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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sexta-feira, junho 14, 2019

Projetos de arrepiar>Suspense de atividades>Terror literário!>Lendas urbanas>14/06/2019


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Projeto contos de mistério

Ao longo do projeto vamos ler e assistir alguns contos de mistério.
Depois de experimentar muitas emoções, perigos e aventuras com as leituras e vídeos passarão por uma nova etapa,vivenciaremos profundamente as partes que compõem uma narrativa de enigma, suspense e terror.
             Do início ao fim, experimentaremos trajetórias emocionantes, muitas vezes arrepiantes, enfrentando problemas, soluções e desfechos variados em tempos e espaços distintos. Conheceremos e descreveremos as características de personagens enigmáticos, horripilantes, suspeitos e corajosos, que marcaram a história destemidamente.
Continua:AQUI e  AQUI

+ contos misteriosos
Pequenas leituras que poderão agregar-se ao projeto acima


O compadre da morte/reescrita/interpretação
"Sair desta para uma melhor" não parece ser exatamente o desejo de Zé Malandro, do médico, do ferreiro e de um jovem viajante. O que eles querem mesmo é gozar a vida, e acham que é possível dar um jeitinho de tapear dona Morte. Mas acontece que com Ela não tem conversa mole que resolva. Quando chega a hora, não adianta bater o pé. É o que aprendem os personagens dessas prazerosas narrativas populares recolhidas e recontadas por Ricardo Azevedo neste livro. O médico, por exemplo, faz a Morte prometer que somente seria levado assim que terminasse de rezar o Pai-Nosso. Quando ele anuncia que demorará anos para recitar o final da prece, ela vai embora contrariada. O ferreiro manda sua esposa dizer que ele não está em casa toda vez que a danada bate à sua porta. O jovem viajante abriga-se em uma terra onde a vida é eterna. E Zé Malandro, muito espertamente, encontra mais de uma maneira de enganar sua algoz.

Sobre esta obra
Atividade de pontuação
Texto O lobisomem
Sobre o livro mistério no museu imperial
PROJETO LENDAS URBANAS
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Na casa do avô do Alvinho, tinha um velho porão mal iluminado onde a família guardava um monte de cacareco — ninguém sabia muito bem o quê. Um dia o Alvinho pegou uma lanterna e desceu lá para procurar uns patins que ele não estava encontrando em lugar nenhum. Voltou gritando que tinha visto um fantasma, “um monstro de cabelo vermelho e uma luz medonha saindo da barriga”. No começo os adultos não acreditaram. Mas depois que o vovô também voltou do gritando do porão, eles ficaram desconfiados...

Mais uma das aventuras de Alvinho, A Coisa é um livro de terror e humor e lembra muito essas histórias que só acontecem na família da gente. (E na família do Alvinho, claro.)
Atividades
AQUI

Sequência de atividades mistério
AQUI




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sexta-feira, agosto 18, 2017

Lendas urbanas>Projetos >Mistério>terror>Contos>18/08/2017


Projeto Lendas urbanas/Tarsila do Amaral
Neste projeto de produção usaremos o imaginário infantil refletindo o conteúdo cultural evidente no folclore brasileiro e a arte como forma de conceber essa realização.
OBJETIVO GERAL:
Desenvolver a capacidade criadora nas produções orais e escritas.     
  •  Estudar elementos do folclore brasileiro;                                                                                     
  •    Apreciar e discutir a tela Abapuru de Tarsila do  Amaral;   
  •    Ler biografia e obras de Tarsila do Amaral;
  •    Discutir e Definir Antropofagismo;
  •     Reescrever a Tela Abapuru, colocando elementos peculiares de cada aluno;
  •     Descrever aspectos físicos e psicológicos do personagem Abapuru;
  •    Criar uma história escrita com esse personagem amparada nas lendas do Curupira, Boitatá, Cuca, Bicho Papão, entre outros.
  •     Apresentar a história criada aos colegas da sala de aula lendo ou contando.                   Mais   AQUI
Projeto Tradição oral/Lendas urbanas

Aula
As lendas no cotidiano escolar
Falando de lendas urbanas para os pequenos

Projeto Lendas urbanas




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A loira do banheiro>Lendas urbanas e afins>Produção de textos>18/08/2017


O que são lendas urbanas?

Esse subgênero literário (que faz parte do gênero lenda) passou a integrar o planejamento quando a educadora propôs como tarefa de casa que os estudantes perguntassem a amigos e familiares quais lendas eles conheciam. Ela esperava que eles levassem para a escola histórias folclóricas como a do Saci-Pererê, da Mula Sem Cabeça, do Boto e do Curupira. Mas nada disso - só a do Negrinho do Pastoreio apareceu e, ainda assim, uma vez. Em vez deles, as crianças falaram da Loira do Banheiro, do Homem do Saco e da Gangue dos Palhaços.  

"Notei que seria interessante organizar sessões de leituras dessas lendas e problematizar as diferenças entre elas e as folclóricas, comparando as características desse subgênero com as dos contos maravilhosos e das fábulas, que estávamos lendo também", diz Fernanda. 

