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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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segunda-feira, novembro 10, 2025

O túnel>Percepção visual>Ponto de vista>Vamos brincar?> 10/11/2025


Renata Bueno/Veridiana Scarpelli

Valendo-se da multiplicidade de ideias que nos vêm à mente quando pensamos na palavra “túnel”, a autora e a ilustradora apresentam ao leitor uma história divertida que trata da noção de perspectiva e ponto de vista. Por meio da ação, crianças exploram conhecimentos espaciais e possibilidades visuais. O projeto gráfico e as ilustrações permitem a interação num jogo lúdico que testa o olhar dos leitores. AQUI
Sobre a obra: AQUIAQUI
Ouvindo: AQUI

O livro paradidático “O Túnel”, escrito por Renata Bueno, ajudou a turma do Infantil III “B” a entender o conceito de perspectiva, a partir da história de dois irmãos que brincam no parque com um túnel, enquanto observam tudo e também são observados. 
Vistos de perto, de longe, de ponta-cabeça, de cima para baixo ou de baixo para cima, tanto as crianças quanto o túnel, tinham diversas formas, cores e tamanhos! Os alunos entenderam, a partir da leitura da obra, como os pontos de vista podem ser variados e a complexidade da realidade, sempre a depender de quem vê e de como vê. 
Explorando as páginas por ângulos distintos, trabalhando percepções visuais e de espaço e incentivando o apreço pela leitura, a atividade foi muito didática e proveitosa. AQUI

Atividade para bebês/túnel e bolinhas: AQUI
Aula: Brincadeiras e interações no túnel: AQUIAQUI

Renata Bueno: AQUI
O varal: AQUI
A balança: AQUI
Atividades lúdicas: AQUI
Narrativa visual: AQUI



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terça-feira, setembro 30, 2025

Vamos balançar?>Estímulos coordenados>Noções espaciais> 30/09/2025


Fernanda Oliveira/Canizales

“Me balança?” é um livro que necessariamente faz com que o leitor interaja de forma efetiva com o livro: fazendo o avião decolar, secando as roupas do varal ou fazendo sombra no olhinho do bebê... Um livro brinquedo de magia e do faz de conta. Para tornar essa interatividade ainda mais bacana, tem um vídeo da Fê Liz, autora do livro.

Ouvindo: AQUI
Cantando:
Confira como o Jacarelvis e seus amigos brincam e fazem uma divertida música ao balançar. AQUI
Corpo balançar: AQUI
Aulas: 
Segurar-se em corda e balançar: AQUI
Balançar ao som de músicas: AQUI
Benefícios de balançar: AQUI
Pequeno texto com interpretação: Bia e a balança: AQUI

Os objetivos de balançar incluem a estimulação do sistema vestibular (equilíbrio e percepção espacial), o desenvolvimento da coordenação motora e da consciência corporal, o aprimoramento da integração sensorial, a regulação emocional através do prazer e da calma, e o desenvolvimento de habilidades sociais como compartilhar e cooperarBalançar também ajuda a criança a entender conceitos de causa e efeito, aumenta a autoconfiança e a autonomia, e promove o desenvolvimento cognitivo e a atenção. 
Desenvolvimento Motor e Sensorial 
Estímulo ao sistema vestibular: 
O movimento repetitivo do balanço ativa o sistema vestibular, que é responsável pelo equilíbrio, pela orientação espacial e pelo controle corporal.
Coordenação motora e consciência corporal: 
O ato de balançar exige que o corpo trabalhe de forma integrada, ajustando força e ritmo para ganhar impulso, o que melhora a coordenação, o equilíbrio e a consciência corporal.
Integração sensorial: 
A atividade ajuda a criança a processar e organizar informações sensoriais do ambiente, como sons e movimentos, contribuindo para uma melhor integração sensorial.
Noção de causa e efeito: 
Ao perceber que seus próprios movimentos geram mais impulso e que o movimento para quando eles cessam, a criança desenvolve a compreensão de causa e efeito.
Desenvolvimento Emocional e Cognitivo
Prazer e regulação emocional: 
O movimento de balançar libera neurotransmissores que proporcionam uma sensação de prazer, acalmam e reduzem o estresse e a ansiedade. 
Autoconfiança e autonomia: 
A sensação de liberdade e a habilidade de controlar o movimento do balanço ajudam a construir a autoconfiança e a autonomia da criança, incentivando-a a enfrentar desafios. 
Desenvolvimento cognitivo e atenção: 
Estudos sugerem que o balanço pode ter um impacto positivo no desenvolvimento cognitivo, melhorando a atenção. 
Desenvolvimento Social 
Socialização: Brincar em um balanço, especialmente em um playground, ensina as crianças a compartilhar, cooperar, esperar a vez e interagir em grupo, desenvolvendo habilidades sociais importantes. Fonte: Google
Proposta Pedagógica: “Balançando nas Nuvens”

