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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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segunda-feira, fevereiro 03, 2020

Uma pescaria inesquecível>Hora da história>+ histórias sobre desperdício de água>03/02/2020


Uma pescaria inesquecível

Ele tinha onze e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago.

A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água.
Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha.
O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água.
Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada.
O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente.
O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio.
Pouco mais de dez da noite...
Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada.
Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo, filho!
Mas, papai, reclamou o menino.
- Vai aparecer outro, insistiu o pai.
- Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações à vista.
Voltou novamente o olhar para o pai.
Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável.
Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele.
Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido.
O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.
Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
Porém, sempre vê o mesmo peixe todas as vezes que depara com uma questão ética.
Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.
Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa.
A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando.
Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.
A boa educação é como uma moeda de ouro:
TEM VALOR EM TODA PARTE.

Texto: Uma Pescaria Inesquecível, de James P. Lenfestey, do livro Histórias para Aquecer o Coração dos Pais, Editora Sextante.



O menino que não aceitava o desperdício de água

Desperdiçar água?Jamais!

O último pingo de água da  terra
Meio ambiente/lixo



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domingo, abril 06, 2014

O camelo, o burro e a água>Economia de água >Fábula visual> Estímulos conscientes>Projetos>PDF> 06/04/14




Merli

Você sabe o que é um livro de imagem? 
É uma história sem texto, que pode ser facilmente entendida por crianças não alfabetizadas, mas que também agrada a leitores de todas as idades. 
O Camelo e o Burro, personagens desta fábula adorável, são apresentados lado a lado; então pode-se acompanhar o comportamento deles durante um dia sem fornecimento de água. 
O que acontecerá no final?
Divirta-se com cenas curiosas e engraçadas e descubra o que você pode fazer para economizar água
Ouvindo a história
Marina Bastos: AQUI
+ uma:  AQUI

O camelo é um bicho econômico por natureza, consegue poupar a água do próprio corpo mesmo vivendo a temperaturas muito altas no deserto. Suporta calor de até 40ºC sem suar e bebe até 100 litros de água de uma única vez. Depois consegue ficar três semanas sem tomar nada, período em que vai usando a gordura da corcova para se hidratar. Não é incrível!!
Esse bicho é um dos protagonistas do livro O Camelo, o Burro e a Água (Sérgio Merli, editora Melhoramentos, 32 págs, R$ 26). Ele não desperdiça uma gotinha sequer ao realizar as tarefas do dia a dia. Já o burro não se preocupa com a natureza e gasta muito na hora de tomar banho, deixando o chuveiro ligado enquanto solta a voz.

Cada um leva sua vidinha, sem saber que o cano que transporta água até suas casas está com problema. Como consequência, têm de viver do que está armazenado na própria caixa. Lógico que o gastão do burro tem grande surpresa. Afinal, a água acaba se não for usada de forma certa.

O mais divertido é que a história é contada só com ilustrações. E entre elas é possível descobrir diferentes maneiras de não desperdiçar.
Você sabe como agir? Observe as imagens abaixo 


FONTE AQUI  ,   AQUI
Ouvindo: AQUIAQUI

Proposta de trabalho:  AQUI

Sons
AQUI,  AQUI
Atividades pdf: AQUIAQUIAQUI
Sequência didática
AQUI

Plano de aula: O uso consciente da água + esta obra: AQUI

Livrinho/História da água para imprimir: AQUI

A gotinha Lola:  AQUI

A gotinha plim plim:  AQUI

Eu fecho a torneira: AQUI
Aventuras de uma gota dágua: AQUI
Meu planeta rima com água: AQUI

Mais água:   AQUI

Sugestões/BNCC:   AQUI

Mais atividades: Livro digitalizado: Produção de texto: AQUI









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domingo, junho 09, 2013

Quem disse que eu não existo? >Estímulos literários > Extinção > 09/06/13


A ave chegou para ser comida no Natal, mas como era um peru feio demais, foi salvo e levado para o sítio, e teve uma história feliz