A proposta foi aceita com empolgação pela garotada, que pesquisou uma porção de lendas urbanas. Depois, foi a vez de a professora levar para a turma um texto que contava a lenda da Mulher da Meia-Noite a fim de fazer um estudo mais focado. Ela também preparou um roteiro para orientar a leitura. O objetivo era levar os alunos a observar e sistematizar as características que marcam o subgênero. Por fim, a docente instruiu a moçada na organização de um quadro comparativo das diversas particularidades dos outros gêneros.


De acordo com a região, detalhes sofrem alterações
Mulher da meia-noite. Ilustração: Raphael Salimena
Mulher da meia-noite Sedutora, usa um vestido vermelho (ou branco, dependendo da versão). Passa as noites em busca de homens solitários, que se dispõem a acompanhá-la até sua casa. Mas, à meia-noite, ela desaparece.
Transmitida pela tradição oral, a lenda urbana é uma narrativa simples e curta, tal como a folclórica. Ambas são, por excelência, produtos inacabados, à espera de alguém que faça uma mudança aqui ou ali no enredo. "Elas estão sempre sendo ressignificadas", explica Heloisa Prietro, doutora em Literatura pela Universidade de São Paulo (USP) e autora de livros infantis e juvenis. Não é à toa que alguns personagens aparecem em lendas contadas nos quatro cantos do país, só que em diferentes contextos e com estilos e marcas. Por exemplo, são muitas as moças bonitas e loiras presentes no imaginário popular: a do Banheiro, a do Cemitério do Bonfim e a da Estrada. 

Outra característica marcante do subgênero é que, tal como ocorre com a lenda folclórica, quem conta a urbana precisa se esforçar para convencer o interlocutor de que se trata da mais pura verdade. Porém essa é uma tarefa difícil, já que o narrador quase nunca vive o personagem (embora sempre saiba onde e quando o fato ocorreu). É o primo de alguém distante ou o amigo do amigo, por exemplo, que desobedeceu aos pais e foi levado pelo Homem do Saco. Assim, é comum encontrar durante a narração expressões como: "Sei que é difícil acreditar, mas juro que é verdade". 
"Muitas vezes, também são somados à história elementos e acontecimentos do cotidiano da comunidade local", explica Carlos Renato Lopes, professor do Departamento de Letras da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e autor da tese Lendas Urbanas na Internet: Entre a Ordem do Discurso e o Acontecimento Enunciativo. Por exemplo, a má sorte de uma pessoa pode ser creditada como culpa de um personagem.
Histórias podem ter mais de um século de vida
Homem do saco. Ilustração: Raphael Salimena
Homem do saco Sujo e malvestido, ele anda pelas ruas à procura de crianças para raptá-las. Há versões em que alguns pais entregam seus filhos desobedientes para que ele os leve embora.
Além de se dedicar à organização de sessões de leitura, pesquisas e análises das características das lendas urbanas, cuide para que três informações não passem despercebidas pelos alunos: 
- Elas não existem só nos grandes centros urbanos. Algumas surgem com narrativas do folclore tradicional de uma região e são adaptadas ao longo do tempo, incorporando aspectos cotidianos. 



- Não são narrativas recentes, contemporâneas. As primeiras surgiram no século 18, com as grandes aglomerações de pessoas e os primeiros jornais, que nem sempre se prezavam pela verdade, mas por noticiar fatos intrigantes. 


- Alguns motes também não são inéditos. O fato de a Gangue dos Palhaços sequestrar crianças para extrair e comercializar os órgãos delas já foi explorado em O Mercador de Veneza, do inglês William Shakespeare (1564-1616). Em certo momento do livro, ao emprestar dinheiro ao mercador Antonio, Shylock, um judeu rico, pede como garantia "uma libra de carne humana" como forma de pagamento de uma dívida.


Quando falamos em folclore, geralmente lembramos de lendas como Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Lobisomem; mas há outras lendas, que fazem parte também do folclore, que não costumamos lembrar nesse momento: são as lendas do FOLCLORE URBANO.
O Saci, a Mula, o Curupira e outras lendas tradicionais tiveram origem em um cenário mais rural. Fato é que quando as cidades começaram a expandir, lendas surgiram também nelas e chamamos este outro tipo de lenda, também passada de geração para geração, de LENDA URBANA.
mirror
       Elas chamam igualmente a atenção da criançada. Na verdade, chama até mais, uma vez que grande parte delas tem um fundo de conto de terror. O mais interessante é que são quase as mesmas na maioria dos países, com leves alterações mesmo.

Talvez as mais populares sejam Maria Sangrenta e a Mulher da Carona. A Maria Sangrenta é a moça do espelho, que dizendo três vezes seu nome ela aparece. Certamente ela tem uma aparência horrenda! Rsrsrs… Já a Mulher da Carona pega carona com alguém e simplesmente desaparece. Diz a lenda que foi atropelada na estrada.

