resenha em voz alta e explique o que o é o gênero.
G) Neste momento é importante que se diferencie resenha e resumo. Explique aos alunos que o resumo não apresenta uma crítica, uma opinião, ao contrário da resenha.
H) Pergunte aos alunos se compreenderam e esclareça possíveis dúvidas.
Etapa 4:
A) Para reforçar a diferença entre resumo e resenha, entregue aos alunos os seguintes textos:
TEXTO 1:
Sinopse de Crepúsculo
A história de Crepúsculo é sobre Bella Swan, uma adolescente que nunca se deu bem com as outras garotas e, depois que a mãe se casa novam ente, se muda da ensolarada Phoenix para a chuvosa cidade de Forks para viver com o pai. Lá, ela começa a viver um romance com o misterioso Edward Cullen, que faz parte de uma família de vampiros. Assim como os outros de sua espécie, Edward é extremamente forte e rápido, e também não envelhece. Porém, sua família se diferencia dos outros vampiros por não beberem sangue humano. Apesar do que sentem um pelo outro, Bella e Edward tentam se afastar, para que ele não ceda ao desejo de beber o sangue dela. Mas as coisas começam a piorar para os dois quando um grupo de vampiros inimigos da família de Edward chegam à cidade procurando por Bella.

TEXTO 2
CrepúsculoAngélica Bito
Crepúsculo é o mais recente fenômeno entre a garotada.
Tendo custado US$ 37 milhões, rendeu mais de US$ 145 milhões ao redor do planeta em duas semanas nos cinemas.
Baseado no best seller homônimo de Stephenie Meyer, o filme reúne elementos que atraem em cheio os espectadores mais jovens: romance e fantasia, além de toques de suspense.
A matemática está completa e temos aqui um fenômeno cinematográfico que já tem frutos prometidos: Lua Nova será lançado em 2010. Dirigido por Catherine Hardwicke ( Os Reis de Dogtown ) – que já está fora da continuação -, Crepúsculo acompanha o romance entre Bella (Kristen Stewart, de Na Natureza Selvagem ) e Edward (Robert Pattinson, de Harry Potter e o Cálice de Fogo ).
Um romance adolescente – já complicado por definição - que ganha toques de dramaticidade por conta dele ser um vampiro.
Tudo ocorre na minúscula e chuvosa cidade de Forks, no Estado norte-americano de Washington, para onde ela se muda para morar com o pai (Billy Burke).
O tempo sempre nebuloso é terreno perfeito para que os vampiros Cullen, possam viver, incluindo Edward.
Quando Bella se muda para lá, a atração entre os protagonistas é inevitável. Edward é mais ou menos tudo que uma garota sonha (num mundo fantasioso, evidentemente): lindo, protege Bella e ainda tem superpoderes.
Deve ser por isso que ele é capaz de arrancar suspiros não somente da protagonista, mas da platéia feminina também. Tem esse detalhe dele sempre ter de resistir a sugar todo o sangue da amada, mas isso é mero detalhe que Bella tenta superar.
Por isso, existe essa tensão entre os dois que nunca passa. Ao mesmo tempo em que respondem a instintos primitivos relacionados ao amor e ficarem juntos para sempre, Edward tem de superar seus próprios desejos vampirescos e não devorar sua amada. Literalmente.
O conflito é transformado em tensão, sofrimento, dor e tudo isso que o amor provoca, mesmo nos seres humanos normais que não brilham como diamantes sob o sol como os vampiros.
Crepúsculo é o tipo de filme que funciona muito bem junto aos espectadores que embarcam em sua viagem.
As cenas nas quais Edward mostra toda a sua força e velocidade típicas de sua espécie são impressionantes, principalmente quando ele praticamente flutua pelas paisagens geladas das florestas que circundam a cidade de Forks. Pattinson (que disputou o papel com outros cinco mil atores) e Kristen estão bem nos seus papéis, representando dignamente essa tensão do amor tão dificultado por seus próprios instintos, mas impossível de não ser experimentado pelos personagens.
A fotografia gelada, numa ambientação sempre chuvosa, dá o ar sombrio que a história precisa. Mas algo incomoda em Crepúsculo : a trilha sonora.
 Essa já cansativa mania dos produtores de Hollywood de utilizarem a música exageradamente para sublinhar sentimentos e momentos de tensão.
O final do longa é aberto, evidentemente, já pedindo uma continuação e atiçando o espectador que volte aos cinemas em 2010. A franquia agradece.
http://br.cine ma.yahoo.com/filme/15357/critica/10081/crepusculo
Avaliação
Produção de uma resenha sobre um filme assistido em sala de aula.
A) Alugue o DVD do filme Crepúsculo e leve para a escola.
B) Leve os alunos para a sala de vídeo.
C) Informe a eles que assistirão ao filme Crepúsculo e que em seguida farão uma resenha crítica sobre o filme.
D) Para isso, peça aos alunos que ENQUANTO ASSISTEM AO FILME, FAÇAM ANOTAÇÕES, ou seja, as anotações serão feitas durante o filme, para produzir o texto depois.
E) Após assistir ao filme, volte para a sala de aula e peça aos alunos que escrevam; que se imaginem críticos de cinema e que produzam uma resenha sobre o filme.
F) Esta atividade deve ser feita individualmente, em uma folha separada e recolhida após o término.

