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Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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sábado, julho 18, 2026

A lenda do boi bumbá/Bumba meu boi>Estímulos folclóricos>Prestigie nossa cultura> 18/07/2026

 


A história do bumba meu boi narra as peripécias de um casal prestes a ter um filho. Quando a mãe, Catirina, tem desejo de comer língua de boi, seu marido, pai Francisco, sacrifica o animal favorito do patrão, que se enfurece e faz juras de morte ao empregado. Aí entra em cena o Pajé, que salva a vida do esposo de Catirina ressuscitando o boi antes que a tragédia se concretize. 
Produção de Texto: Proposta de Atividade
Esta lenda é excelente para trabalhar a interpretação e a reescrita de histórias, permitindo que o aluno explore diferentes gêneros textuais
1. Reescrita de Conto
Peça aos alunos para reescreverem a lenda com as próprias palavras. Para guiar a produção, utilize os seguintes tópicos como estrutura:
  • Introdução: Apresente os personagens (Pai Francisco e Mãe Catirina) e o cenário da fazenda.
  • O Problema: Qual foi o desejo de Catirina e o que Pai Francisco fez?
  • O Conflito: Como o fazendeiro reagiu ao descobrir o que aconteceu com seu boi favorito?
  • O Clímax: A chegada do pajé e o momento da cura/ressurreição do boi.
  • Desfecho: A festa e a alegria de todos os envolvidos. 
  • 2. Criação de Diálogos e Teatro
    A lenda é um "auto" popular, o que a torna perfeita para a dramatização. 
    • Peça aos estudantes que escolham uma cena (por exemplo, a conversa entre Pai Francisco e Mãe Catirina) e a transformem em um roteiro de teatro, focando nos diálogos e nas rubricas (indicações de como os personagens devem agir). Fonte Google
Aula/Sugestão/O bumba meu boi para refletir  sobre o folclore: AQUIAQUIAQUI
Atividades/Bumba meu boi: AQUIAQUIAQUI
Ouvindo a lenda: AQUI
Palavra cantada/A lenda do boi bumbá: AQUI
Folclore contos e cantos: AQUI
Lendas do folclore: AQUI
Especial bumba meu boi: AQUI
Boi da cara preta/Poemas: AQUI
Pra boi dormir/Poemas: AQUI
Bumba meu boi/Origem: AQUI
Bumba meu boi/produção de textos: AQUI
O menino Pedro e seu boi: AQUI
Bumba meu boi/Teatro: AQUI
O boi da cara de todas as cores: AQUI
O boi de mamão: AQUI
Livro bumba eu boi/Ouvindo: AQUI
Lenda Vitória Régia: AQUI
Lenda Iara: AQUI
Lenda comadre fulozinha: AQUI


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domingo, junho 30, 2024

O boi da cara de todas as cores>As caretas do boi da cara preta>Boi bumbá >30/06/2024

 

Clarisse Ilgenfritz

Identificar parlendas como “versos para brincar”.

Identificar as diferenças entre parlendas, canções de ninar e brinquedos cantados.

Criar rimas.  

Uma divertida prosa poética que lança mão de textos da tradição oral como quadrinhas, parlendas, canções de ninar. A diversidade dá o tom da obra, que narra as histórias dos bois de todas as cores, com foco no folguedo símbolo do patrimônio cultural brasileiro: o Bumba-meu-boi ou Boi-bumbá.

Ouvindo : AQUI  Com  recurso pedagógico: AQUI

Neste vídeo a criança será capaz de cantar e descobrir novas rimas com a música : boi da cara preta. AQUI
Projeto: AQUI
As caretas do boi da cara preta
A afinidade das crianças com os bichos e com a música aproxima o pequeno leitor de um rico universo cultural e afetivo, incentivando ainda mais a leitura. 
Desenvolvimento de Habilidades 
Habilidades em Leitura, Imaginação e Criatividade, Estímulo Visual.
Atividades boi da cara preta: PDF AQUI

Juntamente com a Sequência de Alfabetização – Boi da Cara Preta, você poderá explorar outros recursos como este vídeo a seguir: AQUI

Festa do boi bumbá/Quintal da cultura: AQUI
História do boi de mamão: AQUI
Aula: Construindo nosso boi: AQUI


Boi da cara preta/Poemas: AQUI
Pra boi dormir/Poemas: AQUI
Bumba meu boi/Origem: AQUI
Bumba meu boi/produção de textos: AQUI
O menino Pedro e seu boi: AQUI
Bumba meu boi/Teatro: AQUI


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domingo, julho 15, 2018

Nosso folclore>Estímulos literários>Boi bumbá>Produção de textos e afins>15/07/2018




Você já participou de um folguedo? Já comeu taiada? Já fez alguma promessa e simpatia? 
Este livro explica o que significa tudo isso e ainda traz outros elementos do folclore brasileiro na dança, na culinária, nas brincadeiras, nas crenças e nas tradições que dia a dia aprendemos e, ao mesmo tempo, transmitimos, mesmo sem nos darmos conta disso.