Além dessas há muitas outras! Aqui no Brasil, uma das mais conhecidas é a da Loira do Banheiro, que não passa de uma versão da Maria Sangrenta, amenizada. Fonte
Como escrever uma lenda urbana
Como surge uma lenda urbana
Sequência didática
Lendas urbanas
A loira do banheiro
O homem do saco
Vovó Maria

Atividades


A loira do banheiro
resumida
Esta lenda urbana é muito famosa entre os alunos de escolas da rede pública na cidade de São Paulo.
 Diz a lenda que uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos, sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar no banheiro da escola esperando o tempo passar. No entanto um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a falecer.
No fim de tudo isso, a menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro, sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra.
Turma da Mônica
A loira do banheiro
AQUI
O mais assustador do folclore

Luciana Garcia

O mais legal do folclore





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quinta-feira, dezembro 15, 2011

Subgênero literário>Lendas urbanas> 15/12/11


Lendas urbanas conquistam a classe

" Fatos amendrontadores fazem sucesso entre a garotada!
Planeje atividades de leitura e de análise para ensinar
 os detalhes e as particularidades deles..."

Assim começa a matéria da  Revista Nova Escola/Dez2011.
Deveras interessante disse-me logo...
Não é que eu estou postando sobre mistérios nestes dias?
A loira do banheiro é uma lenda muito apreciada pelos meninos de 6º e 7ºs anos.
E até por meninas!
Esta é uma recordação que guardo de minha oficina de leitura.
Por isto trouxe aqui a sequência didática publicada no site da Nova Escola.
Não sabia que estas lendas eram denominadas  " urbanas".
Nem tão pouco conhecia esta nomeclatura: "Subgênero literário".
Acho que que vou começar a criar novas nomeclaturas...
Brincadeiras de fora e muita animação nesta postagem, afinal, minhas sugestões estão  mais certeiras do que nunca,mesmo com Papai Noel à porta( ou chaminé!)



Leitura e produção de lendas urbanas

Leve o "Homem do Saco" e a "Loira do Banheiro" para a sala de aula e trabalhe a leitura e a produção de texto
Objetivos
- Aumentar o repertório de lendas conhecidas.
- Aprimorar a escrita e identificar características das modalidades oral e escrita.
Conteúdos
- Lendas urbanas.
- Leitura e produção de texto.
Anos
6º e 7º.
Tempo estimado
7 aulas.
Material necessário
- Computadores com acesso à internet ou cópias de lendas urbanas para distribuir para os alunos, como Vovó Maria e A Loira do Banheiro, de Heloisa Prieto e O Homem do Saco, de Ana Cláudia Ramos.
- Gravador ou celular que possua a função de gravação.
Desenvolvimento

1ª etapa
Estude o subgênero em detalhes para conhecê-lo e poder trabalhar com os alunos.
Algumas leituras podem ajudar na reflexão. São elas:
- Lendas brasileiras para jovens, de Luis da Câmara Cascudo, Global Editora.
- A análise da narrativa, de Yves Reuter. Ed. Difel.
- Lendas urbanas, Jorge Tadeu, Ed. Planeta do Brasil.
- Introdução à literatura fantástica, de Tzvetan Todorov, Ed. Perspectiva.
- Em Busca do Gênero Lenda Urbana, artigo de Carlos Renato Lopes, do Departamento de Letras da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
- Lendas urbanas da Loira do banheiro e Vovó Maria, de Heloisa Prieto, e do Homem do Saco, de Anna Claudia Ramos disponíveis no site de Nova Escola.

2ª etapa
Questione quais lendas urbanas os alunos conhecem e peça como tarefa de casa que conversem com os pais, os avós ou conhecidos mais velhos sobre quais lendas do repertório popular assombrava-os quando crianças. Se possível, peça para que eles utilizem um gravador ou mesmo o celular para gravar a narrativa.

3ª etapa
Organize um momento de socialização para que os estudantes contem o que descobriram.
É possível que eles narrem indistintamente lendas folclóricas (Boitatá, Mula-sem-cabeça, Saci-Pererê, etc.) e lendas urbanas (Loira do Banheiro, Homem do Saco, Gangue do Palhaço, A brincadeira do copo, Mensagem secreta no navegador, Amor de mãe, etc.). Alguns podem também apresentar até contos (Barba Azul, Chapeuzinho Vermelho, Três porquinhos, etc.).
Oriente a exposição:
- Pontue oralmente o que difere as lendas dos contos (observe que as lendas costumam ser mais breves que os contos, seu enredo é mais simples e há menos personagens). Depois, diferencie as lendas folclóricas das urbanas (destaque que as primeiras são histórias mais antigas, enquanto as urbanas exploram aspectos inusitados da vida cotidiana que supostamente aconteceram recentemente).
- Quem contou a história. Procure saber não apenas quem narrou a lenda para o aluno, mas também quem a contou ao seu familiar ou conhecido, destacando que essas histórias geralmente não são retiradas de livros, mas fazem parte de um repertório da cultura oral.
- Qual é a personagem principal e como é caracterizada (física e psicologicamente). Enfatize que as lendas costumam ter poucas personagens - a história centra-se no que acontece à vítima ou no que faz o malfeitor, ou ainda na ameaça que determinado objeto representa.
- Se mais de um aluno apresentar diferentes versões para a mesma lenda aproveite a oportunidade para comentar que essa é uma das características que faz parte do gênero, enfatizando que pequenas alterações são próprias das histórias transmitidas oralmente.
- Em que lugar se passa a lenda. É provável que alguns deles contem, inclusive, que viram ou conheceram alguém que passou por determinada experiência, sem contar o fato de os seus temores serem atuais (medo de assalto, sequestro, trapaça, etc.).
- As reações que a lenda provocava em quem ouve. Questione se os alunos têm medo ou se acreditam nas lendas folclóricas e urbanas.