Obs do Linguagem:
Aula sugerida para ano inicial fundamental...Crepúsculo?
Porém como  a metodologia é interessante,resolvi publicar, como base para elaboração de resenhas de livros e outros filmes.


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Hábito saudável da leitura > +aulas sugestivas> Capas de livros>Resenhas> 12/10/12

A exploração das capas de livros e revistas:
elementos de “entrada” para a
compreensão dos textos que veiculam.


Autor :Grazielle Tomaz de Almeida
Aprender que as capas de livros e revistas apresentam elementos importantes para a compreensão dos textos que estes suportes veiculam;
Comparar e perceber as diferenças e semelhanças de capas de suportes diversos.
Duração das atividades
aproximadamente 4 aulas de 40 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Exploração de recursos e estratégias para compreensão do funcionamento da escrita alfabética.
Estratégias e recursos da aula
Esta proposta visa orientar experiências que levem os aprendizes a observar e a compreender que as informações contidas nas capas de livros e /ou revistas são fundamentais para a compreensão dos textos que veiculam.
Ressaltamos que o professor alfabetizador deve ser criterioso nas escolhas de suportes significativos para a formação de um leitor aprendiz.
É preciso considerar quais são as atitudes, experiências, ambientes e materiais mais favoráveis e em que aspectos contribuem para o bom desempenho da leitura.
1 – Observação
Objetivo: Orientar a observação das crianças quanto às finalidades das informações contidas nas capas de um livro.
O desenvolvimento desta atividade propõe uma observação da capa do livro didático utilizado pela turma.
Para tanto, inicialmente, levantaremos os conhecimentos prévios dos aprendizes.
Nesta observação, é importante que os alunos considerem e percebem a presença dos seguintes itens: título, ilustrações, editora, autor(a), série / seguimento de ensino, disciplina, se consumível ou não.
Orientações para a exploração da capa do Livro Didático:
a- Observação livre da capa;
Nesta observação livre a criança poderá observar autonomamente todas as informações.
Contudo, deve ser desafiada pelo professor a observar buscando informações importantes.
b- Apresentação coletiva dos itens e informações que as crianças devem observar: registre coletivamente no quadro/lousa os itens apresentados.
c- Com apoio de um outro livro didático (exemplo: matemática) oriente para que os alunos realizem uma observação estabelecendo um paralelo, que deve contemplar a identificação dos itens comuns presentes nas capas de todos os livros didáticos;
d- Identificados e compreendidos as funções de cada um dos itens, discutam sobre as funções e a necessidade e sobre a importância de uma capa.
e- Em uma folha cada criança deverá produzir uma nova capa para o livro didático observado. Além de todos os itens que compõem a capa os aprendizes deverão ser desafiados a produzir um novo título para o livro analisado.
2 – Leitura e compreensão do texto
Leve a turma à biblioteca e oriente a escolha de um livro.
 Para esta escolha teremos como “regra”, não abrir o livro.
Cada criança deverá escolher o livro apenas a partir das informações contidas na capa.
De volta à sala devem registrar no caderno:
a- Título;
b- Editora;
c- Autor(a);
d- Ilustrador(a);
e- Tipo de história que imagina encontrar;
f- Em que as informações da capa influenciaram na escolha;
g- Pausa para leitura do livro.
Com o desenvolvimento desta atividade podemos trabalhar e identificar a capacidade de antecipação de conteúdos, levantamento e posterior confirmação de hipóteses.
Trabalhamos também a capacidade de realização de inferências (ler nas entrelinhas).
DICA: esta atividade poderá ser desenvolvida com revistas (Recreio, Turma da Mônica, Super Interessante etc.), álbum de figurinhas e outros.
3 – Comparação entre suportes
As orientações a seguir visam facilitar o trabalho de identificação das finalidades da leitura a partir do conhecimento das características do suporte (livro ou revista) e das informações contidas na capa destes materiais.
Organize duplas de trabalho.
Para cada uma delas deixe disponíveis os suportes mencionados acima.
Nesta observação as duplas deverão registrar:


