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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

Linguagem social...

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Comemoração

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JUNHO 2019
17 ANOS DE LITERATURA INFANTIL
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Mostrando postagens com marcador Soluções pedagógicas. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, novembro 24, 2014

Bolsa de leitura para casa>Dica pedagógica>Ficha de leitura> 24/11/2014




BOLSA DE LEITURA
SUGESTÃO DO BLOG EDUCANDO COM SIMPLICIDADE
PROFESSORA ROSÂNGELA
Belo trabalho!
Estímulos à leitura

A confecção de uma bolsa de TNT é apenas um pequeno detalhe de ternura que a professora Rosângela nos mostra nesta sugestão literária.
Ela  publicou sua proposta de incentivo à leitura deste ano de 2014.
Vejam só um exemplo
Acompanhem toda metodologia no link

Vejam tudo







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sábado, julho 12, 2014

É preciso saber perder> Estímulos para aulas > 12/07/2014


Saber perder , um aprendizado essencial
Gostar de vencer não é exatamente um problema. 
Algumas crianças, entretanto, não sabem perder
O comportamento é comum na infância, porque nessa fase, eles são naturalmente egocêntricos. 
Mas é preciso conversar, sempre. 
Os especialistas afirmam que os esportes são um exemplo simples e prático para falar sobre isso com a criança. 
Você pode mostrar campeões, como o nadador César Cielo, ou até o mesmo o time de futebol que seu filho torce, para dizer que nem sempre dá para vencer, mas não quer dizer que a pessoa deixou de ser boa: naquela hora, naquele jogo, ele não estava tão bem. 
Também não significa que no próximo vai ser igual. 
É preciso mostrar que pode dar certo em uma próxima vez. 
"O resultado não pode ser mais valorizado que a brincadeira em si", diz Patrícia Escanho, coordenadora pedagógica da Escola de Educação Infantil Red Brick.
Quando jogar com seu filho, não deixe que ele ganhe de você sem mérito - as crianças percebem quando os pais as deixam vencer e podem achar que só vão ganhar com a ajuda alheia. 
No final da partida, Patrícia recomenda que os pais conversem sobre as jogadas que fizeram a diferença, para que todos aprendam com os próprios erros.
 "Se na primeira vez foi difícil lidar com o fracasso, na próxima não será tão sofrido", afirma. 
Outra dica, no caso dos jogos de azar, é rir da própria sorte, mostrando à criança que não temos culpa de ela não estar ao nosso lado sempre.
É preciso saber perder

Além de conversar com os alunos, professores podem realizar atividades para mostrar que a vida é feita de vitórias e derrotas.

Por Mariana de Viveiros


Objetivos:★ Aprender a lidar com a frustração
★ 
Aprender a ouvir não
★ Entender que "errar é humano" e que todo mundo erra

Vejam tudo AQUI




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quarta-feira, janeiro 15, 2014

Volta às aulas> Dicas > 15/01/14


Dicas interessantes
Para seu primeiro plano de aula:
Você começou a dar aulas agora e sua supervisora te pede o caderno de planos...
 E agora? Como fazer o plano de aula?
Planejar é algo que dá trabalho, mas o que costumo dizer para as minhas professoras é que para quem não sabe para onde quer ir qualquer lugar serve.
Se você não planejar corre muito mais risco de falhar.
Então, mãos a obra! Não é nem um bicho de sete cabeças montar seus planos de aula, e vai te evitar uma série de aborrecimentos, e trazer qualidade a seu trabalho; com o tempo isso se torna parte de sua rotina.
Vai aí uma forcinha com este exemplo de plano de aula e as explicações de cada ítem.
1. TEMA (aqui você vai dar um nome a sua aula, relacionado a seu conteúdo)
Respeito à variação lingüística, português padrão e não padrão, tipos diferentes de fala.
2. OBJETIVOS (o que você pretende ensinar com esta aula)
·         Mostrar as diferentes formas de linguagens;
·         Trabalhar o respeito ao próximo;
·         Trabalhar a linguagem oral, atenção, confiança e a criatividade;
·         Desenvolver a motricidade fina;
·         Desenvolver a coordenação motora.
3. CONTEÚDOS (o conteúdo programático ligado ao planejamento escolar)
·         Linguagem
·         Coordenação Motora
·         Formação Humana
4. DURAÇÃO (quanto tempo será gasto)
A duração da aula será de 4 horas.
5. RECURSOS (quais materiais você vai uilizar)
Lápis de cor, lápis, borracha, TV e DVD, crachás de cartolina, revistas em quadrinho para a história.
6. METODOLOGIA (como será feito, passo a passo). Neste caso seria essa descrição:
6.1 Acolhimento
(Receba os alunos na porta com um beijo, e desejando boas vindas a todos. Por ser o primeiro dia de aula, coloque um crachá em cada criança para que eles se identifiquem melhor, e assimilem as iniciais do seu nome e dos colegas com o alfabeto)
6.2 Música de chegada ( aqui você pode apenas citar o nome da música).