Quem disse que eu não existo?.
Escrito por Miriam Portela e ilustrado por Glair Arruda, livro conta uma história que “aconteceu” com o Dodô, uma ave não-voadora com cerca de um metro de altura, que vivia nas ilhas Maurício, na costa leste da África, perto de Madagascar.
Ela se alimentava de frutas e foi extinta durante o processo de colonização da ilha.
É da família dos pombos, tinha asas curtas e bico longo e pesado.
Um dia essa ave foi trazida para casa de dona Sandra, pelo seu marido, para ser comida na ceia de Natal. Todos estranharam, pois aquele bicho não era um peru.


Era uma vez um Natal.
Tudo preparado para a ceia.
 Quer dizer, quase tudo.
Faltava o peru na casa da Dona Sandra.
Mas, o que chegou por lá era um bicho muito estranho...
 Um peru feio demais!
 Ninguém teve coragem de comer o tal do bicho, e ele foi parar no sítio.
Lá, os outros animais também desconfiaram...
 Afinal, por que aquele peru era tão diferente?
Na verdade, não era um peru, era um dodô, uma ave rara que, sabe-se lá como, foi aparecer por lá.
Mas, mais raro ainda foi o que aconteceu depois.


Assunto: animais em extinção
Interdisciplinaridade: Ciências da Natureza, identidade e autonomia, Estudos Sociais Geografia.
Transversalidade: meio ambiente, pluralidade e afetividade.
Proposta: confeccionar painéis com imagens e textos sobre animais em extinção. Discutir com os alunos os meios de preservar animais e vegetais ameaçados.
Indicação: Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental
 

Texto by krika

Dodô era estranho e foi para o sítio...
Sorte deste aí, porque sua raça foi devorada pelos colonizadores famintos, no século 17...
Fico horrorizada com estes fatos, mas a vida é cheia de predadores...
E precisávamos evoluir, crescer, fazer história...
Vamos à esta...
Dodô foi rejeitado para ser degustado no Natal, na casa de dona Sandra.
Afinal ele não era um peru autêntico!
Chegou no sítio e se deu bem. Embora as outras aves nem ligavam para ele...
O filho de dona Sandra foi pesquisar sobre o Dodô na internet:
Ele não é peru, é um animal que não existe mais, como os dinossauros e os mamutes.
Ele era desajeitado, com as asas curtas,  não sabia voar e por isto, coitado, era fácil de capturá-lo.
Tornou-se um prato preferido até pelos outros animais. Roubavam seus ovos também e por esta razão ficou extinto.
Pobre Dodô!
Era manso e paciente e acabou se tornando babá das ninhadas lá no sítio....
Os pintinhos se escondiam embaixo das suas asas pequenas e dormiam tranquilos...
Um dia chega o sítio uma bela gansa viúva chinesa...
Ah! Toda pomposa!
Não deu outra, ele se apaixona...
O galo Barbanabé foi logo dizendo que ele era muito feio, imagina se a chinesinha ía olhar pra ele!
Além do que gansos são diferentes de galinhas e patos que se casam mais de  uma vez.
Daí ele desistiu...Ele era feioso mesmo...
Mas que surpresa! A gansa achou ele tímido, quieto mas nada feioso....
Numa festa os gansos asanhados foram convidar a chinesinha pra dançar...Ela recuvasa todos!
E Dodô sempre afastado...Ela passou então a observá-lo...
Era carinhoso com os pintinhos, era diferente das outras aves.
Percebeu que ele não sabia nadar, que não voava e andava engraçado!
Mas não se aproximava dele...
Ela estava apaixonando-se ? Será?
Ficou até doente....
As outras perceberam....Dona Marreca até queria saber quem era o amor da chinesa gansa...
Foi uma fofoca pra lá e pra cá...
Numa noite de tempestade, com muita chuva o vento arrancou telhas do galinheiro, foi um corre-corre pra se salvarem...
Dodô como era muito prestativo, foi procurar a chinesinha...Ela estava em apuros, presa num poleiro e machucara a patinha...
Dodô foi ajudar, ela apoiou sua cabeça no seu ombro e fechou os olhos.
Eles adormeceram abraçadinhos...
Todos descobriram o amor secreto da gansa chinesa...e até Dodô ficou espantado!
Mas super feliz e até ensaiou uns vôos rápidos...
Hoje existem vários dodôs chineses pelo sítio...
É o amor!