4ª etapa
Convide a turma a diferenciar aspectos da linguagem oral e escrita. Peça que os alunos transcrevam o áudio com a lenda de forma literal, ou seja, registre as marcas da oralidade, como pausas, repetições, termos coloquiais etc. Em seguida, sinalize que há diferenças entre falar e escrever, como o uso da entonação, ritmo, postura e gestos que complementam o que é dito. Porém, em um texto escrito é necessário substituir essas marcas com recursos gráficos para que sejamos igualmente bem compreendidos. Tal exercício permite que se evidencie o processo pelo qual todos devemos passar ao transpormos de uma modalidade a outra o nosso pensamento. Solicite à classe que aponte os trechos marcadamente presentes na linguagem oral e circule-os no texto. Você também pode sistematizar essas características em uma tabela ao lado do texto.

5ª etapa
É hora de ampliar o repertório da turma. Entregue para as crianças cópias de algumas lendas urbanas, como as versões de Heloisa Prieto de Vovó Maria e A Loira do Banheiro. Oriente que pesquisem em bibliotecas outros textos. É possível encontrar versões online, mas para solicitar uma pesquisa na internet, selecione previamente os sites que têm bons materiais e sugira como referência para os alunos. Organize um roteiro para guiar a leitura e orientar a turma a fim de que constatem que as lendas urbanas costumam desenvolver-se ao redor de uma única personagem ou de um pequeno grupo de personagens, abordam temas ligados à violência urbana, exploram nomes, lugares e marcas conhecidos etc.

6ª etapa
Proponha que eles editem os textos que foram transcritos na etapa anterior. Depois de os alunos realizarem uma leitura individual e silenciosa, peça que observem as expressões e maneiras de falar próprias da tradição oral, sinalizando-as no texto e que reescrevam a lenda adequando a linguagem. Explique que a primeira coisa a fazer para garantir a coesão é eliminar as repetições, hesitações ("é...", "hum..." etc.) e conceitos redundantes. Em seguida, peça que façam as modificações necessárias no que se refere à pontuação e à ordenação dos parágrafos. Frise que são necessários ajustes para uma transposição que garanta clareza e resgate o mesmo senso de humor, assombro ou terror que a versão oral trazia. Ressalte a importância do processo de revisão, em especial para que observem se não há problemas de concordância verbal e nominal e se é preciso substituir algumas palavras por outras mais precisas.

7ª etapa
Recolha as produções para analisá-las. Selecione algumas para serem discutidas com todos – para elegê-las, selecione aquela que represente as dificuldades mais recorrentes apresentadas pela maioria da turma, principalmente as que preservam equivocadamente as marcas de oralidade, omitindo o nome dos autores, para discutir com a classe.
Avaliação
Com as atividades de produção e revisão de texto, verifique se os alunos fazem a transposição da lenda para a linguagem escrita, distinguindo as marcas de oralidade da escrita formal e, durante o processo de elaboração do quadro comparativo.
Consultoria Fernanda Müller
Professora do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Lendas urbanas:
A loira do banheiro
Vovó Maria
Homem do saco