Objetivos de Aprendizagem
• Desenvolver a criatividade e a imaginação.
• Trabalhar a coordenação motora fina (corte, colagem, pintura, montagem).
• Ampliar a noção espacial (dentro/fora, cima/baixo, perto/longe).
• Estimular a expressão oral e narrativa.
• Promover a valorização da identidade da criança.

Materiais
• Caixa de sapato
• Papel colorido ou tinta guache azul
• Algodão (para as nuvens)
• Palitos de picolé
• Barbante ou lã
• Tesoura sem ponta
• Cola branca ou cola quente (com auxílio do adulto/professor)
• Foto da criança (sentada, para ser recortada e colada no balanço)
Etapas da Atividade
1. Roda de Conversa Inicial
• Mostrar imagens de balanços e perguntar:
• Quem já brincou de balanço?
• Como é a sensação de balançar?
• Onde podemos encontrar balanços?
• Relacionar a ideia de liberdade e imaginação: “E se pudéssemos balançar no céu, nas nuvens?”
2. Construção do Cenário
• Pintar ou forrar a caixa de azul.
• Colar algodão no fundo e nas laterais como nuvens.
• Fazer dois furos na parte superior da caixa para passar o barbante.
• Montar o assento com palitos de picolé colados.
3. Identidade e Pertencimento
• Entregar às crianças uma foto impressa delas mesmas (trazida de casa).
• Recortar e colar no assento do balanço.
• Cada criança se vê como protagonista do próprio brinquedo. Fonte: Educa Desafios
Aulas:
Balançar em redes: AQUI
Fazer filas para brincar no balanço: AQUI
Coordenação motora: AQUI
Corpo saudável: AQUI
Equilíbrio: AQUI
Noções espaciais: AQUI





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terça-feira, setembro 02, 2025

Muito, muito longe>Estímulos divertido e fofos>02/09/2025

 
John Segal

Que criança nunca pensou em empacotar suas coisas e sair de casa para ensinar uma lição aos pais?
Foi exatamente essa ideia que o porquinho dessa divertida história teve. Só que, com ajuda de sua atenciosa mãe, ele percebe que ele precisa está bem ali, pertinho dela.

Contadora fofa!
No vídeo de hoje, vamos contar a história do livro infantil "Muito, Muito Longe" de John Segal — uma jornada emocionante entre o filho porquinho e a mamãe porquinha que vai conquistar o coração dos pequenos (e dos grandinhos também!). AQUI
Aula: Trilha das posições: AQUI
Cantando: AQUI
O caranguejo sempre vem de longe: AQUI
Vou-me embora: AQUI
Perto e longe: AQUI
Brincadeira perto e longe: AQUI
Noções espaciais: AQUI
Bem lá no alto: AQUI
A escada: AQUI
O caminho da formiga: AQUI
Longe-perto: AQUI
Em cima daquela serra: AQUI
Rosa dos ventos: AQUI



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quarta-feira, agosto 06, 2025

O caminho da formiga>Conceito de espaço e movimento>Contexto investigativo> 06/08/2025

 

Marilia Pirillo


Para onde vai a formiga? Anda pra cá, anda pra lá, aparece e desaparece? 
Uma deliciosa aventura sobre o caminho da formiga, em um livro lúdico escrito e ilustrado por Marilia Pirillo.  AQUI
Conclusão do projeto Ler e Escrever: Fonte do Saber.
Encenação do livro da autora Marília Pirillo “O caminho da formiga”, AQUI

A caminhada da formiga: AQUI
Vida de formiga: AQUIAQUI
Contexto investigativo sobre formigas: AQUI