 
 
As duplas deverão receber e preencher uma ficha para cada suporte analisado.
Uma vez preenchidas as fichas, as duplas deverão listar os itens comuns às capas destes suportes e os que são específicos (como as revistas que possuem nº e valor pré-estabelecidos). Deverão ainda, registrar e justificar a importância de cada um destes itens.
4 – Imagens da capa
A imagem é um tipo de texto (não verbal) muito apreciado pelas crianças.
A exploração da relação imagem e texto escrito é um recurso importante no processo de alfabetização e letramento, principalmente por serem linguagens complementares na construção do sentido do texto.
A partir desta imagem as crianças deverão criar uma capa contendo todas as informações que a compõem.
Explicite que poderão criar a capa do suporte que desejarem.
Após o desenvolvimento da atividade, redistribua o material produzido entre os colegas de turma de modo que ninguém permaneça com o material de sua autoria.
Nesta atividade, a criança deverá preencher uma ficha similar a que foi utilizada na atividade anterior, porém devemos acrescentar um campo, no qual registrará se o colega esqueceu e /ou acrescentou um item inadequado.






desenvolvimento desta atividade é de cunho avaliativo, já que demanda uma autonomia de desenvolvimento, além de contemplar todos os itens trabalhados.
Dica: Você professor poderá selecionar uma das capas produzidas, de modo a identificar e avaliar coletivamente cada item contemplado, discutindo sobre algum aspecto que pode ter ficado “esquecido”.
Recursos Complementares
Verifique no endereço
 uma entrevista com a renomada pesquisadora Magda Soares.
Avaliação
Com as atividades propostas devemos observar se o grupo passou a compreender a importância e a função da capa de livros e revistas.
Será possível avaliar também se apreenderam que a finalidade deste componente do suporte (a capa) é trazer informações básicas quanto ao tema tratado, a autoria dos textos e imagens, edição, impressão e distribuição do material.
Por fim, será possível avaliar se o grupo compreendeu que a capa é o primeiro “elemento” de informação e comunicação com leitor a respeito do conteúdo interno do suporte.


APRENDENDO A LER CAPAS DOS LIVROS



Diferenciar a linguagem escrita da linguagem oral.
­- Aproximar os alunos de diferentes gêneros literários.
Duração das atividades
- 2 aula de 40 minutos.
 Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
- Esse tipo de exploração tem caráter introdutório ou de exploração inicial dos gêneros textuais em questão e nem sempre prescindem de conhecimento prévio.
É importante que a criança desenvolva a observação para as características exploradas.


Estratégias e recursos da aula
1) Professor, solicitar aos alunos que observem a capa do livro abaixo.
2) Fazer uma leitura, com os alunos, da capa do livro.