Atividades


Projeto Vamos brincar de boi
Várias atividades








Mais Bumba meu boi
Brinquedos e brincadeiras
Boi bumbá






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domingo, maio 17, 2015

O boi-de-mamão>Estímulos juninos >Cultura região sul> 17/05/2015



Em O Boi-de-Mamão, o escritor e folclorista viajante Rogério Andrade Barbosa monta uma narrativa na qual dona Bentinha, antiga moradora de Florianópolis - conhecida como a Ilha da Magia - conta a um grupo de estudantes um pouco das tradições locais.
Dona Bentinha relembra as bruxas e assombrações, os causos contados pelas rendeiras, pelos pescadores por outros contadores de histórias, para passar aos leitores um pouco dessa tradição popular herdada dos imigrantes açorianos. 
Em destaque, ela narra o folguedo do boi de Santa Catarina, o Boi-de-Mamão, com seus personagens típicos, como a Bernúcia e a Maricota. 
Uma festa de rua que revive em cada um sua identidade cultural, presente no fundo - ou nas raízes - de todos.
Mais
Objetivos
__ Possibilitar a criança conhecer um pouco sobre uma das festas tradicionais do Brasil, seus símbolos, santos, pratos típicos, trajes e danças.

__Compreender a história da festa junina, bem como o seu valor dentro do folclore brasileiro, destacando seus aspectos sociais e religiosos.

__Perceber a importância do trabalho em equipe e a união do mesmo.

__Resgatar as tradições da festa junina

__Desenvolver o gosto por poemas e músicas.

__Socialização dos alunos.
__Incentivar o gosto pela culinária junina.

__ Integrar a comemoração da festa junina desenvolvendo o resgate social exercendo a cidadania através de ações concretas, solidárias e participativas, favorecendo a criança a ampliação de seu universo linguístico, pois a festa junina se constitui uma temática rica onde podem ser explorados diversos tipos de linguagem. Levando ao aluno o conhecimento da origem da festa junina, levando os educando a conhecer seus símbolos e seus valores.


A HISTÓRIA DA FESTA JUNINA

Pequena história das festas juninas
João o menino sonhador e projeto
Cultura popular
Aulas e sugestões pedagógicas
Passo-a- passo
Sugestão para produção de textos
Montando um livro

Ouvindo:
No Brasil de norte a sul encontramos a brincadeira de boi (boi fingido), conforme a região estes possuem características e nomes distintos como o Boi-Bumbá, Bumba meu Boi, Boi-pintadinho, Boi-Matraca, sendo que entre nos, ele é conhecido como Boi-de-Mamão

Além da história que envolve estes personagens, há a brincadeira, um folguedo de Boi-de-Mamão que é uma das manifestações populares mais difundidas no Estado de Santa Catarina. Tal manifestação é comumente encontrada em muitos municípios do litoral catarinense, destacando-se as regiões de São Francisco do Sul, Itajaí, Florianópolis, Tubarão e Laguna, além da capital Florianópolis .AQUI

Cantando: AQUI













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terça-feira, junho 28, 2011

Especial: Bumba - meu - boi - 28/06/11

Bumba-meu-boi
Origem
A origem do Boi-Bumbá remete ao século XVIII, resultante das divergências e do relacionamento entre os escravos e os senhores nas Casas Grandes e Senzalas.
Refletia as condições sociais de negros e índios.
A festa do Boi-Bumbá ou festa do Boi, tem sua origem no Nordeste do Brasil, onde derivou de outra dança típica, o Bumba-meu-Boi.
 A história do Boi-Bumbá é idêntica a do Bumba-meu-Boi, é uma espécie de ópera popular, cujo enredo desenvolve-se em torno da lenda do fazendeiro que tinha um boi de raça, muito bonito e querido.
Em Parintins, no estado do Amazonas, as apresentações do boi desenvolvem-se com o enredo que conta a história do negro Francisco, funcionário da fazenda, cuja mulher Catirina estava grávida. Catirina teve o desejo de comer a língua do boi e com medo de que sua mulher perdesse o filho caso o desejo não fosse atendido, o negro Francisco resolve roubar e matar o boi preferido de seu patrão.
O fazendeiro descobre e manda os índios caçarem o negro Francisco, que busca um pajé para ressuscitar o boi.
O boi renasce e tudo vira uma grande festa.
O imaginário indígena e figuras religiosas como pajés e feiticeiros foram incorporados as tradições da festa.
Por isso, durante o Festival Folclórico de Parintins, a cidade é chamada de "Ilha Tupinambarana" e os Bois Garantido (vermelho) e Caprichoso (azul), se apresentam no Bumbódromo, uma espécie de Sambódromo (arena).
A origem dos nomes dos bois, mais aceita, refere-se ao poeta Emídio Vieira e seu amor proibido pela mulher de Lindolfo Monteverde.
Como não podia ter a mulher de Lindolfo, Emídio lançou um desafio ao outro: que ambos apresentassem seus bois todos os anos em um festival. Emílio:
"Se cuide que este ano eu vou caprichar no meu boi";
Lindolfo: "Pois capriche no seu que eu garanto o meu".
Assim nasceu o nome e a rivalidade aumentava a cada ano.
No Maranhão, o Bumba-meu-Boi consiste na brincadeira que faz dançar, cantar e tocar em volta de uma carcaça de boi bailante e um agregado de pessoas que se tratam por brincantes.
A festa começa no mês de Março, após as arrecadações para a brincadeira, quando começam a montar as roupas e o próprio boi, sendo feito em fibra de buriti e seu couro de veludo revestido por missangas, e só termina após a morte do boi que geralmente é em Outubro.