Como pode uma formiga tão pequenas ser tão forte? Ao se transformarem em formigas, o trio aprenderá sobre esse incrível trabalho em equipe e a misteriosa força das formigas. AQUI

Aula: Vida da formiga: AQUI, AQUI
A cigarra e a formiga: AQUIAQUI
O urso e a formiga: AQUI
A pomba e a formiga: AQUI
Contextos investigativos: AQUI




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terça-feira, junho 03, 2025

O livro com um buraco>Noções espaciais>Brincando dentro e fora>Interação literária> 03/06/2025

 
Herve Tullet/Emilio Fraia

O livro com um buraco tem, literalmente, um buraco no meio de suas páginas. Cada dupla traz uma ilustração, que, junto com um pequeno texto orientador, propõe alguma interação com o buraco. Assim, mais do que desenhar, pintar ou recortar, a proposta deste livro é envolver completamente o leitor na brincadeira – ou, melhor dizendo, no buraco: vale colocar o rosto, enfiar o braço, fazer dele uma cesta de basquete e tudo mais que a inventividade permitir.
Ouvindo: AQUI
Demonstrando: AQUIAQUI
Sugestão: AQUI

Cantando dentro e fora/Marcelo Serrado: AQUI
O sapinho sumido: AQUI
Parlenda dentro e fora: AQUI
Desenvolver as noções espaciais é muito importante para todas as crianças, por isso o Preguinho preparou um vídeo muito divertido com uma musiquinha linda especialmente para vocês. AQUI
Plano de aula: Brincando de dentro e fora: AQUI

Guido Van Genechten: AQUI
Que bicho será que fez o buraco?: AQUI
Angelo Machado: AQUI
Opostos: AQUI
Noções espaciais: AQUI
Buraco: AQUI


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domingo, agosto 11, 2024

Aperte aqui>Atividades lúdicas>Onomatopeias>Estímulos literários>Descobertas>11/08/2024


Adriano Messias/Roberto Weigand

O letramento pleno envolve mais do que a leitura das palavras e começa bem antes do que usualmente se chama alfabetização. 
É dever da escola entender como os alunos interpretam as imagens que povoam suas vidas e proporcionar a eles oportunidades variadas de leituras do mundo, com especial apreço à ética e à estética.
 Entram nesta categoria tanto livros com pouco texto quanto livros só de imagens.
 Estes últimos podem contar com ilustrações vistosas e coloridas. 
O enredo de cada história é criado tanto pela própria criança quanto pelos pais e professores com ela. Ou seja, o ato de ficcionar prescinde o ato de escrever. 

Os primeiros contatos da criança com os livros também têm como objetivo despertar a sensibilidade semiótica do pequeno leitor, estimulando-o a desenvolver amor e interesse pelo livro.
Este livro é uma brincadeira sensorial e imaginativa para crianças bem novas, incluindo bebês. 
A cada dupla de páginas, descobre- -se um animal e uma onomatopeia que o acompanha.
 No aspecto visual, há cores fortes, além do destaque de partes dos bichos: pé, asa, boca, nariz, orelha, barriga, olho, cabelo, mão, finalizando com um bebê que diz “olá”. 
O reconhecimento desses detalhes, tanto nos animais em si quanto fora deles, é um estímulo perceptivo extremamente enriquecedor para “leitores” pequeníssimos, o que torna Aperte aqui, em sua delicadeza e simplicidade, um gostoso exercício semiótico e linguístico nos primeiros anos de vida.
Gênero: conto
Cidadania e civismo (direitos da criança e do adolescente; vida familiar e social); multiculturalismo (diversidade cultural)
Tópicos para orientação do professor: animais; brincadeiras; charadas; cores; jogos de linguagem; humor; percepção corporal.

Sowilo Editora: AQUI
Ouvindo orientações: AQUIAQUI

 
Hervé Tullet

A brincadeira começa com uma bola amarela no centro de uma página branca e um convite: aperte a bola e vire a página… Como num passe de mágica, surgem duas bolas na página seguinte. A partir daí, novos convites e novas surpresas aparecem a cada página, nesta obra que faz uma implícita alusão ao universo eletrônico dos tablets.
A brincadeira começa com uma bola amarela no meio da folha branca e o comando de apertá-la e virar a página. 
Logo, o leitor terá que deslizar o dedo na página como se fosse a tela de um celular ou tablete; terá que clicar nas imagens que surgirem, assoprar e até sacudir o livro. 
A cada comando, um resultado diferente. A bola duplica, triplica, muda de cor, se desloca e o leitor se sente o agente de cada alteração.