Dodô, ave extinta
Leitura informativa


 Dodô  era um pássaro que vivia nas Ilhas Maurícia, localizada na costa da África.
Esta ave desapareceu no século 17 com a chegada dos colonizadores ao seu habitat.
Parecido com um pombo gigante e um pouco maior que um peru, o dodô pesava cerca de 20 quilos .
Suas penas possuíam variações de cores, sendo geralmente brancas como também com tons de cinza e preto.
Tinha um bico alongado e recurvado na ponta e sua dieta era basicamente a base de peixes, sementes e frutas.
Contendo asas pequenas e frágeis, que foram atrofiando com o tempo, os dodôs perderam a habilidade de voar. Eram aves mansas e inofensivas.
Isto porque os dodôs não tinham predadores naturais nas Ilhas Maurícias.
Existe duas explicações para a etiologia da palavra dodô.
Muitos acreditam que a denominação tenha surgido devido ao canto da ave que era um som de ‘doe-doe’.
Outros afirmam derivar de seu caminhar desajeitado, em português arcaico qualificado de ‘doudo’, ou seja, doido.
Tem mais aqui:


O Guia do Pássaro Dôdo para sobrevivencia a Extinção
Vejam tudo aqui






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quinta-feira, setembro 13, 2012

Fogo no céu>O sertão mora no meu coração>Estímulos juninos>+ Libras>Atividades PDF>13/09/12


Mary França

O texto Fogo no céu, (...) denuncia a presença de um balão na mata e a aflição dos animais que, de forma acumulativa, vão surgindo na narrativa.
A interferência da sábia coruja esclarecendo e acalmando os amigos animais e a determinação de apagar o fogo do balão para não pegar na mata elucidam a necessidade da defesa da própria Natureza contra a ação destrutiva do homem.
O objetivo é mostrar a criança a urgência de um comportamento equilibrado do homem em relação à Ecologia.

Segue o texto do livro:

Fogo no céu
Mary e Eliardo França

O bode falou para o rato:
_O céu pegou fogo!
O rato falou para a pata:
O céu pegou fogo!
A pata falou para o galo:
_O céu pegou fogo!
Fugiu o rato, fugiu o galo, fugiu a pata, fugiu o bode.
O bode viu a coruja e falou:
_Corre coruja! O céu pegou fogo.
O fogo vai cair na mata!
A coruja viu o céu e falou:
_O fogo é um balão de São João.
O bode falou:
_Um balão de São João! Vamos apagar o fogo do balão.
O fogo não pode pegar na mata!
O balão caiu. O bode apagou o fogo e pendurou o balão.
E todas deram vivas a São João!
Sugestão: AQUI

Atividades PDF: AQUIAQUIAQUIAQUIAQUI
Sequência didática
EM LIBRAS
Atividades: AQUI AQUI AQUI
Interpretando
Música até o dia clarear
Arraiá da zoorquestra: AQUI
Fafá
Festa junina
Fogo no céu/Fafá conta
Ouvindo + atividade: AQUI

Fogo na floresta: AQUI

O sertão mora no meu coração: Liduina Neide 
Ouvindo: AQUI
Atividade PDF: AQUI





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segunda-feira, maio 21, 2012

