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Aulas temáticas e literárias
Colaboração e Direitos

Comemoração
segunda-feira, novembro 10, 2025
O túnel>Percepção visual>Ponto de vista>Vamos brincar?> 10/11/2025
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terça-feira, setembro 30, 2025
Vamos balançar?>Estímulos coordenados>Noções espaciais> 30/09/2025
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terça-feira, setembro 02, 2025
Muito, muito longe>Estímulos divertido e fofos>02/09/2025
Foi exatamente essa ideia que o porquinho dessa divertida história teve. Só que, com ajuda de sua atenciosa mãe, ele percebe que ele precisa está bem ali, pertinho dela.
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quarta-feira, agosto 06, 2025
O caminho da formiga>Conceito de espaço e movimento>Contexto investigativo> 06/08/2025
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terça-feira, junho 03, 2025
O livro com um buraco>Noções espaciais>Brincando dentro e fora>Interação literária> 03/06/2025
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domingo, agosto 11, 2024
Aperte aqui>Atividades lúdicas>Onomatopeias>Estímulos literários>Descobertas>11/08/2024
A obra de Hervé Tullet foi produzida em 2010 e lida, a partir de comandos tão típicos de brincadeiras infantis, com as reações do leitor ao envolvê-lo com uma linguagem digital dentro de um objeto analógico.
O livro pede para que se clique e arraste o dedo de um canto a outro.
As imagens são minimalistas, possuem cores vibrantes e, de forma divertida, todo o livro vai também apresentando noções primárias de direção (esquerda e direita), quantidade, ordem e tamanho.
Neste livro engraçado de ler e brincar em família, tudo o que precisa é obedecer aos comandos. Fonte
Atividades sugeridas
Objetivos: Apresentação do livro interativo aperte aqui trabalhando cores, formas, tamanhos, lateralidade e imaginação das crianças: AQUI, AQUI
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segunda-feira, março 25, 2024
A escada>Atividade lúdica>Onomatopeias>Noções espaciais>Profissões>Hora da história> 25/03/2024
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terça-feira, fevereiro 21, 2023
A matemática no museu de artes>Conhecer o espaço escolar>A casa onde os sonhos se realizam>21/02/2023
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sexta-feira, janeiro 27, 2023
A pirilampeia e os dois meninos de Tatipuruna>Reconhecimento geográfico>Pontos de vista>Gênero argumentativo>27/01/2023
No planeta Tatipurum, dois meninos vivem em pontos extremos do lugar. Ambos acham que estão certos e que o outro é que vive de cabeça para baixo. Até surgir Pirilampeia, do planeta Pirilampeu, que abala a certeza dos garotos.
Pontos de vista
Propõe reflexões em torno de uma alfabetização cartográfica e histórica
Cabe destacar as linguagens cartográficas advindas do uso de instrumentos – planisfério e globo terrestre -, para construção de conceitos geográficos e desconstrução de concepções históricas. Tal trabalho oportunizou às crianças contarem suas experiências, seus entendimentos e suas dúvidas, por meio da provocação dos pesquisadores sobre como poderiam entender os lugares representados nos mapas a partir de diferentes pontos de vista. Com base nessas reflexões sobre o papel que a linguagem literária combinada a outras linguagens pode exercer, destacamos que tal procedimento metodológico auxiliou no processo de colocar em dúvida as certezas históricas sobre a representação geográfica do mundo nas superfícies plana e esférica. Fonte
Pontos de vista no dia-a-dia
Os dois meninos – Fulaninho e Sicraninho – viviam de dois lados opostos de Tatipurum, um planeta meio sem graça. Até que, depois de se cansar da mesma brincadeira, um deles resolveu falar:
Página 12: AQUI
Se observarmos nossa vida, vamos ver que analisamos o mundo sempre a partir da posição que ocupamos. Dessa posição, tenderemos a ver as coisas sempre do mesmo jeito, e essa forma de ver sempre nos parecerá a certa ou a melhor. Acontece que a natureza, as pessoas, as coisas criadas pelo homem, tudo tem muitos lados, ou ângulos, e eles não são forçosamente iguais.
Atividade sugerida:
Pense em uma paisagem de sua cidade:
a) O que você vê?
b) Você observa essa paisagem sempre de um mesmo ponto? (De sua casa, de uma ponte, do alto de uma colina, por exemplo?)
c) Você a vê sempre num mesmo horário? (Ao amanhecer, ao entardecer, ao meio-dia, à noite?)
d) O que essa paisagem tem de especial para você? Se você vê essa paisagem em horários diferentes e de variados lugares, você sabe que ela é diferente em cada situação. E, entre os vários ângulos e momentos dela, você vai preferir um. Outras pessoas podem olhar por outros ângulos essa mesma paisagem. Ela parecerá diferente e será apreciada de modo diferente também. Fonte
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