Bumba-meu-boi
"O meu boi morreu
O que será de mim?
Manda comprar outro, ó maninha
Lá no Piauí"

Um dos folguedos mais tradicionais do Brasil, tendo englobado até vários reisados, o bumba-meu-boi é uma espécie de auto em que se misturam teatro, dança, música e circo.
Ele é representado sob os mais diferentes nomes em localidades que vão do Rio Grande do Sul (como boizinho) e Santa Catarina (boi-de-mamão) aos estados do Nordeste (boi-de-reis) e o Amazonas (boi-bumbá).
Sua provável origem é o Nordeste das últimas décadas do século XVIII, onde a criação de gado era feita por colonizadores com mão-de-obra escrava.
 Nas fazendas, os cativos teriam misturado suas tradições africanas (como a do boi geroa) a outras européias dos senhores (como a tourada espanhola, as tourinhas portuguesas e o boeuf gras francês), numa celebração que tematizava as relações de poder e uma certa religiosidade, sendo, inicialmente, alvo de grande repressão.
Tradicionalmente realizado no período das festas juninas (em alguns lugares também no Natal e no Carnaval), o bumba-meu-boi encena o rapto, morte e ressurreição do boi — uma história de certa forma metaforiza o ciclo agrário.
Musicalmente, ele engloba vários estilos brasileiros, como os aboios, canções pastoris, toadas, cantigas folclóricas e repentes, tocados em instrumentos típicos do país, tanto de percussão como de cordas.
Para alguns estudiosos, o "bumba" vem do som da zabumba, mas, para outros, trata-se de uma interjeição, que daria à expressão sentidos vários como "Vamos, meu boi!", "Aguenta, meu boi" ou "Bate, meu boi!".
O boi, figura central do auto, geralmente é feito com uma armação de cipó coberta de chita, grande o bastante para que um homem a vista.
A cabeça que pode ser feita de papelão ou com a própria caveira do animal.
Na encenação, a lenda pode ser contada de várias formas, mas a história básica é a da escrava Catirina (ou Catarina), grávida, que pede ao marido Chico (ou Pai Francisco) para que mate o boi mais bonito da fazenda porque quer comer a sua língua.
Ele atende ao desejo da mulher e é preso pelo seu feitor, que tenta a todo custo ressuscitar o boi, com a ajuda de curandeiros.
Boi revivido, tudo acaba em festa.
Outros personagens podem entrar na história para dançar, dependendo do tipo de boi: Bastião, Arlequim, Pastorinha, Turtuqué, o engenheiro, o padre, o médico, o diabo etc, todos quase sempre interpretados por homens, que se travestem para compor os personagens femininos.
Festa em Parintins
Sufocado pelos avanços dos meios de comunicação, o boi fica cada vez mais restrito às comunidades rurais e pesqueiras que ainda conseguem preservar suas tradições.
No entanto, ele é uma festividade muito popular em São Luís do Maranhão, para onde vários grupos do estado (alguns fortes, como o Boi Madre Deus e o Boi Maracanã) convergem na época junina e desfilam por toda a cidade.
No entanto, esse boi ainda não supera em público o que acontece anualmente, nos dias 28, 29 e 30 de junho, na cidade de Parintins (Amazonas, a 420 km de Manaus), quando o boi Caprichoso (de cor azul, fundado em 1913 por Lindolfo Monteverde) e o Garantido (de cor vermelha, fundado em 1914 por José Furtado Belém e Emídio Rodrigues Vieira) desfilam no bumbódromo da cidade para um público que, entre locais e turistas, chega a reunir mais de 50 mil pessoas.
Levado para a Amazônia por imigrantes maranhenses que foram no século XIX atrás dos lucros da borracha, esse boi ganhou o nome de boi-bumbá, sofreu influências indígenas e andinas e começou a sair ao som da chamada toada amazônica.
A competição profissional entre Caprichoso e Garantido começou em 1966, e desde então só fez ganhar requintes de espetáculo (um desfile parecido com o das Escolas de Samba do Rio, com raio laser e o som amplificado de instrumentos eletrônicos) que transformou o Boi de Parintins na mais famosa manifestação folclórica da região Norte, patrocinada por indústrias de bebidas.
Graças ao desfile amazônico, o boi pode gerar em 1996 o seu primeiro artista pop: a ex-banda de forró Carrapicho, que foi sucesso no Brasil e na França (levado pelo ator Patrick Bruel) com a música Tic Tic Tac.
Gravado por Fafá de Belém e pela cantora de axé Márcia Freire, a música Vermelho (hino do Garantido, composto por Chico da Silva) também teve grande êxito, abrindo caminho para artistas de Parintins, como os levantadores de toada Arlindo Júnior e David Assayag.
Músicas
Boi Barroso – Elis Regina
Vermelho (Chico da Silva) – Fafá de Belém
Tic Tic Tac – Carrapicho
Boi Bumbá (Waldemar Henrique) – José Tobias
Boi do Amazonas (recolhido por Walter Santos) – Papete
Bumba Meu Queixada – Teatro União e Olho Vivo
Entrada do Boi Misterioso – Quinteto Violado e Zélia Barbosa
Gado Bom Quem Tem Sou Eu (toada de vaquejada) – Otacílio Batista
Boi de Mamão (entrada de boi, Bermúncia e Maricota) – Boi de Mamão de Itacorobi (SC)
A Burrinha – Quinteto Violado




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segunda-feira, junho 27, 2011

Bumba-meu-boi/teatro e afins - 27/06/11

Bumba-meu-boi.

