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Aulas temáticas e literárias
Colaboração e Direitos

Comemoração
segunda-feira, abril 14, 2025
O indiozinho e o rio voador>A dança do arco-íris>Conto indígena>Caixa sensorial>Estímulos musicais>14/04/2025
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sábado, abril 12, 2025
Tulu> Em busca de um lugar para viver>Cultura musical/sons indígena>Tulu no sítio do pica-pau amarelo>12/04/2025
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quarta-feira, abril 09, 2025
Sou indígena>Quem eu sou>Estímulos poéticos>Povos indígenas>09/04/2025
Um poema-manifesto ricamente ilustrado para exaltar a importância e a maravilha de ser e se reconhecer indígena.
A coleção Canoa tem como objetivo levar literatura infantil de qualidade a um preço popular para todos os pequenos leitores.
Indicado para leitores a partir de 4 anos.
Ouvindo:
Sim, sou Indígena! Um lindo poema que fala sobre suas origens, seus ancestrais e sua identidade.
Que conta tudo o que ser indígena significa e representa - e convida você a celebrar a importância dos povos originários do território brasileiro. AQUI
Eu sou: As crianças fizeram autorretratos e contaram de suas habilidades, talentos e características.
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segunda-feira, abril 07, 2025
Poeminhas da terra>Povos indígenas>Estímulos poéticos>07/04/2025
Do que trata o livro: cultura indígena, infância, identidade, modos de vida, relação homem e natureza, cotidiano, palavras de origem Tupi-Guarani.
Gênero: livro ilustrado; poesia.
Indicação: leia comigo; começo a ler sozinho.
Hora de comer, hora de brincar, hora de colher, hora de pescar, hora de festejar, hora de contemplar, hora de compartilhar são alguns dos temas explorados nestes singelos poemas sobre o cotidiano da vida na aldeia daqueles que são os primeiros habitantes do Brasil.
Os versos curtos, sonoros, o ritmo cadenciado pela repetição de vogais e o uso de rimas simples convidam à exploração da linguagem durante a leitura oral. a predominância de palavras de origem tupi-guarani, associada às poéticas ilustrações em nanquim e aquarela, evoca uma profunda harmonia entre os seres e a natureza, fazendo com que poeminhas da terra proporcione a aproximação do leitor com a cultura dos povos indígenas, pelo respeitoso olhar das autoras.
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domingo, abril 07, 2024
Um curumim, uma canoa>Atividade literária>Povos indígenas>Poema> 07/04/2024
Uma emocionante jornada pela cultura indígena
Embarque em uma aventura incrível ao lado de Aguiry, um corajoso curumim que parte em sua canoa rumo ao reino da cobra grande. Neste livro encantador, escrito por Yaguarê Yamã e ilustrado por Simone Matias, você descobrirá como um indiozinho tão pequeno enfrenta desafios e surpresas em sua jornada solitária.
Com 36 páginas ricamente detalhadas, esta obra traz consigo valores culturais e educativos, sendo uma excelente escolha para introduzir crianças à diversidade das tradições indígenas e à importância da preservação cultural. As ilustrações vibrantes de Simone Matias dão vida à história, envolvendo os leitores em cada página.
Escrito por Yaguarê Yamã, autor especialista em temas indígenas.
Ilustrações coloridas e expressivas de Simone Matias.
Tema educativo, ideal para crianças em fase de descoberta.
Capa vibrante que desperta curiosidade e interesse pela leitura.
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terça-feira, abril 11, 2023
Memória das palavras indígenas>Projeto de leitura>Atividades>Vocabulário indígena>Lapbook>11/04/2023
Abacaxi, Açaí, e Anhembi. Caju, Caramuru e Curumim. Ibiúna, Iguaçu e Ipiranga. Mandioca, Maracujá e Muriçoca. Paca, Pacaembu e Pindorama.
Você sabia que todas essas palavras são de origem indígena? O Brasil é o país que abriga a maior diversidade linguística no contexto sul-americano. Conhecer a riqueza e a variedade das línguas faladas hoje é um passo importante para reconhecer a diversidade cultural que marca a sociedade brasileira.
Em Memórias das palavras indígenas, Luís Donisete apresenta ao leitor palavras de origem indígena que fazem parte do nosso vocabulário, que usamos no dia a dia para designar a fauna, a flora, os lugares, os alimentos e outras coisas. A obra também apresenta diversas informações sobre a realidade atual do índio no Brasil.
Ler a apresentação do autor com a intenção de saber mais sobre as línguas indígenas; Selecionar algumas palavras que você desconhecia e criar um caça-palavras; Ler as informações contidas nos quadros verdes. Escolher uma e recontar para a classe; Selecionar dois povos indígenas e saber mais sobre eles.