A obra de Hervé Tullet foi produzida em 2010 e lida, a partir de comandos tão típicos de brincadeiras infantis, com as reações do leitor ao envolvê-lo com uma linguagem digital dentro de um objeto analógico. 

O livro pede para que se clique e arraste o dedo de um canto a outro. 

As imagens são minimalistas, possuem cores vibrantes e, de forma divertida, todo o livro vai também apresentando noções primárias de direção (esquerda e direita), quantidade, ordem e tamanho.

Neste livro engraçado de ler e brincar em família, tudo o que precisa é obedecer aos comandos. Fonte

Atividades sugeridas

Objetivos: Apresentação do livro interativo aperte aqui trabalhando cores, formas, tamanhos, lateralidade e imaginação das crianças: AQUIAQUI


Roteiro de leitura: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI

Cores e formas: AQUI
Cotidiano: AQUI
Descobertas: AQUI



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segunda-feira, março 25, 2024

A escada>Atividade lúdica>Onomatopeias>Noções espaciais>Profissões>Hora da história> 25/03/2024

 

Beatriz Montero/Guridi
Esta ação é repetida, com o mesmo resultado infrutífero, pelo sapateiro, pelo jardineiro e pelo padeiro. 
Desta forma, sobre a carta depositada à porta do quarto andar acabam por se acumular um par de sapatos, um ramo de flores e um pão, até que entra em cena uma menina decidida e espevitada. 
Tal como as restantes personagens, a pequena sobe pela já conhecida – para o leitor – escada até ao também referido quarto andar. 
Uma vez ali, a história dá uma reviravolta inesperada, graças à espontaneidade e esperteza da menina que resolve com graça e prontidão toda a trama da história. 
A escada é uma história original de Beatriz Montero, que recria a aquisição da linguagem nas crianças de tenra idade. 
Cada degrau é uma pequena conquista da sua mente.
O carteiro, o sapateiro, o jardineiro e o padeiro sobem a escada e vão deixando os nomes das suas profissões e alguns objetos à porta. 
Deste modo, aprendem pouco a pouco novas palavras e conceitos. «Não entendem todas as palavras que ouvem, mas a repetição ajuda-as a gravá-las na sua memória», destaca a escritora. 
Com esta história, Beatriz Montero pretende estimular as capacidades intelectuais dos mais pequenos. Para tal, tem uma estrutura simples e repetitiva que facilita a memorização e o jogo de interação com as crianças. «Subir e descer a escada imprime um movimento divertido ao conto, por onde passam personagens com diferentes profissões.» 
Cada profissão é um degrau necessário na vida quotidiana, e todos são igualmente importantes. 
O padeiro faz o pão que comemos, o sapateiro conserta os sapatos com que caminhamos, o jardineiro trata das plantas e das árvores, o carteiro distribui as cartas e põe-nos em contato com os que vivem longe. 
E como são todos igualmente importantes, todos fazem a mesma coisa na história: sobem, tocam à campainha, deixam lá um objeto, e descem a escada. «Conhecer as diferentes profissões contribui para o desenvolvimento social da criança num mundo que ela está a descobrir», refere Beatriz Montero. 
O jogo de onomatopeias (Trrim! Trrim!), reforçado pela ilustração, dá um tom lúdico à narração e marca um ritmo que – no caso de ela ser contada – permite a participação dos que a estão a ouvir. 
A esse respeito, Beatriz Montero indica que as crianças mais pequenas precisam que as marcas da história sejam reiterativas e evidentes para as poderem recordar, memorizar e repetir. 
«As crianças gostam de aprender de forma lúdica e afetiva», declara ela. Para além disso, destaca que A escada as ajuda a interiorizar conceitos espaciais como: «em cima e em baixo» ou «dentro e fora» (a porta fechada que, por fim, se abre). 
Esta história mostra também uma menina autônoma que, por si própria, toma as decisões de subir a escada, apanhar as coisas que estão no chão, pôr as flores no cabelo, calçar os sapatos e comer o pão. «A independência proporciona confiança e autoestima. 
Por isso, a menina grita Abre a porta!, porque tem a certeza de que o seu avô lhe vai abrir a porta”, esclarece Beatriz Montero, que visa com este final destacar a importância dos laços afetivos entre a menina e o avô: «esse amor que abre todas as portas». 
A rapidez no avanço das ações faz com que seja mais fácil seguir o enredo. Para além disso, a forma como a história está construída leva a despertar a curiosidade e a alimentar o interesse por conhecer o desenlace. 
O conto é perfeitamente compreensível através das ilustrações. Basta seguir as peripécias das personagens divertidas e com estilo próprio a quem Raúl Nieto Guridi dá vida com «poucos adereços» e jogando simplesmente com o «lápis» e com certas «texturas». 
O ilustrador andaluz concebeu a narração visual como «um jogo» com uma entrada em cena «divertida». Nele participam: «uma escada, umas personagens que sobem e descem, e uma menina que encerra a trama com ternura (e uma certa esperteza)». A escada é representada nas ilustrações como «um elemento solto e cambiante», ao qual Raúl Nieto concede a mesma importância das personagens «e estas têm a sua própria peculiaridade em função da sua profissão». 
Assim, todas estão caraterizadas de forma que, sem necessidade do texto, o leitor possa reconhecer a sua profissão. Além disso, o relato visual desenrola-se como se as personagens fossem elementos de uma intriga: «um conjunto de personagens de teatro para representar uma obra cômica com um final feliz e divertido» Fonte

