BlogBlogs.Com.Br

CATIVA-ME

Glitter Photos

Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

Glitter Photos

Comemoração

Glitter Photos
JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
ACOMPANHEM LINGUAGEM E AFINS NO FACEBOOK TAMBÉM!
GRUPO LINGUAGEM E AFINS
O BLOG LINGUAGEM E AFINS NÃO TEM FINS LUCRATIVOS
OS LINKS SUGERIDOS SÃO DE SITES AFINS A POSTAGEM
Mostrando postagens com marcador Cultura indígena. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura indígena. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, abril 14, 2025

O indiozinho e o rio voador>A dança do arco-íris>Conto indígena>Caixa sensorial>Estímulos musicais>14/04/2025


O espetáculo da natureza na visão dos indígenas
Conto: A dança do arco-íris: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUIAQUIAQUI
Aula: Sonorizando um conto indígena: AQUI
Ouvindo sobre os indígenas: AQUI
Caixa sensorial: Elemento da cultura indígena: AQUI
A caixa sensorial é um recurso que estimula o desenvolvimento dos bebês e crianças através da exploração dos sentidos e tem como objetivos indiretos, dentre outros, a preparação remota para a escrita e matemática, o desenvolvimento da coordenação motora, da atenção, do equilíbrio, da memória e da criatividade. AQUI, AQUI

Caixa sensorial/Atividade lúdica/Sugestão

A Caixa sensorial é um material pedagógico acessível que pode ser usado para ampliar as formas dos estudantes responderem perguntas simples, do tipo “sim” ou “não”. O recurso é feito com uma caixa de papelão, dentro da qual o motor de um carrinho de controle remoto é adaptado. Por meio do controle, o professor pode acender duas lâmpadas de LED na tampa: uma verde, para as respostas positivas, e uma vermelha, para as negativas. É possível, ainda, fazer a estrutura vibrar. AQUI
O indiozinho e o rio voador: AQUIAQUI,  AQUIAQUI
Mudanças climáticas: + Rios voadores: AQUI
Instrumento pau de chuva: AQUIAQUI
A dança da chuva: AQUI

O indiozinho e o jacaré: AQUI
Indígena: Vamos cantar: AQUI

Saco sensorial: AQUI
Atividades para aguçar sentidos: AQUI

Objetos brincantes: AQUI
Caixas: AQUI
Brinquedos de chão: AQUI
Brinquedos/Brincadeiras: AQUI
Vamos brincar de estátua? AQUI

Esconde-esconde com objeto: AQUI, AQUI, AQUI
Quer brincar de pique esconde?: AQUI
Objetos sonoros: AQUI
Brincadeira musical: AQUI
Esconde-esconde: AQUIAQUI
Achou?: AQUI






Link para essa postagem


sábado, abril 12, 2025

Tulu> Em busca de um lugar para viver>Cultura musical/sons indígena>Tulu no sítio do pica-pau amarelo>12/04/2025


Donaldo Buchweitz/Ina Carolina

Tulu vive entre a floresta e o lavrado. Ele é amigo dos animais, das plantas e de toda a natureza que o cerca. Mas tudo começa a mudar quando as queimadas tomam conta da mata. 
Nesta história, Tulu vai descobrir que não são só os animais e a floresta que estão correndo perigo..

Ouvindo: AQUIAQUIAQUI

A educadora Kátia Pecand realiza neste vídeo a contação de história do livro Tulu – em busca de um lugar para viver.
Uma história que encanta, emociona e ensina nossas crianças sobre a importância da preservação da natureza e o respeito aos povos indígenas .AQUI e AQUI
Fazendo um papagaio de papel: AQUI
Compartilhando a cultura sonora indígena: AQUI
Conhecendo a música indígena: AQUI
O canto indígena: AQUI
Sequência didática Tulu: AQUI