Projeto de leitura: AQUI
Muito além do cocar: Leve a diversidade indígena para a sala de aula: AQUI
Aulas indígenas para o ano inteiro: AQUI
Agosto indígena na educação infantil: AQUI
Instrumentos musicais indígenas/percepção dos sons: AQUI
Sugestões de atividades
Lapbook povos indígenas: AQUI
Vocabulário indígena: PDF: AQUI, AQUI, AQUI
Cultura dos povos indígenas/PDF: AQUI, AQUI
Cantando: Todo mundo tem um pouco de índio dentro de si. Todo mundo fala língua de índio Tupi Guarani. A nova versão de TuTuTu Tupi chegou ao ZiS para contar a influência da língua Tupi Guarani no nosso dia a dia, confira! AQUI
Ditado de palavras indígenas: AQUI
Aula: Jogo de origem indígena: AQUI
Aula: Conhecendo a música indígena: AQUI
Aula: As expressões indígenas de nosso cotidiano: AQUI
Índio que balança: AQUI
Jogo de memória com palavras indígenas para baixar: AQUI
No Linguagem
Aldeias palavras e mundo indígena: AQUI
Kabá Darebu: AQUI
Kunumi Guarani: AQUI
Contos da floresta: AQUI
O tupi que você fala: AQUI Atividades: AQUI
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quarta-feira, fevereiro 15, 2023
Kunumi Guarani>Tem índio pra todo lado>Diversidade cultural indígena>Caminho do ouro ilegal>16/02/2023
Werá Jeguaka Mirim é um menino guarani. Neste livro, ele nos conta onde fica a aldeia em que mora, como é a sua casa, as brincadeiras preferidas e como é o seu dia a dia. Prepare-se para conhecer a vida de uma criança indígena e a riqueza de seu povo.
Tem índio pra todo lado
A publicação traz os povos indígenas em situações cotidianas e inseridos tanto em espaços tradicionais, a exemplo das aldeias, como nas áreas urbanas. Vinícios Ferraz esclarece que, além de dar visibilidade à questão indígena, o livro procura mostrar o índio ocupando posições sociais que são estereotipadas como lugar de "homem branco".
"Via de regra, os indígenas são retratados nos livros, principalmente nos didáticos, sempre na perspectiva do passado. Mas os índios estão vivos no nosso presente. A ideia é pensar, a partir desse estranhamento, na forma como eles estão vivendo hoje. Em áreas urbanas, não só nas matas", detalha o autor. Para Vinícios Ferraz, a literatura infantil tem um papel fundamental na tradução dos personagens e pessoas que estão presentes no "Brasil profundo", nas origens do povo brasileiro. Pedagogo de formação, o escritor sugere que o livro pode ser lido para (ou por) crianças de qualquer idade. Cada página traz uma ilustração e o texto funciona como se fosse uma legenda da imagem. "Tem índio que não quer contato", diz o autor na página 14. "Tem índio todo antenado", afirma na página seguinte.
Visualmente, a figura indígena tem apelo com as crianças "urbanas" desde cedo. Estímulos visuais como a vestimenta tribal compõem a identidade tradicional do índio e são elementos lúdicos no imaginário infantil. A obra vai além dessa questão visual e procura levar, aos pequenos leitores, informações sobre os povos indígenas, sem se prender a estereótipos. "Os índios estiveram muito presentes no contexto da nossa colonização, embora a presença deles no Brasil seja bem mais antiga. Hoje, há os que ainda vivem da caça e da pesca, mas também os que utilizam celular. "Fonte
Ouvindo tem índio pra todo lado: AQUI, AQUI
Os índios de ontem e os indígenas de hoje: PDF: AQUI, AQUI
Diversidade cultural indígena
Vá além do tradicional “dia do índio” e veja como abordar em sala de aula toda a cultura indígena de modo reflexivo e sem estereótipos. Confira o artigo!
O calendário escolar reserva diversas oportunidades para trabalhar a criatividade e o conhecimento sociocultural dos alunos. Por exemplo, o dia 19 de abril é uma chance de apresentar a trajetória do nosso país, valorizando os povos indígenas. Mas o “dia do índio” não deve ser a única oportunidade de trabalhar os povos que são a origem do nosso país, que são parte da nossa história. Como então trabalhar a cultura indígena em sala de aula de forma reflexiva e sem reforçar visões estereotipadas? Em um mundo cada vez mais conectado, o professor precisa estar atento para não reafirmar impressões que não condizem com a realidade dos povos indígenas, celebrando nossas diferenças e valorizando o respeito. Para tanto, é preciso deixar de lado atividades tradicionais e proporcionar uma reflexão por meio de leituras, músicas e filmes que abordam o cotidiano indígena mais profundamente.
Para ajudar a fugir dos estereótipos e oferecer uma aula dinâmica e instrutiva, separamos algumas maneiras de abordar essa temática com a sua turma. Continue a sua leitura e confira!