Autor :Cristiane Oliveira Pisani Martini
Co-autor:Amanda Fonseca Soares Freitas
Estrutura Curricular
 Educação Física :Atividades rítmicas e expressivas
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
Nessa aula de danças folclóricas temos como foco o bumba-meu-boi.
Como objetivos principais, propomos:
- conhecer as histórias dos ritmos e das manifestações do estados onde são mais evidentes, isto é onde são comumente praticados;
- aprender e vivenciar os movimentos característicos dessa festa;
- conhecer os personagens da lenda que deu origem a essa festa;
-  refletir sobre as relações estabelecidas entre a manifestação cultural trabalhada e seus participantes;
- conhecer e comparar as variações dessa festa entre os estados brasileiros.
Duração das atividades: 2 aulas de 50 min./total: 100min.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Não há.
Estratégias e recursos da aula
Espaços:
Qualquer espaço que permita a utilização de um som e que ofereça às crianças certo conforto e segurança para se movimentarem e que permita boa escuta das músicas.
Também deve possibilitar a montagem da aparelhagem que o professor tem disponível para a exibição de vídeos e fotos.
Materiais:
 som, CDs com as músicas dos bois/do bumba-meu-boi ou boi-bumbá de sua região e também de outras; aparelhagem para projeção.
 Papel kraft e material para desenhar, fazer colagens, etc.
Atividade 1. Conhecendo a história da festa(40’).
Nesse momento, apresente para os alunos a lenda do bumba-meu-boi ou boi-bumbá e seus personagens. Converse com as crianças sobre algumas características importantes para a festa, por exemplo:
- que os personagens são humanos e animais.
- que os personagens femininos são representados por homens travestidos.
- que temos como personagens o Capitão (comandante do espetáculo);
Mateus e Catirina (personagens muito conhecidos que apresentam os bichos, cantam e dançam de forma engraçada e que divertem o público);
Bastião, a pastorinha, a dona do boi, o padre, o doutor, o sacristão, Mané Gostoso, o Fanfarrão, a ema, a burrinha, a cobra, o pinica-pau .
E ainda os personagens fictícios: o Caipora, o Diabo, o Babau, o morto carregando, o vivo e o Jaraguá.
- Vale lembrar que os personagens variam de acordo com a região onde é contada a lenda.
Procure versões diferentes e conte para as crianças.
Por exemplo, nos Estados do Maranhão, Rio Grande do Norte e Alagoas a dança é chamada de bumba-meu-boi; nos Estados do Pará e Amazonas, boi-bumbá; em Pernambuco, boi-calemba; na Bahia, boi-janeiro e assim por diante.
outras referências:
BARROS, Antonio Evaldo Almeida. 2007.
O Pantheon Encantado: Culturas e Heranças Étnicas na Formação de Identidade Maranhense (1937-65). Dissertação de Mestrado em Estudos Étnicos e Africanos. Salvador: PÓS-AFRO/CEAO/UFBA.
CARVALHO, Maria Michol Pinho de. 1995.
Matracas que desafiam o tempo: é o bumba-boi do Maranhão. São Luís.
Outros sites para pesquisa:
Centro nacional de folclore e cultura popular: http://www.cnfcp.gov.br/index.php
Sugestões de músicas:
Cd de Bia Bedran “Fazer um bem” – Música 02: A história do boi (Essa faixa conta a história por meio da música)
Após a apresentação dos personagens, distribua folhas de papel kraft e material de desenho e colagem para os alunos para que eles construam um grande painel da festa que servirá de cenário para a apresentação da atividade 4.
Atividade 2. Dançar do seu jeito (10’)
Apresentadas as vestimentas, músicas, histórias, personagens, deixe que as crianças inventem seus passos e dancem livremente, reproduzindo o que observaram nos vídeos.
 Distribua fitas coloridas, que podem ser de papel crepon ou fitas de tecido e amarre-as nas crianças para ficar uma festa mais colorida.
Atividade 3. Entendendo o que acontece com os pés (25’)
Nesse momento o professor deve escolher quais os passos são mais adequados para cada faixa etária e ensiná-los às crianças.
 Alguns vídeos de aulas podem ajudar o professor que não tem facilidade ou conhecimento desses movimentos:
Atividade 4. Apresentação (25’)
Agora, deixe que as crianças escolham se querem apresentar em grupos, duplas ou individualmente. Coloque as músicas do boi-bumbá encontradas e deixe que elas se apresentem umas para as outras.
Recursos Complementares
Em outros sites de músicas você poderá encontrar grande diversidade de músicas.
 Se possível, faça uma visita ao grupo ou à festa do boi de sua região.
Ou convide um desses grupos para fazer apresentação em sua escola.
Avaliação
Como todo processo avaliativo em Educação Física, acreditamos que o professor deva considerar o desenvolvimento de cada aluno durante todo o processo de aprendizagem.
Além disso, é importante considerar o envolvimento de cada um, o respeito às limitações do outro, a capacidade e o empenho no trabalho em grupos, etc.
Outro aspecto importante da avaliação é conversar abertamente com as crianças, perguntando-as sobre suas impressões em relação às aulas, ao ritmo, às atividades.
O que aprenderam de novo?
O que ainda querem aprender?
 Há algo que gostariam de fazer novamente?
O que modificariam nas aulas?
O que já conheciam e que foi repetido para eles?
O que acharam de dançar juntos?
Entre outras perguntas que julgar necessárias.
Essa é uma aula que dá para trabalhar também com outros ritmos, adaptando as atividades, as músicas, as dinâmicas, etc.