Donaldo Buchweitz

Tulu deixou a floresta e foi a um sítio muito conhecido de todas as crianças: o Sítio do Picapau Amarelo. O que será que ele vai fazer lá? 
Quem estará esperando por ele? 
Um delicioso encontro de Tulu, personagem criado por Donaldo Buchweitz, com os famosos personagens de Monteiro Lobato.
Neste vídeo, a educadora Kátia Pecand nos apresenta alguns títulos que podem ser utilizados como disparadores de projetos pedagógicos em sala de aula, desde a Educação Infantil, para que o aprendizado aconteça de forma lúdica e encantadora. Sobre Tulu também: AQUI

Ouvindo: AQUI
Neste vídeo educativo e divertido, as crianças vão aprender sobre o Dia dos Povos Indígenas, que é celebrado no dia 19 de abril. De forma leve e respeitosa, vamos conhecer quem são os povos indígenas do Brasil, como vivem, sua cultura, costumes e a importância de comemorar essa data especial. AQUI


+ Donaldo Buchweitz: AQUI
Aquitã o indiozinho: AQUI
Uma arara e sete papagaios: AQUI
Papagaios: AQUI
Poeminhas da terra: AQUI
Povos Indígenas: AQUIAQUIAQUI
Cultura indígena: AQUI
Pikuin o pequeno kurumin: AQUI
Lapbook: Povos indígenas: AQUI
Plano de aula para trabalhar o Dia dos Povos indígenas com atividades alinhadas à BNCC. 
Para que serve um livro? AQUI
Livros/Comemorações: AQUI
A pílula falante: AQUI
É um livro: AQUI



Link para essa postagem


quarta-feira, abril 09, 2025

Sou indígena>Quem eu sou>Estímulos poéticos>Povos indígenas>09/04/2025

 

Cláudia A. Flor D'Maria/ Raquel Teixeira


Um poema-manifesto ricamente ilustrado para exaltar a importância e a maravilha de ser e se reconhecer indígena.

A narradora deste poema-manifesto se orgulha em afirmar e reafirmar o quanto for preciso que sim, é indígena! 
E justamente por se orgulhar de suas origens, de seus ancestrais e de sua identidade, ela narra com força e alegria tudo o que ser indígena significa e representa, indo muito além dos muitos estereótipos sobre os povos originários brasileiros.
Nas páginas deste livro, a amapaense Cláudia A. Flor D’Maria, de origem Itaquera/Itakuera, une suas palavras emocionantes às ilustrações de traço colorido, encantador e contemporâneo da indígena manauara Raquel Teixeira. 
Juntas, em um projeto gráfico dinâmico, convidam leitores de todas as idades a se aproximarem das culturas dos povos indígenas e admirarem as sabedorias, a empatia e o encantamento que elas trazem consigo.

A coleção Canoa tem como objetivo levar literatura infantil de qualidade a um preço popular para todos os pequenos leitores.

Indicado para leitores a partir de 4 anos.


Sobre a obra: AQUI


Ouvindo: 


Sim, sou Indígena! Um lindo poema que fala sobre suas origens, seus ancestrais e sua identidade.


Que conta tudo o que ser indígena significa e representa - e convida você a celebrar a importância dos povos originários do território brasileiro. AQUI


Eu sou: As crianças fizeram autorretratos e contaram de suas habilidades, talentos e características.

Os desenhos fazem com que elas olhem para si e para que a equipe pedagógica como um todo conheça mais do que estão sentindo e de como elas estão se organizando nesse início de ano letivo, período de aconchego.
Com as narrativas, as crianças fortalecem seus talentos, e há ali um reconhecimento e uma identidade de grupo importantes para a integração da turma.  AQUI



Povos Indígenas: AQUIAQUIAQUI
Cultura indígena: AQUI
Pikuin o pequeno kurumin: AQUI
Lapbook: Povos indígenas: AQUI
Plano de aula para trabalhar o Dia dos Povos indígenas com atividades alinhadas à BNCC. 