História em Quadrinhos
Mônica e a loira do banheiro

O Homem do Saco
Sugestões de trabalho para o mediador de leitura
Editora Brinque-Book 
Antes da leitura e para começo de conversa...
Algumas questões são propostas para despertar no leitor uma participação mais interativa, oferecendo-lhe a possibilidade de refletir sobre seus conhecimentos e experiências, a fim de trazê-los para a situação presente, criando expectativa para a posterior leitura. Objetiva-se o desenvolvimento de habilidades que exercitem a memória do leitor, para que esta seja relacionada com o que se propõe a seguir. Em círculo, os participantes ficarão mais integrados para falar e ouvir os colegas, esta atividade permite o desenvolvimento da linguagem oral. O mediador só interfere para o equilíbrio da discussão, porque não há respostas a serem consideradas certas ou erradas, são todas subjetivas.
1 – O que é ser medroso?
2 – Quais os medos mais freqüentes das crianças? E dos adultos?
3 – Você conhece alguma pessoa diferente, que tem algum comportamento fora do comum e que anda pela rua, deixando as crianças com medo? Como ela é? Como se chama? O que costuma fazer? E você, como a trata?
4 – Você já ouviu falar no “homem do saco”? Fale sobre o que pensa e como reage quando ouve estas histórias.
5 – O que o deixa amedrontado? Qual sua reação: seu coração dispara? A boca fica seca? Dá dor de barriga? Você chora? Conte tudo.
6 – Você gosta de assistir filmes de terror? Justifique sua resposta.
7 – Seus pais permitem que você veja tevê até tarde? Qual o horário estabelecido? E quando eles saem à noite, você abusa?
Leitura
Este livro pode ser lido individualmente ou em grupo. Em seguida, o mediador vai propor as questões a seguir, para que sejam respondidas oralmente (jamais por escrito), para permitir a troca e a elaboração mais ampla das interpretações a fim de que o exercício da discussão enriqueça ainterpretação do texto e contribua para a formação do leitor competente e crítico, tanto do texto escrito como do texto visual, na sua completa inter-relação significativa.
A capa
Observe bem a capa do livro, descreva o "homem do saco" com todos os detalhes e fale sobre o cenário.
O conteúdo
(p.03)
Se você encontrasse esse cartaz, teria vontade de assistir ao que ele anuncia? Por quê? Leia as informações que estão nele contidas e vá completando, conforme o mediador for solicitando:
1 – Nome do teatro:
2 – Nome do protagonista: (se não souber o significado, procure no dicionário)
3 – Nome do autor do texto da peça:
4 – Nomes dos demais personagens:
5 – Diretor (nesse caso, diretora):
6 – Valor do ingresso:
7 – Dias de apresentação:
8 – Horário: (essa informação seria possível?)
(p.06)
1 – O título do programa de tevê atrairia o leitor a ficar acordado para assisti-lo?
2 – "Trim! Triiiiiiim!" Isto é uma onomatopéia. É assim que são chamadas as palavras cuja pronúncia lembra os sons dos barulhos ou a voz dos animais. Essas palavras funcionaram como a chave para a abertura da peça teatral. Depois, há duas outras onomatopéias, "Clic! Tu-tu-tu". O que ela estão indicando?
(p.08)
1 – Na segunda linha, há um desabafo de Pino. O que ele estaria sentindo?
2 – Quando cai a linha novamente, o porco verbaliza por que está irritado. E qual o motivo?
3 – O que você supõe que Pino ia falar quando parou em "interr..."
(p.9)
Por que "Será o Benedito!"? Você já ouviu ou falou esta expressão? Que significado ela tem?
(p.11)
1 – Quando Pino disse: "Noossa!", o que ele teria pensado?
2 – E, ao continuar, ele interrompe. O autor usou reticências, uma palavra entre parênteses, que é (pausa). Ela veio escrita em itálico (um tipo gráfico diferente, em que a letra é levemente inclinada) por não pertencer ao texto, como a fala do personagem. É uma rubrica (nunca diga rúbrica); no texto de teatro serve para fazer a indicação do movimento dos artistas, para dar expressividade e maior autenticidade à fala. Aí ele conclui: "louco?!"
3 – Quando é interrompida a ligação, Pino faz três perguntas, uma atrás da outra, que vêm seguidas de reticências, porque deixa todas elas sem resposta. Dá uma pausa e, então, levanta a dúvida maior. Releia esse parágrafo. Ficaria com medo, se fosse com você?
4 – 'Aarrgh!' Interprete essa expressão.
(p.13)
1 – Leia a primeira fala de Pino com a entonação de quem está vivendo aquele momento difícil. Que significado ganha a última palavra?
2 – O que leva o porco a ter a certeza de que o homem se aproxima? Então o que ele faz? Observe que esta é uma rubrica. Está instaurado o medo ou o pavor? Discuta com os colegas.
(p.14)
1 – Quantas vezes aparece o 'não' na segunda linha, na fala de Pino? E a primeira vez, por que está grafada assim?
2 – O que significa virar pernil?
3 – Quando ele consegue perguntar, por que repete a pergunta?
4 – Como está registrado o pedido de socorro?
5 – Educadamente Pino pede o quê? Mas ele não estava com medo? Explique.
6 – Afinal, o homem também estava sendo aborrecido, por quê?
7 – O medo se intensificou e isso se percebe pela expressão de Pino. Releia o texto. Uma oração exclamativa se repete. Em seguida, duas vezes a mesma pergunta. Uma rubrica enriquece o suspense. É bem isso que se faz para se certificar de que as portas estão bem trancadas, não é?
(pp.16 e 17)
O quadro representa o roteiro da peça teatral. A Galinha Xadrez dirige o elenco, apresentando o esquema da movimentação dos personagens. 1 – Você sabe o que é um cenário no teatro?
2 – Procure no dicionário o significado de 'sincronizado'.
(p.18)
1 – Sabe porque a letra do primeiro parágrafo está em itálico? É isso mesmo, porque é uma rubrica. O personagem não disse, só se movimentou em cena.
2 – Tem fundamento pensar que a mãe o estaria enganando? Justifique sua resposta.
3 – Nova rubrica, onde será revelado todo o enigma desta história. Como Pino ainda está sob o transtorno do medo, lê o bilhete com a interpretação dada pelo seu perturbado estado: "Peso, eu?". Interprete a expressão.
4 – Por que AMO vem escrito com letra maiúscula?
5 – Com essa rubrica, como você imagina a cena? Dá para acreditar que o porco não faria mais sujeira? Será que ele era gago ou nessa hora ele ficou gago?
(p.20)
Chegou o homem. Como ele entrou?
(p.21)
1 – Que expressão Pino usou na sua terceira fala? Essa é uma palavra que se encontra no dicionário? Explique seu uso.
2 – Pino foi sincero com o homem ao responder se estava com medo? Observe atentamente a grafia das palavras. Esta é mais uma marca significativa do texto escrito. O 'não' é grafado de três formas diferentes. Explique-as.
(p.22)
1 – Qual a ocupação do homem? E à noite? Esse trabalho merece o nosso aplauso por duas razões: a ecológica, de preservação do meio ambiente, e a sanitária, que seria a erradicação da dengue, recolhendo garrafas que poderiam servir para criadouro do mosquito transmissor.
2 – Para o pai, porque houve o mal-entendido?
3 – E para a mãe, qual o motivo? Como ela ficou sabendo qual era o filme que ele estava vendo?
4 – Resumindo, o que provocou todo o desespero em Pino?O responsável pelo divertido enredo da peça teatral só foi descoberto no final: um celular de segunda mão.
(p.24 e 25)
Quando se encerra a peça, os personagens voltam a se apresentar para receber os aplausos (leia a rubrica). E você, leitor, aplaude este livro?
Caro leitor
Agora que você já trocou idéias com seus colegas, o texto se tornou mais rico, porque foi melhor compreendido. Então faça uma leitura expressiva dele, com toda a entonação necessária.
Ao mediador da leitura
Esta obra nos oferece uma boa ilustração e um excelente texto escrito, riqueza e precisão na escolha dos recursos lingüísticos, que garantiram o suspense e a aflição do personagem.
Um leitor competente é formado quando tem a oportunidade de conhecer bons e variados textos. É recomendação dos PCNs de Língua Portuguesa que os alunos conheçam a maior diversidade de tipologia textual possível. Este livro apresenta o cartaz, o texto teatral e o esquema de troca de cenário, além do texto visual expresso pela sugestiva ilustração.
1 – Agora solicite que o leitor escreva o bilhete que ele deixaria para o homem do saco. Observe que Pino ficou mais apavorado quando leu 'peso'. Você vai criar outro que também tenha ambigüidade, porque foi isso que gerou mais medo no porco.
2 – Pino dizia Homem do Saco e o homem dizia que era o homem-do-saco. Compare e aponte adiferença.
3 – Você tem alguma história de terror vivida para contar aos colegas?
4 – Que tal ensaiar e apresentar esta peça na sua escola e depois em outros lugares? Pode haver bons atores escondidos na classe.
Recomenda-se uma pesquisa para o estudo do lixo reciclável e da coleta seletiva de lixo:
Há outros sites, como www.lixo.com.br.
Depois de uma pesquisa, a Grande Gincana da Reciclagem vai ficar mais interessante.



