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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
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Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
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seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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domingo, abril 01, 2012

Técnicas de contar histórias>Mais contos>Meio ambiente> 01/04/12


Técnicas de contar histórias
Vania DAngelo Dohme
Editora Vozes


A caixa de Pandora
O rei Midas
O rei nu
A lenda do Tsuru
O mágico de Oz
Entre outras...

Para cada idade
Vania Dohme, em seu livro Técnicas de Contar Histórias, relaciona a idade da criança a temas de interesse.
- Até os 3 anos, a garotada assimila melhor enredos com crianças, bichinhos, brinquedos ou animais com características humanas, ou seja, que falam e têm sentimentos.
- Dos 3 aos 6 anos, as histórias devem abusar da fantasia com reviravoltas no enredo e também de crianças ou animais como personagens. Os contos de fada são imbatíveis.
- Aos 7 anos, leia aventuras em ambientes conhecidos, como a escola, o bairro, a família. As fábulas continuam em alta.
- Aos 8 anos, as fantasias mais elaboradas (Mágico de Oz, Alice no País das Maravilhas, Harry Potter) são ideais.
- A partir dos 9 anos, histórias de explorações, viagens, as invenções, os enredos humorísticos prendem a atenção, assim como os contos de mitos e lendas.

Vejam aqui o livro todo:
Ou


Recursos para contação de histórias

A narração de uma história poderá ter diversas técnicas como suporte, cada qual se constituindo em um novo desafio para os educadores no tocante a aperfeiçoar seu conhecimento de aplicação. Alguns exemplos:

* Usar o próprio livro: Se a história for baseada em um livro com boas e fartas ilustrações, este poderá ser apresentado, apontando-se as figuras correspondentes ao momento da narrativa. O livro poderá ser utilizado com ajuda de um recurso que o exponha melhor. O cineminha que apresentamos em "Projetos" é um exemplo disso. As folhas (originais ou cópias) são anexadas umas às outras, formando um ''rolo de filme", que é apresentado às crianças através da "tela" de uma caixa de madeira.

* Gravuras: fazer uma seqüência de quadros (cópias ampliadas do próprio livro ou fotografados, sendo nesse caso projetados em slides), que serão expostos à medida que a narração evolua.

* Figuras sobre o cenário: o cenário será um quadro básico, e as figuras (talvez cada personagem em algumas posições diferentes) irão compondo as cenas conforme o desenrolar. As figuras poderão ser presas com tachinhas, ou ser do tipo velcômetro (modernização do flanelógrafo, também apresentada em "Projetos").

* Fantoches: São muito apreciados pelas crianças e podem ser usadas por mais de um narrador. Outra vantagem é que se pode ter o roteiro escrito, o que facilitará a tarefa. Os fantoches também podem ser usados de forma interativa com as crianças, elas mesmo manuseando-os, ou mesmo fazendo os bonecos de cartolina com roupas de papel crepom.

* Teatro de sombras: Uma luz projeta figuras em uma superfície opaca. A sombra de bichinhos feita com as mãos exerce grande fascínio sobre as crianças e com figuras recortadas não é diferente. Elas são muito fáceis de fazer e a apresentação pode conter músicas e efeitos especiais.

* Dobraduras: Outra arte que pode representar tantas figuras quanto nossa imaginação possa alcançar. É verdade que não é uma técnica acessível a todos, mas há os que fazem... e o efeito é surpreendente! Proporciona uma boa interação com as crianças quando a narrativa acompanha a sucessão de dobraduras feitas por elas.

* Maquete: Também alcança resultado. E é mais simples do que parece: uma floresta de papel crepom, uma casinha de papelão e pequenos bonecos de feltro comandados por um contador habilidoso operarão maravilhas.

* Bocões: (tipo ventríloquo): São bonecos grandes que ficam sentadas no colo do narrador. Pode ser só um (uma vovó, um duende, etc.), que contará a história. Ou tantos personagens quantos houver na história. As crianças ficam encantadas com o efeito e praticamente esquecem-se do narrador, que pode se aproveitar deste efeito de forma hábil.

* Marionetes: São bonecos comandados por fios presos na cabeça, nas mãos e nos pés. A cena desenrola-se no chão e os operadores ficam colocados atrás de um pequeno cenário. As histórias com bastante movimento, engraçadas, são as que melhor se ajustam a esta técnica. Como os bonecos são esguios, eles se prestam às mais diversas caracterizações e podem, inclusive, trocar de roupa conforme a cena.

* Interação com a narração: Poderá ser feita uma canção para ser usada em momentos-chaves: no perigo ou quando aparece determinando personagem.

* Dedoches: São pequenos fantoches utilizados nos dedos. A vantagem é que têm um custo de material muito baixo, o que permite ter uma grande variedade deles. Também podem ser feitos e posteriormente apresentados pelas próprias crianças. A desvantagem e que não podem ser usados para uma platéia muito grande (cinco ou seis no máximo).

Não há limites para a criatividade. Coisas simples, quando usadas na hora apropriada, enriquecerão a história:

* Inclusão de um objeto real que faz parte do enredo fantasioso da história: em "Pandora", por exemplo, o suspense aumenta se no interior do círculo o narrador colocar uma misteriosa caixa.

* Um personagem que toma vida no desfecho da história: todos ficarão excitados se o cacique aparecer com seu resplandecente cocar. Ou, se ao final da história, a Emília "em pessoa" surgir para ser entrevistada pelas crianças.

* Pedir para que as crianças fechem os olhos e criar sensações de vento com um ventilador, de odor com spray de ambiente, de chuva com borrifos de água.

* Poderão também ser usados gestos, um para cada personagem (é claro que são gestos discretos, para não tumultuar). Ao contrário do que parece, este recurso não desvia a atenção: prende-a.

:: fonte: "Técnicas de contar histórias" - Vania Dohme (Ed. Informal)
Trouxe daqui:



O urso do final do arco- íris







Vejam técnicas e recursos no link indicado acima




Livro Ensinado a criança a amar a natureza
Vania Dohme/ Walter Dohme
Editora Vozes

Dedico este livro ao pequeno e indefeso planeta Terra,
que tão bravamente tem suportado as injustiças
que o ser humano tem feito com ele
neste milhares de anos. Vania Dohme

O livro Ensinando a Criança a Amar a Natureza de Vania Dohme e Walter Dohme apresenta, de forma criativa e inovadora, atividades de meio ambiente aplicadas de forma lúdica,
 através de projetos, jogos, histórias e outros.

O livro se destina à professores do ensino infantil e fundamental, educadores de Organizações Sociais, pais, avós e todos aqueles que entendem como sua missão conscientizar as futuras gerações sobre a importância do meio ambiente, porém, querem fazê-lo de forma alegre e divertida, permitindo que a criança investigue por si só, participe de atividades coletivas que permitam fazer interações e descobertas.

O livro é dividido em cinco grupos de ações: Preservando, observando, criticando, reciclando e aplicando.

Cada um destes capítulos apresenta idéias para serem aplicadas com crianças junto à natureza, existindo aquelas que podem ser aplicadas em casa ou na sala de aula.
Todas as atividades destinam-se às crianças, são elas que irão construir, pesquisar, comparar, jogar, representar e assim despertarem para o que o título do livro declara: Amar a natureza.
E o importante é que elas são alegres, às vezes até inesperadas, exatamente na linguagem da criança e convidando-a a fazer aquilo que ela mais gosta: brincar!

Vejam uma das histórias:
A nuvenzinha








Se alguém desejar que eu traga pra cá mais sugestões deste livro
é só pedir!Também sugiro que comprem, pois nunca mais deixaremos
de falar em preservação da natureza, certo?

NO TOQUE'S GUIA CLIQUEM EM
MEIO AMBIENTE
ENERGIA SUSTENTÁVEL
CONTOS ECOLÓGICOS ( NOVO)
HORA DA HISTÓRIA
E CONFIRAM AS SUGESTÕES ECOLÓGICAS DO LINGUAGEM!




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