Link para essa postagem


segunda-feira, abril 07, 2025

Poeminhas da terra>Povos indígenas>Estímulos poéticos>07/04/2025

 
Márcia Leite/Tatiana Móes

Hora de comer, hora de brincar, hora de colher, hora de pescar, hora de festejar, hora de contemplar, hora de compartilhar são alguns dos temas explorados nestes singelos poemas sobre o cotidiano da vida na aldeia daqueles que são os primeiros habitantes do Brasil.

Do que trata o livro: cultura indígena, infância, identidade, modos de vida, relação homem e natureza, cotidiano, palavras de origem Tupi-Guarani.

Gênero: livro ilustrado; poesia.

Indicação: leia comigo; começo a ler sozinho. 

Hora de comer, hora de brincar, hora de colher, hora de pescar, hora de festejar, hora de contemplar, hora de compartilhar são alguns dos temas explorados nestes singelos poemas sobre o cotidiano da vida na aldeia daqueles que são os primeiros habitantes do Brasil.

Os versos curtos, sonoros, o ritmo cadenciado pela repetição de vogais e o uso de rimas simples convidam à exploração da linguagem durante a leitura oral. a predominância de palavras de origem tupi-guarani, associada às poéticas ilustrações em nanquim e aquarela, evoca uma profunda harmonia entre os seres e a natureza, fazendo com que poeminhas da terra proporcione a aproximação do leitor com a cultura dos povos indígenas, pelo respeitoso olhar das autoras.

PDF: AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI
Atividade/Poema Comilança: AQUI
Dia dos povos indígenas
Como trabalhar o tema com educação infantil: AQUI
Dia da Terra: AQUI
+ Márcia Leite: AQUI
Povos Indígenas: AQUIAQUIAQUI
Cultura indígena: AQUI




Link para essa postagem


domingo, abril 07, 2024

Um curumim, uma canoa>Atividade literária>Povos indígenas>Poema> 07/04/2024

 

Yaguarê  Yamã/Matias Simone
Aguiry é um curumim que se prepara para uma grande aventura. Ele tem uma canoa e com ela percorre o reino da cobra grande. Mas, espere aí! Uma criança percorre sozinha um reino tão perigoso? 
Ah! Descubra como isso acontece lendo esta deliciosa história sobre um indiozinho e sua canoa, que juntos desbravam os sonhos de uma criança.

Uma emocionante jornada pela cultura indígena

Embarque em uma aventura incrível ao lado de Aguiry, um corajoso curumim que parte em sua canoa rumo ao reino da cobra grande. Neste livro encantador, escrito por Yaguarê Yamã e ilustrado por Simone Matias, você descobrirá como um indiozinho tão pequeno enfrenta desafios e surpresas em sua jornada solitária.

Com 36 páginas ricamente detalhadas, esta obra traz consigo valores culturais e educativos, sendo uma excelente escolha para introduzir crianças à diversidade das tradições indígenas e à importância da preservação cultural. As ilustrações vibrantes de Simone Matias dão vida à história, envolvendo os leitores em cada página.

O livro "Um Curumim, Uma Canoa" é uma escolha perfeita para estimular a imaginação das crianças, promovendo o conhecimento sobre a cultura indígena de forma lúdica e cativante. Além disso, as belas ilustrações e a narrativa envolvente tornam a leitura uma experiência enriquecedora e divertida para toda a família.

 Escrito por Yaguarê Yamã, autor especialista em temas indígenas.

Ilustrações coloridas e expressivas de Simone Matias.

Tema educativo, ideal para crianças em fase de descoberta.

Capa vibrante que desperta curiosidade e interesse pela leitura.