Varal de histórias: Com mini cenário bem bonitinho! 
Cenário fácil de confeccionar. Vale conferir a interpretação de Juçara!
Atividade escadinha: AQUI
Alguns movimentos são essenciais para o desenvolvimento da coordenação motora ampla, equilíbrio, atenção e concentração. AQUI
Marcelo Serrano: A minhoca e a escada: AQUI

No Linguagem:
Vamos brincar de estátua? AQUI
Lá em cima daquele morro/Serra: AQUI
Tem alguma coisa embaixo do cobertor: AQUI



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terça-feira, fevereiro 21, 2023

A matemática no museu de artes>Conhecer o espaço escolar>A casa onde os sonhos se realizam>21/02/2023


Majungmul/

O objetivo deste livro é analisar obras de arte com um olhar matemático. Pontos que se unem para formar retas e braço em formato de cilindro são apenas alguns detalhes de obras de nomes consagrados da pintura, como Pablo Picasso, que utilizam elementos matemáticos para compor seus trabalhos.
A matemática tem inspirado e favorecido a arte. Perspectiva, proporção e simetria, por exemplo, são fundamentais nas artes plásticas. E o cravo foi bem temperado com uma boa pitada matemática. As bandeirinhas de Volpi, os azulejos de Athos Bulcão, o cubismo…

Prévia do livro: PDF: AQUI
Conteúdos a serem desenvolvidos
- Ilusão de óptica.
- Pontos, retas e planos.
- Figuras geométricas .
- Ângulos de direção, frente, lados, cima, baixo.
- Distancia, proximidade, profundidade, simetria.
- Ordem, partes, todo.
- Tempo, passado e futuro.
Plano de aula para 1°ano do Ensino Fundamental
Objetivo: Ajudar as crianças a conhecer melhor o espaço escolar, onde irão frequentar nos próximos dias, para que assim, tenham uma melhor adaptação.
Estratégias: No inicio das aulas, após a professora se apresentar, ela conta uma história para os alunos de como a matemática faz parte de nossa vida, e através do livro citado acima, mostra como vai trabalhar os ângulos de direção, frente, lados, cima, baixo, identificando cada espaço da escola.
A professora juntos com os alunos, vão elaborar um mapa usando recortes de revistas e jornais.
Sala de aula: Está próxima do lado esquerdo dos banheiros.
Banheiros de meninas e meninos: Fica a cima da rampa que visualiza o parque.
Parque: Está no andar de baixo.
Brinquedoteca: Se localiza de frente ao refeitório.
Refeitório: Próximo a entrada principal.
Enfermaria: fica na direção da rampa de acesso do estacionamento.
Avaliação: Com o decorrer dos dias, os alunos ficam familiarizados com a escola, e com noções de direção que vão serem utilizadas no seu dia a dia.
A matemática no dia-a-dia: AQUI
Plano de aula
Figuras planas em obras de arte: AQUI
Figuras planas e não planas: AQUI
Figuras planas em ambientes: AQUI