Eu já cheguei, na sala já estou,
Sentados na cadeirinha, para aulinha começar,
Boa tarde coleguinhas,
Trá  lá lá lá lá,
Acabamos de chegar;
Trá lá lá lá lá;
Quem tiver coração triste, se alegre para cantar,
Nós viemos pra escola;
Nossa vida é cantar, hei!
6.3 Vídeo (nome do vídeo)
Logo após as crianças assistirem o vídeo com a música de Mara (Brasil, Brasil, Brasil), explique sobre as diferentes formas de linguagens, que variam de cidade para cidade, sobre as pessoas que falam de forma diferente, e que nem sempre está errado. Cite alguns nomes de frutas e legumes que são conhecidos em várias regiões com nomes diferentes. Ex: (Abóbora/gerimum/moranga),(mandioca/aipim), (mexerica/poncã/tangerina).

6.4 Rodinha
Sente com todos os alunos no chão, de preferência ao ar livre, para uma conversa sobre o vídeo, e fale sobre algumas pessoas que falam de forma diferente, e o que elas pensam sobre isso.

6.5 Intervalo e lanche para a educação infantil (15:00 às 15:30):
Leve as crianças para lavar as mãos para lanchar, em seguida leve para o pátio para brincarem, nesse momento é bom ficar de olho nas crianças, para não se machucarem. Assim que terminar o horário de recreio, leve-as para lavar as mãos novamente, e voltarem para a sala.

6.6 Momento calmaria
Logo após o intervalo, sente no centro da sala e conte uma história para as crianças, isso servirá para acalmá-los, depois de brincarem bastante no recreio. Uma sugestão pode ser uma história do Chico Bento, que conversa bem diferente, um inocente menino do campo, que fala errado (de acordo com a Gramática Normativa).  

6.7 Atividade do agricultor
Peça às crianças que desenhem sementinhas, ajudando o agricultor a plantar.

6.8 Escovação
Às 16:30 leve as crianças para escovar os dentes. Ao retornar para a sala, cante uma música, cantando as crianças expressam grandes valores esquecidos e que precisam ser resgatados.

6.9 Despedida
(despeça das crianças com o mesmo carinho e atenção que foram recebidos na chegada, pois assim eles sentirão que são queridos e sentirá vontade de voltar no dia seguinte.)

7. AVALIAÇÃO (Todos devem ser avaliados como participantes, se a capacidade de comunicação foi ampliada, como reagiram às situações e aos desafios propostos, se interagiram com os colegas. Anote tudo o que as crianças falaram na roda de conversa, se foi satisfatório ou se terá que propor novas atividades e conversas sobre o assunto. Algumas dessas informações, poderá ser útil, para fazer anotações no portfólio das crianças.)
Tem mais aqui

Músicas para volta as aulas

O que fazer no primeiro dia de aulas?

E vem aí o FULECO
Aproveitem as sugestões do blog ensinar e aprender

http://www.ensinar-aprender.com.br/2014/01/atividades-escolares-copa-2014-mascote.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+CantinhoDoEducadorInfantil+%28Cantinho+do+Educador+Infantil%29





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sábado, janeiro 26, 2013

Volta às aulas especial > Oficina das máscaras> 26/01/13



Oficina das máscaras
Baile das 1001 máscaras

Eixo temático:  Artístas e arteiros

Objetivos:
Proporcionar às crianças, desde a perpectiva lúdica, a vivência de situações - problemas envolvendo noções elementares de grandeza, intensidade, velocidade, direção, situação, orientação e relação nas áreas da matemática, linguagem e ciências.
Proporcionar momentos de descontração e socialização na comemoração carnavalesca.

Elemento desencadeador: Máscaras

Convivência: Confecção de máscaras

Desenvolvimento:
Após uma aula com circuitos históricos onde  o elemento máscara tenha sido introduzido para dinamizar a atividade, sugerir às crianças a confecção de máscaras para animar o carnaval.
Solicitar sugestões e  opiniões para os prepartaivos e execução.
Acertado os detalhes, mãos a obra!