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sexta-feira, junho 24, 2011

O mais assustador do folclore>Mitos e monstros do folclore - 24/06/11


Mitos (personagens folclóricos)

Autor: Daniela Amaral Silva Freitas
Co-autor:Luiz Prazeres
Estrutura Curricular
Língua Portuguesa:
Língua escrita: gêneros discursivos
Linguagem oral e escrita :
Falar e escutar
Práticas de escrita, leitura  e produção de textos
 Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
– Identificar os elementos organizacionais e estruturais dos textos acerca dos mitos.
– Identificar a finalidade de tais textos.
– Identificar aspectos explícitos e implícitos do texto (intertextualidade).
– Antecipar conteúdos de textos a serem lidos em função de seu suporte, de seu gênero e de sua contextualização.
– Buscar pistas textuais, intertextuais e contextuais para ler nas entrelinhas (fazer inferência), ampliando a compreensão dos textos lidos.
Duração das atividades:5 aulas de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Realidade e ficção.
Verossimilhança.
Gêneros textuais orais.
Personagens do folclore brasileiro.
Estratégias e recursos da aula
ATIVIDADE 1:
Propor, como um desafio para os alunos, a leitura de um pequeno trecho retirado de uma matéria da revista Almanaque Brasil.
Esse desafio consiste no fato de os alunos tentarem adivinhar a que personagens o texto se refere.
Para a realização dessa atividade, o professor pode agrupar os alunos em trios e deixar que eles troquem suas impressões sobre o trecho.
Eis o trecho:
Atenção.
Eles são capazes de qualquer coisa.
De azedar o leite a raptar crianças que teimam em não dormir; de tirar gente do rumo de casa a roubar presentes.
 Quebram pontas de agulha, desferem coices, queimam os desavisados.
Tem de todo tipo, pra todo gosto e de todos os cantos
(...) Tem uns que não se sabe nem de onde vêm.
Para verificar as conclusões a que chegaram os alunos e saber o quanto sabem das personagens da “mitologia brasileira”, o professor pode fazer perguntas acerca de cada uma das ações narradas: a quem geralmente é atribuída a ação de azedar o leite?
 E de raptar crianças que teimam em não dormir?
 E de roubar presentes?
 E assim sucessivamente.
ATIVIDADE 2:
Mostrar a seguinte imagem para os alunos:


Perguntar a eles se reconhecem alguma das personagens que aparecem na imagem.
À medida que forem reconhecendo as personagens, pedir que digam que elementos os levaram a identificar cada uma delas.
O professor pode dividir a lousa em cinco partes e ir anotando o que os alunos forem dizendo.
Solicitar também que descrevam o espaço onde essas personagens estão.
Por que todas estão encostadas na parede?
O que representam as linhas na parede?
 Levá-los a identificar um contexto de identificação de suspeitos de crimes, que ficam perfilados para serem apontados como responsáveis por um crime pelas vítimas.
 Caso os alunos não identifiquem todas as personagens (Alamoa, Papa-Figo, Curupira, Pisadeira, Boto), o professor pode apresentá-las de forma simplificada.
Em seguida, ler a introdução da matéria “Outros mitos que metem medo”, que apresenta o julgamento que irá acontecer, no decorrer do texto, com as personagens retratadas na ilustração. A matéria está disponível em:
Discutir com os alunos o que é um julgamento.
Perguntar o que eles sabem sobre isso, se já ouviram falar de algum (lembrar alguns julgamentos amplamente divulgados pela mídia).
Explicar que, quando alguém descumpre uma lei, essa pessoa pode ser acusada, julgada e condenada ou absolvida.
Após essa explanação, deve-se dividir a turma em cinco grupos e pedir que cada um deles estude uma das personagens.
O professor deve levar a descrição de cada personagem e a acusação feita sobre ela (disponível na matéria) e entregar para os grupos.
Pedir que cada grupo prepare a apresentação da personagem e a acusação contra ela.
Se possível, o texto pode ser lido na tela do computador, no laboratório de informática.
ATIVIDADE 3:
Organizar a sala como se fosse um tribunal de júri.
Explicar para a turma como funcionará a atividade e, em seguida, desenvolvê-la:
– Escolher, de antemão, um dos alunos para representar o juiz, que conduz os trabalhos de defesa e de acusação e que lerá a sentença final.
– Pedir para que cada grupo escolha dois integrantes: um para defender o acusado e outro para relatar o que se sabe sobre as personagens e ler as acusações.
– Pedir que os “réus” se sentem de um lado da sala, os “acusadores” do outro e o juiz ao centro, à frente e todos.
– Após a apresentação de cada grupo, pedir que o juiz leia a sentença final.
O professor deve ser o narrador (quem organizará a atividade).
ATIVIDADE 4:
Organizar um debate sobre como se deu o julgamento.
Perguntar para os alunos por que os acusados foram absolvidos.
Levá-los a refletir que, caso se tratasse de seres humanos, o resultado seria diferente, mas que, por se tratar de uma brincadeira com seres do nosso folclore, podem ganhar liberdade.
Conversar com eles que muitos povos acreditavam/acreditam em mitos e lenda.
 Que esse tipo de narrativa, em que o maravilhoso e o imaginário ultrapassam o histórico e o verdadeiro está presente em diferentes culturas.
Perguntar se conhecem alguma dessas narrativas e de que cultura são.
Após essa sondagem, pedir que os alunos pesquisem, nas diferentes culturas, esse tipo de narrativa nas quais é atribuída, a personagens fictícios, a responsabilidade por acontecimentos da ordem do cotidiano. Marcar com os alunos uma data para a apresentação dos resultados da pesquisa.
Pedir que preparem, para expor para os colegas, um pequeno texto que contenha a apresentação da personagem e a “acusação” feita a ela.
Se possível, peça para trazerem ou fazerem ilustrações da personagem a serem apresentadas.
Recursos Complementares
O professor que quiser se aprofundar na discussão sobre o assunto, pode acessar os seguintes endereços eletrônicos:  http://psicoforum.br.tripod.com/index/artigos/mito1.htm
Avaliação
ATIVIDADE 5: (avaliativa)
Pedir que os alunos façam a apresentação da personagem que encontraram para os outros colegas.
À medida que forem apresentando, pedir que destaquem o caráter maravilhoso, imaginário, no qual se baseia a construção da personagem.
O professor deve observar, durante todo o desenvolvimento das atividades se os alunos conseguem fazer, e de que maneira, uma separação entre o que é do âmbito da ficção (pensamento mitológico, maravilhoso) e o que é do âmbito da realidade (pensamento lógico, racional).
Em seguida, problematizar e discutir com a turma sobre a diversidade de acontecimentos que são atribuídos a um poder/ser sobrenatural.
Propor que escrevam um texto coletivo sobre essa maneira de se ler o mundo, atribuindo a seres folclóricos a responsabilidade sobre determinados acontecimentos.