Boi bumbá, boi de reis, boi pirilampo:
conhecendo outras tradições juninas do Brasil

Autor: ANALICE CORDEIRO DOS SANTOS VICTOR
Co-autores:SUZANA MARIA BRITO DE MEDEIROS, ARLETE MARIA LEAL SANTOS,IZANA MARIA FERNANDES,RUTILENE SANTOS DE SOUZA MELO
Estrutura Curricular
Educação Infantil :
Movimento Expressividade
 Movimento Coordenação Linguagem oral e escrita:
Práticas de leitura
 Práticas de escrita
 Falar e escutar
Arte Visual :O fazer artístico
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
Objetivos:
As crianças na faixa etária de cinco anos de idade poderão com esta aula:
■Perceber a dança do Bumba meu boi como uma das manifestações culturais das festas juninas.
■Conhecer a origem do Bumba meu boi.
Conhecer releituras da dança e do enredo do Bumba meu boi.
Participar da composição dos personagens (expressões, sonoridade da voz) do enredo da dança através da experimentação.
■Participar da composição da coreografia e figurino da dança.
■Realizar os movimentos da coreografia, seguindo as orientações da professora.
■Registrar através do desenho e da escrita os conhecimentos aprendidos durante o estudo.
Duração das atividades:
As atividades propostas a seguir serão desenvolvidas durante quinze dias em aulas com duração de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Para participar destas aulas os alunos não necessitam ter conhecimentos prévios sobre o tema.
Estratégias e recursos da aula
ATIVIDADE 1 – Conhecendo a lenda do bumba-meu-boi
1º momento –
 O professor inicia a aula apresentando para a turma imagens (gravuras, figuras ou fotos) de algumas danças brasileiras (frevo, quadrilha, samba, bumba-meu-boi, pastorio, etc.).
Depois de nomear cada dança, pede que as crianças indiquem quais delas fazem parte das festas juninas.
Dependendo da região do país pode ser que as crianças não indiquem o bumba-meu-boi como uma dança junina.
Caso isso aconteça o professor explica para turma que em alguns lugares do Brasil essa é uma dança comum nos festejos juninos.
2º momento –
O professor procura saber o que a turma conhece sobre a dança e em seguida conta a lenda representada pela dança.
No site abaixo o professor pode encontrar uma das versões da lenda e do auto do boi:
ATIVIDADE 2 – Conhecendo a dança do boi
1º momento -
O professor exibe para turma um vídeo oportunizando as crianças assistirem duas apresentações do Bumba-meu-boi, uma apresentada por grupos tradicionais e outra estilizada.
O professor orienta as crianças a observarem se durante a apresentação apareciam alguns dos personagens da história do boi contada em sala, como era o figurino dos dançarinos e os movimentos que realizavam durante a dança.
2º momento –
 Após a exibição dos vídeos, o professor em uma folha grande de papel, organiza uma tabela para registrar o que foi observado conduzindo as crianças a perceberem semelhanças e diferenças entre os dois grupos:

                                     BOI TRADICIONAL               BOI ESTILIZADO
                                          (colocar o nome do grupo da apresentação)
Personagens da lenda 
Figurinos dos dançarinos
Passos da dança
ATIVIDADE 3 – Conhecendo o Boi Pirilampo
1º momento –
O professor conta para as crianças que no Brasil, no estado do Maranhão, as pessoas costumam comemorar as festas juninas brincando o bumba-meu-boi.
Nesse momento pode usar o mapa do Brasil para localizar este estado.
O site http://braziliantourism.com.br/ma-cp-po.html  contem informações sobre as festas juninas no Maranhão.
2º momento –
O professor prossegue a aula exibindo para a turma uma das apresentações do grupo Boi Pirilampo, um dos grupos maranhense que brinca o boi nos festejos juninos.
Antes de assistir ao vídeo o professor conta um pouco da história do grupo que pode ser acessada no site http://www.boipirilampo.com.br/historia.htm.
Neste mesmo site é possível assistir a apresentação.
3º momento –
Após a exibição do vídeo o professor retoma o quadro na atividade 2 e compara os elementos presentes na dança do Boi Pirilampo e dos outro grupos, destacando semelhanças e diferenças.
4º momento –
 As crianças registram por meio de desenho e escrita as suas impressões sobre a apresentação.
5º momento –
 O professor apresenta para as crianças apreciarem algumas músicas do Boi Pirilampo que podem ser acessada no site do grupo (http://www.boipirilampo.com.br/historia.htm ).
Após o momento de apreciação das músicas o professor realiza uma votação para a turma escolher a música da dança que irão ensaiar para apresentarem na festa junina da escola.

ATIVIDADE 4 – Improvisando os movimentos da dança
1º momento –
Na aula de educação física, o professor organiza as crianças em círculo e, ao som de um cd com ritmos juninos, solicita que girem saltitando movimentando os pés como se estivessem galopando igual a um cavalo.
Este movimento possibilita as crianças exercitarem o passo básico da dança do boi.
Em seguida, o professor pede que elas ao mesmo tempo em que giram saltitando elevem e balancem as mãos.
Depois que pararem de girar, imitando o galope do cavalo, vão até o centro do círculo e voltem, fazendo o mesmo movimento só que de costa para os seus lugares.
2º momento -
 Após instrumentalizar as turmas com o enredo, imagens da dança e brincadeiras para irem se apropriando de seus passos, o professor inicia os ensaios propriamente ditos.
Tomando como referencia as possibilidades motoras das crianças, é possível fazer algumas adaptações montando uma coreografia que não descaracterizasse a dança (que exige movimentos de saltito para frente e para trás, giros, mudança de direção, inclinações do tronco para frente). Assim, o professor pode organizar a dança da seguinte forma:
■Formação de dois cordões, um azul e outro amarelo;
■Encontro dos cordões no centro;
■Cruzamento dos cordões;
■Formação do círculo que gira e, sob o comando de uma das professoras, muda de direção;
■Entrada do boi;
■Círculo parado e crianças movimentando na mão a varinha da lua para saldar o boi que se encontra em seu centro;
■Saída do boi;
■Formação do caracol;
■Saída dos cordões.
ATIVIDADE 5 – Confeccionando o figurino e acessórios da dança
Nesta atividade o professor pode envolver as crianças e outras pessoas da comunidade escolar.
ATIVIDADE 4 – Apresentação da releitura do Bumba-meu-boi
Vivenciado todo esse processo o professor convida a comunidade escolar para assistir a apresentação da turma.
Sugerimos que a apresentação aconteça durante as festas juninas como é comum em alguns estados do nordeste.



Recursos Complementares
Neste site o professor encontra uma das versões da lenda e do auto do Bumba-meu-boi.
Ao acessar este site o professor encontra a história do grupo popular Boi Pirilampo, vídeos diversas apresentações do grupo e, também é possível ouvir suas músicas.
Neste site ao digitar na caixa de pesquisa papel machê o professor vai encontrar vários vídeos ensinando a fazer a massa de papel machê, necessária a confecção da cabeça do boi.
Avaliação
A avaliação poderá ser em função:
■Da participação da criança ao longo das aulas;
■Dos registros escritos e desenhos acerca dos conteúdos trabalhados;
■Envolvimento das crianças na composição da coreografia e confecção do figurino;
■Realização dos movimentos da coreografia, seguindo as orientações do professor.


BUMBA MEU BOI DE SÃO LUIS
Autor: Maria Núbia Pessoa
Co-autor(es) :Maria da Conceição de Oliveira Andrade
Estrutura Curricular
Língua Portuguesa Língua escrita: prática de produção de textos
Artes Dança: Dimensões histórico-sociais e culturais da dança e seus aspectos estéticos
Língua Portuguesa Língua escrita: prática de leitura
Artes Dança: Apreciar e dançar
História Organizações e lutas de grupos sociais e étnicos
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Valorizar a cultura brasileira.
Conhecer diferentes manifestações culturais do Brasil.
Conhecer os elementos que compõem a organização dessa dança.
Localizar informações em imagens e textos de entrevistas.
Elaborar um panfleto informativo.
Duração das atividades
2 AULAS
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Dança.
Estratégias e recursos da aula
Como os alunos poderão atingir os objetivos propostos:
As crianças podem atingir seus objetivos por meio de atividade de observação e informações complementares, de textos informativos e vídeos.
ATIVIADADE 1:


Fonte:
O professor conversa com os alunos sobre a origem da Festa do Boi em São Luis do Maranhão e outras manifestações culturais brasileiras. No decorrer da aula, o professor distribui um texto com informações sobre a festa bo Bumba-meu-boi de São Luis. Durante a leitura do texto, o professor poderá fazer algumas explicações a cada parágrafo lido.
Sugestões de sites:
ATIVIDADE 2
Após a leitura do texto, a turma poderá formar um grande grupo, em círculo, para discussão do texto lido.
Como atividade de casa, o professor solicita que os alunos pesquisem outras informações em revistas, internet, jornais, etc, sobre a o Bumba-meu-boi de São Luis.
 Em sala de aula, o professor sugere a confecção de um panfleto, contendo informações sobre a festa do Bumba-meu-boi.
As crianças poderão distribuir o panfleto para algumas turmas ou toda a escola.
ATIVIDADE 3:
O professor apresenta alguns vídeos para as crianças assistirem do Bumba-meu-boi. Depois, faz uma grande discussão com os alunos levantando algumas questões como:
■ Que personagens aparecem no vídeo?
■ Que cenas vocês mais gostaram?
■ Que outros elementos aparecem no vídeo?
■ Quais as cores?
■ Qual o principal personagem?
ATIVADADE 4:
Após esse levantamento, o professor divide a turma em grupos e solicita que escolham uma cena do vídeo para fazer uma dramatização.
O professor orientará as crianças na dramatização, sugerindo que elas confeccionem alguns elementos que aparecem no vídeo.
 Em seguida, cada grupo apresenta sua cena escolhida.
Links:
http://videolog.uol.com.br/video.php?id=184498
Recursos Complementares
Sites:
Avaliação
O professor deverá observar se o aluno:
Valoriza a cultura brasileira.
Conhece diferentes manifestações culturais do Brasil.
Conhece os elementos que compõem a organização dessa dança.
Localiza informações em imagens e textos de entrevistas.
Elabora um panfleto informativo.