A menina que desenhava>Conto ecológico> 21/05/12


A Menina que Desenhava
 Márcia Hazin

Em uma cidadezinha do interior, vivia uma menina chamada Isabela.
Isabela morava com seus pais e seu irmãozinho. Ela adorava desenhar.
Vivia desenhando.
Sua cidade era muito bonita, tinha um parque cheio de árvores, pássaros e um lago com muitos peixinhos coloridos. Isabela adorava a natureza que havia em sua volta.
O céu de lá era de um azul tão azul, mas tão azul, que contrastava com aquelas nuvens tão branquiiiinhas.
E o ar? O ar dava gosto de respirar de tão puro.
Mas a medida que Isabela crescia, sua cidade também crescia. Mas tinha um problema; A cidade dela crescia desordenadamente, e por isso foi acontecendo uma coisa horrível.
De repente as árvores foram desaparecendo e em seus lugares foram surgindo prédios, foram surgindo fábricas, lojas e outras coisas mais.
Então, Isa começou a ficar muito preocupada, pois aquelas cores que ela tanto gostava, o verde das árvores, o azul do céu, o vermelho das flores, aos poucos foram desaparecendo. Foi aí que ela teve uma grande idéia;
Antes que todas aquelas cores deixassem de existir, ela foi desenhando e pintando, que era pra não esquecer nunca mais de como era toda aquela natureza que um dia existiu ali.
Ela começou pelo parque. Fez então um desenho lindo, com todas aquelas árvores bem verdinhas. Foi ótimo, pois , no outro dia, destruíram o parque para fazer um shopping no lugar.
Então, ela fez um desenho daquele céu azul, com aquelas nuvens branquinhas. Foi bem na hora, pois no outro dia inauguraram uma fábrica que soltava uma fumaça terrível e a cidade não viu mais aquele céu azul.
Depois Isabela resolveu desenhar o lago com os peixinhos. E sabe que no outro dia resolveram despejar o esgoto da cidade justamente neste lago? Ainda bem que tinha um riozinho que ligava esse lago ao mar e foi por aí que vários peixinhos fugiram, inclusive "Biu", o peixe-boi que morava lá. Infelizmente os que não conseguiram fugir acabaram morrendo.
A menina começou a prestar atenção nas pessoas que moravam na cidade e observou que elas não tinham mais aquela alegria de antes, viviam preocupadas ,sempre com pressa, e até meio cinzentas. Nem tempo para contar ou ouvir estórias elas tinham mais, coitadas...
Isabela sabia que as pessoas estavam daquele jeito porque não tinham mais aquelas cores em suas vidas, foi aí que ela teve outra grande idéia; Para que as pessoas pudessem lembrar de como era bonita sua cidade, ela ampliou e espalhou seus desenhos para que todos vissem.
Naquele dia aconteceu uma coisa extraordinária; as pessoas realmente pararam para ver os desenhos, a fábrica parou, os carros pararam, e todos ficaram super emocionados relembrando de como eram felizes vivendo com toda aquela natureza por perto.
Aconteceu então, que as pessoas perceberam que tinham de fazer alguma coisa para trazerem as cores de volta.
Decidiram que iriam replantar as árvores, organizar as fábricas para que elas não poluíssem o meio ambiente, resolver de outra forma o problema do esgoto para que os peixinhos voltassem. Decidiram então tomar todas as providências para que a natureza não fosse outra vez tão esquecida.
Tudo isso foi feito e aquela cidade voltou a sorrir.
Sabe o melhor?
Isabela, a menina que desenhava, entrou para a história daquela cidade, pois fizeram uma estátua para ela no meio da nova praça, cheia de árvores e pássaros. Sabe o que mais?
Biu, o peixe-boi, voltou para o lago e trouxe toda a sua família.



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domingo, abril 01, 2012

Técnicas de contar histórias>Mais contos>Meio ambiente> 01/04/12


Técnicas de contar histórias
Vania DAngelo Dohme
Editora Vozes


A caixa de Pandora
O rei Midas
O rei nu
A lenda do Tsuru
O mágico de Oz
Entre outras...