Aqui sugetsões:


Situação- problema :
Criar, expressar, recombinar elementos a partir de material diverso moldando rostos e figuras do imaginário curioso, intuitivo e inquieto.

Outros encaminhamentos:
Fixar os trabalhos em um varal ou mural, de forma que possam ser vistos e apreciados por todas as crianças e numa rodinha conversar sobre os detalhes que mais chamam a atenção, suas representações, os sentimentos que causam, nomes que atribuem, que personagens lembram, e assim por diante.
Explorar conteúdos e temas envolvidos  como a matemática, natureza ,linguagem, ocasionando a culminância no tema carnaval.
Promover, com a participação direta e efetiva da criança, uma exposição com todos os registros gráficos, plásticos, fotos e filmográficos das atividades.

Fonte: Brincando e  aprendendo com oficinas ludopedagógicas
Maximila Coelho e outros
Editora Paulus

Desdobramentos literários:
Linguagem já publicou algumas obras carnavalescas.
Consultem a listagem literária à direita , na página principal do blog.
O link acima também direciona as postagens sobre este tema.






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sexta-feira, janeiro 18, 2013

Hora da história > Dicas pedagógicas > Ludicidade na literatura > 18/01/13


A LUDICIDADE NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A presença de atividades lúdicas pode ser responsável em transformar, modificar e renovar todo o espaço no qual funciona a Educação Infantil desenvolvendo na criança habilidades cognitivas, motoras entre outras que são necessárias para o desenvolvimento ideal da criança nesta fase.
O trabalho na Educação Infantil não se restringe à aplicação de rituais repetitivos da escrita, leitura e cálculo. Ela começa no momento da própria expressão, quando as crianças falam de sua realidade e identificam os objetos que estão ao seu redor.
O objetivo primordial é a apreensão e a compreensão do mundo, desde o que está mais próxima a criança até o que lhe está mais distante, visando à comunicação, à aquisição de conhecimentos, à troca.
Assim, se as atividades realizadas na pré-escola enriquecem as experiências infantis e possuem um significado para a vida das crianças, elas podem favorecer o processo de desenvolvimento e aprendizagem, quer ao nível do reconhecimento e representação dos objetos e das suas vivências, quer ao nível da expressão de seus pensamentos e afetos.
O brincar permite, ainda, aprender a lidar com as emoções.
Pelo brincar, a criança equilibra as tensões provenientes de seu mundo cultural, construindo sua individualidade, sua marca pessoal e sua personalidade. SegundoPiaget(1998) o brincar, implica uma dimensão evolutiva com as crianças de diferentes idades, apresentando características específicas, apresentando formas diferenciadas de brincar.
Na Educação Infantil deve-se facilitar a aprendizagem utilizando-se de atividades lúdicas que criem um ambiente agradável para favorecer o processo de aquisição de autonomia de aprendizagem.
Para tanto, o saber escolar deve ser valorizado socialmente e a aprendizagem e a interação devem ser processos dinâmicos e criativos através de jogos, brinquedos, brincadeiras e musicalidade.
Com a utilização desses recursos pedagógicos, o professor poderá utilizar-se, por exemplo, de jogos e brincadeiras em atividades de leitura ou escrita, devendo, no entanto, saber usar os recursos no momento oportuno, uma vez que as crianças desenvolvam o seu raciocínio e construam o seu conhecimento de forma descontraída.
As atividades lúdicas têm o poder sobre a criança de facilitar tanto o progresso de sua personalidade integral, como o progresso de cada uma de suas funções psicológicas, intelectuais e morais.
Ao ingressar na escola, a criança sofre um considerável impacto físico-mental, pois, até então, sua vida era exclusivamente dedicada aos brinquedos e ao ambiente familiar.
Com as atividades lúdicas, espera-se que a criança desenvolva a coordenação motora, a atenção, o movimento ritmado, conhecimento quanto à posição do corpo, direção a seguir e outros; participando do desenvolvimento em seus aspectos biopsicológicos e sociais; desenvolva livremente a expressão corporal que favorece a criatividade, adquira hábitos de práticas recreativas para serem empregados adequadamente nas horas de lazer, adquira hábitos de boa atividade corporal, seja estimulada em suas funções orgânicas, visando ao equilíbrio da saúde dinâmica e desenvolva o espírito de iniciativa, tornando-se capaz de resolver eficazmente situações imprevistas.
Fonte:
O lúdico na literatura infantil
"O lúdico pode trazer à aula um momento de felicidade, seja qual for a etapa de nossas vidas, acrescentando leveza à rotina escolar e fazendo com que o aluno registre melhor os ensinamentos que lhe chegam, de forma mais significativa."