Este livro é indicado para ser lido em voz alta, permitindo que as crianças mergulhem na história de Aguiry e sua jornada emocionante. 
Aproveite para explorar junto com os pequenos os ensinamentos sobre respeito à diversidade cultural e a importância de preservar tradições milenares.  Fonte
Nesse vídeo você verá o passo a passo de 3 atividades para trabalhar a temática dos Povos Indígenas na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Essas atividades contemplam todos os campos de experiências da BNCC. AQUI

Ouvindo: AQUIAQUI

Projeto: Povos indígenas: PDF: AQUI 
O tupi que você fala: No Linguagem: AQUI
Qual a importância de comemorar o dia dos povos indígenas?
  Resumo dos acontecimentos que levaram à comemoração desse dia tão importante. Se trata de um vídeo educativo, dinâmico e objetivo. AQUI
Nesse vídeo lindo com imagens relacionadas ao dia dos povos indígenas as crianças vão aprender um pouquinho sobre os hábitos e a cultura desses povos que contribuíram na formação do povo brasileiro. De autoria da professora Hilda Miranda, use à vontade. AQUI

Aula: Povo indígena: A tradição das rodas: AQUI

As atividades para o dia dos povos indígenas, é apenas um complemento para seu planejamento, pois, neste dia, assim como em qualquer dia do ano, temos o dever de valorizar, ensinar e mostrar para nossos alunos, que não existe apenas um dia para este povo, mas todos os dias são de todos, afinal, fazemos parte da mesma nação. AQUI

Poema: Indígenas do Brasil: AQUI
Para imprimir: AQUI
No Linguagem
Memórias das palavras indígenas/Projeto: AQUI
Menino Poti: AQUI
Cultura indígena: AQUI
Indígenas: AQUI




Link para essa postagem


terça-feira, abril 11, 2023

Memória das palavras indígenas>Projeto de leitura>Atividades>Vocabulário indígena>Lapbook>11/04/2023

 

Luiz D.B Grupioni/Walter M.Santos

Abacaxi, Açaí, e Anhembi. Caju, Caramuru e Curumim. Ibiúna, Iguaçu e Ipiranga. Mandioca, Maracujá e Muriçoca. Paca, Pacaembu e Pindorama.

Você sabia que todas essas palavras são de origem indígena? O Brasil é o país que abriga a maior diversidade linguística no contexto sul-americano. Conhecer a riqueza e a variedade das línguas faladas hoje é um passo importante para reconhecer a diversidade cultural que marca a sociedade brasileira.

Em Memórias das palavras indígenas, Luís Donisete apresenta ao leitor palavras de origem indígena que fazem parte do nosso vocabulário, que usamos no dia a dia para designar a fauna, a flora, os lugares, os alimentos e outras coisas. A obra também apresenta diversas informações sobre a realidade atual do índio no Brasil.

Tema(s) principal(is): Etimologia, diversidade linguística e cultura indígena;
Tema(s) transversal(is): Ética e pluralidade cultural;
Interdisciplinaridade: Língua Portuguesa, História e Geografia.

Ler a apresentação do autor com a intenção de saber mais sobre as línguas indígenas; Selecionar algumas palavras que você desconhecia e criar um caça-palavras; Ler as informações contidas nos quadros verdes. Escolher uma e recontar para a classe; Selecionar dois povos indígenas e saber mais sobre eles.

Projeto de leitura: AQUI

Muito além do cocar: Leve a diversidade indígena para a sala de aula: AQUI

Aulas indígenas para o ano inteiro: AQUI

Agosto indígena na educação infantil: AQUI

Instrumentos musicais indígenas/percepção dos sons: AQUI

Sugestões de atividades

Lapbook povos indígenas: AQUI

Vocabulário indígena: PDF: AQUIAQUIAQUI

Cultura dos povos indígenas/PDF: AQUIAQUI

Cantando: Todo mundo tem um pouco de índio dentro de si. Todo mundo fala língua de índio Tupi Guarani. A nova versão de TuTuTu Tupi chegou ao ZiS para contar a influência da língua Tupi Guarani no nosso dia a dia, confira! AQUI