MITOS DO FOLCLORE - AULA 3

Autor Glória Maria de Oliveira
Co-autor(es) :Simone de Alencastre Rodrigues e Soymara Vieira Emilião
Estrutura Curricular
Alfabetização :Concepção de alfabetização
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
• Conhecer personagens da cultura de seu país;
• Ampliar seu repertório cultural com mais um conhecimento acerca da cultura popular brasileira;
• Desenvolver a expressão oral;
• Participar das discussões ouvindo e expressando suas opiniões.
Duração das atividades: 2 aulas de 50 minutos cada que correspondem a 100 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Informações obtidas com os familiares sobre o tema abordado.
Estratégias e recursos da aula
A professora inicia perguntando o que eles sabem sobre Folclore, e vai registrando no blocão o conhecimento das crianças acerca deste assunto.
Após este registro explica à classe que folclore é um tema vasto, que envolve as pessoas, a sociedade e tudo que as cercam, mas que este será um que se restringirá somente aos mitos.
Dirigindo-se à classe pergunta se eles sabem nomear algum, ou caso já tenha surgido algum, se eles conhecem outros.
Listar os conhecidos e dizer que estaremos estudando mais alguns.
Ler a lista dos mitos citados.
Sugerir a classe uma votação a fim de estabelecer um critério para a escolha da leitura desses.
Vamos imaginar que o mais votado tenha sido a MULA SEM CABEÇA.
A professora distribui uma ficha, contendo um texto que fala sobre esta personagem e junto com os alunos, faz uma leitura oral, explora bem oralmente as características dessa personagem.
Depois pede para os alunos ilustrarem a MULA SEM CABEÇA, respeitando suas características, escrevendo de forma espontânea o aspecto desta personagem, que mais despertou a sua curiosidade
A professora sugere a elaboração de um cartaz com os nomes dos mitos de A a Z, onde tiver mais de um mito, através de uma votação, a turma elege apenas um nome para constar no “Alfabeto dos mitos”.
Após a elaboração desta listagem, a professora pede aos alunos que copiem do quadro seu “Alfabeto dos mitos”.
Segue modelo de um Alfabeto dos Mitos.
Recursos Complementares
Folha para cópia do “Alfabeto dos mitos”.
Sugestão bibliográfica:
Título: Folcloriando
Autor: Almir Piedade
Ilustrador: André Vilela e Mirela Spinelli
Editora Elementar
Título: Personagens encantados 
Autor:Ingrid B. Bellinghausen 
Edirora DCL DCL
Título: O mais assustador do folclore: Monstros da mitologia brasileira
Autor: Luciana Garcia
ILustradores: Roger Cruz e Bruna Brito
Editora Caramelo
Titulo:Meu Livro do Folclore
Autor: Ricardo Azevedo
Editora: Ática
Título: Mitos,histórias do mestre André
Autor: Marcelo Xavier
Editora: Formato
Avaliação
Verificar avanços pontuais frente aos conhecimentos prévios apresentados acerca do tema abordado.
Observar a comunicação oral, assim como a expressão de opiniões dos alunos.
Verificar como a criança apropria-se do recurso de cópia do quadro para a folha de papel.
Faz-se necessário, até mesmo a titulo de avaliação deixar o registro na sala e ao término do projeto a professora retornar e fazer um novo registro acrescentando assim os conhecimentos obtidos pelos alunos no decorrer das aulas.
 

MITOS DO FOLCLORE - LEITURA

Autor Glória Maria de Oliveira
Co-autores:Simone de Alencastre Rodrigues e Soymara Vieira Emilião
Estrutura Curricular
Alfabetização Processos de leitura
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
• Desenvolver estratégias de compreensão na leitura
• Desenvolver a expressão oral
• Participar das discussões ouvindo e expressando suas opiniões
• O prazer proporcionado pela leitura, assim como a aquisição de novos conhecimentos;
Duração das atividades: 2 aulas de 50 minutos cada que correspondem a 100 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Os conhecimentos adquiridos na aula anterior, Mitos do Folclore (AULA 3) , onde a professora faz a explanação sobre o tema abordado.
Estratégias e recursos da aula
A professora apresenta o cartaz com o nome de todos os mitos encontrados – da letra A até a Z.
Distribuiu as seis fichas com pequenos textos sobre estes mitos.
As crianças lêem para a classe, após a leitura a professora explora oralmente as informações obtidas através da leitura, pede para marcar algumas palavras mais significativas, como o nome, característica...
Após a exploração da leitura a professora pede para que os alunos ilustrem os mitos, sempre atentos às suas características.
Estas fichas deverão ser guardadas pois ao término das leituras, cada criança confeccionará seu livro de mitos.
A seguir apresento as fichas com algumas possíveis explorações:
1 - Quem é o boto?
• Para que serve o buraco que ele procura esconder com um chapéu?
• Onde vive o golfinho?
2 - Por que ele tem este nome?
• Descreva esta personagem.

3 -A quem as Encantadas tentam atrair?
• O que elas fazem?
• Marque no texto as cores dos cabelos das Encantadas.
4- Marque no texto as palavras que a professora ditará:
1- lenda; 2 – mulher; 3- homem; 4 – lobisomem; 5 - menino
• O que é preciso para se transformar em uma Mula-sem-cabeça?
• Descreva o Saci-Pererê.
Recursos Complementares
Idem ao anterior
Avaliação
O desenvolvimento quanto à habilidade de ouvir e falar.
O grau de interesse pela leitura.
Identificar as estratégias que os alunos utilizam durante a leitura.
Verificar se as crianças reconhecem a estrutura dos textos lidos.

O mais assustador do folclore
Luciana Garcia
Iluatrações:Roger Cruz e Bruna Brito

Quibungo
 Pisadeira
 Cabra Cabriola +  AQUI
 Lobisomen
 Chibamba
 Labatut
Mula-sem-cabeça
Encantadas



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