Neste contexto justifico, sem grandes necessidade maiores, o quanto considero importante o tema
LUDICIDADE X LITERATURA.
Ao  introduzirmos uma obra literária na classe, nossos alunos devem estar motivados para a leitura. Mas, assim sem nada como incentivo?
Não creio que lerão espontaneamente, principalmente os menores que ainda buscam somente imagens. Aqui, obviamente estamos falando de alunos alfabetizados.
Introduzi  a necessidade das brincadeiras no primeiro momento desta postagem para relacioná-las  a preparação literária desde lá, a creche, maternal, pré, e assim sucessivamente.
Nos primeiros momentos e contatos com livros, as crianças devem já segurá-los, movimentá-los, imaginando seu conteúdo. A hora da história é um recurso complementar, onde a professora irá contar, ler, mostrar imagens, de forma lúdica, buscando a atenção e  o interesse das crianças.
Quanto mais recursos lúdicos ela tiver para estimular, mais estas crianças estarão aptas a evoluir em suas etapas literárias.
Neste momento, em que o aluno entra no estágio das operações concretas,o lúdico aliado ao conhecimento é de fundamental importância.
Para que a aula se torne significativa, o lúdico é de extrema importância, pois o professor além de ensinar, aprende o que o seu aluno construiu até o momento, condição necessária para as próximas aprendizagens. A tendência é de superação, desde que o ambiente seja fecundo à aprendizagem e que o mestre tenha noção da responsabilidade que esta busca exige.
Estuda-se o passado, vive-se o presente, busca-se o futuro. Através da ludicidade podemos fazer novas perguntas para velhas respostas.
Vygotsky (BAQUERO.2000.p. 27) indica a relevância de brinquedos para a criação da situação imaginária. As experiências são extremamente importantes em nossas vidas. Todo o acervo de brincadeiras constituirá o banco de dados de imagens utilizados em nossas interações. Dispor de tais imagens é fundamental importância para a construção do conhecimento e sua socialização. Ao brincar a criança movimenta-se em busca de parceria e na exploração de objetos comunica-se com seus pares; se expressa através de múltiplas linguagens; descobre regras e toma decisões.
Os anos passam e os alunos crescem.
Quando chegam ao quinto ano, por volta dos dez ou onze anos, em plena fase da pré-adolescência, a ludicidade também deve passar por uma transformação.
Não basta mais cantar, dançar, jogar apenas. As aulas lúdicas devem ser direcionadas para as necessidades dos alunos, buscando a proximidade entre a escola e o meio em que o aprendente vive.
Neste período de descobertas múltiplas, é importante que o professor esteja atento ao que acontece em sala de aula e busque interagir de forma positiva e conciliadora, através de atividades que transmitam o conteúdo e promovam a socialização.
Principalmente porque o lúdico, o brincar, fica mais perigoso nesta idade, já que os jovens passam a ter habilidades motoras mais desenvolvidas e o “brincar impetuoso” passa a fazer parte das aulas, dos recreios, dos pátios...
Eles buscam testar o corpo muitas vezes, o tempo todo.
O brincar pode ser visto como um recurso mediador no processo de ensinoaprendizagem, tornando-o mais fácil. O brincar enriquece a dinâmica das relações sociais na sala de aula. Possibilita um fortalecimento da relação entre o ser que ensina e o ser que aprende.
As aulas lúdicas devem ser bem elaboradas, com orientações definidas e objetivos específicos. Se o professor apenas “brincar” com estes alunos, não transmitirá conteúdo e possivelmente perderá o rumo da aula. A atividade intelectual não pode ser separada do funcionamento total do organismo. O corpo e o aprendizado intelectual fazem parte de um todo, através do qual o aluno irá compreender o meio, trocar informações e adquirir experiências. As brincadeiras em sala de aula devem servir como orientação para posturas comportamentais, por exemplo. Brinca-se ensinando valores e, após, usa-se este momento mais tranqüilo para explicar o conteúdo que estudaremos nesta aula e a relação disto com a brincadeira anterior.
Assim também agimos na literatura, desenvolvendo a imaginação e a criatividade através de leituras prazerosas, ou seja, com a ludicidade à tona.
Neste contexto contamos com inúmeras obras literárias lúdicas. Temos grandes autores que proporcionam fantásticas viagens. São histórias sensacionais, que aliadas as nossas estratégias pedagógicas vão garantir vôos indescritíveis de nossos alunos.
Linguagem a Afins traz sugestões de obras com atividades já experienciadas por colegas. Pela net, eu navego e trago postagens pertimentes ao tema Ludicidade.
(Vejam listagens 1 e 2 à sua direita )