Ditado de palavras indígenas: AQUI

Aula: Jogo de origem indígena: AQUI

Aula: Conhecendo a música indígena: AQUI

Aula: As expressões indígenas de nosso cotidiano: AQUI

Índio que balança: AQUI

Jogo de memória com palavras indígenas para baixar: AQUI

Daniel Munduruku faz leitura de uma crônica de seu mais recente livro Memórias de Índio publicado pela Edelbra Editora.
Livro ganhador do Selo de Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ!: Nunca gostei de ser índio: AQUI

Viva a cultura indígena! Viva as histórias contadas de geração em geração! Viva a diversidade! Viva a história do nosso Brasil! Viva!!!:
Um conto sobre a cultura munduruku, crônicas e depoimentos sobre as experiências vividas pelo autor no chamado "mundo dos brancos", além de informações gerais sobre a diversidade étnica do Brasil indígena.
Na primeira parte esse livro traz um conto da cultura munduruku. "O menino que não sabia sonhar" fala de Kaxi, um garoto como outro qualquer, exceto pelo fato de o pajé tê-lo escolhido como seu sucessor. Para ser iniciado nos segredos da pajelança, o pajé lhe ensina que é preciso sonhar, pois nos sonhos residem os grandes mistérios da vida. Aqui, talvez pela primeira vez no Brasil, a cultura indígena é apresentada do ponto de vista de um dos seus integrantes. Em seguida, o autor relata com bom humor suas experiências no "mundo dos brancos" e comenta a situação dos povos indígenas no Brasil. A edição inclui desenhos de crianças indígenas e fotos de aldeias mundurukus.
Uma história de índio: Daniel Munduruku: AQUI, AQUI

No Linguagem

Aldeias palavras e mundo indígena: AQUI

Kabá Darebu: AQUI

Kunumi Guarani: AQUI

Contos da floresta: AQUI

O tupi que você fala: AQUI Atividades: AQUI



Link para essa postagem


quarta-feira, fevereiro 15, 2023

Kunumi Guarani>Tem índio pra todo lado>Diversidade cultural indígena>Caminho do ouro ilegal>16/02/2023

 


Ouvindo a história: AQUI

Werá Jeguaka Mirim é um menino guarani. Neste livro, ele nos conta onde fica a aldeia em que mora, como é a sua casa, as brincadeiras preferidas e como é o seu dia a dia.  Prepare-se para conhecer a vida de uma criança indígena e a riqueza de seu povo.

Tem índio pra todo lado

A publicação traz os povos indígenas em situações cotidianas e inseridos tanto em espaços tradicionais, a exemplo das aldeias, como nas áreas urbanas. Vinícios Ferraz esclarece que, além de dar visibilidade à questão indígena, o livro procura mostrar o índio ocupando posições sociais que são estereotipadas como lugar de "homem branco".

"Via de regra, os indígenas são retratados nos livros, principalmente nos didáticos, sempre na perspectiva do passado. Mas os índios estão vivos no nosso presente. A ideia é pensar, a partir desse estranhamento, na forma como eles estão vivendo hoje. Em áreas urbanas, não só nas matas", detalha o autor. Para Vinícios Ferraz, a literatura infantil tem um papel fundamental na tradução dos personagens e pessoas que estão presentes no "Brasil profundo", nas origens do povo brasileiro. Pedagogo de formação, o escritor sugere que o livro pode ser lido para (ou por) crianças de qualquer idade. Cada página traz uma ilustração e o texto funciona como se fosse uma legenda da imagem. "Tem índio que não quer contato", diz o autor na página 14. "Tem índio todo antenado", afirma na página seguinte.