Para cada idade
Vania Dohme, em seu livro Técnicas de Contar Histórias, relaciona a idade da criança a temas de interesse.
- Até os 3 anos, a garotada assimila melhor enredos com crianças, bichinhos, brinquedos ou animais com características humanas, ou seja, que falam e têm sentimentos.
- Dos 3 aos 6 anos, as histórias devem abusar da fantasia com reviravoltas no enredo e também de crianças ou animais como personagens. Os contos de fada são imbatíveis.
- Aos 7 anos, leia aventuras em ambientes conhecidos, como a escola, o bairro, a família. As fábulas continuam em alta.
- Aos 8 anos, as fantasias mais elaboradas (Mágico de Oz, Alice no País das Maravilhas, Harry Potter) são ideais.
- A partir dos 9 anos, histórias de explorações, viagens, as invenções, os enredos humorísticos prendem a atenção, assim como os contos de mitos e lendas.

Vejam aqui o livro todo:
Ou


Recursos para contação de histórias

A narração de uma história poderá ter diversas técnicas como suporte, cada qual se constituindo em um novo desafio para os educadores no tocante a aperfeiçoar seu conhecimento de aplicação. Alguns exemplos:

* Usar o próprio livro: Se a história for baseada em um livro com boas e fartas ilustrações, este poderá ser apresentado, apontando-se as figuras correspondentes ao momento da narrativa. O livro poderá ser utilizado com ajuda de um recurso que o exponha melhor. O cineminha que apresentamos em "Projetos" é um exemplo disso. As folhas (originais ou cópias) são anexadas umas às outras, formando um ''rolo de filme", que é apresentado às crianças através da "tela" de uma caixa de madeira.

* Gravuras: fazer uma seqüência de quadros (cópias ampliadas do próprio livro ou fotografados, sendo nesse caso projetados em slides), que serão expostos à medida que a narração evolua.

* Figuras sobre o cenário: o cenário será um quadro básico, e as figuras (talvez cada personagem em algumas posições diferentes) irão compondo as cenas conforme o desenrolar. As figuras poderão ser presas com tachinhas, ou ser do tipo velcômetro (modernização do flanelógrafo, também apresentada em "Projetos").

* Fantoches: São muito apreciados pelas crianças e podem ser usadas por mais de um narrador. Outra vantagem é que se pode ter o roteiro escrito, o que facilitará a tarefa. Os fantoches também podem ser usados de forma interativa com as crianças, elas mesmo manuseando-os, ou mesmo fazendo os bonecos de cartolina com roupas de papel crepom.

* Teatro de sombras: Uma luz projeta figuras em uma superfície opaca. A sombra de bichinhos feita com as mãos exerce grande fascínio sobre as crianças e com figuras recortadas não é diferente. Elas são muito fáceis de fazer e a apresentação pode conter músicas e efeitos especiais.

* Dobraduras: Outra arte que pode representar tantas figuras quanto nossa imaginação possa alcançar. É verdade que não é uma técnica acessível a todos, mas há os que fazem... e o efeito é surpreendente! Proporciona uma boa interação com as crianças quando a narrativa acompanha a sucessão de dobraduras feitas por elas.

* Maquete: Também alcança resultado. E é mais simples do que parece: uma floresta de papel crepom, uma casinha de papelão e pequenos bonecos de feltro comandados por um contador habilidoso operarão maravilhas.

* Bocões: (tipo ventríloquo): São bonecos grandes que ficam sentadas no colo do narrador. Pode ser só um (uma vovó, um duende, etc.), que contará a história. Ou tantos personagens quantos houver na história. As crianças ficam encantadas com o efeito e praticamente esquecem-se do narrador, que pode se aproveitar deste efeito de forma hábil.