Interpretando e caracterizando a dança do Bumba-meu-boi.
 
Autor Miguel Victor Neves Saraiva
Co-autor: Marcos Vinícios Pimentel de Andrade
Estrutura Curricular
Educação Física Dança: Valores históricos
Artes Dança: Apreciar e dançar
Educação Física :
Atitudes, conceitos e procedimentos: atividades rítmicas e expressivas
Dança: Valores culturais
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula:
- As características da manifestação cultural do Bumba-meu-boi, levando em consideração toda sua crença mística.
- Uma história mística com o bumba-meu-boi, sendo representada por uma encenação coerente e criativa.
- Confeccionar e caracterizar um bumba-meu-boi, de acordo com as particularidades de sua encenação.
Duração das atividades: 50 min/1 aula
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Como conhecimento prévio para essa aula, o professor pedirá, na aula anterior, que os alunos realizem uma pesquisa sobre o Bumba-meu-boi para que possa orientar o trabalho que os alunos deverão realizar.
Sugiro alguns sítes e vídeos para essa pesquisa:
Estratégias e recursos da aula
Com o intuito de apresentar a história do bumba-meu-boi para a turma, o professor fará um breve histórico desta manifestação folclórica.
A dança do Bumba-meu boi no Brasil surgiu no Nordeste do país, mais especificamente no Piauí, mas foi no Estado do Maranhão que o bumba-meu-boi ficou mais popular.
O bumba-meu-boi associa elementos de comédia, drama, sátira e tragédia, tentando demonstrar a fragilidade do homem e a força bruta de um boi.
Antigamente, no Brasil, a dança do bumba-meu-boi foi intensificada pelos jesuítas, que através das danças e pequenas representações, desejavam evangelizar os negros, indígenas e os próprios aventureiros portugueses aventureiros e conquistadores no catolicismo.
O “boneco do boi” é caracterizado por uma cabeça (muitas vezes, sua própria caveira) e uma armação de bambu ou outro material disponível.
 Dentro do Boi, vai uma pessoa que torna essa representação viva, com chifradas e correrias, que animam a todos entre gritos de pavor e brincadeiras.
 Tradicionalmente, a encenação do bumba-meu-boi, conta a história de uma mulher grávida com desejo de comer tripas ou língua de boi.
Catirina (a mulher) sensibiliza o marido (Chico), que negro sem posses, não possui o boi e tem que roubá-lo do patrão (Coronel Antônio), pela saúde do filho e da esposa.
Daí desenvolve-se todo um drama, com prisão, morte e ressurreição do boi.
O bumba-meu-boi possui diversas denominações, ritmos, formas de apresentação, indumentárias, personagens, instrumentos, adereços e temas em todo o Brasil.
No Maranhão, Rio Grande do Norte e Alagoas a dança é chamada de bumba-meu-boi, no Pará e Amazonas, boi-bumbá, em Pernambuco, boi-calemba, na Bahia, boi-janeiro, etc.
Veja a segur alguns vídeos sobre o Bumba-meu-boi:
Atividade 1
Para começar a parte prática da aula, o professor explicará que cada manifestação do bumba-meu-boi tem caracteristicas particulares do povo que esta representando a manifestação.
 Assim, é importante que no começo da aula, cada grupo crie seus próprios personagens, e para isso, o professor dividirá a turma em dois grupos e distribuirá alguns objetos, para que os grupos possam criar o “boneco do boi” e o estandarte do grupo para a encenação da sua dança do bumba-meu-boi.
 Esses objetos serão os seguintes: lençol de cor clara, “arco de cabeça” com chifre de boi, canetas pilot e tesouras, cartolina e bastão (cabo de vassoura).
Algumas características deverão ser obrigatórias para criação do boi e do estandarte:
1- Nome do boi no estandarte.
2- Lençol decorado com pinturas ou outros adereços.
3- Um ou dois alunos deverão carregar o boi.
4- O boi deverá estar com chifre, olho e boca.
Assim, marcará ponto o grupo que tiver o Boi melhor caracterizado e o mais animado.
Atividade 2
Depois de ter realizado um levantamento prévio sobre o tema como foi sugerido pelo professor na aula anterior, onde foram sugeridos diversos sites para uma pesquisa, o professor distribuirá um roteiro contendo a encenação da dança do bumba-meu-boi para cada grupo.
Após a leitura e a compreensão da história dessa encenação, cada grupo deverá escolher os alunos para a interpretação dos personagens, caracterização destes personagens de acordo com a crença popular e fazer improvisações no roteiro original.
ROTEIRO ORIGINAL DA PEÇA
ABERTURA: Chegada do grupo com o boi, o estandarte e bastante animação, cantando:
Festa de folclore nunca mais se esquece
Ela vem trazendo o boi do LUAR
Vem de muito longe, ela vai brilhar.
Vem trazendo a alegria da arte popular