 A leitura pode e é necessária ser estimulada desde cedo. ( Já dito no início )

No entanto, é importante que o professor  tenha uma preocupação com os livros a serem trabalhados com seus alunos.
A escolha correta, e um planejamento coerente com a leitura a ser realizada irão despertar nas crianças o interesse e motivação que farão parte de uma experiência rica em suas vidas.
Ao escolher o livro de história o professor precisa então, ter noção dos muitos interesses apresentados por seu público e atentar para aspectos fundamentais na hora dessa escolha, como as imagens, as ilustrações trazidas, o tema da historia, as cores apresentadas, a linguagem do texto etc.
Existem situações em que o professor acredita estar levando algo satisfatório, mas para as crianças se revela pouco interessante e assim ocorre algo muito comum com os profissionais que não utilizam critérios de escolha: o desinteresse e dispersão dos alunos pela história contada nos momentos de leitura. Sobre isso, Gomes (2011) nos fala sobre a importância da observação dos seguintes aspectos: ilustração, propriedade da imagem, estética coerente com o tema e as emoções sugeridas pela obra, destaque dos elementos figurativos (cor, tamanho de imagens, disposição espacial) e quantidade ótima de detalhes.
É comum, educadores apresentarem, em algumas situações, obras literárias para as crianças manuseá-las, mesmo assim, as mesmas não se mostrarem motivadas nem mesmo interessadas pelo material.
Por este motivo, se dá o grande valor para adequação dos livros a faixa etária como também aos estágios psicológicos de cada criança. Estes precisam ser observados e levados em consideração na hora das escolhas desses materiais.
Neste link abaixo , você encontra  uma  sugestão de sondagem literária:
Fonte:
Vejam aqui uma sequência de dicas para o contador de histórias:
Hora da história
Dicas
NA HORA DE CONTAR
Celso Sisto

 Recomendável  / Não Recomendável
- olhar para a platéia                     
 - fingir que olha, olhar para o chão, para o teto, por cima das cabeças

- distribuir o olhar igualmente por toda a audiência  
- não fixar-se num lado ou numa pessoa

- linguagem de acordo com a platéia
 - infantilizar a linguagem; exagerar nos diminutivos

- linguagem fluida
- vícios de linguagem: aí, né, então,...
- não denunciar o erro: troca de palavras, troca de episódios e fatos; esquecimento de algo ou da seqüência da história
- expressar o erro pedindo desculpas, fazendo comentários acerca do erro, da troca ou da falha de memória

- visualizar a história enquanto narra; criar um roteiro visual e verbal, por episódio, na seqüência da história
 - “cuspir” o texto; falar mecanicamente; não sentir o poder e força das palavras

- usar gestos expressivos, que acrescentem algo ao entendimento da história
 - usar gestos apenas para ilustrar o que a palavra já diz

- movimentar-se só quando a história “exigir”
- andar sem parar, de um lado para o outro, em círculos, etc.

- não explicar a história; o texto deve falar por si mesmo
- transformar a história em aula com desenvolvimento didático e necessidade de explicação a cada “coisa” narrada

- preparar a história antes; ensaiar sempre
- contar só baseando-se no improviso

- não prender qualquer parte do corpo enquanto está contando, tipo mãos no bolso, braços cruzados (na frente ou atrás)
- contar sentado, imobilizando metade do corpo ou apoiar-se em “muletas”, como caneta na mão ou algo para ficar mexendo

- evitar movimentos repetitivos - cabelo solto, franja no rosto, cordões e roupas chamativas
– toda e qualquer coisa que desvie a atenção da história e chame a atenção sobre o contador

- que o tom de contar seja diferente do tom de bater-papo
- narrar como se estivesse declamando, de forma “empolgada” e exagerada

- projetar a voz em direção ao espaço
- contar a história com o mesmo tom

- usar diversos ritmos no decorrer da narração
- usar o mesmo ritmo do início ao fim

- acreditar na história que está sendo contada
- fingir que acredita na história

- usar pausas durante a história, explorar o silêncio, o movimento sem palavras
- falar ininterruptamente

- dar à apresentação um tratamento de espetáculo
- ignorar que toda e qualquer apresentação pública de história envolve uma preparação estética

http://pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo3/Literatura_InfantoJuvenil_Aprendizagem/bloco1/na_hora_de_contar.doc





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sábado, novembro 10, 2012

Literatura>Conhecimento Lógico>Educação infantil> Dicas pedagógicas>10/11/12


Em homenagem aos professores do ensino infantil que estão cada vez mais assíduos  nos blogs Linguagem, trago esta postagem didática, que aborda a importância da literatura agregada aos conceitos matemáticos.