■­ Sobre o que você acha que o livro falará?
■­ Qual o título do livro? E onde o título está? Como você sabe que é o título?
■­ Qual o autor do livro? (Explicar o que é autor).
■­ Qual a editora do livro? (Explicar o que é editora)
■­ Para que servem as informações que aparecem na capa do livro? Todo livro apresenta essas informações? Pedir que observem outras capas de livros, buscando identificar as informações acima.
4) Professor, pedir aos alunos que listem quais são as diferenças que estão observando na capa do livro (crianças brancas, crianças negras, criança com deficiência, crianças de raças diferentes, etc.). Registre no quadro. Propor a leitura da lista.
5) Professor, ler a história abaixo:



ERA UMA VEZ UMA CIDADE QUE SE CHAMAVA PORCOLÂNDIA. LÁ MORAVAM MUITOS PORCOS ESPINHOS (1) .
ELES ESTAVAM COM UM PROBLEMA : QUANDO ESTAVA MUITO FRIO, QUERIAM FICAR JUNTINHOS, POR CAUSA DO CALOR DO CORPO, SÓ QUE SE ESPINHAVAM UNS AOS OUTROS. UM DIZIA ; ”-AI! SAI PARA LÁ…” OUTROS DIZIAM “- TOMA CUIDADO COM SEUS ESPINHOS, TÁ ME MACHUCANDO ESPINHUDO.” (2) ESPINHUDO ERA UM PORCO ESPINHO MUITO LEGAL! NÃO QUERIA MACHUCAR OS OUTROS! MAS COMO FAZER? ELE TAMBÉM TINHA ESPINHOS... (3)AÍ O ESPINHUDO PENSOU: ”- JÁ SEI! VAMOS FICAR BEM LONGE, ASSIM NINGUÉM SE MACHUCA! (4) AÍ ENTÃO, ARRUMARAM DOIS PROBLEMAS : FICARAM COM FRIO, E TODOS TINHAM QUE GRITAR PARA CONVERSAR.. ELES GRITAVAM : ”- EI, VOCÊ AÍ ! É.. É COM VOCÊ MESMO !!! TÁ OUVINDO ????
COMO RESOLVER? COMO FICAR PERTO, SEM ESPINHAR NINGUÉM E CONSEGUIR CONVERSAR? (5)
6) Professor, seguindo os números do texto, converse com os alunos:
• Perguntar às crianças se conhecem um porco espinho / o que é espinho. (1) [ “LÁ MORAVAM MUITOS PORCOS ESPINHOS” (1) ].
• Fazer essa vivência corporal com as crianças. Solicitar que elas fiquem bem próxima (agarradinhas) umas das outras. (2) [ “TOMA CUIDADO COM SEUS ESPINHOS, TÁ ME MACHUCANDO ESPINHUDO”. (2) ]. • Como elas se sentem?
• Perguntar as crianças qual a solução para esse problema. (3) [ ESPINHUDO ERA UM PORCO ESPINHO MUITO LEGAL! NÃO QUERIA MACHUCAR OS OUTROS! MAS COMO FAZER? ELE TAMBÉM TINHA ESPINHOS...(3) ].
• Perguntar as crianças como ajudar o Espinhudo. (5). [COMO RESOLVER? COMO FICAR PERTO, SEM ESPINHAR NINGUÉM E CONSEGUIR CONVERSAR? (5) ]
7) Professor, construir coletivamente a conclusão da “História do Porco Espinhudo”. (FICAR PRÓXIMO, RESPEITANDO OS ESPAÇOS E OS ESPINHOS DOS OUTROS, PERGUNTANDO: “- TÁ BOM AQUI?”)
8) Convidar os alunos a realizar um desenho livre sobre o tema abordado.
9) Expor no mural da sala de aula, em papel pardo, os desenhos. Colocar o título “SOMOS TODOS IGUAIS?”
10) Atividade de Para Casa:
A) A CAPA DO LIVRO TRAZ INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA OS LEITORES. NELA NÃO PODEM FALTAR: TÍTULO, AUTOR DO LIVRO, ILUSTRADOR (SE TIVER) E EDITORA.




COMPLETAR NO DESENHO ABAIXO AS INFORMAÇÕES QUE ESTÃO FALTANDO USANDO AS PALAVRAS:






B) CRIAR UMA HISTÓRIA, POR MEIO DE DESENHOS, PARA A CAPA DO LIVRO ACIMA.
Avaliação
- Verificar se os alunos conseguem identificar e “nomear” as informações apresentadas nas capas de livros.
A produção de um Livro
■Conhecer o processo de produção de um livro;
■Identificar mudanças e permanências no processo de criação/produção de circulação de livros;
■Colaborar com a produção de texto para o livro de uma turma.


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