Sun Hae Chang

O livro narra a história de uma criança que quer ser muitas coisas. Ao entrar na casa onde os sonhos se realizam, ela pode se tornar tudo o que quiser, um capitão, um caçador… Este livro mostra a diferença que existe em expressões como "embaixo, ao lado, em cima", entre outras.
Prévia do livro: AQUI
Ensina a compreender e expressar com palavras a localização e a direção de pessoas e objetos, como cima, baixo, lado, entre, frente, trás. Na matemática chamamos de conceito de espaço relativo.
Atividade
Objetivo: Compreender e expressar com palavras a localização e a direção de objetos.

Estratégia: ler o livro com os alunos. Depois entregar para cada aluno uma folha de atividade contendo a imagem a ser analisado e as questões a serem respondias.

Avaliação: verificar se os alunos conseguem localizar os objetos corretos e quais têm dificuldades em compreender as direções. Continua: AQUI

No Linguagem: 
Opostos: AQUI
Conceitos matemáticos: AQUI
Fugindo das garras do gato: AQUI




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sexta-feira, janeiro 27, 2023

A pirilampeia e os dois meninos de Tatipuruna>Reconhecimento geográfico>Pontos de vista>Gênero argumentativo>27/01/2023

 

Joel Rufino dos Santos
Literatura e conhecimento geográfico

No planeta Tatipurum, dois meninos vivem em pontos extremos do lugar. Ambos acham que estão certos e que o outro é que vive de cabeça para baixo. Até surgir Pirilampeia, do planeta Pirilampeu, que abala a certeza dos garotos.

Ouvindo: AQUI ; Leitura: AQUI

Pontos de vista

Propõe reflexões em torno de uma alfabetização cartográfica e histórica

Cabe destacar as linguagens cartográficas advindas do uso de instrumentos – planisfério e globo terrestre -, para construção de conceitos geográficos e desconstrução de concepções históricas. Tal trabalho oportunizou às crianças contarem suas experiências, seus entendimentos e suas dúvidas, por meio da provocação dos pesquisadores sobre como poderiam entender os lugares representados nos mapas a partir de diferentes pontos de vista. Com base nessas reflexões sobre o papel que a linguagem literária combinada a outras linguagens pode exercer, destacamos que tal procedimento metodológico auxiliou no processo de colocar em dúvida as certezas históricas sobre a representação geográfica do mundo nas superfícies plana e esférica. Fonte

Pontos de vista no dia-a-dia

Os dois meninos – Fulaninho e Sicraninho – viviam de dois lados opostos de Tatipurum, um planeta meio sem graça. Até que, depois de se cansar da mesma brincadeira, um deles resolveu falar: 

Página 12: AQUI

Se observarmos nossa vida, vamos ver que analisamos o mundo sempre a partir da posição que ocupamos. Dessa posição, tenderemos a ver as coisas sempre do mesmo jeito, e essa forma de ver sempre nos parecerá a certa ou a melhor. Acontece que a natureza, as pessoas, as coisas criadas pelo homem, tudo tem muitos lados, ou ângulos, e eles não são forçosamente iguais.

Atividade sugerida:

Pense em uma paisagem de sua cidade: 

a) O que você vê?

 b) Você observa essa paisagem sempre de um mesmo ponto? (De sua casa, de uma ponte, do alto de uma colina, por exemplo?)

c) Você a vê sempre num mesmo horário? (Ao amanhecer, ao entardecer, ao meio-dia, à noite?) 

d) O que essa paisagem tem de especial para você? Se você vê essa paisagem em horários diferentes e de variados lugares, você sabe que ela é diferente em cada situação. E, entre os vários ângulos e momentos dela, você vai preferir um. Outras pessoas podem olhar por outros ângulos essa mesma paisagem. Ela parecerá diferente e será apreciada de modo diferente também. Fonte







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