Visualmente, a figura indígena tem apelo com as crianças "urbanas" desde cedo. Estímulos visuais como a vestimenta tribal compõem a identidade tradicional do índio e são elementos lúdicos no imaginário infantil. A obra vai além dessa questão visual e procura levar, aos pequenos leitores, informações sobre os povos indígenas, sem se prender a estereótipos. "Os índios estiveram muito presentes no contexto da nossa colonização, embora a presença deles no Brasil seja bem mais antiga. Hoje, há os que ainda vivem da caça e da pesca, mas também os que utilizam celular. "Fonte

Ouvindo tem índio pra todo lado: AQUIAQUI

Os índios de ontem e os indígenas de hoje: PDF: AQUIAQUI

Diversidade cultural indígena

Vá além do tradicional “dia do índio” e veja como abordar em sala de aula toda a cultura indígena de modo reflexivo e sem estereótipos. Confira o artigo!

O calendário escolar reserva diversas oportunidades para trabalhar a criatividade e o conhecimento sociocultural dos alunos. Por exemplo, o dia 19 de abril é uma chance de apresentar a trajetória do nosso país, valorizando os povos indígenas. Mas o “dia do índio” não deve ser a única oportunidade de trabalhar os povos que são a origem do nosso país, que são parte da nossa história. Como então trabalhar a cultura indígena em sala de aula de forma reflexiva e sem reforçar visões estereotipadas? Em um mundo cada vez mais conectado, o professor precisa estar atento para não reafirmar impressões que não condizem com a realidade dos povos indígenas, celebrando nossas diferenças e valorizando o respeito. Para tanto, é preciso deixar de lado atividades tradicionais e proporcionar uma reflexão por meio de leituras, músicas e filmes que abordam o cotidiano indígena mais profundamente.

Para ajudar a fugir dos estereótipos e oferecer uma aula dinâmica e instrutiva, separamos algumas maneiras de abordar essa temática com a sua turma. Continue a sua leitura e confira!

Qual a diferença entre a palavra “índio” e “indígena”? Antes de apresentarmos nossas sugestões, vamos abordar a palavra que muitas vezes é utilizada para referir-se aos povos nativos. Segundo o escritor Daniel Munduruku, doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), embora empregadas usualmente como sinônimos, não existe uma relação direta entre os significados de “índio” e “indígena”.De acordo com Munduruku, a palavra “índio” não possui um significado definitivo entre os dicionários. Muitas vez, está associada a diversas características negativas como selvagem, atrasado, preguiçoso, canibal, estorvo, etc. A expressão “indígena”, por sua vez, retira os aspectos negativos e associa-se diretamente a ideia de “original do lugar, nativo”.

Dessa forma, embora o dia 19 de abril seja nacionalmente conhecido como “dia do índio”, o mais adequado é utilizarmos a expressão “indígena”, a fim de retirarmos às associações ruins que fazem desses povos e valorizarmos sua presença desde a origem do país. 

Como abordar o dia do índio e propor uma reflexão na escola?

Agora que falamos sobre os significados carregados pela palavra “índio”, vamos apresentar algumas maneiras de fugir das abordagens estereotipadas dentro das salas de aula, proporcionando um conhecimento aprofundado e sociocultural para os alunos. Fuja de imagens generalizadas.

Existe uma grande variedade de povos indígenas em nosso país. Cada civilização tem códigos de condutas, hábitos e costumes diferentes.

Portanto, é positivo fugir das imagens reproduzidas em atividades de colorir que trazem uma visão generalizada dos indígenas. Faça uma pesquisa e estude detalhadamente um dos povos, a fim de oferecer um conhecimento abrangente e próximo da realidade.

Atualmente, estima-se que existem aproximadamente 5 mil povos indígenas, chegando a 370 milhões de pessoas. Uma proposta interessante é abordar a cultura de uma tribo, de determinada região do país, em atividades que apresentem os hábitos desse povo.

Levar um representante dessa comunidade para conversas com os estudantes é outra maneira positiva de apresentar parte dessa diversidadeConte sobre mitos e lendas indígenas

Existem diferentes livros infantis que abordam a história e as lendas indígenas. Daniel Munduruku é autor de uma dessas obras, aliás.