A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO LÓGICO-MATEMÁTICO:
EXPLORANDO AS SITUAÇÕES COTIDIANAS


Geralmente as crianças já sabem contar quando chegam à escola, e a grande maioria dos/as professores/as apenas realiza exercícios de escrita dos numerais e de correspondência entre eles e conjuntos.
No entanto, contar de memória é diferente de contar com significado, o que exige uma estrutura lógico-matemática construída pela criança.
A criança não constrói o número fora do contexto geral do pensamento do seu cotidiano.
Para Piaget, os conceitos lógicos precedem os numéricos.
O conceito de número baseia-se na formação e sistematização da mente em duas operações: classificação e seriação.
A simples observação de classificações ou seriações prontas não são suficientes para a criança.
Cabe ao/a professor/a oportunizar desde a Educação Infantil várias situações que permitam ao/a aluno/a elaborar estes processos.
Para Kamii, o ensino do número deveria encorajar a criança a colocar todos os tipos de coisas em todas as espécies de relações.
Segundo Rangel, é somente agindo intensamente sobre os objetos em atividades como quantificar coleções significativas para ela que a criança poderá ir progressivamente construindo a estrutura do número que é a base para todo o conhecimento lógico-matemático.

Nestas atividades cotidianas o que fará a diferença será a intervenção do/a professor/a ou a sua intencionalidade pedagógica.

Para isto, ele/a deve conhecer a maneira de pensar da criança a fim de fazer intervenções adequadas que possibilitem a elas confrontarem suas hipóteses, desequilibrando-se cognitivamente, e a partir de sua ação sobre o objeto possam estabelecer conexões entre o que sabem e o novo, construindo assim um novo conhecimento, e aos poucos possam ir conquistando a tão desejada autonomia intelectual.
Segundo Piaget, os adultos estimulam o desenvolvimento da autonomia intelectual da criança quando intercambiam pontos de vista com as crianças, ou seja, a interação entre professor/a e aluno/a é fundamental.
Contextualizar o aprendizado da criança e fazer com que ele se amplie é um grande desafio do professor.
Segundo Marincek o papel do/a professor/a é planejar boas atividades de aprendizagem.
 Por exemplo, ao trabalhar com situações problemas os/as alunos/as estarão envolvidos com a essência da atividade matemática e estarão utilizando diversas habilidades para resolvê-los, como antecipação das soluções, formulação de resultados, justificação de escolhas, argumentação de postos de vista, e, desta forma, acaba por construir um conhecimento contextualizado.
Conforme destaca Zabala, é uma das funções sociais da escola; fazer com que o conhecimento cotidiano fique melhor.
O/a professor/a deve aproveitar a bagagem cultural que a criança traz de seu meio social e a partir desta explorar suas concepções de mundo tornando-a consciente de seus atos e do motivo das coisas se constituírem como são, mas acima de tudo utilizar esses conhecimentos cotidianos como uma forma de progresso, propiciando que estes evoluam para o nível dos conceitos científicos, pois, a aprendizagem dirigida pelo educador/a é qualitativamente superior aos processos espontâneos de aprendizagem.
Segundo Smolle (2000) além de habilidades lógicas matemáticas é necessário que os/as alunos/as tenham a oportunidade de ampliar suas competências espaciais, corporais, intelectuais, intrapessoais e interpessoais.
As brincadeiras infantis possibilitam explorar idéias referentes a número de um modo diferente do convencional, pois brincar é mais do que uma atividade lúdica é um modo de obter informações, além de aquisição de hábitos e atitudes importantes.


Sugestões de atividades:
Desta forma, considerando que a falta de noção de número impede a compreensão das relações numéricas podemos organizar uma seqüência de atividades relacionadas com a vida cotidiana da criança, para que a construção numérica tenha sentido, favorecendo assim o estabelecimento de diversas relações:
- Encorajar as crianças a quantificar objetos logicamente e a comparar conjuntos em atividades como a de levar lápis para todos os colegas do grupo em que ela senta.
- Organizar cinco, dois ou três grupos com as cadeiras da sala.
- Comparar o grupo de meninos e meninas. - Distribuição das merendas, observando como realiza esta tarefa, desafiando-a a distribuir de forma igual para todos os colegas certa quantidade de biscoitos, bolo, balas, pirulitos etc.
- Propor a ida a um supermercado onde cada criança terá a tarefa de comprar pirulitos ou balas para certa quantidade de pessoas, observando como realiza a compra e se usa a relação termo-a-termo para efetuar a compra.
- Construção de gráficos sobre as letras do nome, a quantidade de pessoas da família, meio de transporte utilizado para ir à escola, mês de nascimento, idade, altura, cor dos olhos, cabelos etc.; explorando e analisando com os alunos os dados obtidos.
- Explorar a escrita e a leitura do nome, em que as crianças devem identificar cada letra do seu nome, recortando-as e destacando-as.
Reconstruir a escrita do nome colando as letras com o apoio de um pequeno crachá, ordenado-as em correspondência termo-a-termo.
Quantificar as letras do nome separando com o apoio na correspondência termo-a-termo, um palito de picolé ou forminha de doce para cada letra do nome, estabelecendo relações do tipo:
Quantos palitos ou forminhas recebeu?
Quantos ganhou? Quantos faltam?
Quantos sobram? Quem ganhou mais, menos, a mesma quantidade?
Nesta atividade pode-se realizar um jogo de memória com os palitos ou forminha, tentando formar o seu nome e explorando os mesmos aspectos que foram descritos acima.
- Construção de um álbum do nome mostrando quais as diversas maneiras com que podem mostrar quantas letras tem o seu nome.
- Para crianças de 2 a 3 anos uma atividade interessante é construir uma chamadinha com um desenho duplicado de bicho de EVA para cada criança, exemplo dois cachorros, dois macacos, dois tigres etc.
A cada dia pode-se fazer a chamadinha de uma maneira; com os desenhos virados para baixo onde a criança tem de achar o seu (tipo memória), ou virados para cima bem misturado e solicitar que achem os dois bichos que são seus. Ou ainda, enfileirar os desenhos e recolher um dos desenhos e solicitar que descubram qual está faltando.


- Outra atividade interessante para crianças bem pequenas é a utilização da história :

“Barulho na Caixa” da autora Clélia Machado.
Conta-se a história com o auxílio de um flanelógrafo, dos animais da história e a caixa.
A cada vez que a história é contada um dos animais é escondido dentro da caixa e pode-se questionar as crianças qual é o bichinho que agora está faltando.
Apesar de ser uma atividade muito simples ela é muito interessante, pois provoca equilíbrio mental e estimula o raciocínio lógico-matemático destas crianças bem pequenas.


" MEDO DO ESCURO "Antonio Carlos Pacheco - Editora Ática
A partir desta história o/a professor/a pode propor às crianças um jogo que envolverá a quantificação de sílabas dos nomes dos personagens.
Materiais : - Dado com o desenho dos personagens.
- Tabuleiro com o desenho de uma trilha. - Um pino para deslocar na trilha.
Procedimento:
Após a história a turma pode ser dividida em equipes que ganharão cada uma um tabuleiro com o desenho de uma trilha e um pino.
 Cada equipe deverá jogar o dado, o qual indicará o nome do personagem.
O grupo deverá falar o nome do personagem que o dado indicou contando a quantidade de sílabas deste, ou quantos pedacinhos esta palavra tem.
A contagem pode ser feita através de palmas.
Após a contagem o grupo deve deslocar o pino de acordo com a quantidade de sílabas da palavra que sorteou.
Exemplo: a palavra é estrela – Três pedacinhos ou sílabas, anda três casas para frente na trilha.
O/a professor/a pode questionar quantos pedacinhos tem cada nome, que outros nomes tem o mesmo tanto de pedaços do que este etc.
Após o término do jogo pode-se fazer um registro individual do jogo em uma planilha.
A partir destas histórias o/a professor/a pode propor a confecção de jogos de memória, quantificação, seriação, classificação e bingo.

"UM AMOR DE CONFUSÃO" Dulce Rangel - Editora Moderna.
Materiais : - Desenho de um ninho que pode ser feito pelos alunos.
- Dado de quantidades.
- Papéis recortados em forma de ovos (6 cores).
- Dado de cores (6 cores).
Procedimento:
Após o/a professor/a contar a história, cada criança recebe um ninho.
Elas deverão jogar o dado de quantidades e o de cores que indicarão quantos ovos serão comprados e qual a cor destes.
 Os ovos serão colocados no ninho.
O professor pode solicitar no final do jogo que as crianças classifiquem os ovos por suas cores verificando qual a cor que tem mais, a que tem menos, quanto a mais, quanto a menos.
Se as crianças forem maiores o/a professor/a pode introduzir um terceiro dado de tamanhos.
Assim poderão fazer atividades de seriação (do maior ao menor).
Vejam no Linguagem:


"O HOMEM QUE AMAVA CAIXAS" Stephen Michael King - Editora Brinque-book
Materiais : - Caixas de diferentes cores e tamanhos.
Procedimento: Após ouvirem a história o/a professor/a pode fazer diversas atividades com sucatas de caixas.
1º) Noção de tamanho: O/a professor/a identifica duas caixas de papelão vazias, uma com a palavra grande e a outra com a palavra pequena.
As crianças vão pegando as sucatas e relatando se são grandes ou pequenas e colocam na caixa referente ao tamanho.
2º) Noção de cor e espessura:
Dividir as crianças em grupos e colocar as sucatas à disposição dos grupos.
Cada grupo terá uma tarefa:
Grupo 1 - separar todas as caixas que forem da cor amarela, por exemplo;
Grupo 2 - separar todas as caixas que forem finas;
Grupo 3 - separar as que forem grossas.
3º) Após explorar as sucatas o professor pode promover um oficina de construção de brinquedos.
Vejam na listagem do Linguagem:


"ROMEU E JULIETA" Ruth Rocha - Editora Ática
Materiais:
- Dado de quantidades.
- Dado de cores (6 cores).
- Dado com o desenho de borboleta e de flor (intercalando as faces do dado, uma com borboleta, a outra com flor etc.).
- Desenhos de borboletas e flores (6 cores) que podem ser feitos pelos próprios alunos.
Procedimento:
Cada criança irá jogar os três dados simultaneamente.
Estes indicarão a quantidade a ser comprada, o tipo de personagem, a cor.
O/a professor/a pode solicitar que as crianças classifiquem os materiais.
Após o jogo verifica-se quem ganhou mais flores, quem ganhou mais borboletas, quem ganhou menos, qual a cor que mais saiu etc.
Após o jogo os/as alunos/as podem utilizar suas fichas para montar um lindo desenho.


"MANECO, CANECO, CHAPÉU DE FUNIL" Luiz Camargo - Editora Ática
Materiais: - Dado com o desenho dos objetos que formam o Maneco. - Desenhos dos objetos para serem comprados.
- Moedinhas.
Procedimento:
Cada criança recebe seis moedinhas.
Deverá jogar o dado e ver qual o objeto que irá comprar para montar o seu Maneco.
A cada objeto tirado no dado deve efetuar sua compra dando uma moedinha.
Desta forma, o professor pode ir explorando quantas moedinhas ainda resta, quantas foram gastas, quantos objetos já foram comprados, quantos ainda faltam etc.
O jogo acaba quando todos os participantes compraram todos os objetos necessários para montar o Maneco caneco.
-Conclusão:
Tendo em mente que a aprendizagem se torna significativa quando o indivíduo dá um significado pessoal a ela, exige que o ato de aprender seja visto como compreensão de significados, que se relacione com as experiências pessoais, promova o estabelecimento de relações e a utilização do que aprendeu em diversas situações.
Portanto, a qualidade do ensino depende da postura do/a professor/a, uma postura compromissada com seu trabalho; no entanto, não é apenas uma questão referente a ele/a, diz respeito à natureza do currículo e à organização da escola.
Ester Schaly Cardoso Pedagoga graduada em Educação Infantil e séries iniciais. Pós-graduada em Educação Infantil.
Referências bibliográficas:
KAMII, Constance. A criança e o número. São Paulo: Ed. Papirus,1985.
MARINCEK, Vânia (coord). Aprender matemática resolvendo problemas. Porto Alegre: Artmed, 2001.
PIAGET, Jean. A gênese das estruturas lógicas matemáticas. São Paulo: EPU, 1976.
RANGEL. Ana Cristina. Educação matemática e a construção do número. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
SMOLLE, Kátia Stocco e Outros. Coleção matemática de 0 a 6 anos. Porto Alegre: Artmed, 2000.
ZABAlZA, Antoni. Enfoque globalizador e pensamento complexo: uma proposta para o currículo escolar. Porto Alegre: Artmed, 2002.


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