(canta-se até formar uma roda, com o boi no centro da roda)
MÚSICA:
Lá vem o meu boi urrando subindo o vaquejador (2x)
Deu um murro na porteira...
O vaqueiro se espantou...
E o povo lá da fazenda, com isso se levantou
Urrou, Urrou (povo repete)
Meu novilho brasileiro que a natureza criou.
Eu vim depressa menino cortando o vento quando soube que meu boi tava
Varrendo por aqui,
Ô dá licença seu moço passa de lado que o barulho desse diabo bota a gente
Pra ferver
TODOS: “ETA BOI DANADO
ÊH, BOI.”(4X)
(Na quarta vez que a estrofe é cantada entra o narrador da peça)
NARRADOR: Um viva a toda essa gente que veio trazendo o boi e a sua história vai contar
POVO: Viva!!!
NARRADOR: Um viva pra platéia que acabou de nos vivar!
POVO: Viva!!!
NARRADOR: E lá vem Pai Francisco e Catirina. Uma viva para história que acabou de começar!
POVO: Viva!!! (O boi quieto)
(Chico e Catirina pulam pra dentro da roda, e o povo se coloca a estudara trama dos dois)
CATIRINA: Marido, to olhando esse boi formoso, valente e caprichoso e ta me dando uma vontade danada de comer língua de boi. Quero comer essa língua se não morro a minguar!
CHICO: Diabo de mulher, em vez de querer um boi qualquer! Tinha que ser justamente o boi valente do coroné!
CATIRINA: Que é que foi? Quero a língua desse boi!
NARRADOR: E lá vem o Coroné Antônio, salve o dono do boi minha gente!
POVO: Salve!!!
CORONEL: Vaquejada! Jagunçada!
CAPATAZ: Jagunçada!
CORONEL: Venho notando pisada de gente estranha em volta do curral de meu mimoso animal. Vão tratar de investigar! E ai de quem relar um dedo no meu boi, minha ordem é esfarelar!
CAPATAZ: Esfarelar!
POVO: Xiiiiii
(Saem da roda e entram Chico e Catirina com um pedaço de pau)
CHICO: O plano é o seguinte: nós dá uma paulada de leve só pro bicho “durmi”. Depois arranca a língua dele e some “avuado” daqui!
CATIRINA: E quando o bicho acordar, como é que vai ser?
CHICO: O boi vive de boca fechada, ninguém vai perceber!
TODOS: “ETA MEU BOI DANADO
ÊH BOI!” (4X)
(Todos cantam, o boi dança, eles batem e o boi cai)
CHICO: Danou-se... a paulada foi tão forte, acho que o boi finou-se...
NARRADOR: O BOI MORREU!!!
POVO (com as mãos para o alto): O boi morreu!!!
TODOS: “O MEU BOI MORREU
QUE SERÁ DE MIM?
MANDA BUSCAR OUTRO
Ô MANINHA LÁ NO PIAUÍ!”
(canta-se 1vez triste e outra em farra)
Veja o vídeo com a música:
NARRADOR: Lá vem o inventariante. Vem que vem danado fazer a partilha do boi finado.
INVENTARIANTE: A rabada é da mulher casada.
A tripa gaiteira é da mulher solteira.
A maminha é da menininha.
O filé é do coroné.
O chifrão é do maridão.
E o que sobrar é do generá!
POVO: (Ri, zombando da cara do Coronel Antônio, entra o Coronel)
CORONEL: Acabou-se a palhaçada! Essa chacota não tem graça! Quero meu boi de pé se não vai haver desgraça!
CAPATAZ: Vai haver desgraça!
POVO: Xiiiiii...
NARRADOR: Vamos pedir com fé para ver o boi de pé! Quando eu falar já vocês dizem: “te levanta boi” para o boi levantar! 1, 2, 3 e já! Te levanta boi!
NARRADOR: O boi está vivo! Viva!
(o boi dança enquanto canta-se: Êta boi danado...)
NARRADOR: Viva o boi do CIEP! (viva) Viva o boi do Brasil! (viva) Viva o boi que bumba! (viva) Boi Mamão, Boi Malhado, Boi Calemba, Boi de Reis e Boi Bumbam o boi que dança alegre e festeiro, e se eterniza colorindo o folclore brasileiro!
Obs: Esse roteiro foi baseado no roteiro da apostila: Danças e Folguetos Folclóricos Brasileiros - Companhia Folclórica do Rio-UFRJ.
Atividade 3
Nesse momento da aula, cada grupo apresentará a sua versão da dança do bumba-meu-boi. O importante é que todos do grupo tenham participação na encenação. Alguns critérios serão observados pelo professor: improvisação, caracterização dos personagens, alegria e participação de todo o grupo.
No final, toda turma será reunida para uma avaliação.
Recursos Complementares
Os textos acima foram pesquisados nos sites: http://www.brasilescola.com/folclore/bumbameuboi.htm
Apostila: Danças e Folguetos Folclóricos Brasileiros - Companhia Folclórica do Rio-UFRJ.
Avaliação
No final da aula, o professor fará uma avaliação da turma na encenação do ato do bumba-meu-boi. Algumas perguntas poderão ser feitas:
1- O que foi mais divertido nesta aula sobre a dança do bumba-meu-boi?
2- Quais foram as semelhanças e as diferenças dos bois construidos pelos grupos?
3- Qual foi o melhor roteiro improvisado?
4- Quem realizou a melhor interpretação dos personagens?
5- Antes dessa aula, alguém já tinha interpretado algum personagem?
6- O que foi mais difícil interpretar o personagem se posicional em cena?



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