Faça rodas de leituras e fale sobre a maneira como os indígenas interagem com o meio ambiente. Apresentar algumas lendas é uma forma de valorizar a cultura dos povos nativos.

Vale ressaltar que cada comunidade tem sua lenda, portanto, é importante respeitar essa diversidade.

Trabalhe a sonoridade indígena

Os povos indígenas vivem em conexão com a natureza. Dela, produzem diferentes objetos para caça e produzir sons. Apresentar alguns desses elementos trará uma percepção diferente para os estudantes. Valorize a capacidade criativa desses povos, levando imagens, músicas e, se possível, o próprio objeto de materiais musicais desenvolvidos pelos indígenas, respeitando a tribo que está sendo estudada.

Prepare comidas típicas: Outra maneira de apresentar o cotidiano vivido pelos povos indígenas é pelo paladar. Prepare algumas comidas típicas e ofereça para os estudantes provarem os sabores.

Muitas comunidades vivem com alimentação à base da mandioca, portanto apresente essa raiz e as diferentes maneiras de consumi-la.

Organize filmes e documentáriosÉ possível abordar o dia do índio utilizando outros recursos como o audiovisual, por exemplo. Apresente alguns filmes — principalmente os documentários — que apresentem o cotidiano desses povos. Além disso, incentive a pesquisa na internet e valorize cada descoberta nova dos seus estudantes. Fonte

O caminho do ouro ilegal

Exploração do metal está por trás da crise humanitária que afeta os yanomami. Normas frágeis e fiscalização precária permitem que o ouro saia da floresta e chegue até os grandes centros urbanos. Continua: AQUI

Os garimpos ilegais, que usam mercúrio em excesso para viabilizar a separação do ouro dos demais sedimentos, causam a contaminação dos peixes, a morte dos rios, a remoção da cobertura vegetal e, consequentemente, a fuga dos animais.... AQUI



Link para essa postagem


sábado, maio 14, 2022

Contos da floresta>Discurso direto e indireto>Diálogo>Pontuação>Texto fatiado>Lendas indígenas>14/05/2022

 

Yaguarê Yamã

Os mitos e as lendas do livro Contos da Floresta, de Yaguarê Yamã, são de rir e de assustar. Estes contos se originam da tradição Maraguá, povo conhecido por suas histórias de assombração. Falam da vida e da natureza, reverenciam a bravura e a verdade, trazem valores e sabedoria. A Equipe da Biblioteca convida o público a mergulhar um pouco nestes contos temperados com certo humor, boa dose de suspense e magia por meio desta contação de história inspirada no livro Contos
da Floresta, de Yaguarê Yamã, ilustrado por Luana Geiger, Editora Peirópolis.

Ouçam: Contos da floresta: AQUI, AQUI

Discurso direto: Registro integral da fala do personagem, do modo como ele a diz. O personagem fala diretamente, sem a interferência do narrador, que se limita a introduzi-la.

Discurso indireto: É o registro indireto da fala do personagem através do narrador, isto é, o narrador é o intermediário entre o instante da fala do personagem e o leitor, de modo que a linguagem do discurso indireto é a do narrador. O narrador diz com suas palavras o que disseram os personagens.

Aulas: Contos da floresta: Dois velhos surdos:

Discurso direto ou indireto? AQUI

Descubra se puder/Sinais de pontuação: AQUI

Aulas: Lendas indígenas

Texto fatiado: AQUI

Reconto de lendas indígenas: AQUI

Conto e reconto/Curupira/Fazendo um reconto: AQUI

Uma nova continuação/Produção de textos: Juruá vira peixe: AQUI

15 aulas sobre lendas indígenas/Nova Escola: AQUI

Reconhecer a importância do conto oral para o povo indígena /PDF/AQUI



Link para essa postagem


 
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios