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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Papagaio. Mostrar todas as postagens
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domingo, novembro 09, 2025

E agora papagaio?>Lengalenga sonora> Estímulos literários divertidos> 09/11/2025

 
Guiles Eduar

Do alto o papagaio avista lá longe. Mas o que ele está vendo? 
Em tom de lengalenga, os números são apresentados, numa brincadeira de adivinha. 
O pequeno leitor é convidado a subir na bicicleta com o personagem e a participar da narrativa, prevendo a quantidade de elementos que aparecerão nas ilustrações.

Lembrando o personagem Wally ou Harry Potter, aqui um menino sai a passeio de bicicleta na companhia um papagaio muito observador. 

A ave verde vê um chapéu azul caindo do céu, depois dois macaquinhos lavando roupas no rio e, mais adiante, três bananeiras com suas belas bananas bem amarelas e quatro balões no ar, subindo bem devagar…

Este livro de Gilles Eduar é um numerário que combina todos os elementos favoritos das crianças e dos adultos fãs do autor, em um clima para lá de divertido e surpreendente (se você curtiu os macaquinhos lavando roupas, prepare-se!), trazendo cores contrastantes e a estrutura da parlenda que costumamos amar.

Ideal para ser lido em voz alta, este livro traz frases curtas e ritmadas, além da presença de personagens engraçados que se envolvem em situações cada vez mais absurdas e hilariantes. 

Mais uma oportunidade de ajudar as crianças a aprender os números de um a dez e compreender a noção de quantidade enquanto vocês se divertem.


História sonora: AQUI
Ouvindo: AQUI 

História sonora: AQUI
Papagaio: AQUI
Numerais: AQUI
Lengalenga: AQUI
Bebê/maternal/creche: AQUI, AQUI
Bicicleta: AQUI
Literatura/Matemática: AQUI




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sábado, abril 12, 2025

Tulu> Em busca de um lugar para viver>Cultura musical/sons indígena>Tulu no sítio do pica-pau amarelo>12/04/2025


Donaldo Buchweitz/Ina Carolina

Tulu vive entre a floresta e o lavrado. Ele é amigo dos animais, das plantas e de toda a natureza que o cerca. Mas tudo começa a mudar quando as queimadas tomam conta da mata. 
Nesta história, Tulu vai descobrir que não são só os animais e a floresta que estão correndo perigo..

Ouvindo: AQUI, AQUI, AQUI

A educadora Kátia Pecand realiza neste vídeo a contação de história do livro Tulu – em busca de um lugar para viver.
Uma história que encanta, emociona e ensina nossas crianças sobre a importância da preservação da natureza e o respeito aos povos indígenas .AQUI e AQUI
Fazendo um papagaio de papel: AQUI
Compartilhando a cultura sonora indígena: AQUI
Conhecendo a música indígena: AQUI
O canto indígena: AQUI
Sequência didática Tulu: AQUI

Donaldo Buchweitz

Tulu deixou a floresta e foi a um sítio muito conhecido de todas as crianças: o Sítio do Picapau Amarelo. O que será que ele vai fazer lá? 
Quem estará esperando por ele? 
Um delicioso encontro de Tulu, personagem criado por Donaldo Buchweitz, com os famosos personagens de Monteiro Lobato.
Neste vídeo, a educadora Kátia Pecand nos apresenta alguns títulos que podem ser utilizados como disparadores de projetos pedagógicos em sala de aula, desde a Educação Infantil, para que o aprendizado aconteça de forma lúdica e encantadora. Sobre Tulu também: AQUI

Ouvindo: AQUI
Neste vídeo educativo e divertido, as crianças vão aprender sobre o Dia dos Povos Indígenas, que é celebrado no dia 19 de abril. De forma leve e respeitosa, vamos conhecer quem são os povos indígenas do Brasil, como vivem, sua cultura, costumes e a importância de comemorar essa data especial. AQUI


+ Donaldo Buchweitz: AQUI
Aquitã o indiozinho: AQUI
Uma arara e sete papagaios: AQUI
Papagaios: AQUI
Poeminhas da terra: AQUI
Povos Indígenas: AQUI, AQUI, AQUI
Cultura indígena: AQUI
Pikuin o pequeno kurumin: AQUI
Lapbook: Povos indígenas: AQUI
Plano de aula para trabalhar o Dia dos Povos indígenas com atividades alinhadas à BNCC. 
Para que serve um livro? AQUI
Livros/Comemorações: AQUI
A pílula falante: AQUI
É um livro: AQUI



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segunda-feira, julho 29, 2024

As escolhas de Bibi>Poupou>Estímulos financeiros para os pequenos>29/07/2024

 

Andreia Fernandes
Bibi, recém-liberto de sua gaiola, tem grandes sonhos para realizar. Porém, para torná-los reais, ele descobre que precisar juntar sementes para trocá-las pelo que deseja. É quando ele se depara com o seguinte desafio cotidiano: que os sonhos são infinitos, e as sementes, não... Será que ele conseguirá resolver esse impasse e realizar seus sonhos?
A autora, economista e educadora Andreia Fernanda apresenta neste vídeo 5 dicas para a educação financeira infantil, baseada em seu novo livro "As escolhas de Bibi". Dicas fáceis para compartilhar com seus filhos ou alunos. O enredo acompanha o sonhador papagaio Bibi, recém-livre de sua gaiola. Após conquistar a tão esperada liberdade, Bibi se depara com um desafio: precisará juntar sementes para trocá-las pelas coisas que deseja. Mas, ao contrário do limitado número de sementes, os sonhos do papagaio são infinitos.
O livro aborda temas como autocontrole e escolhas conscientes e dá dicas práticas para crianças e adultos sobre como usar o discernimento nas questões financeiras do cotidiano.



Poupou/Paula Taitelbaum

Poupou é um livro sonoro e divertido. Que alegra as crianças pequenas a partir dos sons dos animais, das rimas e das ilustrações coloridas. 
Para leitura compartilhada com crianças de 0 a 5 anos, este livro estimula a imaginação e a criatividade e, como uma fábula moderna, conta por que os animais poupam sua água, sua energia, sua voz e sua comida. 
De forma lúdica, Poupou ensina que "poupar é guardar para ter quando precisar".
Para colorir: AQUI
Atividade
Peça aos alunos que desenhem um animal de sua preferência. Instigue-os a pensar sobre o que esse animal pouparia e peça que desenhem suas ideias ao redor do animal. Depois, faça uma exposição dos desenhos em sala de aula, para os alunos compararem seus animais e aquilo que cada um deles poupou. AQUI
Fafá conta: 
Como uma fábula moderna, conta por que os animais poupam sua água, sua energia, sua voz e sua comida. De forma lúdica, Poupou ensina que "poupar é guardar para ter quando precisar"

De pouco se faz muito:
O cobertor que o avô fez para Davi quando ele nasceu está muito pequeno para o netinho.
A mãe do menino diz que está na hora de jogá-lo fora.
Davi, então, leva seu cobertor predileto ao avô, que, depois de pensar bastante, o transforma em um casaco novinho!
História de papel/Quintal da cultura: AQUI

Esse é o primeiro vídeo aqui do canal com sugestões para vocês montarem Planos de Aula a fim de trabalhar a Educação Financeira junto às outras disciplinas e alinhados com a BNCC.
Aqui sugiro como introduzir o assunto em sala de aula AQUI - 2: AQUI


Educação financeira: AQUI
A menina do cabelo roxo deixa que eu conto: AQUI
Bronco o bicho papão: AQUI
O pão doce acabou, mas ainda tem sonho: AQUI



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quinta-feira, fevereiro 29, 2024

Papagaio Reginaldo e a árvore da montanha>História cantada>Preservação ambiental> 29/02/2024


Paulo Tatit/Zé Tatit

Reginaldo vivia tranquilo no Pantanal, no galho de uma árvore, onde ele fez seu ninho.

Até o dia em que chegou pelas paragens um bicho um tanto estranho. E o papagaio descobriu que esse bicho se chamava homem. A natureza selvagem vira uma fazenda, e o Papagaio Reginaldo tem que se adaptar à nova realidade.

As aquarelas de Rubens Matuck compõem o cenário da história, trazendo a beleza e o colorido da natureza e o carisma e a simpatia do personagem Reginaldo.


Desde pequenos somos acostumados a ouvir histórias, sejam contos de livros ou até mesmo sobre situações do dia a dia. A contação de histórias é uma das primeiras formas de estimular a imaginação da criança e, por isso, trata-se de uma atividade tão importante na educação infantil. É uma prática que estimula emoções, desenvolve a imaginação e ainda ajuda a criança a compreender o mundo ao seu redor!

E é com essa premissa que a Deezer e a Palavra Cantada lançam mais uma temporada do podcast 'Palavra Cantada em Histórias'.
Confira aqui uma das histórias do podcast, a do Papagaio Reginaldo que conheceu um "novo bicho" e não gostou das suas atitudes com a natureza.. AQUI


Cantando: AQUI


Letra: AQUI


Atividade PDF: AQUI, AQUI

RELACIONAR OS PROCESSOS DE OCUPAÇÃO DO CAMPO A INTERVENÇÕES NA NATUREZA, AVALIANDO OS RESULTADOS DESSAS INTERVENÇÕES PARA A POPULAÇÃO E O MEIO AMBIENTE

PDF: AQUI.



Conversando sobre a importância da consciência ambiental: AQUI


No Linguagem:


Papagaios: AQUI


Árvores: AQUI










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sexta-feira, novembro 06, 2020

O beijo do papagaio>Conto e emoções>06/11/2020

 

Gabriel Chalita/Maurício de Sousa

Ajuda na construção de aspectos fundamentais como empatia, autoconhecimento, autocuidado e cidadania; competências descritas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Papagaio-uma-cor não era como os outros papagaios. Falava pouco – devido à voz aguda tão criticada pelo seu bando –, não participava de algazarras com os demais. Além disso, sentia-se diferente por não exibir o colorido exuberante visto nas penas das outras aves de sua espécie. No entanto, guardava o desejo de conhecer outros mundos. Queria partir e se apaixonar… E esse desejo se realiza quando ele encontra Dandara, uma sapinha que o ajudará a descobrir o que é o amor.

Guia do professor:  AQUI

Ortografia/P e B

O beija flor e  o papagaio

AQUI

O beijo no coração: AQUI

Conversando com o papagaio curioso, estimulando crianças a responder perguntas

AQUI





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sexta-feira, janeiro 31, 2020

A escola do papagaio>Hora da história>Combinados/Regras>Animais em extinção>Placas>31/01/2020

A escola do papagaio

Há algum tempo atrás havia um papagaio que estava cansado de viver só na floresta. 
Um dia, ele resolveu voar mais longe. Voou com a força de suas asas para fora da floresta. 
De repente, enxergou um lugar diferente. 
Tinha ruas, prédios, casas e muitas pessoas que caminhavam de um lado para o outro. 
Ele havia chegado na cidade. Na cidade, viu lojas que vendiam de tudo um pouco, placas com coisas escritas, letras, sinais, cores, luzes que piscavam. 
Para todo lado que olhava via alguma coisa assim e ele não entendia nada. 
Voando para outra rua viu um grupo de crianças sorridentes, com suas mochilas, indo para a escola. 
Como ele era muito conversador, foi logo puxando papo com as crianças. 
Elas lhe contaram que adoravam ir à ESCOLA, para aprender a ler, desenhar, fazer continhas e muitas outras coisas maravilhosas. 
Após ouvir tudo isso, o papagaio ficou também entusiasmado para aprender a ler e escrever. 
Ficou imaginando como seria legal saber ler o nome das lojas, placas, livros de histórias e revistas; e também escrever cartas e recados para os seus amigos. 
Procurou a escola e fez sua matrícula. Foi muito bom aluno: não faltava às aulas, prestava atenção, tentava fazer todas as atividades, era educado, sabia respeitar seus colegas e professores. O papagaio aprendeu muito durante o tempo em que ficou na escola. 
Quando voltou à floresta, teve a ideia de construir uma escola para todos os seus amigos, os bichos da floresta.
 Na sala de aula, colocou um cartaz com todas as letras, um ABECEDÁRIO, para que todos aprendessem a ler. 
Ele combinou então com seus amigos que todos viriam à escola de banho tomado, unhas cortadas... e que também seriam todos bons colegas, unidos e que se dedicariam para aprender bastante. 
Foram seus alunos: o leão, a girafa, o jacaré, o macaco, o coelho, o elefante, o hipopótamo, a coruja, o tucano e até a cobra!!! 
A única que não quis estudar foi a ONÇA. Preferiu ficar na boa vida: brincando e dormindo. 
Um dia, tempos depois, quando o papagaio voltava da cidade onde tinha ido comprar material escolar, ouviu uma conversa dentro do ônibus. 
Eram os CAÇADORES que estavam indo para a floresta e combinavam entre eles como pegariam os animais. O papagaio voou janela afora em direção à floresta e conseguiu chegar antes dos caçadores. 
Teve então a ideia de espalhar placas pela floresta, alertando aos bichos sobre o perigo que estavam correndo. 
O QUE SERÁ QUE ESCREVEU NAS PLACAS? 
Todos os bichos liam os avisos e corriam se esconder. 
A onça, que não sabia nem ler, nem escrever, passava pelas placas sem se importar, continuando a brincar e a pular. 
De repente chegaram os caçadores e BUUMMM!!! 
Acertaram um tiro na pata da onça, deixando-a ferida. 
Enquanto os caçadores chegavam para pegá-la, os bichos também correram para socorrê-la. Junto veio o papagaio, que como tinha estudado, sabia os direitos dos animais. 
O papagaio disse aos caçadores que estavam errados em querer matar os bichos, pois muitos estão em EXTINÇÃO e eles seriam presos por causa disso. 
Então, com a ajuda dos animais a onça foi salva. Foi levada à cidade para se tratar. 
Lá ficou constatado que ela nunca mais poderia pular, correr, subir em árvores...
 Como as pessoas tinham muito medo dela, foi levada para o zoológico e colocada em uma jaula, ficando para sempre assim, longe de seus amigos e sem poder fazer o que mais gostava. EXPLORAR: 
A importância de ler e escrever. 
Discussão sobre compromissos e normas na escola. (POSSO - NÃO POSSO)
 Os direitos dos animais. 
Animais em extinção. 
Listas com nomes, classificação dos animais. 
Alfabeto. Zona urbana - zona rural. 
Fonte
Linguagem e escrita/Placas: AQUI,AQUI
Ao contar uma história... 
Quando o professor conta histórias para seus alunos, deve levar vários fatores em consideração:
Dar voz, gesto e personalidade diferentes para cada personagem da história. Isso é um jeito de fazer a criança visualizar o enredo com mais facilidade.
Para tornar a história mais convincente e interessante, deve tentar visualizar a história.
Dar uma entonação adequada para cada momento da história, combinada com a voz e até mesmo atuar.     
Certamente as histórias são muito benéficas para as crianças. Depois de contar uma história, os professores podem fazer algumas atividades divertidas para complementar. Aqui estão algumas sugestões:
Inventar outras histórias com os mesmos personagens.
Imaginar finais diferentes.
Contar a história de novo, mas dessa vez começando do final.
Fazer perguntas sobre a história.
Lembrar das características dos personagens.
Fazer atividades sonoras, como imitar os animais ou outros sons.
Fazer um desenho sobre a história ou sobre os personagens.
Ouvir ou procurar músicas que se relacionem com a história.
Benefícios das histórias infantis em sala de aula
Contar histórias estimula as crianças desenvolverem várias habilidades, entre as quais
Melhorar o comportamento de maneira geral pois as histórias transmitem valores.
Encorajar a criança a superar os próprios medos, que às vezes podem ser prejudiciais.
Exercitar a memória nas crianças desde cedo.
Aumentar a capacidade de percepção e compreensão das crianças.
Estimular a linguagem, pois com a história é possível aumentar o repertório de palavras do vocabulário.
De uma certa forma, ajuda a preparar para as dificuldades da vida.
Aprender a importância de ser respeitoso, compreensivo e responsável.
Adquirir o  hábito de leitura desde a infância.  Fonte




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sábado, julho 27, 2019

Sabido e Danado>Um desafio entre um gato e um papagaio>Trabalhando com adjetivos>27/07/2019

Sabido e Danado
Flávia Muniz
 Poema narrativo 

 TEMAS: convivência com o outro, cultura popular, respeito

A narrativa vem em versos, onde o papagaio Tonico Danado desafia o gato para um duelo e cada um diz as suas qualidades.
Neste livro, o papagaio Danado, que se acha o maioral, convida o gato Sabido, bicho nem um pouco modesto, para um duelo em forma de repente. 
Cada um canta suas vantagens, procurando mostrar que tem mais qualidades.
Ouvindo: AQUI

Numa noite muito bonita,
bonita de céu e de lua,
Dito sabido pulou da janela,
toda bacana, de pelo macio, 
e foi para o meio da rua.
Continua:  AQUI
Atividades/Adjetivos


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domingo, maio 21, 2017

Uma arara e sete papagaios> A arara e o guaraná>A lenda do guaraná>21/05/2017

Ana Maria Machado

A Série Mico Maneco oferece às crianças uma fascinante aventura: aprender a ler, lendo. Apresentando personagens bem brasileiras, inseridas em histórias curtas e imaginativas, estes livros fazem da alfabetização um prazer. São vinte livros, agrupados em cinco coleções, que acompanham o leitor à medida que vai apresentando maior domínio da leitura.

Conto infantil que narra a história de uma linda arara que o menino Poti encontrou na mata e a levou para a taba, na tribo. Mas a arara não parava de repetir: "Arara, arara!", o que incomodava muito a todos. Certo dia ela teve que ser devolvida para a mata, onde era seu lar

Uma  arara  e  sete  papagaios

O menino Poti  saiu  da  taba  a pé  e  foi  até  a  mata .
Lá, viu  uma  arara  muito  bonita, no  pé de  guaraná, com  peito amarelo e pena  colorida  na  asa  e  no  rabo.
A arara  falava:
    -   Arara ! Arara !
      Poti  subiu  no  pé  de  guaraná e pegou  a  arara  para  ele. Depois, veio para a taba.
Era  uma  arara  danada  de  tagarela. Só  parou de tagarelar de  noite
Ficou  tudo  sossegado: a  arara  no  poleiro,  Poti na  rede,  os  raios  da Lua na  taba  toda.
De dia,  muito cedo, a  arara  tagarela já  falava  de  novo:
- Arara ! Arara !
Fonte

Aula
Ouvindo: AQUI, AQUI
Manual do professor: AQUI
O menino Poti

Uma arara adora guaraná e não deixa outros bichos comer a fruta. 
Ela enterra todos os cachos que vê, só que esquece onde os escondeu. 
Até que, um dia, a arara tem uma grande surpresa.


O livro tem como narrador um papagaio, e como ouvinte uma arara. A história contada pelo papagaio fala de uma arara vermelha que morava na mata e gostava muito de guaraná (não do refrigerante, e sim da frutinha vermelha)
e como a fruta tinha a mesma cor que ela, a arara acredita ser a "dona" do guaraná.

Um dia a arara viu um caxinguelê (espécie de esquilo) comendo o guaraná e foi com ele brigar.
O caxinguelê não só não  parou de comer o guaraná, como também disse que não é porque 
a arara e o guaraná eram da mesma cor não fazia dela dona do guaraná, e que o guaraná 
estava na mata para quem quisesse comer.

A arara ficou furiosa, chamou suas amigas e todas resolveram esconder o guaraná na mata.
Quando já não tinha guaraná no pé, as araras foram procurar o guaraná escondido e não encontraram!
Elas tinham esquecido de marcar o lugar do esconderijo... foi uma confusão.

Veio a chuva, o sol... o tempo passou e as sementes que estavam dentro das frutas
enterradas começaram a brotar. E era tanto guaraná na mata que ninguém mais precisou brigar 
pelo guaraná.

"Entrou pelo pé do pato, saiu pelo pé do pinto,
 Quem quiser que conte cinco!


Ouvido a história
A lenda do guaraná
Ouvindo
Aula/ Animais em perigo
AQUI
Argila e tinta





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segunda-feira, dezembro 05, 2016

Currupaco papaco>O papagaio tagarela>E a arara azul>Diversidade>Atividades PDF>Estímulos literários>05/12/2016


LIVRO CURRUPACO PAPACO
Ana Maria Machado

Papagaio louro, do bico dourado, Currupaco não gostava de ficar parado!
 Em vez de passar toda a vida num poleiro, queria ir embora, conhecer o mundo inteiro.
 Por isso num navio aceitou embarcar, para ser o mascote de um lobo do mar. 
História

Atividades

Desdobramentos
Quem conta um conto...

Estava o Tatu, belo e formoso, posto em sossego, cochilando à tardinha, ali naquele morrinho, debaixo de uma árvore, quando a Paca chegou correndo, gritando que nem uma doida:

- Eu vi, eu vi um homem com uma tocha tocando fogo na floresta. É um homem de cabelo vermelho feito fogo...
O Tatu rolou morro abaixo, muito assustado, com medo de morrer assado, quando esbarrou na Cotia. E foi logo gritando, urrando:
- Tem um bando de homens com tochas tocando fogo na floresta. Eles são enormes. Parecem uns monstros com cabelo de fogo, uns dentões...
A Cotia disparou numa corrida louca, até que encontrou o Javali. E foi logo uivando esganiçada:
- Tem uns monstros cabeludos, de cabelos vermelhos, barba comprida e dentes azuis tocando fogo na floresta. Salve-se quem puder.
O Javali bufou, arranhou o chão com as patas, chamou o seu bando e saíram num tropel, correndo. Até que, ficaram cansados, pararam perto de uma árvore que estava cheia de papagaios e todos começaram a falar ao mesmo tempo, javalis e papagaios:
- São monstros enormes, terríveis, botam fogo pela boca. Estão queimando a floresta toda! CURRUPACO! PAPACO! Que incêndio mais danado! O fogo está chegando! Não quero morrer assado! CURRUPACO! SOCORRO! PAPACO!
Bem, a confusão foi crescendo. Tudo que tinha asas voava. Tudo que tinha pernas corria. Tudo que sabia nadar mergulhava no rio.
Mas não apareciam nem fumaça nem o fogo. E só no outro dia, quando o sol nasceu, eles viram que esta história estava mal contada.
E sabe como acabou de verdade? O homem que tinha uma tocha na mão (para espantar mosquitos), apagou o fogo da tocha e foi dormir. Mas se você quiser que a história continue... aumente um pedacinho ao seu gosto. Porque quem conta um conto aumenta um ponto. Não aumenta?

Nana Nenê, Sonia Robatto, Editora Globo, 1993

Pedro Paulo da Luz

 Papagaio tagarela e a arara azul
Ouvindo: AQUI

É a fábula de um papagaio e da arara azul, mas ele não é qualquer papagaio, é o Papagaio Tagarela.
Ele adorava ficar no “converseiro” com a arara azul empoleirado no cajueiro.
Mas o que tanto ele falava?
Ahhh… Papagaio Tagarela tinha o péssimo comportamento de desrespeitar todas as outras aves que o fez sofrer mais tarde grande arrependimento e a aprender a grande lição de respeitar as diferenças.

 Com esta história infantil sobre diversidade você realizará um projeto respeito que realmente irá auxiliar seus alunos a terem maior consciência sobre os seus comportamentos em relação aos colegas, criando um ambienta mais tranquilo na sala de aula.

Com certeza esta situação é muito comum: as crianças requisitam você professor a todo momento para contar o que os outros colegas estão fazendo? E com isso, a aula passa por inúmeras interrupções e isso torna a rotina cansativa.

Com esta história infantil sobre diversidade e projeto sobre respeitar às diferenças trabalhamos a habilidade socioemocional da CONSCIÊNCIA, auxiliando as crianças a adquirirem maior AUTONOMIA e RESPEITO AO PRÓXIMO para resolver os conflitos com seus colegas em sala de aula.

Competências socioemocionais:

  • a função da consciência no nosso comportamento e relacionamentos;
  • a empatia e importância do outro em nossa vida;
  • o respeito pelo jeito de ser do outro;
  • a solidariedade e fraternidade na sala de aula. Fonte

Livro: AQUI, AQUI
Atividade PDF: AQUI,  
Hora da história: AQUI
História cantada: AQUI

Linda Dias

O papagaio Paco: AQUI

Tarsila e o papagaio Juvenal


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