Qual a diferença entre a palavra “índio” e “indígena”? Antes de apresentarmos nossas sugestões, vamos abordar a palavra que muitas vezes é utilizada para referir-se aos povos nativos. Segundo o escritor Daniel Munduruku, doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), embora empregadas usualmente como sinônimos, não existe uma relação direta entre os significados de “índio” e “indígena”.De acordo com Munduruku, a palavra “índio” não possui um significado definitivo entre os dicionários. Muitas vez, está associada a diversas características negativas como selvagem, atrasado, preguiçoso, canibal, estorvo, etc. A expressão “indígena”, por sua vez, retira os aspectos negativos e associa-se diretamente a ideia de “original do lugar, nativo”.
Dessa forma, embora o dia 19 de abril seja nacionalmente conhecido como “dia do índio”, o mais adequado é utilizarmos a expressão “indígena”, a fim de retirarmos às associações ruins que fazem desses povos e valorizarmos sua presença desde a origem do país.
Como abordar o dia do índio e propor uma reflexão na escola?
Agora que falamos sobre os significados carregados pela palavra “índio”, vamos apresentar algumas maneiras de fugir das abordagens estereotipadas dentro das salas de aula, proporcionando um conhecimento aprofundado e sociocultural para os alunos. Fuja de imagens generalizadas.
Existe uma grande variedade de povos indígenas em nosso país. Cada civilização tem códigos de condutas, hábitos e costumes diferentes.
Portanto, é positivo fugir das imagens reproduzidas em atividades de colorir que trazem uma visão generalizada dos indígenas. Faça uma pesquisa e estude detalhadamente um dos povos, a fim de oferecer um conhecimento abrangente e próximo da realidade.
Atualmente, estima-se que existem aproximadamente 5 mil povos indígenas, chegando a 370 milhões de pessoas. Uma proposta interessante é abordar a cultura de uma tribo, de determinada região do país, em atividades que apresentem os hábitos desse povo.
Levar um representante dessa comunidade para conversas com os estudantes é outra maneira positiva de apresentar parte dessa diversidade. Conte sobre mitos e lendas indígenas
Existem diferentes livros infantis que abordam a história e as lendas indígenas. Daniel Munduruku é autor de uma dessas obras, aliás.
Faça rodas de leituras e fale sobre a maneira como os indígenas interagem com o meio ambiente. Apresentar algumas lendas é uma forma de valorizar a cultura dos povos nativos.
Vale ressaltar que cada comunidade tem sua lenda, portanto, é importante respeitar essa diversidade.
Trabalhe a sonoridade indígena
Os povos indígenas vivem em conexão com a natureza. Dela, produzem diferentes objetos para caça e produzir sons. Apresentar alguns desses elementos trará uma percepção diferente para os estudantes. Valorize a capacidade criativa desses povos, levando imagens, músicas e, se possível, o próprio objeto de materiais musicais desenvolvidos pelos indígenas, respeitando a tribo que está sendo estudada.
Prepare comidas típicas: Outra maneira de apresentar o cotidiano vivido pelos povos indígenas é pelo paladar. Prepare algumas comidas típicas e ofereça para os estudantes provarem os sabores.
Muitas comunidades vivem com alimentação à base da mandioca, portanto apresente essa raiz e as diferentes maneiras de consumi-la.
Organize filmes e documentários: É possível abordar o dia do índio utilizando outros recursos como o audiovisual, por exemplo. Apresente alguns filmes — principalmente os documentários — que apresentem o cotidiano desses povos. Além disso, incentive a pesquisa na internet e valorize cada descoberta nova dos seus estudantes. Fonte
O caminho do ouro ilegal
Exploração do metal está por trás da crise humanitária que afeta os yanomami. Normas frágeis e fiscalização precária permitem que o ouro saia da floresta e chegue até os grandes centros urbanos. Continua: AQUI
Os garimpos ilegais, que usam mercúrio em excesso para viabilizar a separação do ouro dos demais sedimentos, causam a contaminação dos peixes, a morte dos rios, a remoção da cobertura vegetal e, consequentemente, a fuga dos animais.... AQUI
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sábado, maio 14, 2022
Contos da floresta>Discurso direto e indireto>Diálogo>Pontuação>Texto fatiado>Lendas indígenas>14/05/2022
Discurso direto: Registro integral da fala do personagem, do modo como ele a diz. O personagem fala diretamente, sem a interferência do narrador, que se limita a introduzi-la.
Discurso indireto: É o registro indireto da fala do personagem através do narrador, isto é, o narrador é o intermediário entre o instante da fala do personagem e o leitor, de modo que a linguagem do discurso indireto é a do narrador. O narrador diz com suas palavras o que disseram os personagens.
Aulas: Contos da floresta: Dois velhos surdos:
Discurso direto ou indireto? AQUI
Descubra se puder/Sinais de pontuação: AQUI
Aulas: Lendas indígenas
Texto fatiado: AQUI
Reconto de lendas indígenas: AQUI
Conto e reconto/Curupira/Fazendo um reconto: AQUI
Uma nova continuação/Produção de textos: Juruá vira peixe: AQUI
15 aulas sobre lendas indígenas/Nova Escola: AQUI
Reconhecer a importância do conto oral para o povo indígena /PDF/AQUI
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