* Marionetes: São bonecos comandados por fios presos na cabeça, nas mãos e nos pés. A cena desenrola-se no chão e os operadores ficam colocados atrás de um pequeno cenário. As histórias com bastante movimento, engraçadas, são as que melhor se ajustam a esta técnica. Como os bonecos são esguios, eles se prestam às mais diversas caracterizações e podem, inclusive, trocar de roupa conforme a cena.

* Interação com a narração: Poderá ser feita uma canção para ser usada em momentos-chaves: no perigo ou quando aparece determinando personagem.

* Dedoches: São pequenos fantoches utilizados nos dedos. A vantagem é que têm um custo de material muito baixo, o que permite ter uma grande variedade deles. Também podem ser feitos e posteriormente apresentados pelas próprias crianças. A desvantagem e que não podem ser usados para uma platéia muito grande (cinco ou seis no máximo).

Não há limites para a criatividade. Coisas simples, quando usadas na hora apropriada, enriquecerão a história:

* Inclusão de um objeto real que faz parte do enredo fantasioso da história: em "Pandora", por exemplo, o suspense aumenta se no interior do círculo o narrador colocar uma misteriosa caixa.

* Um personagem que toma vida no desfecho da história: todos ficarão excitados se o cacique aparecer com seu resplandecente cocar. Ou, se ao final da história, a Emília "em pessoa" surgir para ser entrevistada pelas crianças.

* Pedir para que as crianças fechem os olhos e criar sensações de vento com um ventilador, de odor com spray de ambiente, de chuva com borrifos de água.

* Poderão também ser usados gestos, um para cada personagem (é claro que são gestos discretos, para não tumultuar). Ao contrário do que parece, este recurso não desvia a atenção: prende-a.

:: fonte: "Técnicas de contar histórias" - Vania Dohme (Ed. Informal)
Trouxe daqui:



O urso do final do arco- íris







Vejam técnicas e recursos no link indicado acima




Livro Ensinado a criança a amar a natureza
Vania Dohme/ Walter Dohme
Editora Vozes

Dedico este livro ao pequeno e indefeso planeta Terra,
que tão bravamente tem suportado as injustiças
que o ser humano tem feito com ele
neste milhares de anos. Vania Dohme

O livro Ensinando a Criança a Amar a Natureza de Vania Dohme e Walter Dohme apresenta, de forma criativa e inovadora, atividades de meio ambiente aplicadas de forma lúdica,
 através de projetos, jogos, histórias e outros.

O livro se destina à professores do ensino infantil e fundamental, educadores de Organizações Sociais, pais, avós e todos aqueles que entendem como sua missão conscientizar as futuras gerações sobre a importância do meio ambiente, porém, querem fazê-lo de forma alegre e divertida, permitindo que a criança investigue por si só, participe de atividades coletivas que permitam fazer interações e descobertas.

O livro é dividido em cinco grupos de ações: Preservando, observando, criticando, reciclando e aplicando.

Cada um destes capítulos apresenta idéias para serem aplicadas com crianças junto à natureza, existindo aquelas que podem ser aplicadas em casa ou na sala de aula.
Todas as atividades destinam-se às crianças, são elas que irão construir, pesquisar, comparar, jogar, representar e assim despertarem para o que o título do livro declara: Amar a natureza.
E o importante é que elas são alegres, às vezes até inesperadas, exatamente na linguagem da criança e convidando-a a fazer aquilo que ela mais gosta: brincar!

Vejam uma das histórias:
A nuvenzinha








Se alguém desejar que eu traga pra cá mais sugestões deste livro
é só pedir!Também sugiro que comprem, pois nunca mais deixaremos
de falar em preservação da natureza, certo?

NO TOQUE'S GUIA CLIQUEM EM
MEIO AMBIENTE
ENERGIA SUSTENTÁVEL
CONTOS ECOLÓGICOS ( NOVO)
HORA DA HISTÓRIA
E CONFIRAM AS SUGESTÕES ECOLÓGICAS DO LINGUAGEM!




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